
Fundamentos da Gestão do Tempo em Projetos
Método de Elaboração do Cronograma;
Definição de estrutura e cálculos usados para criação do modelo de cronograma.
Ferramenta de Cronograma;
Contém nomes, definições, relacionamentos estruturais e formatos de componentes do cronograma;
Modelo de Cronograma;
Representação do plano para execução das atividades do projeto, incluindo durações, dependências e outras relevantes para o desenvolvimento do cronograma.
Informações do Projeto;
Dados específicos do projeto, como: EAP, atividades, recursos, durações, dependências, restrições, calendários, marcos, esperas, entre outros relevantes para o desenvolvimento do cronograma.
Cronograma do Projeto;
Resultado de um modelo de cronograma. Demonstra a conexão das atividades com suas respectivas datas, durações, marcos e recursos planejados.
Processos
6.1 Planejar o Gerenciamento do Cronograma;
6.2 Definir as Atividades;
É o processo de identificação das ações específicas a serem realizadas para produzir as entregas do projeto - de acordo com o PMBOK.
Entradas
Plano de Gerenciamento do Cronograma;
Linha de Base do Escopo;
Fatores Ambientais da Empresa;
Ativos de Processos Organizacionais;
Ferramentas e Técnicas
Decomposição;
Planejamento em Ondas Sucessivas;
Opinião Especializada;
Saídas
Lista de Atividades;
Atributos das Atividades;
Lista de Marcos;
6.3 Sequenciar as Atividades;
É o processo de identificação e documentação dos relacionamentos entre as atividades do projeto - de acordo com o PMBOK.
Entradas
Plano de Gerenciamento do Cronograma;
Lista de Atividades;
Atributos das Atividades;
Lista dos Marcos;
Especificação do Escopo do Projeto;
Fatores Ambientais da Empresa;
Ativos de Processos Organizacionais;
Ferramentas e Técnicas
Método do Diagrama de Precedência (MDP);
Determinação de Dependência;
Antecipações e Esperas;
Saídas
Diagramas de Rede do Cronograma do Projeto;
Atualizações nos Documentos do Projeto;
6.4 Estimar os Recursos das Atividades;
6.5 Estimar as Durações das Atividades;
6.6 Desenvolver o Cronograma;
6.7 Controlar o Cronograma;
Fundamentos da Gestão do Tempo em Projetos - Parte II
Nesta aula nós iremos continuar a trabalhar com a gestão do tempo nos projetos. Encerraremos esse assunto trabalhando com mais detalhes os itens que compõem o processo Desenvolver o Cronograma.
6.6 Desenvolver o Cronograma
Este é o processo que irá trabalhar a análise de sequências das atividades, suas durações, os recursos necessários e as restrições do cronograma, visando, assim, criar o modelo do cronograma do projeto - de acordo com o PMBOK.
Entradas
Plano de Gerenciamento do Cronograma;
Lista de Atividades;
Atributos das Atividades;
Diagramas de Rede do Cronograma do Projeto;
Requisitos de Recursos das Atividades;
Calendário dos Recursos;
Estimativas das Durações das Atividades;
Especialização do Escopo do Projeto;
Registro dos Riscos;
Designações do Pessoal do Projeto;
Estrutura Analítica dos Recursos;
Fatores Ambientais da Empresa;
Ativos de Processos Organizacionais.
Ferramentas e Técnicas
Análise de Rede do Cronograma;
Método do Caminho Crítico;
Método da Corrente Crítica;
Técnicas de Otimização de Recursos;
Técnicas de Desenvolvimento de Modelos;
Antecipações e Esperas;
Compressão de Cronograma;
Ferramenta de Cronograma.
Saídas
Linha de Base do Cronograma;
Cronograma do Projeto;
Dados do Cronograma;
Calendários do Projeto;
Atualizações no Plano de Gerenciamento do Projeto;
Atualizações nos Documentos do Projeto.
Fundamentos da Gestão das Comunicações em Projetos
Estima-se que, aproximadamente, 90% do tempo do gerente de projetos seja investido em comunicação. No processo de comunicação é muito importante atentar-se para a clareza e objetividade das informações repassadas, pois, caso contrário, acabaremos como uma brincadeira de telefone sem fio, na qual a primeira pessoa dala "árvore no bosque" e, quando a informação chega à última pessoa, já é "prédio na colina".
Comunicações
Interna (entre os membros da equipe do projeto) e Externa (com cliente, fornecedores, outros projetos, organizações, o público);
Formal (relatórios, minutas, intruções) e Informal (e-mails, memorandos, discussões AD HOC);
Vertical (nos níveis superiores e inferiores da organização) e Horizontal (com colegas);
Oficial (boletins informativos, relatório anual) e Não Oficial (comunicações confidenciais);
Escrita e Oral;
Verbal (inflexões da voz) e Não Verbal (linguagem corporal);
Processos de Comunicação
10.1 Planejar o Gerenciamento das Comunicações
É o processo de desenvolver uma abordagem apropriada e um plano de comunicação do projeto com base nas necessidades de informação e requisitos das partes interessadas e nos ativos organizacionais disponíveis - de acordo com o PMBOK.
Entradas
Plano de Gerenciamento do Projeto;
Registro das Partes Interessadas;
Fatores Ambientais da Empresa;
Ativos de Processos Organizacionais.
Ferramentas e Técnicas
Análise de Requisitos das Comunicações;
Tecnologia de Comunicações;
Modelos de Comunicações;
Métodos de Comunicação;
Reuniões.
Saídas
Plano de Gerenciamento das Comunicações;
Atualizações nos Documentos do Projeto.
10.2 Gerenciar as Comunicações
10.3 Controlar as Comunicações
Fundamentos da Gestão das Comunicações em Projetos - Parte II
Em mais esta aula sobre as comunicações, nós iremos seguir nossos estudos acerca dos processos fundamentais para uma boa gestão das comunicações em projetos. Aqui, nós iremos abordar as Esntradas, Ferramentas e Técnicas, e as Saídas do processo Gerenciar as Comunicações.
10.1 Planejar o Gerenciamento das Comunicações
10.2 Gerenciar as Comunicações
Gerenciar as Comunicações é o processo de criar, coletar, distribuir, armazenar e recuperar, de disposição final, das informações do projeto de acordo com o plano de gerenciamento das comunicações elaborado previamente, no processo Planejar o Gerenciamento das Comunicações. - de acordo com o PMBOK.
Entradas
Plano de Gerenciamento das Comunicações;
Relatórios de Desempenho do Trabalho;
Fatores Ambientais da Empresa;
Ativos de Processos Organizacionais.
Ferramentas e Técnicas
Tecnologias de Comunicações;
Modelos de Comunicações;
Métodos de Comunicação;
Sistemas de Gerenciamento de Informações;
Relatórios de Desempenho.
Saídas
Comunicações do Projeto;
Atualizações no Plano de Gerenciamento do Projeto;
Atualizações nos Documentos do Projeto;
Atualizações nos Ativos de Processos Organizacionais.
10.3 Controlar as Comunicações
Fundamentos dos Riscos em Projetos
O que é Risco?
Chama-se risco o evento ou condição incerta que, se ocorrer, provocará um efeito positivo ou negativo em um ou mais objetivos do projeto, tais como escopo, cronogramam custo e qualidade. Um risco pode ter uma ou mais causas e, se ocorrer, pode ter um ou mais impactos. Uma causa pode ser um requisitos, premissa, restrição ou condição potencial que crie a possibilidade de resultados negativos ou positivos.
Terminologia
Risco
Origina-se no campo das incertezas. Pode ser mensurado, através de probabilidades associadas, por exemplo.
Incerteza
Situação em que não se pode prever o resultado de uma ação ou seu efeito. Não podem ser associadas probabilidades conhecidas.
Riscos Conhecidos
Foram previamente identificados e analisados, portanto, podem ter respostas planejadas. Riscos conhecidos, que não podem ser gerenciados de forma proativa, devem ter uma reserva de contingência atrelada.
Riscos Desconhecidos
Não podem ser gerenciados de forma proativa e, desta forma, podem ter uma reserva gerencial. Um risco negativo do projeto que já ocorreu também é considerado uma questão de projeto (problema).
Risco Geral do Projeto
Representa o efeito da incerteza no projeto como um todo. Não se restringe à soma dos riscos individuais do projeto, mas inclui todas as fontes de incerteza no projeto. Representa a exposição das partes interessadas às implicações das variações no resultado do projeto.
Apetite a Riscos
Grau de incerteza que uma entidade está disposta a aceitar, na expectativa de uma recompensa. O risco pode ser aceito, desde que a recompensa seja maior que seu impacto no projeto.
Tolerância a Riscos
Grau, quantidade ou volume de risco que uma organização ou um indivíduo está disposto a tolerar. O risco pode ser "suportado" pela organização até certo grau ou quantidade.
Limite de Riscos
Medidas, ao longo do nível de incerteza ou nível de impacto, no qual uma parte interessada pode ter um interesse específico. A organização aceitará o risco abaixo daquele limite e não tolerará o risco acima daquele limite.
Riscos Secundários
São os riscos resultantes da implementação de uma resposta. A partir da tratativa de um risco, novos riscos podem ser gerados.
Riscos Residuais
São as "sobras" dos riscos iniciais, após a adoção das respostas planejadas. Podem, também, ser os resíduos dos riscos que foram deliberadamente aceitos.
Processos
11.1 Planejar o Gerenciamento dos Riscos;
11.2 Identificar os Riscos;
11.3 Realizar a Análise Qualitativa dos Riscos;
11.4 Realizar a Análise Quantitativa dos Riscos;
11.5 Planejar as Respostas aos Riscos;
11.6 Controlar os Riscos.
Aviso importante:
Seguindo as diretrizes da Udemy, este curso foi dividido em 4 partes para que possa ser disponibilizado de forma gratuita. Você agora está assistindo à segunda parte de 4.
Sobre o curso:
No curso PMBOK na Prática você poderá ir além dos documentos e sua mera apresentação: o professor vai te ensinar a trabalhar e a preencher a documentação dentro de uma sequência lógica que irá ajudar você a entender como deve funcionar o gerenciamento de projetos do PMBOK® na prática. Com exemplos que vão além da teoria e se aprofundam na prática e com uma apresentação fácil e agradável de assistir, o curso Vamos Planejar entrega o que promete: uma visão clara de como organizar seus projetos. Inspirado na famosa série de artigos do professor Frederico Aranha, também intitulada "Vamos Planejar?", este curso de PMBOK® na prática foi gravado após um projeto bem sucedido entregue pelo professor e conta com documentos utilizados de verdade, não apenas templates ou modelos de documentos genéricos.
Para ajudar você a cumprir a missão em pauta, convocamos Flávio Costa. Parceiro de longa data do Site Campus, ele será seu professor nesta jornada. Com sua pegada prática e com sua experiência gerencial, Flávio entrega um curso rápido, mas certeiro. Este treinamento é para sempre, não é datado. Gerenciar projetos na prática não é algo que muda de um ano para o outro. Mesmo com as abordagens ágeis tomando o mercado de assalto, o PMBOK e suas boas práticas permanecerão firmes e fortes.
O que temos hoje é um mundo híbrido: ágil e tradicional. O seu dever é conhecer as abordagens clássicas e combinar elas com o que for necessário para fazer seu projeto ser um sucesso.
Por que devo fazer esse curso?
Revisar conceitos fundamentais do gerenciamento de projetos segundo o PMI® e o PMBOK®;
Aprender a gerenciar projetos a partir do emprego de documentos e técnicas gerenciais empregadas com sucesso em projetos de verdade;
Conhecer documentos de projetos e como preenchê-los com base nas necessidades de cada projeto;
Aprimorar suas habilidades gerenciais ou então se preparar para posições gerenciais;
Revisar o conteúdo fundamental do PMBOK® com vistas a aprovação em provas de certificação do PMI®.
Qual é o público alvo?
Profissionais de qualquer área que estejam em busca de conhecimento prático em gestão de projetos e que desejam aprender com quem sabe fazer, sendo principalmente voltado para profissionais que estejam diante de desafios gerenciais e buscam apoio por meio do deste treinamento.
Observação:
Esse curso deve ser adquirido por maiores de 18 anos.