
Saber tomar decisões é imprescindível para quem busca crescimento profissional.
Neste curso você aprenderá os conceitos essenciais do processo de tomada de decisão e as principais ferramentas utilizadas pelas empresas e por profissionais.
Saber tomar decisões avaliando as alternativas, os requisitos de cliente e principalmente as consequências dessa escolha são habilidades importantíssimas para você se desenvolver na carreira, esteja você procurando um bom emprego ou buscando crescimento profissional na empresa onde você já trabalha.
Então este curso online que você está tendo acesso agora vai te ensinar quais são e como funcionam as técnicas para tomada de decisões, e você receberá um certificado assim que concluir todos os módulos.
Desejo à você bons estudos e que você se desenvolva no processo de tomada de decisões.
Até logo!
Conheça o conteúdo programático deste curso para facilitar seu acesso às aulas.
Módulo 1: Apresentação do curso
Boas-vindas!
Conteúdo Programático
Módulo 2: O processo de tomada de decisão assertiva
Por que e quando tomar decisões?
Como tomar decisões?
Compreendendo o Cliente
Análise de mercado
Tomada de decisão estratégica
Módulo 3: Gerando propostas de soluções
Pensando “fora da caixa”
Laboratório de Criatividade e Inovação
A fábrica de soluções
Módulo 4: Identificação dos critérios de decisão
A fonte dos critérios de decisão
Critérios técnicos
Critérios de business
Aprimorando o senso crítico
Módulo 5: Estratégias para comparação de alternativas
Comparação Geral
Comparação Relativa
Identificação das restrições
Grau de importância dos critérios
Estabelecendo a melhor técnica de decisão
Módulo 6: Técnica da Matriz de Pugh
Conhecendo a Matriz de Pugh
Passo a passo da Matriz de Pugh
Rodadas de confirmação
Conceitos híbridos
Exercício da Matriz de Pugh
Exercício da Matriz de Pugh ponderada
Dicas, vantagens e desvantagens da Matriz de Pugh
Módulo 7: Técnica Kepner-Tregoe
Conhecendo a Matriz Kepner-Tregoe
Passo a passo da Matriz Kepner-Tregoe
Exercício da Matriz Kepner-Tregoe
Dicas, vantagens e desvantagens da Kepner-Tregoe
Módulo 8: Técnica da Matriz Comercial
Conhecendo a Matriz Comercial
Passo a passo da Matriz Comercial
Exercício da Matriz Comercial
Dicas, vantagens e desvantagens da Matriz Comercial
Módulo 9: Técnica da Comparação Direcionada
Conhecendo a Comparação Direcionada
Passo a passo da Comparação Direcionada
Exercício da Comparação Direcionada
Dicas, vantagens e desvantagens da Comparação Direcionada
Módulo 10: Bônus
Apostila do Curso
Planilhas com as Matrizes de Decisão e exemplos
Avaliação das consequências da escolha
Controle dos efeitos da decisão final
Avaliação de impacto através da Matriz GUT
Por que e Quando devemos tomar as decisões?
Então, vamos entender melhor esses pontos antes mesmo de sairmos aplicando técnicas e ferramentas para decidir as coisas...
A tomada de decisão deve fazer parte de uma sequência de atividades que compõem uma metodologia de projetos – o Design for Six Sigma é uma delas.
O processo de tomar decisões não está solto, ele faz parte de uma sequência de atividades que nós podemos chamar de metodologia...entenda um pouco mais sobre uma das mais importantes metodologias de desenvolvimento, chamada de Design for Six Sigma (DFSS).
A metodologia Design for Six Sigma (DFSS) é aplicada para a estruturação do desenvolvimento de produtos, processos e serviços que, ao serem lançados no mercado ou estarem em funcionamento, estejam robustos e aptos a atingirem níveis seis sigma de desempenho. Ela é aplicada para projetar algo “certo da primeira vez", de forma a promover a melhoria contínua e a inovação, melhorar a qualidade para o cliente e aumentar a lucratividade das empresas.
O Design for Six Sigma está estruturado por uma sequência de fases, chamada de ciclo DMADV (Define, Measure, Analyze, Design, Verify), e significa definir, medir, analisar, projetar e verificar.
Na primeira fase (define) acontece a definição de objetivos consistentes com as demandas dos clientes e com a estratégia da empresa. Ela se inicia com a elaboração da justificativa para o desenvolvimento do projeto, e segue através da avaliação dos potenciais retornos com sua execução, da definição do time de trabalho e do público-alvo, da análise de concorrência, da viabilidade técnica e econômica, da elaboração do escopo e do cronograma do projeto, entre outras atividades e ferramentas específicas.
Após aprovação da viabilidade na primeira fase, o projeto estará apto para que se inicie a segunda fase (Measure), onde ocorre o processo de identificação e medição das necessidades dos clientes envolvidos e, então, a compreensão e transformação destas necessidades em requisitos funcionais mensuráveis, para que o time de projeto possa considerar essas características críticas para a qualidade na etapa seguinte.
Através da análise das características críticas funcionais, oriundas da fase anterior, é possível desenvolver alternativas e conceitos de projetos, compará-los em relação aos critérios técnicos e de negócios, e então selecionar a alternativa mais viável para atender ao escopo do projeto. Essas atividades ocorrem na terceira fase (Analyze). Aqui ocorre o processo de tomada de decisões com mais ênfase.
De posse da ideia do melhor conceito, selecionado na terceira fase, inicia-se a fase do Design, onde se desenvolve os detalhes da otimização do projeto, os fatores que realmente causam impacto no desempenho funcional e, então, a otimização do produto.
A última fase de um projeto Design for Six Sigma é o Verify, na qual ocorre a verificação das metas estabelecidas no início do projeto. Aqui também acontece o plano de execução dos testes práticos de validação de conformidade dos requisitos e especificações do produto, de implementação do processo de produção e de ações críticas para viabilizar a realização do projeto.
Para maiores informações, consulte meu site: www.professorfabioguedes.com.br
Uma característica importante de um bom tomador de decisões e um bom gestor é saber ouvir e compreender o cliente.
Ouvir e compreender o cliente significa coletar e considerar as informações relevantes para atender as necessidades e desejos dos usuários, colaboradores, equipe de trabalho, envolvidos no processo, as partes interessadas.
E esse levantamento de requisitos e especificação vai te ajudar a desenvolver o senso crítico antes de tomar alguma decisão.
Entender o comportamento do mercado e dos concorrentes pode te ajudar a ampliar a sua percepção do que é bom ou ruim para seu cliente.
A pesquisa e análise de mercado e de competitividade é um elemento do plano de negócios da empresa que visa conhecer melhor seu setor de atuação, e engloba estudos sobre os potenciais consumidores de um produto, o cenário da economia, os concorrentes no segmento e os fornecedores. Esse processo colabora com a segurança e assertividade das tomadas de decisões.
Ao obter essas informações relevantes do mercado, você amplia sua capacidade de análise para decidir se algo melhora ou piora no seu produto, processo ou serviço.
O profissional de destaque deve desenvolver suas habilidades para tomar decisões estratégicas.
As tomadas de decisões estratégicas envolvem considerar os Requisitos de Clientes para expandir as possibilidades de gerar novas alternativas de solução.
A limitação de propostas para solução de problemas ou melhoria causa riscos aos negócios. Porém, ao obter novas ideias de solução pode-se gerar o trabalho de decidir, mas o profissional tomador de decisões entende bem e aplica esse processo com maestria.
O processo de pensar fora da caixa para criar novas propostas e soluções.
Maneiras de estimular o pensamento fora da caixa:
- Projetos anteriores
- Best Practices
- Benchmarking
- Clínicas com consumidores
- Literatura técnica
- Exemplos na Natureza
- Similaridade
- Criatividade
Ao aplicar a criatividade para correção, melhoria ou inovação, podemos ter como benefícios a melhoria contínua, maior eficiência, satisfação dos clientes, mais opções de como fazer algo, maior lucratividade, atualização de mercado, preferência dos clientes, entre outros.
Pensamento crítico é uma avaliação voluntária diante de um fato, comentário, experiência ou conteúdo, que usa argumentos para determinar uma resposta diante desse estímulo, através dos questionamentos, curiosidade e dúvida sobre algum fato ou pensamento.
Transformando a mente em um laboratório de criatividade e inovação.
Obviamente que nem tudo o que criamos em nossos pensamentos conseguimos transformar em algo real, principalmente viável. Mas a criatividade nos ajuda a pensarmos em novas propostas e soluções para nosso dia a dia.
A criatividade nos permite gerar:
Novas alternativas para fazer algo.
Pensar fora da caixa.
Fazer associações e combinações com o que já existe e assim construir algo novo.
Foco e agilidade na solução.
Maior Conhecimento sobre um determinado assunto.
Quebrar contradições.
Gerar Inovação.
A criatividade tem a ver com nossa capacidade de gerar ideias diferenciadas, enquanto a inovação envolve torná-las reais e viáveis.
A fábrica de soluções – explorando melhor as soluções e conhecendo com mais profundidade as propostas ou alternativas antes de tomarmos decisões.
Para buscarmos mais informações e conhecermos melhor nossas alternativas de solução podemos nos basear em:
- Requisitos de Clientes.
- Pontos que agradam e desagradam nossos clientes.
- Fatores estratégicos de negócios.
- Análise de Mercado.
- Fatores que envolvam os recursos humanos e a gestão do conhecimento.
- Fatores técnicos do produto, processo e serviço.
No entanto, algo que pode passar desapercebido e que é de grande valor para gerarmos esses critérios de decisão são as Vantagens e Desvantagens de cada proposta ou alternativa a ser avaliada e comparada.
Os critérios de decisão de aplicados aos projetos nos ajudam na tomada de decisão mais ágil e assertiva.
Todas as alternativas geradas devem ser analisadas e estudadas detalhadamente baseadas em critérios de decisão específicos e alinhados aos objetivos do projeto.
Tendo os conceitos e os critérios para comparação, é possível utilizar parâmetros de medição para realizar uma comparação justa entre os conceitos.
Os critérios de decisão podem ser classificados como técnicos, focados na parte funcional e os de negócio, focados em estratégias organizacionais e finanças.
Os critérios técnicos nos permitem avaliar as propostas de soluções em termos de funcionalidades técnicas para atender que atendam os clientes.
Os critérios técnicos utilizados para comparação e avaliação de conceitos geralmente são originados da fase MEASURE do D-M-A-D-V em um projeto Design for Six Sigma, considerando os desejos e necessidades do cliente e requisitos de projeto transformados em características funcionais.
Esses critérios colaboram com a avaliação e seleção da melhor proposta para o projeto.
Os critérios de negócio ou de business são aqueles que têm relação com fatores estratégicos de uma organização.
As decisões aplicadas à tomada de decisão, principalmente no que se refere à análise e seleção de conceitos do projeto, também precisam levar em consideração as estratégias de negócio da organização como um todo, além da análise funcional.
A análise da viabilidade financeira, técnica e estratégia da organização deve levar em conta as finanças, capital intelectual, fluxo de caixa, capital de giro e, principalmente, o retorno do investimento do projeto.
Existem diversos indicadores que podem ser utilizados como critérios de negócio pelos gestores, entre eles:
- A complexidade de design.
- A complexidade de manufatura.
- Investimentos.
- Custo de Manutenção.
- Retorno Financeiro, especificamente o VPL, TIR, ROI e PAYBACK.
O aprimoramento do senso crítico como uma chave para tomar decisões assertivas.
Pensamento crítico é uma avaliação voluntária diante de um fato, comentário, experiência ou conteúdo, que usa argumentos para determinar uma resposta diante desse estímulo, através dos questionamentos, curiosidade e dúvida sobre algum fato ou pensamento.
A comparação geral é uma estratégia de comparação das alternativas para seleção e tomada de decisão.
A comparação geral é aquele em que as alternativas são avaliadas individualmente para, depois, compará-las de forma igualitária, onde não há uma referência.
Assim, as alternativas são comparadas entre si de forma comum.
A comparação relativa é uma das estratégias de comparação das alternativas para seleção e tomada de decisão.
A comparação relativa, diferentemente da comparação geral abordada anteriormente, ocorre quando escolhemos uma alternativa como referência e, então, comparamos todas as outras propostas com essa referência.
A identificação das restrições do projeto é uma atividade importante e auxilia na tomada de decisão.
As restrições podem ser definidas como obstáculos ou limitações internas ou externas ao projeto.
Algumas restrições podem ser, por exemplo, a obrigatoriedade de se realizar determinada tarefa ou não poder alterar alguma parte do produto que possui interação com outros componentes, e são identificadas através dos requisitos de cliente (interno/externo).
Definição de graus de importância ou ponderação dos critérios de decisão no processo de tomada de decisão.
Existem variáveis ou critérios de decisão que podem ser mais importantes que outros, e para priorizarmos tais critérios adicionamos um fator chamado de grau de importância ou peso.
Essa ponderação dos critérios de decisão permite avaliar de forma justa as alternativas ou propostas no projeto.
Ao estabelecermos a melhor técnica para tomada de decisão, devemos focar em tomar a decisão certa para a escolha do melhor conceito.
O que são técnicas para tomada de decisão? E quais os tipos mais comuns que podemos aplicar para nos tornarmos pessoas mais assertivas?...vamos dar uma olhada...
Entre as técnicas de tomada de decisão mais praticadas entre as empresas, podemos destacar a Matriz de Pugh, a Matriz Kepner-Tregoe, a Matriz Comercial e a Matriz de Comparação Direcionada.
A Análise através das matrizes de decisão é aplicada para estabelecer (com evidências) o melhor conceito que executará as funções identificadas em Definir Requisitos ao mesmo tempo em que atende a outros objetivos de negócios.
O objetivo é tomar a decisão certa para a escolha do melhor conceito.
Segundo Stuart Pugh, é muito fácil selecionar o conceito errado e difícil selecionar o melhor conceito, e caso o conceito errado seja o escolhido, pode-se dizer que o projeto sofre de fraqueza conceitual.
A técnica de Matriz de Pugh aplicada ao processo de tomada de decisão.
Uma técnica bastante comum e muito eficiente para tomada de decisão é a Matriz de Pugh, criada por Stuart Pugh (engenheiro britânico de produtos/design) na década de 90.
Essa matriz é um método que compara os diferentes conceitos de produto que se pretende trabalhar com um conceito de referência ou já conhecido, facilitando a tomada de decisão da melhor proposta.
Esta técnica baseia-se na análise dos pontos positivos (vantagens), dos pontos negativos (desvantagens) e pontos neutros (equivalência) dos conceitos propostos em relação ao conceito de referência, possibilitando a escolha do melhor conceito, chamado de conceito “vencedor”, a ser adotado para o produto, processo ou serviço em desenvolvimento.
Para avaliarmos as alternativas em relação aos critérios de decisão e a referência em destaque, podemos ter como resultado:
“+” significa que o conceito em avaliação é melhor que a referência.
“-” significa que o conceito em avaliação é pior que a referência.
“S” ou “0” ou “=“ significa que o conceito em avaliação é similar ao de referência.
Entendendo o Passo a passo da Matriz de Pugh.
A matriz é iniciada com o conjunto de conceitos originados durante a fase de geração de conceitos & integração de ideias (criatividade) dentro das fases da metodologia Design for Six Sigma (DFSS).
Foca em buscar maximizar os atributos mais fortes e eliminar ou minimizar os atributos mais fracos destes conceitos iniciais, favorecendo a melhoria contínua e a tomada de decisão assertiva.
Conduz aos conceitos melhorados e estimula a criação de conceitos totalmente novos.
Feita a comparação, identificamos os conceitos com maior número de sinais (+)
Também nos permite avaliar os pontos fracos e, a partir deles criar novos conceitos.
Podemos descartar os conceitos com grande quantidade de sinais (-).
O que se destacar como melhor conceito passa a ser a referência, e uma nova análise comparativa se inicia até a confirmação do conceito mais adequado ao projeto.
As rodadas de confirmação aplicadas à Matriz de Pugh são importantes para validação da escolha da melhor alternativa.
Uma das características da Matriz de Pugh é que precisamos aplicar ela mais de uma vez para garantirmos que a decisão é realmente a melhor.
Ao identificarmos a alternativa em vantagem na primeira rodada, a reposicionamos como referência na segunda rodada para uma nova avaliação completa e certificação de que ela é realmente melhor que as demais alternativas. Essa nova rodada é chama de rodada de confirmação da Matriz de Pugh.
Porém, caso uma nova alternativa se destaque em termos de vantagens em relação à nova referência aplicada na rodada de confirmação, reposicionamos essa nova alternativa em vantagem como referência para uma nova rodada de confirmação.
Esse processo de confirmação deve ser realizado até que a alternativa de referência tenha vantagem sobre todas as outras em avaliação, em outras palavras, até que todas as alternativas em comparação com a referência tenham mais desvantagens do que vantagens.
A Matriz de Pugh como fonte geradora de conceitos híbridos ou inovadores.
Uma das principais vantagens da Matriz de Pugh, que faz com ela seja tão aceita e aplicada nas empresas que usam o processo correto para tomada de decisão é a possibilidade de gerar novos conceitos híbridos ou inovadores.
O processo de escolha conduzido pela Matriz de Pugh normalmente leva a conceitos mesclados ou híbridos, que são substancialmente melhores que qualquer uma das alternativas iniciais. Por exemplo, adotando fatores positivos das outras alternativas no conceito vencedor.
Exercício aplicando a Matriz de Pugh.
A melhor maneira de compreender o conteúdo de aula é praticando.
Nesse exercício, você terá a oportunidade de acompanhar a aplicação da Matriz de Pugh no processo de tomada de decisão, onde o objetivo é a escolha da melhor alternativa para eliminar os ratos de uma residência.
As etapas a serem praticadas aqui são:
1 - Definir as alternativas ou conceitos para atender o objetivo do exercício (eliminar os ratos de uma residência).
2 - Montar a Matriz de Pugh, definindo o conceito de referência e os conceitos que serão comparados.
3 - Analisar as vantagens e desvantagens de cada conceito.
4 - Definir os critérios de decisão.
5 - Fazer a avaliação e decidir qual a melhor alternativa (conceito vencedor).
Exercício aplicando a Matriz de Pugh com peso.
A melhor maneira de compreender o conteúdo de aula é praticando.
Nesse exercício, você terá a oportunidade de acompanhar a aplicação da Matriz de Pugh no processo de tomada de decisão, onde o objetivo é a escolha da melhor alternativa para eliminar os ratos de uma residência.
As etapas a serem praticadas aqui são:
1 - Definir as alternativas ou conceitos para atender o objetivo do exercício (eliminar os ratos de uma residência).
2 - Montar a Matriz de Pugh, definindo o conceito de referência e os conceitos que serão comparados.
3 - Analisar as vantagens e desvantagens de cada conceito.
4 - Definir os critérios de decisão.
5 – Definir os pesos ou graus de importância dos critérios de decisão.
6 - Fazer a avaliação e decidir qual a melhor alternativa (conceito vencedor).
Conhecendo as vantagens, desvantagens e dicas valiosas da Matriz de Pugh.
O uso da Matriz de Pugh nos traz vantagens em relação às outras matrizes de decisão. No entanto, possui algumas desvantagens que também devem ser consideradas.
E para complementar seu conhecimento nessa técnica, você também receberá dicas valiosas para te ajudar na melhor aplicação da Matriz de Pugh.
Vantagens da Matriz de Pugh:
- Fácil identificação dos pontos fracos e fortes de cada conceito.
- Conduz aos conceitos melhorados e estimula a criação de conceitos totalmente novos.
- Permite criar conceitos/designs híbridos.
- Destaque dos conceitos mais adequados ao projeto.
Desvantagens da Matriz de Pugh:
- Geralmente necessita de rodada(s) de confirmação.
- Não é muito adequada quando existem critérios com diferentes pesos (critérios ponderados).
- Os limites para avaliação dos “+”, “–”, “s” devem ser previamente estabelecidos.
- Dificulta identificação dos itens extremamente “+” ou “–”.
Dicas importantes:
- O principal foco da Matriz de Pugh é a criação / melhoria do conceito, ao invés da pura seleção.
- Se não houver oportunidades para criar híbridos, outras ferramentas também funcionarão.
- Use a ferramenta que mais claramente lhe orienta para uma solução vencedora.
- Busque valor em suas decisões.
A Análise através da Matriz de Pugh é aplicada para estabelecer (com evidências) o melhor conceito que executará as funções identificadas em Definir Requisitos ao mesmo tempo em que atende a outros objetivos de negócios.
A técnica de Matriz Kepner-Tregoe aplicada ao processo de tomada de decisão.
Uma técnica estratégica para tomada de decisão é a Matriz Kepner-Tregoe (KT), criada por Charles Kepner e Benjamin Tregoe na década de 1950.
Os autores desenvolveram o método Kepner–Tregoe aplicado para análise de problema real (identificação da causa do problema), tomada de decisão (escolha de uma solução para o problema) e análise de problema potencial (planejamento da implantação da solução).
A Matriz Kepner-Tregoe é o uso do processo racional onde cada etapa da tomada de decisão requer um estudo para que se possa melhor entender, avaliar e, então, decidir, a melhor solução.
De forma resumida, a KT é aplicada nas seguintes etapas:
- Definir os critérios.
- Estabelecer peso aos critérios mandatórios e desejáveis.
- Listar as alternativas/conceitos.
- Pontuar as alternativas para cada critério.
- Multiplicar a pontuação pelo peso.
- Somar a pontuação total.
Entendendo o Passo a passo da Matriz Kepner-Tregoe.
A matriz é iniciada com o conjunto de conceitos originados durante a fase de geração de conceitos & integração de ideias (criatividade) dentro das fases da metodologia Design for Six Sigma (DFSS).
Foca em identificar os conceitos ou alternativas que melhor atendem aos requisitos mandatórios e aos requisitos desejáveis, favorecendo a melhoria contínua e a tomada de decisão assertiva.
Um requisito mandatório é aquele que impede o conceito de seguir sua avaliação/comparação, caso não seja atendido, e em geral se classifica como atende ou não atende, ok ou não ok, sim ou não, entre outros.
Um requisito desejável é aquele que representa um critério técnico ou de business e pode ser classificado de 1 à 5:
1-não atende.
2-dificilmente atende.
3-atende parcialmente.
4-atende, mas poderia melhorar.
5-atende perfeitamente.
O grau de importância é aplicado aos requisitos desejáveis, tendo seu peso ou ponderação variando de 1 (não importante) à 10 (extremamente importante).
Feita a comparação, identificamos os conceitos com maior pontuação.
Podemos descartar os conceitos que não atendem aos requisitos mandatórios.
Recomenda-se usar critérios técnicos e de business para uma análise mais ampla.
Exercício aplicando a Matriz Kepner-Tregoe.
A melhor maneira de compreender o conteúdo de aula é praticando.
Nesse exercício, você terá a oportunidade de acompanhar a aplicação da Matriz Kepner-Tregoe no processo de tomada de decisão, onde o objetivo é a escolha da melhor alternativa para eliminar os ratos de uma residência.
As etapas a serem praticadas aqui são:
1 - Montar a Matriz Kepner-Tregoe, definindo os conceitos a serem avaliados.
2 - Definir os critérios decisão (mandatórios e desejáveis) e os pesos para cada critério desejável.
3 - Fazer a avaliação e decidir qual a melhor alternativa (conceito vencedor).
Conhecendo as vantagens, desvantagens e dicas valiosas da Matriz Kepner-Tregoe.
O uso da Matriz Kepner-Tregoe nos traz vantagens em relação às outras matrizes de decisão. No entanto, possui algumas desvantagens que também devem ser consideradas.
E para complementar seu conhecimento nessa técnica, você também receberá dicas valiosas para te ajudar na melhor aplicação da Matriz Kepner-Tregoe.
Vantagens da Matriz Kepner-Tregoe:
- Fácil identificação do conceito com melhor pontuação.
- Fácil eliminação do conceito com restrição em algum requisito mandatório.
- Fácil comparação, sem a necessidade de definir um conceito de referência.
- Não necessita de rodadas extras para confirmação do melhor conceito.
Desvantagens da Matriz Kepner-Tregoe:
- Geralmente é difícil definir os pesos para os critérios.
- Alto risco de definir pesos e requisitos mandatórios de forma equivocada (sem VOC).
- Tempo desperdiçado para definir os pesos dos critérios.
- Induz o time a uma avaliação puramente por pontuação, caso todos atendam aos requisitos mandatórios.
- Não favorece a identificação dos pontos fortes dos conceitos para a criação de conceitos híbridos.
Dicas importantes:
- Cuidado para não tomar decisão apenas baseada em pontuação.
- Se existir a necessidade de criar conceitos híbridos, outras ferramentas funcionarão melhor.
- Use a ferramenta que mais claramente lhe orienta para uma solução vencedora e de forma consistente.
- A Matriz KT parece mais científica, mas é mesmo?
- Como os pesos são estabelecidos?
- Se você gasta muito tempo concordando com a ponderação, a KT está atrasando você?
- O objetivo não é apenas escolher um conceito vencedor, mas explicar por que ele é um vencedor.
- Use a ferramenta que mais claramente lhe orienta para uma solução vencedora.
- Busque valor em suas decisões.
A Análise através da Matriz Kepner-Tregoe é aplicada para estabelecer (com evidências) o melhor conceito que executará as funções identificadas em Definir Requisitos ao mesmo tempo em que atende a outros objetivos de negócios.
A técnica de Matriz Comercial aplicada ao processo de tomada de decisão.
Considerada a Matriz de decisão mais simples, sem necessidade de estabelecer padrões de comparação, a Matriz Comercial, também conhecida como Trade Matrix, estabelece uma comparação através de critérios técnicos e de business previamente definidos.
A Matriz Comercial é aplicada nas seguintes etapas:
- Combinar os critérios (técnicos e business).
- Listar os conceitos.
- Criar a matriz.
- Preencher os dados.
- Avaliar e selecionar.
- Documentar o POR QUE.
Entendendo o Passo a passo da Matriz Comercial.
A matriz é iniciada com o conjunto de conceitos originados durante a fase de geração de conceitos & integração de ideias (criatividade) dentro das fases da metodologia Design for Six Sigma (DFSS).
Foca em identificar os conceitos ou alternativas que melhor atendem aos critérios técnicos e de business, favorecendo a melhoria contínua e a tomada de decisão assertiva.
Feita a comparação, identificamos os conceitos com melhor avaliação.
Podemos descartar os conceitos que não atendem algum critério.
Recomenda-se usar critérios técnicos e de business para uma análise mais ampla.
Exercício aplicando a Matriz Comercial.
A melhor maneira de compreender o conteúdo de aula é praticando.
Nesse exercício, você terá a oportunidade de acompanhar a aplicação da Matriz Comercial no processo de tomada de decisão, onde o objetivo é a escolha da melhor alternativa para eliminar os ratos de uma residência.
As etapas a serem praticadas aqui são:
1 - Montar a Matriz Comercial, definindo os conceitos a serem avaliados.
2 - Definir os critérios de decisão.
3 - Fazer a avaliação e decidir qual a melhor alternativa (conceito vencedor).
Conhecendo as vantagens, desvantagens e dicas valiosas da Matriz Comercial.
O uso da Matriz Comercial nos traz vantagens em relação às outras matrizes de decisão. No entanto, possui algumas desvantagens que também devem ser consideradas.
E para complementar seu conhecimento nessa técnica, você também receberá dicas valiosas para te ajudar na melhor aplicação da Matriz Comercial.
Vantagens da Matriz Comercial:
- Permite descrever os valores de forma direta.
- Fácil identificação das restrições nos conceitos.
- Favorece a identificação dos pontos fortes dos conceitos para a criação de conceitos híbridos.
- Fácil comparação, sem a necessidade de um conceito de referência.
- Não induz o time a uma avaliação por pontuação.
- Não necessita de rodadas extras para confirmação do melhor conceito.
Desvantagens da Matriz Comercial:
- Difícil identificar o melhor conceito, pois não utiliza pontuação.
- Não favorece o uso de pesos nos critérios de decisão.
Dicas importantes:
- Se existir a necessidade de criar conceitos híbridos, procure os pontos fortes nos conceitos avaliados.
- Use a ferramenta que mais claramente lhe orienta para uma solução vencedora e de forma consistente.
- O objetivo não é apenas escolher um conceito vencedor, mas explicar por que ele é um vencedor.
- Busque valor em suas decisões.
A Análise através da Matriz Comercial é aplicada para estabelecer (com evidências) o melhor conceito que executará as funções identificadas em Definir Requisitos ao mesmo tempo em que atende a outros objetivos de negócios.
A técnica de Matriz de Comparação Direcionada aplicada ao processo de tomada de decisão.
A Matriz de Comparação Direcionada, também conhecida como Targeted Comparison, é uma matriz de decisão aplicada para realizar comparação relativa entre conceitos através de faixa de aderência às especificações e critérios técnicos e de business estabelecidos.
A Matriz de Comparação Direcionada é aplicada nas seguintes etapas:
- Definir os conceitos a serem comparados.
- Identificar os critérios de decisão (técnicos e de business).
- Estabelecer níveis de atendimento às especificações/critérios de decisão.
- Realizar a análise e comparação.
- Tomar a decisão.
Entendendo o Passo a passo da Matriz de Comparação Direcionada.
A matriz é iniciada com o conjunto de conceitos originados durante a fase de geração de conceitos & integração de ideias (criatividade) dentro das fases da metodologia Design for Six Sigma (DFSS).
Foca na pesquisa por especificações técnicas e informações relevantes para cada conceito ou alternativa para, então, realizar a avaliação e identificação do que melhor atende aos critérios técnicos e de business, favorecendo a melhoria contínua e a tomada de decisão assertiva.
A avaliação dos conceitos é realizada através de uma classificação do nível de aderência aos requisitos, sendo esta:
- Excede expectativa.
- Atende completamente.
- Atende quase completamente.
- Atende parcialmente.
- Dificilmente atende.
- Não atende.
Feita a comparação, identificamos os conceitos com melhor avaliação.
Podemos descartar os conceitos que não atendem alguma especificação ou critério.
Recomenda-se usar critérios técnicos e de business para uma análise mais ampla.
Exercício aplicando a Matriz de Comparação Direcionada.
A melhor maneira de compreender o conteúdo de aula é praticando.
Nesse exercício, você terá a oportunidade de acompanhar a aplicação da Matriz de Comparação Direcionada no processo de tomada de decisão, onde o objetivo é a escolha da melhor alternativa para eliminar os ratos de uma residência.
As etapas a serem praticadas aqui são:
1 - Montar a Matriz de Comparação Direcionada, definindo os conceitos a serem avaliados.
2 - Definir as especificações e requisitos do cliente.
3 - Definir os critérios de decisão.
4 - Fazer a avaliação e decidir qual a melhor alternativa (conceito vencedor).
Conhecendo as vantagens, desvantagens e dicas valiosas da Matriz de Comparação Direcionada.
O uso da Matriz de Comparação Direcionada nos traz vantagens em relação às outras matrizes de decisão. No entanto, possui algumas desvantagens que também devem ser consideradas.
E para complementar seu conhecimento nessa técnica, você também receberá dicas valiosas para te ajudar na melhor aplicação da Matriz de Comparação Direcionada.
Vantagens da Matriz de Comparação Direcionada:
- Força a equipe buscar as especificações para os conceitos.
- Facilita a identificação do conceito com restrição.
- Fácil comparação, sem a necessidade de definir um conceito de referência.
- Não utiliza cálculos e nem pesos.
- Favorece a identificação dos pontos fortes dos conceitos para a criação de conceitos híbridos.
Desvantagens da Matriz de Comparação Direcionada:
- Necessita de tempo para levantar as especificações.
- Geralmente é difícil definir os níveis de atendimento aos critérios.
- Como não utiliza pontuação, pode dificultar a identificação do melhor conceito.
Dicas importantes:
- Pesquisar com profundidade as especificações e requisitos do cliente.
- Definir os critérios de decisão.
- Alinhar com a equipe os níveis de atendimentos aos critérios de decisão.
- O objetivo não é apenas escolher um conceito vencedor, mas explicar por que ele é um vencedor.
- Use a ferramenta que mais claramente lhe orienta para uma solução vencedora.
- Busque valor em suas decisões.
A Análise através da Matriz de Comparação direcionada é aplicada para estabelecer (com evidências) o melhor conceito que executará as funções identificadas em Definir Requisitos ao mesmo tempo em que atende a outros objetivos de negócios.
Escolher a melhor alternativa também envolve avaliar os impactos e as consequências dessa escolha.
Após aplicar as técnicas para tomada de decisão através das matrizes, devemos avaliar as consequências dessa escolha, ou seja, do conceito vencedor. Não basta simplesmente decidir pela alternativa com maior pontuação, é necessário também avaliarmos o impacto dessa escolha no nosso projeto e no nosso trabalho.
O bom tomador de decisões pode perceber que a melhor alternativa não é necessariamente a melhor classificada pela matriz de decisão, mas também a que mais impacta em consequências favoráveis e a que menos impacta em consequência negativas.
Equilibre o desempenho e suas consequências!
Escolher a melhor alternativa também envolve avaliar os impactos e as consequências dessa escolha.
E para ajudar na identificação da melhor escolha, podemos calcular a probabilidade de ocorrência [P] e o impacto da escolha [I] para evitar problemas futuros.
O cálculo é feito multiplicando-se os dois fatores Probabilidade x Impacto.
A probabilidade representa as chances de um evento prejudicial ocorrer, sendo seus índices variando de 1 (probabilidade praticamente nula) à 10 (probabilidade certa de ocorrer).
O impacto representa a gravidade do evento ao ocorrer, sendo seus índices variando de 1 (impacto imperceptível) à 10 (impacto afetando a saúde, segurança, empresa, etc.).
Aprenda a priorizar os problemas e consequências através da matriz de priorização, também conhecida como Matriz GUT.
A Mariz GUT foi criada por Charles H. Kepner e Benjamin B. Tregoe, na década de 80, e tinha como propósito ajudar na resolução de problemas complexos das indústrias americanas e japonesas.
Em sua essência, a Matriz GUT, também conhecida como matriz de prioridades, é uma ferramenta da qualidade utilizada para a priorização de tomadas de decisões.
As etapas para aplicar a Matriz GUT são:
1- Estabelecer parâmetros para G (Gravidade).
2- Estabelecer parâmetros para U (Urgência).
3- Estabelecer parâmetros para T (Tendência).
4- Identificar os problemas/consequências a serem analisados.
5- Fazer análise para os problemas/consequências (GUT).
6- Calcular a prioridade (G x U x T).
7- Tomar as ações de acordo com as prioridades.
Os parâmetros de severidade, que representa a gravidade de um problema ou consequência aos envolvidos direta e/ou indiretamente, podem ser expressos como:
1- Sem gravidade: danos leves, os quais podem ser desconsiderados.
2- Pouco grave: danos mínimos.
3- Grave: danos regulares.
4- Muito grave: grandes danos, porém reversíveis.
5- Extremamente grave: danos gravíssimos que podem até se tornar irreversíveis.
Os parâmetros de urgência, que representa o prazo disponível para a resolução do problema ou execução da ação, podem ser representados por:
1- Pode esperar: não há pressa em resolver o problema.
2- Pouco urgente: são urgentes, mas podem esperar um pouco.
3- Urgente: precisam ser tratados o mais rápido possível.
4- Muito urgente: é urgente, quanto mais cedo melhor.
5- Imediatamente: não pode esperar, precisa ser resolvido de imediato.
Os parâmetros de tendência, que representa a probabilidade do problema se agravar com o passar do tempo caso nada seja feito, podem ser classificados como:
1- Não irá mudar: nada irá acontecer.
2- Irá piorar a longo prazo: a situação irá se agravar lentamente.
3- Irá piorar a médio prazo: a situação irá se agravar um pouco mais rápido.
4- Irá piorar a curto prazo: a situação pode piorar em um curto período de tempo.
5- Irá piorar rapidamente: é imprescindível agir agora antes que seja tarde demais.
Além da Matriz GUT e análise Probabilidade x Impacto, também pode-se aplicar Matriz SWOT (Forças, fraquezas, oportunidades e ameaças), FMEA (Análise do modo e efeito da falha), análises estatísticas, entre outras.
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