
O Curso tem como objetivo fornecer ao aluno um amplo domínio de teoria musical ensinado por meio da aplicação prática dos conceitos musicais no Piano Roll, com uma abordagem moderna e livre da notação musical tradicional. O curso se destina a todo produtor musical, Beat Maker e estudante de música, de qualquer gênero, que use o Piano Roll em suas produções e gravações e que deseja aprofundar o conhecimento da linguagem e dos fundamentos da composição musical.
O curso pode ser feito em qualquer DAW (Digital Audio Workstation). Escolha o Piano Roll de sua preferência e você já vai estar apto a acompanhar todas as aulas do curso. O curso não visa desenvolver as possibilidades do Piano Roll, e sim usar o Piano Roll como um meio para ensinar os conteúdos musicais.
Abra o Piano Rollde sua DAW. Insira uma pista Midi e um Clip deMidi. Clique no Clip de Midiou no comando de sua DAW que abra a visão no Piano Roll. O importante até o momento é ter acesso a um Piano Roll.
O pulso ou a pulsação, que são a mês coisa, são as batidas regulares e contínuas que determinam o andamento da música, por exemplo: se a música vai ser lenta ou rápida. A Pulsação ou pulso é marcado pelo BPM. BPM quer dizer Batidas Por Minuto. Exemplo, na marcação de 50bpm, a cada 1min serão tocadas 50 batidas repetidas igualmente. Então, o andamento é a velocidade do Pulso.Cada estilo musical é diretamente relacionado à velocidade do BPM (andamento). Então, o produtor deve ter sempre a consciência do BPM mais aproximado do estilo de música que pretende produzir. Dica de ouro: Quanto mais rápida a música, menor a necessidade de muitas variações, por que a percepção de elementos mais rápidos é mais lenta.
Exercício:
Encontre na sua DAW onde fica a configuração do BPM. Para se ouvir o BPM é preciso ligar o metrônomo e dar o play. O metrônomo é usado para marcar o BPM e as subdivisões do compasso. O metrônomo pode ser configurado para marcar qualquer subdivisão do tempo que se encaixe no compasso. Crie ou abra um loop de bateria e experimente ele em outros andamentos.
A música trabalha com a subdivisão de valores, relação de dobro e metade. Nessa aula é ensinado como se dá a subdivisão dos valores das notas no Piano Roll.
O compasso é uma maneira de agrupar a pulsação dentro de uma unidade de tempo para que ela seja entendida de forma conjunta. A função do compasso é determinar qual será o ciclo de batidas. Por exemplo, um compasso de 2/2 indica que o compasso terá 2 notas da subdivisão de 2 por compasso.
Exercício:
O compasso pode vir designado na sua DAW como Time signature. Encontre onde fica o compasso na sua DAW e experimente ouvir diferentes tipos de marcações de compassos com o metrônomo ligado.
Os compassos são caracterizados por tempos fortes e fracos. Por exemplo, o compasso ternário 3/4 é marcado por um tempo forte e dois tempos fracos. Os compassos simples são: Binário, ternário e quaternário simples.
Nessa aula é demonstrado como uma mesma música pode ser escrita em compassos diferentes e ainda assim soarem iguais.
Além dos compassos simples, existem também os compassos compostos, que ao invés de uma subdivisão binária, múltiplo de 2, usam uma subdivisão ternária, múltiplo de 3. Por exemplo, o 12/8 que contém quatro batidas por compasso, semelhantemente ao 4/4, porém a pulsação é sentida na subdivisão de três.
Existem outros tipos de compassos, como 5/4, 7/8, etc. Bem como a variação e mescla de um compasso para outro dentro de uma mesma música. É possível, inclusive, se fazer uma mudança de um compasso para o outro dentro de uma mesma música, basta usar a criatividade para explorar outros tipos de compassos e variações de compassos nas suas produções musicais.
Exercícios:
Escute como referência a música Take 5, de Dave Brubeck.
A polirritmia ou poliritmo é quando se misturam duas ou mais subdivisões diferentes ao tempo, enquanto um instrumento toca em uma subdivisão binária, o outro toca simultaneamente em uma subdivisão ternária.
Nessa aula é ensinado os recursos de contratempo, síncope e antecipação para causar deslocamento rítmico como uma forma de tensão na música. A antecipação é quando ao invés de uma nota cair no acento do tempo forte do compasso, ela é antecipada para o tempo fraco anterior a esse tempo forte. O contratempo se divide em dois tipos: no primeiro, há um deslocamento do acento natural do compasso do tempo forte para o tempo fraco, o segundo é aquela nota que acontece na segunda nota da subdivisão de 8 do compasso, ou seja no "e" da contagem das notas fortes o compasso. A síncope é um padrão que envolve duas ou três notas, podendo ter uma nota no tempo, outra no contratempo e outra como antecipação. É como as notas estivessem driblando o acento forte do tempo do compasso. Os acentos das notas, quando coincidem ritmicamente com os acentos do compasso, se tornam como uma forma de relaxamento, e quando estão deslocados geram uma tensão.
Os sons são divididos por alturas definidas e não definidas. Cada nota tem seu nome e sobrenome, além de sua localização e frequência. Nessa aula são apresentadas os nomes das notas e suas cifras correspondentes.
O semitom é o menor intervalor da escala temperada. A nota vizinha mais próxima é sempre um semitom abaixo ou acima. Dois semitons são iguais a um tom. Cromatismo ou nota cromática é quando as notas caminham sempre por intervalos de semitons. Grau conjunto é quando as notas são tocadas em sequência obedecendo a ordem das notas da escala, independentemente de passarem por tons ou semitons.
A escala maior é constituída pela seguinte sequência de tons e semitons: TT ST TTT ST. Ela é a principal sequência a ser decorada e a partir dela, pode-se criar analogias com as demais sequencias intervalares das outras escalas.
Nessa aula aprendemos os modos: Jônio, Dórico, Frígio, Lídio, Mixolídio, Eóleo e Lócreo e entendemos que para se achar os modos basta liga o Fold do Piano roll e começar e terminar a partir de outra nota da escala que corresponda a cada modo.
Toda escala maior tem a sua escala relativa menor, nessa aula aprendemos a encontrar as escalas relativas menores a partir das escalas maiores.
Existem três tipos de escalas menores: a natural, a harmônica e a melódica. Na presente aula é ensinado quais são as características e as sonoridades de cada uma delas.
Na aula atual é ensinado como construir as escalas pentatônicas: maior, menor e blues.
Nessa aula é apresentada outros tipos de escala e a possibilidade da criação de suas próprias escalas
Os intervalos são apresentados a partir da "ótica" das escalas, sem a necessidade de ficar decorando quantidade de tons e semitons. São ensinados os intervalos justos, maiores, menores e compostos.
Todo intervalo tem a sua inversão. Os intervalos são divididos entre dois grupos: os consonantes e os dissonantes. O domínio dos intervalos é fundamental para se entender os conceitos mais avançados na música, como os que se seguirão nos próximos módulos. Portanto, essa é uma aula muito importante para se avançar no curso.
As tríades são acordes de três notas formados por intervalos de 3ª. Existem quatro tipos de tríades: maior, menor, aumentada e diminuta. O que determina cada uma delas é a disposição dos intervalos de terça de cada uma delas.
M: 3ªM + 3ªm
m: 3ªm + 3ªM
dim: 3ºm + 3ªm
AUM: 3ªM + 3ªM
Outro intervalo inerente à tríade é o de 5ª que ocorre entre a fundamental e a quinta, na posição fundamental.
As Maiores Maior e menores terão a 5ªJ e a tríade dim terá 5ª dim e a AUM 5ªAUM.
Ainda nessa aula é apresentado as cifras de cada tríade.
Aqui são apresentadas as tríades que são constituídas pelas notas da escala maior e como essas tríades formam o campo harmônico dessa escala.
A aula de inversões e dobramentos das tríades é fundamental para se usar como recurso para se criar linhas de baixo e para a distribuição das notas da harmonia nos encadeamento de vozes.
Aqui se amplia o estudo do campo harmônico estendendo sua aplicação também na escala menor.
Aqui é quando nosso curso já apresenta um diferencial, pois não apenas mostra quais são os graus da escala e seus acordes correspondentes, mas vai além mostrando também quais são as funções que cada um desses graus representam na tonalidade.
Existem três tipos de sétimas: maior, menor e diminuta. A aula em questão estuda a combinação dos tipos de sétima com os diferentes tipos de tríades.
Os acordes são uma maneira de distribuir os intervalos para soarem ao mesmo tempo, ou seja, harmonicamente. As tétrades são acordes com 4 notas. Toda tríade que tenha o acréscimo de uma nota diferente de sua formação, não sendo essa nota apenas o dobramento de uma das suas notas constituintes: fundamental, terça ou quinta, ela é uma tétrade. No presente vídeo, é feito a apresentação das notas que podem ser adicionadas aos acordes, tirando as sétimas que já foram faladas em uma aula separada, e qual alteração cada nota adicionada traz aos acordes.
Aqui é apresentado o acréscimo das dissonâncias aos acordes do campo harmônico maior utilizando apenas as notas presentes nesse campo harmônico.
O estudo da aula anterior é aplicado no campo harmônico menor para se entender as particularidades de cada um e a origem de terminadas dissonâncias acrescentadas aos acordes.
Assim como as tríades, as tétrades também contêm inversões. Por conter uma nota a mais em relação às tríades, as tétrades apresentam mais uma inversão, bem como novas disposições de vozes.
O conteúdo dessa aula não é facilmente encontrado, ele advém da formação de pianista popular com a formação de graduação em Composição. É apresentado outras possibilidades na construção dos acordes: quartal, em quintas e os clusters.
O estudo da séria harmônica tem um papel fundamental na constituição da música! A Série Harmônica é o elemento natural da física do som. É preciso compreender esse conceito e sempre ter ele em mente para todo e qualquer tipo de música que se venha a fazer.
Nessa aula é mostrado quais intervalos musicais soam melhores em determinadas tessituras, com base no estudo da Série Harmônica.
A partir dessa aula, todas as aulas anteriores se fazem imensamente necessárias. O presente conteúdo já vai bem além do que a maioria das escolas e cursos de música comuns que tem por aí ensinam. O princípio do encadeamento dos acordes é apresentada de forma simples e prática, bem como um bônus de como aplicar esse princípio na execução ao piano.
Os três tipos de textura mais comuns são: homofônica, polifônica e monofônica:
Monofônica é quando todas as vozes/instrumentos soam em uníssono, mesmo que divididos em intervalos de oitava, na mesma direção. A nota da melodia vai para uma direção, e todas as outras também seguem nessa direção.
Polifônica: é quando existem duas ou mais vozes em contraponto. As vozes/instrumentos da música caminham em direção opostas criando uma polifonia.
Homofônica: se trata de uma melodia com um acompanhamento, e esse acompanhamento acontece em acordes em bloco. Esse tipo de textura também pode conter uma melodia secundária em contraponto à melodia principal.
Nessa aula é apresentado os fundamentos da instrumentação, o estudo implica em uma análise das tessituras e das características de cada instrumento para entender qual função ele vai cumprir na música.
O presente vídeo apresenta alguns dos principais instrumentos acústicos mais comuns e a divisão de cada um deles em famílias, bem como nas formações instrumentais. E o papel que esse conhecimento tem para o produtor musical.
Na produção de música eletrônica, os diferentes timbres também combinam mais com determinadas funções. A presente aula apresenta alguns dos timbres da música eletrônica e a combinação desses timbres com as determinadas funções musicais.
Na presente aula é apresentado o motivo em sua relação constituinte de modo intervalar, melódico, rítmico e harmônico.
Tensão em macro escala, tensão em micro escala, repetições, build ups, drops, versos e a análise da aplicação prática de todo aprendizado distribuído na forma musical para a constituição do discurso musical é ensinado na presente aula.
Tendo a harmonia, o baixo, o ritmo e a melodia, o último passo é distribuir as vozes do baixo, da harmonia e da melodia nos instrumentos, levando em consideração suas características sonoras, o papel fundamental que os intervalos da série harmônica têm nesse momento, para que as notas, além de estarem na tessitura e nos timbres corretos, também ocupem o seu espaço no espectro de frequência.
O Curso tem como objetivo fornecer ao aluno um domínio base sobre a teoria musical ensinado por meio da aplicação prática dos conceitos musicais no Piano Roll com uma abordagem moderna e livre da notação musical tradicional. O curso é imprescindível por que engloba praticamente todo o conhecimento de teoria necessário para se ingressar no mundo da composição e do arranjo em diversos tipos de música. Poupe anos de estudo, muito dinheiro e tempo ao adquirir o presente curso. Todo conhecimento foi elaborado de forma progressiva e didática, não sendo necessário nenhum conhecimento prévio. O curso é imprescindível porque engloba praticamente todos conceitos dos princípios constituintes da música. O curso possui um diferencial porquê, de forma pioneira, a teoria musical pode ser ensinada diretamente na DAW (Digital Audio Workstation) com o uso do Piano Roll, sem precisar de nenhum conhecimento musical prévio, nem do uso da partitura. Até então, para se ensinar música, os professores sempre recorriam ao ensino da leitura da partitura. Porém, a partitura exerce pouco papel prático no dia a dia dos produtores musicais atuais. Isso causava um bloqueio de interesse por parte dos produtores em aprender teoria musical. O presente curso trouxe a solução para esse problema, agora é possível conhecer tudo de teoria, sem precisar passar pelo ensino da leitura das notas na partitura, utilizando uma das principais ferramentas usadas pelos dos produtores em seu dia a dia: o Piano Roll. O curso é lecionado por quem tem diploma de Graduação e Mestrado em Música, além da formação técnica em Piano Popular e experiência como produtor musical. Por meio do conhecimento em ambas as áreas, produção e teoria, foi possível transmitir o conhecimento de forma prática e direcionada aos produtores e àquelas pessoas que querem se tornarem compositoras e arranjadoras, sem precisar passar pelo ensino da partitura. Existem diversos cursos de teoria musical no mercado, porém, eles, ou seguem uma abordagem tradicional pautada no ensino da leitura ou fornecem apenas um conteúdo raso, tratando apenas dos conceitos básicos sobre a teoria musical. O presente curso vai a fundo nesse estudo, aprenda as técnicas básicas para começar a criar melodias, harmonias e arranjos incríveis de forma progressiva e didática e assim poupe muito dinheiro e anos de estudo.