Udemy
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
    •  
Turn what you know into an opportunity and reach millions around the world.
Learn More
Your cart is empty.
Keep shopping
Taxonomia de Bloom em Planos de Ensino Inovadores
Rating: 4.3 out of 5(32 ratings)
108 students

Taxonomia de Bloom em Planos de Ensino Inovadores

Inovações educacionais para Ensino Superior
Created byDENISE DA VINHA
Last updated 5/2020
Portuguese

What you'll learn

  • Diferenciar com clareza e competência as diferenças entre elencar o ensino de conteúdos e planejar aprendizagens
  • Trabalhar um Plano de Ensino como um contrato didático focado em 3 cláusulas principais: o que? para que? como?
  • Usar as 3 cláusulas para arquitetar desenhos em metodologias ativas, usando como referência a formação por competências, que converge os 3 domínios de aprendizagem da Taxonomia de Bloom
  • Desenvolver Planos de Ensino com focos claros e concisos, usando ferramentas estratégicas como mapas organizacionais e princípio de Pareto
  • Detalhar, para qualquer disciplina, a(s) categoria(s) e domínio(s) de aprendizagem(ns) envolvidos, bem como determinar o foco de ensino e os melhores cenários/contextos para desenvolver a fixação da aprendizagem
  • Agregar valor às aprendizagens desenhadas no Plano de Ensino pela formação orientada de competências escassas no mercado de trabalho

Course content

6 sections21 lectures1h 3m total length
  • Introdução2:01

    Há inúmeras fontes disponíveis sobre o conteúdo do que seja um Plano de Ensino. Meu propósito aqui não é teorizar: já tem muita gente fazendo isso há muito tempo! E com todas as muitas teorias, continuamos tendo velhos problemas e percebendo os mesmos insatisfatórios resultados.

    Resultados é a chave da questão aqui!

    Nessa Oficina quero falar para quem está em busca de MELHORES RESULTADOS: de aprendizagem, de engajamento estudantil na sala de aula, de satisfação com o trabalho desenvolvido. Resultados que façam os estudantes buscarem por sua experiência fora da disciplina para aprender mais e não para “ter mais aulas”.

    Percebeu a diferença? Então vamos juntos em busca da transformação das práticas docentes, começando pelo Plano de Ensino!

  • Plano de Ensino como um contrato didático3:36

    Vamos aos fatos: Planos de Ensino são contratos de prestação de serviços e de comprometimento em entregar um produto abstrato – o CONHECIMENTO – de alguma maneira.

    Nele espera-se estar claros 3 pontos: (1) O que?; (2) Como?; (3) Para que?

    Por hora, precisamos ter clara a ideia de que um Plano de Ensino não é – nem deveria ser – o planejamento de um professor em relação a um conteúdo. Sob essa perspectiva, todos os 3 pontos do contrato acabam se resumindo aquilo que o professor acha que deve ser, ou tendo como foco apenas o que esse professor mais domina, ou ainda, sem nenhum foco específico para nenhum componente do conteúdo.

    Tudo passa a depender de quem esse professor é (profissionalmente), como e quando teve sua formação na área objeto da disciplina, e de como ele percebe e conduz seu papel no processo ensino-aprendizagem.

    Mas isso pode ser mudado. E deve. Vejamos nessa aula.

  • Redigindo esse contrato chamado Plano de Ensino3:36

    Pense em como se escreve um projeto de pesquisa: como você inicia? Pensando no título? Não!

    A metodologia da pesquisa não tem um caminho único, mas tem sequência e lógica de ideias, que devem estar presentes no produto final.

    Então, pense no seu Plano de Ensino como um projeto (e na verdade ele é!), que vai virar um contrato (ou uma publicação) e que precisa responder claramente a 3 pontos: (1) O QUE?; (2) PARA QUE?; (3) COMO?

    Vamos entender como isso funciona, nessa videoaula.

  • Mãos na massa: MAPA 1 em ação3:44

    Essa é uma Oficina mãos-na-massa e é preciso exercitar uma nova prática para que ela realmente faça sentido e atinja seus propósitos.

    É hora de trabalhar na mudança da forma como você PENSA seu Plano de Ensino, para conseguir mudar a forma como AGE sobre ele.

    Mudando-o assim, desde a concepção, a chance de sucesso é muito maior porque trazemos à baila conceitos e estudos em neurociências do FOCO: primeiro o nosso próprio foco em relação ao que seja um Plano de Ensino, depois encontrar o foco do Plano de Ensino em relação à formação dos estudantes.

  • Porque usar a Taxonomia de Bloom?4:50

    Planos de Ensino Inovadores alinham os FOCOS DA APRENDIZAGEM aos CONTEXTOS/CENÁRIOS APLICADOS, preferencialmente atendendo à natureza da disciplina em relação aos DOMÍNIOS DE APRENDIZAGEM: SABER (conhecimento), SABER-FAZER (habilidades), SABER-SER (atitudes).

    O trabalho com foco sobre esses domínios abre caminho para o desenvolvimento do que chamamos de  COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS. 

    No seu material de apoio você encontra alguns textos e links como curadoria para sua entrada no mundo dos Domínios de Aprendizagem e de como ela foi desenvolvida, porque é muito mais fácil dar foco e atingir metas e objetivos quando eles estão bem definidos e claros, para todos os envolvidos no processo. Em qualquer processo.

Requirements

  • Você deve ter cursado a Disciplina de Metodologia do Ensino Superior ou ter formação básica similar
  • Conhecer as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos Superiores nos quais desenvolve/deseja desenvolver práticas docentes

Description

Decidir e definir objetivos de aprendizagem (e não de conteúdo) significa estruturar o processo formativo, oportunizando mudanças de pensamentos, ações e condutas. Essa estruturação é resultado de um planejamento diretamente relacionado à seleção de conteúdos, de procedimentos, de atividades, de recursos disponíveis, estratégias, instrumentos e formatos de avaliação, além da própria metodologia que será adotada, na disciplina, durante um período de tempo (semestre ou ano letivo).

Essa OFICINA ONLINE aplica a sistematização proposta por Bloom et al. (1956) como instrumento na delimitação por FOCOS DE APRENDIZAGEM e ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS, com o objetivo de redigir Planos de Ensino mais efetivos e inovadores, para disciplinas do Ensino Superior.

Ao longo dos últimos 20 anos, capacitar professores e gestores, participar de bancas e concursos para a carreira docente do magistério superior, e fazer parte de equipes de processos regulatórios do Ministério da Educação - sempre na área da Saúde - me deu a certeza de que, nós professores, somos heroicos idealistas nas salas de aula. Para aqueles que, como eu, não possui formação nas licenciaturas, a atuação como docentes veio como um desafio e uma paixão.

Pois bem, essa experiência me mostrou que um dos nossos desafios é o de não conhecer instrumentos mais práticos, que sejam capazes de transportar-nos de um ponto A para um ponto B, melhor, mais bem-sucedido e com maior aproveitamento na aprendizagem dos nossos estudantes. Nós simplesmente reproduzimos os modelos que conhecemos, e eles estão superados!

A Taxonomia de Bloom é um dos melhores instrumentos para sistematização das práticas docentes, porque tem o potencial de oferecer uma visão ampla, porém detalhada, sobre como converter o velho Plano de Ensino em um mapa engajador da aprendizagem estudantil.

Conduzido por vídeos que apresentam um material testado em sala de aula, e ajustado a partir dos resultados que proporcionou, esse curso traz o planejamento de uma disciplina passo a passo, considerando as categorias de complexidade de cada Domínio de Aprendizagem proposto por Bloom et al. Para cada categoria, seguem as sugestões de FOCO a ser desenvolvido, bem como de CENÁRIOS/CONTEXTOS alinhados para conduzir à formação de competências específicas.

São 3 domínios, 17 categorias e mais de 51 dicas, entre definições aplicadas, focos de trabalho do docente e competências profissionais que se alinham. Para dar suporte a esse trabalho de reposicionamento profissional você encontra uma apostila que resume cada videoaula e aponta os destaques de cada tópico, além de artigos científicos nessa área.

Além disso, o curso conecta você ao mundo: links relevantes para a visualização prática de alguns dos elementos do cursos levam você para fora da plataforma, ilustrando seu uso em contextos e cenários diversos, convidando-o para uma viagem de expansão complementar do ambiente de aprendizagem.

A novidade são os 3 mapas exclusivos, desenvolvidos a partir da modelagem por Design Thinking, onde a personalização das turmas, a orientação sobre as 3 cláusulas básicas de um contrato didático (sim, a gente vai levar esse Plano de Ensino muito a sério, quanto ao seu potencial de r-e-s-u-l-t-a-d-o-s!) e a aplicação da Taxonomia de Bloom estão organizados de modo a facilitar sua iniciação a essa nova forma de pensar o Plano de Ensino.

Minha missão nesse curso é otimizar cada um dos novos passos que você quer dar, em direção à inovação das suas práticas docentes, com mapas e modelos que ajudem nesse desafio de assumir um novo papel no Ensino Superior: o de Designer Educacional.

Vou ajudá-lo nessa jornada e esse curso é só o começo.

Bem-vindo à muita mão-na-massa!

Who this course is for:

  • Professores da carreira do Ensino Superior (graduação, pós-graduação)
  • Pós-graduandos com interesse em seguir a carreira do Magistério Superior
  • Profissionais e pós-graduandos que se preparam para concursos públicos para a carreira do Ensino Superior
  • Professores que integram órgãos colegiados de Cursos Superiores (Colegiado de Curso, NDE, Coordenação de Curso, Coordenação de Estágios, Coordenações de TCC, Coordenação Pedagógica)