
Introdução a rede industrial PROFINET!
Venha conhecer a rede industrial baseada no padrão Ethernet que é líder de mercado, contando com mais de 32 milhões de nós instalados pelo mundo agora no ano de 2020!
Conheça a história da rede PROFINET que foi criada e é mantida pela organização PROFIBUS & PROFINET International (PI).
Conheça o que é uma rede industrial, sabendo quais são seus componentes e meios físicos.
Aprenda a diferença de redes Fieldbus e redes Ethernet.
Conheça o protocolo PROFINET que é a solução de Ethernet industrial desenvolvida pela associação PROFIBUS International (PI).
Conheça a Organização PROFIBUS & PROFINET International (PI).
Saiba o que são os:
RPA, PICC, PITC e PITL.
Conheça também os protocolos que a Organização administra.
Pequena introdução ao modelo OSI.
Ele é um modelo teórico denominado Modelo de Referência OSI (Open Systems Interconnection), que definiu um modelo de sete camadas de comunicação de dados servindo de base para a implementação de qualquer tipo de rede, seja de curta, média ou longa distância.
É a camada que estabelece a comunicação real entre os dois dispositivos. Podemos considerar, nesta camada, o cabeamento, a característica elétrica, óptica ou eletromagnética.
Basicamente, é o meio físico de transmissão – cabos ethernet ou de fibra óptica, repetidores, hubs – por onde a comunicação vai de fato acontecer. A unidade de transmissão é o bit.
Faz o controle de fluxo da transmissão dos dados, detectando e corrigindo erros do nível físico. Além disso, realiza o recebimento e a transmissão de uma sequência de bits para a camada física.
É nesta camada que os switches trabalham, utilizando o MAC Adress para encaminhar o pacote à máquina certa. Com esse encaminhamento, o MAC se converte em endereço IP.
A unidade de transmissão aqui é o quadro.
Realiza o endereçamento dos dispositivos na rede, ou seja, quais os caminhos que as informações devem percorrer da origem ao destino.
Ela converte endereços IP em endereços físicos, garantindo que a mensagem chegue onde deve. É aqui ainda que ocorre o roteamento, e a unidade é o pacote.
Esta camada detecta e elimina erros das camadas anteriores. Além disso, controla o fluxo de dados da origem ao destino, ordenando-os.
A camada de transporte garante a confiança do pacote, o qual chegará na máquina com todos os dados necessários, sem perdas, erros ou duplicações, além de obedecerem a uma sequência.
A unidade aqui é o segmento, e os protocolos de transporte são o TCP e o UDP.
Exerce o controle de quando a comunicação entre duas máquinas (de origem e de destino – ou emissor e receptor) deve começar, terminar ou reiniciar.
Percebe-se então que essa camada realiza o controle do diálogo e da sincronização entre os hosts, sendo uma extensão da camada de transporte. A unidade aqui são os dados.
Esta camada realiza a conversão dos formatos de caracteres de forma que sejam utilizados na transmissão. Há a compressão e criptografia para que o receptor possa entender os dados.
É como se a camada de apresentação realizasse o trabalho de um tradutor, garantindo que as duas redes diferentes se comuniquem de forma efetiva.
Como na camada 5, a unidade aqui também são os dados.
É com esta camada que nós, usuários, temos mais contato, já que funciona como uma porta de entrada da rede, dando o acesso aos serviços dessa rede.
Ela é utilizada pelos softwares que costumamos usar, como aplicativos de mensagens instantâneas, servidores de e-mails, browser etc., sendo a interface direta para inserir ou receber dados.
A unidade aqui são os dados, e alguns protocolos de aplicação são HTTP, SMTP e FTP.
Aprenda o que é encapsulamento e desencapsulamento dos pacotes no modelo OSI
O MAC ou Media Acess Control adress, é um número de série de 48 bits que serve para identificar aquele dispositivo de rede Ethernet ou Wi-Fi globalmente.
Mesmo a identificação sendo única, alguns dispositivos permitem a configuração de seu MAC, a chance de termos endereços MAC iguais é possível.
Como os dispositivos em uma rede PROFINET utilizam o padrão Ethernet eles também possuem o endereço MAC.
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Uma máscara de sub-rede, também conhecida como subnet mask ou netmask, é um número de 32 bits usado em um IP para separar a parte correspondente à rede pública, à sub-rede e aos hosts.
Modos de Transmissão de Dados referente ao sentido: Simplex, Half-Duplex, Full-Duplex
Simplex:
É o modo de transmissão em sentido único ou uniderecional, caracteriza-se em uma ligação na qual os dados circulam num só um sentido, ou seja do emissor para o receptor.
Exemplo: Rádio, TV.
Half-Duplex:
É o modo de transmissão em sentido duplo em função do tempo, não simultâneo. Assim, com este tipo de ligação, cada extremidade da ligação emite por sua vez.
Exemplo: Nextel.
Full-Duplex:
É o modo de transmissão em sentido duplo ou bidirecional simultâneo. Assim, cada extremidade da linha pode emitir e receber ao mesmo tempo, o que significa que a banda concorrida está dividida por dois para cada sentido de emissão dos dados.
Exemplo: Celular.
Em ciência da computação, CSMA/CD, do inglês Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection, é um protocolo de telecomunicações que organiza a forma como os dispositivos de rede compartilham o canal utilizando a tecnologia Ethernet.
Hub, também conhecido como concentrador, é um equipamento utilizado na área da informática para realizar a conexão de computadores de uma rede e possibilitar a transmissão de informações entre essas máquinas.
Assim como o hub, um switch é responsável por conectar vários computadores em uma mesma rede local de computadores (LAN). O grande diferencial, aqui, é que o switch mantém uma tabela com os endereços MAC de cada computador conectado a ele e sua respectiva porta.
O ARP é um protocolo de pergunta e resposta utilizado para mapear dinamicamente endereços da camada 3 (rede) com a camada 2 (enlace). Tipicamente, ele é utilizado para mapear endereços IPs (Internet Protocol) em endereços MAC (Media Access Control).
A topologia de rede é o canal no qual o meio de rede está conectado aos computadores e outros componentes de uma rede de computadores.
Essencialmente, é a estrutura topológica da rede, e pode ser descrito física ou logicamente.
Há várias formas nas quais se podem organizar a interligação entre cada um dos nós da rede.
O roteador é um aparelho usado em redes de computadores para o encaminhamento das informações acondicionadas em pacotes de dados, proporcionando conectividade entre os dispositivos como computadores, smartphones e tablets, em redes LAN com a internet.
PROFINET é uma rede baseada em um padrão de comunicação Ethernet Industrial padronizado pelas normas IEC 61158-5 e IEC 61158-6, 100% compatível com a tecnologia Ethernet adotada pela associação PI - PROFIBUS & PROFINET International.
Utilizada principalmente em aplicações de automação industrial.
O PROFINET é ótimo em mover informações pela rede!
Para entender como o PROFINET move as informações, é importante lembrar que tipo de informação está sendo movida.
✓ As informações precisam ser entregues imediatamente?
✓ É crítico para a segurança?
✓ É uma grande quantidade de informações enviadas apenas uma vez?
Esses diferentes tipos de informações exigem diferentes mecanismos de transmissão, e esses mecanismos compõem os "Canais de Comunicação".
No PROFINET, existem três Canais de Comunicação: Tempo Real (RT), Tempo Não Real (NRT) e Tempo Real Isócrono ( IRT).
O PROFINET usa uma cesta cheia de protocolos para preencher o modelo OSI.
E cada um desses protocolos possui alguns dados que precisam ser transmitidos entre os parceiros de comunicação.
A camada mais fundamental, a camada Física, é elétrica.
Seja por meio de elétrons saltando por um fio, ondas de rádio se movendo pelo ar ou fótons movendo-se através de uma fibra óptica ... existem várias maneiras de implementar a camada Física.
Portanto, o protocolo PROFINET selecionou alguns protocolos comuns da camada Física que existem há décadas. O conjunto de protocolos IEEE 802 abrange o que consideramos Ethernet com fio (802.3) e Ethernet sem fio (802.11).
Construir utilizando protocolos existentes é uma prática bastante comum - por que reinventar a roda quando alguém já dedica muito trabalho a um padrão aberto?
E assim o PROFINET especificou a antiga Ethernet 802.3 regular para a camada de enlace de dados. Isso significa que todo dispositivo PROFINET possui um endereço MAC ( Media Access Control ).
Mesmo tão reduzido quanto o canal RT, ele ainda tem um jitter inevitável na transmissão através de switch Ethernet padrão.
Os switch podem agir como interseções de tráfego, canalizando vários fluxos de dados para uma conexão.
E, assim como um cruzamento movimentado, os comutadores podem adicionar atrasos inesperados ao tráfego.
O IRT elimina esses atrasos adicionando às regras usadas para alternar o tráfego Ethernet e criando regras especiais para o tráfego PROFINET.
Ele adiciona algumas extensões à Ethernet IEEE 802.3 comum para implementar algo como uma "pista HOV" para tráfego de IRT.
Tecnicamente, transforma uma rede estocástica de CSMA -CD (acesso múltiplo por detecção de colisão - detecção de colisão) em uma rede TDMA (acesso múltiplo por divisão de tempo) determinística.
Uma rede PROFINET pode ser uma coleção complexa de estações, desde dispositivos de I/O digitais a atuadores pneumáticos e scanners a laser ... a lista parece interminável e cresce a cada dia.
Porém, nessa rede complexa, todos os componentes PROFINET operam em três funções diferentes.
Eles podem ser dispositivos de campo, controladores ou supervisores.
Essas funções não são baseadas no que um componente está fazendo no mundo real. Em vez disso, eles se baseiam na maneira como cada componente interage com todos os outros na rede.
Isso é a base para os princípios básicos do PROFINET.
Na aula passada nós vimos que a maior parte da comunicação no PROFINET flui entre dispositivos e controladores.
Os supervisores não recebem muita atenção porque não se envolvem no trabalho de produção.
No entanto, um Supervisor PROFINET pode ser uma ótima ferramenta durante o comissionamento do sistema e até a solução de problemas.
Os supervisores PROFINET operam em uma função semelhante a um Mestre classe 2 em uma rede PROFIBUS DP.
Eles podem ser executados em rede simultaneamente com um PROFINET Controller e conectar -se a dispositivos para ler ou gravar parâmetros e dados. Eles também podem operar em uma rede sem um PROFINET Controller ativo para trabalhar com dispositivos que ainda não estão se comunicando.
Nessa aula vamos ver na prática como trabalha o supervisor PROFINET.
Vamos utilizar dois softwares que são supervisores em uma rede PROFINET o PROFINET Commander e o Proneta.
O uso de um modelo comum para a montagem de um dispositivo de campo é essencial para o entendimento dos elementos utilizados em uma mesma aplicação.
Todos os dispositivos de campo Profinet, em termos de características técnicas e funcionais, seguem um mesmo modelo.
O meio físico, que está diretamente relacionado com a camada mais baixa do modelo OSI, a camada física, é por onde a informação, no nível de bits, será trafegada.
O perfil Profinet define que a comunicação em uma rede Profinet deve possuir um taxa de comunicação de 100 Mbit/s, ser full-duplex, ou seja, quando há um dispositivo transmissor e um receptor, os dois podem transmitir dados simultaneamente em ambos os sentidos.
Dentro das especificações de um meio físico, existem as classes de conformidade Profinet.
Qualquer instrumento Profinet de infraestrutura, seja ativo, como o switch, ou passivo, como cabeamento e conectores, devem possuir especificações de acordo com a classe de conformidade de operação da rede.
Essas classes de conformidade são divididas em três níveis; nível A (CC-A), nível B (CC-B) e nível C (CC-C).
Em circuitos onde uma fonte alimenta várias cargas, a variação do consumo de uma destas cargas pode interferir na tensão/corrente das outras.
Esse tipo de interferência se dá pelo acoplamento capacitivo, ou eletrostático, entre a fonte de interferência e o cabo de rede, induzindo tensões no cabo de rede.
Quanto mais perto os cabos geradores de interferência e o cabo de rede estiverem, maior será a magnitude das tensões induzidas.
Esse tipo de interferência acontece quando uma corrente é induzida no cabo de rede através de um acoplamento indutivo, ou eletromagnético.
Novamente, quanto mais perto os cabos geradores de interferência e o cabo de rede estiverem, maior será a magnitude das correntes induzida.
O cabo Profinet é um cabo de cor verde com quatro secções e dois pares trançados, possuindo uma blindagem interna. Ele deve ser especificado como um cabo categoria 5, com impedância característica de 100 Ohms e bitola AWG22 e está em conformidade com os tipos de cabo usados na indústria.
Cabo Profinet Tipo A: Cabo para instalação fixa padrão, sem movimentação após a instalação.
Cabo Profinet Tipo B: Cabo flexível padrão, há movimentação ocasional ou vibração durante a operação.
Cabo Profinet tipo C: Aplicações especiais como, por exemplo, em situações com movimentos constantes e torção durante a operação do sistema.
Os cabos PROFINET podem trafegar informações com velocidade de até 100 Mbit/s e os resistores de terminação embutidos nas portas Ethernet de cada dispositivo garante que não há reflexões no cabo.
O segmento é limitado a, no máximo, 100m.
A fibra óptica é um guia de onda fabricado com sílica, um material vítreo, utilizado como meio para a propagação da luz. As principais vantagens de se utilizar fibras ópticas são:
1. Pequena atenuação, que permite a transmissão em longas distâncias;
2. Maior capacidade de transmissão. A fibra suporta taxas muito maiores que qualquer outro meio;
3. Grande redução nas dimensões e nos pesos dos cabos;
4. Condutividade elétrica nula. Logo não precisa de aterramento se o cabo for totalmente dielétrico;
5. Imunidade a interferências eletromagnéticas.
A descrição técnica Profinet dividiu os conectores de acordo com duas premissas de instalação: ambientes internos e ambientes externos.
Os ambientes internos são considerados ambientes protegidos, como por exemplo, um painel de controle. Os ambientes externos são aqueles considerados fora dos ambientes protegidos ou painéis de controle, ou seja, no campo.
Os conectores utilizados em cabos Profinet são os modelos RJ45 e M12.
Esses conectores estão disponíveis em diversos graus de proteção IP (do inglês Ingress Protection).
Os conectores RJ45, muito utilizados em redes de TI, são também amplamente utilizados em redes Profinet, sendo disponíveis, normalmente nas versões IP 20 para utilização em ambientes internos e IP 65/67 para utilização em ambientes externos, ou campo.
Um arquivo PROFINET General Station Description (GSD) é uma descrição de um dispositivo IO fornecida pelo fabricante do dispositivo.
O conteúdo do GSD consiste em informações de configuração, parâmetros, módulos, diagnóstico de alarmes e identificação do fornecedor e do dispositivo.
O Profinet CBA é uma rede Profinet de alto nível para aplicações industriais.
Essa perspectiva utiliza software e hardware de Ethernet tradicional que estrutura a configuração, o acesso e o controle de dispositivos de automação.
Assim como o Profinet CBA, o Profinet I/O utiliza software e hardware de Ethernet tradicional para definir as tarefas de troca de dados, alarmes e diagnósticos com Controladores Lógicos Programáveis (CLP) e outros controladores de automação.
Essa perspectiva utiliza a transferência de dados cíclicos para trocar dados com Controladores Programáveis no Ethernet.
Assim como em outras redes industriais, ambos, controlador e dispositivo, devem possuir uma configuração prévia da estrutura de dados e o significado de cada campo do telegrama.
Os dados são organizados em slots contendo sub-slots com os dados de I/O.
Conteúdo para complementar seu aprendizado em anexo:
Nessa aula vamos ver na prática a configuração de uma rede PROFINET IO.
No Profinet o menor tempo de ciclo que podemos configurar é 31,25μs.
Porem para utilizar esse tempo precisamos de equipamentos especiais.
Os tempos de varredura são múltiplos de 31,25μs.
Em uma rede PROFINET podemos configurar tempos de ciclo entre 31,25μs até 4ms.
Quando trabalhamos com redes PROFINET e declaramos a Topologia na ferramenta de engenharia e salvamos no IO Controller, nós poderemos desfrutar de muitos benefícios.
Nessa aula vamos conhecer um pouco deles.
Nessa aula vamos falar de sistemas conectados em topologia de anel sob o protocolo MRP(Media Redundancy Protocol).
Esse tipo de topologia pode ser implementado tanto com roteadores, ou através das portas PROFINET integradas dos dispositivos.
PROFINET oferece muitos recursos que permitem arquiteturas sob medida e aplicações de automação. Uma dessas características é o “Dispositivo compartilhado PROFINET” (Shared Device), que dá acesso a vários controladores PROFINET IO (PLCs / PACs) ao mesmo dispositivo IO.
O recurso I-Device permite que um controlador seja um dispositivo e um controlador simultaneamente, permitindo comunicações de controlador a controlador (alguns podem dizer ponto a ponto) com PROFINET IO.
Para mover os dados de outros sistemas para a rede PROFINET, você deve adicionar um intérprete à rede usando um Proxy ou um Gateway. Vamos conhecer um pouco sobre eles nessa aula.
A única classe de conformidade que permite transmissões utilizando meio físico wireless é a classe de conformidade A (CC-A). Para realizar transmissões em aplicações Profinet que estejam de acordo com as classes de conformidade CC-B e CC-C é necessária a utilização de cabos de cobre ou fibra óptica.
Como o PROFINET é baseado na tecnologia Ethernet, ele pode funcionar com qualquer padrão Wireless do conjunto IEEE 802.11 ou IEEE 802.15.1.
Isso inclui Wi-Fi de 2,4 GHz e 5 GHz, bem como aplicativos Bluetooth.
Portanto, mais uma vez, dependendo dos requisitos de sua aplicação, você tem a oportunidade de escolher a rede sem fio que funcionará melhor para sua aplicação e uma grande variedade de soluções de fornecedores estão disponíveis.
Também é importante apontar que mecanismos de segurança padrão também podem ser empregados para comunicações seguras.
Vamos praticar um pouco do que vimos até agora sobre wireless no Profinet!!!
PROFIsafe, PROFIdrive, PROFIenergy… esses termos são bastante comuns no mundo PI.
Como eles são usados no mundo real? E como eles realmente funcionam? Qual é a definição de um perfil de aplicativo? PROFINET e PROFIBUS são ótimos protocolos que podem ser usados para enviar dados através de uma rede. Mas é aí que terminam suas responsabilidades: eles não atribuem nenhum significado específico aos dados que carregam. Isso significa que cada fabricante que usa um protocolo PROFI precisa desenvolver sua própria API para permitir que um controlador ou mestre trabalhe com seu código específico de aplicativo executado no topo da pilha de rede.
O dispositivo PROFIdrive de classe de aplicação 3 (AC3) é um inversor de “modo de posicionamento” e se baseia nos conceitos de um dispositivo AC1 . No entanto, em vez de comandar um inversor para se mover na velocidade desejada, agora o controlador pede que o inversor se mova para a posição desejada.
Os drives PROFIdrive Classe de Aplicação 4 (AC4) são drives controlados por velocidade.
Como AC1, um controlador pode comandar o inversor para girar em uma determinada velocidade.
No entanto, os inversores AC4 são normalmente usados com servos de alto desempenho em vez dos ventiladores ou motores de bomba com os quais AC1 é usado.
Os telegramas são usados para troca cíclica de dados entre CLP e os Drives.
Há diferentes telegramas que contém diferentes parâmetros, usados em diferentes aplicações.
Como por exemplo o controle de velocidade de um motor (dando um setpoint de velocidade do CLP para o drive) com o Telegrama 1.
Vamos dar continuidade a nossa prática do Profidrive, essa é a parte 2.
Vamos dar continuidade a nossa prática do Profidrive, essa é a parte 3.
Vamos dar continuidade a nossa prática do Profidrive, essa é a parte final.
PROFIenergy é um perfil do protocolo de comunicação PROFINET que permite que o consumo de energia de equipamentos de automação na manufatura (como células de montagem de robôs, cortadores a laser e subsistemas como linhas de pintura) seja gerenciado em uma rede PROFINET. Ele controla o uso de energia durante pausas planejadas e não planejadas na produção.
Nesta aula você verá um exemplo de aplicação do PROFIenergy com o software SIMATIC Manager da SIEMENS controlando uma célula com um robô e duas esteiras transportadoras.
PROFIsafe ( PROFINET safety) é uma tecnologia de comunicação de segurança para sistemas discretos de fabricação e automação de processos.
Foi desenvolvido pela PROFIBUS/PROFINET International (PI) para atender aos requisitos de Segurança Funcional para tecnologias de comunicação PI (PROFINET, PROFIBUS e PROFIBUS PA).
Vamos ver nessa aula um exemplo de aplicação do Profisafe.
Você deve usar um switch gerenciado ou um switch não gerenciado com PROFINET?
Não sabe a resposta?
Então assista essa aula para descobrir.
Nessa aula vamos ver como um switch gerenciável trabalha em uma rede Profinet.
Alarmes são situações indesejadas que ocorrem em um determinado processo e são detectados pelos elementos de rede.
É de suma importância para um sistema industrial gerar alarmes.
Conheça mais sobre o Centro de Competência PROFIBUS, PROFINET Toledo & Souza
Ambientes perigosos são áreas onde existem líquidos, gases ou vapores inflamáveis ou poeira combustível em quantidades suficientes para produzir uma explosão ou incêndio. Em ambientes perigosos, equipamentos especialmente projetados e técnicas de instalação especiais devem ser usados para proteger contra o potencial explosivo e inflamável dessas substâncias. (Publicação OSHA 3073).
Vamos ver como o PROFINET interage nesse tipo de aplicação.
Em geral, a indústria de automação de processos tem muitos requisitos complexos. Devido a processos de automação complexos e altos custos de reinicialização, algumas redes de processo requerem produção contínua; introdução, substituição ou re-parametrização do dispositivo sem interrupções. A especificação PROFIBUS Configuration in Run (CiR) original atendeu a esse requisito. Na verdade, o CiR oferece a capacidade de reconfigurar, inserir, remover ou substituir dispositivos ou módulos sem interromper o aplicativo de controle. Não há necessidade de desligar ou interromper a rede para reparos, modificações ou expansões da planta.
As redes são projetadas para serem operadas como “ilhas” de processo dentro de uma rede maior controlada por PROFIBUS DP. A rede total pode consistir em várias dessas “ilhas”, todas controladas por um único PLC/SDCS . Cada “ilha” PA começa com o acoplador DP/PA que atua como o PA mestre e consiste em vários dispositivos PA em um segmento. Cada “ilha” pode ser intrinsecamente segura ou não intrinsecamente segura. O perfil 4.0 do PROFINET PA descreve o PA dentro da estrutura PROFINET.
O PA Profile 4.0 foi projetado para aproveitar as vantagens do PROFINET e incorporar os conceitos de diagnóstico do PROFINET e do PA em um sistema unificado. Existem várias vantagens importantes que o PA Profile 4.0 com PROFINET tem sobre o PA original com PROFIBUS DP. A tabela a seguir compara os recursos e capacidades do PA autônomo, PROFIBUS DP e PROFINET
Nessa aula vamos verificar na prática como o PROFINET interage naturalmente com outros protocolos de rede trafegando no mesmo meio físico.
Vamos ver que eu posso ter um trafego PROFINET IO junto com um tráfego Modbus TCP no mesmo cabo e na mesma interface de rede da CPU sem nenhum problema.
Nessa aula vamos aprender como podemos inserir status dos nosso dispositivos que estão inseridos na rede PROFINET em uma IHM. Isso é muito útil pois nos permite ver a condição do equipamento na rede e facilita muito em uma manutenção.
CLPs com interface PROFINET normalmente podem se comunicar com outros dispositivos Ethernet mesmo que eles não possuam interface PROFINET. E como isso é feito? Para isso o dispositivo tem que ser capaz de se comunicar via comunicação aberta que é conhecida como comunicação via socket. Nessa aula eu vou demostrar como configurar esse tipo de comunicação em dispositivos PROFINET.
Nessa aula vamos aprender como se instala um arquivo GSDML no software Proficy ME.
Uma vantagem de trabalhar com redes que utilizam o ethernet é a possibilidade de aproveitar muitos recursos do mundo da TI. E com o Profinet não é diferente. Muitos dispositivos Profinet possuem o recurso de WEB Server, o que facilita muito na manutenção desses dispositivos, pois sabendo o endereço de IP dos mesmos você pode acessar uma página WEB e verificar muitas informações do dispositivo.
Os CLPs do fabricante Siemens que possuem interface Profinet normalmente também tem o recurso de WEB Server. E os CLPs da família S7-1200/S7-1500 tem o recurso de criar páginas personalizadas pelo usuário. Esse recurso é muito interessante pois com um pouco de conhecimento em html você pode criar páginas personalizadas para atender as necessidades da sua aplicação, que poderão ser acessadas com um navegador web em um computador comum, apenas digitando o endereço de IP do CLP, sem a necessidade de ter o software de engenharia instalado no PC.
Este projeto tem como objetivo demostrar a configuração para troca de dados entre um S7-1200 e um S7-300 usando o S7 Communication.
O S7-1200 é configurado e programado no STEP 7 V16 e o S7-300 é configurado e programado no STEP 7 V5.6.
Duas conexões S7 são estabelecidas.
Para a primeira conexão S7, o S7-300 atua como cliente e o S7-1200 como servidor. Isso significa que o S7-300 estabelece a conexão ativamente. Os blocos de função FB14 "GET" e FB 15 "PUT" são chamados no programa do usuário do S7-300 para ler dados do S7-1200 e gravar dados no S7-1200.
Para a segunda conexão S7, o S7-1200 atua como um cliente e o S7-300 como um servidor. Isso significa que o S7-1200 estabelece a conexão ativamente. As instruções "GET" e "PUT" são chamadas no programa do usuário do S7-1200 para ler dados do S7-300 e gravar dados no S7-300.
Este projeto tem como objetivo demostrar a configuração para troca de dados entre um S7-1200 e um S7-300 usando o S7 Communication.
O S7-1200 é configurado e programado no STEP 7 V16 e o S7-300 é configurado e programado no STEP 7 V5.6.
Duas conexões S7 são estabelecidas.
Para a primeira conexão S7, o S7-300 atua como cliente e o S7-1200 como servidor. Isso significa que o S7-300 estabelece a conexão ativamente. Os blocos de função FB14 "GET" e FB 15 "PUT" são chamados no programa do usuário do S7-300 para ler dados do S7-1200 e gravar dados no S7-1200.
Para a segunda conexão S7, o S7-1200 atua como um cliente e o S7-300 como um servidor. Isso significa que o S7-1200 estabelece a conexão ativamente. As instruções "GET" e "PUT" são chamadas no programa do usuário do S7-1200 para ler dados do S7-300 e gravar dados no S7-300.
Será que em uma rede PROFINET eu posso trabalhar com mais de um IO Controller?
Nessa aula nós vamos descobrir.
Prezado(a) Aluno(a):
Bem-vindo ao curso Rede Profinet fundamentos e aplicações!
Neste curso você aprenderá os conceitos básico de uma rede Ethernet, também verá como as redes industriais evoluíram e conhecerá as características fundamentais de operação do protocolo Profinet.
Em um segundo momento, você conhecerá um modelo chave na estruturação de redes industriais Ethernet e os protocolos básicos que podem ser envolvidos em uma rede Profinet.
Você estará apto a analisar os aspectos físicos de cada topologia de rede e os equipamentos utilizados na montagem dessas topologias.
Neste curso você também conhecerá as classes de conformidade que os dispositivos Profinet estão submetidos.
Irá aprender, além das características físicas, interferências e conectores, como é realizada a configuração de uma rede Profinet e a interação desse protocolo com outras redes.
Para realizar essa configuração, este curso irá introduzir os conceitos de controlador e dispositivos, assim como o conceito de arquivos GSDML.
Prepare-se para um treinamento que vai mesclar teoria e pratica afim de lhe proporcionar a melhor experiência possível!
Aqui você terá diversos exemplos de configuração da rede PROFINET com equipamento reais e simuladores.
Te vejo nas aulas.........