
Boas Vindas Terapia Neurocientífica
A Terapia Neurocientífica é o encontro definitivo da neurociência e das terapias, e nasceu com a proposta de integrar as novas descobertas das neurociências e das terapias, com uma abordagem fundamentada, prática, inovadora e exclusiva, fruto de duas décadas de know-how em atendimento a clientes e a diversas outras classes de profissionais como executivos, líderes religiosos e terapeutas.
Através de minha experiência prática de duas décadas, e das mais diversas formações que vão de Coaching à Programação Neurolinguística, das Constelações à Terapia Sistêmica, do Trabalho focado na solução à Hipnoterapia, do Diálogo Sistêmico à Cinesiologia, do Construtivismo à Autogestão, da Psicologia positiva à Restauração da Alma, e de centenas de livros, cursos, pesquisas, submetendo essa expertise a formação acadêmica e pesquisas nas áreas da Neurociência, surgiu a Terapia Neurocientífica.
Eu chamo de Terapia Neurocientífica a integração de todo meu know-how, da habilidade que desenvolvi também de reconhecimento rápido de padrões, de reeditar rapidamente crenças limitantes e memória traumáticas através de sinapses neurais, principalmente tendo como as principais bases de influência, a Autoliderança e Autogestão, de minha autoria, Neurociência e Programação Neurolinguística do qual sou Trainer Licenciado, e da Psicogeografia e do Panorama Social Interior do Dr Lucas Derks, que como Mestre em Psicologia Social, também usa a PNL.
O resultado, é uma velocidade de solução de impasses nunca vista antes, ou seja, com a integração destas técnicas aliadas a habilidade de reconhecimento de padrões e a reedição rápida das construções limitantes, é possível resolver anos de impasses, bloqueios, traumas e outros em poucos minutos. Seja bem vindo ao futuro hoje..
Importante: O diferencial desta formação é que além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e aplicado em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais, e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem a realidade das dificuldades dos contextos profissional ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações, e aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.
Autoliderança e Autogestão em Terapia Neurocientífica
Conteúdo desenvolvido a partir da Autogestão, Neurociência e PNL
“Você deve ser a mudança que deseja
ver no mundo” Mahatma Gandhi
Mas porque precisamos de Neurogestão? Vejamos alguns números:
1.De acordo com a OMS – Organização Mundial da Saúde, mais de 800 mil pessoas todos os anos no mundo se suicidam, e 27% dos jovens estão apresentando sintomas depressivos.
2.Uma pesquisa realizada pelo Institute of Social Research da Universidade de Michigan estima que 50% das pessoas cedo ou tarde desenvolverão um transtorno psíquico.
3. A Consultoria Catho comprovou por meio de pesquisa que 80% das demissões dos executivos não ocorrem por problemas técnicos ou competências, mas sim pelos conflitos nas relações com colegas de trabalho, dificuldade em lidar perdas, pressões e desafios do dia a dia.
4. Em minha experiência profissional como terapeuta e como instituto, constatei que quase 100% das pessoas não tem uma identidade clara e uma missão de vida
Objetivo do programa
O objetivo deste programa é apresentar uma proposta moderna e acessível de Neurogestão, que é autogestão, fornecendo recursos que o ajudarão a ter mais sentido e direção na vida pessoal e profissional, onde você aprenderá a estabelecer objetivos claros, prezando o mais importante, a sua identidade e seus valores, que são os reais motivos por detrás de qualquer meta. Recursos podem ser crenças, ideias, técnicas, ferramentas e assessments para você saia de situações complexas...
Definindo o conceito de Autogestão dentro da Formação em Neurogestão
“Autogestão é um processo, através do qual as pessoas gerenciam a si próprias de maneira a alcançar a auto-direção e automotivação para se comportar e executar o que precisa de maneira efetiva no alcance dos objetivos ou qualidade de vida desejada. Autogestão utiliza técnicas de controle de pensamento e comportamento, auto-recompensa e autorregulação que proporcionam quem a pratica um desempenho mais confiante, focado e criativo, com melhores resultados para o alcance do sucesso pessoal e profissional.
Piramide de Maslow
A Pirâmide de Maslow, também chamada de hierarquia das necessidades de Maslow, é um conceito criado na década de 50 pelo psicólogo norte americano Abraham H. Maslow. Seu objetivo é determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance a satisfação, seja ela pessoal ou profissional. De acordo com a teoria, os seres humanos vivem em busca da satisfação de determinadas necessidades. Para o psicólogo, a perspectiva de satisfação dessas necessidades é o que gera a força motivadora nos indivíduos. A pirâmide de Maslow é usada, então, para demonstrar a hierarquia dessas necessidades. Ou seja, descreve quais são as mais básicas (base da pirâmide) e as mais elaboradas (topo). As necessidades base são aquelas consideradas necessárias para a sobrevivência, enquanto as mais complexas são necessárias para alcançar a satisfação pessoal e profissional.
Como você pode ver, a pirâmide possui cinco níveis: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. No decorrer do texto, explicaremos melhor cada um deles.
Quem foi Abraham Maslow?
Abraham Harold Maslow ( 1908 — 1970) foi um psicólogo e pesquisador norte americano. Seu trabalho mais difundido foi, sem dúvida, a hierarquia das necessidades.
O psicólogo trabalhou para o MIT, tendo fundado o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics.
Além da pirâmide das necessidades, Maslow trabalhou também com pesquisas voltadas à dinâmicas e interações entre grupos, além de técnicas de resolução de conflitos.
Hierarquia de Necessidades de Maslow
Para Maslow, as necessidades do ser-humano precisam ser saciadas de maneira hierárquica. Ou seja, antes de começar a pensar nas suas necessidades de segurança, um indivíduo precisa, necessariamente, contar com a satisfação de todas as necessidades na seção anterior.
A Pirâmide de Maslow pode ser usado como ferramenta de assessment, ou seja, uma ferramenta de acesso para diagnosticar os gaps de seu cliente e eliminá-los através de um plano de ação.
Em identidade a pergunta é, o que exatamente é ser normal?
É preciso compreender que todo o ser humano que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta, na maioria das vezes são as piores possíveis.
Exemplo: más companhias, drogas ou outros tipos de vícios, propostas que não fazem sentido, ou que não torna a pessoa realizada.
Missão e propósito
Dentro da metodologia apresentada de, temos um diferencial muito importante, que é o uso da identidade do cliente como ponto de partida, pois somente é possível construir o futuro desejado se seu cliente sabe exatamente quem é, caso contrário, o processo fica falho. Mais uma vez acho pertinente destacar a Viktor Frankl, psiquiatra que, na condição de prisioneiro de um campo de concentração nazista, escreveu um livro incrível chamado “Em Busca de Sentido”, dizia: Que quem tem um “porquê” enfrenta qualquer “como”...
Propósito e saúde psíquica estão intrinsecamente conectados. Quando uma pessoa encontra um propósito significativo em sua vida, isso pode ter um impacto positivo em sua saúde mental, emocional e geral. O propósito pode ser definido como uma direção clara e um senso de significado em relação às metas e atividades que uma pessoa realiza.
Ter um propósito na vida está relacionado à sensação de ter um motivo para acordar de manhã, sentir-se motivado e ter um senso de direção. Quando alguém encontra seu propósito, isso pode proporcionar um senso de realização pessoal e um sentimento de conexão com algo maior do que si mesmo. Isso pode ser encontrado em várias áreas da vida, como trabalho, relacionamentos, hobbies, atividades voluntárias ou qualquer outra área que traga um senso de significado pessoal.
Quando uma pessoa está alinhada com seu propósito, ela tende a experimentar maior bem-estar emocional, resiliência e satisfação com a vida. Ter um propósito pode ajudar a dar sentido às experiências e desafios enfrentados, fornecendo um quadro de referência para lidar com eles. Isso pode aumentar a autoestima, a autoconfiança e a autocompaixão, reduzindo o risco de desenvolver problemas de saúde mental, como estresse crônico, ansiedade e depressão.
Além disso, o propósito pode fornecer um senso de direção e metas claras, o que pode ajudar na tomada de decisões e no planejamento de ações. Quando uma pessoa tem um propósito, ela pode sentir-se mais motivada, engajada e focada em suas atividades, o que contribui para uma sensação de fluidez e realização.
Encontrar e cultivar um propósito não é uma tarefa fácil e pode exigir autorreflexão, exploração e experimentação. É importante explorar os próprios valores, interesses e paixões para identificar o que realmente traz significado e propósito à vida de cada um. Além disso, é fundamental criar um senso de alinhamento entre as atividades realizadas e o propósito identificado, buscando maneiras de integrar esse propósito em diferentes aspectos da vida.
Manter um propósito ao longo do tempo também requer cuidado e atenção contínuos. É importante revisitar e reavaliar o propósito regularmente, garantindo que ele esteja alinhado com as mudanças pessoais, os objetivos e as circunstâncias da vida.
Em resumo, ter um propósito na vida pode contribuir significativamente para a saúde psíquica, promovendo um senso de significado, bem-estar emocional e resiliência. Ao buscar e cultivar um propósito, cada pessoa tem a oportunidade de viver uma vida mais satisfatória, com impacto positivo não apenas em sua saúde mental, mas também em sua qualidade de vida como um todo.
Valores: A importância de conhecê-los e prezá-los:
O que são valores? Valor é tudo aquilo que é importante para você, pois são eles que norteiam suas decisões. Todos os sonhos e todas as metas são geradas por valores, e devem ser prezados em seus planos.
Funções dos valores: Os valores são as forças motivacionais do comportamento humano, e são eles que estabelecem os critérios que irão funcionar como padrões que mensurarão o quanto uma ação ou meta alcançada foi satisfatória ou não.
Autoresponsabilidade para construir a vida que o cliente quer
A autorresponsabilidade é uma habilidade extremamente importante. E o melhor: ela pode ser aprendida! Se você é uma pessoa observadora, já deve ter percebido a tendência que a maioria das pessoas possuem de transferir a culpa. Essa é uma ação tão comum em nossa sociedade, que a maioria de nós faz isso sem perceber. A verdade é que é muito difícil assumir a responsabilidade por tudo aquilo que acontece conosco, sejam esses acontecimentos positivos ou negativos.Culpar eventos que não estão sob seu controle ou outras pessoas, no entanto, não ajuda. Na maioria das vezes, esse ato não ajuda a amenizar a frustração com o fracasso, nem a melhorar a situação.
Veja alguns exemplos de situações comuns de transferência de culpa:
“Eu não teria esquecido sobre esse compromisso se as pessoas não me sobrecarregassem tanto com tarefas!”
“Eu chego atrasado com frequência por que moro muito longe, e pego muito trânsito até aqui!.”
“Mas se você tivesse enviado uma mensagem me lembrando, eu teria trazido o material.”
“Eu não sou explosivo demais, as outras pessoas me provocam!”
“Eu teria feito o relatório, mas ninguém me enviou o modelo e instruções.”
Note que, em nenhuma das situações, transferir a culpa solucionou o problema. Enquanto isso, assumir a responsabilidade pelos aspectos da sua vida talvez pudesse surtir um efeito melhor. A seguir, você encontra tudo o que precisa saber sobre a autorresponsabilidade.
Começaremos explicando do que se trata esse conceito, e então falaremos sobre como você pode aplicá-lo para avançar na carreira e se desenvolver melhor também nos outros setores da vida!
O que é autorresponsabilidade?
Autorresponsabilidade é a capacidade de atribuir unicamente para si a responsabilidade sobre aquilo que acontece em sua vida, seja positivo ou negativo. Essa é uma habilidade que pode ser desenvolvida, mas que exige treino e dedicação. Estamos muito acostumados a transferir a culpa, em especial quando falhamos de alguma maneira. A verdade é que essa é uma posição cômoda, fácil de ser mantida.
Como tudo que é confortável, no entanto, essa não é uma postura construtiva. Ao transferir a culpa, você sempre estará abrindo mão de algo a mais: de controle. Quando você pratica a autorresponsabilidade, traz para si o controle sobre os eventos da sua vida. Afinal, se você é o responsável pelas situações, você pode mudar os resultados que está conseguindo através das suas ações. Sem autorresponsabilidade, será impossível mudar a sua vida. Afinal, como você pode alterar uma característica se a atribui frequentemente a agentes externos? O primeiro passo para mudar, é entender que as suas ações definem o que acontece na sua vida. Esse controle pertence a você. E isso traz consigo responsabilidades.
Veja as frases do tópico anterior, repensadas:
“Eu não teria esquecido sobre esse compromisso se EU organizasse melhor a distribuição do meu tempo”
“Eu chego atrasado com frequência por que EU não tenho levado em consideração o tempo que passarei no trânsito.”
“Eu teria trazido o material que foi requisitado se EU me organizasse para isso ou fizesse uma anotação para não esquecer.”
“Eu não seria explosivo demais se EU aprendesse como modular minhas emoções e reações às frustrações do dia a dia.”
“Eu teria feito o relatório se EU insistisse para que me enviassem os materiais necessários.”
Se a responsabilidade é sua, o controle é seu
O primeiro passo para desenvolver a autorresponsabilidade é perceber que, embora você não possa controlar as outras pessoas e nem o seu ambiente, você pode controlar suas ações.
Da mesma forma, você pode não conseguir controlar sentimentos e emoções negativos, como raiva, frustração e desânimo. Mas você pode controlar como reage a eles. Entender essa possibilidade de controle vai abrir os seus olhos para uma nova perspectiva: Agindo de maneira assertiva, positiva e responsável, você poderá ir muito mais longe. Isso não é dizer que todos os fatores externos devem ser ignorados. Eles influenciam muito na formação da sua personalidade. No entanto, condições ambientais e as ações de outras pessoas não devem te definir de maneira absoluta: fazer isso cabe apenas a você.
Quer aprender um exercício simples e extremamente eficaz que juntamente com três fundamentos essenciais fará você alcançar maiores resultados em sua vida? Então confira o vídeo abaixo:Empoderador, porém assustador Perceber que o controle da sua vida está nas suas mãos pode ser muito motivador. Afinal, você pode mudar os hábitos que não te agradam ou que não são construtivos, superar obstáculos enormes e alcançar os seus sonhos. No entanto, essa perspectiva também pode ser incrivelmente assustadora. Assumir responsabilidades significa que você passa a ter controle sobre sua vida.
Quando você adquire essa perspectiva, precisará aprender como lidar com as consequências dos seus atos, com as suas falhas e com seus fracassos. E tudo issosem perder a autoestima e a confiança em si. Não é uma tarefa pequena.
Apesar de ser difícil, não é impossível. O coaching pode te ajudar nessa jornada, desenvolvendo novas habilidades e recursos, melhorando seu conhecimento de si e te apresentando métodos e ferramentas para lidar melhor com a autorresponsabilidade. Crescer exige sair da sua zona de conforto. A ação para a mudança nunca é fácil – é muito mais simples transferir a culpa, e o controle, para aquilo que não podemos mudar. No entanto, você deve se perguntar:
“Quero mesmo deixar que a minha vida inteira seja controlada pelas ações dos outros?”
Se você quer tomar as rédeas do seu destino, o primeiro passo é a autorresponsabilidade. Ela pode ser desconfortável, mas é através dela que você se proporciona a oportunidade de mudar sua vida.
Auto responsabilidade no trabalho
Cada vez mais empresas procuram pela habilidade de auto responsabilidade nos profissionais que contratam. O motivo é justamente o que estávamos discutindo até agora: pessoas que transferem a culpa não promovem soluções. As organizações precisam de colaboradores proativos e capazes de solucionar problemas, inovar e entregar resultados. Pessoas que não trabalham para desenvolver a autorresponsabilidade são o exato oposto desse perfil.
A autorresponsabilidade permitirá que você cresça.
No lugar de contribuições significativas e evolução constante, uma pessoa que não se responsabiliza pelos seus atos causará:
Conflitos desnecessários;
Perda na produtividade;
Mal-estar entre as equipes;
Problemas de comunicação;
Ambiente tenso.
Não é de se espantar que empresários e gestores queiram esse tipo de profissional bem longe de suas empresas. Enquanto um colaborador com autorresponsabilidade contribui e cresce junto com a organização, aquele que transfere a culpa puxa a equipe toda para baixo.
Autorresponsabilidade para a psicologia
A autorresponsabilidade possibilita que todas as áreas da vida funcionem melhor. Diversas vertentes da psicologia aplicam o desenvolvimento da autorresponsabilidade como ferramenta terapêutica. Isso porque parte-se do princípio de que ninguém pode realizar as mudanças que você espera na sua vida além de você mesmo. A Psicologia Positivaespecialmente, uma das vertentes científicas nas quais o coaching se inspira.
É importantíssimo, em processo terapêutico, apropriar-se do controle e responsabilidade pelos acontecimentos da sua vida. Sem isso, é impossível abandonar hábitos improdutivos ou adotar uma nova perspectiva. Se você acredita que tudo de ruim que acontece com você é culpa dos outros, como então é possível mudar, sendo que você tem controle, apenas, sobre suas ações?
Autorresponsabilidade x Culpa
A autorresponsabilidade, no entanto, não deve ser confundida com culpa. A proposta não é que você gere ataques e pensamentos negativos sobre as suas ações e hábitos.
É preciso aprender a reconhecer suas falhas e defeitos sem deixar que isso afete sua autoestima e confiança. Para isso, veja algumas dicas que te impedirão de cair nessa armadilha ao desenvolver a autorresponsabilidade:
Entenda que é possível mudar. Nada em nossas personalidades e comportamentos está escrito em pedra. Não nascemos de um jeito ou de outro. Habilidades, comportamentos e hábitos podem ser mudados e aprendidos. Basta ter dedicação e encontrar os recursos e métodos corretos para fazê-lo.
Entenda que remoer seus erros não te leva a lugar nenhum. Autorresponsabilidade também é saber assumir os erros e seguir em frente. Eles devem ser vistos como aprendizados, e não defeitos fatais. Errar, hora ou outra, é inevitável: A pessoa de sucesso muda e não persiste no erro.
Não transforme seus erros em ataques pessoais. Você não é “uma má pessoa”, “inútil” e muito menos “burro” por ter errado. Tire essas palavras do seu vocabulário. É inevitável falhar às vezes. O que define não é a falha, mas como você lida com ela.
Não se culpe por acontecimentos ruins. Lembre-se: Você não possui controle sobre as ações de outras pessoas e nem sobre certos acontecimentos. Ter autorresponsabilidade não significa assumir para si a culpa de tudo. Por exemplo, imagine que um colega de trabalho seja abrasivo e ofensivo com você, e isso te cause desconforto no ambiente de trabalho. A culpa disso não é sua. Mas ao invés de se queixar, você pode escolher mudar a forma como você lida com a situação: afastar-se dele, conversar abertamente sobre o desconforto ou até mesmo recorrer aos Recursos Humanos. Isso é auto responsabilidade.
Vantagens da autorresponsabilidade
Apesar de difícil, a autorresponsabilidade apresenta muitas vantagens. Você já deve ter percebido que ser responsável pelos próprios atos não é uma tarefa fácil. Quando você assume essa posição, não poderá mais arrumar desculpas outransferir a culpa sem nenhum peso na consciência, como provavelmente faria antes.
Agora que você sabe que é o único responsável pelo que acontece na sua vida, você precisa partir para a ação. Apesar de ser difícil desenvolver essa habilidade, ela trará muitos benefícios para sua vida pessoal e profissional. Reflita sobre essa frase de Sigmund Freud:
“A maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois liberdade envolve responsabilidade, e a maioria das pessoas tem medo de responsabilidade.”
Ou seja, a partir do momento que você assume o peso da responsabilidade pelos seus atos, perspectivas e reações, você se torna uma pessoa mais livre. Isso porque está trazendo para si o controle de tudo que acontece com você. Em outras palavras, você não pode controlar as cartas que recebe, mas pode controlar como as joga. Entender que você pode construir seu próprio destino, sem se culpar e remoer os erros, vai te trazer vantagens valiosíssimas! Confira algumas:
Capacidade de mudar hábitos improdutivos;
Autoconhecimento;
Desenvolvimento de melhores habilidades sociais;
Aumento da inteligência emocional;
Diminuição do sofrimento perante a frustrações e falhas;
Nova perspectiva mais otimista e construtiva da vida;
Redução de conflitos e situações desconfortáveis;
Transformação de obstáculos em oportunidades;
Fortalecimento da capacidade de resiliência;
Melhor imagem profissional;
Desenvolvimento de um perfil profissional mais visado pelas empresas;
Melhoria da capacidade de liderança e motivação;
Maior potencial de crescimento;
Maior satisfação perante à conquistas;
Preservação da autoestima e confiança em si;
Relacionamentos pessoais e profissionais mais harmoniosos e saudáveis.
Autorresponsabilidade e empreendedorismo
A autorresponsabilidade é essencial no empreendedorismo. Existem algumas características que são mais do que essenciais para empreendedores. As mais conhecidas são a proatividade, criatividade e não ter medo de correr riscos. Mas você sabia que sem autorresponsabilidade, nenhum empreendimento pode dar certo?
Você pode ter a melhor ideia do mundo: se não tomar as rédeas do seu negócio e assumir responsabilidade pelos erros cometidos durante o caminho, você nunca conseguirá prosperar. O bom empreendedor sabe que cabe a ele fazer com que o seu negócio decole. Essa responsabilidade não é de seus colaboradores, de seus clientes ou dos seus fornecedores. A única pessoa para quem isso realmente faz a diferença, o único real interessado é você mesmo. E por isso, é necessário se dedicar.
Assumir responsabilidades é uma característica de todo bom líder. As pessoas que reconhecem seus erros e pontos fracos, além de inspirarem o mesmo em seus liderados, conseguem resultados muito melhores quando tentam corrigi-los. Para ser empreendedor, você não pode mentir para si mesmo e nem arranjar desculpas para tudo. Tome as rédeas e ao invés de procurar culpados, procure soluções.
Veja alguns exemplos de autorresponsabilidade para empreendedores:
Errado: “Não consigo vendas porque meus funcionários estão desmotivados.”
Certo: “Como eu posso motivar meus funcionários para que as vendas melhorem?”
Errado: “Existe concorrência demais nessa área, não pode dar certo.”
Certo: “Como eu posso diferenciar meu produto ou encontrar um nicho menos explorado?”
Errado: “Meu fornecedor nunca entrega no prazo, é por isso que não consigo crescer!”
Certo: “Por que eu continuo a fazer negócios com alguém que não respeita prazos? Eu preciso encontrar um novo fornecedor!”
Como o coaching ajuda em fortalecer a autorresponsabilidade?
O coaching pode te ajudar nessa e em muitas outras jornadas! Através de métodos cientificamente comprovados, o coaching te auxilia no desenvolvimento e fortalecimento da autorresponsabilidade. Vamos entender como?
A autorresponsabilidade é essencial para que o coaching seja eficiente. Por isso, um dos focos do processo é o desenvolvimento dessa habilidade. O coaching parte do princípio que apenas você poderá mudar a sua vida.
No entanto, existem muitas formas pelas quais você pode receber ajuda durante essa transformação. O coach não dá conselhos, nem te diz o que deve ser feito. Ele te prepara para se responsabilizar pelo seu destino, tomar as rédeas da vida e encontrar o seu próprio caminho!
A autorresponsabilidade é o primeiro passo para promover mudanças na sua vida.
Através do autoconhecimento e de exercícios que te ajudam a mudar a perspectiva, é possível dar os primeiros passos nesta importante empreitada. Além disso, o coaching te ensina a valorizar sua autoestima, a confiar em si mesmo e a aprender com seus erros. Dessa forma, a prática da autorresponsabilidade não precisa ser uma experiência negativa para você.
Conclusão
A autorresponsabilidade não é uma habilidade fácil de desenvolver. Poucas pessoas estão dispostas a realmente assumir as rédeas de suas vidas econquistar a verdadeira liberdade. Mas a partir do momento que você traz a responsabilidade por aquilo que acontece na sua vida para si, adquire o controle necessário para realizar mudanças, avançar e crescer.
A autorresponsabilidade não significa se culpar excessivamente, assumir erros que não são seus ou remoer suas falhas e fracassos passados. Essas são atitudes negativas que não ajudam no seu desenvolvimento. A ideia é encontrar onde, ao enfrentar um obstáculo, é possível que a sua ação provoque mudanças. É assumir o seu papel na construção do seu destino e não inventar desculpas para evitar sair da sua zona de conforto.
Aliás, quanto mais otimista for a sua perspectiva sobre seus erros, melhor: eles podem ser utilizados como aprendizados valiosos para garantir que, no futuro, você fará tudo de maneira ainda melhor! Não se deixe cair no mau hábito de transferir culpa! Responsabilize-se pelos seus atos, aprenda com seus erros e aja em prol da mudança. Isso vai garantir que você esteja sempre em evolução!
O poder do foco e ação constante
“A História tem demonstrado que os mais notáveis vencedores normalmente encontraram obstáculos dolorosos antes de triunfarem. Eles venceram porque se recusaram a se tornarem desencorajados por suas derrotas." Bryan Forbes, Ator, Escritor e Cineasta Inglês.
O fim do fracasso
Muitos de nossos clientes tem muito medo de errar ou de fracassar, e isso os impede de avançar em suas ações e projetos. Mas a verdade é que fracasso não existe, o que existe é feedback. Então o segredo do sucesso passa a ser a persistência de formas diferentes até ter o objetivo alcançado. A história nos mostra que a diferença de quem tem o sucesso para quem não tem é unicamente não desistir e tentar de outras formas até conseguir.
Inteligência Emocional e Resultados
Inteligência emocional é um conceito em psicologia que descreve uma capacidade de reconhecer e avaliar seus próprios sentimentos e os outros, assim como uma capacidade de lidar com eles.
Inteligência emocional é um conceito relacionado com a chamada "inteligência social", presente na psicologia e criado pelo psicólogo estadunidense Daniel Goleman. Um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar as suas emoções com mais facilidade.
A inteligência emocional se traduz na possibilidade do ser humano de aprender a lidar com as próprias emoções e usufruí-las em benefício próprio. Aprender, também, a compreender os sentimentos e comportamentos do outro.
Os cinco pilares da Inteligência Emocional
1 – Conhecer as próprias emoções
O primeiro passo é se conhecer, analisar suas emoções e as ações que você faz em resposta aos estímulos.
Essa é a chave da inteligência emocional!
Mas você deve estar ciente de que a Inteligência Emocional é um processo gradual e que varia de pessoa para pessoa.
Não apresse as coisas, não se desespere. A nossa dica para você conhecer melhor as suas próprias emoções é colocar seus sentimentos e suas ações em um papel e, depois, refletir profundamente sobre isso.
2 – Controlar as emoções
Tenha em mente que todos nós passamos por momentos estressantes na vida, ou nos sentimos ansiosos por algum motivo. Aprender a lidar com as emoções e controlá-las te colocará na direção certa conforme cada situação, e fará toda a diferença entre o equilíbrio e a disfunção.
Você deve evitar pensar de imediato em um resultado negativo. Seja otimista, tente enxergar sempre o lado positivo das coisas e lembre-se que cada situação possui diversas saídas, basta você procurá-las.
E quando estiver sob pressão, a coisa mais importante é tentar manter a calma. Encontre uma distração, realize uma atividade prazerosa e canalize sua ansiedade.
3 – Automotivação
Lembre-se que pensar antes de tomar as decisões lhe trará diversos benefícios e evitará o conflito com os seus pares e o arrependimento de seus atos.
Ao saber utilizar adequadamente suas emoções você chegará aos seus objetivos.
Nunca perca a esperança! Tudo é possível, desde que você corra atrás daquilo que você quer de maneira consciente e sem passar por cima do outro!
Assim, você deve aprender a responder aos seus estímulos, um processo consciente que envolve analisar como você se sente, para depois decidir como você quer se comportar para atingir suas metas.
Em contrapartida, temos o processo inconsciente de reagir, onde experimentamos um gatilho emocional, expressando essa emoção de maneira instantânea, o que gera arrependimentos e desvios de nossas metas.
4 – Empatia
Aprender a se colocar no lugar do outro, de reconhecer as emoções dos outros e entender seus comportamentos, nos torna mais sensíveis e abertos.
5 – Saber se relacionar interpessoalmente
Outro ponto chave para o sucesso é saber ter boas relações, guiando as emoções dos outros. Isso criará um ambiente positivo a sua volta, melhorando não só a sua qualidade de vida, mas também contagiando aqueles ao seu redor.
Metas e objetivos para evitar reincidências
Em Terapia Neurocientífica as metas possuem um papel fundamental para que não haja reincidências, pois de nada adianta trabalhar as crenças limitantes se o cliente não consegue se afastar dos padrões limitantes.
Assim como no problema de dependência química, ser reabilitado e voltar para velha vida é quase certeza de reincidência, assim também esse mesmo padrão vale para qualquer área da vida, ou seja, é necessário além de trabalhar as crenças limitantes, também se afastar dos padrões antigos para diminuir a probabilidade de uma recaída.
Como traçar metas claras: Metodologia ESPERTA
Anote por escrito suas metas, faça planos para alcançá-las e trabalhe
diariamente em seus planos. Brian Tracy, Escritor e conferencista
1. Específica 2. Sistêmica 3. Prazo 4. Evidência 5. Recursos 6.Tamanho 7.Alternativas
1° - Específica: É preciso especificar detalhadamente o que você quer conquistar: Está ao seu alcance? Está sob seu controle? Sua meta precisa ser elaborada em termos positivos, pois uma meta negativa, tipo “Eu não vou comer demais”, cria um ensaio mental desse comportamento. É o mesmo que dizer “Não pense num fusca vermelho”. Você já pensou. O correto é “Eu vou comer pouco”. A minha meta gera imagens daquilo que eu quero ao invés daquilo que eu não quero?
2° - Sistêmica: É preciso considerar o efeito da realização de sua meta em nível sistêmico, isto é, como vai combinar com suas outras metas; como vai afetar outras áreas de sua vida, do trabalho, da família, etc. O que eu vou ganhar e perder? Ela é congruente com meus valores? Ela cabe dentro da minha missão?
3° - Prazo: Toda meta precisa ter um prazo para ser realizada. É muito importante que estabeleça uma data específica para a sua conquista, bem como os passos específicos em sua rota.
4° - Evidência: É preciso ter evidências ou parâmetros que confirmem a realização da meta, assim como é importante ter feedback durante o processo, para se auto-corrigir. Como vou saber que estou conseguindo me aproximar da minha meta? Como vou saber se avancei em relação a minha meta? Se você já tivesse alcançado, como seria? Que evidências vou usar?
5° - Recursos: É preciso identificar os recursos já existentes, e que recursos ainda são necessários para a realização da meta. Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Diretor de Marketing. Ele deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Diretor de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais capacidades ele tem e quais deverá desenvolver. Nunca esqueça que network também é um útil recurso.
6° - Tamanho: Não se subestime, pois sua meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. Se ela for inatingível, ela desmotivará o coachee, e se for pequena demais não promoverá crescimento. A meta grande precisa ser dividida em etapas ou áreas a serem trabalhadas separadamente. Por exemplo: Uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta se tornar diretor em 10 anos. Será que ele não está se subestimando?
7° - Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, Plano C... Sua meta precisa ter opções no plano de ações, uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha. Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios? O seu plano C poderá virar o plano A...
“Ninguém consegue alcançar um objetivo que não pode enxergar”
Neurogestão
Veja neste módulo, como rapidamente sair de estados sem recursos e recuperar o poder cognitivo e o controle. A grande vantagem destes recursos é a mudança dos padrões do cérebro, ou seja, pela plasticidade neural, depois que você quebra um estado, o novo padrão o passa a ser o padrão em vigente.
Ancorando, Acessando e re-acessando representações
Quando é importante controlar o conteúdo de um sistema de representação, como quando você está trabalhando com um ponto de decisão em uma estratégia, você precisará de uma maneira de assegurar o acesso e o re-acesso fácil a essa representação particular associada com esse ponto de decisão. Isto é realizado com um procedimento que nós chamamos de ancoragem. A maioria de vocês teve a experiência em que, na comunicação com os clientes, amigos ou associados, alcançaram um determinado nível de rapport e compreensão que era um recurso muito positivo para vocês dois. Mais tarde, entretanto, o fluxo de conversação, da discussão ou da negociação muda. A interação torna-se mais tensa ou difícil, e você deseja ter uma maneira de re-acessar as experiências positivas que vocês compartilharam antes. Ancoragem é um processo que permite que você faça isso. Veja mais em sua apostila.
Olá meu colega Coach..
Parabéns por ter chegado até aqui, mas você pode ir além!
O que você acha de se tornar um Supercoach, ou seja, um Master coach e Trainer, e ser mentoreado para aprender a ganhar dinheiro com esses conhecimentos, aprendendo a vender seus serviços e ainda promover uma transformação na vida das pessoas?
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Compreendendo a construção da ansiedade e recursos para trabalhá-la.
A ansiedade é um problema comum nos dias atuais e muitas vezes está associada a uma falta de conhecimento sobre como nosso cérebro funciona e se adapta. A plasticidade neural refere-se à capacidade do cérebro de se reorganizar e formar novas conexões ao longo da vida, o que tem um impacto significativo na forma como lidamos com o estresse e as emoções.
Devido à falta de compreensão sobre esses processos, a sociedade como um todo acaba sofrendo com doenças relacionadas à ansiedade. No entanto, existem recursos que podem ser utilizados para ajudar a aliviar a ansiedade e proporcionar apoio a um indivíduo que está passando por isso.
Estar presente, por exemplo, significa cultivar a consciência plena do momento atual, concentrando-se no aqui e agora. Isso pode ajudar a reduzir a preocupação excessiva com o futuro e a ruminação sobre o passado, que são padrões de pensamento comuns em pessoas ansiosas.
Além disso, a respiração consciente é uma técnica que pode ser utilizada para acalmar o sistema nervoso, reduzir os níveis de estresse e promover uma sensação de calma. Ao direcionar a atenção para a respiração, é possível desacelerar o ritmo cardíaco e relaxar o corpo, proporcionando um alívio imediato para a ansiedade.
Ter clareza em um plano de ação também pode ser útil para uma pessoa ansiosa. Estabelecer metas realistas e criar um roteiro claro de como alcançá-las pode ajudar a reduzir a sensação de incerteza e aumentar a sensação de controle sobre a própria vida.
Em resumo, compreender o funcionamento do cérebro e a plasticidade neural é fundamental para lidar com a ansiedade. Estar presente, respirar conscientemente e ter um plano de ação claro são recursos que podem fornecer suporte para aliviar a ansiedade em um indivíduo e contribuir para uma sociedade mais saudável como um todo.
As armadilhas da mente são os padrões mentais que nos limitam, afetando nossa perspectiva, emoções e comportamentos. Elas podem incluir autocrítica excessiva, preocupação excessiva, ruminação, distorção cognitiva (como interpretação negativa de eventos) e falta de confiança em si mesmo.
Livrando os clientes dessas armadilhas significa fornecer-lhes ferramentas, técnicas e estratégias para reconhecer e superar esses padrões negativos. O objetivo é ajudá-los a desenvolver uma mentalidade mais saudável, positiva e capacitadora.
Existem várias abordagens que podem ser utilizadas para auxiliar os clientes nesse processo. Uma delas é a terapia cognitivo-comportamental, que visa identificar e desafiar pensamentos distorcidos e substituí-los por pensamentos mais realistas e construtivos. Além disso, a prática da mindfulness ou atenção plena pode ser útil para desenvolver a consciência dos padrões de pensamento e emoções, permitindo que o cliente os observe sem julgamento e aprenda a lidar com eles de forma mais saudável.
Outra abordagem pode ser o coaching, no qual o profissional ajuda o cliente a definir metas claras e realistas, identificar obstáculos mentais e desenvolver estratégias para superá-los. O coaching também pode ajudar o cliente a explorar seus valores, forças e recursos internos, fortalecendo a autoconfiança e a resiliência.
Livrando os clientes das armadilhas da mente é um processo que exige trabalho conjunto entre o profissional e o cliente. Requer tempo, comprometimento e uma abordagem personalizada, levando em consideração as necessidades e características individuais de cada pessoa.
Em resumo, livrar os clientes das armadilhas da mente significa ajudá-los a superar os padrões de pensamento negativos e comportamentos autodestrutivos que os limitam. É um processo que visa desenvolver uma mentalidade mais saudável, positiva e capacitadora, utilizando técnicas terapêuticas, coaching e outras abordagens adequadas. O objetivo final é proporcionar aos clientes uma vida mais plena, equilibrada e gratificante.
Panorama Neuro Social em Terapia Neurocientífica
O livro Panorama Neuro Social, escrito pelo holandês Lucas Derks, traduzido para língua portuguesa e publicado no Brasil pela Editora IDPH, é uma obra digna de nota para a Psicologia Social, para a Programação Neurolinguística e para os praticantes de Constelações Sistêmicas Familiares e Organizacionais por abordar de forma simples e clara o funcionamento da mente humana nos processos de representação do mundo social humano.
Para saber mais sobre esta abordagem e este livro, faça o download de dois capítulos.
Este modelo oferece explicações claras, fundamentação científica consistente e um conjunto sólido de métodos de intervenção para compreendermos e influenciarmos o universo dos fenômenos observados nas Constelações Familiares, insuficientemente explicados através das teorias dos Campos Morfogenéticos, da Cardiologia da Energia e da Cardioenergética e, frequentemente, interpretados como manifestações mágicas ou místicas.
De uma forma bem simples, podemos dizer que não nos relacionamos diretamente com as pessoas de nosso mundo, mas sim com as representações mentais que construímos delas! As pessoas são muito mais do que aquilo que sabemos sobre elas. Essa é a razão de frequentemente nos surpreendermos e nos frustrarmos com as pessoas, tanto para bem como para mal: nós supomos que elas agirão de acordo com o que concebemos a respeito delas, mas elas agem de acordo com suas motivações e impulsos, invisíveis aos nossos sentidos.
Em nossa mente construímos "arquivos de memórias" sobre as pessoas e, inconscientemente, manipulamos tais "registros" para atribuir valor, classificar em categorias e nos relacionar com as pessoas. O mais interessante de tudo isso é que tais representações mentais (as memórias sobre as pessoas e os atributos que associamos a elas) com as quais nos relacionamos são projeções de nossa própria mente e de nossas motivações inconscientes! São partes de nós mesmos.
Enfim, esse é um livro muito bem embasado cientificamente que propõe uma nova compreensão a respeito da compreensão de quem somos e como construímos nossa realidade social e nossos relacionamentos, disponibilizando "ferramentas" práticas que possam ser utilizadas em intervenções terapêuticas para reorganizar a percepção e a compreensão sobre o mundo que nos cerca.
Dessa forma, o livro Panorama Social, além de explicar detalhadamente os "mecanismos" e processos mentais e emocionais que envolvem nossos relacionamentos, nos ensina técnicas e abordagens para empreendermos intervenções nesse universo subjetivo que condiciona uma série de padrões de comportamento, nossos e das outras pessoas, contribuindo para desarticular scripts e padrões de comportamento repetitivos.
Panorama Social - Dinâmica Interior dos Relacionamentos Humanos - continuação e tarefas...
Seu autor, o psicólogo Lucas Derks, nascido na Holanda, é Treinador Internacional de PNL, coach e escritor, com 8 livros publicados em vários idiomas. Aliás, sugerimos ao leitor, principalmente aos praticantes de PNL que leiam seu artigo "Isto é PNL, porque eu digo que é!" O assunto merece reflexão, principalmente em nosso país, sem nenhuma preocupação em ordenar o ensinamento e aplicação da Programação Neurolinguística.
Insights do Panorama Social
Lucas Derks (1998), desenvolvedor do modelo do Panorama Social, explora as distinções das submodalidadesque nós fazemos quando pensamos sobre a pessoa (a maneira como nós enxergamos a pessoa com o “nosso olho da mente” e ouvimos e sentimos a pessoa com os nossos ouvidos da mente e o corpo). Ele está interessado nas distinções das submodalidades por trás da coexistência pacífica. Ele chama os grupos com os quais nós temos a posição perceptiva “nós” de grupos cinestésicos porque eles geram sensações verdadeiras de pertencer. Ele relata que, frequentemente, uma pessoa descreve que vê links físicos conectando-a com as outras em tais grupos cinestésicos, e que os grupos estão posicionados perto da pessoa. Um poderoso exemplo é, muitas vezes, o conceito da pessoa sobre a sua “família”. Por outro lado, grupos de pessoas com as quais nós não “temos nenhuma conexão” tendem a estar mais longe, e não ter nenhum fio conectando. Desse modo, a pessoa tem pouca capacidade para ir para a segunda posição com essas pessoas e construir um sentimento “nós”, ou até mesmo formar o sentimento de que essas outras estão se sentindo como seres humanos. Pessoas desconectadas se tornam despersonalizadas, diz Derks. Elas também podem ser codificadas com cores marcadamente diferentes, e colocadas num nível mais abaixo.
Pessoas que tiveram sucesso ao se movimentar além do pensamento polarizado “nós versus elas”, tendem a experimentar a humanidade como um grupo cinestésico, dizendo, por exemplo, que elas “se sentem parte da humanidade”, ou que “todos nós somos filhos de Deus”. Elas enxergam os outros indivíduos como pessoas separadas, em vez de como membros de um grupo “eles”, e veem os outros em várias sombras e cores, em vez da relação “preto e branco”. Elas enxergam a humanidade conectada com luz ou outros fios metafóricos. Derks dá diversos exemplos do seu trabalho com pessoas para mudar o panorama social delas em direção a esse padrão. Ele tem pessoas experimentando a mudança de código de um grupo “de fora” de modo a ficar parecido com a codificação de um grupo mais fechado; ele mistura todos os grupos juntos no olho da mente delas até que elas já não reconheçam mais qualquer diferença. Ele discute essas mudanças metaforicamente com as pessoas de modo que ao acompanhar a história de alguém mudando o seu panorama social, os ouvintes têm a oportunidade para mudar o seu próprio panorama social. Eu acho que até mesmo reler esse parágrafo pode fazer isso para você.
Derek chama atenção que os mensageiros da paz estão continuamente produzindo essas mudanças de submodalidades. Considere a seguinte citação de Mahatma Gandhi: “Eu acredito na absoluta unidade de Deus e por isso também da humanidade. Que importa se temos muitos corpos? Nós temos apenas uma alma. Os raios do sol são muitos por meio da refração. Mas eles têm a mesma fonte.” (em Duncan, 1972)
Implicações para a resolução de conflito
A paz é claramente mais do que a ausência de conflito, e a pacificação é mais do que só resolver disputas. Esse entendimento pode permear o uso de uma metodologia de resolução de conflito como a do Dr Thomas Gordon. Gordon lista as seguintes etapas no seu modelo:
1. Monte o cenário convidando a outra pessoa para ajudar a achar a solução ganha-ganha.
2. Defina o problema em termos das necessidades de cada pessoa, em vez das suas “demandas” (p.ex.: segmente para cima além da solução proposta por cada pessoa para as intenções dessa situação; o que isso faria para elas). Para fazer isso, use mensagens “eu” (“minha preocupação é...”) e audição reflexiva (“Então, o que o preocupa é...”).
3. Utilize técnicas de brainstorming para encontrar soluções que possam satisfazer as necessidades dos dois grupos.
4. Avalie as soluções contra as necessidades.
5. Escolha a solução a ser aplicada.
6. Atue sobre as soluções em que todos acordaram.
7. Avalie se as soluções funcionaram.
A construção da cooperação, como nós consideramos nesse artigo, sugere diversas trocas de foco durante esse processo.
1. Na hora de preparar o cenário, a quarta posição perceptiva pode ser introduzida, com pré-contextos que sugerem a existência de um relacionamento (grupo cinestésico) incluindo os dois grupos ou as pessoas envolvidas. Por exemplo: “Existem muitas maneiras pelas quais eu valorizo as nossas conexões, e nós temos algumas questões para resolver aqui. Provavelmente todos nós nos sentiremos mais confortáveis juntos se discutirmos isso de uma maneira que respeite todas as nossas necessidades. E achar alguma maneira melhor para fazer isso só irá fortalecer o nosso relacionamento. Talvez possa ser mais adequado começar reconhecendo quais são as coisas que estão funcionando nesse relacionamento, para também termos certeza de preservá-las”.
2. Na hora de definir necessidades, também identifique as necessidades e os valores comuns. Por exemplo: “Agora que nós sabemos, separadamente, quais são as suas necessidades e quais são as minhas, quais são as necessidades que têm o nosso relacionamento? Que coisas são importantes para todos nós aqui?"
3. No estágio das soluções do brainstorming, da avaliação e da escolha, verifique que soluções podem ser os primeiros passos, bem como as soluções totais. Por exemplo: “Quais são as coisas que nós achamos que irão satisfazer todos os três grupos de necessidades, ou então, que nos move para mais perto de uma solução onde poderemos satisfazer todas as nossas necessidades?”
Expectativas
Na reunião entre Richard, Francis e “o homem que acreditava em Deus”, aconteceu uma coisa extraordinária. Richard explicou a sua preocupação de que as pessoas na casa fossem capazes de viver juntas cooperativamente. E perguntou ao Francis o que estava acontecendo quando ele subiu na janela da sala de meditação. Francis parecia muito triste. “Eu realmente gosto dessas pessoas”, explicou, “e eu só queria participar. E eu também queria saber o que elas estavam fazendo.”
De repente, no panorama social de Richard, Francis deixou de ser uma dessas “pessoas preconceituosas” que precisava ser educada para voltar a ser o seu filho e um ser humano amável e adorável. A casa era de novo um “nós”. “Nós” só precisávamos achar uma maneira de dar condições para o Francis participar de modo a não interromper a meditação delas. O processo ganha-ganha de seis etapas pode ser fácil. A paz pode ser fácil. E a atitude que a torna fácil começa dentro de pelo menos uma pessoa que pode enxergar a luz que nos entrelaça todos juntos como um. Como você, por exemplo. Como agora.
Bibliografia
Ardui, J. and Wrycza, P. "Unravelling Perceptual Positions", in NLP World, Vol. 1, No. 2, 1994, p 5-22
Bandler, R. and Grinder, J., Reframing, Real People Press, Moab, Utah, 1982
Bolstad, R. & Hamblett, M., Transforming Communication, Longman, Auckland, 1998A
Bolstad, R. and Hamblett, M., "Transforming Conflict", in Anchor Point, Vol. 12, No. 3, March 1998, p 33-42 and Anchor Point, Vol 12, No. 4, April 1998, p 17-23
Derks, L., The Social Panorama Model, Son Repro Service BV, Eindhoven, 1998
Dotz, T., "An Interview With Robert McDonald" in Anchor Point, Vol 12, No. 2, Feb 1998, p 21-30
Duncan, R., Selected Writings Of Mahatma Gandhi, Fontana, London, 1972
Gordon, T. Leader Effectiveness Training, Peter H. Wyden, New York, 1978
Te Ruru, "Specifying the miracle: Integrating Solution-Focused Approaches with NLP" in Anchor Point, Vol. 12, No. 3, March 1998
Ury, W., Getting Past No, Century Business, London, 1991
Weeks, D., The Eight Essential Steps To Conflict Resolution, G.P. Putnam's Sons, New York, 1992
Weisbord, M.R. ed, Discovering Common Ground, Berret-Koehler, San Francisco, 1992
Weisbord, M.R. and Janoff, S., Future Search, Berrett-Koehler, San Francisco, 1995
A abordagem da psicogeografia, desenvolvida pelo Dr. Lucas Derks, tem como objetivo restaurar os sentimentos no relacionamento humano. Essa abordagem baseia-se na ideia de que nossas emoções e sentimentos estão intrinsecamente ligados ao espaço e às interações que temos com outras pessoas.
A psicogeografia procura explorar a dinâmica entre as pessoas e o ambiente físico em que estão inseridas, reconhecendo que diferentes espaços podem evocar diferentes sentimentos e emoções. Por meio dessa abordagem, busca-se criar ambientes que promovam a conexão emocional, a compreensão mútua e o bem-estar nas relações interpessoais.
O trabalho do Dr. Lucas Derks enfoca o mapeamento e a transformação desses espaços relacionais. Ele propõe técnicas e exercícios práticos para identificar e modificar a "geografia emocional" nas interações entre as pessoas.
Restaurar sentimentos no relacionamento envolve reconhecer e explorar as emoções e sentimentos que estão presentes nas interações cotidianas. Pode-se trabalhar na criação de espaços relacionais mais acolhedores, nos quais os indivíduos se sintam seguros, compreendidos e conectados emocionalmente.
Essa abordagem também incentiva a comunicação aberta e autêntica, encorajando as pessoas a expressarem seus sentimentos e necessidades de forma clara e respeitosa. Isso promove a compreensão mútua e fortalece os vínculos emocionais entre os indivíduos.
Ao explorar a psicogeografia no relacionamento, é possível identificar padrões de interação que podem estar prejudicando a conexão emocional. Com consciência e intervenção adequada, é possível transformar esses padrões e criar um ambiente mais saudável e satisfatório para ambas as partes envolvidas.
Em resumo, a abordagem da psicogeografia, desenvolvida pelo Dr. Lucas Derks, busca restaurar os sentimentos no relacionamento, reconhecendo a importância da conexão emocional nas interações humanas. Por meio do mapeamento e transformação dos espaços relacionais, essa abordagem visa promover um ambiente de compreensão mútua, empatia e bem-estar nas relações interpessoais.
CRENÇA: O nascimento da excelência
As crenças são os princípios e fundamentos da ação, são as regras de sua vida, assim, se você quiser saber no que uma pessoa acredita, observe o que ela faz, e não apenas o que ela diz crer...
"O homem é o que ele acredita.“ Anton Tchecóv
Fontes de onde tiramos nossas crenças:
A primeira fonte é o ambiente, é aí que estão sendo produzidos os sucessos, os fracassos, as frustrações e privações da vida diária. Se tudo que você vê é fracasso e desespero, é muito difícil para você formar representações internas que favoreçam o sucesso.
A maioria de nós tem experiências das quais nunca esquecerá, circunstâncias que provocaram tal impacto, que ficaram instaladas para sempre em nossos cérebros.
São essas as espécies de experiências que formam as crenças que podem
mudar nossas vidas.
Um segundo caminho para criar nossas crenças é através do conhecimento. Uma experiência direta é uma forma de conhecimento. Outra é obtida pela leitura, vendo filmes, vendo o mundo como é retratado por outros.
O conhecimento é uma das grandes maneiras de quebrar as algemas de um ambiente limitador. Não importa quão rígido seja o seu mundo, se você puder ler sobre as realizações dos outros, pode criar as crenças que lhe permitirão ser bem-sucedido.
Um terceiro caminho para criar nossas crenças é obtido através de nossos resultados passados. A maneira mais certa para criar a crença de que você pode fazer alguma coisa é fazê-la uma vez, só uma vez. Se você for bem-sucedido uma vez, é bem mais fácil formar a crença de que obterá novamente o sucesso.
Seja livre alterando o conteúdo das crenças limitantes
Assim como estamos entendendo nesta aula, que crença limitante tem uma estrutura, e, é possível reedita-las alterando os sentidos envolvidos na memória, também destaco que crença limitante possui conteúdo, e que conteúdo tem perna.
Nesta aula vamos falar de alteração de perna de crenças limitantes, e de como alterar o conteúdo de uma crença limitante substituindo as suas pernas. Assim como mentira tem perna curta, a verdade tem pernas compridas.
Alterando crenças limitantes
Assim como as experiências passadas podem mudar suas representações internas, e desse modo o que você acredita, o quarto caminho para estabelecer crenças é através da criação em sua mente da experiência que deseja no futuro, como se estivesse aqui agora.
E, saiba que os eventos possuem o significado que você dá a eles...
Sempre pensamos em crenças no sentido de credos ou doutrinas, e muitas crenças o são, mas no sentido básico, uma crença é qualquer princípio orientador, máxima, fé ou paixão que pode proporcionar significado e direção na vida.
Estímulos ilimitados estão disponíveis para nós quando usamos as crenças certas e que nos fortalecem e nos ajudam a conduzir-nos aos nossos objetivos.
As crenças são os filtros pré-arranjados e organizados para nossas percepções do mundo. São como comandos do cérebro que nos ajudam a ver o que queremos ver e energizam-no para obtê-lo. Para mudar nossos próprios comportamentos temos de começar a alterar nossas próprias crenças.
Crenças Limitantes: Quando você coloca em um papel a crença limitante em palavras precisas, ela perde metade de sua força e passa a ser vulnerável
Crenças Fortalecedoras são alguns dos seus recursos, juntamente com seus pontos fortes que lhe fornecem as habilidades de comportamento e práticas pessoais e de negócios, capazes de serem colocadas em ação, a fim de lidar com a complexidade, incerteza e resistência.
Ferramentas passíveis de serem utilizadas: Regras para formulação de objetivo, análise do campo de força, Swot e temos questões para levantamento de recursos.
Reedições e Ressignificações na Terapia Neurocientífica
Alterar o contexto de uma experiência pode ter uma grande influência sobre como você percebe, interpreta e reage a essa experiência. Alguém dizer que você tem uma hora para completar uma tarefa resultará, provavelmente, em um diferente estado emocional, outra abordagem e uma qualidade de trabalho diferente da que você teria se tivessem lhe dito que o prazo para realizar a mesma tarefa seria de uma semana. Isso ilustra como uma mudança no contexto (nesse caso, o prazo) pode ter um impacto significativo sobre as escolhas que você faz. Alterar o contexto de referência é chamado de ressignificação na PNL. O objetivo da ressignificação é ajudar uma pessoa a experimentar as suas ações, o impacto de suas crenças, etc., a partir de uma perspectiva diferente (contexto) e ficar, potencialmente, com mais recursos ou ter mais opções sobre como reagir.
Metaprogramas na Terapia Neurocientífica
Quando estamos tentando ensinar e influenciar uma pessoa, o que mais atrapalha é estar pensando (processando a informação) de modo diferente dela. Modificando nosso próprio estilo de pensamento, podemos aumentar nossa habilidade de criar relacionamentos de confiança e influência. Muito tem sido escrito sobre os vários estilos de pensamento que usamos, que são também conhecidos como “metaprogramas”. Eles funcionam como filtros de percepção da realidade para criar nosso próprio mapa do mundo. Os metaprogramas funcionam como padrões que usamos para determinar que informações perceber.
Podemos notar os metaprogramas das pessoas através da sua linguagem e do seu comportamento.
Os metaprogramas são importantes nas áreas de ensino, aprendizagem, motivação, comunicação e tomada de decisão.
Os bons comunicadores moldam sua linguagem para combinar com o modelo de mundo da outra pessoa.
Quando usamos uma linguagem que esteja de acordo com os metaprogramas do outro, isto facilita o entendimento e a aprendizagem.
Resignificando - A transformação do significado de uma experiência
Extraído da obra: "Resignificando", lançado pela Summus , quando os autores, criadores da PNL, Richard Bandler e John Grinder
"O Significado de qualquer evento depende da "moldura" em que o percebemos", conclusões de Alfred Korzybski, um cientista que está por merecer uma divulgação mais ampla. Uma das afirmações conclusivas? A famosa frase, "o mapa não é o território", hoje um pressuposto básico da Programação Neurolinguística.
Que significa tudo isso? Continuemos com a sinopse: "Se mudamos a "moldura", mudamos o significado. Mudando o significado, mudam também as respostas e o comportamento da pessoa". Então, reeditar o significado é ressignificação.
Como as demais obras dos autores que já são conhecidas mundialmente, "A Estrutura da Magia", "Sapos em Príncipes", "Atravessando", este livro, além de histórico, pois escrito nos primórdios da PNL, contempla o leitor com uma importante análise das mudanças de significado, mudanças que geram alteração de comportamento, que ressignificam nossas maneiras de ver, de ouvir, e de sentir o universo que nos cerca.
Recheado de técnicas para mexer em conteúdos, negociação entre partes, modelos de ressignificação avançada em seis passos, e de sistemas, envolvendo famílias, organizações, alcoolismo, drogas, "Resignficando" foi, e continua sendo, uma das obras fundamentais da Programação Neurolinguística, pois demonstra que temos condições de mudar, que podemos viver dentro de uma reengenharia dinâmica, para que nossa vida seja ecológica, rica, saudável, criativa. Não é abandonar conceitos, impondo-nos um preconceito, mas transformá-los saudavelmente, ressignificá-los. É isso de que trata , em síntese, a obra – e por isso mesmo trata de muito mais coisas. Tantas coisas importantes que diversas universidades brasileiras fazem-no constar como bibliografia de áreas acadêmicas aparentemente tão díspares como administração (FGV), economia (UFMG), psicologia, educação (UDESC), etc.
Construções cognitivas indesejadas
Construções cognitivas indesejadas referem-se a padrões de pensamento negativos, crenças limitantes e estruturas mentais que prejudicam nosso bem-estar e funcionamento saudável. Essas construções são formadas a partir de experiências passadas, influências sociais, interpretações distorcidas e outros fatores que moldam nossa percepção e compreensão do mundo.
As construções cognitivas indesejadas podem assumir diferentes formas, como pensamentos automáticos negativos, generalizações negativas, filtros perceptuais seletivos e autocrítica excessiva. Elas podem levar a emoções negativas, como ansiedade, tristeza, raiva e desesperança, e afetar nossas ações e comportamentos de maneira desfavorável.
Por exemplo, uma pessoa com uma construção cognitiva indesejada de "Eu sempre falho" pode interpretar qualquer pequeno contratempo como uma confirmação dessa crença, alimentando emoções de desesperança e desânimo. Essa construção limitante pode afetar negativamente a autoconfiança, motivação e a disposição para assumir riscos.
É importante identificar e desafiar essas construções cognitivas indesejadas, a fim de promover uma perspectiva mais saudável e adaptativa. A terapia Neurocientífica é uma abordagem eficaz para trabalhar com essas construções, pois ajuda a reconhecer pensamentos automáticos negativos, examinar evidências que suportem ou refutem esses pensamentos e desenvolver pensamentos alternativos mais realistas e positivos.
Outras técnicas que podem ser úteis incluem a reestruturação cognitiva, que envolve substituir crenças limitantes por crenças mais saudáveis e capacitadoras, e a técnica da interrupção de padrões de pensamento negativos, que consiste em identificar e interromper padrões automáticos de pensamento indesejados, substituindo-os por pensamentos mais positivos e construtivos.
Além disso, a prática da atenção plena (mindfulness) pode ajudar a desenvolver uma maior consciência dos pensamentos negativos e permitir uma separação entre o eu e essas construções indesejadas, reduzindo sua influência sobre as emoções e comportamentos.
Em suma, as construções cognitivas indesejadas são padrões de pensamento negativos e crenças limitantes que podem afetar negativamente nosso bem-estar e funcionamento. Identificar, desafiar e substituir essas construções é fundamental para promover uma perspectiva mais saudável e adaptativa, e várias técnicas, como a terapia Neurocientífica e PNL que possui uma abordagem cognitivo-comportamental, e a prática da atenção plena, podem ser utilizadas para esse fim.
Autoestima
A autoestima é a capacidade do indivíduo de sentir-se bem consigo mesmo. A autoestima independe de sua situação, a autoestima depende apenas de sua interpretação, de sua forma de dar significado a realidade. Pois você não pode controlar o que lhe acontece, mas você pode controlar a sua atitude em relação ao que lhe acontece, e pode controlar as mudanças ao invés de permitir que elas o controlem.
“A imagem que você projetar de si no espelho é a mesma que os outros estão vendo.
Agora, sorria e perceba como tudo se transforma à sua volta”. Bruder Klein
Autoestima e amor próprio são os opostos ao medo. Quanto mais você gosta de si mesmo, menos você teme qualquer coisa.“ Brian Tracy, autor e palestrante motivacional
O Dr. Nathaniel Branden, em seu livro: “Autoestima, como aprender a gostar de si mesmo” - Ed.Saraiva, Comenta o caso de uma pessoa portadora de deficiência, que possuía uma autoestima incrível...
Assertividade
Assertividade vem de “ASSERO” que significa afirmar. Afirmar não é acertar! Portanto, não se trata de acertar, mas de saber se firmar e afirmar.
“ O meu espaço vital é o espaço mínimo necessário para que eu me sinta feliz”.
A Assertividade é a arte de defender o meu espaço vital sem recuar e sem agredir. Espaço vital aqui significa qualquer um dos seus espaços: físico, mental, emocional, etc.
Você NÃO é assertivo quando…
Ø Perde a cabeça quando se confronta com sarcasmos ou críticas de
qualquer ordem;
Ø Perde a calma com facilidade diante de situações embaraçosas;
Ø Ao invés de resolver os problemas diretamente, começa a julgar ou
culpar os outros e a si mesmo;
Ø Sente-se pouco a vontade quando olha os outros nos olhos e vice-versa;
Ø Não acha certo o que deseja ou expor seus sentimentos;
Ø Por querer agradar a todos, é injusto consigo mesmo;
Ø Espera que as pessoas adivinhem o que quer;
Ø Foge das questões que envolvem confronto com outras pessoas;
Ø Só aceita seu ponto de vista e perde o respeito pelos outros;
Ø Não fala o que é para ser dito e espera que os outros entendam pela sua cara fechada;
Ø É indireto e faz “observações cortantes” ou manifestação de impaciência;
Você é assertivo quando…
Ø Permanece calmo e confiante mesmo quando se confronta com sarcasmos ou críticas de qualquer ordem;
Ø Procura resolver os problemas diretamente, sem julgar ou culpar os outros e a si mesmo;
Ø Sente-se a vontade quando olha os outros nos olhos e vice-versa;
Ø Acha certo o que deseja ou expôr seus sentimentos;
Ø Sabe que é mais importante ser justo consigo mesmo do que querer agradar a todos;
Ø Fala o que quer e não espera que as pessoas adivinhem;
Ø Resolve satisfatoriamente as questões que envolvem confronto com outras pessoas;
Ø Afirma seu ponto de vista com respeito pelos outros;
Ø Sabe que sim é sim e que não é não, distinguindo bem o momento de usá-los;
Uma característica da pessoa assertiva: Sabe que nada é definitivo e sabe que não precisa acertar sempre, nem dar satisfação a todos, por tudo. Como disse Martin Luther King:
“O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem-caráter, nem dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons!“
- Ser assertivo é ser pacífico sem ser passivo.
“Não se pode alcançar um novo objetivo pela aplicação do mesmo nível de pensamento que o levou ao ponto em que se encontra hoje.” Albert Einstein
O Assessment dos níveis neurológicos é uma valiosa ferramenta para organizar o nosso pensamento, a nossa coleta de informações e a nossa comunicação.
Desenvolvidos originalmente por Robert Dilts e Todd Epstein, os Níveis Lógicos (ou os níveis neurológicos ou o Mapa da Personalidade, como nós usamos aqui na Pegasus) são o mais útil de todos os modelos da PNL.
Usar o modelo nos permite compreender de uma forma clara e estruturada porque alguém se comporta daquele modo.
Os níveis lógicos ou o mapa da personalidade é um modelo que podemos rodar em segundo plano enquanto estamos conversando ou entrevistando alguém.
Numa sessão de coaching, por exemplo, podemos usar os níveis lógicos para identificar claramente se a dificuldade de uma pessoa é o resultado de:
Ambiente: ela gostar do que a envolve ou das pessoas em seu ambiente de trabalho
Habilidades: ela adotar uma fisiologia ou ações inapropriadas (inclusive respiração, tensão, etc.)
Motivação: ela não ser capaz de se motivar para lidar com algo porque não se encaixa com os valores dela
Crenças: ela ter certas crenças negativas sobre o problema que está em seu caminho
Identidade: ela considerar que é algo que não se encaixa com a sua autoimagem
Visão: ela não puder reconhecer como isso contribui para a visão dela sobre a vida
Os níveis lógicos podem ser usados para organizar o nosso pensamento sobre um indivíduo, um grupo ou uma organização. Para implementar uma mudança em um nível neurológico você precisa trabalhar no nível acima, e o alinhamento e congruência nos níveis neurológicos produz muito mais sentido para você e para os a sua volta sendo muito importante para autoliderança e liderança.
Constelações familiares e organizacionais:
Anton "Suitbert" Hellinger (Leimen, 18 de Dezembro de 1925), conhecido simplesmente como Bert Hellinger, é um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão, criador de uma nova abordagem de psicoterapia sistêmica. Os desenvolvimentos de seu trabalho tem amplas implicações para o âmbito da psicoterapia, aconselhamento de casais, pedagogia, consultoria de empresas, dramaturgia, política e solução de conflitos sociais.
Constelação Sistêmica é um método psicoterápico e de coaching profissional que trabalha principalmente as emoções e energias inconscientes que influenciam nossas decisões. Seu alcance é diverso e tem sido usada tanto em tratamentos terapêuticos diversos, como também na busca de soluções profissionais e empresariais.
O método sistêmico é tão versátil e abrangente que pode ser utilizado até em desenvolvimento de produtos, estratégias, soluções para criação de roteiros e estratégias de comunicação. A utilização mais usual, por enquanto, da constelação sistêmica, refere-se ao trabalho com pessoas e as diversas questões de relacionamento interpessoal ou conflitos emocionais e de crenças pessoais.
A dinâmica da constelação demonstra que existe uma ligação inconsciente que influencia mutuamente as pessoas que convivem dentro de um sistema: seja uma família, uma empresa, um departamento, uma cidade ou até um país. Quando não ajustada, esta ligação exerce uma influência que traz conflito, dor, dificuldades, mantendo pessoas que criam um sentimento de co-dependência entre si. Quando ajustada, naturalmente as pessoas partem em busca de seus próprios caminhos de realização pessoal, de forma independente, respeitando os outros indivíduos, porém, sem sentir-se na obrigação de agir ou reagir devido às atitudes dos outros. A dinâmica da constelação deixa claro a necessidade da liberdade individual, do respeito aos papéis que cada um exerce e do limite entre “o dar e receber” nas relações, para que os grupos possam estar em harmonia.
Hellinger descobriu alguns pontos esclarecedores sobre a dinâmica da sensação de “consciência leve” e “consciencia pesada”, e propôs uma “consciência de clã” (por ele também chamada de “alma”-- no sentido de algo que dá movimento, que “anima”), que se norteia por “ordens” arcaicas simples, que ele denominou de “ordens do amor”, e demonstrou a forma como essa consciência nos enreda inconscientemente na repetição do destino de outros membros do grupo familiar. Essas ordens do amor referem-se a três princípios norteadores:
Aplicações
A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas, como:
§ Melhoria das relações familiares
§ Melhoria das relações interpessoais nas empresas
§ Melhoria das relações no ambiente educacional
1 - A necessidade de pertencer ao grupo ou clã
2 - A necessidade de equilíbrio entre o dar e o receber nos relacionamentos
3 - A necessidade de hierarquia dentro do grupo ou clã
Dinâmica do exercício do fornecedor e receptor:
(Integração do trabalho de Bernd Isert, Bert Hellinger, Richard Bandler e Milton Erickson e Luis Lindner)
Não procurar por esse tipo de problema, deixar que ele seja trazido pelo coachee.
1. Entreviste seu coachee sobre a situação.
2. Após obter clareza sobre como o coachee se sente em relação ao evento e seu significado, coloque as mãos do coachee em cima das suas e diga a ele para colocar tudo o que ele não quer mais carregar em suas mãos.
3. Personifique o fardo elicitando as submodalidades.
4. Jogue no lixo ou no vazo sanitário, ou ainda pela janela.
5. Logo em seguida solicite que ele aperte um botão em que definitivamente se livra do fardo.
6. Na sequência coloque suas mãos em cima das dele e forneça os recursos de que ele precisa que o farão inteiro, completo, pleno e preparado, que ele receba como um presente.
7. Solicite que ele coloque as mãos com os recurso que você forneceu sobre o peito e peça que ele sinta, imagine os recursos se integrando a ele e fazendo parte dele, o completando. Patrocine-o também.
8. Aguarde ele terminar a tarefa e diga: No seu tempo, do seu jeito, quando concluir ele pode ficar a vontade.
Bert Hellinger é amplamente reconhecido como o "pai das constelações familiares" e desenvolveu uma abordagem terapêutica que se baseia nos conceitos de permissão e equilíbrio sistêmico nas ordens do amor.
Na terapia de constelações familiares, a permissão refere-se à importância de honrar e respeitar todos os membros da família, independentemente de seu comportamento, história ou posição. Isso inclui reconhecer e aceitar que cada pessoa tem o direito de pertencer a sua família e ocupar seu lugar no sistema familiar.
O equilíbrio sistêmico nas ordens do amor refere-se à harmonia e à ordem saudável que ocorrem dentro de um sistema familiar quando todos os membros têm seu lugar adequado e respeitam as hierarquias naturais. De acordo com Hellinger, cada sistema familiar possui uma ordem específica que busca o equilíbrio e a harmonia. Quando essa ordem é perturbada por exclusões, segredos, lealdades inconscientes ou outros conflitos, surgem dinâmicas disfuncionais e problemas psicológicos.
Através das constelações familiares, Hellinger propõe explorar e revelar essas dinâmicas ocultas, permitindo que as pessoas vejam e compreendam os padrões que estão influenciando suas vidas. Ao trazer à luz essas dinâmicas, é possível trabalhar para restabelecer o equilíbrio sistêmico, trazendo cura e transformação para os indivíduos e para o sistema familiar como um todo.
É importante notar que a terapia de constelações familiares é um campo em constante evolução e existem diferentes abordagens e variações na forma como os conceitos de permissão e equilíbrio sistêmico são aplicados. O trabalho de Hellinger tem sido influente nessa área e continua a ser explorado e desenvolvido por muitos profissionais da terapia.
Trabalhando com jovens problemáticos e violentos
O trabalho com jovens problemáticos e violentos baseado na programação neurolinguística (PNL) como uma ferramenta de intervenção cognitivo-comportamental, visa ajudar esses jovens a compreender e modificar seus padrões de pensamento, emoções e comportamentos problemáticos.
A PNL concentra-se na conexão entre a linguagem, os padrões de pensamento e o comportamento humano. Nesse contexto, o trabalho com jovens problemáticos e violentos pode envolver técnicas de PNL para ajudá-los a identificar e mudar seus padrões de pensamento negativos e limitantes. Isso pode ser alcançado por meio do desenvolvimento de uma maior conscientização sobre seus pensamentos, da intenção positiva por trás dos comportamentos indesejados e crenças subjacentes, bem como pela utilização de estratégias de comunicação eficazes para facilitar a mudança comportamental.
O objetivo é modificar padrões de pensamento disfuncionais e comportamentos negativos. Ao trabalhar com jovens problemáticos e violentos, a programação Neurolinguística pode ser aplicada para ajudá-los a reconhecer e desafiar seus pensamentos distorcidos, substituindo-os por pensamentos mais realistas e construtivos. Além disso, também pode envolver o desenvolvimento de habilidades de enfrentamento saudáveis, a fim de lidar com situações desafiadoras de maneira mais adaptativa.
No trabalho com jovens problemáticos e violentos, é importante adotar uma abordagem multidimensional e holística, considerando tanto os fatores individuais como os contextuais. Isso significa considerar os antecedentes familiares, os relacionamentos interpessoais, a influência do ambiente social, bem como as características emocionais e cognitivas dos jovens. A colaboração entre terapeutas, pais ou responsáveis e outros profissionais envolvidos, como professores e assistentes sociais, pode ser fundamental para fornecer um suporte consistente e abordar as necessidades específicas de cada jovem.
Trabalhando o padrão da dependência emocional
O padrão de dependência emocional refere-se a um conjunto de comportamentos e pensamentos nos quais uma pessoa se torna excessivamente dependente emocionalmente de outra pessoa, buscando sua aprovação, validação e segurança. Essa dependência emocional pode resultar em relacionamentos desequilibrados e insatisfatórios, nos quais a pessoa dependente sente-se incapaz de ser autônoma e tomar decisões independentes.
Na programação neurolinguística (PNL), o trabalho com o padrão de dependência emocional envolve ajudar a pessoa a identificar e modificar os padrões de pensamento e comportamento que estão contribuindo para essa dependência. Isso pode ser alcançado por meio de técnicas que ajudam a pessoa a desenvolver uma maior consciência de si mesma, a explorar suas crenças limitantes e a construir um senso saudável de identidade e autoestima. A PNL também pode fornecer estratégias para fortalecer a comunicação e estabelecer limites saudáveis nos relacionamentos.
Nas intervenções estratégicas com ferramentas de coaching por exemplo, também pode envolver o desenvolvimento de habilidades de regulação emocional e estratégias para aumentar a independência e a autonomia.
No caso da codependência química, o foco é no relacionamento disfuncional entre uma pessoa dependente de substâncias e uma pessoa codependente que desempenha um papel de apoio excessivo e prejudicial. Nesse contexto, a programação neurolinguística e a terapia cognitivo-comportamental podem ajudar a pessoa codependente a compreender e modificar os padrões de pensamento e comportamento que estão mantendo essa dinâmica disfuncional. Isso pode incluir a exploração de crenças limitantes, o desenvolvimento de autoestima e autocompaixão, a aprendizagem de habilidades de comunicação assertiva e o estabelecimento de limites saudáveis.
É importante ressaltar que cada indivíduo é único, e a abordagem terapêutica deve ser adaptada às necessidades e circunstâncias de cada pessoa. O objetivo é capacitar os indivíduos a se tornarem protagonistas de suas vidas, construindo relacionamentos saudáveis e desenvolvendo um senso de autonomia e autoestima.
Será que os recursos que temos também funciona para resolvermos problemas, bloqueios e impasses online?
Veja nesta aula a resolução de uma somatização em um atendimento por meio de uma vídeo conferencia no Zoom.
RECURSOS PARA SUPERAR AS ADVERSIDADES
Quer queiramos ou não, a adversidade faz parte da vida. Superar as adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Os problemas, sejam grandes ou pequenos apresentam-se a nós durante toda a nossa existência. Independentemente de quão animado, inteligente, ou contente estejamos no momento, independentemente de a vida nos correr às mil maravilhas, inesperadamente todos nós algumas vezes somos confrontados com problemas, lutas, desafios, dificuldades. É como se fossemos postos à prova, para vermos de que fibra somos feitos, como é que conseguimos enfrentar algumas situações catastróficas e angustiantes.
Não pretendo passar a mensagem que quanto mais adversidade melhor, nem sou apologista de que o sofrimento é algo de bom. Não, o sofrimento incapacitante não é benéfico. Ainda assim, não invalida que pensamos nele como uma realidade que acontece na vida de cada um de nós, certamente em número e intensidade diferentes de pessoa para pessoa. Quando acontece, aceitá-lo é uma parte da estratégia para nos livrarmos de mais sofrimento. Aceitá-lo pode constituir uma forma de nos reestruturarmos e seguirmos em frente.
Conforme Havelock Ellis escreveu: “A dor e a morte são parte da vida. Rejeitá-las é rejeitar a própria vida. ”
Na verdade, graças a Deus pela adversidade! Aprender a lidar e superar as adversidades, é o que nos faz ser quem somos. Cada desafio, a cada dificuldade que enfrentamos com êxito na vida serve para fortalecer a nossa força de vontade, confiança e capacidade de vencer os obstáculos futuros.
Heródoto, filósofo grego, disse: “A adversidade tem o efeito de atrair a força e as qualidades de um homem que as teria adormecido na sua ausência. ”
Quando você responder de forma positiva e construtiva aos seus maiores desafios, as qualidades as forças e virtudes como, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança emergem lá de dentro. É claro que, dado que somos humanos, é muito fácil cairmos na auto piedade, na injustiça da vida, ou na armadilha do “por que eu? ”. Quando fazemos isso, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham a adversidade.
No entanto, assim que conseguimos ou nos permitimos pensar mais claramente, que somos capazes de deixar a vitimização autodestrutiva e pensamentos improdutivos, também ficamos mais capacitados para lidar com o que está diante de nós.
DICAS PARA SUPERAR A ADVERSIDADE
1. Esteja atento, e aceite que a adversidade é inevitável na vida
Como já foi referido, a adversidade faz parte da vida. Uma vez que nos aconteça algum infortúnio, não o aceitar ou resistir-lhe só vai fazer com que persista. Não quero dizer com isto, que sejamos passivos ou complacentes com a adversidade e que ao aceitá-la nada façamos para minimizar ou recuperar dela. Não é nada disso, o que quero dizer é que aceitar é um caminho para se desprender e reestruturar-se. É uma forma viável de procurar caminhos alternativos e seguir em frente.
Onde quer que possamos ir existe certamente alguma forma de adversidade, mesmo que não seja a nossa. Há inundações, tsunamis, pandemias, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento exacerbado é opcional. Tal, como por contraste a felicidade é possível mas é opcional. Então o que podemos fazer?
2. Construa os seus recursos internos
Antes que a adversidade o atinja, deve propor-se a trabalhar no seu equilíbrio emocional, através do desenvolvimento de sua inteligência emocional com recursos emocionais e cognitivos que dão sustentabilidade a inteligência emocional.
Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode preparar-se mentalmente para enfrentar as adversidades, semelhantemente ao sentimento de um soldado que vai para a guerra. Ele (ou ela) prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto.
Atenção, não estou dizendo que nós devemos nos movimentar na vida sempre em alerta, a ver onde está o perigo ou com o sentimento de que estamos na eminência de nos acontecer algo de ruim. Não, isso não é benéfico, pelo contrário, pode ser contraproducente. Mas tal como um médico, enfermeiro, bombeiro, ou paramédico, ou você mesmo se prepara com um curso de primeiros socorros para agir em consonância quando for necessário salvar uma vida em aflição eminente, assim deveremos também fazer nós.
A preparação para reagir, para agir e saber como atuar em situações difíceis, é como um Kit de Primeiros Socorros para quando o “azar” nos bater à porta. Se tivermos e soubermos usar, certamente evitaremos danos maiores.
Outro recurso valioso é a autoconfiança. A Confiança que tudo vai dar certo, a esperança que sempre há uma luz no fim do túnel, e esperança que “este infortúnio também passará. ” Tudo na vida tem o seu lugar e propósito, cabe-nos a nós fazer essa gestão.
3. Construa os seus recursos externos
Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Quando as coisas ficam difíceis, todos nós precisamos de encorajamento e apoio. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você ficaria surpreso ao descobrir quantas vezes um amigo teve uma experiência semelhante e pode ajudar a guiá-lo no momento difícil.
O fato de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se a sua condição perante a adversidade não for ultrapassada, poderá gerar problemas psicológicos como a depressão ou ansiedade.
4. Aquilo que não mata nem sempre faz você mais forte
Desculpe Nietzsche, mas não posso concordar integralmente na afirmação, “o que não nos mata torna-nos mais fortes“, ela não é completamente realista. Por exemplo, se você não tiver construído e desenvolvido determinados tipos de resistência ou experiência suficientes para lidar com a dificuldade, a adversidade pode esmagá-lo. Por outro lado, se você tem resistência suficiente, se desenvolveu e trabalhou determinadas forças, então na verdade isso vai fazer você ficar mais forte. Como assim, você pergunta?
A Resiliência como qualquer músculo no nosso corpo é construída gradualmente e exponencialmente com a exposição repetida aos obstáculos e às forças externas. Não necessariamente, se você não tem prática no enfrentamento dos obstáculos (como quando você escolhe evitá-los), se você decidir ainda assim propor-se ao desafio de tentar, a coisa certamente correrá mal, um evento traumático pode derrubá-lo.
Como tudo na vida, a preparação é amiga da eficácia e do sucesso.
Para destacar este ponto, as pesquisas têm mostrado que crianças traumatizadas são mais, e não menos, prováveis de virem a sofrer novamente de algum tipo de trauma ou consequência negativa. Da mesma forma, aqueles que crescem em bairros difíceis têm uma propensão para o desequilíbrio emocional, tornam mais susceptíveis perante a adversidade, não se tornam mais resilientes, e são mais propensos a debater-se na vida.
5. Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com a adversidade
Há muitas histórias e biografias em livros, séries e até mesmo na família que são inspiradoras, de pessoas que superaram obstáculos aparentemente intransponíveis. Eles triunfaram sobre as suas adversidades para viver uma vida produtiva e bem-sucedida, em vez de se renderem a elas.
Não quero com isto dizer que ao ver, ler ou assistir aos feitos dos outros os seus problemas ficam resolvidos, ou que isso diminuirá a dor ou o sentimento que tem. Provavelmente não, e essa não é a minha intenção.
Ao tomar consciência das estratégias e formas que essas pessoas acionaram e/ou utilizaram para fazer face aos seus problemas ou para ir ao encontro dos seus sonhos e objetivos, pode promover e estimular em si uma mudança de perspectiva face à sua situação. Esta mudança de perspectiva pode ser promotora para descobrir novos caminhos para a resolução das adversidades que por ventura você se encontra ou poderá encontrar.
Alguns exemplos de pessoas que ultrapassaram adversidades na sua vida:
Helen Keller: Perdeu a visão e a audição devido a uma febre misteriosa quando tinha apenas 18 meses de idade. Ela superou a surdez e a cegueira, tornou-se numa mulher forte e com formação e promoveu os direitos das mulheres.
Winston Churchill: Superou um problema de gaguez e fraco desempenho na escola, para se tornar primeiro-ministro do Reino Unido e um dos mais influentes líderes políticos do século XX. Ele também era conhecido pelos seus discursos poderosos e empolgantes.
Wilma Rudolph: Nasceu prematuramente, foi a vigésima de vinte e dois filhos. Ela superou uma pneumonia dupla, escarlatina e poliomielite para se tornar vencedora de três medalhas de ouro em pista nos Jogos Olímpicos de Roma em 1960.
Lance Armstrong: Superou o cancro nos testículos que se espalhou para o cérebro e pulmões (foi-lhe dito que ele tinha uma chance de apenas 40% de sobrevivência) para voltar e ganhar o Tour de France mais sete vezes!
J.K. Rowling: Nasceu numa família pobre, saiu de um péssimo casamento com um bebê e a viver da ajuda do governo, escreveu o seu primeiro livro de Harry Potter e foi rejeitado pela maioria dos editores até Bloomsbury Publishing acreditar no seu valor. Preciso dizer mais?
A determinação, superação e persistência permitiu que todas estas grandes pessoas ultrapassassem as suas adversidades e fossem bem-sucedidos. Se eles conseguiram fazer isso, certamente o resto de nós pode invocar a força e a coragem para pelo menos tentar superar as nossas adversidades!
Em síntese:
· Os tempos difíceis que acontecem na nossa vida, podem ajudar-nos a compreender e a apreciar os momentos em que as coisas nos correm bem.
· Olhe para as oportunidades de aprendizagem que todas as situações adversas contêm.
· Decida que a sua experiência vai lhe possibilitar crescer, sair mais forte ou proporcionar aprendizado. Dependendo da forma como você interpreta a situação, acha que a poderia olhar de uma outra forma, de preferência mais capacitadora.
Lembre-se que a adversidade faz parte da vida. Quando resolvemos enfrentar e superar, tornamo-nos especialistas em lidar com ela e, consequentemente, promovemos o triunfo sobre as nossas lutas do dia-a-dia.
Luis Lindner
LIVE DESBLOQUEIA SUA MENTE PARA PROSPERAR
Muitos de nós temos bloqueios, impasses que nos negam permissão para prosperarmos, e para evoluímos. Nesta Live abordamos alguns dos padrões que impedem muitas pessoas de prosperar, além de dois exercícios práticos para mudar as construções internas que atrapalham você de alcançar seus sonhos e a prosperidade que almeja.
IMPORTANTE LEMBRAR:
Entretanto é necessário deixar claro que o fato de alterarmos nossas construções internas e nossa relação com algum tema ou pessoa, não substitui um plano de ação consistente com os recursos que ensinamos em nesta formação para dar suporte e amparo a mudança.
Se necessário, reveja as aulas de Psicogeografia e Panorama Social Interior do Dr Lucas Derks e de como traçar metas claras com a E.SP.E.R.T.A.
Orientações para Coaching ou Terapia como Suporte ao Emagrecimento
O processo de coach, em qualquer área, irá ajudar uma pessoa a explorar seu pleno potencial, para que possa atingir suas principais metas na vida profissional e pessoal. O coaching de emagrecimento é uma metodologia que tem, como objetivo, ajudar qualquer pessoa a emagrecer, utilizando técnicas que permitem identificar e modificar padrões autossabotadores na relação com a comida. Também são trabalhados a ausência de permissão dentro de uma visão sistema e multidisciplinar, pois é preciso entender até onde vai nossas habilidades para ajudar nossos coachees.
Neste vídeo, eu respondo exatamente estas questões, para que você saiba qual é a abrangência dos recursos que você recebeu, e dento de um processo de coaching de emagrecimento, quais áreas dizem respeito a você e quais dizem respeito a outro profissional qualificado, como por exemplo um personal trainer, um endocrinologista, um nutricionista ou até mesmo um psiquiatra ou neurologista.
O processo de coach, em qualquer área, irá ajudar uma pessoa a explorar seu pleno potencial, para que possa atingir suas principais metas na vida profissional e pessoal. Emagrecer, claro, pode ser uma dessas metas. É aí que entra o coaching de emagrecimento, e seu foco é ajudar o coachee no processo de perda de peso não através de uma simples dieta, e sim a partir de uma mudança de diretriz mental. Afinal, o descontrole com a comida é um comportamento autodestrutivo. Por isso, para que a pessoa consiga retomar o controle, ter paz na relação com a comida – e, consequentemente, chegar ao seu peso ideal – , ela terá primeiro que identificar o que está por trás desse padrão autossabotador.
O coach é quem irá trilhar com o coachee esse caminho de descobertas. Esse processo ajudará o indivíduo a descobrir os fatores emocionais que o fazem descontar frustrações, ansiedades e medos na comida. É esse conhecimento que libertará a pessoa e permitirá que ela comece a agir de forma diferente. Não se trata de uma transição simples. Afinal, geralmente as questões por trás de padrões autossabotadores podem ser complexas, e estar relacionadas a questões de infância, divórcio ou outros problemas de cunho pessoal. Por essa razão, cabe a nós elicitar e identificar quais os tipos de profissionais deverão fazer parte desta abordagem sistêmica e multidisciplinar.
O poder da Gestão Emocional
Pense um pouco por um momento e responda: Quantas vezes na vida você tomou péssimas decisões por encontrar-se de mau humor ou abatido? Quantas vezes você teve um dia maravilhoso na qual parecia que estava tudo conspirando a seu favor?
Sim, é verdade, o seu estado emocional possui uma influência muito grande sobre sua vida, e pode ser determinante nos seus comportamentos, em muitos casos te levar a péssimos resultados se você se tornar refém dele, entretanto, o oposto também é verdadeiro, ou seja, você estando em um bom dia, ou sentindo-se poderoso pode ajudá-lo muito em seus resultados, em seu desempenho.
A boa notícia é que você não precisa mais ser refém do seu estado emocional, pois com a PNL aprendemos que você poderá sentir-se bem no momento que desejar.
Na PNL também aprendemos que cada um de nós é responsável pelo seu estado emocional. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmados, isso não caiu de paraquedas, somos nós que estamos criando isso através da tétrade: foco, fisiologia, linguagem e crenças, é a fonte de todos os nossos estados, e a mudança ocorre através da alteração de um ou mais elementos da tétrade. Esse conhecimento pode nos tirar do papel de vítima e nos tornar mais proativos e no controle da nossa própria vida.
Também, a gestão de nossas emoções, a autoliderança e o conhecimento de como resgatar o Eu nos focos de tensão alterando ou quebrando um estado emocional enfraquecedor e acessando um estado rico de recursos através de âncoras, pode fazer de você uma pessoa muito mais feliz além de, sem dúvida, mais sensata e próspera, pois frequentemente muitas relações pessoais e profissionais são rompidas pela inabilidade de lidar com nossas emoções.
Pense mais um pouco, num soldado em um campo de batalha, a única chance que ele possui de sobreviver, além de seu treinamento e do seu arsenal pessoal, é definitivamente acreditar que pode vencer a batalha, pois qualquer outro pensamento poderá colocá-lo em apuros.
O mesmo se dá com um atleta, para vencer uma competição ele precisa vencer dentro de si primeiro. Alguns atletas que conquistaram o tão sonhado ouro olímpico, antes de vencer na prática, formularam em sua mente a vitória de muitas maneiras, imaginando, prevendo e superando todos os desafios e depois curtindo a vitória quando ainda nem ao menos eram conhecidos.
A tão sonhada alta performance está alicerçada na motivação intrínseca em primeiro lugar, na fé (certeza do sucesso). Toda pessoa que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta, na maioria das vezes são as piores possíveis. Já a alta performance possui um papel fundamental para o ser humano, entre eles descantam-se o crescimento do Self em direção a níveis maiores de complexidade em função de dois processos psicológicos, a diferenciação e a integração.
Vícios e compulsão
O consumo exagerado de bebidas alcoólicas, nicotina, substâncias ilícitas; a necessidade de se comprar mais e mais; o prazer sexual somente através da pornografia ou do encontro com inúmeros parceiros e parceiras; a compulsão por trabalhar mais e mais ou por modificar cada vez mais o próprio corpo; o uso ilimitado da internet e do celular mesmo na madrugada: todos estes comportamentos interferem no mecanismo de prazer e recompensa do nosso cérebro e podem adquirir características patológicas.
Os vícios podem válvulas de alívio para determinadas situações de angústia e mal-estar ou podem ser reflexo de uma constante busca por mais prazer. No entanto, na repetição constante destes ciclos, a dose de antes não é suficiente para a dor ou o prazer de hoje e as pessoas vão aos poucos se tornando servas daquilo que antes acham que controlavam. Se faz necessário então entender a intenção positiva por trás deste padrão de comportamento indesejado e intervir com os recursos ensinados através da Terapia Neurocientífica.
Inteligência emocional em relacionamentos, segredos e conselhos
Os relacionamentos amorosos são complexos e é preciso harmonizar dois universos em um só, para que juntos integrem o mesmo sistema familiar, e sigam por uma mesma estrada que deve ser percorrida com tranquilidade e felicidade.
Mas… como conseguir isso? Discussões, diferenças de interesses, sentimento de solidão ou falta da compreensão… A inteligência emocional nos oferece um marco teórico a partir do qual podemos aprender e valorizar muitos aspectos de nossa vida.
Amar não é só querer, é compreender
Essa frase nos foi deixada pela genial escritora Françoise Sagan e é, certamente, a base que nutre a inteligência emocional. O compreender as próprias emoções e as dos outros, o saber identificar no outro suas necessidades e realidades.
Este tipo de conhecimento começa sempre em si mesmo; se soubermos identificar nossas próprias emoções (alegria, raiva, desilusão, medo, ansiedade), também seremos capazes de reconhecer as emoções do nosso parceiro.
Ser o espelho do outro
Uma relação dever ser um caminho para que duas pessoas cresçam, não só como indivíduos, mas também como casal. Ou seja, é preciso permitir que o outro pense de forma diferente, que tenha suas próprias necessidades e que amadureça a nível profissional e pessoal dentro do próprio relacionamento.
Não se trata, de forma absoluta, de vetar ou proibir, de nos aproximarmos de uma relação onde não há liberdade. É preciso ter consciência de que, em uma relação emocionalmente inteligente, cada pessoa deve ser o espelho do outro: “Eu te compreendo e te respeito”, “Sei o que você sente e sei do que você precisa”.
Não é preciso moldar o outro de acordo com a nossa vontade, é preciso ir encaixando as coisas entre os dois para que a relação seja harmônica. “Apaixonar-se é encontrar a si mesmo, fora de si mesmo”.
Comunicação e inteligência emocional
Devemos escutar de forma ativa. É verdade que, algumas vezes, podemos ouvir coisas que não queremos escutar, mas o entendimento parte sempre desse ponto.
Todos os conflitos e diferenças precisam de um bom diálogo, onde possam ser comunicadas ideias, emoções e sentimentos. Sempre é importante verbalizar esse complexo mundo interior em voz alta: “Sinto que…”, “Acho que…”, “Me sinto assim…”, “O que acontece é que…”
Fale em primeira pessoa para que seu parceiro lhe entenda, mas também escute suas palavras. As pessoas dotadas de inteligência emocional costumam estabelecer uma regra na hora de se comunicar; elas sabem negociar, procurando o momento ideal no qual, simplesmente, podem sentar e falar.
Há quem, por exemplo, prefira guardar o silêncio até chegar em casa, em um ambiente íntimo no qual possa deixar sair o que sentimos, pensamos e precisamos.
Autoconhecimento e aceitação
Para construir uma relação de casal eficiente, é essencial que nos conheçamos… Quais são seus limites? Quais são as suas inseguranças, seus medos, suas necessidades?
Muitas vezes, as pessoas imaturas são as que têm mais dificuldades para estabelecer um vínculo com seu parceiro. São indivíduos com muitas inseguranças, cheios de dúvidas, de ciúmes… de aspectos não superados a nível pessoal. É essencial que você conheça a si mesmo; só então poderá, também, compreender a outra pessoa. Para manter o vínculo, é indispensável saber aceitar o outro.
As desqualificações nunca são boas. Todos nós temos virtudes e defeitos, limitações que precisam ser vistas e aceitas. Se você ama alguém, não queira mudar sua personalidade. É preciso construir, entre ambos, um modo de existência onde os dois se aceitem. Se nos empenharmos em mudar sua personalidade, causaremos uma triste infelicidade no outro.
O amor é uma grande aventura, mas é um longo trajeto que requer tempo e sabedoria, sendo a inteligência emocional um excelente apoio para que possamos nos guiar. Dela, podemos tirar equilíbrio em momentos de crise ou de dúvidas, com os quais todos já tivemos que lidar pelo menos uma vez na vida.
Live: Como obter clientes para Coaching e Terapia, e como manter-se atualizado na Profissão
Nesta live, abordai alguns pontos importante para que o profissional de coaching ou terapia possa estar orientado em relação as tendências de mercado e em relação ao seu próprio trabalho.
Também pontuei uma forma de se obter clientes pagantes para seus serviços rapidamente.
Se tiver interesse, temos um curso apenas para isso.
Veja mais aqui: https://www.udemy.com/course/viver-de-coaching
Cenários e Tendências – o que vem pela frente
Prepare-se para a aula mais transformadora da sua vida.
Nesta aula você vai descobrir por que o mundo está mudando mais rápido do que nunca — e como os próximos anos vão separar quem entende o novo jogo digital de quem vai ficar para trás.
Você vai entender:
Como a Inteligência Artificial está se tornando a “nova eletricidade” dos negócios — capaz de multiplicar lucros, automatizar processos e transformar completamente a forma como você trabalha e vive.
Por que 98% das empresas ainda estão “dirigindo olhando pelo retrovisor” — e o que os 2% que realmente prosperam estão fazendo de diferente.
As forças invisíveis que estão moldando o futuro: disrupção, abundância, superinteligência, computação quântica e o impacto brutal que isso terá em todas as profissões.
Os três erros fatais que estão impedindo empreendedores e profissionais de lucrar com IA — e o passo a passo para evitá-los.
Como reprogramar sua mente para pensar de forma exponencial e dominar a nova era da transformação digital.
Esta não é apenas uma aula — é um choque de realidade que vai abrir sua mente, libertar seu potencial e mostrar como aproveitar a revolução da inteligência artificial para multiplicar resultados e qualidade de vida.
Se você quer deixar de ser espectador e se tornar protagonista no mundo exponencial que já começou, essa aula é obrigatória.
Assista agora e descubra como criar o seu futuro antes que alguém o crie por você.
Aprenda a atender seus clientes com uma metodologia moderna, exclusiva e prática, para superar os mais diversos impasses e fornecer recursos para os cárceres que os aprisionam.
A Terapia Neurocientífica é o encontro definitivo da neurociência e das terapias, e nasceu com uma proposta de integrar como novas descobertas das neurociências e das terapias, com uma abordagem Fundamentalmente, prática, inovadora e exclusiva, duas décadas de know-how em atendimento a clientes a clientes e diversas outras classes de profissionais como executivos, líderes e terapeutas.
Através da minha prática na prática de duas décadas e das mais diversas formações que vão de Coaching à Terapia Sistêmica, ao Trabalho focado em soluções para Hipnoterapia, ao Diálogo Sistêmico à Cinesiologia, ao Construtivismo à Autogestão, à Psicologia Positivo em Cursos, Pesquisas e Cursos, Submetendo a Áreas de Experiência em Restauração Livros de Alma, Surgindo em Terapia Neurocientífica.
Eu chamo de Terapia Neurocientífica uma integração de todo o meu know-how, que usa com reconhecimento rápido de padrões, reeditar rapidamente crenças limitantes e memória traumática sinapses neurais, tendo como principais bases de influência, uma Autoliderança autoria e Autogestão, de minha também , Neurociência e Programação Neurolinguística do instrutor, e da psicogeografia e do Panorama Social Interior do Dr. Lucas Derks, que Mestre em Psicologia Social, também usa um PNL.
IMPORTANTE: Esse curso possui como bônus para você você, mentoria por inteligência artificial, Dentro do curso você encontrará as orientações de como acessar na aula intitulada: Meu presente para você
O resultado, é uma solução de impasse antes da vista, ou seja, com uma integração de técnicas com habilidades de reconhecimento de padrões e reedição rápida de construções limitadas, é possível resolver anos de impasses, bloqueios, traumas e outras construções em poucos minutos. Seja bem vindo ao futuro hoje ..
O diferencial desta solução é além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo aplicável é filmado e resultado de mais de duas décadas de pessoas e empresas, e aplicado na sala de aula com pessoas reais na atividade também reais, e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se mostram profissionais de teorias do contexto que não resistem à realidade das dificuldades ou pessoais, mas apenas mostram que as aplicações você se efetivam em tempos reais, e aumentam rapidamente os resultados da vida das pessoas que estão todos.
Te espero no curso.
Luis Lindner