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SIG com ArcGis - Básico ao Avançado
Rating: 4.1 out of 5(395 ratings)
1,618 students

SIG com ArcGis - Básico ao Avançado

Torne-se um analista em ArcGis e Drone
Created byDrone Valk
Last updated 4/2020
Portuguese
Portuguese [Auto],

What you'll learn

  • Ao concluir a primeira parte do curso, os alunos terão uma melhor noção das possibilidades de um programa SIG, e como aproveitar o seu poder através do software mais utilizado no mundo - ArcGis. O módulo Intermediário: presume que o aluno já tenha o conhecimento e experiência dos usos diários de trabalhos básicos de SIG. A partir deste nível considera-se que configurações básicas e mapas temáticos para análises já são dispensáveis em relação a montagem e funcionamento das mesmas. No módulo Avançado o aluno receberá formação em análises robustas com introdução ao Python e ArcPy.

Course content

3 sections49 lectures9h 40m total length
  • Fundamentos e Ferramentas Básicas do ArcMap P019:51

    Em nossas aulas iniciais traremos o conhecimento das ferramentas principais do ArcMap para a utilização fundamental da mesma. A intenção é nivelar a todos para que possamos seguir o treinamento o mais próximo possível pois teremos nossos webinários e maiores interações ao longo do curso.


    Link de material: https://www.dropbox.com/s/136qj6nj5nttu1j/TORNE-SE%20UM%20ESPECIALISTA%20EM%20ARCGIS.rar?dl=0


    Fica ligado aí.

  • Fundamentos e Ferramentas Básicas do ArcMap P0210:03

    Em nossas aulas iniciais traremos o conhecimento das ferramentas principais do ArcMap para a utilização fundamental da mesma. A intenção é nivelar a todos para que possamos seguir o treinamento o mais próximo possível pois teremos nossos webinários e maiores interações ao longo do curso.


    Fica ligado aí.

  • Fundamentos e Ferramentas Básicas do ArcMap P038:17

    Em nossas aulas iniciais traremos o conhecimento das ferramentas principais do ArcMap para a utilização fundamental da mesma. A intenção é nivelar a todos para que possamos seguir o treinamento o mais próximo possível pois teremos nossos webinários e maiores interações ao longo do curso.


    Fica ligado aí.

  • Fundamentos e Ferramentas Básicas do ArcMap P049:47

    Em nossas aulas iniciais traremos o conhecimento das ferramentas principais do ArcMap para a utilização fundamental da mesma. A intenção é nivelar a todos para que possamos seguir o treinamento o mais próximo possível pois teremos nossos webinários e maiores interações ao longo do curso.


    Fica ligado aí.

  • Configurando o primeiro mapa P0110:03

    Na presente aula configuraremos um primeiro mapa mostrando todas as informações fundamentais a elaboração mais simples: Simbologia, escala, classificações, categorização e outras informações esseciais na formatação de um mapa.

    Aproveite essa aula. Ela servirá de base para as demais e o exercício e a repetição dele nos ajudará a nivelar os alunos. Isso é de suma importância para o crescimento acadêmico e/ou profissional. É muito importante saber o que está fazendo e porque está fazendo.


    Pega a visão.

  • Configurando o primeiro mapa P0210:06

    Na presente aula configuraremos um primeiro mapa mostrando todas as informações fundamentais a elaboração mais simples: Simbologia, escala, classificações, categorização e outras informações esseciais na formatação de um mapa.

    Aproveite essa aula. Ela servirá de base para as demais e o exercício e a repetição dele nos ajudará a nivelar os alunos. Isso é de suma importância para o crescimento acadêmico e/ou profissional. É muito importante saber o que está fazendo e porque está fazendo.


    Pega a visão.

  • Configurando o primeiro mapa P039:15

    Na presente aula configuraremos um primeiro mapa mostrando todas as informações fundamentais a elaboração mais simples: Simbologia, escala, classificações, categorização e outras informações esseciais na formatação de um mapa.

    Aproveite essa aula. Ela servirá de base para as demais e o exercício e a repetição dele nos ajudará a nivelar os alunos. Isso é de suma importância para o crescimento acadêmico e/ou profissional. É muito importante saber o que está fazendo e porque está fazendo.


    Pega a visão.

  • Configurando o primeiro mapa P0410:23

    Na presente aula configuraremos um primeiro mapa mostrando todas as informações fundamentais a elaboração mais simples: Simbologia, escala, classificações, categorização e outras informações esseciais na formatação de um mapa.

    Aproveite essa aula. Ela servirá de base para as demais e o exercício e a repetição dele nos ajudará a nivelar os alunos. Isso é de suma importância para o crescimento acadêmico e/ou profissional. É muito importante saber o que está fazendo e porque está fazendo.


    Pega a visão.

  • Configurando o primeiro mapa P059:44

    Na presente aula configuraremos um primeiro mapa mostrando todas as informações fundamentais a elaboração mais simples: Simbologia, escala, classificações, categorização e outras informações esseciais na formatação de um mapa.

    Aproveite essa aula. Ela servirá de base para as demais e o exercício e a repetição dele nos ajudará a nivelar os alunos. Isso é de suma importância para o crescimento acadêmico e/ou profissional. É muito importante saber o que está fazendo e porque está fazendo.


    Pega a visão.

  • Configurando o primeiro mapa P0612:58

    Na presente aula configuraremos um primeiro mapa mostrando todas as informações fundamentais a elaboração mais simples: Simbologia, escala, classificações, categorização e outras informações esseciais na formatação de um mapa.

    Aproveite essa aula. Ela servirá de base para as demais e o exercício e a repetição dele nos ajudará a nivelar os alunos. Isso é de suma importância para o crescimento acadêmico e/ou profissional. É muito importante saber o que está fazendo e porque está fazendo.


    Pega a visão.

  • Exercício fundamental 01
  • Módulo Georreferenciamento e Padronização - ET-CQDG - Parte 0115:32

    Olá pessoal,

    Bem vindos a nossa Aula 04- Georreferenciamento e Padronização - NORMA DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA CONTROLE DE QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS (ET-CQDG)

    O ato de georreferenciamento de uma imagem, mapa ou qualquer outra forma de informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas (pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de controle.

    Os pontos de controle são locais que oferecem uma feição física perfeitamente identificável, tais como intersecções de estradas e de rios, represas, pistas de aeroportos, edifícios proeminentes, topos de montanha, entre outros. A obtenção das coordenadas dos pontos de controle pode ser realizada   em campo (a partir de levantamentos topográficos, GPS –Sistema de Posicionamento Global), ou ainda por imagens ou mapas (em papel ou digitais) georreferenciados.

    O processo de correção de precisão das imagens é realizado através do emprego de polinômio de 1º grau (1st Order Polynomial (affine)), tanto pela simplicidade matemática e as suas características, que satisfazem a transformação (D’ALGE, 2013), como também por se tratar de um mapa, onde cada elemento possui localização precisa (IBGE, 1999).

    As informações das coordenadas de entrada (XSource e YSource)e de saída (XMap e YMap), foram inseridas na Tabela de pontos de controle (PC), podendo ser visualizadas clicando no ícone Link–figura abaixo. O Residual refere-se ao deslocamento nas coordenadas e relata também o erro total. Na parte inferior esquerda, encontra-se o Total RMS Error, que se refere ao erro médio quadrático dos PC habilitados. Os valores aparecem na Link Table, para uma interpolação espacial com o polinômio de 1º Grau (também denominada de transformação).

  • Módulo Georreferenciamento e Padronização - ET-CQDG - Parte 027:32

    Olá pessoal,

    Bem vindos a nossa Aula 04- Georreferenciamento e Padronização - NORMA DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA CONTROLE DE QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS (ET-CQDG)

    O ato de georreferenciamento de uma imagem, mapa ou qualquer outra forma de informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas (pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de controle.

    Os pontos de controle são locais que oferecem uma feição física perfeitamente identificável, tais como intersecções de estradas e de rios, represas, pistas de aeroportos, edifícios proeminentes, topos de montanha, entre outros. A obtenção das coordenadas dos pontos de controle pode ser realizada em campo (a partir de levantamentos topográficos, GPS –Sistema de Posicionamento Global), ou ainda por imagens ou mapas (em papel ou digitais) georreferenciados.

    O processo de correção de precisão das imagens é realizado através do emprego de polinômio de 1º grau (1st Order Polynomial (affine)), tanto pela simplicidade matemática e as suas características, que satisfazem a transformação (D’ALGE, 2013), como também por se tratar de um mapa, onde cada elemento possui localização precisa (IBGE, 1999).

    As informações das coordenadas de entrada (XSource e YSource)e de saída (XMap e YMap), foram inseridas na Tabela de pontos de controle (PC), podendo ser visualizadas clicando no ícone Link–figura abaixo. O Residual refere-se ao deslocamento nas coordenadas e relata também o erro total. Na parte inferior esquerda, encontra-se o Total RMS Error, que se refere ao erro médio quadrático dos PC habilitados. Os valores aparecem na Link Table, para uma interpolação espacial com o polinômio de 1º Grau (também denominada de transformação).

  • Módulo Georreferenciamento e Padronização - ET-CQDG - Parte 036:59

    Olá pessoal,

    Bem vindos a nossa Aula 04- Georreferenciamento e Padronização - NORMA DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA CONTROLE DE QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS (ET-CQDG)

    O ato de georreferenciamento de uma imagem, mapa ou qualquer outra forma de informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas (pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de controle.

    Os pontos de controle são locais que oferecem uma feição física perfeitamente identificável, tais como intersecções de estradas e de rios, represas, pistas de aeroportos, edifícios proeminentes, topos de montanha, entre outros. A obtenção das coordenadas dos pontos de controle pode ser realizada em campo (a partir de levantamentos topográficos, GPS –Sistema de Posicionamento Global), ou ainda por imagens ou mapas (em papel ou digitais) georreferenciados.

    O processo de correção de precisão das imagens é realizado através do emprego de polinômio de 1º grau (1st Order Polynomial (affine)), tanto pela simplicidade matemática e as suas características, que satisfazem a transformação (D’ALGE, 2013), como também por se tratar de um mapa, onde cada elemento possui localização precisa (IBGE, 1999).

    As informações das coordenadas de entrada (XSource e YSource)e de saída (XMap e YMap), foram inseridas na Tabela de pontos de controle (PC), podendo ser visualizadas clicando no ícone Link–figura abaixo. O Residual refere-se ao deslocamento nas coordenadas e relata também o erro total. Na parte inferior esquerda, encontra-se o Total RMS Error, que se refere ao erro médio quadrático dos PC habilitados. Os valores aparecem na Link Table, para uma interpolação espacial com o polinômio de 1º Grau (também denominada de transformação).

  • Módulo Georreferenciamento e Padronização - ET-CQDG - Parte 0419:33

    Olá pessoal,

    Bem vindos a nossa Aula 04- Georreferenciamento e Padronização - NORMA DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA CONTROLE DE QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS (ET-CQDG)

    O ato de georreferenciamento de uma imagem, mapa ou qualquer outra forma de informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas (pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de controle.

    Os pontos de controle são locais que oferecem uma feição física perfeitamente identificável, tais como intersecções de estradas e de rios, represas, pistas de aeroportos, edifícios proeminentes, topos de montanha, entre outros. A obtenção das coordenadas dos pontos de controle pode ser realizada em campo (a partir de levantamentos topográficos, GPS –Sistema de Posicionamento Global), ou ainda por imagens ou mapas (em papel ou digitais) georreferenciados.

    O processo de correção de precisão das imagens é realizado através do emprego de polinômio de 1º grau (1st Order Polynomial (affine)), tanto pela simplicidade matemática e as suas características, que satisfazem a transformação (D’ALGE, 2013), como também por se tratar de um mapa, onde cada elemento possui localização precisa (IBGE, 1999).

    As informações das coordenadas de entrada (XSource e YSource)e de saída (XMap e YMap), foram inseridas na Tabela de pontos de controle (PC), podendo ser visualizadas clicando no ícone Link–figura abaixo. O Residual refere-se ao deslocamento nas coordenadas e relata também o erro total. Na parte inferior esquerda, encontra-se o Total RMS Error, que se refere ao erro médio quadrático dos PC habilitados. Os valores aparecem na Link Table, para uma interpolação espacial com o polinômio de 1º Grau (também denominada de transformação).

  • Módulo Georreferenciamento e Padronização - ET-CQDG - Parte 0510:30

    Olá pessoal,

    Bem vindos a nossa Aula 04- Georreferenciamento e Padronização - NORMA DA ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA PARA CONTROLE DE QUALIDADE DE DADOS GEOESPACIAIS (ET-CQDG)

    O ato de georreferenciamento de uma imagem, mapa ou qualquer outra forma de informação geográfica é tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência. Este processo inicia-se com a obtenção das coordenadas (pertencentes ao sistema no qual se pretende georreferenciar) de pontos da imagem ou do mapa a serem georreferenciados, conhecidos como pontos de controle.

    Os pontos de controle são locais que oferecem uma feição física perfeitamente identificável, tais como intersecções de estradas e de rios, represas, pistas de aeroportos, edifícios proeminentes, topos de montanha, entre outros. A obtenção das coordenadas dos pontos de controle pode ser realizada em campo (a partir de levantamentos topográficos, GPS –Sistema de Posicionamento Global), ou ainda por imagens ou mapas (em papel ou digitais) georreferenciados.

    O processo de correção de precisão das imagens é realizado através do emprego de polinômio de 1º grau (1st Order Polynomial (affine)), tanto pela simplicidade matemática e as suas características, que satisfazem a transformação (D’ALGE, 2013), como também por se tratar de um mapa, onde cada elemento possui localização precisa (IBGE, 1999).

    As informações das coordenadas de entrada (XSource e YSource)e de saída (XMap e YMap), foram inseridas na Tabela de pontos de controle (PC), podendo ser visualizadas clicando no ícone Link–figura abaixo. O Residual refere-se ao deslocamento nas coordenadas e relata também o erro total. Na parte inferior esquerda, encontra-se o Total RMS Error, que se refere ao erro médio quadrático dos PC habilitados. Os valores aparecem na Link Table, para uma interpolação espacial com o polinômio de 1º Grau (também denominada de transformação).

  • Geodatabase - Configuração, criação, edição e análise de dados0:38

    Olá pessoal,

    Em nossa próxima aula falaremos um pouco sobre criação e edição de dados vetoriais a partir de um personal Geodatabase.


    Essa aula acontecerá ao vivo no dia 20 de julho de 2019 nessa nova edição.


    Deixamos abaixo algumas informações sobre o que é Geodatabase e a estrutura por trás dele e algumas informações adicionais serão encontradas.

    Geodatabase: Banco de dados ou estrutura de arquivos usados principalmente para armazenar, consultar e manipular dados espaciais. O geodatabase armazena geometria, um sistema de referência espacial, atributos e regras de comportamento dos dados.

    Feature Class ou Classe de Feição: Grupo de feições geográficas com o mesmo tipo de geometria (como ponto, linha ou polígono), os mesmos atributos, e a mesma referência espacial.

    Principais razões para usar um geodatabase

    1° Estrutura - Versatilidade e usabilidade aprimoradas; Desempenho otimizado; Poucas limitações de tamanho.

    2° Desempenho - Fácil migração de dados; Modelo de edição aprimorado; Armazenamento de rasters no geodatabase.

    3° Gerenciamento de dados - Configuração de armazenamento passível de customização; Permite atualizações dos índices espaciais; Permite o uso de compressão de dados.

    Boa aula a todos.

  • Módulo de analises topográficas Acurácia, Perfis e 3D - Parte 0112:54

    Olá pessoal,

    Decidimos por iniciar a parte intermediária de nosso curso falando um pouco sobre informações que, invariavelmente, utilizamos. Sejam profissionais de Geociências ou Ciências Ambientais, sejam das Engenharias ou Arquitetura e Urbanismo. Até mesmo em algumas situações de GeoPrefeituras ou Análise e Ordenamento territorial com uso e ocupação do solo. É uma aula completa que traz ferramentas padrão na utilização e padronização de análises. 

    Nesse vídeo tratamos de conceitos e prática de análise de dados topográficos, validação desses dados, transformação e interpolação dos mesmos para reduzir o tamanho do pixel e assim, aumentar a acurácia do dado (2m x 2m), geração de curvas de níveis e TIN e projeção de dados em 3 dimensões.


    Materiais para download dos dados do curso:

     https://www.dropbox.com/sh/od951qd90exahvz/AADgg-ZTctyEEU9tEoGE-wxVa?dl=0

  • Módulo de analises topográficas Acurácia, Perfis e 3D - Parte 0212:21

    Olá pessoal,

    Decidimos por iniciar a parte intermediária de nosso curso falando um pouco sobre informações que, invariavelmente, utilizamos. Sejam profissionais de Geociências ou Ciências Ambientais, sejam das Engenharias ou Arquitetura e Urbanismo. Até mesmo em algumas situações de GeoPrefeituras ou Análise e Ordenamento territorial com uso e ocupação do solo. É uma aula completa que traz ferramentas padrão na utilização e padronização de análises. 

    Nesse vídeo tratamos de conceitos e prática de análise de dados topográficos, validação desses dados, transformação e interpolação dos mesmos para reduzir o tamanho do pixel e assim, aumentar a acurácia do dado (2m x 2m), geração de curvas de níveis e TIN e projeção de dados em 3 dimensões.

  • Módulo de analises topográficas Acurácia, Perfis e 3D - Parte 0318:05

    Olá pessoal,

    Decidimos por iniciar a parte intermediária de nosso curso falando um pouco sobre informações que, invariavelmente, utilizamos. Sejam profissionais de Geociências ou Ciências Ambientais, sejam das Engenharias ou Arquitetura e Urbanismo. Até mesmo em algumas situações de GeoPrefeituras ou Análise e Ordenamento territorial com uso e ocupação do solo. É uma aula completa que traz ferramentas padrão na utilização e padronização de análises. 

    Nesse vídeo tratamos de conceitos e prática de análise de dados topográficos, validação desses dados, transformação e interpolação dos mesmos para reduzir o tamanho do pixel e assim, aumentar a acurácia do dado (2m x 2m), geração de curvas de níveis e TIN e projeção de dados em 3 dimensões.

  • Módulo de Especialização em dados Hidrológicos - Parte 0112:51

    Olá,

    No nosso próximo exercício de SIG com ArcGis trazemos algumas análises hidrológicas de nível intermediário para criação de bacias e sub-bacias hidrográficas e drenagens, avaliações em 3 dimensões (3D) e demais cálculos.

    Tratamos destes dados de forma consciente e com o cuidado de levar a todos os alunos a melhor informação em relação a aplicação. Esperamos que os alunos possam aplicar em suas áreas e que possam aprender o máximo possível destas informações.

    Para realização desse exercício o aluno deverá ter realizado o exercício anterior, de Topografia.

    Esperamos que curtam e ficamos a disposição.

  • Módulo de Especialização em dados Hidrológicos - Parte 0216:11

    Olá,

    No nosso próximo exercício de SIG com ArcGis trazemos algumas análises hidrológicas de nível intermediário para criação de bacias e sub-bacias hidrográficas e drenagens, avaliações em 3 dimensões (3D) e demais cálculos.

    Tratamos destes dados de forma consciente e com o cuidado de levar a todos os alunos a melhor informação em relação a aplicação. Esperamos que os alunos possam aplicar em suas áreas e que possam aprender o máximo possível destas informações.

    Para realização desse exercício o aluno deverá ter realizado o exercício anterior, de Topografia.

    Esperamos que curtam e ficamos a disposição.

  • Módulo de Integração de dados topográficos (TIN) - Parte 0113:05

    Olá Pessoal,

    Nessa aula tratamos de integrar 3 análises que podem sugerir intervenções antrópicas para otimização na acumulação de água em reservatórios, de forma a analisar o comportamento das drenagens dentro do limite de bacias e sub-bacias e qual a relação topográfica ou de declividade em relação a captação e gestão de água, dentre outras análises.

    Mais uma análise que podemos fazer uso e aplicar em diversas áreas.

    Boa aula.

  • Módulo de Integração de dados topográficos (TIN) - Parte 0217:52

    Olá Pessoal,

    Nessa aula tratamos de integrar 3 análises que podem sugerir intervenções antrópicas para otimização na acumulação de água em reservatórios, de forma a analisar o comportamento das drenagens dentro do limite de bacias e sub-bacias e qual a relação topográfica ou de declividade em relação a captação e gestão de água, dentre outras análises.

    Mais uma análise que podemos fazer uso e aplicar em diversas áreas.

    Boa aula.

  • Módulo de Integração de dados topográficos (TIN) - Parte 0312:44

    Olá Pessoal,

    Nessa aula tratamos de integrar 3 análises que podem sugerir intervenções antrópicas para otimização na acumulação de água em reservatórios, de forma a analisar o comportamento das drenagens dentro do limite de bacias e sub-bacias e qual a relação topográfica ou de declividade em relação a captação e gestão de água, dentre outras análises.

    Mais uma análise que podemos fazer uso e aplicar em diversas áreas.

    Boa aula.

  • Módulo de Integração de dados topográficos (TIN) - Parte 0414:04

    Olá Pessoal,

    Nessa aula tratamos de integrar 3 análises que podem sugerir intervenções antrópicas para otimização na acumulação de água em reservatórios, de forma a analisar o comportamento das drenagens dentro do limite de bacias e sub-bacias e qual a relação topográfica ou de declividade em relação a captação e gestão de água, dentre outras análises.

    Mais uma análise que podemos fazer uso e aplicar em diversas áreas.

    Boa aula.

  • Especialização em PDI - NDVI e Transformada Tasseled Cap - Parte 0113:14

    No presente exercício faremos a análise de imagens sobre Índice de Vegetação por Diferença Normalizada e pela Transformada Tasseled Cap e as compararemos.

    Falando um pouco sobre as duas:

    "Um NDVI é frequentemente usado em todo o mundo para monitorar a seca, monitorar e prever a produção agrícola, auxiliar na previsão de zonas de fogo perigosos, e mapear avanço da desertificação. O NDVI é o preferido para monitoramento global vegetação porque ajuda a compensar a mudança das condições de iluminação, inclinação da superfície, aspecto, e outros fatores externos "(Lillesand 2004).

    A Tasseled Cap e suas 3 dimensões de análise:

    O primeiro componente, denominado Brightness (brilho), é uma soma ponderada de todas as bandas e está relacionado à variação espectral do solo, consequentemente em processos que afetam esta propriedade, tais como mudanças na distribuição de tamanho das partículas do solo.

    O segundo componente é chamado de Greenness (verdor) e é representada como um contraste entre a soma das bandas do visível e do infravermelho próximo. Esta componente está diretamente relacionada à variáveis associadas à cobertura vegetal.

    O terceiro componente, que recebe o nome de Wetness (umedecimento), contrasta a soma das bandas do visível e infravermelho próximo com a soma das bandas do infravermelho médio. Esta banda expressa primariamente a umidade do solo e em menor grau o status hídrico da vegetação. (SILVA, 2004; GLERIANI et al., 2003).

    Boa aula a todos.

  • Especialização em PDI - NDVI e Transformada Tasseled Cap - Parte 0212:35

    No presente exercício faremos a análise de imagens sobre Índice de Vegetação por Diferença Normalizada e pela Transformada Tasseled Cap e as compararemos.

    Falando um pouco sobre as duas:

    "Um NDVI é frequentemente usado em todo o mundo para monitorar a seca, monitorar e prever a produção agrícola, auxiliar na previsão de zonas de fogo perigosos, e mapear avanço da desertificação. O NDVI é o preferido para monitoramento global vegetação porque ajuda a compensar a mudança das condições de iluminação, inclinação da superfície, aspecto, e outros fatores externos "(Lillesand 2004).

    A Tasseled Cap e suas 3 dimensões de análise:

    O primeiro componente, denominado Brightness (brilho), é uma soma ponderada de todas as bandas e está relacionado à variação espectral do solo, consequentemente em processos que afetam esta propriedade, tais como mudanças na distribuição de tamanho das partículas do solo.

    O segundo componente é chamado de Greenness (verdor) e é representada como um contraste entre a soma das bandas do visível e do infravermelho próximo. Esta componente está diretamente relacionada à variáveis associadas à cobertura vegetal.

    O terceiro componente, que recebe o nome de Wetness (umedecimento), contrasta a soma das bandas do visível e infravermelho próximo com a soma das bandas do infravermelho médio. Esta banda expressa primariamente a umidade do solo e em menor grau o status hídrico da vegetação. (SILVA, 2004; GLERIANI et al., 2003).

    Boa aula a todos.

  • Módulo Model Builder - Básico ao Avançado - Parte 0117:25

    Olá,

    Na nossa aula de hoje aprenderemos a utilizar mais uma ferramenta do software ArcGis que nos auxilia na otimização de tarefas e agiliza sobremaneira nossos trabalhos, análises e modelagens.

    Muitas vezes trabalhamos com rotinas diárias que nos levam a realizar sempre o mesmo procedimento no software, utilizando muitas vezes o mesmo conjunto de ferramentas, modificando ou não somente a base de dados diferentes (muitas vezes somente a localização).

    Com o intuito de otimizar esses procedimentos que muitas vezes demandam um tempo muito grande, podemos criar modelos que automatizem essas funções para nós.

    Existem dois tipos de Model: abertos e fechados.

    Trabalharemos com o aberto, para que possamos ter a liberdade de adicionar dados diferentes para a realização do fluxo de trabalho mais complexo.

    Esse é um exercício realmente para usuários intermediários do software. Isso porque, o conhecimento de todos os processos já devem estar bem embasados para que se possa desenvolver mentalmente o organograma do processo.

  • Módulo Model Builder - Básico ao Avançado - Parte 0228:03

    Olá,

    Na nossa aula de hoje aprenderemos a utilizar mais uma ferramenta do software ArcGis que nos auxilia na otimização de tarefas e agiliza sobremaneira nossos trabalhos, análises e modelagens.

    Muitas vezes trabalhamos com rotinas diárias que nos levam a realizar sempre o mesmo procedimento no software, utilizando muitas vezes o mesmo conjunto de ferramentas, modificando ou não somente a base de dados diferentes (muitas vezes somente a localização).

    Com o intuito de otimizar esses procedimentos que muitas vezes demandam um tempo muito grande, podemos criar modelos que automatizem essas funções para nós.

    Existem dois tipos de Model: abertos e fechados.

    Trabalharemos com o aberto, para que possamos ter a liberdade de adicionar dados diferentes para a realização do fluxo de trabalho mais complexo.

    Esse é um exercício realmente para usuários intermediários do software. Isso porque, o conhecimento de todos os processos já devem estar bem embasados para que se possa desenvolver mentalmente o organograma do processo.

  • Conceitos de Lógica de programação e aplicação em Python (ArcPy)0:02

Requirements

  • O aluno deverá ter conhecimento da plataforma windows e conhecimentos básicos de Cartografia

Description

No Curso de Introdução ao Software Arcgis consideramos que todos os presentes estão tendo seus primeiros contatos com o programa. Ao participar deste curso o aluno será conduzido no processo de inicialização de projetos envolvendo mapeamento temático e Sistemas de Informações Geográficas (SIG), passando pela integração com banco de dados geoespacial até a produção de um layout completo do mapa para impressão.

Na parte do Curso de Uso Intermediário e Avançado do Software ArcGis o participante aprenderá sobre recursos mais complexos do programa para aplicações variadas como processamento digital de imagens de satélite, Geoestatística, delimitação de bacias hidrográficas, entre vários outros tópicos.


Who this course is for:

  • Geólogos, Engenheiros, Geógrafos, Analistas de Meio Ambiente, Agrônomos, Engenheiros Florestais , Ambientais e Sanitaristas, Biólogos, Ecólogos, Engenheiros de Minas, Arquitetos e Urbanistas e Técnicos das mais diversas áreas.