
Histórias de Usuário & Backlog
Antes de escrever uma história de usuário, é preciso ter definido uma persona. Com sua persona em mente sim, será possível determinar suas histórias de usuário. Quer aprender a escrever uma história de usuário? Assista esta aula!
Para desenvolvermos a história de usuário precisamos começar montando a Persona (que será a representação dos usuários), para isso, deverá ser definido quem é a Persona, o que ela representa e por que ela representa
Os requisitos (definições) para uma persona devem ser objetivos e curtos;
Uma História de Usuário deve indicar propósitos de existir e os benefícios que ela traz;
Critérios de Aceitação
Os critérios de aceitação servem como uma forma de validar ou invalidar a história de usuário, uma vez que tenha sido desenvolvida. Depois de desenvolver a história de usuário o time fará a revisão do produto, momento em que o Dono do Produto irá avaliar as histórias criadas e irá validá-las (ou não) conforme os interesses do cliente representados nos critérios de aceitação. Caso algum item não esteja de acordo com os critérios de aceitação, a entrega é invalidada e volta ao backlog do produto para que seja refeita.
Evitar a duplicidade dos requisitos (requisitos ambíguos);
Expectativas dos usuários devem estar claras;
Benefícios precisam gerar valor para o usuário e também para o cliente;
Backlog do Produto
O backlog, criado pelo dono do produto e desenvolvido pelo time de desenvolvimento. É a soma das Histórias de Usuários com os Critérios de Aceitação. Ele descreve a necessidade do cliente como um todo, conforme o projeto avança o backlog do produto é atualizado com mais informações. A priorização do backlog deve ser baseada no que agrega mais valor ao produto segundo o cliente.
Técnicas Ágeis de Planejameto
Explore com o professor algumas das técnicas ágeis em planejamento mais consolidadas no mundo do Scrum.
Priorizando as Histórias de Usuário
Depois de elaboradas as histórias de usuário você precisará ordená-las, priorizando-as conforme as necessidades e os interesses dos clientes e usuários. Apresentaremos algumas técnicas que irão facilitar essa priorização.
Ponto - 100: consiste em distribuir os pontos conforme escala de valor de cada história. Valorando a história de usuário de acordo com aquilo que você julga mais importante.
Dinheiro - Banco Imobiliário: é a técnica em que atribuímos valores monetários a cada história de usuário, priorizando-as conforme atribuímos certa quantidade de valor.
MosCow: Must Have (Precisa ter), Should Have (Deveria ter), Could Have (Poderia ter) & Won't Have (Não terá). Com essa técnica podemos organizar o backlog para definirmos as especificidades a partir do uso de outras técnicas, como Ponto - 100, por exemplo.
Planejamento Poker: estimar esforços e trabalhos utilizando o baralho, assim, cada participante irá utilizar uma carta para valorar o item em questão.
Fist of Five: é uma técnica simples em que cada um faz uso de sua mão para determinar um valor de 1 a 5 para a questão apresentada.
Criar a Lista de Tarefas
A elaboração de tarefas irá ocorrer, usualmente na segunda etapa de planejamento, após estimar as histórias de usuário. Para isso poderemos utilizar as seguintes técnicas:
Decomposição: consiste em fracionar e detalhar tarefas em níveis mais baixos, dividindo determinada tarefa em várias entregas menores.
Determinação de Dependência: é o ordenamento das tarefas conforme suas dependências internas (definições ) ou externas (leis, regulamentos, diretrizes).
Responsabilidades no Planejameto
Quem deve fazer o Backlog? Quem deve fazer e participar do planejamento de uma Sprint? Quem define o que é pronto? Tire suas dúvidas nesta aula!
Dono do Produto
Dentre as responsabilidades do Dono do Produto em relação ao Planejamento são, além de orientar os requisitos e estimativas:
Participa da criação das Histórias de Usuários;
É responsável pela aprovação das Histórias de Usuários;
Determina os critérios de aceitação
Scrum Master
O Scrum Master é responsável, dentre outros itens (citados abaixo), por apoiar estimativas de esforços para com o planejamento.
Participa da criação das Histórias de Usuários;
É o facilitador de tarefas e eventos durante o planejamento;
Apoia o desenvolvimento do Backlog.
Desenvolvedores
Compromete Histórias de Usuários;
Cria as estimativas;
Alimenta as Histórias de Usuários;
Desenvolve a lista de tarefas e o Backlog da Sprint.
Riscos e Scrum
O que é um risco? O que é uma incerteza? Descubra mais sobre gestão de riscos nesta aula.
Como tratamos Risco no projeto Ágil?
É importante, primeiramente, entender a diferença entre Risco e Problema. O Risco é a incerteza quantificável de um acontecimento que irá impactar as metas do projeto, podendo, assim, influenciar no sucesso. Enquanto o Problema é um evento solucionável que temos certeza de que está acontecendo ou que acontecerá no andamento do projeto.
Riscos podem ser encarados como oportunidade ou ameaça ao projeto. Nos riscos positivos (oportunidades) iremos buscar ampliar os benefícios e a frequência deles no projeto, enquanto os negativos (ameaças) buscaremos mitigar ou eliminá-los do projeto.
Atitudes Frente aos Riscos
Apetite: é a busca (ou não) que a organização tem com os riscos.
Tolerância: é até onde vai a disponibilidade da empresa de lidar com os riscos.
Aversão: é a fuga de situações de risco.
Limite: o limite é a linha que divide a situação confortável da desconfortável em relação aos riscos, o limite é determinado pela tolerância.
Neutro: é uma postura neutra frente aos riscos, não tenta evitá-los nem parte em busca deles, lida com o que for necessário.
Buscar: é o profissional ou a empresa que irão em busca dos riscos, aproveitando as oportunidades geradas pelos riscos positivos.
Conforme a atitude adotada, a priorização dos riscos é integrada ao backlog do produto, ou seja, ao planejamento. Existem técnicas para a priorização dos riscos, as quais podem ser as mesmas utilizadas na priorização de Histórias de Usuários.
Todos integrantes do Time de Projeto deverão constantemente procurar identificar riscos, que, uma vez encontrados, deverão ser tratados conforme sua natureza e a atitude adotada pela organização.
Revisando Conceitos Básicos
Vamos revisar? Comece a entrar no clima para fazer seus simulados de certificação Scrum!
Desenvolvimento Iterativo é a principal característica de implementação na teoria Agile, ele é o coração do framework Scrum. É pelo desenvolvimento iterativa que conseguimos entregar mais valor de forma mais rápida aos nossos clientes. O principal benefício da iteratividade é a facilidade na alteração de direção do projeto, conforme o amadurecimento do time de projeto e devido à melhoria constante.
Para a aplicação do desenvolvimento iterativo, as fases do projeto devem se repetir em todas as Sprints. O ciclo é Planejamento, Implementação, Revisão e Retrospectiva.
A Priorização Baseada em Valor é a busca por priorizar o maior valor para o negócio (levando em conta o que é valor para o cliente), relacionando com o menor período de tempo entre as entregas. São considerados critérios para a priorização: Valor (considerar o que é valor para o cliente, de que forma a entrega irá servir ao cliente? O foco do cliente é na qualidade do serviço ou no retorno financeiro?), Risco (ele nos oferece uma capacidade de entender o que nós podemos entregar para o cliente com os menores riscos) e Dependência (as dependências deverão ser levadas em conta, pois elas podem nos impedir de fazer alguma coisa).
Partindo para a Sprint
Nesta aula iremos ver na prática como devemos tratar a execução de projetos com Scrum ao longo das Sprints. Chegou o momento de criarmos as entregas do nosso produto, focaremos nesta aula, portanto, na etapa de execução da Sprint. É nesse momento que o Time de Desenvolvimento irá trabalhar nas tarefas definidas no backlog da Sprint, para desenvolver as entregas a partir dos épicos e das histórias de usuários.
O resultado de uma Sprint deve ser:
Incremento do produto: uma porção funcional, ou que possa ser integrada a outras, de software;
Entregável finalizado: pode ser um conjunto de incrementos que tenha funcionalidade para o nosso cliente.
Durante o desenrolar da Sprint o trabalho feito pode ser acompanhado por meio de um Scrumboard que consiste em:
História;
À Fazer;
Progresso;
Teste;
Pronto.
Ferramentas e Técnicas para criação dos entregáveis
As ferramentas, processos e técnicas deverão ser utilizadas a critério do time, não deverão ser impostas pela organização, só o time deverá decidir quais os melhores meios de montar as entregas. Alguns exemplos de técnicas e ferramentas estão elencados abaixo:
Conhecimento e experiências do time de projeto;
Softwares;
Disponibilidade de Tecnologia.
Reuniões Diárias
São eventos indispensáveis durante a Sprint, consistem em reuniões do time de projeto, possuem time-box de 15 minutos e devem ser realizadas com todos os integrantes de pé para que seja objetiva e produtiva. A reunião diária vai permitir que o time siga motivado por meio do estímulo pela comunicação e também ela facilita a identificação e mitigação dos riscos. Também são uma boa oportunidade para atualizar o Scrumboard e demais gráficos de entregas.
Mudanças, Mudanças!
Inevitáveis, mas gerenciáveis com Scrum. Agile foi feito para tratar de mudanças e projetos complexos, então não se preocupe!
O que pode gerar mudanças no Backlog Priorizado?
Atualizações nas Histórias de Usuários: a necessidade de um determinado usuário pode mudar e essa mudança deve ser refletida nas Histórias de Usuários;
Solicitações de mudanças: o próprio cliente pode mudar sua visão/opinião sobre o projeto e, assim, solicitar alguma modificação;
Identificação de novos riscos: ao passo que novos riscos são identificados, se faz necessário promover mudanças para que se possa lidar com esses novos riscos.
Reuniões para Atualização do Backlog Priorizado: é a técnica mais eficaz para realinhar as histórias de usuário e os critérios de aceitação.
Os métodos ágeis são desenvolvidos para absorverem mudanças a qualquer momento do projeto sem que elas tenham grandes impactos nos aspectos emocional e prático de uma equipe, pois o planejamento é sempre feito em curto prazo. Os métodos ágeis também desenvolvem seus processos baseando-se em requisitos instáveis. Ao estudarmos o Manifesto Ágil iremos ver que devemos: "Responder às mudanças em vez de seguir um plano".
As mudanças aprovadas irão gerar atualizações Backlog do Produto (que deverão ser feitas pelo Dono do Produto), como consequência, a priorização do Backlog do produto também deverá ser atualizada.
Clientes podem apresentar mudanças considerando:
Regulamentação governamental;
Novas diretrizes;
Lições aprendidas;
Necessidade de melhorias.
Mudanças podem gerar instabilidades no projeto afetando:
Cronograma;
Ritmo de trabalho;
Priorizações;
Valores.
Um trabalho incompleto, quando o time não executa tudo que estava planejado no backlog da Sprint, obriga mudanças na Sprint seguinte para adequar os itens atrasados.
Nos casos da necessidade de mudanças durante uma Sprint existem duas opções de como agir, a decisão será tomada pelo Dono do projeto, ele poderá encerrar a Sprint ou adiar a mudança.
Responsabilidades na Execução da Sprint
Descubra de quem é a responsabilidade de fazer a reunião diária, de atualizar o Scrum Board e mais!
Scrum Master:
Garante a aplicação dos eventos;
Apoia a atualização das ferramentas de acompanhamento;
Facilita a criação das entregas.
Dono do Produto:
Atualiza e refina o Backlog Priorizado do Produto;
Garante o entendimento dos requisitos de negócio;
Monitora o amadurecimento do time.
Time de Desenvolvimento:
O time, durante a Sprint, trabalha para criar as entregas, mantendo atualizadas as ferramentas de acompanhamento das tarefas.
Apresentar quaisquer impedimentos;
Identificar e responder aos riscos;
Absorver solicitações de mudanças;
Acompanhar ativamente as revisões.
Escalando Scrum e Tratando a Qualidade
Aprenda a fazer uma reunião de Scrum de Scrums com base em boas práticas de gerenciamento ágil de projetos. Entenda também como são tratadas as revisões e retrospectivas em Métodos Ágeis.
Reuniões de Scrum de Scrums
Dentre os objetivos dessas reuniões estão: otimizar integração entre times, resolver conflitos, registrar dificuldades e impedimentos, atualizar o progresso, vínculos e dependências. O time de projeto deve ser colaborativo oferecendo inputs de atualizações e impedimentos.
Técnicas para conduzir a reunião de Scrum de Scrums
Desde a última reunião, o que vem sendo trabalhado pelo meu time?
O que será feito pelo meu time até a próxima reunião?
Em que os outros times dependem do meu time?
O que será feito pelo meu time que impacta nos outros times?
A Vídeo Conferência é habitualmente utilizada para reuniões nas quais os time estejam em locais afastados.
Revisão da Sprint
Conheça este ritual de controle de qualidade e conheça as regras do Scrum para o gerenciamento da qualidade. Ao término de uma Sprint é necessário a validação do que foi feito para garantir a aprovação, esse é o momento de realizarmos a Demonstração e Validação da Sprint.
Reunião
Os desenvolvedores apresentam os entregáveis ao Dono do Produto para validação. Neste evento devem ocorrer:
Aceitação ou rejeição das entregas;
Atualização de cronograma;
Registro de riscos;
Avaliação do valor agregado.
Além de reuniões de revisão, outra técnica muito utilizada é a Análise do Valor Agregado. A análise de Valor Agregado (AVA) mede a variação atual de desempenho, custo e tempo. Sendo possível gerar estimativas atualizadas de desempenho.
Retrospectiva da Sprint
Como podemos melhorar os processos que nos levaram aos resultados que geramos? Como podemos melhorar os resultados por meios dos processos empregados? Isso vale uma retrospectiva!
É durante a retrospectiva da Sprint que serão compartilhadas as lições aprendidas por todo o time de projeto no decorrer daquela Sprint. Essas lições compartilhadas em grupo serão entradas para a próxima Sprint, para que, assim, possamos efetivamente melhorar os pontos abordados por meio da listagem dos pontos de melhoria.
Reuniões de Retrospectiva da Sprint
O foco da reunião de restrospectiva será estabelecer as Melhores Práticas da Sprint que foi encerrada para levá-las para as próximas Sprints. Ao elencar as boas práticas também iremos identificar os Gargalos e Impedimentos que atrasaram a equipe ou dificultaram seu trabalho, a partir do reconhecimento desses impedimentos o Scrum Master irá trabalhar para resolvê-los. Com Melhores Práticas definidas e Gargalos e Impedimentos resolvidos nós iremos obter as Melhorias em Processos. Nesse evento serão produzidos: pontos de melhoria definidos e o plano de ação das melhorias.
Durante a Reunião poderemos utilizar diversas técnicas já trabalhadas em nosso curso, como a Lancha para identificarmos mais facilmente quais são as âncoras (impedimentos) do time, além do uso de Medições para avaliar o que foi feito (consultar o ScrumBoard da Sprint, por exemplo).
Release
O que ela é? Para que ela serve? A release é feita quando somamos as porções de software desenvolvidas por nós e criamos uma entrega para nosso cliente. Confira a aula e entenda o conceito, pois pode cair em sua prova!
Ela é constituída pelos entregáveis que estão dentro dos critérios de aceitação definidos pelo cliente. O envio desses entregáveis deve ser aprovado formalmente pelo cliente.
Ao término da entrega, a metodologia ágil recomenda a realização da Retrospectiva do Projeto. É preciso lembrar também que tal retrospectiva deve ser feita apenas a partir do término da última Release, considerando que durante todo o projeto ocorrerão várias Releases.
Retrospectiva do Projeto
É o momento em que se olha para trás e identifica quais foram os pontos positivos e negativos desse período de trabalho e, com isso, quais as lições que a equipe do projeto aprendeu.
Levantamento das lições aprendidas;
Documentação das lições aprendidas;
Disponibilização das lições aprendidas.
A Reunião de Retrospectiva do Projeto deve focar em produzir melhorias para projetos seguintes, possibilitando o aprendizado da equipe com as práticas e com as ferramentas utilizadas no projeto e também solucionando os problemas encontrados durante o desenvolvimento das Sprints
Responsabilidades na Qualidade e Release
Descubra quais são as responsabilidades de cada papel do Scrum oficial dentro da revisão, retrospectiva e da release em um projeto Scrum.
Dono do Produto
Apoiar na implantação das entregas;
Participar das Retrospectivas;
Acompanhar o desenvolvimento do time;
Atualizar priorização do Backlog.
Scrum Master
Estimular e apoiar o registro das lições aprendidas;
Organizar artefatos;
Ensinar o time a coletar informações sobre os pontos de melhoria.
Time de Desenvolvimento
Contribuir com inputs para a retrospectiva do projeto;
Fará a demonstração e a validação do produto;
Colocará em prática os pontos de melhoria assinalados.
Qualidade em Profundidade
Nesta aula, encerraremos o curso com a oferta de uma visão em profundidade sobre qualidade em projetos ágeis. Obrigado por estudar com o Site Campus!
Como o Scrum trata a Qualidade?
Para o Scrum, qualidade está associada à capacidade das entregas em alcançarem o valor do negócio. Ou seja, o produto que nós construímos deve oferecer valor para o cliente e, com isso, para o negócio. Qualidade também pode ser encontrada na capacidade de atender aos critérios de aceitação do produto, entregar ao cliente aquilo que ele definiu como de maior importância e da melhor forma.
Portanto, assumimos que a qualidade em Scrum é o conjunto de três fatores:
A compreensão do escopo;
A capacidade de criar/entregar valor de negócio;
Conhecer os benefícios do produto desenvolvido.
Responsabilidades na Qualidade:
Scrum Master
Estimular o debate em relação aos problemas;
Apoiar as apresentações;
Dissolver impedimentos.
Dono do Produto
É responsável pela aceitação ou rejeição das entregas;
É quem controla e supre as informações acerca da qualidade;
Faz as atualizações nas informações.
Time de Desenvolvimento
Deve apresentar as entregas realizadas;
Apontar as oportunidades de melhoria;
Colaborar nas reuniões de revisão e retrospectiva.
Critérios de Aceitação
Tais itens devem ser definidos com clareza e objetividades para garantir a compreensão e o sucesso da qualidade. É importante lembrarmos de diferenciar os critérios de aceitação (são os detalhes da lista de requisitos estipulados pelo cliente que obrigatoriamente devem constar para que ele aceite a entrega) da lista de requisitos (de forma mais abrangente, são os ítens que irão guiar o desenvolvimento do produto). Cada História de Usuário deverá ter um critério de aceitação indivídual.
Melhoria Contínua
Experiências desenvolvidas durante o projeto e colaboração dos Stakeholders somam a capacidade dos times de projeto de alcançar a qualidade esperada. Uma técnica utilizada ao trabalhar com "qualidade" é a do Ciclo PDCA que consiste em Planejar (Plan), Fazer (Do), Verificar (Check), Agir (Act).
Aviso Importante:
Seguindo as diretrizes da Udemy, este curso foi dividido em 4 partes para que possa ser disponibilizado de forma gratuita. Você agora está assistindo à terceira parte de 4
Sobre o curso:
Para quem deseja demonstrar conhecimentos sólidos em práticas ágeis, com foco nos papeis de Dono de Produto e Scrum Master, de acordo com o framework Scrum, este curso online PSM® e PSPO® é o ideal. Preparatório para a certificação PSM I® e para a certificação PSPO I®, Professional Scrum Master e Professional Product Owner, respectivamente, o treinamento aborda os benefícios do gerenciamento ágil de projetos versus o gerenciamento tradicional, apresenta diversas técnicas para gestão de projetos com base no Scrum original e, principalmente, prepara o aluno para ser certificado nos exames oficiais da Scrum. ORG. Scrum é o framework de gerenciamento ágil de projetos mais difundido no mundo, ganhando cada vez mais adeptos. Criado por Jeff Sutherland e Ken Schwaber, Scrum defende o desenvolvimento de produtos complexos por meio de uma abordagem simples, mas difícil de ser dominada. Em ciclos de desenvolvimento curtos, equipes e empresas podem enfrentar qualquer desafio e ainda entregar resultados consistentes.
Por que devo fazer esse curso?
Dominar os fundamentos do Scrum para aplicação prática, com base em aulas dirigidas para o dia a dia do aluno e do trabalho em projetos;
Atuar em empresas com diferentes perfis e projetos, conseguindo colocação rápida no mercado de trabalho gerencial e de desenvolvimento de novos produtos;
Obter reconhecimento como Dono de Produto profissional por meio do certificado PSPO®
Garantir reconhecimento como Scrum Master profissional por meio do certificado PSM®
Conhecer o Scrum Guide e as principais diferenças entre gestão de projetos tradicional e ágil.
Qual é o público-alvo?
Profissionais de todas as áreas que trabalham em projetos, seja como gerente, desenvolvedor ou profissional de apoio e precisam obter conhecimentos fundamentais em Scrum.
Observação:
Este curso deve ser adquirido por pessoas maiores de 18 anos