
Nossos dispositivos da rede AS-I podem ser divididos em duas categorias:
Dispositivos integrados;
Módulos para a conexão de sensores convencionais (sem capacidade de fieldbus), atuadores ou dispositivos de campo (produtos em um relance).
Nessa aula vamos conhecer um pouco mais sobre eles.
Nessa aula vamos aprender como ocorre o fluxo de comunicação de um slave AS-I e também conhecer as interfaces do dispositivo.
Nessa aula vamos conhecer um pouco do significado dos Leds da interface de operação dos dispositivos AS-I e também ver conceitos do Watchdog.
A interface de operação também é responsável pela interface de endereçamento do dispositivo AS-I.
Como existem diversos dispositivos AS-I diferentes, também temos algumas interfaces de endereçamentos diferentes.
Vamos conhece-las nessa aula.
A interface de processo é responsável por conectar os sensores e atuadores a os módulos AS-I.
Nessa aula vamos aprender um pouco mais sobre ela e também sobre a interface de rede.
Um dispositivo AS-I é identificado por meio do seu perfil de dispositivo. Nessa aula vamos conhecer um pouco mais sobre esses perfis.
Em anexo tem uma tabela com os perfis AS-I que foi criada em 2006.
Nessa aula vamos conhecer um dispositivo slave e um endereçador da IFM.
Também vamos aprender como mudar o endereço no nosso slave utilizando esse endereçador.
Vamos falar agora um pouco do nosso ator principal da rede AS-I o Scanner.
Aqui vamos aprender que existem duas categorias de Mestres AS-Interface.
Nessa aula vamos falar um pouco sobre por que não usamos Bridges de camada 2 na rede AS-Interface.
Vamos continuar nosso aprendizado sobre os Scanners da rede AS-I conhecendo um pouco mais de suas propriedades e tarefas.
Aqui também vamos tratar do fluxo dos Scanner na rede vendo cada etapa desse processo.
Nessa aula vamos conversar sobre os dados cíclicos da rede AS-I, conhecendo os seus campos de dados IDI, IDO, AIDI e AODO.
Agora vamos conhecer os campo de dados de parâmetros.
Que são campos que são atualizados apenas de forma acíclica conforme necessário.
Eles são o PII, POI e PP.
Dando continuidade a nossos estudo vamos aprender sobre os dados de configuração que são de suma importância para o correto funcionamento de nossa rede.
Nessa aula vamos falar também dos sinalizadores de diagnósticos do nosso Scanner.
Dependendo do tipo de scanner, a interface do usuário pode ser projetada de maneira muito diferente.
Nessa aula vamos conhecer como elas podem ser.
Assim como os Slaves os Masters da rede AS-I também possuem perfis.
Vamos finalizar nosso módulo conhecendo um pouco dos perfis nossos Scanners podem ter.
Nessa primeira aula desse módulo vamos falar um pouco mais das fontes de alimentação da rede AS-I e também vamos conhecer o expansor de fonte que nos permitem utilizar fontes comuns na rede.
Uma rede AS-Interface padrão tem o tamanho máximo de 100 metros.
Mas o que fazer se precisarmos de uma rede maior?
Nessa aula vamos conhecer alguns componentes que nos permitem expandir nossa rede.
Nessa aula vamos conhecer dois componentes que auxiliam na proteção dos ativos da nossa rede AS-Interface.
ASi Safety at Work.
Atendendo aos requisitos de segurança de forma eficiente.
Os requisitos de segurança para uma máquina ou sistema são frequentemente regulamentados por diretrizes.
Mas, independentemente do requisito ou não - as medidas de segurança são, acima de tudo, uma coisa: Elas fazem muito sentido.
Pode ser que um dispositivo de segurança talvez nunca seja usado em toda a sua vida, mas em um único caso em que a saúde ou talvez a vida de uma pessoa deva ser protegida, vale a pena o uso desse dispositivos de segurança.
No entanto, como os dispositivos de segurança não têm influência direta na produtividade de uma máquina ou sistema e, pelo contrário, levam à perda de produtividade, o projetista se empenhará em encontrar a solução de segurança mais eficiente possível.
E a AS-Interface Safety suporta muito bem essa tarefa.
Vamos conhecer um pouquinho dessa tecnologia!
O monitor de segurança é usado para monitorar os componentes de segurança de um sistema AS-Interface.
O monitor de segurança tem um ou dois circuitos de liberação redundantes usados para desativar com segurança operações potencialmente prejudiciais.
Vários monitores de segurança podem ser empregados ao configurar grupos de saída.
O endereço do monitor pode ser parametrizado para diagnósticos estendidos.
Saídas seguras monitoram uma entrada segura no monitor de segurança.
As saídas seguras são desligadas pelo monitor de segurança.
Vários componentes fazem parte de um sistema de segurança.
Nessa aula vamos ver dois desses componentes que são muito comuns em aplicações com AS-I Safety.
Vamos conhecer mais dois componentes muito utilizados em sistemas AS-I Safety.
Você não pode apenas substitui um padrão pioneiro como o AS-Interface.
Você o torna adequado para o futuro.
AS-Interface é o sistema de cabeamento certificado, descentralizado e poderoso que gerencia perfeitamente a comunicação de dados no nível do atuador/sensor em todas as áreas da tecnologia de automação - e ao mesmo tempo minimiza os custos de aquisição e engenharia.
Com a nova geração do ASi-5, estamos elevando esse padrão a um novo nível.
O novo padrão ASi-5 conecta os atuadores e sensores comumente usados no mercado no nível de fieldbus inferior de forma ainda mais eficiente, flexível e confiável com o nível de nível superior baseado em Ethernet.
O primeiro passo para montar a rede AS-Interface e definir quem será o Master (Scanner) da rede.
Nessa aula vamos conhecer um pouco da CP343-2P da Siemens que será instalada e utilizada junto com um CLP S7 315-2 PN/DP.
Agora que já conhecemos nossa CP que será o Scanner da nossa rede AS-I, vamos aprender como configurar nossos escravos utilizando o software Simatic Manager.
Bem configuramos o nosso primeiro Slave com o Simatic Manager para se comunicar com nosso Scanner, porem a configuração dá um pouco de trabalho, afinal de contas é preciso buscar junto a documentação do dispositivo os códigos de I/O, ID, ID1 e ID2.
Mas os Scanners normalmente possuem uma forma de endereçamento mais simples, e nessa aula vamos aprender como utilizar esse recurso na CP 343-2P.
Nessa aula vamos aprender como fazer a conexão dos devices no cabeamento da rede AS-I, e também ver como são conectados os sensores, botões e LEDs nas entradas e saídas dos módulos AS-I.
Chegou a hora de trabalhar com os dados dos nossos escravos AS-I no programa de usuário que vamos desenvolver com a ferramenta de engenharia do CLP, o Simatic Manager.
Vamos aprender como ler e escrever nas entradas e saídas dos nosso escravos da rede AS-I.
Nessa aula vamos ver com mais detalhes a questão de mapeamento dos I/Os dos nossos slaves na nossa ferramenta de engenharia.
Vamos criar um programa de usuário utilizando os dados coletados dos nossos slaves.
Como prometido nessa aula vamos aprender como podemos realizar o mapeamento dos I/Os da nossa rede AS-I de forma mais fácil.
Em anexo segue o programa para que você possa copiar os blocos.
Nessa aula vamos aprender como podemos ler e escrever nos escravos que utilizam endereçamento B.
Para isso vamos usar alguns blocos do sistema.
Vamos ver nessa aula como tratar sinais analógicos dos nossos escravos na rede AS-I.
Nossa CP343-2P aceita escravos analógicos com os perfis 7.3 ou 7.4.
Nessa aula eu também vou mostrar um programa que utiliza um gateway da IFM como Master AS-I para que possamos ver como ele trata os sinais da AS-I.
Através da interface de comando, você pode controlar a resposta do mestre AS-i completamente a partir do seu programa de usuário.
Vamos descobrir o que você precisa saber para acessar a interface de comando do CP 343-2.
Vamos aprender como podemos realizar o endereçamento dos nossos escravos da rede AS-I utilizando a interface de comando direto no programa de usuário.
Nessa aula vamos aprender a como realizar a leitura das tabelas com os endereços dos escravos da rede AS-I que ficam no nosso mestre (LDA, LDS, LPS).
Em anexo segue o manual da CP343-2 assim como também o projeto desenvolvido até aqui no Simatic Manager e no WinCC Flexible.
O projeto do WinCC está integrado no Simatic Manager, para acessa-lo você precisa ter o WinCC Flexible 2008 SP3 instalado no PC junto com o Simatic Manager.
Nessa aula vamos aprender a habilitar a função de interrupção de diagnóstico da nossa CP343-2P e também vamos manipular as falhas que podem ocorrer em nossa rede AS-Interface.
Nós estudamos em módulos anteriores que a camada de Aplicação da rede AS-I oferece suporte à "life insertion" de novos dispositivos e permite a troca de dispositivos defeituosos durante a operação (Hot Swap) usando a atribuição automática de endereços.
Nessa aula vamos ver como isso ocorre na prática.
Nesse novo módulo vamos iniciar os estudo de rede AS-interface utilizando um gateway da Bihl+wiedmann.
Esse gateway trabalha como um "tradutor de protocolo", e com isso poderemos conectar nossos dispositivos AS-interface a redes de nível superior como o EtherNet/IP e o Modbus TCP.
Nesse primeiro momento aprenderemos as configurações iniciais do Gateway AS-i - EtherNet/IP / Modbus TCP do modelo BWU2381da Bihl+wiedmann.
Nessa aula vamos aprender como realizar a integração do nosso Gateway AS-i via EtherNet/IP com um controlador PAC MODICON M340 da Schneider.
Estaremos programando na plataforma Control Expert da Schneider.
Nessa aula vamos aprender como podemos utilizar os recursos do Gateway AS-interface para realizar o endereçamento dos Slaves, sem a necessidade de nenhum software ou até mesmo endereçadores de mão.
Esse recurso facilita muito a integração, substituição e manutenção de dispositivos da rede AS-i.
Nessa aula quero apresentar a vocês como podemos inserir novos dispositivos na rede que vem com o endereço 0 de fábrica.
Nessa aula vamos agora realizar a integração do nosso Gateway AS-i da Bihl+Wiedmann com controladores Rockwell via protocolo EtherNet/IP.
Estaremos realizando essa programação na plataforma Logix Designer / Studio 5000.
Nessa aula vamos explorar um software de configuração para o nosso gateway AS-i.
Trata-se da ferramentas de controle ASi (versão herdada).
Software AS-interface Control Tools é utilizado para configuração, programação e diagnóstico para ASi master e ASi gateways da Bihl+Wiedemann.
Além dos dados cíclicos que são torcados entre o mestre AS-i e os slaves, podemos trocar dados de forma acíclica para que seja possível realizar configurações e diagnósticos nos dispositivos que fazem parte da rede.
Durante as próximas aulas aprenderemos como realizar o monitoramento dos dispositivos ativos em nossa rede AS-i e também como realizar o endereçamento dos slaves de forma remota via programação de CLP.
Nessa aula prática vamos aprender como configurar a leitura dos dispositivos que estão ativos na rede AS-i do nosso Gateway via plataforma de programação Logix Designer/Studio 5000 da Rockwell.
Assim como no módulo passado aprendemos a configurar o endereço dos dispositivos AS-i remotamente via programação do CLP na plataforma do Step 7, agora estarei ensinando como realizar essa configuração na plataforma da Rockwell.
Esse recurso é muito útil, pois nos permite inserir novos dispositivos e até mesmo substituir slaves defeituosos de forma mais simples, podendo realizar a configuração até mesmo via IHM.
Até aqui realizamos a comunicação do nosso gateway AS-i com dispositivos em rede EtherNet/Ip, nessa aula eu gostaria de demostrar como realizar a comunicação do Gateway com um sistema SCADA via protocolo de comunicação Modbus TCP.
As orientações ensinadas aqui servem para a comunicação com qualquer equipamento que se comunique sobre o protocolo Modbus TCP, seja um CLP, PAC, PC ou até mesmo um software.
Nessa aula estaremos realizando a comunicação do gateway AS-i com um controlador SIMATIC S71200 da Siemens via protocolo Modbus TCP.
Nesta aula vamos aprender como realizar a leitura de dados dos escravos AS-i com um CLP Mitsubishi da série MELSEC iQ-F CPU FX5UC.
O CLP da Mitisubishi vai se comunicar com o gateway AS-i da Bihl+Wiedemann via protocolo Modbus TCP.
Nesta aula vamos aprender como realizar a escrita de dados dos escravos AS-i com um CLP Mitsubishi da série MELSEC iQ-F CPU FX5UC.
O CLP da Mitisubishi vai se comunicar com o gateway AS-i da Bihl+Wiedemann via protocolo Modbus TCP.
Caro aluno(a) nessa aula vamos abordar a integração da rede AS-I com a rede MPI, que é uma rede proprietária da Siemens.
Nessa prática vamos realizar a comunicação e a troca de dados entre o nosso CLP S7315-2 PN/DP e um CLP S7222.
Será uma aula com objetivo de demostrar as possibilidades de comunicação e integração da rede AS-I com outras redes industriais.
Em anexo você pode fazer o download do projeto que foi desenvolvido no CLP S7200 com a plataforma de programação Micro Win V4.0 SP9.
Nessa aula vamos realizar a integração do nosso Master AS-I com outro CLP utilizando uma conexão via Ethernet industrial.
Essa é uma configuração muito comum entre comunicação entre máquinas no chão de fábrica.
Nessa prática vamos utilizar nossa maleta didática com o S7315-2 PN/DP e um CLP S71211c.
Em anexo estou deixando o projeto desenvolvido no S7300 atualizado na versão 3.0 e o projeto desenvolvido no TIA Portal v16 para o S71200.
A rede AS-i foi concebida para tornar mais simples e rápida as conexões entre controladores e seus respectivos sensores e atuadores. Podemos dizer que o protocolo AS-i é o mais econômico e ideal para comunicação entre atuadores e sensores. A rede AS-i é considerada uma rede muito simples pelo fato de requerer apenas um único cabo para conectar módulos de entradas e saídas de qualquer fabricante e com isso possibilitar a redução de custos de cabeamento na instalação. Porém existem diversos requisitos, do ponto de vista da camada física, que são de suma importância para garantir a comunicação eficiente entre os dispositivos em uma rede AS-i. Um deles é a tensão nominal de alimentação da rede, que deve estar entre 29.5V e 31.6V, permitindo uma queda de tensão ao longo do cabo de até 3v. Outro ponto a ser observado é em relação ao cabeamento, podemos dizer que o cabeamento AS-i é mais “sensível” e por isso exige mais conhecimento dos instaladores. É preciso ter cuidado no momento da conexão dos equipamentos e na passagem dos cabos, evitando principalmente, passar junto a cabos de alta potencia. Assim como qualquer barramento de campo, falhas em uma rede AS-i, podem levar a paradas indesejadas dos equipamentos e causar muitos prejuízos a uma empresa. Dessa forma é muito importante que a equipe responsável pela manutenção e operação da rede em questão possua recursos para realizar intervenções que possibilitem restabelecer a operação da rede no menor tempo possível, ou melhor, ainda, que se possa detectar um possível problema antes mesmo que ele ocorra. Ter uma ferramenta que possibilite verificar a qualidade do sinal de todos os dispositivos da rede (Mestre e Escravos), em tempo real e sem interferir em seu funcionamento e que também permita analisar os telegramas de comunicação em tempo real e apresente as estatísticas de todos os erros de comunicação e informações sobre o tipo de falha (timing, etc.) e a sua origem (se causada pelo Mestre ou pelo Escravo) é fundamental para que se possa manter o barramento AS-i operando sempre nas melhores condições. Pensando nisso acabo disponibilizando essa aula onde faço uma pequena demonstração da ferramenta ASi-NetPro fornecida pela empresa Westcon, que é um ferramenta ideal para serviços de manutenção e comissionamento de redes AS-interface.
Esse vídeo usa uma configuração simples para mostrar como definir um Gateway AS-I da Bihl + Wiedemann no ASIMON360 e depois incorporá-lo ao controlador Siemens S71500F na plataforma do TIA Portal.
Esse vídeo usa uma configuração simples para mostrar como definir um Gateway AS-I da Bihl + Wiedemann no ASIMON360 e depois incorporá-lo ao controlador Schneider.
Nesse vídeo você verá uma pequena demonstração de uma configuração simples para mostrar como os dados AS-I cíclicos são definidos no ASIMON360 e então implementados no RS Logix.
Você pode ver este e mais vídeos desse tipo diretamente no site da Bihl + Wiedemann.
AS-Interface: A solução mais simples em Redes de Automação
Um sistema industrial formado por redes AS-I é considerado como o mais econômico e ideal para comunicação entre atuadores e sensores.
Os benefícios da utilização de uma rede AS-I vão desde economias de hardware até o comissionamento de uma rede AS-I propriamente dita.
Quando você está a procura de....
Uma rede de baixo custo.
Uma rede que roda de forma segura e confiável mesmo sob as circunstancias mais severas…
Uma rede que trabalha em tempo real.
Uma rede que pode ser usada em muitas circunstancias.
Uma rede que é fácil de instalar.
Uma rede que pode ser expandida rapidamente e com flexibilidade.
Então o AS-Interface é perfeito para você....
Ela é uma Rede Industrial que se posiciona como uma das mais simples aplicações para máquinas e equipamentos, e tem como uma das suas principais características a conexão rápida de módulos de rede através de cabo auto regenerativo de duas vias, proporcionando agilidade de instalação e flexibilidade de ajustes no posicionamento.
Se você deseja aprender mais sobre a rede de Sensor Bus mais utilizado no mundo, você veio ao lugar certo!!!!
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O que vamos aprender nesse treinamento?
As principais características de funcionamento da rede industrial AS-interface.
Os benefícios de se utilizar essa rede industrial.
Versões do protocolo.
Instalação física.
Configuração e parametrização.
E muito mais....