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PNL - Practitioner em Programação Neurolinguística (NLP-INT)
Rating: 4.3 out of 5(583 ratings)
2,602 students

What you'll learn

  • Eliminar bloqueios emocionais e crenças limitantes que impedem sua prosperidade
  • Mudar padrões de pensamento que geram estresse, procrastinação e falta de ação
  • Reprogramar sua mente para alcançar o sucesso com mais facilidade
  • Eliminar bloqueios , impasses , crenças limitantes e pontos cegos que negam a permissão para você prosperar
  • Modelar a excelência humana para uma performance extraordinária
  • Desenvolver comunicação poderosa para influenciar, liderar e persuadir com impacto
  • Acelerar seus resultados profissionais e pessoais de forma estruturada e comprovada
  • Ter uma nova fonte de renda através da prestação de serviços para desbloquear o potencial dos seus liderados ou de clientes

Course content

1 section77 lectures72h 17m total length
  • Boas vidas a formação em PNL - Practitioner em Programação Neurolinguística4:57
  • Meu presente para você1:28
  • Abertura da Formação Neurociência e PNL com Luis Lindner Trainer Internacional1:18:21

    Palestra de Abertura sob o tema: Neurociência e Practitioner em Programação Neurolinguística

    Maximize seu nível de desempenho e excelência através da Formação Internacional Practitioner em Programação Neurolinguística. Nela você receberá dezenas de ferramentas para reprogramar o cérebro, alcançar seus maiores objetivos e se libertar de todas as amarras e crenças que impedem você de ser mais feliz e de ter muito mais resultados em todas as áreas da sua vida. A Formação inclui as técnicas fundamentais da PNL no formato Practitioner, com um conjunto padronizado de conteúdos que inicia o participante no mundo da Programação Neurolinguística. Através desta formação, nós oferecemos um sistema de ensino de Programação Neurolinguística inovador, sistêmico, fundado neurocientificamente e que faz parte da terceira geração.

    A metodologia desenvolvida nos Estados Unidos por Richard Bandler, e na Europa por Bernd Isert, foi aprimorada pelo Trainer Luis Lindner com a inclusão da Neurociência e Autogestão, desenvolvidas ao longo de duas décadas de atendimentos a clientes.

    A apostila está no próximo vídeo, onde temos a aula 01 da Formação Practitioner em Programação Neurolinguística

  • Introdução ao Formação Practitioner em Programação Neurolinguística Sistêmica38:29

    ​Formação Practitioner em PNL

    É o estudo da estrutura da experiência subjetiva. Ela estuda os Padrões (“programação”) criados pela interação entre o cérebro (“neuro”), a linguagem (“linguística”) e o corpo (“fisiologia”).

    É uma atitude... caracterizada por um sensação de curiosidade, aventura e o desejo de aprender as habilidades para conseguir encontrar quais os modos de comunicação que influenciam alguém e quais desses modos vale a pena saber ... para ver a vida como uma rara e inédita oportunidade de aprender.

    É uma metodologia... baseada na pressuposição de que todo o comportamento possui uma estrutura ... e que a estrutura pode ser modelada, aprendida, ensinada e modificada (reprogramada). A maneira de saber o que será útil e eficaz são habilidades de percepção. PNL evoluiu como uma inovadora tecnologia possibilitando o pratictioner a organizar informações e percepções de maneira que permitam conquistar os resultados que eram uma vez inconcebíveis.

    Programação: A habilidade de organizar nossa comunicação e sistema neurológico para conquistar objetivos e resultados desejados específicos.

    Neuro​: Sistema nervoso através do qual a experiência é recebida e processada com os cinco sentidos.

    Linguística​: Sistema de comunicação verbal e não-verbal através do qual cada representação neural é codificada e ordenada, recebendo um significado.

    A APOSTILA ESTÁ NOS RECURSOS DA FORMAÇÃO

  • Como e quando Surgiu a Programação Neurolinguística54:27

    Como e quando Surgiu a PNL

    Há cerca de 30 anos Richard Bandler estudava matemática e psicologia na Universidade de Santa Cruz na Califórnia. Nos finais de semana trabalhava gravando workshops e ficou muito Impressionado com a habilidade de comunicação e com os resultados de dois terapeutas com que teve contato, Fritz Perls (criador da Gestalt-terapia) e Virgínia Satir (terapeuta de família). Ele ficou interessado em aprender o que eles faziam e pediu a ajuda de seu professor de linguística, John Grinder.

  • Fundamentos da Programação Neurolinguística55:00

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 03

    Nossos estados, sentimentos e emoções são criados por uma tétrade : nossa fisiologia (corpo), nossa linguagem (palavras), o que nós falamos, o foco de nosso pensamento e as nossas crenças ou convicções. O estado emocional em que estamos determina nosso comportamento.

    “Quando permite que sentimentos negativos, como, mágoa, tristeza, baixa autoestima, ódio, desejo de vingança conduzam sua vida, os resultados serão ligados a esses sentimentos, e você não pode reclamar dos resultados, pois abdicou do comando de sua vida”. Zig Ziglar

  • ​​Ancorando, Acessando e reacessando representações1:11:22

    ​​Ancorando, Acessando e re-acessando representações

    Quando é importante controlar o conteúdo de um sistema de representação, como quando você está trabalhando com um ponto de decisão em uma estratégia, você precisará de uma maneira de assegurar o acesso e o re-acesso fácil a essa representação particular associada com esse ponto de decisão. Isto é realizado com um procedimento que nós chamamos de ancoragem. A maioria de vocês teve a experiência em que, na comunicação com os clientes, amigos ou associados, alcançaram um determinado nível de rapport e compreensão que era um recurso muito positivo para vocês dois. Mais tarde, entretanto, o fluxo de conversação, da discussão ou da negociação muda. A interação torna-se mais tensa ou difícil, e você deseja ter uma maneira de re-acessar as experiências positivas que vocês compartilharam antes. Ancoragem é um processo que permite que você faça isso. Veja mais em sua apostila.

  • Sistemas Representacionais: As modalidades e submodalidades da PNL38:01

    Sistemas Representacionais: As modalidades e submodalidades da PNL

    A manipulação das suas memória através do PNL é feita através da alteração do conteúdo das imagens, os sons, e das suas próprias respostas cenestésicas gravadas em suas memórias, fazendo uso das modalidades e submodalidades da PNL. As modalidades estão ligadas aos cinco sentidos, o auditivo, visual, cinestésico (sentimento), olfativo (cheiro) e paladar (gosto). A PNL concentra-se, principalmente nas três primeiras modalidades, e a maioria das suas submodalidades de PNL trabalham especificamente com estas três. Não se detenha apenas ao que você está aprendendo aqui, pratique e veja outros trainer em ação.

  • Metaprogramas​ da Programação Neurolinguística41:14

    Metaprogramas​

    O modo como você percebe a experiência e como você lida com ela
    determina o que é feito da sua vida a longo prazo.

    Bill Cosby

    Não é interessante como as pessoas reagem de maneiras tão diferentes às coisas? Você pode ter acabado de ouvir a piada mais engraçada, de rebentar de riso, e enquanto está rolando no chão, rindo, alguém perto de você poderia estar pensando: "Isso não tem graça nenhuma!" E uma outra pessoa ainda poderia pensar que cada pessoa estava escutando numa linguagem mental completamente diferente. Isso pode se tornar ainda mais pronunciado quando vemos a comunicação inter-racial. Por exemplo, um homem branco geralmente não se sente tão ofendido ao ser chamado de "garoto" quanto um negro se sentiria.

    Assim, a questão é por que as pessoas reagem de maneiras tão diferentes a informações idênticas ou quase idênticas. Por que uma pessoa vê o c copo meio vazio enquanto outra o vê meio cheio? Por que uma pessoa ouve uma mensagem e se sente energizada, excitada e motivada enquanto uma outra ouve a mesma mensagem e não tem qualquer reação? A verdade pura e simples é que se você se dirige a alguém da maneira certa, pode inspirar essa pessoa a fazer qualquer coisa. Mas se você se dirige a essa pessoa da maneira errada, todos os seus esforços não vão dar em quase nada. O pensamento mais profundo, a crítica mais inteligente, é totalmente inútil a não ser que seja compreendida tanto intelectual quanto emocionalmente pela pessoa a quem está se dirigindo. Se você quer ser um mestre comunicador, um mestre da persuasão, tanto nos negócios como na vida pessoal, é imperativo que saiba como encontrar as chaves certas para abrir a fechadura.

    Cada interseção na estrada da vida é uma oportunidade
    para tomar uma decisão e, em algum ponto, para escutar.

    Duke Ellington

    Um conjunto muito poderosos de distinções sobre por que as pessoas interpretam informações de maneiras diferentes são o que nós chamamos de metaprogramas. Os metaprogramas determinam como uma pessoa processa informações e forma percepções que governam o seu comportamento. Metaprogramas são os programas internos que determinam no que nós prestamos atenção. A mente consciente pode prestar atenção em apenas um número limitado de partes de informações de uma vez, então nós suprimimos e generalizamos informações para acelerar o processo.

    Pense no seu cérebro como uma espécie de computador que processa informações. Ele absorve uma quantidade incrível de dados e os organiza para que façam sentido para um ser humano. Mas um computador não pode fazer nada sem o programa específico. Esse programa fornece a estrutura para que o computador realize determinadas tarefas. Pense nos metaprogramas como o programa do cérebro. Eles fornecem a estrutura que governa aquilo no que nós vamos prestar atenção, como faremos com que as nossas experiências façam sentido e as direções nas quais elas nos levam. Eles fornecem os fundamentos segundo os quais iremos decidir o que alguma coisa significa e se é aborrecido, interessante ou potencialmente perigoso. Para se comunicar com um computador você precisa entender o seu programa. Para se comunicar eficazmente com um outro ser humano, você precisa entender os seus metaprogramas.

    Cada um de nós tem diferentes padrões de comportamento, e todos temos padrões segundo os quais organizamos as nossas experiências para criar esses comportamentos. Através da compreensão dos nossos próprios padrões mentais e também os dos outros, podemos transmitir a nossa mensagem com mais eficiência, seja para tentar fazer com que uma pessoa compre alguma coisa ou que ouça a nossa declaração de amor eterno. Mesmo que as situações possam variar, existe um conjunto consistente de padrões que determina como as pessoas compreendem as coisas e organizam os seus pensamentos.

    Vamos examinar sete padrões de comportamento.

    Padrão Um: Movendo-se na Direção de Versus Afastando-se de

    O primeiro metaprograma envolve o conceito de se somos mais motivados para ir em direção a alguma coisa ou para nos afastar de alguma coisa. Lembre-se que todo comportamento humano gira em torno da ânsia de obter prazer ou evitar a dor. Por mais simples que possa parecer, essa informação é a força propulsora fundamental que está por trás de todas nossas ações. Nós nos afastamos de um fósforo aceso para evitar a dor da queimadura. Sentamo-nos e assistimos à dança do luar nas ondulações de um lago porque apreciamos o showglorioso que Deus nos apresentou naquele momento.

    A mesma atividade terá diferentes níveis de motivação para pessoas diferentes. Uma pessoa pode ser facilmente motivada a subir correndo três andares de escada só pelo desejo de ter um corpo atraente, enquanto que outras podem ouvir dizer o dia inteiro como seus corpos se transformariam se subissem correndo as escadas ¾ e nunca farão isso. Mas se alguém sofre de claustrofobia, e existem apenas dois caminhos para o alto ¾ um deles pelo elevador lotado e o outro pelas escadas vazias ¾ veja com que rapidez aquela pessoa subirá as escadas de dois em dois para evitar a dor percebida. Uma pessoa pode ler Alex Haley ou Toni Morrison porque ela gosta da sua prosa e da sua visão interior; ela está indo na direção de alguma coisa que lhe dá prazer. Uma outra pessoa pode ler os mesmos autores porque não quer que os outros pensem que ela é ignorante ou superficial.

    Assim como os outros metaprogramas que discutiremos, este processo não é uma regra absoluta. Todo mundo se move em direção a alguma coisa e se afasta de outras. Ninguém reage da mesma maneira a qualquer estímulo, embora todos tenhamos um modo dominante, uma tendência mais forte em direção a um metaprograma ou a outro. Algumas pessoas tendem a ser mais energéticas, são curiosas e expõem-se a riscos. Elas se sentem mais confortáveis indo na direção daquilo que as excita. Outras tendem a ser cautelosas, atentas e protetoras; elas veem o mundo como um lugar perigoso e tendem a tomar medidas que evitem as coisas prejudiciais ou ameaçadoras e não a ir na direção das coisas excitantes. Para descobrir de que modo as pessoas se movem, pergunte a elas o que querem num relacionamento, numa casa, num carro, num emprego ou em qualquer outra coisa. Elas dizem a você o que elas querem ¾ ou o que elas não querem?

    O que essa informação significa? Tudo. Se está vendendo um produto, você pode promovê-lo de duas maneiras: pelo que ele faz ou pelo que ele não faz. Você pode tentar vender carros enfatizando que eles são rápidos, macios ou sensuais, ou pode enfatizar que eles não consomem muito combustível, não têm manutenção cara e são particularmente seguros em acidentes. A estratégia que você usa deveria depender inteiramente da estratégia da pessoa com quem você está lidando. Use o metaprograma errado com uma pessoa com quem você está lidando. Use o metaprograma errado com uma pessoa, e era melhor que você tivesse ficado em casa. Você está tentando movê-la na direção de alguma coisa, e tudo que ela quer é achar uma boa razão para voltar.

    Lembre-se, um carro pode andar por um mesmo caminho, para frente ou para trás. Só depende de para que direção ele está voltado. O mesmo se dá em termos pessoais. Digamos que você queira que seu filho passe mais tempo fazendo o trabalho da escola. Você poderia dizer-lhe: "É melhor você estudar ou você não entrará numa boa faculdade." Ou: "Olhe para o Lewis. Ele não estudou e foi reprovado na escola, e vai passar o resto da vida enchendo tanques de gasolina. É esse o tipo de vida que você quer?" Como funcionará essa estratégia? Depende do seu filho. Se ele é motivado primeiramente pelo afastamento, isso poderia dar certo. Mas e se ele se mover em direção às coisas? E se ele for motivado por coisas que ele ache atraentes? Se é assim que ele reage, você não mudará o seu comportamento mostrando-lhe o exemplo de alguma coisa da qual ele deva se afastar. Você pode insistir até ficar roxo, mas está falando na chave errada, perdendo o seu tempo e o dele. Para falar a verdade, as pessoas que se movem em direção às coisas muitas vezes ficam zangadas ou ressentidas com aquelas que lhe apresentam coisas que devem ser afastadas. Você motivaria melhor o seu filho se lhe dissesse: "Se você estudar e tirar boas notas, você poderá escolher a faculdade que quiser."

    No livro você vai encontrar também os metaprogramas abaixo:

    Padrão Dois: Estruturas de Referência Externas Versus Internas

    Padrão Três: Introvertidos Versus Extrovertidos

    Padrão Quatro: Associação Versus Dissociação

    Padrão Cinco: Estratégia de Persuasão

    Padrão Seis: Possibilidade Versus Necessidade

    Padrão Sete: Estilo de Trabalho

    Colocando em Prática

    Mudando os Metaprogramas

    Existem duas maneiras pelas quais os metaprogramas são influenciados ou mudados. Uma delas é através de Eventos Emocionalmente Significativos - EESs. Se você via os seus pais constantemente se afastando das coisas e, por conseguinte, não sendo capaz de atingir o seu pleno potencial, este é um EES que pode ter influenciado o modo pelo qual você se dirige às coisas ou se afasta delas hoje em dia. Ou se você classificava apenas pela necessidade, e então perdeu uma grande oportunidade de emprego porque a empresa estava procurando alguém com um senso dinâmico de possibilidades, isso pode tê-lo abalado a ponto de mudar a sua abordagem. Ou se tende a ir em direção às coisas e foi iludido por um esquema desonesto de investimento que parecia bastante atraente, isso provavelmente afetaria o modo pelo qual iria encarar uma próxima proposta que pudesse surgir.

    A outra maneira de influenciar os metaprogramas é através da decisão consciente de fazer uma mudança. A maioria de nós nem sequer imagina quais os metaprogramas que usamos. O primeiro passo na direção da mudança é o reconhecimento. Digamos que você descubra que tem uma forte tendência a se afastar das coisas. Como se sente a respeito? É claro que existem coisas das quais você quer se afastar. Se colocasse a sua mão num ferro quente, naturalmente iria querer retirá-la o mais rápido possível. Mas não existem coisas na direção das quais você realmente quer ir? Fazer um esforço consciente para ir em direção a alguma coisa não é parte de estar no controle? A maioria dos grandes líderes e conquistadores não vai mais em direção às coisas do que se afastam delas? Comece a alargar um pouco. Comece a pensar em coisas que o atraiam, e vá rapidamente na direção delas.

    Poderíamos pensar também sobre os metaprogramas num nível mais elevado. As nações e comunidades têm metaprogramas? Bem, elas têm comportamentos, não têm? Então elas também têm metaprogramas. Temos que tomar cuidado para não estereotipar as pessoas, porém é mais do que possível que grupos inteiros de pessoas, agindo como uma unidade, tenham metaprogramas similares. O seu comportamento coletivo forma muitas vezes um padrão baseado nos metaprogramas dos seus líderes. Os seus padrões dominantes de classificação podem ter sido fortemente influenciados pela sua história e pelo tratamento dado aos seus ancestrais. É possível que a tendência do Dr. Martin Luther King, Jr. de ir em direção às coisas tenha nos influenciado a fazer o mesmo? Creio que sim. Os Estados Unidos, na sua maioria, têm uma cultura que parece ir em direção às coisas.

    Assim como tudo mais neste livro, os metaprogramas devem ser usados em dois níveis. O primeiro é como um instrumento para guiar a nossa comunicação com os outros. Assim como a filosofia de uma pessoa pode lhe contar um sem-número de histórias sobre ela, os seus metaprogramas irão falar fartamente a respeito do que o motiva e do que o afugenta. O segundo é como um instrumento para a mudança pessoal. Lembre-se, você não é o seu comportamento. Se descobrir que algum tipo de padrão está trabalhando contra você, tudo o que tem a fazer é mudá-lo. Os metaprogramas oferecem um dos instrumentos mais úteis para a regulação e a mudança pessoal. E fornecem chaves para alguns dos mais úteis instrumentos de comunicação disponíveis. Disponha de algum tempo para regular os seus próprios metaprogramas e aqueles das pessoas que estão à sua volta. Vai descobrir que eles são um instrumento maravilhoso para ajudá-lo a ir na direção que mais deseja, e ajudar aos outros a fazer o mesmo.

    Do livro: Poder Ilimitado – Uma escolha negra Autores: Anthony Robbins & Joseph McClendon III Editora Record Parte do Capítulo XVI ​

  • Sistemas Representacionais40:08

    Modalidades e Sistemas Representacionais

    "Você cinestésico – eu visual" Alguém dizer "Você é cinestésico, eu sou visual," é bem diferente do que dizer "Eu diria que você é sagitariano," mas é uma pena que quem fala isso não entendeu o significado. Você mesmo, como eu, provavelmente já encontrou pessoas assim. Elas fizeram um curso introdutório de PNL ou leram alguns livros e agora, em cada oportunidade, elas classificam as pessoas: Você é visual. Ele é cinestésico. Ela é auditiva!

    Em seu entusiasmo de testar ou mostrar suas novas habilidades, elas não percebem dois pontos importantes. Ninguém "é" um visual, um auditivo ou um cinestésico ainda que a maioria de nós tenha preferências e predisposições no uso dos sistemas representacionais. Todos nós usamos todos os nossos sistemas representacionais o tempo todo. E sim, as pessoas muitas vezes tendem a favorecer um sistema mais do que os outros – em situações particulares.

    Cine – o quê? Para aqueles que nunca leram um livro de PNL nem estiveram num seminário, pode ser uma boa oportunidade colocar as coisas num português claro. Nós temos cinco sentidos e na PNL eles são chamados de sistemas representacionais. O termo se refere a que sentido nós estamos prestando atenção. Será que estamos mais conscientes do que estamos vendo (visual), ou do que estamos ouvindo (auditivo), ou do que estamos sentindo ou percebendo fisicamente (cinestésico), ou cheirando (olfativo) ou sentindo o gosto (gustativo)?

    Nós prestamos atenção ao que está acontecendo no nosso interno (pensar/sentir) e no mundo externo. Assim com o meu sentido auditivo eu posso ouvir os sons vindos do mundo exterior e também ouvir o meu diálogo interno. Usando o meu sistema cinestésico, posso prestar atenção na sensação externa do vento no meu rosto e nas sensações de fome ou de fastio. Visualmente eu posso ver o que está acontecendo à minha volta ou prestar atenção nas minhas imagens internas.

    E a minha atenção, a qualquer momento, será usualmente uma combinação de todos os meus sentidos – algum tendo uma predominância maior do que os outros, dependendo da circunstância e a que sentido eu dou habitualmente mais atenção.

    Reconhecendo os sistemas representacionais

    Uma das primeiras habilidades que desenvolvemos quando aprendemos PNL, é reconhecer como a pessoa está usando seus sentidos ou seus sistemas representacionais. Nós fazemos isso ouvindo as pistas, palavras ou frases, chamadas de predicados e olhando para que direção a pessoa está movendo seus olhos quando ela está pensando – suas pistas visuais de acesso. Nesse artigo vamos tratar dos predicados.

    Escutando literalmente na busca dos predicados

    Predicados são palavras e frases que sugerem a atividade do ver, ouvir, etc., tal como: "eu vejo o que você quer dizer," "isto não me diz nada" ou "eu não consigo pegar o que você está dizendo." O uso de predicados por parte de uma pessoa fornece informações importantes sobre como ela está pensando no momento e para qual dos seus cinco sentidos ela está dando mais atenção.

    Predicados na comunicação efetiva

    Na PNL, nós tendemos a ouvir com muita atenção – e literalmente – ao que as pessoas dizem. Se a pessoa com quem estou me comunicando me diz: "Eu não consigo imaginar isso," eu como penelista, tomo isso ao pé da letra e procedo como se ela precisasse de mais informações ou de informação de melhor qualidade para que ela "consiga" imaginar isso – assim ela será capaz de visualizar.

    Se eu estou vendendo algo e a pessoa diz: "Eu não consigo pegar isso," eu posso tomar isso como uma pista de que ela precisa estar fisicamente envolvida pela minha descrição para ficar convencida. Então, vou concentrar o meu esforço para conseguir envolvê-la de maneira que ela coloque a mão no que está sendo vendido, dando-o para ela usar ou oferecendo-o para que ela teste de graça por uma semana. Se a pessoa reage ao meu grande plano com um "isto não acrescenta nada," eu posso tomar isso como uma pista de que ela está avaliando a mercadoria por meio do seu diálogo interno e, talvez, listando verbalmente os prós e os contras. O comentário dela sugere que ela precisa de mais dados reais (que realmente acrescentem) e menos propaganda emocional.

    Falando a linguagem dela​

    Saber o sistema de pensar favorito da pessoa, o capacita a "falar literalmente a linguagem dela" o que, por outro lado, acentua o rapport e faz o que você está falando mais fácil de ser entendido e mais atraente para ela.

    Vamos dizer que você e eu estamos tendo uma reunião de negócios. Você fala um bom inglês mas a sua língua nativa é suaile (língua nativa do povo da costa africana de Zanzibar). Agora, embora você consiga entender o meu inglês, se eu começar a falar um excelente suaile, isso irá mudar significativamente a dinâmica da conversa e o relacionamento. Você vai achar mais fácil entender as sutilezas e as nuances do que eu estou dizendo e você também provavelmente, vai se sentir mais bem disposto em relação a mim.

    Do mesmo modo, se você se sente a vontade no seu sentido cinestésico e eu estou mais a vontade com o meu sentido auditivo, ainda assim nós podemos conversar com facilidade. Entretanto, se eu troco o meu sentido para um modo mais cinestésico, a dinâmica da nossa interação irá melhorar.

    Evite colocar as pessoas em caixas

    Os humanos são preguiçosos por natureza e procuram constantemente maneiras de tornar as coisas mais fáceis para eles mesmos. É por causa disso que temos a tendência de colocar os outros dentro de "caixas" ou categorias. Isso nos poupa do "problema" de ter de aprender mais sobre a pessoa ou de tratá-la como um indivíduo vivo, inconstante, evoluído. Desta forma nós colocamos as pessoas dentro de "caixas" de acordo com a raça, religião, sexo, preferências sexuais, sotaque, vestimenta, tipo de carro, aparência física, etc. e, se nós tivermos comparecido a um seminário de PNL, os sistemas representacionais!

    Os predicados são muito úteis. Mas não são como os signos do zodíaco. Por isso certifique-se de que você evita a tendência de decidir, baseado numa única conversa, que alguém "é" um visual, um auditivo ou um cinestésico.

    O que eles estão fazendo – agora?

    Lembre-se, nós usamos todos os nossos sentidos disponíveis o tempo todo que estamos acordados. É verdade que prestamos mais atenção para alguns sistemas representacionais do que a outros – e em certas situações, a nossa escolha pode se restringir principalmente a um sentido. De qualquer modo é prudente evitar a suposição de que alguém que hoje usa muitos predicados visuais é um "visual" ou que ele será o mesmo na próxima vez que o encontrar.

    Eu encontrei vendedores que, depois de um curso de PNL, colocaram um lugar no seu cadastro para o sistema representacional do cliente. Esses vendedores não compreenderam alguns pontos importantes: a maioria das pessoas troca o sistema representacional preferido de tempos em tempos, de situação para situação e, em particular, dependendo se estão estressados ou a vontade.

    Ao invés de usarem as caixas, seria muito mais fácil e seguro que esses vendedores simplesmente escutassem o cliente nos primeiros momentos da conversa e se adaptassem ao sistema corrente preferido do cliente. Esteja preparado para conferir cada vez que você se comunicar com alguém para verificar o que ele está fazendo hoje, aqui e agora, do que esperar que ele se ajuste a um escaninho. É o que ele está fazendo aqui e agora – não o que ele "é." A propósito, isso não é uma grande tarefa, e apenas leva poucos minutos de rigorosa atenção no início da conversa.

    O essencial é estar alerta e flexível. Alerta para o sistema que a pessoa está preferindo agora. E suficiente flexível para ser capaz de combinar facilmente com este sistema e "falar a linguagem dele."

    Como se tornar flexível com os seus sentidos

    Falar a linguagem da outra pessoa é tanto um presente para ela como uma ferramenta de influência valiosa para você. Os bons comunicadores podem, de fato, reagir facilmente qualquer que seja o sistema preferido da outra pessoa. Em grande parte, você pode ignorar os sentidos do olfato e do paladar – restando apenas três sentidos para você se tornar mais flexível. E como um deles é provavelmente o seu próprio sentido favorito, isso corta a lista pra dois! Escolha o seu "sentido do dia" por dois dias consecutivos. No primeiro dia é (principalmente) o dia de ouvir e o segundo é (principalmente) dia de transmitir.

    No primeiro dia, mantenha uma lista de todos os predicados que você encontrou na conversa, nos jornais, no rádio ou TV, etc., para aquele sistema representacional. Continue com essa lista no segundo dia e, adicionalmente, concentre seus esforços para usar principalmente/somente os predicados do sistema representacional que você está estudando. Dessa maneira, você mergulha por dois dias num sistema representacional particular. Depois de algumas semanas, você vai se dar conta de estar ouvindo e usando os predicados automaticamente – e, o mais importante, usando-os para se adaptar como você se comunica para se ajustar ao estilo de pensar preferido da outra pessoa.

    Reg Connolly é Trainer Certificado e Master Practitioner de PNL, treinador de administração e de vendas.

  • Intervenção prática com Submodalidades e Sistemas Representacionais45:07

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 08

    Nesta aula vamos praticar o aprendido. Você deve também praticar onde você estiver, pois a pratica produz as evidencias de que você poderá resolver os impasses e bolqueios dos seus clientes.

  • Intervenção prática com Submodalidades e Sistemas Representacionais II53:11

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 09

    ​Continuação, fundamentação e prática.

  • Rapport e Persuasão30:24

    Rapport

    Rapport é a base para qualquer interação significativa entre duas ou mais pessoas - seja ela relacionada a vendas, negociação, fornecer informações ou instruções a um colega de trabalho, subordinado ou chefe, uma conversa com um membro da família, treinamento, coaching, etc.

    O rapport pode ser explicado de várias maneiras. Para mim, rapport é o estabelecimento de um ambiente de confiança, compreensão, respeito e segurança, o que dá à pessoa total liberdade de expressar as suas ideias e preocupações e saber que serão respeitadas pela outra pessoa. O rapport cria o espaço para a pessoa sentir-se ouvida e escutar, e isso não significa que ela tenha que concordar com o que a outra pessoa disser ou fizer. Cada uma das pessoas reconhece o ponto de vista da outra e respeita o respectivo modelo de mundo.

    Quando você está em rapport com outra pessoa, você tem a oportunidade de entrar no mundo dela e ver as coisas a partir da perspectiva dela, sentir como ela se sente, obter uma melhor compreensão de onde ela está vindo, e como resultado, melhorar todo o relacionamento.

    O que observamos nas pessoas que estão em rapport?

    Você já reparou que quando as pessoas gostam de estar uma com a outra, elas têm a tendência de usarem as mesmas palavras ou frases, se vestirem de forma semelhante ou combinarem a linguagem corporal? Por exemplo, observe um grupo de adolescentes que são amigos e note as semelhanças em suas roupas, a escolha das palavras e de como caminham ou se sentam.

    Você já reparou que as pessoas que não estão em rapport têm gestos, tom de voz, posturas diferentes, ou não fazem contato visual? Nunca teve a oportunidade de observar alguém (ou você mesmo) que não queria participar de uma reunião ou que não confiava nas outras pessoas presentes na reunião? Percebeu a diferença na linguagem corporal dele, no tom de voz, onde se senta, etc., em comparação com as outras na reunião?

    Da próxima vez que você estiver em um restaurante ou em uma recepção, olhe ao redor e descubra as pessoas que estão desfrutando a companhia das outras exibindo posturas, gestos e tom de voz semelhantes. O que foi dito acima ilustra bem - quanto mais gostamos de outra pessoa, mais escolhemos ser igual a ela.

    Para uma outra perspectiva sobre o rapport, considere o seguinte:​

    Você estava longe de casa e conheceu alguém que nunca tinha visto antes, e descobriu que ele é da sua própria cidade ou foi para a mesma Universidade que você, ou que está interessado no mesmo esporte, ou que os dois gostam do mesmo tipo de música? O que acontece? Em pouco tempo, vocês estão em uma conversa muito animada, procurando experiências em comum - ou seja, já foi no restaurante tal, ou jogou golfe em tal lugar ou já ouviu a última canção do cantor tal.

    Por outro lado, você já foi a uma festa ou um evento em que o traje era formal e você pensou que era casual? Ou já foi a um restaurante e todos na sua mesa foram servidos, menos você? Como se sentiu? Deslocado? Que não era bem-vindo? Que estava no lugar errado? Que não era como os outros?

    Isso ilustra o conceito - quanto mais somos como a outra pessoa (ou mais temos em comum), mais gostamos dela. O rapport é fundamental para tudo que você faz na empresa, em casa ou no lazer.

    Estabelecendo o Rapport

    A chave para estabelecer o rapport é a capacidade de entrar no mundo da outra pessoa, assumindo um estadode espírito semelhante. A primeira coisa a fazer é se tornar mais como a outra pessoa combinando e espelhando o comportamento dela - linguagem corporal, voz, palavras, etc. Combinar e espelhar são formas poderosas de se obter uma apreciação de como a outra pessoa está vendo/experimentando o mundo (isso é chamado de segunda posição - tema do artigo sobre as Posições Perceptivas).

    Os termos combinar e espelhamento são usados um no lugar do outro por alguns Practitioners de PNL, enquanto outros formulam as seguintes distinções: O espelhamento é como se você estivesse olhando para um espelho. Para espelhar uma pessoa que levantou a mão direita, você levanta a sua mão esquerda (ou seja, imagem de espelho). Para combinar essa mesma pessoa, você levanta a sua mão direita (fazendo exatamente o mesmo que a outra pessoa). Alguns Practitioners veem uma diferença no tempo entre espelhar e combinar. Por exemplo, se alguém faz gestos com as mãos enquanto está falando, você espera a sua vez de falar antes de fazer gestos de mão semelhantes (combinar).

    Eu não faço uma grande distinção entre os dois e irei me referir ao combinar e espelhamento como combinar. Quando combinar, você primeiro deve se concentrar na linguagem corporal, depois na voz e, finalmente, nas palavras da pessoa. Por quê? Mehrabian e Ferris (Inferência da atitude de comunicação não verbal em dois canais, Jornal do Conselho de Psicologia, vol. 31, 1967) descobriu que 55 por cento do impacto de uma apresentação é determinada pela sua linguagem corporal, 38 por cento pela sua voz e apenas 7 por cento pelo conteúdo ou palavras que você usou.

    A linguagem corporal inclui a postura corporal, expressões faciais, gestos, respiração e contato visual. Como um iniciante, comece por combinar um comportamento específico e assim que estiver confortável fazendo isso, aí sim combine outro comportamento e assim por diante.

    Para a voz, você pode combinar a tonalidade, a velocidade, o volume, o ritmo e a clareza da fala. Todos nós podemos variar vários aspectos da nossa voz e temos um intervalo em que nos sentimos confortáveis. Se alguém fala muito rápido, muito mais rápido do que você e em um padrão no qual você não se sente confortável, combine essa pessoa, falando mais rápido, embora permaneça dentro de um intervalo confortável para você.

    Para as palavras, combine os predicados. Se o seu parceiro estiver usando principalmente palavras visuais, você deve usar principalmente as palavras visuais e, do mesmo modo, quando for o caso, palavras auditivas, cinestésicas e auditivas digitais. Na medida do possível, você também deve usar as mesmas palavras que a outra pessoa. Por exemplo, eu posso dizer que algo é "impressionante". Em seu modelo de mundo, você pode interpretar "impressionante" como "excepcional" e usar essa palavra quando falar comigo. Para mim "excepcional" pode ter um significado diferente ou evocar um sentimento diferente do que "impressionante". Nesse caso, você não estaria combinando, mas diferenciando as minhas palavras.

    Algumas pessoas acham desconfortável a ideia de combinar outra pessoa e elas sentem que estão tentando enganar ou tirar proveito da outra pessoa. Para superar esse mal-estar, perceba que combinar é uma parte natural do processo de construção de rapport e que você está fazendo isso inconscientemente, todos os dias, com a sua família e amigos. Aumente gradualmente a cada dia o seu uso consciente de combinar em um ritmo que seja confortável e ético para você. Combinar feito com integridade e respeito cria sentimentos positivos e reações em você e nos outros. Rapport é a capacidade de entrar no mundo de alguém, fazê-lo sentir que você o compreende e que há uma forte ligação entre os dois.

    Equiparação cruzada e diferenciar

    Equiparação cruzada é onde você combina um dos comportamentos da outra pessoa com um correspondente, mas num movimento diferente. Se o padrão de respiração da pessoa é muito mais rápido ou mais lento do que seria confortável para você combinar, você pode combinar o mesmo ritmo da respiração por um movimento de balanço do seu corpo, ou movendo o pé ou um dedo no mesmo ritmo. A equiparação cruzada é útil se você deseja estabelecer rapport com alguém que está em um estado muito sem recursos (por exemplo, depressão) e você não quer assumir esse estado – lembre-se do Modelo de Comunicação da PNL, a sua fisiologia influencia os seus pensamentos e, consequentemente, o seu estado.

    O diferenciar é uma habilidade útil para se dominar. Às vezes, você está muito profundo no rapport com outra pessoa para tomar uma decisão sem que a outra pessoa influencie você excessivamente. Nesse caso, é preciso quebrar o rapport para obter algum espaço para pensar. Para fazer isso, você diferencia. Isso pode ser feito de várias maneiras. Você pode quebrar o contato visual olhando para o seu relógio ou retirar uma penugem imaginária do seu braço. Se os dois estão sentados, você pode se levantar. Você pode optar por diferenciar com a sua voz, falando mais rápido ou mais alto ou pode diferenciar os predicados. Pratique

    Você pode querer começar com os membros da sua família e começar a combinar diferentes aspectos da postura, gestos, voz e palavras deles. Divirta-se com isso e veja se eles percebem o que está fazendo. No trabalho ou socialmente, comece por combinar um comportamento específico e assim que estiver confortável fazendo isso, aí então, combine outro comportamento. Com os amigos com quem você realmente se sente confortável, observe quantas vezes você naturalmente combina as posturas, gestos, tom de voz ou as palavras deles. Combinar vem naturalmente, o que você precisa fazer é aprender a fazer isso com todos, então combinar será automático sempre que você desejar aprofundar o seu rapport com alguém.

    O artigo acima foi traduzido na íntegra do original sob o título "Rapport" que se encontram no site da Renewal Technologies.

  • ​Panorama Neuro Social43:41

    ​Panorama Neuro Social

    O livro Panorama Neuro Social, escrito pelo holandês Lucas Derks, traduzido para língua portuguesa e publicado no Brasil pela Editora IDPH, é uma obra digna de nota para a Psicologia Social, para a Programação Neurolinguística e para os praticantes de Constelações Sistêmicas Familiares e Organizacionais por abordar de forma simples e clara o funcionamento da mente humana nos processos de representação do mundo social humano.

    Para saber mais sobre esta abordagem e este livro, faça o download de dois capítulos.

    Este modelo oferece explicações claras, fundamentação científica consistente e um conjunto sólido de métodos de intervenção para compreendermos e influenciarmos o universo dos fenômenos observados nas Constelações Familiares, insuficientemente explicados através das teorias dos Campos Morfogenéticos, da Cardiologia da Energia e da Cardioenergética e, frequentemente, interpretados como manifestações mágicas ou místicas.

    De uma forma bem simples, podemos dizer que não nos relacionamos diretamente com as pessoas de nosso mundo, mas sim com as representações mentais que construímos delas! As pessoas são muito mais do que aquilo que sabemos sobre elas. Essa é a razão de frequentemente nos surpreendermos e nos frustrarmos com as pessoas, tanto para bem como para mal: nós supomos que elas agirão de acordo com o que concebemos a respeito delas, mas elas agem de acordo com suas motivações e impulsos, invisíveis aos nossos sentidos.

    Em nossa mente construímos "arquivos de memórias" sobre as pessoas e, inconscientemente, manipulamos tais "registros" para atribuir valor, classificar em categorias e nos relacionar com as pessoas. O mais interessante de tudo isso é que tais representações mentais (as memórias sobre as pessoas e os atributos que associamos a elas) com as quais nos relacionamos são projeções de nossa própria mente e de nossas motivações inconscientes! São partes de nós mesmos.

    Enfim, esse é um livro muito bem embasado cientificamente que propõe uma nova compreensão a respeito da compreensão de quem somos e como construímos nossa realidade social e nossos relacionamentos, disponibilizando "ferramentas" práticas que possam ser utilizadas em intervenções terapêuticas para reorganizar a percepção e a compreensão sobre o mundo que nos cerca.


    Dessa forma, o livro Panorama Social, além de explicar detalhadamente os "mecanismos" e processos mentais e emocionais que envolvem nossos relacionamentos, nos ensina técnicas e abordagens para empreendermos intervenções nesse universo subjetivo que condiciona uma série de padrões de comportamento, nossos e das outras pessoas, contribuindo para desarticular scripts e padrões de comportamento repetitivos.

    Panorama Social - Dinâmica Interior dos Relacionamentos Humanos​ - continuação e tarefas...

    Seu autor, o psicólogo Lucas Derks, nascido na Holanda, é Treinador Internacional de PNL, coach e escritor, com 8 livros publicados em vários idiomas. Aliás, sugerimos ao leitor, principalmente aos praticantes de PNL que leiam seu artigo "Isto é PNL, porque eu digo que é!" O assunto merece reflexão, principalmente em nosso país, sem nenhuma preocupação em ordenar o ensinamento e aplicação da Programação Neurolinguística.​​

  • ​Insights do Panorama Social1:20:08

    ​Insights do Panorama Social

    Lucas Derks (1998), desenvolvedor do modelo do Panorama Social, explora as distinções das submodalidadesque nós fazemos quando pensamos sobre a pessoa (a maneira como nós enxergamos a pessoa com o “nosso olho da mente” e ouvimos e sentimos a pessoa com os nossos ouvidos da mente e o corpo). Ele está interessado nas distinções das submodalidades por trás da coexistência pacífica. Ele chama os grupos com os quais nós temos a posição perceptiva “nós” de grupos cinestésicos porque eles geram sensações verdadeiras de pertencer. Ele relata que, frequentemente, uma pessoa descreve que vê links físicos conectando-a com as outras em tais grupos cinestésicos, e que os grupos estão posicionados perto da pessoa. Um poderoso exemplo é, muitas vezes, o conceito da pessoa sobre a sua “família”. Por outro lado, grupos de pessoas com as quais nós não “temos nenhuma conexão” tendem a estar mais longe, e não ter nenhum fio conectando. Desse modo, a pessoa tem pouca capacidade para ir para a segunda posição com essas pessoas e construir um sentimento “nós”, ou até mesmo formar o sentimento de que essas outras estão se sentindo como seres humanos. Pessoas desconectadas se tornam despersonalizadas, diz Derks. Elas também podem ser codificadas com cores marcadamente diferentes, e colocadas num nível mais abaixo.

    Pessoas que tiveram sucesso ao se movimentar além do pensamento polarizado “nós versus elas”, tendem a experimentar a humanidade como um grupo cinestésico, dizendo, por exemplo, que elas “se sentem parte da humanidade”, ou que “todos nós somos filhos de Deus”. Elas enxergam os outros indivíduos como pessoas separadas, em vez de como membros de um grupo “eles”, e veem os outros em várias sombras e cores, em vez da relação “preto e branco”. Elas enxergam a humanidade conectada com luz ou outros fios metafóricos. Derks dá diversos exemplos do seu trabalho com pessoas para mudar o panorama social delas em direção a esse padrão. Ele tem pessoas experimentando a mudança de código de um grupo “de fora” de modo a ficar parecido com a codificação de um grupo mais fechado; ele mistura todos os grupos juntos no olho da mente delas até que elas já não reconheçam mais qualquer diferença. Ele discute essas mudanças metaforicamente com as pessoas de modo que ao acompanhar a história de alguém mudando o seu panorama social, os ouvintes têm a oportunidade para mudar o seu próprio panorama social. Eu acho que até mesmo reler esse parágrafo pode fazer isso para você.

    Derek chama atenção que os mensageiros da paz estão continuamente produzindo essas mudanças de submodalidades. Considere a seguinte citação de Mahatma Gandhi: “Eu acredito na absoluta unidade de Deus e por isso também da humanidade. Que importa se temos muitos corpos? Nós temos apenas uma alma. Os raios do sol são muitos por meio da refração. Mas eles têm a mesma fonte.” (em Duncan, 1972)

    Implicações para a resolução de conflito

    A paz é claramente mais do que a ausência de conflito, e a pacificação é mais do que só resolver disputas. Esse entendimento pode permear o uso de uma metodologia de resolução de conflito como a do Dr Thomas Gordon. Gordon lista as seguintes etapas no seu modelo:

    1. Monte o cenário convidando a outra pessoa para ajudar a achar a solução ganha-ganha.

    2. Defina o problema em termos das necessidades de cada pessoa, em vez das suas “demandas” (p.ex.: segmente para cima além da solução proposta por cada pessoa para as intenções dessa situação; o que isso faria para elas). Para fazer isso, use mensagens “eu” (“minha preocupação é...”) e audição reflexiva (“Então, o que o preocupa é...”).

    3. Utilize técnicas de brainstorming para encontrar soluções que possam satisfazer as necessidades dos dois grupos.

    4. Avalie as soluções contra as necessidades.

    5. Escolha a solução a ser aplicada.

    6. Atue sobre as soluções em que todos acordaram.

    7. Avalie se as soluções funcionaram.

    A construção da cooperação, como nós consideramos nesse artigo, sugere diversas trocas de foco durante esse processo.

    1. Na hora de preparar o cenário, a quarta posição perceptiva pode ser introduzida, com pré-contextos que sugerem a existência de um relacionamento (grupo cinestésico) incluindo os dois grupos ou as pessoas envolvidas. Por exemplo: “Existem muitas maneiras pelas quais eu valorizo as nossas conexões, e nós temos algumas questões para resolver aqui. Provavelmente todos nós nos sentiremos mais confortáveis juntos se discutirmos isso de uma maneira que respeite todas as nossas necessidades. E achar alguma maneira melhor para fazer isso só irá fortalecer o nosso relacionamento. Talvez possa ser mais adequado começar reconhecendo quais são as coisas que estão funcionando nesse relacionamento, para também termos certeza de preservá-las”.

    2. Na hora de definir necessidades, também identifique as necessidades e os valores comuns. Por exemplo: “Agora que nós sabemos, separadamente, quais são as suas necessidades e quais são as minhas, quais são as necessidades que têm o nosso relacionamento? Que coisas são importantes para todos nós aqui?"

    3. No estágio das soluções do brainstorming, da avaliação e da escolha, verifique que soluções podem ser os primeiros passos, bem como as soluções totais. Por exemplo: “Quais são as coisas que nós achamos que irão satisfazer todos os três grupos de necessidades, ou então, que nos move para mais perto de uma solução onde poderemos satisfazer todas as nossas necessidades?”

    Expectativas

    Na reunião entre Richard, Francis e “o homem que acreditava em Deus”, aconteceu uma coisa extraordinária. Richard explicou a sua preocupação de que as pessoas na casa fossem capazes de viver juntas cooperativamente. E perguntou ao Francis o que estava acontecendo quando ele subiu na janela da sala de meditação. Francis parecia muito triste. “Eu realmente gosto dessas pessoas”, explicou, “e eu só queria participar. E eu também queria saber o que elas estavam fazendo.”

    De repente, no panorama social de Richard, Francis deixou de ser uma dessas “pessoas preconceituosas” que precisava ser educada para voltar a ser o seu filho e um ser humano amável e adorável. A casa era de novo um “nós”. “Nós” só precisávamos achar uma maneira de dar condições para o Francis participar de modo a não interromper a meditação delas. O processo ganha-ganha de seis etapas pode ser fácil. A paz pode ser fácil. E a atitude que a torna fácil começa dentro de pelo menos uma pessoa que pode enxergar a luz que nos entrelaça todos juntos como um. Como você, por exemplo. Como agora.

    Bibliografia

    Ardui, J. and Wrycza, P. "Unravelling Perceptual Positions", in NLP World, Vol. 1, No. 2, 1994, p 5-22

    Bandler, R. and Grinder, J., Reframing, Real People Press, Moab, Utah, 1982

    Bolstad, R. & Hamblett, M., Transforming Communication, Longman, Auckland, 1998A

    Bolstad, R. and Hamblett, M., "Transforming Conflict", in Anchor Point, Vol. 12, No. 3, March 1998, p 33-42 and Anchor Point, Vol 12, No. 4, April 1998, p 17-23

    Derks, L., The Social Panorama Model, Son Repro Service BV, Eindhoven, 1998

    Dotz, T., "An Interview With Robert McDonald" in Anchor Point, Vol 12, No. 2, Feb 1998, p 21-30

    Duncan, R., Selected Writings Of Mahatma Gandhi, Fontana, London, 1972

    Gordon, T. Leader Effectiveness Training, Peter H. Wyden, New York, 1978

    Te Ruru, "Specifying the miracle: Integrating Solution-Focused Approaches with NLP" in Anchor Point, Vol. 12, No. 3, March 1998

    Ury, W., Getting Past No, Century Business, London, 1991

    Weeks, D., The Eight Essential Steps To Conflict Resolution, G.P. Putnam's Sons, New York, 1992

    Weisbord, M.R. ed, Discovering Common Ground, Berret-Koehler, San Francisco, 1992

    Weisbord, M.R. and Janoff, S., Future Search, Berrett-Koehler, San Francisco, 1995

  • Contexto para Intervenção Psicogeográfica1:33:46

    Contexto

    Contexto é a estrutura que envolve um determinado evento. Essa estrutura geralmente determina como uma experiência ou um evento específico é interpretado.

    O ‘contexto’ é um aspecto importante do meio no qual as mensagens são enviadas. Como ilustração da influência do contexto na comunicação, considere o seguinte cenário: O marido e a mulher estão sentados no sofá da sala assistindo televisão. Em um determinado momento, a esposa se vira para o marido e pergunta: "Você está com frio?" Sem dizer uma só palavra, o marido se levanta, fecha a janela e volta para o seu lugar.

    Como você explica o que aconteceu? Se ele tivesse apenas respondido à mensagem verbal da esposa, ele teria simplesmente respondido “sim” ou “não” à pergunta dela. Em vez disso, o marido interpretou o significado das palavras da esposa dentro de um contexto mais amplo de aspectos físicos e não físicos da situação.

    As dimensões físicas de um contexto têm a ver com as sugestões e as restrições externas. Por exemplo, a resposta do marido no cenário acima descrito foi influenciada pelo fato de que a janela estava aberta e ele sentado junto com a esposa no sofá. Se a janela já estivesse fechada ou o marido tivesse acabado de colocar o casaco e estivesse se preparando para fazer alguma coisa, ele provavelmente teria respondido à sua esposa de uma maneira diferente.

    Se uma pessoa entrar em uma sala que está arrumada com um quadro negro na frente e cadeiras viradas para a frente da sala no 'estilo de teatro', é provável que ela interpretasse isso como um contexto para uma 'apresentação' e estaria preparada para sentar-se passivamente e ouvir. Se essa mesma pessoa entrar em uma sala na qual um pequeno grupo de cadeiras está organizado uma cadeira de frente para a outra em um formato de ‘mesa redonda’, ela provavelmente interpretaria isso como um contexto para um ‘debate’ e estaria preparada para ser mais pró-ativa e participativa. Esse tipo de influência é denominado como a ‘psicogeografia’ da situação.

    As restrições de tempo também são uma influência contextual importante. Por exemplo, se um tempo limite de 15 minutos tiver sido definido para uma reunião, é mais provável que a reunião seja interpretada como orientada a tarefas e não como uma sessão exploratória de brainstorming.

    As dimensões não físicas de um contexto têm a ver com parâmetros como metas pessoais, funções, o estágio no trabalho, etc. Uma reunião com um objetivo definido de ‘formação de equipe’ cria um contexto diferente do que uma reunião com o objetivo definido de ‘planejar’ ou chegar a um ‘consenso’ sobre uma linha de ação.

    Certos comportamentos também são meta mensagens sobre o contexto. Usar terno e gravata, por exemplo, indica uma certa formalidade em um contexto. Quando uma pessoa tira o casaco e a gravata e arregaça as mangas, é uma meta mensagem de que o contexto mudou bastante e que é hora de ‘começar a trabalhar’.

    Para mais informações use a pesquisa interna: Contexto no site: https://golfinho.com.br/

  • Restaurando sentimentos no relacionamento com Psicogeografia1:18:47
  • Psicogeografia e desbloqueio para falar em público - Intervenção on-line17:00
  • Psicogeografia e desbloqueio para falar em público - Intervenção coletiva7:21
  • Estado atual x Estado desejado​: Onde e em que momento Intervir42:07

    Sabe-se que aquelas pessoas que têm os seus objetivos claramente definidos são as que têm mais sucesso naquilo que elas fazem.

    Uma antiga lenda fala da Esfinge que ficava à beira da estrada. Cada viajante que passava tinha que parar e lhe era pedido para decifrar um enigma. Se este não fosse capaz de responder certo, seria devorado. Do mesmo modo, cada um de nós é um viajante, deparando diariamente com problemas. São os enigmas da Esfinge, e sofremos quando deixamos de dar a resposta certa.

    O viajante bem-sucedido foi sempre aquele que compreendeu a pergunta que lhe foi feita. O viajante infeliz muitas vezes encontra o seu fim, não porque o enigma lhe exceda a capacidade, mas porque não chega sequer a ouvir a pergunta. Ao deparar com a Esfinge, a sua mente é dominada pelo medo e ele se acha então incapaz de até começar a pensar.

    Muitas pessoas têm sido derrotadas por seus problemas porque nunca souberam do que se tratava, e muito menos da situação onde se encontravam. Isso sugere a primeira pergunta que se deve fazer toda vez que surge um problema: "Onde estou?"

    ONDE ESTOU?

    Depois de ter comido o fruto proibido e com isto franqueado ao homem o mundo dos problemas, Adão escondeu-se amedrontado. Segundo o Gênese, Deus chamou-o dizendo: "Adão, onde estás?" Os estudiosos têm considerado o porquê de Deus, que tudo sabe, ter que perguntar. A resposta por eles apresentada é que Deus sabia onde Adão estava, mas queria que ele próprio o soubesse também. A pergunta: "Onde estou?" deve ser feita com muito cuidado. Esta pergunta simboliza uma avaliação calma e de todos os pontos de vista possíveis da situação, o mais isento possível de rótulos ou de julgamentos. Em outras palavras, significa fazer o uso de toda a sua acuidade sensorial para obter as informações sensoriais precisas e completas necessárias.

    Para definir o problema de modo eficiente, será útil ter em mente o significado da palavra PROBLEMA. O professor Karl Duncker, que tem realizado consideráveis pesquisas sobre a psicologia da solução dos problemas, apresenta a sua conclusão com as seguintes palavras: "O problema surge quando o ser vivo possui um objetivo, mas não sabe como consegui-lo."

    Baseado na definição de Duncker, o problema é a distância entre o lugar onde nos encontramos (Estado Atual) a aquele onde desejamos estar (Estado Desejado), quando não existe aparentemente nenhum meio de transporte à vista. Quase sempre o elemento que falta é o segundo, o Estado Desejado.

    Estado atual e Estado desejado​

    Muitas pessoas reclamam que têm objetivos na vida, mas nunca conseguiram realizá-los. Isto porque os objetivos que querem são inespecíficos e muito generalizados, do tipo "eu quero ser rico", "quero ser feliz", "quero ficar em paz", etc.; ou são formulados em negativo como "não quero mais sofrer", "nunca mais quero me sentir assim", "não vou acabar desse jeito", etc.. Ou os seus objetivos dependem da iniciativa e controle dos outros, como "só vou ter tranquilidade se ele/ela parar de fazer isto", "eu quero que ele/ela me faça feliz", "quando ele/ela mudar, eu posso ser o que eu quero", etc.

    Muitos ainda têm os seus objetivos em mente e a "intelectualização" das soluções. São verdadeiras enciclopédias ambulantes em matéria de teorias e de informações, porém, fracassam em atingir os seus resultados desejados por faltar-lhes algo muito importante chamado de AÇÃO. Portanto, meus amigos, mãos à obra!

    CONDIÇÕES DE BOA FORMULAÇÃO DE RESULTADOS DESEJADOS

    As condições de uma boa formulação de resultados desejados são:

    1. Ser expresso em termos positivos.

    2. Iniciado e controlado pela própria pessoa (você).

    3. Evidências sensoriais específicas.

    4. Bem contextualizado.

    5. Que seja ecológico para a pessoa.

    6. Testável na experiência da pessoa, isto é, dentro do poder da pessoa de realizá-lo.

    Pegue uma caneta ou lápis agora e procure responder a essas perguntas da melhor forma que puder:

    QUESTÕES PARA ELICIAR O OBJETIVO DESEJADO

    1. Dito em termos positivos;

      1. "O que você quer, especificamente?"Se você ou alguém que você está ajudando neste exercício disser: "Não quero me sentir mal", você pergunta: "Muito bem, como é que você gostaria de se sentir?" e, se você ou outro responder "Eu vou saber quando não tremer mais", diga "OK, isso é o que você não vai fazer, e o que você VAI fazer?"

      2. Que o objetivo seja iniciado e controlado por você:Se você é do tipo que costuma dizer: "Consertem minha mulher/marido/filho!" Saiba que isto não está bem formulado, já que o desejo é de mudar algo que está fora do seu alcance. Você pode pegar este objetivo e transformá-lo em algo iniciado, sob controle seu, acrescentando uma ou duas proposições:"Então o que eu quero é ter respostas diferentes por parte da minha mulher ou do meu marido ou daquela pessoa".Se isso fizer sentido para você, já terá uma base para um objetivo bem estruturado: trabalhar a mudança do SEU comportamento para conseguir respostas melhores por parte daqueles que interessam a você.

    2. Descrição baseada em dados sensoriais:

      • "Como você vai saber quando atingir este resultado desejado?"Imagine, vividamente, você, num futuro próximo, já realizando o seu objetivo. Faça uma descrição COMPORTAMENTAL completa, vendo como você se comporta, sua postura, sua voz, seus gestos, sua respiração, seu tônus muscular e as coisas que estaria fazendo quando já tiver alcançado o seu objetivo.Verifique se o seu procedimento de evidência (qualquer informação exterior) está sendo dado de forma efetiva. Um feedback apropriado sobre o momento em que atingiu a mudança desejada. Exemplo: Se o objetivo é chegar a ser um professor eficiente, e a sua evidência é de se sentir bem no final do dia, você precisará de algum OUTRO tipo de evidência. Pois é ótimo se sentir bem no final do dia, mas isso não se relaciona automaticamente com o fato de ser um bom professor. Se deseja ser um profissional eficiente e se a evidência é a de que outros DIGAM que você é bom (apenas verbalmente) você estará usando uma evidência que pode ser enganadora.- "Mostre-me como você seria se tivesse confiança em si mesmo. O que os outros iriam ver, ouvir ou sentir quando você conseguisse esse objetivo?"Descrição sensorial dos seus comportamentos, fazendo com que você se concentre na sua autoimagem como se estivesse sendo visto por outra pessoa.- "Quando você tiver alcançado o resultado desejado, o que você estará fazendo e como estará se comportando?" É para você descrever sensorialmente as experiências exteriores que você imagina que estará fazendo, agindo, os seus movimentos, comportamentos, tensão muscular, quando tiver realizado o seu objetivo.- "Quando você atingir o resultado desejado, que tipos de sensações você irá sentir?"Isto faz com que você se concentre nas suas sensações interiores.- "Quando você atingir o resultado desejado, que tipos de pensamentos você estará tendo com você mesmo?"Isto focaliza a sua atenção no seu Diálogo Interno.

    3. Tamanho apropriado do objetivo:Observei uma vez, na empresa onde sou sócio, que os operários perdiam, aparentemente, muito tempo em várias caminhadas por dia até os depósitos de materiais para retirar peças. Parecia mais lógico trazer as caixas mais perto das máquinas. Isto foi feito, e pouco tempo depois os supervisores ficaram perplexos com o resultado. A produção caiu bruscamente, apesar da economia em tempo e movimento.A explicação era simples. Ver a grande quantidade de matéria-prima sugeria aos funcionários o infindável trabalho que teriam que fazer. "Parece que nunca se consegue terminar nada." Era a forma de alguns deles descreverem o seu motivo para a demissão. Não há percepção de progresso porque não há um objetivo definido e realizável que a pessoa possa usar como ponto de referência para assinalar o terreno que já se caminhou entre o Estado Atual e o Estado Desejado.Hoje, a maioria dos psicólogos industriais aconselha a gerência a fazer todo o possível para quebrar em unidades visíveis e atingíveis o fluxo de trabalho. Então, à medida que as peças ficam prontas, vão para caixas ou bandejas de 10, de 100 ou de 200 unidades, o número que for mais conveniente. Resulta daí a sensação contínua de "missão cumprida" e disposição renovada para outro esforço em direção a novo objetivo específico.O mesmo acontece conosco. Se o objetivo é inespecífico, grande ou global, pergunte a si mesmo sobre uma parte específica do que deseja, em pequenos sub-objetivos visíveis e realizáveis. Certifique-se de que as informações aqui criadas sejam informações sensorialmente descritas e não julgamentos:- "Com quem eu quero experimentar este resultado?"- "Onde, especificamente, eu quero experimentar este resultado em primeiro lugar?"- "Quando eu quero experimentar este resultado?"- "Em que situação específica eu não quero este resultado?"

    4. Ecologia:- "De que maneira este resultado afetará a sua vida?"- "De que forma este objetivo poderia trazer problemas para você?"- "De que maneira este objetivo poderá afetar as pessoas importantes de sua vida?"- "Você poderia machucar alguém ao atingir o que você está pedindo?"

    5. Limitações:- "O que impede você de atingir o objetivo desejado?"Faça uma lista de obstáculos que estão impedindo você de realizar o seu objetivo. Separe os obstáculos dependentes de terceiros e pegue cada um dos obstáculos pessoais (crenças ou autoconceitos limitantes) e trabalhe cada um deles com a Técnica do Aprendizado Dinâmico.

    6. Recursos disponíveis:- "Que capacidades ou habilidades você já tem para atingir o resultado desejado?"Pegue cada recurso que puder se lembrar e utilize a sequência de Ancoragem para resgatar as sensações desses recursos desejados.

    7. Alternativas:- "Como você vai chegar até lá?" (Descreva quatro ou cinco passos importantes que você vai fazer para alcançar o seu resultado desejado. Responda da melhor forma que puder, e se não souber, FAÇA DE CONTA que sabe e descreva.)- "Você tem mais de uma maneira de atingir o objetivo?"- "De que outra maneira você pode atingir o seu objetivo?" Quanto mais alternativas melhor.- "Os quatro ou cinco passos estão bem especificados e são possíveis de serem atingidos?" Segmentar processos torna mais fácil atingi-los.

    CRIE SEU DIA IDEAL:

    Releia agora as respostas anotadas por você e imagine agora um dia ideal para você, quando este objetivo já estiver alcançado e as coisas estejam acontecendo dentro das suas expectativas. Veja-se a si mesmo, dentro dessa experiência imaginária, observando os seus comportamentos, a sua forma de falar, suas atitudes, e as suas sensações à medida que as cenas imaginárias vão se desenrolando na sua mente, cenas de cores vívidas, nítidas, brilhantes. Observe também quais diferenças existem em relação ao como você é hoje. Não pare até que consiga uma experiência imaginária desse seu dia ideal de manhã até a hora de ir para cama, com todos os melhores acontecimentos possíveis desse seu objetivo, como se você já o tivesse realizado. Faça de uma forma que realmente o motive para isso.

    Ajudar a si próprio e aos que estão ao seu redor, os seus próximos mais próximos, a identificar objetivos positivos contribui para criar estados emocionais mais eficazes para realizar estes objetivos. Ajudar o seu parceiro ou sua parceira ou filhos ou amigos a construir objetivos através desses passos estratégicos, é um presente inestimável que você proporciona a eles em termos de sucessos futuros.

    "A imaginação é de longe muito mais importante que o conhecimento." Albert Einstein

    MEIOS E FINS

    Somente quando mantidos na mente os objetivos finais, podem os meios serem adequados. Um carpinteiro não pode escolher as ferramentas que necessita antes de saber o que deseja construir. Muitas pessoas seguem tropeçando num frenesi de atividades improdutivas porque não são capazes de diferenciar os meios dos fins.

    A seguir descrevo um caso em que fui testemunha numa firma onde participei de uma transação comercial. A diretoria acabara de decidir a compra de um galpão industrial, mas tinha já adquirido um terreno anteriormente com a intenção de nele se construir um prédio. Portanto agora queria vender este terreno se aparecesse um comprador.

    "Quem possui a escritura desse terreno?" perguntou um dos membros da diretoria, um professor universitário notável. Em resposta a sua pergunta, tornou-se claro que haviam perdido a escritura.

    "Não se preocupem com isso," disse outro membro da diretoria, que era advogado, "podemos conseguir uma cópia no cartório por mil cruzeiros."

    Muito bem," disse o professor, "proponho que arranjemos um cofre no banco para guardar nossos documentos." Sua moção foi aprovada por unanimidade. "Proponho, a seguir, que o nosso advogado seja autorizado a gastar os mil cruzeiros para conseguir uma cópia da escritura do terreno e que esta seja colocada no cofre do banco."

    "Isto não é necessário", disse o advogado. "Quando tivermos um comprador podemos arranjar uma cópia da escritura. Para que nos incomodarmos agora?"

    Se não tivermos uma cópia da escritura, o que colocaremos no cofre do banco", disse o professor com lógica triunfante.

    "Proponho", disse o advogado, "que coloquemos os mil cruzeiros no banco.

    Uma confusão como essa, onde os meios se tornam os fins, às vezes pode parecer sem importância. Porém, o que se tem observado é que a mesma coisa acontece em escala muito maior, entre nações, por exemplo.

    Os tolos sempre ficam perdidos entre meios e fins. Um policial irlandês conta a história de um viajante que foi abordado na estrada por um desconhecido que lhe disse: "A bolsa ou a vida!" O viajante respondeu: "Fique com a minha vida. Preciso do dinheiro para quando for velho."

    Do livro: Magia da Mente em Ação
    Dr. Tom Chung
    Double Tree Editora

  • Aprendendo a Pensar e a sair de dos Estados sem Recursos49:55

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 15

    Você é uma daquelas pessoas que tem uma lista das coisas que deveria fazer e que raramente realiza algum dos itens da sua lista? Pense em cinco anos atrás e perceba como a sua vida – profissional, a relação com seus filhos, pais ou cônjuge, a saúde - seria diferente hoje, se você tivesse realmente realizado alguns dos itens daquela lista de "deveria", em vez de deixá-los definhar e desaparecerem. Se você é pai, lembre-se de todos os grandes "deveria" que pensou em fazer para/com os seus filhos. Grandes ideias que teriam feito uma diferença significativa e que seus filhos nunca conseguiram experimentá-las com você. Ou sobre os "deveria" que pensou com relação aos seus pais e que agora você não tem mais a oportunidade de realizar. Ou pense nos "deveria" da lista de hoje. Como a sua vida seria diferente hoje mais tarde, na próxima semana, no próximo ano ou daqui a cinco anos se você identificasse alguns itens críticos da sua lista de "deveria" e os realizasse de fato?

    Isto não é tentar realizar essas tarefas críticas. Trata-se de fazer um compromisso claro para realizá-las com a melhor da sua capacidade e com os recursos disponíveis. Isto é, identificar um pequeno subconjunto crítico de atividades que "precisa" fazer, cada um com um objetivo claramente definido e um prazo que você irá honrar.

    Tentar? Não existe tentar. Existe apenas fazer ou não fazer.
    - Yoda, Guerra nas Estrelas, O império contra-ataca.

    Pare um momento para rever a sua lista de "deverias". Você sabe, aquela que você frequentemente guarda na sua cabeça. Eu o encorajo a escrever todas essas "deveria" atividades em um pedaço de papel e, se necessário, em mais de uma folha - uma atividade embaixo da outra. Você acha o grande número de itens na sua lista opressivo ou desmotivador? Você sente isso como um grande peso nos seus ombros? Como se sentiria se, agora, você seguisse o conselho de Yoda e identificasse aqueles itens que você está claramente disposto a fazer (e tem o tempo e os recursos para fazer), enquanto remove os outros da lista?

    Às vezes ficamos tão sobrecarregados pelo número de 'deveria' que não sabemos por onde começar e escolhemos ou não fazer nada ou trabalhar naqueles que realmente não nos levam ao que queremos na vida.

    Para superar esse bloqueio, aqui está uma abordagem que lhe permitirá identificar aqueles itens que são essenciais para você escolher realizar e descartar o resto. Por favor, coloque esta atividade na sua lista precisafazer agora e não na sua lista dos deve fazer. Marque o prazo em que você terá completado esta atividade. Que tal hoje no final do dia? Pegue a sua lista de "deveria" e acrescente mais quatro colunas. A seguir nomeie as quatro colunas adicionais como:

    1. O que acontecerá se eu fizer isso?

    2. O que acontecerá se eu não fizer isso?

    3. O que não vai acontecer se eu fizer isso?

    4. O que não vai acontecer se eu não fizer isso?

    Responda estas perguntas para cada um dos itens da sua lista. Revise as suas respostas e divida a sua lista em dois grupos. A primeira lista é sobre aquelas atividades que você escolheu fazer e está comprometido em fazer (sua lista 'precisa'), em prazos específicos. A segunda é sobre aquelas atividades que você escolheu não fazer (sua lista de descartados). Pode haver algumas atividades que não se enquadrem em nenhuma lista e que você escolheu protelar (e não colocar nenhuma energia) até a próxima vez que revisar a sua lista - digamos na próxima semana. Nessa hora, você pode reconsiderar essas atividades tendo em vista o que você realizou e deseja alcançar.

    Revise o seu progresso a cada semana, lembrando que 'não existe fracasso, apenas feedback'. Isto é, se as coisas não saírem como planejado, note o que você aprendeu sobre si mesmo, sobre os outros, sobre a tarefa para que você possa escolher um curso de ação diferente e fazer mais da próxima vez. Se durante a semana, você identificou mais 'deveria', submeta-os ao processo acima. Aproveite e os melhores desejos de sucesso e felicidade em sua vida.

    Roger Ellerton PhD é consultor certificado de administração, fundador e sócio gerente da Renewal Technologies. O artigo acima é baseado no seu livro "Live Your Dreams Let Reality Catch Up: NLP and Common Sense for Coaches, Managers and You".


    Artigo traduzido na íntegra do original sob o título "Getting Focus in Your Life" que se encontra no site da Renewal Technologies.

  • Saída Rápida de Estados sem Recursos com Programação Neurolinguística20:51

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 16

    "Pense em um problema." Estas quatro palavras são usadas repetidamente em todos os treinamentos de PNLporque, na maior parte das vezes, as técnicas da PNL são usadas do modo consagrado pelo uso. Isto significa que, depois do fato, nós podemos examinar um problema, fazer novas escolhas e mentalmente ensaiar um desempenho melhor no futuro. Mas e aqueles eventos para os quais nós não nos preparamos? É possível, nesse momento, substituir sensações negativas por sensações com mais recursos, sem planejamento prévio ou um gatilho externo?

    Mudanças acontecem

    Eu lembro de uma vez em que tive que viajar de Nova Iorque a Boston para um importante evento familiar. Numa manhã cedo e quente de agosto, fui buscar na locadora o carro que eu tinha reservado uma semana antes. O agente me disse que, como alguns carros não tinham sido devolvidos ainda, eu teria que esperar até que chegasse um ou fazer outro arranjo. Eu finalmente consegui um carro duas horas depois.

    Agora eu estava preso num engarrafamento matinal. Pior, estavam fazendo obras de repavimentação na estrada e o calor deixou muitos carros superaquecidos enguiçados na estrada. Quando finalmente cheguei a Boston (tendo perdido o casamento e a maior parte da recepção), eu estava com um humor lastimável. Um dos meus sobrinhos, que tinha seis anos na época, me perguntou por que eu estava tão irritado. Eu contei toda a história: o carro alugado, o trânsito, o calor.

    E aí ele disse: "Mas tio Kevin, você agora não está dirigindo."

    Mudança instantânea de estado! Num momento, eu estava irritado e revivendo todos os dissabores da manhã e no seguinte, estava me divertindo.

    Neste ponto, eu sabia que mudanças positivas de estado podiam acontecer de repente, e mais rápido do que qualquer técnica da PNL que eu tinha aprendido até hoje. Mas não sabia como gerá-las para mim mesmo. Elas sempre foram uma reação a algo externo, normalmente algo que alguém tinha me dito. Por isso eu estava curioso sobre como poderíamos aprender a fazer a mesma coisa para nós mesmos.

    Emoções são escolhas. William Glasser, M.D. em seu livro "Teoria da Escolha" faz uma forte defesa de que as emoções são escolhas, mesmo quando as pessoas não percebem isso. Usando minha viagem para Boston como exemplo, ele diria que a razão para estar irritado com a família não era porque havia passado a maior parte do dia preso no trânsito, mas porque eu, na recepção, estava escolhendo gerar emoções de irritação.

    Seja verdadeiro ou não que as emoções são escolhas, isto é uma suposição muito conveniente. Abaixo temos uma experiência. Finja que está irritado e mentalmente rotule a sua experiência para cada aspecto abaixo:

    1. Eu estou irritado.

    2. Eu estou me sentindo irritado.

    3. Eu estou escolhendo me sentir irritado.

    Quais são as diferenças para você? Qual lhe dá a maior liberdade (e responsabilidade)?

    Quando ensinei minha primeira classe de Master Practitioner, um dos meus estudantes, na graduação, me disse que ele tinha acabado de resolver um grande mistério: muito do que eu havia ensinado estava encaixando de tal modo que ele agora reconhecia que podia escolher como se sentir. Isso foi uma revelação poderosa para mim – ele tinha passado grande parte da sua vida vivendo furioso, pensando que não tinha escolha. Ele me perguntou por que eu não tinha dito para todos no início que as emoções podiam ser escolhidas. "Quem teria acreditado em mim?" perguntei.

    Algumas pessoas tentam suprimir ou esconder suas emoções. Outras as veneram, com a ideia de que TODAS as emoções têm que ser expressas plenamente, de preferência com uma audiência, antes que a emoção esteja concluída. Eu não acho que as emoções devem ser suprimidas ou evitadas, mas me surpreendo quantas vezes o que eu estou sentindo parece ter sido escolhido cegamente, sem considerar mais do que uma possibilidade.

    Postergando a procrastinação

    Aqui está outra experiência para ilustrar a natureza efêmera das emoções. Pense numa tarefa pequena que você pode realizar, que já deveria ter sido feita e que tem sido postergada. Quando você pensa nela, sente que emoções? A seguir, pergunte-se: "Eu tenho alguma razão para adiar a decisão de como vou me sentir fazendo isso até que esteja feito?" (Eu aprendi essa pergunta com Jeff Bond durante uma sessão de brainstorming.) Repare no que acontece.

    Na minha experiência, com meus estudantes e clientes, se a resposta for não, a sensação negativa desaparece espontaneamente e nós vamos e fazemos o que estávamos adiando. As duas técnicas a seguir são ferramentas para ajudá-lo a escolher suas emoções com mais atenção. Elas são tão simples e rápidas que é difícil acreditar que funcionem até você mesmo testar.

    A técnica da nuvem

    A técnica da nuvem é especialmente útil porque você pode fazê-la sozinho e em qualquer lugar. E logo que ficar bem familiarizado com ela, você poderá escolher um estado com mais recursos em menos de trinta segundos.

    Uma cliente com quem eu estava trabalhando queria retornar para a escola e completar a sua educação, mas estava preocupada com poder falhar de novo. Ela tinha medo de fazer perguntas durante a classe, e sempre que eu pedia para ela se imaginar fazendo uma pergunta na aula, ela começava a chorar. Devido ao amplo alcance do que ela queria realizar, eu não queria passar todo o nosso tempo nisso. Eu tinha a intuição de que uma demonstração clara de que ela tinha escolha sobre suas emoções seria um grande começo para nosso trabalho conjunto.

    Eu comecei explicando a ela que qualquer emoção que ela sentia tinha sido gerada – por ela – apenas uma fração de segundo antes. Então pedi que ela se levantasse e imaginasse que estava na sala de aula; sua postura endureceu, seu rosto ficou pálido e ela parou de respirar. Eu disse para ela imaginar as sensações que estava sentindo como uma nuvem em volta dela. Eu pedi que ela descrevesse a cor, o tamanho e o movimento da nuvem. (Ela a descreveu como grande, escura e se movendo devagar.) Então pedi que ela desse um passo para fora da nuvem, se afastasse e olhasse de volta para ela. Eu disse: "Agora temos que trabalhar depressa porque – sem um humano dentro para criar aquela emoção – a nuvem vai se dispersar rapidamente."

    Eu perguntei a ela: "Com esta visão geral do que você quer, esta emoção está lhe servindo bem?" Ela disse: "Não, não está!" Eu disse: "Embora a nuvem já esteja começando a se dispersar, assopre-a como uma vela".

    Em outro local, eu a fiz imaginar uma matriz para uma emoção diferente que poderia ser mais útil. Ela escolheu confiança. Eu então pedi que ela entrasse na matriz para ativar a sensação de confiança como uma nuvem em volta dela, e depois pensar que estava na sala de aula. Ela estava respirando com facilidade, sua postura estava relaxada e ela conseguia se imaginar fazendo perguntas facilmente para a professora. (Ela também estava atordoada como isso era fácil).

    Isso era uma mudança surpreendente, especialmente considerando que isso tinha levado menos de um minuto. Mas nós não tínhamos terminado ainda. Eu queria que ela tivesse uma experiência mais rica da escolha emocional. Eu tinha que trabalhar mais três emoções: humor, curiosidade e "sentindo-se maior do que a situação". Cada nova emoção permitia que ela participasse da experiência da sala de aula de maneira diferente – e o mais importante, ela adquiriu prática em avaliar a influência das diferentes emoções e na troca entre elas, rápida e facilmente. Embasado nisso, o trabalho de estratégia e de crença que se seguiu foi algo muito fácil de ser feito por nós dois.

    Use essa técnica toda vez que se sentir sem recursos. E acredite em você mesmo – ocasionalmente você não será capaz de trocar de estado tão facilmente. Respeite isto, porque nestes casos, o seu inconsciente sabe que a mudança não seria ecológica.

    Estas são as etapas:

    1. Imagine a emoção que você está sentindo como uma nuvem a sua volta. Perceba a cor, tamanho e movimento.

    2. Caminhe para fora da nuvem, deixando-a onde você estava parado. Olhe para a nuvem e faça rapidamente uma das seguintes perguntas para você:

    a) Com a visão geral, isto está me servindo bem?

    b) Com a visão geral, isto está ajudando a minha comunicação?

    3. Se a emoção está lhe servindo bem, volte para dentro dela e escolha esta emoção.

    4. Se não está lhe servindo bem, assopre a emoção que já estava se dissipando rapidamente para longe (porque não tinha nenhum ser humano dentro dela para gerá-la) – e vá para a etapa cinco.

    5. Em outro local, selecione uma nova emoção para testar. Imagine-a apenas como uma estrutura que será ativada assim que você entrar nela. Entre e sinta essa nova emoção como uma nuvem a sua volta: fica melhor? Se for sim, você está pronto para avançar na situação; se for não, saía e tente outra emoção até achar uma que satisfaça a necessidade da situação.

    A técnica do túnel

    Frequentemente eu uso a técnica do túnel quando estou guiando um cliente através de um reimprint. Uma vez eu estava guiando uma senhora através de um reimprint de um abuso sexual ocorrido quando ela era criança; o eu da jovem se sentia culpado pelo que tinha acontecido. Com a minha cliente associada ao seu eu jovem, eu pedi que ela percebesse onde sentia as sensações de culpa no corpo.

    Ela disse que era como uma corrente pesada apertando em volta da sua garganta. Eu a fiz mover a sensação para fora e imaginá-la tomando a forma de uma porta. Então expliquei que, às vezes, nós temos que passar pela emoção a fim de percebermos alguma coisa diferente. E que tinha uma regra para a próxima etapa: não importa o que ela sentisse logo que passasse pela porta, ela tinha que continuar caminhando para descobrir o que estava do outro lado.

    Ela concordou em se manter em movimento assim que entrasse no túnel, e então ela abriu a porta e entrou. Levou cerca de trinta segundos até ela descobrir a saída no outro lado. Quando saiu do túnel, a primeira coisa que ela sentiu foi raiva porque a mãe dela não a tinha protegido. Nós então fizemos a técnica do túnel com a raiva e quando emergiu do outro lado, ela descreveu o que sentia como liberdade e compaixão. Como resultado dessa mudança, que levou menos de dois minutos, os recursos que ela escolheu para ela e para a outra pessoa no reimprint foram menos rígidos e mais produtivos.

    Não é possível predizer o que você vai encontrar no final do túnel: medo pode se transformar em compaixão, raiva pode se transformar numa sensação de paz e perfeição. E em todas as vezes que eu usei essa técnica, os recursos que os clientes escolheram para eles foram muito mais criativos e produtivos do que num típico reimprint, porque eles estavam escolhendo recursos de um lugar com integridade em vez de um lugar de medo ou mágoa.

    Use essa técnica sempre que você tiver uma sensação do passado que, vista da posição do observador, parece inadequada para a situação – como no exemplo, onde a minha jovem cliente estava se sentindo culpada por algo que um adulto tinha feito a ela.

    1. Perceba onde você sente a emoção no seu corpo. Com suas mãos, remova-a de você e a coloque na sua frente. Amplie a imagem até que ela esteja do tamanho e na forma de uma porta.

    2. Do outro lado da porta é o túnel da emoção. Em um instante, você vai entrar no túnel e caminhar através dele para descobrir o que tem do outro lado. Mas tem uma regra: logo que entrar no túnel, você deve continuar caminhando.

    3. Tendo concordado em continuar caminhando, entre no túnel, feche a porta atrás de você e sinta a emoção envolvendo-o enquanto você permanece se deslocando até descobrir a saída do outro lado. (Isso nunca levou mais do que trinta segundos).

    4. Passar pela emoção e sair do outro lado tipicamente leva a pessoa para um lugar emocionalmente muito diferente. Passar pela culpa pode conduzir para a liberdade, passar pela raiva pode conduzir para compaixão, mas como no exemplo acima, algumas vezes conduz para outras emoções fortes que haviam sido suprimidas ou mascaradas. Quando isto acontece, passe também por esta emoção até alcançar um local em que se sinta saudável e completo.

    Eu uso as duas técnicas isoladas e dentro dos processos de reimprint e de mudança de crença.

    Logo que for aprendida, cada técnica pode ser usada sem um guia, sem planejamento prévio e praticamente em qualquer lugar. Apesar da sua simplicidade, elas são de natureza ecológica porque elas levam a pessoa para um lugar de liberdade emocional.

    Kevin Creedon é Practitioner de PNL, de Hipnose Ericksoniana e do Método de Feldenkrais.


    Esse artigo encontra-se no site da NLP Comprehensive sob o título "Four Ways To Almost Instant State Change".

  • Identidade e Propósito Segundo a Neurociência e a Programação Neurolinguística23:28

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 17

    Segundo o Glossário de Termos de PNL de Golfinho, modelagem é o "processo de discernir a sequência das ideias e comportamentos que permitem a alguém fazer uma tarefa". Informa ainda, que é a base da aprendizagem acelerada e da Programação Neurolinguística, e remete o leitor a um artigo de Robert Dilts, que trata do tema.

    Excelência, por outro lado, dentro do foco da PNL, é o estado ou qualidade de excelente, ou seja, estado de ser bom no mais alto grau: um objetivo a ser conquistado, seja na escola, nas organizações, seja no comportamentointra e interpessoal.

    "Modelagem de Excelência" livro de autoria de Deodete Packer Vieira (Editora Eko, Blumenau/SC), é dessas obras cuja temática estará sempre atual, pois trata, exatamente, do crescimento do ser humano, e de técnicas de como, ecologicamente, gerar o crescimento.

    A autora, engenheira, é Trainer em PNL, professora universitária, com doutorado pela UFSC, cuja tese, em 1995, "FACILITADORES NO PROCESSO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA" pioneirissimamente fazia bom uso de pressupostos da Programação Neurolinguística. A tese doutoral está disponível em http://golfinho.com.br/facilitadores-no-processo-de-inovacao-tecnologica... e, como verá o leitor, transcende os aspectos técnicos do título, pois é um trabalho prenhe de humanismo, de ensinamentos, inteligentemente fazendo uso dos elementos da PNL: uma tese que inova os processos tecnológicos e o próprio ser humano.

    "Modelagem de Excelência", que tem como premissa fundamental a ideia de mudança, transformação, ensina o leitor, num estilo escorreito e bem-humorado, a importância do uso das técnicas de modelagem para alcançar determinado estado de excelência.

    Roteiriza criativamente a possibilidade de gerar no leitor, leigo ou especialista, uma saudável estratégia de transformação acelerada. Obra que transpira aquela pura PNL, envolvente, prática, gostosa de praticar, de experienciar. Livro de agradável praticidade é o tipo da obra em que o leitor, vivencialmente, desfruta de imediatos e saudáveis mudanças.

    Por tudo isso, Golfinho, o apresenta como "Livro do Mês".


    João Nicolau Carvalho, professor universitário, Trainer em PNL.

  • Mudando a Representação Interna Sobre Dinheiro e Prosperidade45:39

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 18

    O Jogo Interior do Tênis. O Guia Clássico para o Lado Mental da Excelência no DesempenhoTítulo original: The Inner Game of Tennis

    Editora: SportBook

    Escrito por: W. Timothy Gallwey

    O livro já vendeu mais de um milhão de cópias e foi o responsável por impulsionar o estilo que hoje conhecemos popularmente por "Jogo mental". Ele oferece um método revolucionário de aprender e refletir sobre o jogo. - Harvard Tennis News

    Em vez de propor técnicas de jogo, este livro se concentra no fato de que todo jogo é composto por duas partes: exterior e interior. O jogo exterior é disputado contra os oponentes e é repleto de eventos inesperados; já o interior acontece dentro da mente do jogador, sendo seus principais obstáculos: a insegurança e a ansiedade.

    Com o elevado nível técnico e preparo físico dos jogadores da atualidade, o Jogo interior é muitas vezes o fator decisivo para colocar o troféu de um Grand Slam nas mãos de um jogador.

    Trata-se de psicologia esportiva. Este brilhante livro, chamado por Billie Jean King (detentora de 39 títulos de Grand Slams) de a Bíblia do Tênis, traz as teorias de Gallwey sobre concentração, eliminação de vícios de jogo, autoconfiança dentro da quadra e consciência individual.

    A filosofia aqui apresentada transcende o mundo esportivo e se estende para os negócios, para melhoria de performance, para um novo estilo de vida.

  • Eliminando Crenças Limitantes sobre dinheiro e Aformações1:29:35
  • Compreendendo a Construção das Crenças e Alterando Crenças Limitantes34:24

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 19

    Por mais de 25 anos, o palestrante motivacional e coach de sucesso, o americano Anthony Robbins tem perseguido, com veemência, as respostas para perguntas do tipo "O que dá forma ao comportamento humano?" "E como podemos criar mudanças duradouras dentro de nós mesmos e nos outros?"

    Ele já falou para mais de 3 milhões de pessoas em todo o mundo e vendeu mais de 35 milhões de livros.

    Depois de assistir seu seminário de 4 dias 'Libere seu poder interior' em Kuala Lumpur, na melhor das hipóteses, eu aprendi muitas estratégias para melhorar meu desempenho. Eu participei até mesmo da sua famosa caminhada sobre as brasas. Sua poderosa metáfora física mostra como qualquer um pode ultrapassar seus maiores e mais profundos temores com determinação, paixão e desejo.

    Parte um concerto de rock, parte uma experiência de aprendizagem, parte um exercício de aeróbica, porém mais de 4000 pessoas estavam presentes no seminário realizado num gigantesco estádio de esportes construído especialmente para os Jogos da Comunidade Britânica.

    Com 2 metros de altura e pesando cerca de 120 quilos, Robbins impressiona no palco enquanto ele aproveita a energia da plateia.

    Para dizer a verdade, os seguranças tinham que isolar o palco visto que ele é insistentemente assediado por fãs mais exaltados.

    Com 43 anos de idade, ele tem obtido um enorme sucesso e já trabalhou com pessoas como o Presidente Clinton e Nelson Mandela.

    Como foi o seminário?

    Quente, úmido, uma alta energia e mensagens simples para levar para casa, tudo embalado com alta tecnologia de luz, som e um show de vídeos.

    Eu fiquei impressionado, motivado e consegui algumas grandes ideias.

    Aqui está o meu presente para você. Os 10 maiores segredos do sucesso que eu aprendi passando 4 dias com Anthony Robbins.

    1. O seu potencial é determinado (ou limitado) pela sua autocrença.

    Como diz o material promocional, o evento era sobre ‘como criar rupturas, mover-se além dos medos e das crenças limitantes, alcançar objetivos e realizar os verdadeiros desejos, transformar sonhos em realidade, criar relacionamentos satisfatórios e modelar as estratégias de realizadores de alta performance para produzir uma diferença importante na sua vida.’ Se você cortar fora a propaganda, a mensagem real é que se você acreditar em você mesmo o suficiente, você pode realizar qualquer coisa. O lembrete memorável foi ‘a única coisa que lhe impede de conseguir o que você quer é a história que você fica contando para si mesmo.’

    2. A maior parte das pessoas tem autodúvida sobre temas gerais.

    Pergunte a qualquer um e a maioria irá admitir que falta confiança em si mesmo em algumas áreas da sua vida. O interessante que eu aprendi desse seminário é que a autodúvida é sobre temas gerais. Esses temas atravessam idade, sexo, religião, barreiras culturais e de linguagem. Dúvidas comuns incluem ‘Eu não sou bom o suficiente,’ ‘Eu sou preguiçoso’ e ‘Ninguém gosta de mim.’

    3. Você pode aprender mecanismos para eliminar a autodúvida.

    Robbins chama isso de ‘imersão’ onde você rompe com seus velhos padrões e constrói novos pela repetição. Ele usa muitas técnicas da Programação Neurolinguística (PNL) para realizar isso tudo com sua audiência. Ele diz que "o progresso não é automático."

    Um momento memorável no seminário foi quando nós tivemos que nos visualizar dentro de uma bolha e dentro desta bolha tinha uma série de vídeo tapes, nitidamente organizados numa linha do tempo, que representavam todas as nossas memórias da vida até hoje. Nós tínhamos que retirar os vídeos negativos e destruí-los. Isso foi seguido por um tempo gasto na visualização do futuro e em que aspecto a sua vida vai ter daqui a 10 e 20 anos.

    4. A crença impacta em muito níveis.

    A mensagem do Anthony Robbins era de que 3 coisas modelam a nossa autocrença. Ele as chama de a Tríade. Elas são os nossos padrões de fisiologia, foco e linguagem. Ele realçou isso com uma citação: "A energia flui para onde vai o foco."

    5. Os nossos valores e crenças formam as nossas ações.

    Robbins acredita que você pode "superar qualquer coisa que está lhe impedindo de tomar uma ação." Caminhar descalço sobre as brasas é uma metáfora física que ele usa nos seus seminários para provar esse ponto aos céticos. Elimine a autocrença negativa e tome medidas concretas são as chaves para o sucesso.

    6. Para criar resultados positivos você tem que tomar medidas concretas.

    "A energia flui para onde vai o foco" é uma citação usada por Robbins em sua apresentação para realçar o porquê você precisa saber o seu objetivo e porque alcançar isso é imprescindível. Mas muitas pessoas falham ao tomar o próximo passo. Elas procrastinam, usam de evasivas e descobrem muitas razões ou desculpas para não agirem.

    Robbins acredita que "o progresso não é automático" e "ação é poder." Tome uma ação, mesmo se for a ação errada. Ele diz que isso "nunca será um fracasso se você aprender algo."

    7. Acompanhar & espelhar cria conexão, confiança e empatia

    Robbins gasta um tempo bastante razoável no seminário demonstrando e falando sobre as habilidades de comunicação interpessoal.

    Ele usou pessoas da plateia para mostrar como o processo de comunicação não verbal do "acompanhamento & espelhamento" e a linguagem corporal dos outros pode ser uma maneira muito poderosa para se estabelecer uma relação com as pessoas. Na essência, você cria o rapport adotando a linguagem corporal da pessoa com que você está se comunicando. Ele acredita que "o rapport é poder" e "a receptividade total é criada pelo sentimento da comunidade." Se você já aprendeu essas técnicas e faz tempo que não as utiliza, eu sugiro que é hora de tirar o pó delas e colocá-las em ação da próxima vez que você se comunicar com alguém na base de um a um.

    8. Qualquer coisa é possível se você se focar na paixão e no propósito.

    Robbins acredita que "para ter uma qualidade extraordinária de vida você precisa duas habilidades: a ciência da realização (capacidade de assumir qualquer coisa que você imaginar e torná-la real) e a arte da satisfação (isso lhe permite desfrutar de cada momento)." Ele diz que "sucesso sem satisfação é insucesso." Descubra a sua paixão e o seu propósito na vida. Meu propósito é fazer diferença na vida das pessoas e usar meu dom como palestrante.

    9. Modele-se naqueles que alcançaram suas metas.

    Robbins acredita que aprender de outras pessoas que são as melhores nas suas áreas, é o caminho mais rápido para alcançar o sucesso, para alcançar melhorias rapidamente e estabelecer um novo nível de realização. Ele contou a história que como queria melhorar o seu jogo de tênis, ele contratou Andre Agassi, na época o número um dos tênis no mundo, para ajudá-lo a alcançar seu objetivo. Em quem você poderia se modelar?

    "A vida das pessoas é um reflexo direto das expectativas do seu grupo de convívio," de acordo com Robbins.

    10. O sucesso é construído num corpo saudável e com alta energia, no coração e na mente.

    Se você não estiver com saúde – todos os pontos acima são pura perda de tempo.

    A sua saúde é determinada e influenciada pelo seu estilo e vida.

    Uma das grandes mudanças que eu fiz desde o seminário é comer alimentos mais saudáveis e fazer exercícios mais regularmente.

    Como palestrante, todo o meu negócio depende da minha capacidade de me apresentar num estado de pico. Como o atleta profissional, o sucesso do negócio está diretamente ligado à minha alimentação e saúde. Cuide de você mesmo, pois seu corpo é, no final das contas, o seu ativo mais importante.
    Thomas Murrell MBA CSP é palestrante e consultor internacional de negócios.

    O artigo original: "The Top 10 Secrets From Anthony Robbins"

  • Entendendo a Construção e a Retroalimentação da sua Realidade50:33

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 20

    Nós podemos aprender muito sobre nós mesmos observando a vida das células, o crescimento das árvores, as ondas do oceano, juntamente com os outros padrões universais e biológicos do crescimento e da própria criação. A natureza é a nossa grande professora. Como os seres humanos fazem parte da natureza e o nosso universo tem 15 bilhões de anos, parece óbvio que exista algum tipo de conexão entre os padrões externos e os padrões inconscientes que residem dentro de nós.

    Eu venho observando a natureza e estudando as leis do nosso universo nos últimos 16 anos com a mesma pergunta na cabeça: "Como a nossa realidade interna está relacionada com a nossa realidade externa e como cada uma afeta a outra?" Isso me conduziu a uma longa jornada que incluiu o estudo da cibernética, das ciências da complexidade, da teoria do caos, dos campos morfogenéticos, da mecânica quântica e da teoria das cadeias dos caracteres ligada com a PNL e muitos outros modelos psicológicos e espirituais. Devido a essa contínua pesquisa e de diversas discussões com meu marido Tim Hallbom, nós desenvolvemos um modelo chamado de ciclos universais de mudança para ajudá-lo a criar conscientemente o que você quer na vida.

    Os ciclos universais de mudança são um processo contínuo que acontece no nosso universo por cerca de 15 bilhões de anos, sendo por isso um modelo realmente antigo. Nós observamos sete ciclos universais de mudança que ocorrem em todos os sistemas vivos como as plantas, as árvores, as estrelas, as células e os animais. Você também pode ver esses mesmos ciclos ocorrendo na maioria dos sistemas inanimados como carros, casas, computadores e a economia.

    Os ciclos universais de mudança também podem ser encontrados dentro de todos os aspectos da vida e do comportamento humano. Eles acontecem nos casamentos, nos negócios, com a saúde, com as famílias, com vários estados da mente e assim por diante. Nós passamos por esses ciclos a cada dia e a cada ano da nossa vida. Estar atento a esses ciclos pode nos ajudar a criar conscientemente o tipo de experiência que nós queremos da vida, e criar também a realidade da nossa escolha. As pessoas prósperas na vida estão harmonizadas naturalmente com esses ciclos de mudança.

    Veja na integra aqui a matéria: https://golfinho.com.br/artigo/os-ciclos-universai...​​​

  • Como ser mais feliz e confiante com PNL e Neurociência1:05:26
  • Elicitando o Alicerce de Uma Crença Limitante56:11

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 21

    O foco desta aula é a reedição de crenças limitantes, principalmente neste caso falamos de estrutura de crenças, e uma técnica que usamos é spinning de Richard Bandler. Segue abaixo a explicação:

    Pode ser usado para remover simples sentimentos de fome, desejos e reduzindo os sentimentos associados a algumas formas de medo.

    Empurrar para foraTornar-se conscienteAlterar cor / direçãoPuxa de volta

    Passo 1

    Direcione seu foco de atenção para seu corpo. Observe suas sensações corporais internas por um momento.

    Passo 2

    Pense no que você está temendo / desejando e observe o movimento desse sentimento (ele provavelmente começará em sua barriga e se moverá em direção à sua cabeça ou boca).

    etapa 3

    Usando seu poder de imaginação, tire esse sentimento do seu corpo e, em sua mente, veja-o girando na sua frente como uma roda.

    Passo 4

    Então imagine que cor é e mude a cor para algo mais agradável.


    Passo 5

    Em seguida, inverta a direção do giro, talvez girando a roda de cabeça para baixo, de modo que a roda esteja girando na direção oposta, diretamente à sua frente.

    Passo 6

    Em seguida, puxe a roda giratória de volta para você.

    Passo 7

    Continue girando a sensação na direção oposta. A sensação agora deve estar descendo pela garganta até o peito e a barriga, ou seja, para baixo, em vez de para cima.

    Passo 8

    Gire o sentimento cada vez mais rápido até que ele reduza e / ou eventualmente desapareça.

  • Resignificando - A Programação Neurolinguística e a Transformação do Significado49:31

    Resignificando - A Programação Neurolíngüística e a Transformação do Significado

    Golfinho apresenta como "Livro do Mês" uma obra, "Resignificando", lançado pela Summus , quando os autores, criadores da PNL, Richard Bandler e John Grinder ainda trabalhavam juntos. O livro foi editado pelo casal Andreas, Connirae e Steve, tendo como base seminários e workshops da dupla Bandler & Grinder.

    A sinopse proposta pelos editores, "O Significado de qualquer evento depende da "moldura" em que o percebemos", embute, com outras palavras, felizes conclusões de Alfred Korzybski, um cientista que está por merecer uma divulgação mais ampla. Uma das afirmações conclusivas? A famosa frase, "o mapa não é o território", hoje um pressuposto básico da Programação Neurolinguística.

    Temos nós, os humanos, maneiras pessoais, filtros, -- em que estão envolvidos crenças, valores, cultura, faixa etária, educação, sexo, etc. – com que manejamos as informações que coletamos e vivenciamos no dia a dia: o nosso mapa. Uma representação subjetiva, distinta em cada pessoa.

    Korzybski afirmava que a linguagem é um mapa do mundo que nos rodeia, ou seja, o nome de algo (por exemplo, cadeira) não é a coisa nomeada, apenas uma convenção linguística para designar um objeto. Mas cada pessoa tem sua própria maneira de entender "cadeira", e sua imagem varia segundo as cadeiras que conheça, as emoções que tal palavra lhe desperta, e assim por diante.

    Que significa tudo isso? Continuemos com a sinopse: "Se mudamos a "moldura", mudamos o significado. Mudando o significado, mudam também as respostas e o comportamento da pessoa". Aí está: mexer no significado é ressignificação. Um neologismo, um anglicismo (reframing) que quando chegou ao Brasil, foi traduzido, corretamente, Resignificando. Mas o nosso idioma é fonético, há que se escrever: ressignificando. Ressignifiquemos, pois, o "Resignificando". Mas respeitemos o pioneirismo do título da obra.

    Como as demais obras dos autores já comentadas por Golfinho, "A Estrutura da Magia", "Sapos em Príncipes", "Atravessando", este livro, além de histórico, pois escrito nos primórdios da PNL, contempla o leitor com uma importante análise das mudanças de significado, mudanças que geram alteração de comportamento, que ressignificam nossas maneiras de ver, de ouvir, e de sentir o universo que nos cerca.

    Recheado de técnicas para mexer em conteúdos, negociação entre partes, modelos de ressignificação avançada em seis passos, e de sistemas, envolvendo famílias, organizações, alcoolismo, drogas, "Resignficando" foi, e continua sendo, uma das obras fundamentais da Programação Neurolinguística, pois demonstra que temos condições de mudar, que podemos viver dentro de uma reengenharia dinâmica, para que nossa vida seja ecológica, rica, saudável, criativa. Não é abandonar conceitos, impondo-nos um preconceito, mas transformá-los saudavelmente, ressignificá-los. É isso de que trata , em síntese, a obra – e por isso mesmo trata de muito mais coisas. Tantas coisas importantes que diversas universidades brasileiras fazem-no constar como bibliografia de áreas acadêmicas aparentemente tão díspares como administração (FGV), economia (UFMG), psicologia, educação (UDESC), etc.

  • Milton Erickson: Uma Análise à Luz dos Padrões da Programação Neurolinguística59:54

    O Discurso Terapêutico de Milton Erickson: Uma Análise à Luz dos Padrões da Programação Neurolinguística

    Novamente o brilhantismo de Regina Maria Azevedo faz com que ela retorne às páginas de Golfinho, em sua seção "Livro do Mês". Agora com uma tese doutoral apresentada em 2012 no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, a USP, única universidade de nosso país situada entre as cem melhores do planeta. A tese, disponível para os leitores desse Portal, intitula-se "O DISCURSO TERAPÊUTICO DE MILTON ERICKSON: UMA ANÁLISE À LUZ DOS PADRÕES DA PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA" e nas suas 169 páginas nos apresenta o que, comumente, chamamos de Modelo Milton.

    Anteriormente a autora nos presenteara com Programação Neurolinguística: Transformação e Persuasão no Metamodelo, sua tese de mestrado, também apresentada na USP, e que foi "Livro do Mês" em janeiro do ano em curso.

    A obra de Milton Erickson à luz da PNL teria, -- segundo William Hudson O'Hanlon em "RAÍZES PROFUNDAS", obra esgotada, publicada no Brasil pela extinta Editorial PSY II, de Campinas, -- como característica principal um modelo principalmente linguístico para a indução do transe. O papel da modelagem, segundo O'Hanlon, seria , assim como no metamodelo, de particular importância, pois ligaria "as descrições de base sensorial a outros enunciados, pedidos e sugestões do hipnotizador".

    Para O'Hanlon, pioneiro na análise da hipnose ericksoniana, o modelo apresentado por Bandler e Grinder teria três níveis de vinculação causal linguístico: a conjunção, os causativos aplicativos, e causa e efeito.

    Tais categorias sustentariam ou implicariam "uma vinculação entre o comportamento atual (observado) e a experiência desejada". Em outras palavras: Estado Atual/Estado Desejado.

    "RAÍZES PROFUNDAS" está a merecer uma nova edição, por esquadrinhar os meandros dos modelos estratégicos e hipnóticos e os traços essenciais dos fios condutores, altamente intuitivos, criados pelo gênio de Milton H. Erickson.

    Mas a obra da Dra. Regina Maria Azevedo transcende, em muitos aspectos, o pioneirismo da análise de O'Hanlon, por proporcionar um apanhado histórico e ampliar sua tese doutoral com base no Metamodelo e no Modelo Milton, conjunção que permite adentrar, vitoriosamente, nos meandros dos pressupostos da PNL, entre eles "sistema representacional", "filtros perceptivos", "modelagem", "espelhamento", e "rapport", conforme, aliás, a autora destaca em "Resumo".

    Obra distribuída em quatro capítulos, Regina Maria Azevedo, apresenta-nos, inicialmente, a figura ímpar de Milton Erickson e sua relevância no quadro da Psicologia. Dados biográficos e estratégias terapêuticas recebem molduras precisas, e uma pergunta permeada de respostas: "Uma epistemologia sobre mudança"?

    No segundo capítulo deparamos com Freud, tentando e logo abandonando a hipnose; teorias, e os princípios fundamentais da hipnoterapia ericksoniana.

    No capítulo terceiro, uma das partes substanciais da substanciosa obra, o leitor toma conhecimento dos postulados ericksonianos, e dos pressupostos relevantes da Programação Neurolinguística; e a criação do Modelo Milton.

    Alicerçada em conhecimentos adquiridos quando da apresentação de sua tese de mestrado, O Metamodelorecebe roupagem especial para se conectar com o Modelo Milton. Didaticamente a autora define e explana o Metamodelo e suas categorias, a má formação semântica, espelhamento, rapport, modelagem, pressuposições, metáforas, eliciação indireta, e mais, aprendemos muito mais. Aprendemos que o Modelo Milton é a inversão das categorias do Metamodelo, mas paradoxalmente um complementa o outro, daí a criação do guarda-chuva amplo chamado por Grinder e Bandler de Programação Neurolinguística. No último capítulo Regina Maria Azevedo analisa casos com o Modelo Milton, a estratégia aplicada, e leitura vertical e horizontal dos casos selecionados.

    Uma conclusão e uma excelente bibliografia, além de um apêndice complementam a obra – um rico manancial de informações em que a Programação Neurolinguística, e seus enfoques fundamentais, Metamodelo e Modelo Milton, são estudados, relacionados, e ensinados como aplicá-los. Uma obra profunda, de leitura agradável, de uma destemida estudiosa que dá à PNL, no Brasil, a nível acadêmico, o "status" de ciência.

    João Nicolau Carvalho, Professor Universitário, Trainer em PNL*.

    Para acessar a tese:

    O Discurso Terapêutico de Milton Erickson: Uma Análise à Luz dos Padrões da Programação Neurolinguística

  • Fundamentos e princípios das estratégias de Intervenção do Dr. Milton Erickson58:40

    A técnica de Betty Erickson para a auto-hipnose Escrito por: Lynn Timpany

    Então você quer se comunicar com a sua mente inconsciente. Isso certamente é uma boa ideia, não é?Ser capaz de se comunicar com a sua mente inconsciente permite que você faça muitas coisas com mais facilidade.Para aqueles que estão surpresos - eu sei que alguns estarão -, algumas das aplicações específicas incluem:- pegar no sono com mais facilidade
    - mudança de estados emocionais

    - liberar as emoções

    - recarregar-se rapidamente

    - solucionar problemas

    - meditar

    - tomar decisões

    - relaxar

    - lembrar dos sonhos e muito mais.

    Eu descobri que a maneira mais efetiva de alcançar resultados na comunicação com a minha mente inconscienteé o método da Indução de Betty Erickson (Betty era esposa de Milton). Esse é um processo de auto-hipnosefacilmente aprendido e que tem várias utilidades.

    Eu gosto de compartilhar esse processo com clientes e criar uma ponte ao futuro com a capacidade deles de acessar a sabedoria interna e de serem capazes de relaxar completamente conforme a vontade deles. Formar uma relação que funcione com a mente inconsciente de alguém é um fator incrivelmente poderoso no processo da mudança humana.Os resultados ao darmos tarefas à mente inconsciente podem ser bastante surpreendentes. Uma vez eu tinha que tomar uma decisão de vida, e estava achando a escolha extremamente desafiadora. Numa noite, ao ir dormir, fiz o seguinte processo: pedi à minha mente inconsciente que tomasse a melhor decisão possível, e me informasse na manhã seguinte. Fui dormir e me esqueci do assunto. No dia seguinte, um amigo me perguntou o que eu ia fazer, e sem hesitar, eu respondi com a decisão. Quando me dei conta conscientemente do que tinha dito, fiquei surpreso. Eu sabia de uma maneira muito cinestésica que a tomada de decisão estava concluída e eu me sentia congruente. Já a minha mente consciente não tinha feito nada!Como Practitioner, você sabe que a sua mente inconsciente sabe como fazer todos os processos de PNL que você aprendeu. Isso significa que é possível você fazer mudanças automaticamente enquanto dorme! É confortável, conveniente, e muito mais fácil do que ir falar com alguém!Tudo que você precisa fazer é agir "como se", confiar na sua mente inconsciente e usar a Indução de Betty Erickson para acessar a impressionante capacidade da mente inconsciente para solucionar os desafios.O método de Betty Erickson (Adaptado por Lynn Timpany, Trainer de PNL)Esse é um processo para acessar um estado muito relaxado e facilitar a comunicação com a sua mente inconsciente.

    1. Encontre um lugar confortável e relaxe o seu corpo.
      Pode ser por volta de 8 horas se você for dormir, ou apenas alguns minutos se você quiser mudar rapidamente o modo como está se sentindo.

    2. Decida a duração do tempo que você gostaria de ficar nesse estado relaxado.
      Pode ser por volta de 8 horas se você for dormir, ou apenas alguns minutos se você quiser mudar rapidamente o modo como está se sentindo.

    3. Diga a você mesmo qual o propósito para fazer esse processo, bem especificamente.
      Por exemplo, tomar uma decisão sobre um novo emprego: "Eu gostaria de avaliar detalhadamente todas as informações e saber conscientemente a minha decisão sobre o novo emprego amanhã ao meio-dia."

    4. Decida em que estado emocional você quer estar quando acabar o tempo do relaxamento.

      • Agora comece a reparar em 3 coisas que você está vendo.
        Se estiver descansando de olhos fechados, essas coisas serão imaginadas.
        Diga a você mesmo: "Eu vejo ...(ex. a janela), eu vejo ... e eu vejo ..."

      • Agora repare em 3 coisas que você ouve.
        Podem ser coisas reais que você ouve, ou coisas imaginadas.
        Diga a você mesmo: "Eu ouço ... (o ruído do trânsito), eu ouço ... e eu ouço ..."

      • E agora, 3 coisas que você sente.
        Escolha sensações físicas como a sensação da língua na sua boca, ou a sensação da respiração fluindo para fora e para dentro, ou a quentura do lugar onde a suas costas estão descansando.
        Diga para você mesmo: "Eu sinto ... (meus pés no chão), eu sinto ... e eu sinto ..."

    Procedendo de maneira semelhante, permita-se relaxar e desacelerar enquanto você prossegue. Se você achar que a sua mente se desviou para alguma outra coisa, então gentilmente traga o seu pensamento de volta e comece de novo com as 3 coisas. Depois...

    • 2 coisas que você vê.

    • 2 coisas que você ouve.

    • 2 coisas que você sente.

    • 1 coisa que você vê.

    • 1 coisa que você ouve.

    • 1 coisa que você sente.

    Depois observe qual das suas mãos você sente mais leve, e quando o perceber, você pode imaginar essa mão tocando no seu rosto de modo que você esteja em um transe, e simplesmente deixe-se levar.O artigo original: The Betty Erikson Technique for Self-Hypnosis

  • O Diamante de Erickson na Prática43:22

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 25

    Milton H. Erickson (1902 - 1980)

    Nas ultimas décadas, as brilhantes e inovadoras estratégias de Milton Erickson para a psicoterapia, a hipnose e a comunicação se tornaram o tema de numerosos congressos e conferências internacionais. Durante sua vida, Erickson foi conhecido como o principal practitioner mundial da hipnose médica. Ele foi o presidente fundador da Sociedade Americana da Hipnose Clínica bem como fundador e editor do jornal desta sociedade. O registro clínico de Erickson foi surpreendente pelo número de diferentes tipos de problemas médicos e psiquiátricos de que foi capaz de tratar com sucesso - tanto com como sem o uso da hipnose. A criatividade de Erickson e o seu poder de observação foram legendários e suas técnicas formaram a base de todo um estilo de procedimentos terapêuticos e hipnóticos.

    Os trabalhos de Erickson formam a base de muitos dos princípios e técnicas da PNL. Erickson foi um dos três terapeutas modelados por Richard Bandler e John Grinder a fim de criar as primeiras técnicas da PNL. Muitas habilidades e técnicas fundamentais da PNL têm sua origem nas habilidades e procedimentos hipnóticos praticados por Erickson. O Modelo Milton, por exemplo, é um conjunto de padrões verbais associados com linguagem e sugestão hipnótica que foi assim chamada em honra de Erickson. Um grande número das principais técnicas da PNL também foram inspiradas pelo trabalho hipnótico de Erickson, incluindo a dissociação V-C (uma técnica usada por Erickson tanto para a indução do transe como para o controle da dor), ressignificação (falando para a parte inconsciente da pessoa), ancoragem (estabelecendo pistas pós-hipnóticas), mudança da história pessoal (a partir das técnicas de regressão hipnótica) e ponte ao futuro (derivada da técnica hipnótica da pseudo-orientação no tempo). De fato, muitos desses procedimentos começaram como processos usados em associação com o estado de transe induzido formalmente. Também foi descoberto, mais tarde, que tais processos trabalhavam efetivamente se a pessoa estivesse oficialmente "em transe" ou não.

    A estratégia mais fundamental e importante empregada por Erickson era o processo de 'compassar e conduzir'. Erickson era um mestre em encontrar seus clientes em seus próprios modelos empobrecidos do mundo, compassando seu modo de pensar e então, elegantemente, os conduzindo para uma maneira mais útil para organizar as suas experiências. É óbvio que essa estratégia tem muito a oferecer no nosso contexto do dia a dia. Gerentes, professores, vendedores e pais têm muito a ganhar se adotarem a estratégia de Erickson de compassar e conduzir.

  • Cura rápida de fobia40:41

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 26

    Ansiedade, Fobias e Síndrome do Pânico - Esclarecendo suas Dúvidas

    "Ansiedade, Fobias e Síndrome do Pânico", de autoria da psicóloga britânica, Elaine Sheehan, faz parte da coleção Guia Ágora, uma coleção dedicada a esclarecer e orientar sobre problemas psicológicos e emocionais.

    A autora do presente "Livro do Mês", formada também em PNL e em Hipnose, aborda em linguagem bastante acessível, característica, aliás, das obras da coleção criada pela Editora Ágora, -- diferentes tipos de ansiedades, fobias, suas causas e sintomas.

    Conferencista e orientadora do "Britsh Hypnosis Research Center", Elaine Sheehan, -- que tem também publicado na Coleção Ágora o livro "Baixa Auto-Estima", -- ensina com profissionalismo meios práticos para ajudar a controlar o nível de ansiedade além de orientar o leitor a buscar ajuda profissional em sendo necessária.

    Em 113 páginas, num livrinho de formato quase de bolso, a autora explica a natureza da ansiedade, suas causas principais e como administrá-la. Ela informa que a ansiedade pode variar de leve apreensão a completos ataque de pânicos e fobias.

    Esclarece que o objetivo ao escrever a obra não foi o de abolir completamente a ansiedade, pois, alerta, certa quantidade de ansiedade é útil na vida, e nos incita a tratar dos problemas subjacentes a nossas tensões.

    Assim, a principal função do livro é proporcionar ao leitor mecanismos práticos para enfrentar a vida, manter a ansiedade em nível administrável, saudável.

    Nos dois capítulos iniciais, a autora explica e detalha os transtornos de Ansiedade Generalizada, Síndrome do Pânico, Pânico com agorafobia, Fobia Social, Fobia Simples. Como causa estuda predisposição genética, criação e conflitos internos, fatores físicos, determinantes sociais, entre outros.

    A partir do terceiro capítulo a autora vai apresentando e propondo ao leitor pressupostos e ferramentas que permitam transformar a ansiedade em algo razoável.

    Antes de mudar, é preciso querer essa mudança. Propõe que examinemos nosso Estado Atual: Você está tendo algum benefício com a situação atual que está vivendo? (O que o impediu de mudar até agora?). Como seria possível conseguir esse benefício de outra maneira? Existe algum problema subjacente que você deva enfrentar e resolver?

    Nos capítulos posteriores Elaine Sheehan vai apresentando de maneira muito prática exercícios bastantes eficazes para o leitor alcançar o Estado Desejado. Propõe objetivos claros e expectativas realistas, compromisso de ajudar a si próprio, responsabilidade por si e pelos pensamentos, autoestima, ressignificação de pensamentos negativos em positivos, reenquadramento, muitos exercícios de PNL para pensamentos negativos extra-obstinados habituais.

    Relaxamento, auto-hipnose também merecem capítulo especial como mais uma ferramenta disponível para auxiliar o controle da ansiedade. Todo o livro, de leitura muito atraente como já anotamos, coloca como principais ferramentas de mudança as técnicas e exercícios de Programação Neurolinguística, que são apresentadas de forma atraente, de fácil compreensão e vivência.

    Livro dessa natureza, claro, é muito útil. Principalmente quando o problema não é demasiado grave ou há dificuldade de se conseguir uma terapia profissional.

    O texto apresenta conselhos e exercícios praticáveis. E todos alicerçados numa biografia belíssima da autora e em obras de primeiríssima linha como "Usando sua mente", de Richard Bandler; "Sapos em Príncipes", de Bandler e Grinder, entre muitas. Um "Livro do Mês", escoimado do "pnlês", que pode enriquecer muito o nosso cotidiano.

  • Cura rápida de fobia On-line40:38
  • Técnica do SPINNING na Programação Neurolinguística4:50

    Técnica do SPINNING na Programação Neurolinguística - uma técnica simples, de efeito imediato, para mudar sensações e sentimentos insuportáveis que negam permissão ou atrapalham a maioria das pessoas em alguma área da sua vida. Também serve como complemento para a cura de fobias e outros impasses que impedem ele você ou seu cliente de avançar.

  • Heurísticas e o Diamante de Erickson para intervenções54:44

    ​Formação Practitioner em PNL AULA 27

    Comunicação é uma palavra que tem origem no termo latino “communicare”, e significa “partilhar, tornar comum, participar algo”. E como conseguimos? Com arte, com disposição dirigida para a execução de uma finalidade prática ou teórica, realizada de forma consciente, controlada e racional.

    A Arte da Comunicação através da PNL propõe gerar um processo comunicacional, com heurística, através da Programação Neurolinguística, ou seja, nas palavras de Richard Bandler, com a utilização da estrutura da experiência subjetiva, o que pode ser deduzido e predito por ela, já que se crê que todo o comportamento é estruturado.

    Comunicação é, portanto, essencial para a vida em sociedade.

    O livro “A Arte da Comunicação através da PNL”, edição da Editora Leader, São Paulo é uma obra cujos autores possuem currículos mais que adequados para esmiuçar e ensinar, com denodo, os caminhos e técnicas de como se comunicar com habilidade à luz da PNL.

    Marco Túlio Rodrigues Costa, além de Engenheiro, é Mestre em Administração pela Faculdade Fead, Minas Gerais; tem MBA em Gestão Comercial pela Fundação Getúlio Vargas; MBA pela Ohio University, Trainer em Liderança, Comportamento Humano e Comunicação eficaz pela Carnegie University nos EUA; Coach pela Internacional Community Coaching: Master Coach e Mentor com certificação internacional reconhecida pela Internacional Coaching Federation; Master em Programação Neurolinguística pela The Society of NLP. Tem também formação em Hipnose Clássica e Ericksioniana. Coach, palestrante, professor da Fundação Getúlio Vargas nas áreas de Empreendedorismo, Programação Neurolinguística, Comunicação, Negociação e Estratégiade Empreendedorismo.

    Alexandre Alves de Campos, o outro co-autor, é “Master e Practitioner em Programação Neurolinguística pela ISAE/FGV — Instituto Superior de Administração e Economia — Curitiba/PR. Pós-graduado em Planejamento e Gerenciamento Estratégico pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, MBA em Relações Internacionais, Negociação e Comércio Exterior pela Universidade Tuiuti do Paraná. Possui. graduação em Relações Internacionais pela Faculdade Internacional de Curitiba. Segundo os editores a obra “propõe um grande impacto e transformação na mentalidade dos leitores através da Programação Neurolinguística”.

    “A PNL é uma modificação do software mental que possibilita às pessoas um enfoque revolucionário de comunicação e leva a um maior autoconhecimento. Além disso, a técnica estimula o amor próprio comparando-o como a coisa mais preciosa do universo. A obra objetiva surpreender os leitores com ferramentas e técnicas que proporcionam uma nova visão de mundo para as pessoas e é ideal para aqueles que almejam crescer na carreira, ser destaque na empresa, ter uma vida mais equilibrada e feliz.”

    Proposição estabelecida, meta alcançada.

    Tendo como subtítulo “Como Se Destacar no Ambiente Empresarial” os dois autores na verdade escreveram uma obra de real grandeza para professores, alunos, pais, políticos, empresários, casando, com perfeição, pressuposições com exercícios, importantes para a compreensão e vivencia dos enunciados. Fácil de entender, com ótimos exercícios para fixação, o livro “A Arte de Comunicação através da PNL” realmente ostenta o poder de fazer pensar, refletir, e praticar com destreza o processo comunicacional”.

    João Nicolau Carvalho, Trainer em PNL.

  • Heurística na prática para autoresponsabilidade49:07
  • A técnica “Swish” da Programação Neurolinguística59:22

    A técnica “Swish” nos permite dissolver rapidamente os sentimentos ligados a pensamentos indesejados e a lidar com reações inúteis. No Swish nós substituímos o pensamento ou a reação indesejada por uma mais útil e mais adequada, porque o Swish redireciona o pensamento. É uma instrução para o cérebro: Não, isso não - ISTO!!

    Use-o para si mesmo – e para os outros

    Essa é uma técnica valiosa para controlar os seus próprios pensamentos, estados e comportamentos. Cada vez que você usar o Swish, você estará se treinando para instantaneamente redirecionar o seu pensamento de assuntos prejudiciais para aqueles com mais recursos. Ao usar o Swish em sua própria vida, você desenvolve sua capacidade de manter estados plenos de recursos, controlar as suas reações a situações estressantes e se ocupar com os comportamentos que você quer.

    Como usar o Swish​

    1. Selecione uma imagem de substituição

    Primeiro selecione o seu sentimento de substituição – pergunte-se Em vez disso, como eu quero estar. Tendo selecionado o sentimento de substituição, veja e ouça uma versão separada e associada de você mesmo experimentando esse sentimento. É muito importante que essa imagem seja dissociada. Aperfeiçoe os detalhes e a qualidade (submodalidades) dessa imagem até que ela fique bem convincente.

    2. Encontre o gatilho para o humor indesejado

    Você reage a quê? Como você sabe quando tem a resposta ou a reação indesejada? Pergunte a si mesmo: O que ocorre um pouco antes de começar esse estado negativo ou indesejado? Desta vez, você quer uma imagem associada do que está acontecendo imediatamente antes de você se envolver na atividade indesejada.

    3. Coloque a substituição no canto da imagem indesejada

    Imagine uma versão da sua imagem de substituição do tamanho de um pequeno selo no canto inferior da imagem indesejada.

    4. Swish as duas imagens

    Agora você quer que as duas imagens mudem simultaneamente e com uma velocidade crescente. (PNListas experientes irão selecionar duas submodalidades críticas para serem usadas aqui. Entretanto, simplesmente mudar o tamanho das imagens e fazer elas se distanciarem de você, irá funcionar na maior parte das vezes.)

    Faça a imagem "negativa" ficar cada vez menor e atire-a para longe. Ao mesmo tempo, torne a imagem de substituição "positiva" cada vez maior e mais perto até que ela substitua completamente a imagem negativa. Imagine um "swish" (um assobio, em tradução literal) ao fazer isso - daí o nome. Isso é um Swish de som.

    (Faça isso de forma relativamente lenta, levando, digamos, de 5 a 10 segundos para fazer isso. Então continue, fazendo um pouco mais rápido a cada vez, até que você esteja fazendo o swish quase instantaneamente - em menos de um segundo!)

    5. Limpe a sua mente

    Após cada rodada Swish, limpe completamente a sua mente! Pense em alguma outra coisa ou visualize a sua cor favorita. Respire tranquilamente enquanto você faz isso, visto que algumas pessoas tendem a segurar a respiração enquanto se concentram em fazer o Swish. Para o sucesso do Swish, é crucial limpar a mente ou então, voltar a sua atenção para o exterior antes de fazer a próxima rodada.

    6. Pratique de 5 a 7 vezes

    Repita cerca de sete vezes os passos 3 a 5 até você ter dificuldade em manter a imagem indesejada. ‘Eu não visualizo’ Essa é uma crença comum. Você também pode fazer um Swish Auditivo ou um Swish Cinestésico. Então, se você (ou a outra pessoa se você estiver ajudando alguém) acredita que tem dificuldade em visualizar, você pode aceitar essa crença e usar um swish cinestésico ou auditivo.

    Como alternativa, e muitas vezes de forma mais eficaz, você pode agir "como se" estivesse visualizando - ou seja, você finge que está visualizando e simplesmente segue as etapas listadas acima. Curiosamente, muitas vezes isso irá funcionar de forma eficaz!

    Habilidades com o Swish

    Como todas as técnicas de PNL, o Swish é melhor aprendido "ao vivo" em um workshop onde você é capaz de interagir com o facilitador e com outros participantes - e onde você aprende os passos práticos antes que você comece realmente a fazer o Swish. De qualquer modo, você ainda pode obter bons resultados se seguir cuidadosamente as dicas acima.

    Aliás, os seis passos acima representam o "padrão" Swish tradicionalmente utilizado em PNL. Ele funciona muito bem para muitas pessoas, especialmente se for usado juntamente com outras habilidades de PNL, como a utilização dos padrões de linguagem, ancoragem e um conhecimento afiado das respostas não verbais.

    Reg Connolly é Trainer Certificado e Master Practitioner de PNL, treinador de administração e de vendas.

  • A técnica do Fornecedor e Receptor - Reeditando e Reordenando o Sistemas18:53

    Constelações familiares e organizacionais:

    Anton "Suitbert" Hellinger (Leimen, 18 de Dezembro de 1925), conhecido simplesmente como Bert Hellinger, é um teólogo, filósofo e psicoterapeuta alemão, criador de uma nova abordagem de psicoterapia sistêmica. Os desenvolvimentos de seu trabalho tem amplas implicações para o âmbito da psicoterapia, aconselhamento de casais, pedagogia, consultoria de empresas, dramaturgia, política e solução de conflitos sociais.

    Constelação Sistêmica é um método psicoterápico e de coaching profissional que trabalha principalmente as emoções e energias inconscientes que influenciam nossas decisões. Seu alcance é diverso e tem sido usada tanto em tratamentos terapêuticos diversos, como também na busca de soluções profissionais e empresariais.

    O método sistêmico é tão versátil e abrangente que pode ser utilizado até em desenvolvimento de produtos, estratégias, soluções para criação de roteiros e estratégias de comunicação. A utilização mais usual, por enquanto, da constelação sistêmica, refere-se ao trabalho com pessoas e as diversas questões de relacionamento interpessoal ou conflitos emocionais e de crenças pessoais.


    A dinâmica da constelação demonstra que existe uma ligação inconsciente que influencia mutuamente as pessoas que convivem dentro de um sistema: seja uma família, uma empresa, um departamento, uma cidade ou até um país. Quando não ajustada, esta ligação exerce uma influência que traz conflito, dor, dificuldades, mantendo pessoas que criam um sentimento de co-dependência entre si. Quando ajustada, naturalmente as pessoas partem em busca de seus próprios caminhos de realização pessoal, de forma independente, respeitando os outros indivíduos, porém, sem sentir-se na obrigação de agir ou reagir devido às atitudes dos outros. A dinâmica da constelação deixa claro a necessidade da liberdade individual, do respeito aos papéis que cada um exerce e do limite entre “o dar e receber” nas relações, para que os grupos possam estar em harmonia.

    Hellinger descobriu alguns pontos esclarecedores sobre a dinâmica da sensação de “consciência leve” e “consciencia pesada”, e propôs uma “consciência de clã” (por ele também chamada de “alma”-- no sentido de algo que dá movimento, que “anima”), que se norteia por “ordens” arcaicas simples, que ele denominou de “ordens do amor”, e demonstrou a forma como essa consciência nos enreda inconscientemente na repetição do destino de outros membros do grupo familiar. Essas ordens do amor referem-se a três princípios norteadores:

    Aplicações

    A abordagem apresenta uma vasta gama de aplicações práticas devido aos seus efeitos esclarecedores no campo das relações humanas, como:

    § Melhoria das relações familiares

    § Melhoria das relações interpessoais nas empresas

    § Melhoria das relações no ambiente educacional

    1 - A necessidade de pertencer ao grupo ou clã

    2 - A necessidade de equilíbrio entre o dar e o receber nos relacionamentos

    3 - A necessidade de hierarquia dentro do grupo ou clã


    Dinâmica do exercício do fornecedor e receptor:

    (Integração do trabalho de Bernd Isert, Bert Hellinger, Richard Bandler e Milton Erickson e Luis Lindner)

    Não procurar por esse tipo de problema, deixar que ele seja trazido pelo coachee.

    1. Entreviste seu coachee sobre a situação.

    2. Após obter clareza sobre como o coachee se sente em relação ao evento e seu significado, coloque as mãos do coachee em cima das suas e diga a ele para colocar tudo o que ele não quer mais carregar em suas mãos.

    3. Personifique o fardo elicitando as submodalidades.

    4. Jogue no lixo ou no vazo sanitário, ou ainda pela janela.

    5. Logo em seguida solicite que ele aperte um botão em que definitivamente se livra do fardo.

    6. Na sequência coloque suas mãos em cima das dele e forneça os recursos de que ele precisa que o farão inteiro, completo, pleno e preparado, que ele receba como um presente.

    7. Solicite que ele coloque as mãos com os recurso que você forneceu sobre o peito e peça que ele sinta, imagine os recursos se integrando a ele e fazendo parte dele, o completando. Patrocine-o também.

    8. Aguarde ele terminar a tarefa e diga: No seu tempo, do seu jeito, quando concluir ele pode ficar a vontade.

  • Trabalhando Patrocínio e Permissão com Fornecedor e Receptor Online18:07
  • Fornecedor e receptor para eliminar crenças limitantes de falta de confiança50:38
  • Fornecedor e Receptor com uma cliente de 20 anos de terapia tradicional1:11:55
  • Lidando com jovens problemáticos e violentos34:10
  • A estratégia da Disney da genialidade46:08
  • A Estratégia da Genialidade as Exponencialidade e Inovação de Luis Lindner1:19:00
  • Formação Practitioner Aula de Mapas mentais da PNL24:19

    Aula de Mapas mentais da PNL

    Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo psicólogo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

    Os mapas mentais procuram representar, com o máximo de detalhes possíveis, o relacionamento conceitual existente entre informações que normalmente estão fragmentadas, difusas e pulverizadas no ambiente operacional ou corporativo. Trata-se de uma ferramenta para ilustrar ideias e conceitos, dar-lhes forma e contexto, traçar os relacionamentos de causa, efeito, simetria e/ou similaridade que existem entre elas e torná-las mais palpáveis e mensuráveis, sobre os quais se possa planejar ações e estratégias para alcançar objetivos específicos.[2]

    Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. Podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou um programa de computador dedicado. Pode ser aplicado a qualquer tarefa, atividade, profissional, ou lazer, de modo individual ou em grupo para planejar qualquer tipo de evento. Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.

    Mapas mentais são úteis não apenas para "decorar matéria", mas para registrar de forma inteligente e que permita revisões ultra rápidas os assuntos compreendidos em forma de resumos, que sintetizam o entendimento das matérias.

    Buzan sugere as seguintes diretrizes para a criação de mapas mentais:

    • Iniciar no centro com uma imagem do assunto, usando pelo menos três cores.

    • Use imagens, símbolos, códigos e dimensões em todo o seu mapa mental.

    • Selecione as palavras-chave e as escreva usando letras minúsculas ou maiúsculas.

    • Coloque cada palavra/imagem sozinha e em sua própria linha.

    • As linhas devem estar conectadas a partir da imagem central. As linhas centrais são mais grossas, orgânicas e afinam-se à medida que irradiam para fora do centro.

    • Faça as linhas do mesmo comprimento que a palavra/imagem que suportam.

    • Use várias cores em todo o mapa mental, para a estimulação visual e também para codificar ou agrupar.

    • Desenvolva seu próprio estilo pessoal de mapeamento da mente.

    • Use ênfases e mostre associações no seu mapa mental.

    • Mantenha o mapa mental claro, usando hierarquia radial, ordem numérica ou contornos para agrupar ramos.

    Esta lista é em si mais concisa do que a versão em prosa da mesma informação e o mapa mental destas orientações tem em si a intenção de ser mais memorável e mais rápido para entender do que qualquer um na prosa ou lista.

  • Entrevista Como turbinar seu Cérebro25:54

    Entrevista Como turbinar seu Cérebro

    Entrevista Como turbinar seu Cérebro Nesta entrevista falo com Lu Muniz na GenTV Como turbinar seu Cérebro. A proposta apresentada aqui é fundamentada Neurocientíficamente e ao contrário do que vemos normalmente por ai, esse órgão que funciona de forma eletroquímica, muitas vezes para ter mais capacidade é necessário descansar, pois vivemos em uma sociedade extremamente agitada e repleta de estímulos. Por essa razão, menos pode ser mais. Também abordo outros pontos importantes para turbinar seu Cérebro.

    Como ocorre o processo de aprendizagem para maior Neuroperformance?

    Embora complexo, é importante frisar que todo esse mecanismo do cérebro acontece de maneira minuciosamente conectada com todos os comandos necessários para a aprendizagem.

    Para começo de conversa, a primeira coisa que podemos falar é sobre a perfeição na sincronia das conexões neurais para o armazenamento da informação, considerando as diferentes partes do cérebro.

    A próxima etapa é o acionamento da múltipla memória, além das várias vias neuronais, para dar o significado aos novos dados que foram recebidas pelo indivíduo. Tudo isso armazenado no cérebro da pessoa.

    É interessante ressaltar aquilo que chamamos de plasticidade cerebral que, em outras palavras, significa a capacidade do cérebro em modificar todo o processo de aprendizagem: funcionamento, reorganização e adaptação de acordo com os estímulos vivenciados pela pessoa.

    É possível ter ‘várias’ aprendizagens?

    A resposta é sim, considerando os tipos de memória. Para ficar mais claro, é o seguinte: isso ocorre quando são usadas diferentes áreas anatômicas dos hemisférios cerebrais, como os que estão listados a seguir: o córtex frontal (a), o mesencéfalo (b), o sistema límbico (c) e o hipocampo (d).

    (a) Responsável pela atenção, percepção, pensamento, juízo crítico e raciocínio;

    (b) Responsável por comandos como a visão, a audição, a coordenação motora e os movimentos oculares;

    (c) Responsável pelas emoções e pela memória;

    (d) Responsável pela memória.

    Existe um jeito de utilizar a neuroaprendizagem no contexto pedagógico?

    Sim. Os educadores podem usá-la em benefício de todos, mas para que isso aconteça de fato, é preciso que o profissional adote estratégias que estimule todas as áreas voltadas para o recebimento das informações e seu posterior armazenamento no cérebro do aluno.

    Entretanto, é sempre importante ressaltar que além do aprendizado ocorrido nos campos cerebrais, o ambiente rico em experiências também funciona como um detalhe que contribui muito para o estudante.

    A neuroaprendizagem é algo novo?

    Não. Há estudos antigos feitos em torno dela, mas faz pouco tempo que o número de pesquisas aumentou consideravelmente, tendo em vista a importância que o assunto tem ganhado na última década.

    Cérebro: o comando principal

    Todo o corpo humano é fantástico, mas o cérebro representa uma parte bastante relevante em todo esse mecanismo. Ele é responsável por todos os comandos. Portanto, quando ficamos por dentro do poder que a neuroaprendizagem desempenha, podemos ter a ideia do quão fascinante é o nosso sistema cerebral.

  • Entrevista sobre Vícios e compulsões36:14

    Vícios e compulsão

    O consumo exagerado de bebidas alcoólicas, nicotina, substâncias ilícitas; a necessidade de se comprar mais e mais; o prazer sexual somente através da pornografia ou do encontro com inúmeros parceiros e parceiras; a compulsão por trabalhar mais e mais ou por modificar cada vez mais o próprio corpo; o uso ilimitado da internet e do celular mesmo na madrugada: todos estes comportamentos interferem no mecanismo de prazer e recompensa do nosso cérebro e podem adquirir características patológicas.

    Os vícios podem válvulas de alívio para determinadas situações de angústia e mal-estar ou podem ser reflexo de uma constante busca por mais prazer. No entanto, na repetição constante destes ciclos, a dose de antes não é suficiente para a dor ou o prazer de hoje e as pessoas vão aos poucos se tornando servas daquilo que antes acham que controlavam. Se faz necessário então entender a intenção positiva por trás deste padrão de comportamento indesejado e intervir com os recursos ensinados através da Terapia Neurocientífica. 

  • Condicionamento da PNL: Acabando com 50 anos de vício de cigarro51:19
  • Compreendendo tecnicamente o condicionamento para deixar vícios1:02:37
  • Mais luzes sobre condicionamento e garantia da efetividade39:05
  • Algumas forças que nos movem de forma inconsciente e que desconsideramos50:37
  • Trabalhando rejeição e permissão para ser feliz e bem sucedida1:25:09
  • Trabalhando abandono e permissão para ser feliz e construir o futuro desejado1:09:01
  • PNL e Neurociência: Como influenciar uma pessoa para um relacionamento39:06
  • Live: Semana Nacional da PNL com Luis Lindner e Nanda Fernandes1:21:59

    Live: Semana Nacional do Coach Dia 3 PNL com Luis Lindner e Nanda Fernandes

  • Como obter clientes para PNL, Coaching e Terapia, e como manter-se atualizado1:15:05

    Live: Como obter clientes para Coaching e Terapia, e como manter-se atualizado na Profissão

    Nesta live, abordai alguns pontos importante para que o profissional de coaching ou terapia possa estar orientado em relação as tendências de mercado e em relação ao seu próprio trabalho.

    Também pontuei uma forma de se obter clientes pagantes para seus serviços rapidamente.

    Se tiver interesse, temos um curso apenas para isso.

    Veja mais aqui:  https://www.udemy.com/course/viver-de-coaching

  • Orientações para Suporte ao Emagrecimento e outros com coaching, Pnl ou terapia53:21

    Orientações para Suporte ao Emagrecimento e outros com coaching ou terapia

    O processo de coaching, terapia ou qualquer outro tipo de intervenção, irá ajudar uma pessoa a explorar seu pleno potencial, para que possa atingir suas principais metas na vida profissional e pessoal. O coaching de emagrecimento é uma metodologia que tem, como objetivo, ajudar qualquer pessoa a emagrecer, utilizando técnicas que permitem identificar e modificar padrões autossabotadores na relação com a comida. Também são trabalhados a ausência de permissão dentro de uma visão sistema e multidisciplinar, pois é preciso entender até onde vai nossas habilidades para ajudar nossos coachees.

    Neste vídeo, eu respondo exatamente estas questões, para que você saiba qual é a abrangência dos recursos que você recebeu, e dento de um processo de coaching de emagrecimento, quais áreas dizem respeito a você e quais dizem respeito a outro profissional qualificado, como por exemplo um personal trainer, um endocrinologista, um nutricionista ou até mesmo um psiquiatra ou neurologista.

    O processo de coach, em qualquer área, irá ajudar uma pessoa a explorar seu pleno potencial, para que possa atingir suas principais metas na vida profissional e pessoal. Emagrecer, claro, pode ser uma dessas metas. É aí que entra o coaching de emagrecimento, e seu foco é ajudar o coachee no processo de perda de peso não através de uma simples dieta, e sim a partir de uma mudança de diretriz mental. Afinal, o descontrole com a comida é um comportamento autodestrutivo. Por isso, para que a pessoa consiga retomar o controle, ter paz na relação com a comida – e, consequentemente, chegar ao seu peso ideal – , ela terá primeiro que identificar o que está por trás desse padrão autossabotador.

    O coach é quem irá trilhar com o coachee esse caminho de descobertas. Esse processo ajudará o indivíduo a descobrir os fatores emocionais que o fazem descontar frustrações, ansiedades e medos na comida. É esse conhecimento que libertará a pessoa e permitirá que ela comece a agir de forma diferente. Não se trata de uma transição simples. Afinal, geralmente as questões por trás de padrões autossabotadores podem ser complexas, e estar relacionadas a questões de infância, divórcio ou outros problemas de cunho pessoal. Por essa razão, cabe a nós elicitar e identificar quais os tipos de profissionais deverão fazer parte desta abordagem sistêmica e multidisciplinar.

  • Reeditando e eliminando uma somatização On-line22:30
  • Ponte ao futuro online e Patrocínio e permissão para uma coach2:31:04
  • Desbloqueie sua mente para prosperar1:33:51
  • Dando permissão para uma coach de ontra instituição conseguir ser coach26:26
  • Trabalhando um bloqueio para fechar negócios39:45
  • Construções cognitivas indesejadas2:22:09
  • Ressignificando e aprendendo a lidar com pessoas que ferem46:31
  • Trabalhando permissão coletivamente e on-line2:09:17
  • Como vencer a ansiedade59:48
  • Alterando os padrões da ANSIEDADE e da DEPRESSÃO1:33:18
  • Discernindo a Depressão e Intervenções2:01:52
  • Ordenando e equilibrando sistemas2:20:23
  • Recursos para Superar as Adversidades1:24:05

    RECURSOS PARA SUPERAR AS ADVERSIDADES

    Quer queiramos ou não, a adversidade faz parte da vida. Superar as adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Os problemas, sejam grandes ou pequenos apresentam-se a nós durante toda a nossa existência. Independentemente de quão animado, inteligente, ou contente estejamos no momento, independentemente de a vida nos correr às mil maravilhas, inesperadamente todos nós algumas vezes somos confrontados com problemas, lutas, desafios, dificuldades. É como se fossemos postos à prova, para vermos de que fibra somos feitos, como é que conseguimos enfrentar algumas situações catastróficas e angustiantes.

    Não pretendo passar a mensagem que quanto mais adversidade melhor, nem sou apologista de que o sofrimento é algo de bom. Não, o sofrimento incapacitante não é benéfico. Ainda assim, não invalida que pensamos nele como uma realidade que acontece na vida de cada um de nós, certamente em número e intensidade diferentes de pessoa para pessoa. Quando acontece, aceitá-lo é uma parte da estratégia para nos livrarmos de mais sofrimento. Aceitá-lo pode constituir uma forma de nos reestruturarmos e seguirmos em frente.

    Conforme Havelock Ellis escreveu: “A dor e a morte são parte da vida. Rejeitá-las é rejeitar a própria vida. ”

    Na verdade, graças a Deus pela adversidade! Aprender a lidar e superar as adversidades, é o que nos faz ser quem somos. Cada desafio, a cada dificuldade que enfrentamos com êxito na vida serve para fortalecer a nossa força de vontade, confiança e capacidade de vencer os obstáculos futuros.

    Heródoto, filósofo grego, disse:A adversidade tem o efeito de atrair a força e as qualidades de um homem que as teria adormecido na sua ausência. ”

    Quando você responder de forma positiva e construtiva aos seus maiores desafios, as qualidades as forças e virtudes como, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança emergem lá de dentro. É claro que, dado que somos humanos, é muito fácil cairmos na auto piedade, na injustiça da vida, ou na armadilha do “por que eu? ”. Quando fazemos isso, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham a adversidade.

    No entanto, assim que conseguimos ou nos permitimos pensar mais claramente, que somos capazes de deixar a vitimização autodestrutiva e pensamentos improdutivos, também ficamos mais capacitados para lidar com o que está diante de nós.

    DICAS PARA SUPERAR A ADVERSIDADE

    1. Esteja atento, e aceite que a adversidade é inevitável na vida

    Como já foi referido, a adversidade faz parte da vida. Uma vez que nos aconteça algum infortúnio, não o aceitar ou resistir-lhe só vai fazer com que persista. Não quero dizer com isto, que sejamos passivos ou complacentes com a adversidade e que ao aceitá-la nada façamos para minimizar ou recuperar dela. Não é nada disso, o que quero dizer é que aceitar é um caminho para se desprender e reestruturar-se. É uma forma viável de procurar caminhos alternativos e seguir em frente.

    Onde quer que possamos ir existe certamente alguma forma de adversidade, mesmo que não seja a nossa. Há inundações, tsunamis, pandemias, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento exacerbado é opcional. Tal, como por contraste a felicidade é possível mas é opcional. Então o que podemos fazer?

    2. Construa os seus recursos internos

    Antes que a adversidade o atinja, deve propor-se a trabalhar no seu equilíbrio emocional, através do desenvolvimento de sua inteligência emocional com recursos emocionais e cognitivos que dão sustentabilidade a inteligência emocional.

    Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode preparar-se mentalmente para enfrentar as adversidades, semelhantemente ao sentimento de um soldado que vai para a guerra. Ele (ou ela) prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto.

    Atenção, não estou dizendo que nós devemos nos movimentar na vida sempre em alerta, a ver onde está o perigo ou com o sentimento de que estamos na eminência de nos acontecer algo de ruim. Não, isso não é benéfico, pelo contrário, pode ser contraproducente. Mas tal como um médico, enfermeiro, bombeiro, ou paramédico, ou você mesmo se prepara com um curso de primeiros socorros para agir em consonância quando for necessário salvar uma vida em aflição eminente, assim deveremos também fazer nós.

    A preparação para reagir, para agir e saber como atuar em situações difíceis, é como um Kit de Primeiros Socorros para quando o “azar” nos bater à porta. Se tivermos e soubermos usar, certamente evitaremos danos maiores.

    Outro recurso valioso é a autoconfiança. A Confiança que tudo vai dar certo, a esperança que sempre há uma luz no fim do túnel, e esperança que “este infortúnio também passará. ” Tudo na vida tem o seu lugar e propósito, cabe-nos a nós fazer essa gestão.

    3. Construa os seus recursos externos

    Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Quando as coisas ficam difíceis, todos nós precisamos de encorajamento e apoio. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você ficaria surpreso ao descobrir quantas vezes um amigo teve uma experiência semelhante e pode ajudar a guiá-lo no momento difícil.

    O fato de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se a sua condição perante a adversidade não for ultrapassada, poderá gerar problemas psicológicos como a depressão ou ansiedade.

    4. Aquilo que não mata nem sempre faz você mais forte

    Desculpe Nietzsche, mas não posso concordar integralmente na afirmação, “o que não nos mata torna-nos mais fortes“, ela não é completamente realista. Por exemplo, se você não tiver construído e desenvolvido determinados tipos de resistência ou experiência suficientes para lidar com a dificuldade, a adversidade pode esmagá-lo. Por outro lado, se você tem resistência suficiente, se desenvolveu e trabalhou determinadas forças, então na verdade isso vai fazer você ficar mais forte. Como assim, você pergunta?

    A Resiliência como qualquer músculo no nosso corpo é construída gradualmente e exponencialmente com a exposição repetida aos obstáculos e às forças externas. Não necessariamente, se você não tem prática no enfrentamento dos obstáculos (como quando você escolhe evitá-los), se você decidir ainda assim propor-se ao desafio de tentar, a coisa certamente correrá mal, um evento traumático pode derrubá-lo.

    Como tudo na vida, a preparação é amiga da eficácia e do sucesso.

    Para destacar este ponto, as pesquisas têm mostrado que crianças traumatizadas são mais, e não menos, prováveis de virem a sofrer novamente de algum tipo de trauma ou consequência negativa. Da mesma forma, aqueles que crescem em bairros difíceis têm uma propensão para o desequilíbrio emocional, tornam mais susceptíveis perante a adversidade, não se tornam mais resilientes, e são mais propensos a debater-se na vida.

    5. Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com a adversidade

    Há muitas histórias e biografias em livros, séries e até mesmo na família que são inspiradoras, de pessoas que superaram obstáculos aparentemente intransponíveis. Eles triunfaram sobre as suas adversidades para viver uma vida produtiva e bem-sucedida, em vez de se renderem a elas.

    Não quero com isto dizer que ao ver, ler ou assistir aos feitos dos outros os seus problemas ficam resolvidos, ou que isso diminuirá a dor ou o sentimento que tem. Provavelmente não, e essa não é a minha intenção.

    Ao tomar consciência das estratégias e formas que essas pessoas acionaram e/ou utilizaram para fazer face aos seus problemas ou para ir ao encontro dos seus sonhos e objetivos, pode promover e estimular em si uma mudança de perspectiva face à sua situação. Esta mudança de perspectiva pode ser promotora para descobrir novos caminhos para a resolução das adversidades que por ventura você se encontra ou poderá encontrar.

    Alguns exemplos de pessoas que ultrapassaram adversidades na sua vida:

    Helen Keller: Perdeu a visão e a audição devido a uma febre misteriosa quando tinha apenas 18 meses de idade. Ela superou a surdez e a cegueira, tornou-se numa mulher forte e com formação e promoveu os direitos das mulheres.

    Winston Churchill: Superou um problema de gaguez e fraco desempenho na escola, para se tornar primeiro-ministro do Reino Unido e um dos mais influentes líderes políticos do século XX. Ele também era conhecido pelos seus discursos poderosos e empolgantes.

    Wilma Rudolph: Nasceu prematuramente, foi a vigésima de vinte e dois filhos. Ela superou uma pneumonia dupla, escarlatina e poliomielite para se tornar vencedora de três medalhas de ouro em pista nos Jogos Olímpicos de Roma em 1960.

    Lance Armstrong: Superou o cancro nos testículos que se espalhou para o cérebro e pulmões (foi-lhe dito que ele tinha uma chance de apenas 40% de sobrevivência) para voltar e ganhar o Tour de France mais sete vezes!

    J.K. Rowling: Nasceu numa família pobre, saiu de um péssimo casamento com um bebê e a viver da ajuda do governo, escreveu o seu primeiro livro de Harry Potter e foi rejeitado pela maioria dos editores até Bloomsbury Publishing acreditar no seu valor. Preciso dizer mais?

    A determinação, superação e persistência permitiu que todas estas grandes pessoas ultrapassassem as suas adversidades e fossem bem-sucedidos. Se eles conseguiram fazer isso, certamente o resto de nós pode invocar a força e a coragem para pelo menos tentar superar as nossas adversidades!

    Em síntese:

    · Os tempos difíceis que acontecem na nossa vida, podem ajudar-nos a compreender e a apreciar os momentos em que as coisas nos correm bem.

    · Olhe para as oportunidades de aprendizagem que todas as situações adversas contêm.

    · Decida que a sua experiência vai lhe possibilitar crescer, sair mais forte ou proporcionar aprendizado. Dependendo da forma como você interpreta a situação, acha que a poderia olhar de uma outra forma, de preferência mais capacitadora.

    Lembre-se que a adversidade faz parte da vida. Quando resolvemos enfrentar e superar, tornamo-nos especialistas em lidar com ela e, consequentemente, promovemos o triunfo sobre as nossas lutas do dia-a-dia.

    Luis Lindner

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    Cenários e Tendências – o que vem pela frente

    Prepare-se para a aula mais transformadora da sua vida.

    Nesta aula você vai descobrir por que o mundo está mudando mais rápido do que nunca — e como os próximos anos vão separar quem entende o novo jogo digital de quem vai ficar para trás.


    Você vai entender:

    • Como a Inteligência Artificial está se tornando a “nova eletricidade” dos negócios — capaz de multiplicar lucros, automatizar processos e transformar completamente a forma como você trabalha e vive.

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    • As forças invisíveis que estão moldando o futuro: disrupção, abundância, superinteligência, computação quântica e o impacto brutal que isso terá em todas as profissões.

    • Os três erros fatais que estão impedindo empreendedores e profissionais de lucrar com IA — e o passo a passo para evitá-los.

    Como reprogramar sua mente para pensar de forma exponencial e dominar a nova era da transformação digital.


    Esta não é apenas uma aula — é um choque de realidade que vai abrir sua mente, libertar seu potencial e mostrar como aproveitar a revolução da inteligência artificial para multiplicar resultados e qualidade de vida.

    Se você quer deixar de ser espectador e se tornar protagonista no mundo exponencial que já começou, essa aula é obrigatória.

    Assista agora e descubra como criar o seu futuro antes que alguém o crie por você.

Requirements

  • Não há Pré-Requisitos
  • O objetivo deste programa é aparelhar e formar profissionais e pessoas que buscam ter muito mais resultados em sua vida, com ferramentas e habilidades cognitivas e emocionais para tornarem-se Praticantes de PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA. Entre outros benefícios destacam-se: Ampliação dos seus recursos para aumento do desempenho pessoal e profissional Eliminação de crenças limitantes, de estados sem recursos e gestão de sentimentos indesejados Técnicas para trabalho com desbloqueios, permissão, compulsões e cura rápida de fobia além, de outras construções indesejadas Nova oportunidade de ganhos, principalmente para treinadores, treinadores, terapeutas, psicólogos e demais tipos de profissionais que trabalham com grupos de apoio.

Description

A Formação Internacional Practitioner em Programação Neurolinguística Neurosistêmica inclui as técnicas fundamentais da PNL no formato Practitioner, com um conjunto padronizado de conteúdos que inicia o participante no mundo da PNL. Através desta formação, nós oferecemos um sistema de ensino de Programação Neurolinguística inovador, sistêmico, fundado neurocientificamente e que faz parte da terceira geração.

A metodologia desenvolvida nos Estados Unidos por Richard Bandler, tornada sistêmica por Robert Diltz e Bernd Isert, foi aprimorada pelo Trainer Luis Lindner com a inclusão da Neurociência e Autogestão, desenvolvidas ao longo de duas décadas de atendimentos a clientes.

O curso PNL - Practitioner em Programação Neurolinguística (NLP-INT) tem como objetivo principal capacitar os participantes a entender e aplicar os fundamentos da Programação Neurolinguística (PNL) para promover mudanças pessoais, profissionais e interpessoais. A PNL é uma abordagem que visa modelar padrões de pensamento, comportamento e comunicação eficazes, com o intuito de melhorar a qualidade de vida, aumentar a autoliderança e maximizar o desempenho pessoal.

Principais Objetivos do Curso:

  1. Desenvolvimento Pessoal e Autoliderança:

    • O curso ensina como identificar e mudar crenças limitantes, comportamentos automáticos e padrões de pensamento que podem estar bloqueando o sucesso.

    • Ele oferece ferramentas para o desenvolvimento da autoliderança, permitindo que o participante tenha maior controle sobre suas emoções, pensamentos e ações.

  2. Melhoria nas Habilidades de Comunicação:

    • Um dos focos principais da PNL é melhorar a comunicação interpessoal. O curso ensina como identificar diferentes estilos de comunicação e como ajustar a linguagem para criar uma conexão mais profunda e eficaz com outras pessoas.

    • Técnicas como a calibração, rapport e modelagem são ensinadas para criar uma comunicação mais persuasiva e impactante.

  3. Resolução de Problemas e Tomada de Decisões:

    • Através de técnicas de PNL, os participantes aprendem a reestruturar sua percepção de desafios e problemas, encontrando soluções mais criativas e eficazes.

    • A PNL oferece ferramentas para reprogramar padrões de pensamento que levam a decisões negativas, melhorando a tomada de decisões no dia a dia.

  4. Gestão de Estados Emocionais:

    • O curso ajuda os participantes a aprenderem a controlar e mudar seus estados emocionais em qualquer situação. Através de âncoras emocionais, é possível acessar estados de recursos poderosos, como confiança, motivação e calma, sempre que necessário.

  5. Mudança de Comportamentos e Hábitos:

    • A PNL é conhecida por suas técnicas de modificação de comportamento. O curso ensina como identificar e substituir hábitos negativos por comportamentos mais produtivos, utilizando ferramentas como o reframe (ressignificação) e swish (troca de imagem mental).

  6. Aplicações Práticas no Dia a Dia e nos Negócios:

    • Os participantes aprendem a aplicar as técnicas de PNL em ambientes pessoais e profissionais, melhorando a performance em vendas, negociações, liderança e gerenciamento de equipes.

    • O curso também ensina como aplicar a PNL em contextos de coaching, terapia e desenvolvimento pessoal, ajudando os outros a superar limitações e alcançar objetivos.

  7. Desenvolvimento de Autoconsciência e Inteligência Emocional:

    • A PNL ajuda a aumentar a autoconsciência, permitindo que os participantes se tornem mais atentos a seus próprios processos internos e aos dos outros. Isso resulta em maior inteligência emocional e empatia.

Em resumo, o curso Practitioner em PNL (NLP-INT) é voltado para pessoas que desejam transformar suas vidas ao reprogramar suas mentes e comportamentos para alcançar maior sucesso, felicidade e eficácia, seja em suas vidas pessoais, profissionais ou em interações interpessoais.

IMPORTANTE: Esse curso possui como bônus para você você, mentoria por inteligência artificial, Dentro do curso você encontrará as orientações de como acessar na aula intitulada: Meu presente para você

Estes vídeos foram captado em uma formação com certificação internacional real, por um trainer internacional devidamente habilitado e licenciado por uma instituição internacional, e que cumpriu os critérios necessários para se tornar trainer licenciado para ministrar essa formação. 

O diferencial desta formação é que além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e técnico em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais , e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem à realidade das dificuldades dos contextos profissionais ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações, e aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.

Te espero no curso.

Luis Lindner

Who this course is for:

  • Todos os interessados Na modelagem da excelência humana e em melhorar exponencialmente sua performance desempenha
  • Todos que desejam tornarem-se Practitioners, Líderes, Empreendedores ou Coachs melhores aparelhados, e que buscam desenvolvimento pessoal com metodologia de vanguarda.
  • Todos que querem se libertar dos cárceres e outras coisas que indevem a sua melhor versão e melhor performance
  • Empresários, Coaches, Terapeutas, Líderes, Gestores e todos que entendem a necessidade de desenvolver Desenvolver seus processos cognitivos e se libertar de todas as cárceres da mente.