
Seja livre - Liberte-se da dependência química e compulsões e previna recaídas
O Programa Seja livre, tem como objetivo principal a prevenção a recaídas em drogas, vícios e compulsões, e recursos para autonomia e liberdade psíquica.
A prevenção a recaída nas drogas requer cuidados em relação a diversos fatores que podem desencadeá-los e, via de regra, têm origem psicológica e social: são os chamados gatilhos emocionais. O trabalho de reabilitação do paciente em adicção depende da abstinência, de modo que cabe ao paciente e às pessoas próximas evitar determinados tipos e situações.
Neste Curso tratamos de resumir como funciona o trabalho de prevenção a recaída, quais as situações e sentimentos que podem levar a esse quadro e como a família pode dar apoio ao paciente em processo de recuperação.
Processo de prevenção a recaída nas drogas
Existe uma série de mudanças envolvidas na prevenção da recaída, principalmente no que diz respeito a mudanças de hábitos, ambientes, amizades etc.
É necessário evitar pessoas e situações que levem ao uso das substâncias e cabe a cada paciente, com ajuda especializada, descobrir quais são os ambientes onde se sente seguro em relação ao risco de recaída.
Muitos pacientes precisam reformular todo seu círculo de amizades, bares e lugares que costumava frequentar, amigos que seguem usando drogas, situações emocionais que despertam o desejo do vício.
Por meio de recursos adequados, acompanhamento profissional e a busca por autoconhecimento e autocontrole, o paciente vai aos poucos desenvolvendo uma nova rotina onde o consumo de drogas não está incluso, estabelecendo novos laços sociais saudáveis e descobrindo o interesse em novas atividades.
Gatilhos emocionais ou padrões que desencadeiam recaídas
A recaída começa muito antes do ato de consumir a droga novamente, ou de qualquer outro padrão que a pessoa possua. Começa com uma situação que gera algum tipo de necessidade de anestesiar as emoções principalmente quando a pessoa se encontra em um estado com poucos recursos emocionais e cognitivos. Ou seja, é o sofrimento emocional que leva o paciente a refugiar-se novamente no uso de drogas, desconectando-o do compromisso que assumira consigo mesmo ao aceitar seguir o tratamento.
Existe uma série de situações que podem aumentar drasticamente as chances de recaída, tais como:
Depressão e outras doenças emocionais;
Problemas em casa;
Falta de autonomia, sentido, propósito e um porque para poder lutar;
Frustração;
Desafios aos quais a pessoa se sente com poucos recursos para poder enfrentar;
Pressão social ou no trabalho;
Ambientes onde ocorre o consumo de drogas;
Pessoas sob efeito de drogas;
Amigos ou conhecidos que oferecem as substâncias;
Retorno aos mesmos ambientes e padrões antigos de relacionamento;
Estados de euforia;
Doenças graves;
Fim de relacionamento.
Papel da família na prevenção à recaída nas drogas
O papel da família é essencial na prevenção à recaída no uso de drogas, pois que pacientes com apoio familiar apresentam melhora mais rápida no tratamento, recuperação e prognóstico. Ou seja, o adicto tem menos chance de voltar a consumir drogas se puder contar com a compreensão e a ajuda de seus familiares e demais pessoas próximas. Entretanto as vezes o padrão codependente do familiar pode acabar mesmo sem saber, incentivando a recaída ou a permanência no vício, seja qual for, desde a droga, bebida, compulsão alimentar, promiscuidade sexual, jogatina, compulsão por compras etc..
A prevenção a recaída no consumo de substância, portanto, depende de cada caso, dos gatilhos emocionais do paciente e, sobretudo, do suporte emocional que ele recebe de seus entes queridos.
Somente quando o adicto acredita ter motivos para melhorar e manter-se sóbrio é que este encontra forças para lutar diariamente contra a força dos vícios. Essa é uma doença grave, e requer uma abordagem multidisciplinar, ou seja com diversos profissionais envolvidos, entretanto, o Programa Seja Livre tem como objetivo fornecer recursos e autonomia para ajudar você, seus familiares ou clientes neste processo.
Vícios e compulsão
O consumo exagerado de bebidas alcoólicas, nicotina, substâncias ilícitas; a necessidade de se comprar mais e mais; o prazer sexual somente através da pornografia ou do encontro com inúmeros parceiros e parceiras; a compulsão por trabalhar mais e mais ou por modificar cada vez mais o próprio corpo; o uso ilimitado da internet e do celular mesmo na madrugada: todos estes comportamentos interferem no mecanismo de prazer e recompensa do nosso cérebro e podem adquirir características patológicas.
Os vícios podem válvulas de alívio para determinadas situações de angústia e mal-estar ou podem ser reflexo de uma constante busca por mais prazer. No entanto, na repetição constante destes ciclos, a dose de antes não é suficiente para a dor ou o prazer de hoje e as pessoas vão aos poucos se tornando servas daquilo que antes acham que controlavam. Se faz necessário então entender a intenção positiva por trás deste padrão de comportamento indesejado e intervir com os recursos ensinados através da Terapia Neurocientífica.
Algumas dicas muito importantes ao fazer essa formação:
Ao longo das minhas dezenas de formações e de décadas de atendimento, o principal conselho que posso destacar ao você fazer essa formação é sempre buscar a intensão positiva por trás de qualquer padrão ou crença limitante. Pois se você entender qual a intenção positiva que rege o padrão, você tem chave da mudança.
Em segundo lugar, entender também que o ser humano agem com os recursos que possui, ou seja, na maioria das vezes o problema é falta de recursos, pois quanto mais recursos a pessoa que está experienciando os problemas de vícios e compulsões tiver, mais fácil será lidar com esses padrões.
Em terceiro lugar, dissecar também o hábito limitante, pois todo o hábito tem um gatilho, um estímulo e uma recompensa, e ao alterar um deles, o resultado será diferente.
E por último, lembrar que o ser humano só se move para ter prazer ou evitar a dor.
Importante: O diferencial desta formação é que além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e aplicado em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais, e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem a realidade das dificuldades dos contextos profissional ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações, e aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.
Também destaco que este conteúdo é fruto de mais duas décadas como Terapeuta, Especialista em Autogestão e solução de impasses, e também com grupo de apoio a dependência química e psíquica. Também possuo Formação e apoio junto a Cruz Azul e como voluntário, e em uma Clinica de Reabilitação a usuários de drogas, e após compreender os padrões que acabam debilitando as pessoas, compilei em um curso para você..
Observação: A apostila está abaixo e em cada página há ferramentas e recursos adicionais para complementar seus estudos. Também informo que este conteúdo está sujeito a melhorias para atender melhor as demandas dos alunos, por essa razão basta postar um vídeos que eu gravo uma aula para você.
Luis Lindner
RECURSOS PARA SUPERAR AS ADVERSIDADES
Quer queiramos ou não, a adversidade faz parte da vida. Superar as adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Os problemas, sejam grandes ou pequenos apresentam-se a nós durante toda a nossa existência. Independentemente de quão animado, inteligente, ou contente estejamos no momento, independentemente de a vida nos correr às mil maravilhas, inesperadamente todos nós algumas vezes somos confrontados com problemas, lutas, desafios, dificuldades. É como se fossemos postos à prova, para vermos de que fibra somos feitos, como é que conseguimos enfrentar algumas situações catastróficas e angustiantes.
Não pretendo passar a mensagem que quanto mais adversidade melhor, nem sou apologista de que o sofrimento é algo de bom. Não, o sofrimento incapacitante não é benéfico. Ainda assim, não invalida que pensamos nele como uma realidade que acontece na vida de cada um de nós, certamente em número e intensidade diferentes de pessoa para pessoa. Quando acontece, aceitá-lo é uma parte da estratégia para nos livrarmos de mais sofrimento. Aceitá-lo pode constituir uma forma de nos reestruturarmos e seguirmos em frente.
Conforme Havelock Ellis escreveu: “A dor e a morte são parte da vida. Rejeitá-las é rejeitar a própria vida. ”
Na verdade, graças a Deus pela adversidade! Aprender a lidar e superar as adversidades, é o que nos faz ser quem somos. Cada desafio, a cada dificuldade que enfrentamos com êxito na vida serve para fortalecer a nossa força de vontade, confiança e capacidade de vencer os obstáculos futuros.
Heródoto, filósofo grego, disse: “A adversidade tem o efeito de atrair a força e as qualidades de um homem que as teria adormecido na sua ausência. ”
Quando você responder de forma positiva e construtiva aos seus maiores desafios, as qualidades as forças e virtudes como, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança emergem lá de dentro. É claro que, dado que somos humanos, é muito fácil cairmos na auto piedade, na injustiça da vida, ou na armadilha do “por que eu? ”. Quando fazemos isso, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham a adversidade.
No entanto, assim que conseguimos ou nos permitimos pensar mais claramente, que somos capazes de deixar a vitimização autodestrutiva e pensamentos improdutivos, também ficamos mais capacitados para lidar com o que está diante de nós.
DICAS PARA SUPERAR A ADVERSIDADE
1. Esteja atento, e aceite que a adversidade é inevitável na vida
Como já foi referido, a adversidade faz parte da vida. Uma vez que nos aconteça algum infortúnio, não o aceitar ou resistir-lhe só vai fazer com que persista. Não quero dizer com isto, que sejamos passivos ou complacentes com a adversidade e que ao aceitá-la nada façamos para minimizar ou recuperar dela. Não é nada disso, o que quero dizer é que aceitar é um caminho para se desprender e reestruturar-se. É uma forma viável de procurar caminhos alternativos e seguir em frente.
Onde quer que possamos ir existe certamente alguma forma de adversidade, mesmo que não seja a nossa. Há inundações, tsunamis, pandemias, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento exacerbado é opcional. Tal, como por contraste a felicidade é possível mas é opcional. Então o que podemos fazer?
2. Construa os seus recursos internos
Antes que a adversidade o atinja, deve propor-se a trabalhar no seu equilíbrio emocional, através do desenvolvimento de sua inteligência emocional com recursos emocionais e cognitivos que dão sustentabilidade a inteligência emocional.
Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode preparar-se mentalmente para enfrentar as adversidades, semelhantemente ao sentimento de um soldado que vai para a guerra. Ele (ou ela) prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto.
Atenção, não estou dizendo que nós devemos nos movimentar na vida sempre em alerta, a ver onde está o perigo ou com o sentimento de que estamos na eminência de nos acontecer algo de ruim. Não, isso não é benéfico, pelo contrário, pode ser contraproducente. Mas tal como um médico, enfermeiro, bombeiro, ou paramédico, ou você mesmo se prepara com um curso de primeiros socorros para agir em consonância quando for necessário salvar uma vida em aflição eminente, assim deveremos também fazer nós.
A preparação para reagir, para agir e saber como atuar em situações difíceis, é como um Kit de Primeiros Socorros para quando o “azar” nos bater à porta. Se tivermos e soubermos usar, certamente evitaremos danos maiores.
Outro recurso valioso é a autoconfiança. A Confiança que tudo vai dar certo, a esperança que sempre há uma luz no fim do túnel, e esperança que “este infortúnio também passará. ” Tudo na vida tem o seu lugar e propósito, cabe-nos a nós fazer essa gestão.
3. Construa os seus recursos externos
Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Quando as coisas ficam difíceis, todos nós precisamos de encorajamento e apoio. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você ficaria surpreso ao descobrir quantas vezes um amigo teve uma experiência semelhante e pode ajudar a guiá-lo no momento difícil.
O fato de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se a sua condição perante a adversidade não for ultrapassada, poderá gerar problemas psicológicos como a depressão ou ansiedade.
4. Aquilo que não mata nem sempre faz você mais forte
Desculpe Nietzsche, mas não posso concordar integralmente na afirmação, “o que não nos mata torna-nos mais fortes“, ela não é completamente realista. Por exemplo, se você não tiver construído e desenvolvido determinados tipos de resistência ou experiência suficientes para lidar com a dificuldade, a adversidade pode esmagá-lo. Por outro lado, se você tem resistência suficiente, se desenvolveu e trabalhou determinadas forças, então na verdade isso vai fazer você ficar mais forte. Como assim, você pergunta?
A Resiliência como qualquer músculo no nosso corpo é construída gradualmente e exponencialmente com a exposição repetida aos obstáculos e às forças externas. Não necessariamente, se você não tem prática no enfrentamento dos obstáculos (como quando você escolhe evitá-los), se você decidir ainda assim propor-se ao desafio de tentar, a coisa certamente correrá mal, um evento traumático pode derrubá-lo.
Como tudo na vida, a preparação é amiga da eficácia e do sucesso.
Para destacar este ponto, as pesquisas têm mostrado que crianças traumatizadas são mais, e não menos, prováveis de virem a sofrer novamente de algum tipo de trauma ou consequência negativa. Da mesma forma, aqueles que crescem em bairros difíceis têm uma propensão para o desequilíbrio emocional, tornam mais susceptíveis perante a adversidade, não se tornam mais resilientes, e são mais propensos a debater-se na vida.
5. Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com a adversidade
Há muitas histórias e biografias em livros, séries e até mesmo na família que são inspiradoras, de pessoas que superaram obstáculos aparentemente intransponíveis. Eles triunfaram sobre as suas adversidades para viver uma vida produtiva e bem-sucedida, em vez de se renderem a elas.
Não quero com isto dizer que ao ver, ler ou assistir aos feitos dos outros os seus problemas ficam resolvidos, ou que isso diminuirá a dor ou o sentimento que tem. Provavelmente não, e essa não é a minha intenção.
Ao tomar consciência das estratégias e formas que essas pessoas acionaram e/ou utilizaram para fazer face aos seus problemas ou para ir ao encontro dos seus sonhos e objetivos, pode promover e estimular em si uma mudança de perspectiva face à sua situação. Esta mudança de perspectiva pode ser promotora para descobrir novos caminhos para a resolução das adversidades que por ventura você se encontra ou poderá encontrar.
Alguns exemplos de pessoas que ultrapassaram adversidades na sua vida:
Helen Keller: Perdeu a visão e a audição devido a uma febre misteriosa quando tinha apenas 18 meses de idade. Ela superou a surdez e a cegueira, tornou-se numa mulher forte e com formação e promoveu os direitos das mulheres.
Winston Churchill: Superou um problema de gaguez e fraco desempenho na escola, para se tornar primeiro-ministro do Reino Unido e um dos mais influentes líderes políticos do século XX. Ele também era conhecido pelos seus discursos poderosos e empolgantes.
Wilma Rudolph: Nasceu prematuramente, foi a vigésima de vinte e dois filhos. Ela superou uma pneumonia dupla, escarlatina e poliomielite para se tornar vencedora de três medalhas de ouro em pista nos Jogos Olímpicos de Roma em 1960.
Lance Armstrong: Superou o cancro nos testículos que se espalhou para o cérebro e pulmões (foi-lhe dito que ele tinha uma chance de apenas 40% de sobrevivência) para voltar e ganhar o Tour de France mais sete vezes!
J.K. Rowling: Nasceu numa família pobre, saiu de um péssimo casamento com um bebê e a viver da ajuda do governo, escreveu o seu primeiro livro de Harry Potter e foi rejeitado pela maioria dos editores até Bloomsbury Publishing acreditar no seu valor. Preciso dizer mais?
A determinação, superação e persistência permitiu que todas estas grandes pessoas ultrapassassem as suas adversidades e fossem bem-sucedidos. Se eles conseguiram fazer isso, certamente o resto de nós pode invocar a força e a coragem para pelo menos tentar superar as nossas adversidades!
Em síntese:
· Os tempos difíceis que acontecem na nossa vida, podem ajudar-nos a compreender e a apreciar os momentos em que as coisas nos correm bem.
· Olhe para as oportunidades de aprendizagem que todas as situações adversas contêm.
· Decida que a sua experiência vai lhe possibilitar crescer, sair mais forte ou proporcionar aprendizado. Dependendo da forma como você interpreta a situação, acha que a poderia olhar de uma outra forma, de preferência mais capacitadora.
Lembre-se que a adversidade faz parte da vida. Quando resolvemos enfrentar e superar, tornamo-nos especialistas em lidar com ela e, consequentemente, promovemos o triunfo sobre as nossas lutas do dia-a-dia.
Luis Lindner
Seja livre através da Autoliderança e Autogestão
A fim de evitar recaídas e obter recursos e autonomia, tendo em vista minha experiência de mais de duas décadas como terapeuta, coach, consultor e também com auxílio a dependentes químicos, descobri que a maior parte dos padrões que levam as pessoas a cair ou recair nos vícios e compulsões, é a falta de sentido, propósito, autonomia, clareza e um "porque" claro e definido. Ou seja, esta conclusão eu obtive ajudando dependentes em grupos de apoio e em auxílio em clinicas de reabilitação, portanto este programa é efetivo dentro da sua área de abrangência, entretanto é importante deixar claro que normalmente a libertação de um dependente é uma ação multidisciplinar, isto é, com apoio de outros profissionais envolvidos, principalmente quando há substancias químicas envolvidas. Entretanto, como os recursos deste cursos servem para ajudar a alterar diversos tipos de padrões limitante, desde compulsão alimentar até jogatinas, dependência afetiva etc..
Por essa razão, destaco que este programa é eficaz em fornecer estes recursos através da Autoliderança e Autogestão, pois como dizia Viktor Frankl, psiquiatra que, na condição de prisioneiro de um campo de concentração nazista, escreveu um livro incrível chamado “Em Busca de Sentido”, dizia: Que quem tem um “porquê” enfrenta qualquer “como”...
Introdução a Autoliderança
“Autoliderança é um processo, através do qual as pessoas influenciam a si próprias de maneira a alcançar a auto-direção e auto-motivação para se comportar e executar o que precisa de maneira efetiva no alcance dos objetivos ou qualidade de vida desejada. Autoliderança utiliza técnicas de controle de pensamento e comportamento, auto-recompensa e autorregulação que proporcionam quem a pratica um desempenho mais confiante, focado e criativo, com melhores resultados para o alcance do sucesso pessoal e profissional. A autoliderança hoje é de grande interesse, particularmente para lideranças, empresas e instituições, e serve como alicerce de uma liderança de alta performance.”
Identidade: Ponto de partida para construir a vida que você quer experienciar
A identidade como ponto de partida é outro diferencial de nossa formação, ou seja, para eu construir o futuro que desejo, preciso em primeiro lugar saber quem eu sou. É preciso compreender que todo o ser humano que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta,na maioria das vezes são as piores possíveis. Exemplo: más companhias, drogas ou outros tipos de vícios, propostas que não fazem sentido, ou que não torna a pessoa realizada.
Missão e propósito
Dentro da metodologia apresentada de, temos um diferencial muito importante, que é o uso da identidade do cliente como ponto de partida, pois somente é possível construir o futuro desejado se seu cliente sabe exatamente quem é, caso contrário, o processo fica falho. Mais uma vez acho pertinente destacar a Viktor Frankl, psiquiatra que, na condição de prisioneiro de um campo de concentração nazista, escreveu um livro incrível chamado “Em Busca de Sentido”, dizia: Que quem tem um “porquê” enfrenta qualquer “como”...
Nesta aula vamos abordar valores, a importância de conhecê-los e prezá-los para um processo bem sucedido.
O que são valores? Valor é tudo aquilo que é importante para você, pois são eles norteiam suas decisões. Todos os sonhos e todas as metas são geradas por valores, e devem ser prezados em seus planos.
Funções dos valores:
Os valores são as forças motivacionais do comportamento humano, e são eles que estabelecem os critérios que irão funcionar como padrões que mensurarão o quanto uma ação ou meta alcançada foi satisfatória ou não.
EMPODERAMENTO: O PODER DO FOCO E AÇÃO CONSTANTE
Muitos de nós e de nossos clientes muitas vezes têm crenças que são programas e que nos limitam, e o objetivo deste módulo é trabalhar as principais crenças que limitam nossos clientes.
Para superar esse bloqueio, aqui está uma abordagem que lhe permitirá identificar aqueles itens que são essenciais para você escolher realizar e descartar o resto. Por favor, coloque esta atividade na sua lista precisa fazer agora e não na sua lista dos deve fazer. Marque o prazo em que você terá completado esta atividade. Que tal hoje no final do dia? Pegue a sua lista de "deveria" e acrescente mais quatro colunas. A seguir nomeie as quatro colunas adicionais como:
1. O que acontecerá se eu fizer isso?
2. O que acontecerá se eu não fizer isso?
3. O que não vai acontecer se eu fizer isso?
4. O que não vai acontecer se eu não fizer isso?
O FIM DO FRACASSO
Muitos de nossos clientes ou parentes em geral tem muito medo de errar ou de fracassar, e isso os impede de avançar em suas ações e projetos. Mas a verdade é que fracasso não existe, o que existe é feedback. Então o segredo do sucesso passa a ser a persistência de formas diferentes até ter o objetivo alcançado. A história nos mostra que a diferença de quem tem o sucesso para quem não tem é unicamente não desistir e tentar de outras formas até conseguir.
PENSAR CORRETAMENTE
A grosso modo, simplificando uma série de processos complexos, pensar é fazer e responder perguntas, mas há um critério importante para isso: A direção em que as perguntas te movem...
APRENDA A FAZER AS PERGUNTAS CERTAS.
Uma pergunta muito comum por pessoas que estão carentes de sentido e que podem trazer péssimas respostas:
O que há de errado comigo?
Essa pergunta não possui lógica, pois ela foca em procurar problemas e não soluções, e acessa memórias que muitas vezes podem levá-lo a um estado sem recursos.
Como perguntar corretamente?
As perguntas certas devem mover você na direção de superação de seus obstáculos, em vez de move-lo a inquerir o porque dos mesmos.
Tétrade na construção dos estados emocionais
Com a PNL aprendemos que você pode sentir-se bem no momento que desejar, basta usar seus recursos para resgatar o “Eu” nos focos de tensão através de suas Âncoras. Mas o que é O que é Programação Neolinguística - PNL? É o estudo da estrutura da experiência subjetiva. Ela estuda os Padrões (“programação”) criados pela interação entre o cérebro (“neuro”), a linguagem (“lingüística”) e o corpo (“fisiologia”).
A PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos, e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, ela estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher a maneira que quer funcionar.
Na PNL também aprendemos que cada um de nós é responsável pelo seu estado emocional. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmados, isso não caiu de paraquedas, somos nós que estamos criando isso através da tétrade que é a fonte dos estados.
Nossos estados, sentimentos e emoções são criados por uma tétrade : nossa fisiologia (corpo), nossa linguagem (palavras), o que nós falamos, o foco de nosso pensamento e as nossas crenças ou convicções.
O estado emocional em que estamos determina nosso comportamento, portanto a mudança ocorre através da alteração de um ou mais elementos da tétrade. Esse conhecimento pode nos tirar do papel de vítima e nos tornar mais proativos e mais no controle da nossa própria vida.
Resgate do EU e estado de presença para sair dos padrões limitantes
O cérebro possui uma incrível característica: A plasticidade neural. Por essa razão, é importante entendermos que ao implementarmos uma âncora ou alterarmos um padrão, na busca do cérebro que poupar energia, ele vai assumir o novo padrão e tornar e deixar de acessar o padrão antigo.
Essa informação possui uma grande importância, pois nosso cérebro é uma massinha de modelar, e isto significa que você pode ser, sentir e viver a vida que você quiser. Por essa razão, uma das ferramentas muito úteis pode ser o resgate do eu do Dr. Richard Moss, assim como a ancoragem e outras entregues nesta formação.
O estado de presença do Dr. Richard Moss também pode ser usado como uma âncora para um estado emocional de tranquilidade. Em menos de 2 minutos você poderá quebrar um estado emocional enfraquecedor e recuperar seu poder cognitivo.
O Dr. Richard Moss propôs uma âncora para resgatar o EU e trazê-lo para o presente. Tome uma ou duas respirações e diga o seguinte:
1.Eu estou aqui agora...
2.Quem eu sou começa agora!
Ancorando, Acessando e re-acessando representações e estados ricos de recursos
Quando é importante controlar o conteúdo de um sistema de representação, como quando você está trabalhando com um ponto de decisão em uma estratégia, você precisará de uma maneira de assegurar o acesso e o re-acesso fácil a essa representação particular associada com esse ponto de decisão. Isto é realizado com um procedimento que nós chamamos de ancoragem. A maioria de vocês teve a experiência em que, na comunicação com os clientes, amigos ou associados, alcançaram um determinado nível de rapport e compreensão que era um recurso muito positivo para vocês dois. Mais tarde, entretanto, o fluxo de conversação, da discussão ou da negociação muda. A interação torna-se mais tensa ou difícil, e você deseja ter uma maneira de re-acessar as experiências positivas que vocês compartilharam antes. Ancoragem é um processo que permite que você faça isso.
A grande vantagem é a Plasticidade Neural nestes exercícios que muda as conexões e transforma você..
Como estabelecer metas e objetivos Autoliderança
Metodologia ESPERTA 1. Específica 2. Sistêmica 3. Prazo 4. Evidência 5. Recursos 6. Tamanho 7. Alternativas
1° - Específica: É preciso especificar detalhadamente o que você quer conquistar: Está ao seu alcance? Está sob seu controle? Sua meta precisa ser elaborada em termos positivos, pois uma meta negativa, tipo “Eu não vou comer demais”, cria um ensaio mental desse comportamento. É o mesmo que dizer “Não pense num fusca vermelho”. Você já pensou. O correto é “Eu vou comer pouco”. A minha meta gera imagens daquilo que eu quero ao invés daquilo que eu não quero?
2° - Sistêmica: É preciso considerar o efeito da realização de sua meta em nível sistêmico, isto é, como vai combinar com suas outras metas; como vai afetar outras áreas de sua vida, do trabalho, da família, etc. O que eu vou ganhar e perder? Ela é congruente com meus valores? Ela cabe dentro da minha missão?
3° - Prazo: Toda meta precisa ter um prazo para ser realizada. É muito importante que estabeleça uma data específica para a sua conquista, bem como os passos específicos em sua rota.
4° - Evidência: É preciso ter evidências ou parâmetros que confirmem a realização da meta, assim como é importante ter feedback durante o processo, para se auto corrigir. Como vou saber que estou conseguindo me aproximar da minha meta? Como vou saber se avancei em relação a minha meta? Se você já tivesse alcançado, como seria? Que evidências vou usar?
5° - Recursos: É preciso identificar os recursos já existentes, e que recursos ainda são necessários para a realização da meta. Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Diretor de Marketing. Ele deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Diretor de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais capacidades ele tem e quais deverá desenvolver. Nunca esqueça que network também é um útil recurso.
6° - Tamanho: Não se subestime, pois sua meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. Se ela for inatingível, ela desmotivará o coachee, e se for pequena demais não promoverá crescimento. A meta grande precisa ser dividida em etapas ou áreas a serem trabalhadas separadamente. Por exemplo: Uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta se tornar diretor em 10 anos. Será que ele não está se subestimando?
7° - Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, Plano C... Sua meta precisa ter opções no plano de ações, uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha. Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios? O seu plano C poderá virar o plano A...
Os 4 passos para levantar os subsídios para a composição do plano de ação para o estado desejado são: 1° - Perguntas que identifiquem o gap entre o que se tem e o que se deseja; 2° - Modelagem de performances de sucesso; 3° - Ponte ao futuro através imaginação na primeira pessoa do singular do estado e objetivo desejado; 4° - Loop: Perguntas.
CRENÇA: O nascimento da excelência
As crenças são os princípios e fundamentos da ação, são as regras de sua vida, assim, se você quiser saber no que uma pessoa acredita, observe o que ela faz, e não apenas o que ela diz crer...
"O homem é o que ele acredita.“ Anton Tchecóv
Fontes de onde tiramos nossas crenças:
A primeira fonte é o ambiente, é aí que estão sendo produzidos os sucessos, os fracassos, as frustrações e privações da vida diária. Se tudo que você vê é fracasso e desespero, é muito difícil para você formar representações internas que favoreçam o sucesso.
A maioria de nós tem experiências das quais nunca esquecerá, circunstâncias que provocaram tal impacto, que ficaram instaladas para sempre em nossos cérebros.
São essas as espécies de experiências que formam as crenças que podem
mudar nossas vidas.
Um segundo caminho para criar nossas crenças é através do conhecimento. Uma experiência direta é uma forma de conhecimento. Outra é obtida pela leitura, vendo filmes, vendo o mundo como é retratado por outros.
O conhecimento é uma das grandes maneiras de quebrar as algemas de um ambiente limitador. Não importa quão rígido seja o seu mundo, se você puder ler sobre as realizações dos outros, pode criar as crenças que lhe permitirão ser bem-sucedido.
Um terceiro caminho para criar nossas crenças é obtido através de nossos resultados passados. A maneira mais certa para criar a crença de que você pode fazer alguma coisa é fazê-la uma vez, só uma vez. Se você for bem-sucedido uma vez, é bem mais fácil formar a crença de que obterá novamente o sucesso.
Algumas dicas muito importantes:
Ao longo das minhas dezenas de formações e de décadas de atendimento, o principal conselho que posso destacar ao você fazer essa formação é sempre buscar a intensão positiva por trás de qualquer padrão ou crença limitante. Pois se você entender qual a intenção positiva que rege o padrão, você tem chave da mudança.
Em segundo lugar, entender também que o ser humano agem com os recursos que possui, ou seja, na maioria das vezes o problema é falta de recursos, pois quanto mais recursos a pessoa que está experienciando os problemas de vícios e compulsões tiver, mais fácil será lidar com esses padrões.
Em terceiro lugar, dissecar também o hábito limitante, pois todo o hábito tem um gatilho, um estímulo e uma recompensa, e ao alterar um deles, o resultado será diferente.
E por último, lembrar que o ser humano só se move para ter prazer ou evitar a dor.
Seja livre alterando o conteúdo das crenças limitantes
Assim como estamos entendendo nesta aula, que crença limitante tem uma estrutura, e, é possível reedita-las alterando os sentidos envolvidos na memória, também destaco que crença limitante possui conteúdo, e que conteúdo tem perna.
Nesta aula vamos falar de alteração de perna de crenças limitantes, e de como alterar o conteúdo de uma crença limitante substituindo as suas pernas. Assim como mentira tem perna curta, a verdade tem pernas compridas.
Alterando crenças limitantes
Assim como as experiências passadas podem mudar suas representações internas, e desse modo o que você acredita, o quarto caminho para estabelecer crenças é através da criação em sua mente da experiência que deseja no futuro, como se estivesse aqui agora.
E, saiba que os eventos possuem o significado que você dá a eles...
Sempre pensamos em crenças no sentido de credos ou doutrinas, e muitas crenças o são, mas no sentido básico, uma crença é qualquer princípio orientador, máxima, fé ou paixão que pode proporcionar significado e direção na vida.
Estímulos ilimitados estão disponíveis para nós quando usamos as crenças certas e que nos fortalecem e nos ajudam a conduzir-nos aos nossos objetivos.
As crenças são os filtros pré-arranjados e organizados para nossas percepções do mundo. São como comandos do cérebro que nos ajudam a ver o que queremos ver e energizam-no para obtê-lo. Para mudar nossos próprios comportamentos temos de começar a alterar nossas próprias crenças.
Crenças Limitantes: Quando você coloca em um papel a crença limitante em palavras precisas, ela perde metade de sua força e passa a ser vulnerável
Crenças Fortalecedoras são alguns dos seus recursos, juntamente com seus pontos fortes que lhe fornecem as habilidades de comportamento e práticas pessoais e de negócios, capazes de serem colocadas em ação, a fim de lidar com a complexidade, incerteza e resistência.
Ferramentas passíveis de serem utilizadas: Regras para formulação de objetivo, análise do campo de força, Swot e temos questões para levantamento de recursos.
Análise do campo de força
Trata-se de uma ferramenta usada na resolução de problemas, por meio da análise do campo de força que os afeta, a fim de que você possa tomar decisões eficazes. Sempre que diagnosticar quais ações serão necessárias para resolução de um problema, você deve aplicar um plano ESPERTO, ou seja, com a metodologia aprendida no módulo anterior de como traçar metas claras..
ASSERTIVIDADE
Assertividade vem de “ASSERO” que significa afirmar. Afirmar não é acertar! Portanto, não se trata de acertar, mas de saber se firmar e afirmar.
Você NÃO é assertivo quando…
Perde a cabeça quando se confronta com sarcasmos ou críticas de qualquer ordem;
Perde a calma com facilidade diante de situações embaraçosas;
Ao invés de resolver os problemas diretamente, começa a julgar ou
culpar os outros e a si mesmo;
Sente-se pouco a vontade quando olha os outros nos olhos e vice-versa;
Não acha certo o que deseja ou expor seus sentimentos;
Por querer agradar a todos, é injusto consigo mesmo;
Espera que as pessoas adivinhem o que quer;
Foge das questões que envolvem confronto com outras pessoas;
Só aceita seu ponto de vista e perde o respeito pelos outros;
Não fala o que é para ser dito e espera que os outros entendam pela sua cara fechada;
É indireto e faz “observações cortantes”ou manifestação de impaciência;
Você é assertivo quando…
Permanece calmo e confiante mesmo quando se confronta com sarcasmos ou críticas de qualquer ordem;
Procura resolver os problemas diretamente, sem julgar ou culpar os outros e a si mesmo;
Sente-se a vontade quando olha os outros nos olhos e vice-versa;
Acha certo o que deseja ou expôr seus sentimentos;
Sabe que é mais importante ser justo consigo mesmo do que querer agradar a todos;
Fala o que quer e não espera que as pessoas adivinhem;
Resolve satisfatoriamente as questões que envolvem confronto com outras pessoas;
Afirma seu ponto de vista com respeito pelos outros;
Sabe que sim é sim e que não é não, distinguindo bem o momento de usá-los;
Procura resolver os problemas diretamente, sem julgar ou culpar os outros e a si mesmo
Uma característica da pessoa assertiva:
Sabe que nada é definitivo e sabe que não precisa acertar sempre, nem dar satisfação a todos por tudo.
Autoestima - A importância para resiliência
Autoestima: “A autoestima é a capacidade do indivíduo de sentir-se bem consigo mesmo” A autoestima independe de sua situação, a autoestima depende apenas de sua interpretação, de sua forma de dar significado a realidade. Você não pode controlar o que lhe acontece, mas você pode controlar a sua atitude em relação ao que lhe acontece, e pode controlar as mudanças ao invés de permitir que elas o controlem. Quanto mais autoestima uma pessoa possui, mais ele persevera em meio as circunstancias adversas.
Dr. Nathaniel Branden, em seu livro: Autoestima, como aprender a gostar de si mesmo”- Ed. Saraiva, Comenta o caso de uma pessoa portadora de deficiência, que possuía uma autoestima incrível...
"Autoestima e amor próprio são os opostos ao medo. Quanto mais você gosta de si mesmo, menos você teme qualquer coisa. ” Brian Tracy, autor e palestrante motivacional
Swot - em Autoliderança
O que é SWOT:
SWOT é a sigla dos termos ingleses Strengths (Forças), Weaknesses(Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) que consiste em uma ferramenta de análise bastante popular no âmbito empresarial. Em Administração de Empresas, a Análise SWOT é um importante instrumento utilizado para planejamento estratégico que consiste em recolher dados importantes que caracterizam o ambiente interno(forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças) da empresa.
A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise ambiental, sendo a base da gestão e do planejamento estratégico numa empresa ou instituição. Graças à sua simplicidade pode ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional. Este é o exemplo de um sistema simples destinado a posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa/instituição no ambiente em questão.
A técnica de análise SWOT foi elaborada pelo norte-americano Albert Humphrey, durante o desenvolvimento de um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford entre as décadas de 1960 e 1970, usando dados da Fortune 500, uma revista que compõe um ranking das maiores empresas americanas.
As informações referidas abaixo devem ser enquadradas nas categorias SWOT para análise do cenário da empresa:
Strengths (forças) - vantagens internas da empresa em relação às concorrentes. Ex.: qualidade do produto oferecido, bom serviço prestado ao cliente, solidez financeira, etc.
Weaknesses (fraquezas) - desvantagens internas da empresa em relação às concorrentes. Ex.: altos custos de produção, má imagem, instalações desadequadas, marca fraca, etc.;
Opportunities (oportunidades) – aspectos externos positivos que podem potenciar a vantagem competitiva da empresa. Ex.: mudanças nos gostos dos clientes, falência de empresa concorrente, etc.;
Threats (ameaças) - aspectos externos negativos que podem por em risco a vantagem competitiva da empresa. Ex.: novos competidores, perda de trabalhadores fundamentais, etc.
Análise Swot Cruzada
A análise swot cruzada consiste em cruzar as informações dos quatro quadrantes, de forma a obter um moldura que permita delinear estratégias importantes para o futuro da empresa/instituição.
Para a análise SWOT Cruzada é preciso primeiro fazer uma análise clara do ambiente, ou seja, pesquisar profundamente as forças e fraquezas e saber identificar as oportunidades e ameaças. Para cada cruzamento é importante saber criar objetivos/estratégias:
Pontos fortes x Oportunidades = estratégia ofensiva / desenvolvimento das vantagens competitivas.
Pontos fortes x Ameaças = estratégia de confronto para modificação do ambiente a favor da empresa.
Pontos fracos x Oportunidades = estratégia de reforço para poder aproveitar melhor as oportunidades.
Pontos fracos x Ameaças = estratégia defensiva com possíveis modificações profundas para proteger a empresa.
Análise Transacional: Egograma
Uma ferramenta para otimizar seus relacionamentos Nunca se falou e buscou tantos recursos para o “autoconhecimento”. O homem vem procurando, cada vez mais, conhecer a si mesmo para alcançar o equilíbrio, a realização e o melhor desempenho em suas relações interpessoais. Nós somos os protagonistas de nossas histórias e isto é fato, porém, também é real que somos influenciados pelo nosso meio e influenciadores do mesmo, cada qual em seu grau, é um possível formador de opinião em seu pequeno ou grande círculo de relacionamento.
Diante desta premissa, percebemos o quão importante é a qualidade de nossas relações, a maneira como transmitimos nossas ideias e como nos comunicamos, e fazendo uma autoanálise podemos perceber que nem sempre conseguimos transmitir nossa mensagem de forma clara e sem conflitos de entendimento, a pergunta é: “Será que o outro ouviu exatamente o que eu falei ou houve algum ruído em nossa comunicação que pudesse distorcer a mensagem”? Pois bem, a Análise Transacional, técnica psicológica sobre o pensamento, o sentimento e o comportamento das pessoas é embasada no fato de que interagimos fazendo uso de um de nossos três estados de ego: Pai, Adulto ou Criança, a questão é: a informação pode ser a mesma mas, dependendo do estado de ego do emissor e do receptor da informação, ela pode ser distorcida e gerar conflitos desnecessários.
Veja alguns exemplos:
1. Sempre que utilizarmos o estado de ego Pai, controlador ou protetor, fazemos um convite ao outro que se manifeste através de seu estado de ego Criança, submisso ou rebelde. Esta situação pode ser favorável no estabelecimento de limites necessários numa relação pai e filho, mas extremamente ruim para um ambiente de trabalho, onde aquele que estiver atuando como Criança poderá ficar reprimido e desmotivado a crescer e manifestar ideias inovadoras, por exemplo.
2. Quando o estado de ego Criança se manifeste, trazendo o outro para o estado de ego Pai, a busca pode ser voltada para uma relação de proteção totalmente permissível e favorável, ou pode-se buscar uma cumplicidade, ou seja, não assumir seus próprios atos, uma fuga de responsabilidades.
3. Quando utilizamos o estado de ego Adulto, fazemos um convite ao outro para trazer o seu Adulto também ao diálogo elevando-se, assim, o nível dessa relação, seja ela no ambiente profissional familiar ou mesmo afetivo, são aqueles momentos onde uma conversa racional buscará soluções discutidas e compartilhadas para uma decisão otimizada. Se nós conseguirmos detectar o estado de ego do outro, teremos mais facilidade em alterar o nível da conversa, pois poderemos aceitar o convite ou buscar uma inversão do estado de ego, buscando aquele que consideramos mais adequado para cada situação/relação. É importante ressaltar que não estado de ego melhor ou pior, certo ou errado, todos são saudáveis e plenamente aceitáveis, o que difere é o nível e a utilização dos mesmos.
Roda de competências
Essa ferramenta serve para você eliminar os gaps das competências do seu coachee. Identifique através dela os pontos fortes e potencialize-os, trabalhe em seus pontos de melhoria, e você estará evoluindo diariamente. Pois lembre-se de que a marca de um campeão é a consistência, e a verdadeira consistência é estabelecida por hábitos diários...
Níveis Neurológicos de Aprendizagem e Mudança
O Assessment dos níveis neurológicos é uma valiosa ferramenta para organizar o nosso pensamento, a nossa coleta de informações e a nossa comunicação.
Desenvolvidos originalmente por Robert Dilts e Todd Epstein, os Níveis Lógicos (ou os níveis neurológicos ou o Mapa da Personalidade, como nós usamos aqui na Pegasus) são o mais útil de todos os modelos da PNL.
Usar o modelo nos permite compreender de uma forma clara e estruturada porque alguém se comporta daquele modo.
Os níveis lógicos ou o mapa da personalidade é um modelo que podemos rodar em segundo plano enquanto estamos conversando ou entrevistando alguém.
Numa sessão de coaching, por exemplo, podemos usar os níveis lógicos para identificar claramente se a dificuldade de uma pessoa é o resultado de:
Ambiente: ela gostar do que a envolve ou das pessoas em seu ambiente de trabalho
Habilidades: ela adotar uma fisiologia ou ações inapropriadas (inclusive respiração, tensão, etc.)
Motivação: ela não ser capaz de se motivar para lidar com algo porque não se encaixa com os valores dela
Crenças: ela ter certas crenças negativas sobre o problema que está em seu caminho
Identidade: ela considerar que é algo que não se encaixa com a sua autoimagem
Visão: ela não puder reconhecer como isso contribui para a visão dela sobre a vida
Os níveis lógicos podem ser usados para organizar o nosso pensamento sobre um indivíduo, um grupo ou uma organização. Para implementar uma mudança em um nível neurológico você precisa trabalhar no nível acima, e o alinhamento e congruência nos níveis neurológicos produz muito mais sentido para você e para os a sua volta sendo muito importante para autoliderança e liderança.
“Não se pode alcançar um novo objetivo pela aplicação do mesmo nível de pensamento que o levou ao ponto em que se encontra hoje.”
Albert Einstein
Inteligência emocional em relacionamentos, segredos e conselhos
Os relacionamentos amorosos são complexos e é preciso harmonizar dois universos em um só, para que juntos integrem o mesmo sistema familiar, e sigam por uma mesma estrada que deve ser percorrida com tranquilidade e felicidade.
Mas… como conseguir isso? Discussões, diferenças de interesses, sentimento de solidão ou falta da compreensão… A inteligência emocional nos oferece um marco teórico a partir do qual podemos aprender e valorizar muitos aspectos de nossa vida.
Amar não é só querer, é compreender
Essa frase nos foi deixada pela genial escritora Françoise Sagan e é, certamente, a base que nutre a inteligência emocional. O compreender as próprias emoções e as dos outros, o saber identificar no outro suas necessidades e realidades.
Este tipo de conhecimento começa sempre em si mesmo; se soubermos identificar nossas próprias emoções (alegria, raiva, desilusão, medo, ansiedade), também seremos capazes de reconhecer as emoções do nosso parceiro.
Ser o espelho do outro
Uma relação dever ser um caminho para que duas pessoas cresçam, não só como indivíduos, mas também como casal. Ou seja, é preciso permitir que o outro pense de forma diferente, que tenha suas próprias necessidades e que amadureça a nível profissional e pessoal dentro do próprio relacionamento.
Não se trata, de forma absoluta, de vetar ou proibir, de nos aproximarmos de uma relação onde não há liberdade. É preciso ter consciência de que, em uma relação emocionalmente inteligente, cada pessoa deve ser o espelho do outro: “Eu te compreendo e te respeito”, “Sei o que você sente e sei do que você precisa”.
Não é preciso moldar o outro de acordo com a nossa vontade, é preciso ir encaixando as coisas entre os dois para que a relação seja harmônica. “Apaixonar-se é encontrar a si mesmo, fora de si mesmo”.
Comunicação e inteligência emocional
Devemos escutar de forma ativa. É verdade que, algumas vezes, podemos ouvir coisas que não queremos escutar, mas o entendimento parte sempre desse ponto.
Todos os conflitos e diferenças precisam de um bom diálogo, onde possam ser comunicadas ideias, emoções e sentimentos. Sempre é importante verbalizar esse complexo mundo interior em voz alta: “Sinto que…”, “Acho que…”, “Me sinto assim…”, “O que acontece é que…”
Fale em primeira pessoa para que seu parceiro lhe entenda, mas também escute suas palavras. As pessoas dotadas de inteligência emocional costumam estabelecer uma regra na hora de se comunicar; elas sabem negociar, procurando o momento ideal no qual, simplesmente, podem sentar e falar.
Há quem, por exemplo, prefira guardar o silêncio até chegar em casa, em um ambiente íntimo no qual possa deixar sair o que sentimos, pensamos e precisamos.
Autoconhecimento e aceitação
Para construir uma relação de casal eficiente, é essencial que nos conheçamos… Quais são seus limites? Quais são as suas inseguranças, seus medos, suas necessidades?
Muitas vezes, as pessoas imaturas são as que têm mais dificuldades para estabelecer um vínculo com seu parceiro. São indivíduos com muitas inseguranças, cheios de dúvidas, de ciúmes… de aspectos não superados a nível pessoal. É essencial que você conheça a si mesmo; só então poderá, também, compreender a outra pessoa. Para manter o vínculo, é indispensável saber aceitar o outro.
As desqualificações nunca são boas. Todos nós temos virtudes e defeitos, limitações que precisam ser vistas e aceitas. Se você ama alguém, não queira mudar sua personalidade. É preciso construir, entre ambos, um modo de existência onde os dois se aceitem. Se nos empenharmos em mudar sua personalidade, causaremos uma triste infelicidade no outro.
O amor é uma grande aventura, mas é um longo trajeto que requer tempo e sabedoria, sendo a inteligência emocional um excelente apoio para que possamos nos guiar. Dela, podemos tirar equilíbrio em momentos de crise ou de dúvidas, com os quais todos já tivemos que lidar pelo menos uma vez na vida.
Submodalidade, o fundamento da reedição de estrutura de crenças limitantes
Alterar o contexto de uma experiência pode ter uma grande influência sobre como você percebe, interpreta e reage a essa experiência. Alguém dizer que você tem uma hora para completar uma tarefa resultará, provavelmente, em um diferente estado emocional, outra abordagem e uma qualidade de trabalho diferente da que você teria se tivessem lhe dito que o prazo para realizar a mesma tarefa seria de uma semana. Isso ilustra como uma mudança no contexto (nesse caso, o prazo) pode ter um impacto significativo sobre as escolhas que você faz. Alterar o contexto de referência é chamado de ressignificação na PNL. O objetivo da ressignificação é ajudar uma pessoa a experimentar as suas ações, o impacto de suas crenças, etc., a partir de uma perspectiva diferente (contexto) e ficar, potencialmente, com mais recursos ou ter mais opções sobre como reagir.
Resignificando - A transformação do significado de uma experiência
Extraído da obra: "Resignificando", lançado pela Summus , quando os autores, criadores da PNL, Richard Bandler e John Grinder
"O Significado de qualquer evento depende da "moldura" em que o percebemos", conclusões de Alfred Korzybski, um cientista que está por merecer uma divulgação mais ampla. Uma das afirmações conclusivas? A famosa frase, "o mapa não é o território", hoje um pressuposto básico da Programação Neurolinguística.
Que significa tudo isso? Continuemos com a sinopse: "Se mudamos a "moldura", mudamos o significado. Mudando o significado, mudam também as respostas e o comportamento da pessoa". Então, reeditar o significado é ressignificação.
Como as demais obras dos autores que já são conhecidas mundialmente, "A Estrutura da Magia", "Sapos em Príncipes", "Atravessando", este livro, além de histórico, pois escrito nos primórdios da PNL, contempla o leitor com uma importante análise das mudanças de significado, mudanças que geram alteração de comportamento, que ressignificam nossas maneiras de ver, de ouvir, e de sentir o universo que nos cerca.
Recheado de técnicas para mexer em conteúdos, negociação entre partes, modelos de ressignificação avançada em seis passos, e de sistemas, envolvendo famílias, organizações, alcoolismo, drogas, "Resignficando" foi, e continua sendo, uma das obras fundamentais da Programação Neurolinguística, pois demonstra que temos condições de mudar, que podemos viver dentro de uma reengenharia dinâmica, para que nossa vida seja ecológica, rica, saudável, criativa. Não é abandonar conceitos, impondo-nos um preconceito, mas transformá-los saudavelmente, ressignificá-los. É isso de que trata , em síntese, a obra – e por isso mesmo trata de muito mais coisas. Tantas coisas importantes que diversas universidades brasileiras fazem-no constar como bibliografia de áreas acadêmicas aparentemente tão díspares como administração (FGV), economia (UFMG), psicologia, educação (UDESC), etc.
Constelações familiares e organizacionais: Ordenando os Sistemas de Pertencimento
Anton "Suitbert" Hellinger (Leimen, 18 de Dezembro de 1925), conhecido simplesmente como Bert Hellinger, é um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão, criador de uma nova abordagem de psicoterapia sistêmica. Os desenvolvimentos de seu trabalho tem amplas implicações para o âmbito da psicoterapia, aconselhamento de casais, pedagogia, consultoria de empresas, dramaturgia, política e solução de conflitos sociais.
Constelação Sistêmica é um método psicoterápico e de coaching profissional que trabalha principalmente as emoções e energias inconscientes que influenciam nossas decisões. Seu alcance é diverso e tem sido usada tanto em tratamentos terapêuticos diversos, como também na busca de soluções profissionais e empresariais.
O método sistêmico é tão versátil e abrangente que pode ser utilizado até em desenvolvimento de produtos, estratégias, soluções para criação de roteiros e estratégias de comunicação. A utilização mais usual, por enquanto, da constelação sistêmica, refere-se ao trabalho com pessoas e as diversas questões de relacionamento interpessoal ou conflitos emocionais e de crenças pessoais.
A dinâmica da constelação demonstra que existe uma ligação inconsciente que influencia mutuamente as pessoas que convivem dentro de um sistema: seja uma família, uma empresa, um departamento, uma cidade ou até um país. Quando não ajustada, esta ligação exerce uma influência que traz conflito, dor, dificuldades, mantendo pessoas que criam um sentimento de co-dependência entre si. Quando ajustada, naturalmente as pessoas partem em busca de seus próprios caminhos de realização pessoal, de forma independente, respeitando os outros indivíduos, porém, sem sentir-se na obrigação de agir ou reagir devido às atitudes dos outros. A dinâmica da constelação deixa claro a necessidade da liberdade individual, do respeito aos papéis que cada um exerce e do limite entre “o dar e receber” nas relações, para que os grupos possam estar em harmonia.
Hellinger descobriu alguns pontos esclarecedores sobre a dinâmica da sensação de “consciência leve” e “consciencia pesada”, e propôs uma “consciência de clã” (por ele também chamada de “alma”-- no sentido de algo que dá movimento, que “anima”), que se norteia por “ordens” arcaicas simples, que ele denominou de “ordens do amor”, e demonstrou a forma como essa consciência nos enreda inconscientemente na repetição do destino de outros membros do grupo familiar. Essas ordens do amor referem-se a três princípios norteadores:
Aplicações
A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas, como:
§ Melhoria das relações familiares
§ Melhoria das relações interpessoais nas empresas
§ Melhoria das relações no ambiente educacional
1 - A necessidade de pertencer ao grupo ou clã
2 - A necessidade de equilíbrio entre o dar e o receber nos relacionamentos
3 - A necessidade de hierarquia dentro do grupo ou clã
Dinâmica do exercício do fornecedor e receptor:
(Integração do trabalho de Bernd Isert, Bert Hellinger, Richard Bandler e Milton Erickson e Luis Lindner)
Não procurar por esse tipo de problema, deixar que ele seja trazido pelo coachee.
1. Entreviste seu coachee sobre a situação.
2. Após obter clareza sobre como o coachee se sente em relação ao evento e seu significado, coloque as mãos do coachee em cima das suas e diga a ele para colocar tudo o que ele não quer mais carregar em suas mãos.
3. Personifique o fardo elicitando as submodalidades.
4. Jogue no lixo ou no vazo sanitário, ou ainda pela janela.
5. Logo em seguida solicite que ele aperte um botão em que definitivamente se livra do fardo.
6. Na sequência coloque suas mãos em cima das dele e forneça os recursos de que ele precisa que o farão inteiro, completo, pleno e preparado, que ele receba como um presente.
7. Solicite que ele coloque as mãos com os recurso que você forneceu sobre o peito e peça que ele sinta, imagine os recursos se integrando a ele e fazendo parte dele, o completando. Patrocine-o também.
8. Aguarde ele terminar a tarefa e diga: No seu tempo, do seu jeito, quando concluir ele pode ficar a vontade.
Reordenando seu mundo interior através do Panorama Neuro Social
O livro Panorama Neuro Social, escrito pelo holandês Lucas Derks, traduzido para língua portuguesa e publicado no Brasil pela Editora IDPH, é uma obra digna de nota para a Psicologia Social, para a Programação Neurolinguística e para os praticantes de Constelações Sistêmicas Familiares e Organizacionais por abordar de forma simples e clara o funcionamento da mente humana nos processos de representação do mundo social humano.
Para saber mais sobre esta abordagem e este livro, faça o download de dois capítulos.
Este modelo oferece explicações claras, fundamentação científica consistente e um conjunto sólido de métodos de intervenção para compreendermos e influenciarmos o universo dos fenômenos observados nas Constelações Familiares, insuficientemente explicados através das teorias dos Campos Morfogenéticos, da Cardiologia da Energia e da Cardioenergética e, frequentemente, interpretados como manifestações mágicas ou místicas.
De uma forma bem simples, podemos dizer que não nos relacionamos diretamente com as pessoas de nosso mundo, mas sim com as representações mentais que construímos delas! As pessoas são muito mais do que aquilo que sabemos sobre elas. Essa é a razão de frequentemente nos surpreendermos e nos frustrarmos com as pessoas, tanto para bem como para mal: nós supomos que elas agirão de acordo com o que concebemos a respeito delas, mas elas agem de acordo com suas motivações e impulsos, invisíveis aos nossos sentidos.
Em nossa mente construímos "arquivos de memórias" sobre as pessoas e, inconscientemente, manipulamos tais "registros" para atribuir valor, classificar em categorias e nos relacionar com as pessoas. O mais interessante de tudo isso é que tais representações mentais (as memórias sobre as pessoas e os atributos que associamos a elas) com as quais nos relacionamos são projeções de nossa própria mente e de nossas motivações inconscientes! São partes de nós mesmos.
Enfim, esse é um livro muito bem embasado cientificamente que propõe uma nova compreensão a respeito da compreensão de quem somos e como construímos nossa realidade social e nossos relacionamentos, disponibilizando "ferramentas" práticas que possam ser utilizadas em intervenções terapêuticas para reorganizar a percepção e a compreensão sobre o mundo que nos cerca.
Dessa forma, o livro Panorama Social, além de explicar detalhadamente os "mecanismos" e processos mentais e emocionais que envolvem nossos relacionamentos, nos ensina técnicas e abordagens para empreendermos intervenções nesse universo subjetivo que condiciona uma série de padrões de comportamento, nossos e das outras pessoas, contribuindo para desarticular scripts e padrões de comportamento repetitivos.
Panorama Social - Dinâmica Interior dos Relacionamentos Humanos - continuação e tarefas...
Seu autor, o psicólogo Lucas Derks, nascido na Holanda, é Treinador Internacional de PNL, coach e escritor, com 8 livros publicados em vários idiomas. Aliás, sugerimos ao leitor, principalmente aos praticantes de PNL que leiam seu artigo "Isto é PNL, porque eu digo que é!" O assunto merece reflexão, principalmente em nosso país, sem nenhuma preocupação em ordenar o ensinamento e aplicação da Programação Neurolinguística.
Insights do Panorama Social
Lucas Derks (1998), desenvolvedor do modelo do Panorama Social, explora as distinções das submodalidadesque nós fazemos quando pensamos sobre a pessoa (a maneira como nós enxergamos a pessoa com o “nosso olho da mente” e ouvimos e sentimos a pessoa com os nossos ouvidos da mente e o corpo). Ele está interessado nas distinções das submodalidades por trás da coexistência pacífica. Ele chama os grupos com os quais nós temos a posição perceptiva “nós” de grupos cinestésicos porque eles geram sensações verdadeiras de pertencer. Ele relata que, frequentemente, uma pessoa descreve que vê links físicos conectando-a com as outras em tais grupos cinestésicos, e que os grupos estão posicionados perto da pessoa. Um poderoso exemplo é, muitas vezes, o conceito da pessoa sobre a sua “família”. Por outro lado, grupos de pessoas com as quais nós não “temos nenhuma conexão” tendem a estar mais longe, e não ter nenhum fio conectando. Desse modo, a pessoa tem pouca capacidade para ir para a segunda posição com essas pessoas e construir um sentimento “nós”, ou até mesmo formar o sentimento de que essas outras estão se sentindo como seres humanos. Pessoas desconectadas se tornam despersonalizadas, diz Derks. Elas também podem ser codificadas com cores marcadamente diferentes, e colocadas num nível mais abaixo.
Pessoas que tiveram sucesso ao se movimentar além do pensamento polarizado “nós versus elas”, tendem a experimentar a humanidade como um grupo cinestésico, dizendo, por exemplo, que elas “se sentem parte da humanidade”, ou que “todos nós somos filhos de Deus”. Elas enxergam os outros indivíduos como pessoas separadas, em vez de como membros de um grupo “eles”, e veem os outros em várias sombras e cores, em vez da relação “preto e branco”. Elas enxergam a humanidade conectada com luz ou outros fios metafóricos. Derks dá diversos exemplos do seu trabalho com pessoas para mudar o panorama social delas em direção a esse padrão. Ele tem pessoas experimentando a mudança de código de um grupo “de fora” de modo a ficar parecido com a codificação de um grupo mais fechado; ele mistura todos os grupos juntos no olho da mente delas até que elas já não reconheçam mais qualquer diferença. Ele discute essas mudanças metaforicamente com as pessoas de modo que ao acompanhar a história de alguém mudando o seu panorama social, os ouvintes têm a oportunidade para mudar o seu próprio panorama social. Eu acho que até mesmo reler esse parágrafo pode fazer isso para você.
Derek chama atenção que os mensageiros da paz estão continuamente produzindo essas mudanças de submodalidades. Considere a seguinte citação de Mahatma Gandhi: “Eu acredito na absoluta unidade de Deus e por isso também da humanidade. Que importa se temos muitos corpos? Nós temos apenas uma alma. Os raios do sol são muitos por meio da refração. Mas eles têm a mesma fonte.” (em Duncan, 1972)
Implicações para a resolução de conflito
A paz é claramente mais do que a ausência de conflito, e a pacificação é mais do que só resolver disputas. Esse entendimento pode permear o uso de uma metodologia de resolução de conflito como a do Dr Thomas Gordon. Gordon lista as seguintes etapas no seu modelo:
1. Monte o cenário convidando a outra pessoa para ajudar a achar a solução ganha-ganha.
2. Defina o problema em termos das necessidades de cada pessoa, em vez das suas “demandas” (p.ex.: segmente para cima além da solução proposta por cada pessoa para as intenções dessa situação; o que isso faria para elas). Para fazer isso, use mensagens “eu” (“minha preocupação é...”) e audição reflexiva (“Então, o que o preocupa é...”).
3. Utilize técnicas de brainstorming para encontrar soluções que possam satisfazer as necessidades dos dois grupos.
4. Avalie as soluções contra as necessidades.
5. Escolha a solução a ser aplicada.
6. Atue sobre as soluções em que todos acordaram.
7. Avalie se as soluções funcionaram.
A construção da cooperação, como nós consideramos nesse artigo, sugere diversas trocas de foco durante esse processo.
1. Na hora de preparar o cenário, a quarta posição perceptiva pode ser introduzida, com pré-contextos que sugerem a existência de um relacionamento (grupo cinestésico) incluindo os dois grupos ou as pessoas envolvidas. Por exemplo: “Existem muitas maneiras pelas quais eu valorizo as nossas conexões, e nós temos algumas questões para resolver aqui. Provavelmente todos nós nos sentiremos mais confortáveis juntos se discutirmos isso de uma maneira que respeite todas as nossas necessidades. E achar alguma maneira melhor para fazer isso só irá fortalecer o nosso relacionamento. Talvez possa ser mais adequado começar reconhecendo quais são as coisas que estão funcionando nesse relacionamento, para também termos certeza de preservá-las”.
2. Na hora de definir necessidades, também identifique as necessidades e os valores comuns. Por exemplo: “Agora que nós sabemos, separadamente, quais são as suas necessidades e quais são as minhas, quais são as necessidades que têm o nosso relacionamento? Que coisas são importantes para todos nós aqui?"
3. No estágio das soluções do brainstorming, da avaliação e da escolha, verifique que soluções podem ser os primeiros passos, bem como as soluções totais. Por exemplo: “Quais são as coisas que nós achamos que irão satisfazer todos os três grupos de necessidades, ou então, que nos move para mais perto de uma solução onde poderemos satisfazer todas as nossas necessidades?”
Expectativas
Na reunião entre Richard, Francis e “o homem que acreditava em Deus”, aconteceu uma coisa extraordinária. Richard explicou a sua preocupação de que as pessoas na casa fossem capazes de viver juntas cooperativamente. E perguntou ao Francis o que estava acontecendo quando ele subiu na janela da sala de meditação. Francis parecia muito triste. “Eu realmente gosto dessas pessoas”, explicou, “e eu só queria participar. E eu também queria saber o que elas estavam fazendo.”
De repente, no panorama social de Richard, Francis deixou de ser uma dessas “pessoas preconceituosas” que precisava ser educada para voltar a ser o seu filho e um ser humano amável e adorável. A casa era de novo um “nós”. “Nós” só precisávamos achar uma maneira de dar condições para o Francis participar de modo a não interromper a meditação delas. O processo ganha-ganha de seis etapas pode ser fácil. A paz pode ser fácil. E a atitude que a torna fácil começa dentro de pelo menos uma pessoa que pode enxergar a luz que nos entrelaça todos juntos como um. Como você, por exemplo. Como agora.
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Dotz, T., "An Interview With Robert McDonald" in Anchor Point, Vol 12, No. 2, Feb 1998, p 21-30
Duncan, R., Selected Writings Of Mahatma Gandhi, Fontana, London, 1972
Gordon, T. Leader Effectiveness Training, Peter H. Wyden, New York, 1978
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Ury, W., Getting Past No, Century Business, London, 1991
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Weisbord, M.R. ed, Discovering Common Ground, Berret-Koehler, San Francisco, 1992
Weisbord, M.R. and Janoff, S., Future Search, Berrett-Koehler, San Francisco, 1995
Contexto é a estrutura que envolve um determinado evento. Essa estrutura geralmente determina como uma experiência ou um evento específico é interpretado.
O ‘contexto’ é um aspecto importante do meio no qual as mensagens são enviadas. Como ilustração da influência do contexto na comunicação, considere o seguinte cenário: O marido e a mulher estão sentados no sofá da sala assistindo televisão. Em um determinado momento, a esposa se vira para o marido e pergunta: "Você está com frio?" Sem dizer uma só palavra, o marido se levanta, fecha a janela e volta para o seu lugar.
Como você explica o que aconteceu? Se ele tivesse apenas respondido à mensagem verbal da esposa, ele teria simplesmente respondido “sim” ou “não” à pergunta dela. Em vez disso, o marido interpretou o significado das palavras da esposa dentro de um contexto mais amplo de aspectos físicos e não físicos da situação.
As dimensões físicas de um contexto têm a ver com as sugestões e as restrições externas. Por exemplo, a resposta do marido no cenário acima descrito foi influenciada pelo fato de que a janela estava aberta e ele sentado junto com a esposa no sofá. Se a janela já estivesse fechada ou o marido tivesse acabado de colocar o casaco e estivesse se preparando para fazer alguma coisa, ele provavelmente teria respondido à sua esposa de uma maneira diferente.
Se uma pessoa entrar em uma sala que está arrumada com um quadro negro na frente e cadeiras viradas para a frente da sala no 'estilo de teatro', é provável que ela interpretasse isso como um contexto para uma 'apresentação' e estaria preparada para sentar-se passivamente e ouvir. Se essa mesma pessoa entrar em uma sala na qual um pequeno grupo de cadeiras está organizado uma cadeira de frente para a outra em um formato de ‘mesa redonda’, ela provavelmente interpretaria isso como um contexto para um ‘debate’ e estaria preparada para ser mais pró-ativa e participativa. Esse tipo de influência é denominado como a ‘psicogeografia’ da situação.
As restrições de tempo também são uma influência contextual importante. Por exemplo, se um tempo limite de 15 minutos tiver sido definido para uma reunião, é mais provável que a reunião seja interpretada como orientada a tarefas e não como uma sessão exploratória de brainstorming.
As dimensões não físicas de um contexto têm a ver com parâmetros como metas pessoais, funções, o estágio no trabalho, etc. Uma reunião com um objetivo definido de ‘formação de equipe’ cria um contexto diferente do que uma reunião com o objetivo definido de ‘planejar’ ou chegar a um ‘consenso’ sobre uma linha de ação.
Certos comportamentos também são meta mensagens sobre o contexto. Usar terno e gravata, por exemplo, indica uma certa formalidade em um contexto. Quando uma pessoa tira o casaco e a gravata e arregaça as mangas, é uma meta mensagem de que o contexto mudou bastante e que é hora de ‘começar a trabalhar’.
Para mais informações use a pesquisa interna: Contexto no site: https://golfinho.com.br/
LIVE DESBLOQUEIA SUA MENTE PARA PROSPERAR
Muitos de nós temos bloqueios, impasses que nos negam permissão para prosperarmos, e para evoluímos. Nesta Live abordamos alguns dos padrões que impedem muitas pessoas de prosperar, além de dois exercícios práticos para mudar as construções internas que atrapalham você de alcançar seus sonhos e a prosperidade que almeja.
IMPORTANTE LEMBRAR:
Entretanto é necessário deixar claro que o fato de alterarmos nossas construções internas e nossa relação com algum tema ou pessoa, não substitui um plano de ação consistente com os recursos que ensinamos em nesta formação para dar suporte e amparo a mudança.
Se necessário, reveja as aulas de Psicogeografia e Panorama Social Interior do Dr Lucas Derks e de como traçar metas claras com a E.SP.E.R.T.A.
Orientações para Suporte ao Emagrecimento e outros com coaching ou terapia
O processo de coaching, terapia ou qualquer outro tipo de intervenção, irá ajudar uma pessoa a explorar seu pleno potencial, para que possa atingir suas principais metas na vida profissional e pessoal. O coaching de emagrecimento é uma metodologia que tem, como objetivo, ajudar qualquer pessoa a emagrecer, utilizando técnicas que permitem identificar e modificar padrões autossabotadores na relação com a comida. Também são trabalhados a ausência de permissão dentro de uma visão sistema e multidisciplinar, pois é preciso entender até onde vai nossas habilidades para ajudar nossos coachees.
Neste vídeo, eu respondo exatamente estas questões, para que você saiba qual é a abrangência dos recursos que você recebeu, e dento de um processo de coaching de emagrecimento, quais áreas dizem respeito a você e quais dizem respeito a outro profissional qualificado, como por exemplo um personal trainer, um endocrinologista, um nutricionista ou até mesmo um psiquiatra ou neurologista.
O processo de coach, em qualquer área, irá ajudar uma pessoa a explorar seu pleno potencial, para que possa atingir suas principais metas na vida profissional e pessoal. Emagrecer, claro, pode ser uma dessas metas. É aí que entra o coaching de emagrecimento, e seu foco é ajudar o coachee no processo de perda de peso não através de uma simples dieta, e sim a partir de uma mudança de diretriz mental. Afinal, o descontrole com a comida é um comportamento autodestrutivo. Por isso, para que a pessoa consiga retomar o controle, ter paz na relação com a comida – e, consequentemente, chegar ao seu peso ideal – , ela terá primeiro que identificar o que está por trás desse padrão autossabotador.
O coach é quem irá trilhar com o coachee esse caminho de descobertas. Esse processo ajudará o indivíduo a descobrir os fatores emocionais que o fazem descontar frustrações, ansiedades e medos na comida. É esse conhecimento que libertará a pessoa e permitirá que ela comece a agir de forma diferente. Não se trata de uma transição simples. Afinal, geralmente as questões por trás de padrões autossabotadores podem ser complexas, e estar relacionadas a questões de infância, divórcio ou outros problemas de cunho pessoal. Por essa razão, cabe a nós elicitar e identificar quais os tipos de profissionais deverão fazer parte desta abordagem sistêmica e multidisciplinar.
O poder da Gestão Emocional
Pense um pouco por um momento e responda: Quantas vezes na vida você tomou péssimas decisões por encontrar-se de mau humor ou abatido? Quantas vezes você teve um dia maravilhoso na qual parecia que estava tudo conspirando a seu favor?
Sim, é verdade, o seu estado emocional possui uma influência muito grande sobre sua vida, e pode ser determinante nos seus comportamentos, em muitos casos te levar a péssimos resultados se você se tornar refém dele, entretanto, o oposto também é verdadeiro, ou seja, você estando em um bom dia, ou sentindo-se poderoso pode ajudá-lo muito em seus resultados, em seu desempenho.
A boa notícia é que você não precisa mais ser refém do seu estado emocional, pois com a PNL aprendemos que você poderá sentir-se bem no momento que desejar.
Na PNL também aprendemos que cada um de nós é responsável pelo seu estado emocional. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmados, isso não caiu de paraquedas, somos nós que estamos criando isso através da tétrade: foco, fisiologia, linguagem e crenças, é a fonte de todos os nossos estados, e a mudança ocorre através da alteração de um ou mais elementos da tétrade. Esse conhecimento pode nos tirar do papel de vítima e nos tornar mais proativos e no controle da nossa própria vida.
Também, a gestão de nossas emoções, a autoliderança e o conhecimento de como resgatar o Eu nos focos de tensão alterando ou quebrando um estado emocional enfraquecedor e acessando um estado rico de recursos através de âncoras, pode fazer de você uma pessoa muito mais feliz além de, sem dúvida, mais sensata e próspera, pois frequentemente muitas relações pessoais e profissionais são rompidas pela inabilidade de lidar com nossas emoções.
Pense mais um pouco, num soldado em um campo de batalha, a única chance que ele possui de sobreviver, além de seu treinamento e do seu arsenal pessoal, é definitivamente acreditar que pode vencer a batalha, pois qualquer outro pensamento poderá colocá-lo em apuros.
O mesmo se dá com um atleta, para vencer uma competição ele precisa vencer dentro de si primeiro. Alguns atletas que conquistaram o tão sonhado ouro olímpico, antes de vencer na prática, formularam em sua mente a vitória de muitas maneiras, imaginando, prevendo e superando todos os desafios e depois curtindo a vitória quando ainda nem ao menos eram conhecidos.
A tão sonhada alta performance está alicerçada na motivação intrínseca em primeiro lugar, na fé (certeza do sucesso). Toda pessoa que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta, na maioria das vezes são as piores possíveis. Já a alta performance possui um papel fundamental para o ser humano, entre eles descantam-se o crescimento do Self em direção a níveis maiores de complexidade em função de dois processos psicológicos, a diferenciação e a integração.
Olá meu colega Coach..
Parabéns por ter chegado até aqui, mas você pode ir além!
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Melhoria nos relacionamentos interpessoais e nas habilidades de comunicação.
Se você sente:
Sentimento de estagnação e frustração constante.
Dúvidas sobre a própria capacidade.
Medo de falhar ou de ser julgado.
Procrastinação e dificuldade em sair da zona de conforto.
Crenças como “Eu não sou bom o suficiente” ou “Isso não é para mim”.
Ganhos Esperados:
Autonomia para trilhar seu próprio caminho sem depender da aprovação dos outros.
Realização pessoal e profissional.
Paz interior e clareza sobre seus objetivos e propósitos.
Diferenciais do Curso:
Metodologia prática e comprovada, baseada em neurociência e coaching.
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IMPORTANTE: Este curso possui como bônus, para você, mentoria por inteligência artificial. Dentro do curso, você encontrará as orientações sobre como acessar na aula intitulada: Meu presente para você.
O diferencial desta formação é que, além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas. Ele é aplicado em sala de aula com pessoas reais na solução de problemas igualmente reais, sempre com resultados concretos, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem à realidade das dificuldades dos contextos profissional ou pessoal, mas de técnicas que você verá, em tempo real, mostrando-se efetivas na resolução de bloqueios e limitações e aumentando rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que participam.
Também destaco que este conteúdo é fruto de mais de duas décadas de experiência como Terapeuta, Especialista em Autogestão e Solução de Impasses, além do trabalho com grupos de apoio à dependência química e psíquica. Possuo formação e atuei como voluntário junto à Cruz Azul e em uma clínica de reabilitação para usuários de drogas. Após compreender os padrões que acabam debilitando as pessoas, compilei esse conhecimento em um curso para você.
Te espero no curso.
Luis Lindner