
SE VOCÊ NÃO SABE COMO FUNCIONA SEU CÉREBRO, ESTÁ PERDENDO TEMPO, DINHEIRO EA SUA VIDA.
Neuroperformance® é a ciência a serviço do sucesso, um método através do qual as pessoas desenvolvem sua Inteligência Emocional e cognitiva, para obtenção de Alta Performance e promoção de mudanças imediatas, aprendendo a administrarem a si própria de maneira a alcançar rapidamente seus objetivos e qualidade de vida.
Neuroperformance ® é um convite para torná-lo a melhor versão de si mesmo, pois nesta formação seu potencial é alavancado através da identificação das lacunas, e do fornecimento de recursos exclusivos para criação de caminhos e soluções, que levarão você a realização dos seus sonhos , tirando-o da escassez para a abundância, dos cárceres das crenças limitantes, para um universo de novas possibilidades, através de uma nova maneira de pensar e interagir no mundo, totalmente coerente com o novo cenário que estamos vivenciando e com o futuro que se apresenta, pois a maior parte dos seus problemas são causados pela incompreensão do seu cérebro e pela falta dos recursos certos.
A Neuroperformance® é uma metodologia que possibilita através dos avanços da Neurociência, fazer com que o indivíduo tenha mais capacidade cognitiva e compreensão e retenção de informações para provas e concursos , mas também deixe de ser coadjuvante em sua vida pessoal e profissional, e também de suas emoções das situações e circunstâncias, tornando-o não apenas protagonista da vida que ele quer experienciar, como também da vida que ele quer proporcionado que estão a sua volta. Até mesmo para executivos e líderes, um Neuroperformance serve de base para potencializar todos os outros recursos e conhecimentos profissionais, e gerar visão criatividade e inteligência , que garantirão não apenas uma vantagem competitiva extraordinária, mas também prosperidade e reconhecimento para quem possui.Um novo tempo repleto de novas oportunidades começou ...
Importante: O diferencial desta formação é que além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e técnico em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais , e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem à realidade das dificuldades dos contextos profissionais ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações, e aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.
Temos também essa formação na modalidade presencial se quiser participar, com uma condição diferenciada para quem já é aluno da Udemy. Veja no agenda aqui: https://www.neuroperformance.com.br/agenda
Entre em contato conosco pela plataforma ou pelo luis@luislindner.com.br
Um universo de novas oportunidades e possibilidades por você ...
- O Caderno de exercícios desta formação está nos anexos ..
Introdução a Autoliderança e Autogestão na Neuroperformance
Para começarmos a entender a Neuroperformance e suas aplicações, em primeiro lugar é necessário entendermos a abrangência dos recursos, e suas inúmeras possibilidades de uso de uma forma estruturada. Essa forma de entrega dos conteúdos e recursos, fará com que você tenha não apenas uma melhor compreensão das idéias e fundamentos da Neuroperformance, mas também muito mais clareza na hora saber quais ferramentas e recursos devem ser aplicados em cada situação específica do dia a dia. Por essa razão, a Autoliderança e Autogestão fazem parte do mapa e dos conteúdos da Neuroperformance.
Mas, o que é Autoliderança?
“Autoliderança é um processo, através do qual as pessoas influenciam a si próprias de maneira a alcançar a auto-direção e auto-motivação para se comportar e executar o que precisa de maneira efetiva no alcance dos objetivos ou qualidade de vida desejada. Autoliderança utiliza técnicas de controle de pensamento e comportamento, auto-recompensa e autorregulação que proporcionam quem a pratica um desempenho mais confiante, focado e criativo, com melhores resultados para o alcance do sucesso pessoal e profissional. A autoliderança hoje é de grande interesse, particularmente para lideranças, empresas e instituições, e serve como alicerce de uma liderança de alta performance.”
Identidade
A identidade como ponto de partida é outro diferencial de nossa formação, ou seja, para eu construir o futuro que desejo, preciso em primeiro lugar saber quem eu sou. É preciso compreender que todo o ser humano que acredita ser incapaz, incompetente, inadequado, inferior, sem perspectiva, rejeitado, fora ou a margem da sociedade ou das possibilidades entre outros, permanece paralisado, ou na melhor das hipóteses aceita qualquer oferta,na maioria das vezes são as piores possíveis. Exemplo: más companhias, drogas ou outros tipos de vícios, propostas que não fazem sentido, ou que não torna a pessoa realizada.
Missão e propósito
Dentro da metodologia apresentada de coaching, temos um diferencial muito importante, que é o uso da identidade do cliente como ponto de partida, pois somente é possível construir o futuro desejado se seu cliente sabe exatamente quem é, caso contrário, o processo fica falho.
Viktor Frankl, psiquiatra que, na condição de prisioneiro de um campo de concentração nazista, escreveu um livro incrível chamado “Em Busca de Sentido”, dizia: Que quem tem um “porquê” enfrenta qualquer “como”...
Valores para Neuroperformance
Nesta aula vamos abordar valores, a importância de conhecê-los e prezá-los para um processo bem sucedido.
O que são valores? Valor é tudo aquilo que é importante para você, pois são eles norteiam suas decisões. Todos os sonhos e todas as metas são geradas por valores, e devem ser prezados em seus planos.
Funções dos valores:
Os valores são as forças motivacionais do comportamento humano, e são eles que estabelecem os critérios que irão funcionar como padrões que mensurarão o quanto uma ação ou meta alcançada foi satisfatória ou não.
O PODER DO FOCO E AÇÃO CONSTANTE: Empoderamento para Neuroperformance
Muitos de nós e de nossos clientes muitas vezes tem crenças que são programas e que nos limitam, e o objetivo deste módulo é trabalhar as principais crenças que limitam nossos coachees ou clientes.
Para superar esse bloqueio, aqui está uma abordagem que lhe permitirá identificar aqueles itens que são essenciais para você escolher realizar e descartar o resto. Por favor, coloque esta atividade na sua lista precisa fazer agora e não na sua lista dos deve fazer. Marque o prazo em que você terá completado esta atividade. Que tal hoje no final do dia? Pegue a sua lista de "deveria" e acrescente mais quatro colunas. A seguir nomeie as quatro colunas adicionais como:
O que acontecerá se eu fizer isso?
O que acontecerá se eu não fizer isso?
O que não vai acontecer se eu fizer isso?
O que não vai acontecer se eu não fizer isso?
Neuroperformance: O fim do fracasso
Muitos de nossos clientes tem muito medo de errar ou de fracassar, e isso os impede de avançar em suas ações e projetos. Mas a verdade é que fracasso não existe, o que existe é feedback. Então o segredo do sucesso passa a ser a persistência de formas diferentes até ter o objetivo alcançado. A história nos mostra que a diferença de quem tem o sucesso para quem não tem é unicamente não desistir e tentar de outras formas até conseguir.
PENSAR CORRETAMENTE EM NEUROPERFORMANCE
A grosso modo, simplificando uma série de processos complexos, pensar é fazer e responder perguntas, mas há um critério importante para isso: A direção em que as perguntas te movem...
APRENDA A FAZER AS PERGUNTAS CERTAS.
Uma pergunta muito comum por pessoas que estão carentes de sentido e que podem trazer péssimas respostas:
O que há de errado comigo?
Essa pergunta não possui lógica, pois ela foca em procurar problemas e não soluções, e acessa memórias que muitas vezes podem levá-lo a um estado sem recursos.
Como perguntar corretamente?
As perguntas certas devem mover você na direção de superação de seus obstáculos, em vez de move-lo a inquerir o porque dos mesmos.
Tétrade na construção dos estados emocionais
Com a PNL aprendemos que você pode sentir-se bem no momento que desejar, basta usar seus recursos para resgatar o “Eu” nos focos de tensão através de suas Âncoras. Mas o que é O que é Programação Neolinguística - PNL? É o estudo da estrutura da experiência subjetiva. Ela estuda os Padrões (“programação”) criados pela interação entre o cérebro (“neuro”), a linguagem (“lingüística”) e o corpo (“fisiologia”).
A PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos, e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, ela estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher a maneira que quer funcionar.
Na PNL também aprendemos que cada um de nós é responsável pelo seu estado emocional. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmados, isso não caiu de paraquedas, somos nós que estamos criando isso através da tétrade que é a fonte dos estados.
Nossos estados, sentimentos e emoções são criados por uma tétrade : nossa fisiologia (corpo), nossa linguagem (palavras), o que nós falamos, o foco de nosso pensamento e as nossas crenças ou convicções.
O estado emocional em que estamos determina nosso comportamento, portanto a mudança ocorre através da alteração de um ou mais elementos da tétrade. Esse conhecimento pode nos tirar do papel de vítima e nos tornar mais proativos e mais no controle da nossa própria vida.
Resgate do EU e estado de presença para sair dos padrões limitantes
O cérebro possui uma incrível característica: A plasticidade neural. Por essa razão, é importante entendermos que ao implementarmos uma âncora ou alterarmos um padrão, na busca do cérebro que poupar energia, ele vai assumir o novo padrão e tornar e deixar de acessar o padrão antigo.
Essa informação possui uma grande importância, pois nosso cérebro é uma massinha de modelar, e isto significa que você pode ser, sentir e viver a vida que você quiser. Por essa razão, uma das ferramentas muito úteis pode ser o resgate do eu do Dr. Richard Moss, assim como a ancoragem e outras entregues nesta formação.
O estado de presença do Dr. Richard Moss também pode ser usado como uma âncora para um estado emocional de tranquilidade. Em menos de 2 minutos você poderá quebrar um estado emocional enfraquecedor e recuperar seu poder cognitivo.
O Dr. Richard Moss propôs uma âncora para resgatar o EU e trazê-lo para o presente. Tome uma ou duas respirações e diga o seguinte:
1.Eu estou aqui agora...
2.Quem eu sou começa agora!
Ancorando, Acessando e re-acessando representações e estados ricos de recursos
Quando é importante controlar o conteúdo de um sistema de representação, como quando você está trabalhando com um ponto de decisão em uma estratégia, você precisará de uma maneira de assegurar o acesso e o re-acesso fácil a essa representação particular associada com esse ponto de decisão. Isto é realizado com um procedimento que nós chamamos de ancoragem. A maioria de vocês teve a experiência em que, na comunicação com os clientes, amigos ou associados, alcançaram um determinado nível de rapport e compreensão que era um recurso muito positivo para vocês dois. Mais tarde, entretanto, o fluxo de conversação, da discussão ou da negociação muda. A interação torna-se mais tensa ou difícil, e você deseja ter uma maneira de re-acessar as experiências positivas que vocês compartilharam antes. Ancoragem é um processo que permite que você faça isso.
A grande vantagem é a Plasticidade Neural nestes exercícios que muda as conexões e transforma você..
EXPONENCIALIDADE
Exponencialidade (em inglês, é mais comum o uso da expressão exponential growth), em um contexto tecnológico, é o termo utilizado para definir a velocidade ultra acelerada com que as tecnologias têm evoluído nas últimas décadas e o efeito que causam na sociedade. Para tanto, utiliza o conceito matemático de “função exponencial” — que, exposta em um gráfico, permite o estudo de situações que se enquadram em uma curva de crescimento ou decrescimento. No caso da Exponencialidade tecnológica, a curva (exponencial) sobe cada vez mais rápido e de forma impactante.
Para se ter ideia, basta pegar um ponto nessa curva não muito distante, como o começo dos anos 2000. Naquela época, a internet já tinha 10 anos mas a conexão ainda era discada e usava-se disquete para salvar arquivos do computador. Hoje, apenas 17 anos depois, já existem conexões de internet em TBPS (Terabytes — trilhão de bytes— por segundo) e é possível salvar arquivos na nuvem — o que era improvável há pouco tempo, agora é até impalpável. E segue assim: no futuro, será possível implantar o aparelho celular no cérebro. E esse futuro é daqui a seis anos (disponível no mercado, porque a tecnologia já existe).
A razão pela qual a tecnologia da informação cresce de forma exponencial é usarmos as tecnologias mais recentes para construir as próximas. “Não estamos mais usando um computador do tamanho de uma sala para projetar os próximos computadores. Cada avanço tecnológico é um degrau para o próximo.”
Um ponto importante sobre Exponencialidade é justamente seu oposto, a linearidade. No gráfico, enquanto a curva exponencial se projeta para cima e muito rapidamente, a linear é reta e estável — assim como o funcionamento do cérebro humano. Uma frase de Ray Kurzweill (mais sobre ele abaixo) resume bem a ideia: “Nossa intuição sobre o futuro é linear. Mas a realidade da tecnologia da informação é exponencial e isso tem uma diferença profunda. Se dou 30 passos linearmente, são 30 passos. Se dou 30 passos exponencialmente, são milhares de passos”.
Há, ainda, um outro conceito sempre citado quando se fala em Exponencialidade, a “Lei de Moore”. Também voltada ao crescimento exponencial, mas de hardware, foi formulada em 1965 por Gordon Moore, um dos fundadores da Intel. Ele percebeu que o número de transistores que podem ser colocados em um chip dobra a cada 18 meses (e cada vez mais baratos e velozes). Recentemente, a Intel anunciou que o ritmo vai diminuir — os transistores têm escala nanométrica (já falamos sobre Nanotecnologia) e reduzi-los ainda mais está ficando difícil.
É também graças à Exponencialidade que, em meados deste século, ocorreria a controversa Singularidade, o ponto em que a máquina superará a inteligência humana. Aqui, acabaria a possibilidade de previsão dos avanços tecnológicos, já que aconteceriam em um ritmo que nem sequer poderemos sonhar. Lembrando: não há consenso no meio científico sobre o assunto.
Não há um inventor. Oliveira conta que quem popularizou a expressão Exponential Growth foi o cientista da computação e futurista norte americano Ray Kurzweil, autor do livro The Singularity Is Near: When Humans Transcend Biology, e cofundador da Singularity University. O livro foi lançado em 2005.
Para a compreensão, a consciência e até mesmo transformação dos efeitos que as novas tecnologias provocam na sociedade. Segundo Alfredo Colenci Neto, professor da Faculdade de Tecnologia do Estado (Fatec) São Carlos (SP), há um impacto positivo no mundo a partir das tecnologias exponenciais. “Podemos listar o aumento da expectativa de vida, a redução drástica da mortalidade infantil, o surgimento de energias renováveis, a redução no preço de alimentos e da energia elétrica e a redução do analfabetismo, entre outros.”
Para Oliveira, esta época de intensos avanços e descobertas tecnológicas influencia tanto a cultura quanto o pensamento. “As perspectivas, previsões, planejamentos devem levar em conta o pensamento exponencial em contrapartida ao mindset linear. Mas, como diz Bob Wollheim em seu artigo para o Draft, temos tanto que ter cuidado com o hype quanto com o Cost of Ignoring (risco de ignorar tudo o que está acontecendo à sua volta e não repensar nada). Isso faz muito sentido.”
Quem usa: Todos os que utilizam tecnologia, sejam pessoas com seus smartphones, sejam empresas e seus maquinários. Colenci Neto dá o exemplo do uso da Exponencialidade em universidades. “Como capacitar um universitário de graduação que tenha grade curricular definida anos atrás e não se adequa às mudanças? A maneira como iremos estudar e trabalhar serão diferentes no futuro.”
Efeitos colaterais: A Exponencialidade pode levar a uma mudança na estrutura das empresas (chamadas de Organizações Exponenciais), com a diminuição das vagas de empregos. “Em vez de milhares de funcionários e grandes instalações físicas, essas empresas estão executando suas atividades por meio de pequenas organizações focadas em tecnologias da informação. Há quem diga que o avanço tecnológico tem como consequência o desemprego mas mudanças na forma do trabalho acabam por gerar outras formas de trabalho. Tem sido assim por séculos”, diz Colenci Neto.
Quem é contra: Oliveira diz que qualquer um de nós pode ser contra, no sentido de apresentar certa resistência a algo nos tire da nossa zona de conforto. “Pode ser que saibamos tudo sobre a tecnologia que usamos hoje e, em alguns anos, ela se torne obsoleta, nos forçando a uma adaptação.”
No entender de Colenci Neto, há visões contrárias ao pensamento de que a Exponencialidade proporcionará apenas coisas boas. “A ideia de que robôs irão pensar e aprender da mesma forma que seres humanos, por exemplo, não é algo totalmente amistoso e gera desconforto, assim como outras tecnologias anunciadas.”
Como se aplica a Neuroperformance
Durante milênios a maioria esmagadora da humanidade viveu padecendo de inúmeros problemas por não saber como funciona seu cérebro e tão pouco por saber que funciona como uma massa de modelar, que possui plasticidade neural a ponto de poder ser mudado instantaneamente para poder dar a você a qualidade de vida e a performance que você almeja.
Então com base nas compreensões da moderna Neurociência e a união do conhecimento de homens e mulheres que fizeram grandes desconvertas nos campos do desenvolvimento, da performance e das terapias e deixaram grandes legados, esses conhecimentos quando empilhados e sequenciados, servem como base para o desenvolvimento emocional e cognitivo exponencial, e como alicerce de um processo de adaptação para esse novo mundo.
Para saber mais:
1) Assista ao TED The accelerating power of technology no qual Ray Kurzweil conta em detalhes mudanças que ocorrerão em 2020 como nanorobôs operando a consciência humana.
2) Leia Temos 3 Futuros, no Pagebooks. Em um formato é bastante interessante (não é um texto convencional) que explica, contextualiza, desenha e traz contexto histórico do tema.
3) Leia, na Wired, Innovation Takes the Exponential Express. O texto faz críticas e perguntas a respeito do crescimento exponencial, principalmente em empresas.
4) No LinkedIn, André Menezes fala sobre Realidade Exponencial e traz uma explicação simplificada do que é Exponencialidade na tecnologia, nos seres humanos e nas organizações.
Como estabelecer metas e objetivos em Neuroperformance
Metodologia ESPERTA 1. Específica 2. Sistêmica 3. Prazo 4. Evidência 5. Recursos 6. Tamanho 7. Alternativas
1° - Específica: É preciso especificar detalhadamente o que você quer conquistar: Está ao seu alcance? Está sob seu controle? Sua meta precisa ser elaborada em termos positivos, pois uma meta negativa, tipo “Eu não vou comer demais”, cria um ensaio mental desse comportamento. É o mesmo que dizer “Não pense num fusca vermelho”. Você já pensou. O correto é “Eu vou comer pouco”. A minha meta gera imagens daquilo que eu quero ao invés daquilo que eu não quero?
2° - Sistêmica: É preciso considerar o efeito da realização de sua meta em nível sistêmico, isto é, como vai combinar com suas outras metas; como vai afetar outras áreas de sua vida, do trabalho, da família, etc. O que eu vou ganhar e perder? Ela é congruente com meus valores? Ela cabe dentro da minha missão?
3° - Prazo: Toda meta precisa ter um prazo para ser realizada. É muito importante que estabeleça uma data específica para a sua conquista, bem como os passos específicos em sua rota.
4° - Evidência: É preciso ter evidências ou parâmetros que confirmem a realização da meta, assim como é importante ter feedback durante o processo, para se auto corrigir. Como vou saber que estou conseguindo me aproximar da minha meta? Como vou saber se avancei em relação a minha meta? Se você já tivesse alcançado, como seria? Que evidências vou usar?
5° - Recursos: É preciso identificar os recursos já existentes, e que recursos ainda são necessários para a realização da meta. Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Diretor de Marketing. Ele deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Diretor de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais capacidades ele tem e quais deverá desenvolver. Nunca esqueça que network também é um útil recurso.
6° - Tamanho: Não se subestime, pois sua meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. Se ela for inatingível, ela desmotivará o coachee, e se for pequena demais não promoverá crescimento. A meta grande precisa ser dividida em etapas ou áreas a serem trabalhadas separadamente. Por exemplo: Uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta se tornar diretor em 10 anos. Será que ele não está se subestimando?
7° - Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, Plano C... Sua meta precisa ter opções no plano de ações, uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha. Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios? O seu plano C poderá virar o plano A...
Os 4 passos para levantar os subsídios para a composição do plano de ação para o estado desejado são: 1° - Perguntas que identifiquem o gap entre o que se tem e o que se deseja; 2° - Modelagem de performances de sucesso; 3° - Ponte ao futuro através imaginação na primeira pessoa do singular do estado e objetivo desejado; 4° - Loop: Perguntas.
Roda de competências para Neuroperformance
Essa ferramenta serve para você eliminar os gaps das competências do seu coachee. Identifique através dela os pontos fortes e potencialize-os, trabalhe em seus pontos de melhoria, e você estará evoluindo diariamente. Pois lembre-se de que a marca de um campeão é a consistência, e a verdadeira consistência é estabelecida por hábitos diários...
CRENÇA: O nascimento da excelência para Neuroperformance
As crenças são os princípios e fundamentos da ação, são as regras de sua vida, assim, se você quiser saber no que uma pessoa acredita, observe o que ela faz, e não apenas o que ela diz crer...
"O homem é o que ele acredita.“ Anton Tchecóv
Fontes de onde tiramos nossas crenças:
A primeira fonte é o ambiente, é aí que estão sendo produzidos os sucessos, os fracassos, as frustrações e privações da vida diária. Se tudo que você vê é fracasso e desespero, é muito difícil para você formar representações internas que favoreçam o sucesso.
A maioria de nós tem experiências das quais nunca esquecerá, circunstâncias que provocaram tal impacto, que ficaram instaladas para sempre em nossos cérebros.
São essas as espécies de experiências que formam as crenças que podem
mudar nossas vidas.
Um segundo caminho para criar nossas crenças é através do conhecimento. Uma experiência direta é uma forma de conhecimento. Outra é obtida pela leitura, vendo filmes, vendo o mundo como é retratado por outros.
O conhecimento é uma das grandes maneiras de quebrar as algemas de um ambiente limitador. Não importa quão rígido seja o seu mundo, se você puder ler sobre as realizações dos outros, pode criar as crenças que lhe permitirão ser bem-sucedido.
Um terceiro caminho para criar nossas crenças é obtido através de nossos resultados passados. A maneira mais certa para criar a crença de que você pode fazer alguma coisa é fazê-la uma vez, só uma vez. Se você for bem-sucedido uma vez, é bem mais fácil formar a crença de que obterá novamente o sucesso.
Seja livre alterando o conteúdo das crenças limitantes
Assim como estamos entendendo nesta aula, que limite de tempo tem uma estrutura, e é possível redefinir os sentidos da memória, também significa que limite de tempo possui conteúdo, e que conteúdo tem perna.
Nesta aula, vamos falar sobre alterações de pernas limitadas, e como alterar o conteúdo de uma vez limitada substituindo as pernas. Assim como mentira tem perna curta, a verdade tem pernas compridas.
Alterando crenças limitantes
Assim como as experiências passadas podem mudar suas representações internas, e desse modo o que você acredita, o quarto caminho para estabelecer crenças é o processo de criação na sua mente da experiência que deseja no futuro, como está aqui agora.
E, saiba que os eventos possuem o significado que você dá a eles ...
Sempre pensamos em crenças sem sentido ou crenças, e muitas crenças ou são, mas sem sentido básico, uma crença é qualquer princípio orientador, máximo, fé ou paixão que possa afetar e direcionar a vida.
Estímulos ilimitados estão disponíveis para nós quando se usa como crenças certas e que nos fortalecem e nos permitem seguir os nossos objetivos.
Como crenças são os filtros pré-organizados e organizados para nossas percepções do mundo. São como comandos do cérebro que nos permitem ver o que queremos e energizar - não para obter. Para alterar os nossos recursos personalizados, começamos a alterar nossas alterações de crimes.
Crenças Limitantes: Quando você coloca um papel com limite de palavras precisas, perde metade da força e passa a ser vulnerável
Crenças Fortalecedoras são alguns dos seus recursos, juntamente com os seus pontos fortes, que podem ser usados como habilidades de comportamento e práticas pessoais e de negócios, capazes de serem colocadas em ação, um fim de lidar com uma complexidade, incerteza e resistência.
Ferramentas passíveis de utilização: Regras de proteção do objetivo, análise de campo de força , Swot e questões de levantamento de recursos.
Análise do campo de força
Trata-se de uma ferramenta usada na resolução de problemas, por meio da análise do campo de força que os afeta, a fim de que você possa tomar decisões eficazes. Sempre que diagnosticar quais ações serão necessárias para resolução de um problema, você deve aplicar um plano ESPERTO, ou seja, com a metodologia aprendida no módulo anterior de como traçar metas claras..
SWOT para Neuroperformance
O que é SWOT:
SWOT é a sigla dos termos ingleses Strengths (Forças), Weaknesses(Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) que consiste em uma ferramenta de análise bastante popular no âmbito empresarial. Em Administração de Empresas, a Análise SWOT é um importante instrumento utilizado para planejamento estratégico que consiste em recolher dados importantes que caracterizam o ambiente interno(forças e fraquezas) e externo (oportunidades e ameaças) da empresa.
A Análise SWOT é uma ferramenta utilizada para fazer análise ambiental, sendo a base da gestão e do planejamento estratégico numa empresa ou instituição. Graças à sua simplicidade pode ser utilizada para qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um blog à gestão de uma multinacional. Este é o exemplo de um sistema simples destinado a posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa/instituição no ambiente em questão.
A técnica de análise SWOT foi elaborada pelo norte-americano Albert Humphrey, durante o desenvolvimento de um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford entre as décadas de 1960 e 1970, usando dados da Fortune 500, uma revista que compõe um ranking das maiores empresas americanas.
As informações referidas abaixo devem ser enquadradas nas categorias SWOT para análise do cenário da empresa:
Strengths (forças) - vantagens internas da empresa em relação às concorrentes. Ex.: qualidade do produto oferecido, bom serviço prestado ao cliente, solidez financeira, etc.
Weaknesses (fraquezas) - desvantagens internas da empresa em relação às concorrentes. Ex.: altos custos de produção, má imagem, instalações desadequadas, marca fraca, etc.;
Opportunities (oportunidades) – aspectos externos positivos que podem potenciar a vantagem competitiva da empresa. Ex.: mudanças nos gostos dos clientes, falência de empresa concorrente, etc.;
Threats (ameaças) - aspectos externos negativos que podem por em risco a vantagem competitiva da empresa. Ex.: novos competidores, perda de trabalhadores fundamentais, etc.
Análise Swot Cruzada
A análise swot cruzada consiste em cruzar as informações dos quatro quadrantes, de forma a obter um moldura que permita delinear estratégias importantes para o futuro da empresa/instituição.
Para a análise SWOT Cruzada é preciso primeiro fazer uma análise clara do ambiente, ou seja, pesquisar profundamente as forças e fraquezas e saber identificar as oportunidades e ameaças. Para cada cruzamento é importante saber criar objetivos/estratégias:
Pontos fortes x Oportunidades = estratégia ofensiva / desenvolvimento das vantagens competitivas.
Pontos fortes x Ameaças = estratégia de confronto para modificação do ambiente a favor da empresa.
Pontos fracos x Oportunidades = estratégia de reforço para poder aproveitar melhor as oportunidades.
Pontos fracos x Ameaças = estratégia defensiva com possíveis modificações profundas para proteger a empresa.
Autoestima - A importância para resiliência e para Neuroperformance
Autoestima: “A autoestima é a capacidade do indivíduo de sentir-se consigo mesmo” A autoestima independe de sua situação, a autoestima depende apenas de sua interpretação, de sua forma de dar significado a realidade. Você Não PODE Controlar O Que LHE Acontece, mas rápido Você PODE Controlar A SUA atitude em relaçao Ao that LHE Acontece, e PODE Controlar como Mudanças Ao inves de permitir Que ELAS o controlem. Quanto Mais autoestima uma pessoa possui, mais ELE persevera em meio como circunstancias adversas .
Dr. Nathaniel Branden, em seu livro: Autoestima, como aprender a gostar de si mesmo ”- Ed. Saraiva, Comenta o caso de uma pessoa portadora de dificência, que possuia uma autoestima incrível ...
"Autoestima e amor próprio são os opostos ao medo. Quanto mais você gosta de si mesmo, menos você teme qualquer coisa.“ Brian Tracy, autor e palestrante motivacional
Análise Transacional: Egograma em Neuroperformance
Uma ferramenta para otimizar seus relacionamentos Nunca se falou e buscou tantos recursos para o “autoconhecimento”. O homem vem procurando, cada vez mais, conhecer a si mesmo para alcançar o equilíbrio, a realização e o melhor desempenho em suas relações interpessoais. Nós somos os protagonistas de nossas histórias e isto é fato, porém, também é real que somos influenciados pelo nosso meio e influenciadores do mesmo, cada qual em seu grau, é um possível formador de opinião em seu pequeno ou grande círculo de relacionamento.
Diante desta premissa, percebemos o quão importante é a qualidade de nossas relações, a maneira como transmitimos nossas ideias e como nos comunicamos, e fazendo uma autoanálise podemos perceber que nem sempre conseguimos transmitir nossa mensagem de forma clara e sem conflitos de entendimento, a pergunta é: “Será que o outro ouviu exatamente o que eu falei ou houve algum ruído em nossa comunicação que pudesse distorcer a mensagem”? Pois bem, a Análise Transacional, técnica psicológica sobre o pensamento, o sentimento e o comportamento das pessoas é embasada no fato de que interagimos fazendo uso de um de nossos três estados de ego: Pai, Adulto ou Criança, a questão é: a informação pode ser a mesma mas, dependendo do estado de ego do emissor e do receptor da informação, ela pode ser distorcida e gerar conflitos desnecessários.
Veja alguns exemplos:
1. Sempre que utilizarmos o estado de ego Pai, controlador ou protetor, fazemos um convite ao outro que se manifeste através de seu estado de ego Criança, submisso ou rebelde. Esta situação pode ser favorável no estabelecimento de limites necessários numa relação pai e filho, mas extremamente ruim para um ambiente de trabalho, onde aquele que estiver atuando como Criança poderá ficar reprimido e desmotivado a crescer e manifestar ideias inovadoras, por exemplo.
2. Quando o estado de ego Criança se manifeste, trazendo o outro para o estado de ego Pai, a busca pode ser voltada para uma relação de proteção totalmente permissível e favorável, ou pode-se buscar uma cumplicidade, ou seja, não assumir seus próprios atos, uma fuga de responsabilidades.
3. Quando utilizamos o estado de ego Adulto, fazemos um convite ao outro para trazer o seu Adulto também ao diálogo elevando-se, assim, o nível dessa relação, seja ela no ambiente profissional familiar ou mesmo afetivo, são aqueles momentos onde uma conversa racional buscará soluções discutidas e compartilhadas para uma decisão otimizada. Se nós conseguirmos detectar o estado de ego do outro, teremos mais facilidade em alterar o nível da conversa, pois poderemos aceitar o convite ou buscar uma inversão do estado de ego, buscando aquele que consideramos mais adequado para cada situação/relação. É importante ressaltar que não estado de ego melhor ou pior, certo ou errado, todos são saudáveis e plenamente aceitáveis, o que difere é o nível e a utilização dos mesmos.
ASSERTIVIDADE
Assertividade vem de “ASSERO” que significa. Afirmar não é acertar! Portanto, não se trata de acertar, mas de saber se firmar e afirmar.
Você NÃO é assertivo quando…
Perde a cabeça quando se confronta comsarcasmos ou críticas de qualquer ordem;
Perde a calma com facilidade diante das desituações embaraçosas;
Ao lançar de resolver os problemasdiretamente, começa a julgar ou
culpar os outros e a si mesmo;
Sente-se pouco a vontade quando olha osoutros nos olhos e vice-versa;
Não acha certo o que deseja ou expor seus sentimentos;
Por querer agradar a todos, é injustoconsigo mesmo;
Espera que as pessoas adivinhem o que quer;
Foge das questões que envolvem as pessoas;
Só aceita seu ponto de vista e perde orespeito pelos outros;
Não fala o que é para ser dito e esperaque os outros entendam pela sua cara fechada;
É indireto efaz “aplicar cortantes” ou manifestação de impaciência;
Você é assertivo quando…
Permanece calmo e confiante mesmo quando se confronta com sarcasmos ou críticas de qualquer ordem;
Procura resolver os problemas diretamente, sem julgar ou culpar os outros e o mesmo;
Sente-se a vontade quando olha os outros olhos e vice-versa;
Acha certo o que deseja ou expôr seus sentimentos;
Sabe que é mais importante ser justo consigo mesmo do que querer agradar a todos;
Fala o que quer e não espera que as pessoas adivinhem;
Resolver satisfatoriamente as questões que envolvem confronto com outras pessoas;
Afirma seu ponto de vista com respeito pelos outros;
Sabe que sim é sim e que não é não, distinguindo bem o momento de reconhecer-los;
Procura resolver os problemas diretamente, sem julgar ou culpar os outros e o mesmo
Uma característica da pessoa assertiva:
Sabe que nada é definitivo e sabe que não precisa acertar sempre, nem dar satisfação a todos por tudo.
Flow - Estado de fluxo, motivação e alto desempenho em Neuroperformance
Fluxo (do inglês flow) é um estado mental de operação em que uma pessoa está totalmente imersa no que está fazendo, eliminada por um sentimento de envolvimento total e sucesso no processo da atividade. Proposto pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, o conceito tem sido usado em uma grande variedade de campos.
Benefícios do estado de fluxo
· Crescimento pessoal: Crescimento do Self em direção a níveis maiores de complexidade em função de dois processos psicológicos, a diferenciação e integração. A diferenciação é um movimento em direção a uma maior individualidade que provoca a distinção entre uma pessoa e outra e o movimento de integração é oposto, leva a união com outras pessoas e com o mundo. (Fonte: Mihaly Csikszentmihalyi (1988, 1992, 1993))
· Fortalecimento da autoestima: Uma das consequências mais interessantes do estado de fluxo são os relatos das pessoas pesquisadas que experienciavam o estado de fluxo, relatando que após o estado de fluxo, sua autoestima ficava mais alta do que quando não tinha tal experiência. As pessoas pesquisadas relatavam que se sentiam muito melhor e que tinham a impressão de estarem vivendo acima de suas expectativas e das expectativas dos outros. (Fonte: Anne Wells - Tese de doutorado da Universidade de Chicago (1988))
Desenvolvi para você uma ferramenta exclusiva que é o Flow Assessment, para você poder aplicar em seus coachees ou clientes. Veja em anexo.
Ecologia Sistêmica com Níveis Neurológicos de Aprendizagem e Mudança
O Assessment dos níveis neurológicos é uma valiosa ferramenta para organizar o nosso pensamento, a nossa coleta de informações e a nossa comunicação.
Desenvolvidos originalmente por Robert Dilts e Todd Epstein, os Níveis Lógicos (ou os níveis neurológicos ou o Mapa da Personalidade, como nós usamos aqui na Pegasus) são o mais útil de todos os modelos da PNL.
Usar o modelo nos permite compreender de uma forma clara e estruturada porque alguém se comporta daquele modo.
Os níveis lógicos ou o mapa da personalidade é um modelo que podemos rodar em segundo plano enquanto estamos conversando ou entrevistando alguém.
Numa sessão de coaching, por exemplo, podemos usar os níveis lógicos para identificar claramente se a dificuldade de uma pessoa é o resultado de:
Ambiente: ela gostar do que a envolve ou das pessoas em seu ambiente de trabalho
Habilidades: ela adotar uma fisiologia ou ações inapropriadas (inclusive respiração, tensão, etc.)
Motivação: ela não ser capaz de se motivar para lidar com algo porque não se encaixa com os valores dela
Crenças: ela ter certas crenças negativas sobre o problema que está em seu caminho
Identidade: ela considerar que é algo que não se encaixa com a sua autoimagem
Visão: ela não puder reconhecer como isso contribui para a visão dela sobre a vida
Os níveis lógicos podem ser usados para organizar o nosso pensamento sobre um indivíduo, um grupo ou uma organização. Para implementar uma mudança em um nível neurológico você precisa trabalhar no nível acima, e o alinhamento e congruência nos níveis neurológicos produz muito mais sentido para você e para os a sua volta sendo muito importante para autoliderança e liderança.
“Não se pode alcançar um novo objetivo pela aplicação do mesmo nível de pensamento que o levou ao ponto em que se encontra hoje.”
Albert Einstein
Aula de Mapas mentais em Neuroperformance melhorar a retenção de informações
Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo psicólogo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.
Os mapas mentais procuram representar, com o máximo de detalhes possíveis, o relacionamento conceitual existente entre informações que normalmente estão fragmentadas, difusas e pulverizadas no ambiente operacional ou corporativo. Trata-se de uma ferramenta para ilustrar ideias e conceitos, dar-lhes forma e contexto, traçar os relacionamentos de causa, efeito, simetria e/ou similaridade que existem entre elas e torná-las mais palpáveis e mensuráveis, sobre os quais se possa planejar ações e estratégias para alcançar objetivos específicos.[2]
Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. Podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou um programa de computador dedicado. Pode ser aplicado a qualquer tarefa, atividade, profissional, ou lazer, de modo individual ou em grupo para planejar qualquer tipo de evento. Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.
Mapas mentais são úteis não apenas para "decorar matéria", mas para registrar de forma inteligente e que permita revisões ultra rápidas os assuntos compreendidos em forma de resumos, que sintetizam o entendimento das matérias.
Buzan sugere as seguintes diretrizes para a criação de mapas mentais:
Iniciar no centro com uma imagem do assunto, usando pelo menos três cores.
Use imagens, símbolos, códigos e dimensões em todo o seu mapa mental.
Selecione as palavras-chave e as escreva usando letras minúsculas ou maiúsculas.
Coloque cada palavra/imagem sozinha e em sua própria linha.
As linhas devem estar conectadas a partir da imagem central. As linhas centrais são mais grossas, orgânicas e afinam-se à medida que irradiam para fora do centro.
Faça as linhas do mesmo comprimento que a palavra/imagem que suportam.
Use várias cores em todo o mapa mental, para a estimulação visual e também para codificar ou agrupar.
Desenvolva seu próprio estilo pessoal de mapeamento da mente.
Use ênfases e mostre associações no seu mapa mental.
Mantenha o mapa mental claro, usando hierarquia radial, ordem numérica ou contornos para agrupar ramos.
Esta lista é em si mais concisa do que a versão em prosa da mesma informação e o mapa mental destas orientações tem em si a intenção de ser mais memorável e mais rápido para entender do que qualquer um na prosa ou lista.
PALÁCIO DA MEMÓRIA em Neuroperformance: Estratégia para maior aprendizagem
PALÁCIO DA MEMÓRIA é uma técnica de memorização realmente antiga (método de loci), e se utiliza de um lugar imaginário, apesar de geralmente derivar de um lugar real, que conhecemos perfeitamente, e podemos percorrer em nossa imaginação, observando-os com todo o luxo de detalhes. Neste lugar mental, podemos introduzir informação e distribuí-la por diferentes cantos quartos. O melhor é que podemos lembrar, a longo prazo, o que memorizemos desta forma.
A informação que desejamos memorizar, traduz-se em imagens mentais sugestivas que podem ser lembradas com vivacidade, e que, uma vez introduzidas no nosso palácio da memória, podemos visualizar interagindo com esse espaço mental. O nosso palácio da memória será tão grande como nos propusermos, e quanto maior for, mais informações poderemos incluir nele. Veja os vídeos a seguir com uma explicação mais detalhada.
Sistema inteligente de aprendizagem
Um sistema inteligente de aprendizagem é um sistema educacional que coloca o estudante ou o aprendiz como centro, em vez do professor, do método de ensino ou do currículo. Qual é a diferença? O sistema de educação americano, tanto público como privado, colocou o método de ensino, o professor ou o currículo como centro dos seus sistemas nos últimos 200 anos. O resultado foi o rápido crescimento no número de crianças classificadas como incapazes de aprender, um perturbador número de crianças que tem aversão ao aprendizado e um incrível declínio na capacidade de ler e de escrever do estudante.
Os sistemas centrados no método são rígidos e inexoráveis, mantendo o método, o currículo e o estilo de ensino constante a qualquer custo, enquanto tentam forçar o estudante a mudar a sua maneira natural de aprender. Isso é como atirar uma panela de espaguete contra a parede, só comer o que grudar e atirar o resto no lixo. Os sistemas tradicionais de educação esperam que o aprendiz se adapte ao professor ou ao método, e aquele que não consegue é classificado negativamente. Não somente isso é ridículo, visto que todos os estudantes aprendem diferentemente, como também essa abordagem rígida destrói a autoestima da criança, a motivação, a confiança e o amor natural pelo aprendizado. Como devemos ser bons aprendizes para sobreviver nesta sociedade hi-tech sobrecarregada de informação, continuar a educar dessa maneira significa problema.
Deslocando a responsabilidade do estudante para o sistema
Um sistema inteligente de aprendizagem não tem que estigmatizar uma criança, rotulando-a como "incapaz de aprender", visto que não se espera que o aprendiz se sujeite a um método rígido e inalterável. Também não aceita a ideia da incapacidade de "aprender" já que a responsabilidade da transferência do conhecimento recai sobre o professor e o sistema, e não sobre o estudante. Como pode um ser humano racional esperar que o sistema que coloca a responsabilidade da transferência do conhecimento numa criança de seis anos de idade seja mais efetivo do que o sistema que põe a responsabilidade num educador que foi treinado toda a sua vida para educar?
O sistema inteligente de aprendizagem acolhe a visão do estudante/aprendiz no processo de transferência de conhecimento. Um sistema inteligente muda constantemente e se adapta ao perfil de processamento da informação do aprendiz. O sistema está num fluxo dinâmico constante e parece nunca ser exatamente o mesmo duas vezes. Suas adaptações são guiadas pelos princípios da função cerebral que são comuns a todos os seres humanos bem como no feedback dos aprendizes. Esses princípios resultam de muitos anos de pesquisas e desenvolvimento num campo conhecido como Neurociência da Educação, ou conhecido tecnicamente como Neuro Física Epistemológica Aplicada. Essa área é dedicada ao estudo do processo humano de informação e marca o primeiro esforço mundial para redesenhar os sistemas educacionais a partir dos princípios definidos pela Ciência do Cérebro.
O objetivo primário de um sistema inteligente de aprendizagem é:
"Aprender" como você aprende
Desenhar um mapa ou gabarito para orientar o fluxo de informações, e
Auxiliar na construção e desenvolvimento dos veículos de entrega da informação que acondicionam a informação para que aprender seja divertido, fácil de recordar e usar, e melhorar a capacidade de aprender coisas semelhantes no futuro.
Cópia do projeto de aprendizagem
O cérebro de cada criança carrega dentro dele uma "cópia do projeto de aprendizagem", um NeuroPrint, capaz de guiar o professor através do processo de transferência de conhecimento. Um sistema inteligente de aprendizagem "lê" este NeuroPrint como um mapa e se redesenha espontaneamente para se ajustar às necessidades do aprendiz. O primeiro e mais importante princípio de um sistema inteligente é avaliar as tendências naturais do aprendiz, construir um perfil inicial do aprendizado, suspender todos os rótulos e classificações e usar todas as tendências naturais que a criança traz para o contexto educacional, para seu proveito.
Isso significa que cada criança já possui todos os recursos de que ela precisa para ser ensinada efetivamente, e é o sistema que deve se ajustar e se adaptar ao NeuroPrint individual do aprendiz, e não o contrário. Os sistemas tradicionais de educação consideram essas variações naturais na tendência do aprendizado como incapacidades funcionais do aprendizado em vez de recursos dos estudantes. Fazer isso é equivalente a ficar de pé debaixo das Cataratas do Niágara e tentar aproveitar e utilizar esse grande poder para forçar a água para cima com as próprias mãos. Sistemas inteligentes são sensíveis ao feedback e se estão consumindo esforço, é uma mensagem de que estão seguindo a abordagem errada, e precisam se reorganizar para se adaptarem mais corretamente às necessidades do aprendiz.
Fazendo funcionar os sistemas inteligentes de aprendizagem
Muitos exemplos disso podem ser encontrados no The Keys to Success Music Academy, onde nós usamos um sistema inteligente de aprendizagem chamado de SmartMusic para ensinar às crianças a disciplina simbólica mais complexa já criada pelo ser humano: a música. Sistemas inteligentes têm vida; são sistemas adaptáveis de transferência de conhecimento que "leem" e reagem ao feedback, e se ajustam continuamente as constantes mudanças das necessidades do aprendiz. Quando os estudantes aprendem, eles aprendem de modo diferente. O próprio processo do aprendizado muda a maneira que o estudante aprende. A capacidade funcional do estudante para processar a informação evolui continuamente quando ele desenvolve um novo caminho de aprendizagem feito pelos neurocircuitos funcionais dentro do seu cérebro. O projeto de aprendizagem de uma criança está num estado dinâmico de constante mudança e de reorganização, reformando sistematicamente seu mapa neural interno enquanto a informação flui através dele. As habilidades do processamento da informação mudam, o sistema se redesenha com o feedback do aprendiz. Resultado: uma melhora rápida e contínua da autoconfiança, autoestima, motivação, amplitude da atenção, concentração, disciplina, o desejo pelo conhecimento, menos esforço e pais felizes.
Sistemas inteligentes mantêm a visão do olho do cérebro no processo de transferência de conhecimento
Sistemas inteligentes de aprendizagem mantêm a visão ocular do cérebro no processo de transferência de conhecimento. Para ilustrar como o sistema inteligente "pensa", vamos dar uma olhada em como conduzimos algumas variações do aprendizado na nossa academia de música. Muitas crianças classificadas pelos sistemas tradicionais como tendo Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, são percebidas por nós como super aprendizes, sem déficit de atenção sob qualquer condição. Quando o sistema inteligente explora os perfis de aprendizado ou o NeuroPrint delas, descobrimos que a atenção é facilmente obtida e mantida por extraordinários períodos de tempos contanto que a transferência de informação respeite a velocidade do processamento natural delas, a qual é muito mais rápida do que a desenvolvida pelos sistemas tradicionais de educação. Essas crianças aprendem os complexos símbolos da notação musical através de jogos que foram planejados levando em consideração o nível de atividade naturalmente preferido do aprendiz, a velocidade do processamento e o canal sensorial dominante de processamento.
Recentemente um pai desafiou a flexibilidade do sistema ao nos trazer o filho com um nível de energia tão elevado que ele preferia se atirar contra a pauta musical em vez de brincar de arremessar saquinhos cheios de feijão. (Como aqueles usados no jogo 5 Marias. N.T.) Perguntado o que nós faríamos se esse nível de atividade persistisse, respondemos dizendo a esse pai que iríamos desenhar num lençol uma pauta musical bem maior, colocar um colchão embaixo e deixar que seu filho se jogasse nele enquanto gritava a nota em que ele tinha aterrissado em cima, ouvindo, ao mesmo tempo, esta nota ser tocada no piano. O filho disse: "Legal, mal posso esperar pela próxima vez!" Isso não é melhor do que dizer que ele é "incapacitado para aprender" porque não presta atenção e que não aprende da maneira que nós queremos ensiná-lo. Isso não é melhor do que tentar controlar a atenção dele com drogas para manter seu comportamento e fazer seus pais se sentirem culpados por terem trazido ao mundo uma criança defeituosa?
Sensibilidade ao feedback e adaptabilidade
Outro exemplo da sensibilidade às condições do feedback que os sistemas inteligentes exibem vem do trabalho com crianças cegas. Professores tradicionais de música dizem aos estudantes e seus pais para nunca esperar que eles sejam capazes de "ler" ou "escrever" a música que eles mesmos compõem simplesmente porque não podem enxergar. Ao invés de limitar para sempre a experiência de uma criança cega com a música, um sistema inteligente usaria o que é dado pelo estudante e ajustado de acordo. Então se uma criança cega chega até nós, querendo ser capaz de ler e escrever música para que possa compor, e escrevê-la para os outros poderem ler e executar o trabalho dela, vamos simplesmente substituir o sistema visual pelo sensorial tátil da criança e criar um sistema de anotação musical que ela possa sentir. Isso é facilmente realizado começando com simples fichas de arquivo de 7 x 12 cm e um tubo de tinta que deixa relevo ao escrever. Com esse material pode-se desenhar um conjunto completo de cartões, neste caso cartões para "toque", e quando a criança cega toca cada símbolo ou nota, o professor pode demonstrá-la no piano. Desse modo o caminho para o processamento tátil-auditivo pode ser estabelecido para a leitura e a escrita da música, no lugar do tradicional caminho visual-auditivo normalmente desenvolvido para os "leitores com visão" que podem "ouvir" a música que eles veem e ler sem tocá-la. Os sistemas inteligentes não somente respondem aos problemas funcionais, mas também a problemas físicos, obstáculos orgânicos como a cegueira. Essas condições não são consideradas como incapacidades. Pelo contrário, são bifurcações no caminho que demandam novas decisões a serem tomadas pelo sistema.
Utilizando recursos naturais dos estudantes através dos grupos
Os sistemas inteligentes também fazem uso mais eficiente dos recursos dos estudantes ao agrupar crianças pelos perfis complementares de aprendizagem. Enquanto a educação tradicional agrupa os alunos por idade e inabilidade (grupos homogêneos), os sistemas inteligentes agrupam por necessidades e recursos dos estudantes. Agrupar por idade pretende tornar mais fácil a transferência do conhecimento devido aos níveis similares de desenvolvimento. Um olhar mais de perto demonstra que essa suposição não é verdadeira, pois coloca mais estresse tanto no professor como no aluno. A maioria dos pais e professores está consciente do fato de que meninos e meninas se desenvolvem cognitivamente em velocidades muito diferentes. Apenas esse fato torna o grupo por idade ineficiente e estressante tanto para o professor como para o aluno. Além disso, a exposição da criança a diferentes estímulos anteriores à entrada na escola cria uma tremenda disparidade na capacidade de aprendizagem entre crianças de uma sala de aula média com 30 alunos, mesmo que todas tenham a mesma idade. Agrupar crianças que supostamente tenham as mesmas incapacidades de aprendizado também prova ser ineficiente e estressante para o estudante e o professor. Como não há nenhum recurso complementar disponível, o professor precisa estar ao mesmo tempo em toda parte num esforço infrutífero para manter a atenção de cada estudante – impossível.
Um sistema inteligente de aprendizagem perfila as necessidades e as capacidades de cada estudante procurando aprendizes que se encaixam como peças de um quebra-cabeça. Os nossos conselheiros educacionais, o comitê de seleção, os professores, são todos treinados para fazer esse delicado processo através de entrevistas com os pais e os estudantes e de cuidadosa observação. Digamos que nós descobrimos um estudante de seis anos com necessidade de autoconfiança e que possua boas habilidades verbais e de audição e outro de nove anos que tem dificuldades com uma tarefa após ouvir as instruções só uma vez. Um sistema inteligente de aprendizagem iria otimizar os recursos deles formando um grupo temporário com os dois estudantes de maneira que o de seis anos fizesse bom uso das suas boas habilidades de linguagem, construindo a autoconfiança que ele precisa ao ensinar o de nove anos. Isso, por outro lado, iria retirar a pressão do professor de modo que tudo não teria que ser repetido duas vezes, o que diminui o ritmo da classe. Naturalmente que isso é um exemplo simplificado, mas imagine como a informação poderia ser transferida eficientemente se fossem feitos, simultaneamente, cerca de 10 a 15 desses grupos temporários. Otimizar os recursos dos estudantes e complementar as necessidades dos estudantes. Parece impossível? Esse é o procedimento padrão para um sistema inteligente, e os benefícios de longo prazo na otimização dos recursos dos estudantes são experimentados diariamente pelos estudantes no The Keys to Success. (The Keys to Success é um programa iniciado por Frank Gallagher para desenvolver habilidades básicas nos estudantes, e que começando na infância, irá assegurar atitudes bem-sucedidas por toda a vida. NT)
Aprendendo como aprender
Sistemas inteligentes de aprendizagem enfocam ensinar o estudante como aprender e se tornar um aprendiz mais flexível, não no que aprender. Uma vez que o cérebro humano pode processar a informação de quatro maneiras, é importante desenvolver igualmente bem todas as quatro. O nosso cérebro pode:
codificar (armazenar) a informação,
decodificar (ativar e recuperar) a informação,
criar (ativar e reagrupar) a informação e
transmitir (ativar e transferir) a informação de cérebro para cérebro bem como para partes diferentes do próprio cérebro.
Os sistemas tradicionais de educação desenvolvem somente as duas primeiras funções do processamento da informação, armazenar e recuperar, em praticamente todas as matérias desde a soletração até a aritmética. Os sistemas inteligentes desenvolvem as quatro habilidades de processamento da informação, pois ensinam as crianças como armazenar, recuperar, criar e transmitir todos os tipos de informação simbólica desde a notação musical até a matemática.
Cérebros humanos e sistemas inteligentes de aprendizagem são desenhados ciberneticamente
Os sistemas inteligentes de aprendizagem "aprendem" sobre como você aprende e também sabem como os cérebros são organizados. O cérebro humano é um sistema cibernético com de reconhecimento de padrões; e para aprender e ser capaz de usar alguma coisa nova deve ser dado ao cérebro uma imagem neural chamada de condição de referência. Isso é como uma "imagem" sensorial interna que diz ao cérebro como algo deveria parecer, soar, sentir, cheirar, qual o seu gosto, quando está "correta" ou quando o processo está "completo". Esse padrão interno atua como um "sinal de trânsito" para o comportamento, dizendo quando começar e quando parar. Isso é verdadeiro para os dois, o comportamento externo e o processamento interno da informação. Se a condição de referência não estiver corretamente estabelecida ou nem estiver estabelecida, o cérebro não aprende ou aprende muito bem a coisa errada.
Na primeira vez em que você tentou agarrar o seu copo de leite, você provavelmente exagerou e derramou todo o leite. Como o sistema neuromotor é bem desenvolvido, se isso aconteceu mais do que uma vez, temos um de dois problemas. Ou a sua pele nunca recebeu uma imagem clara (condição de referência) de quando é hora de parar o movimento do seu braço para frente em direção ao copo e começar a contrair os seus dedos em torno do copo. A outra possibilidade é que a sua mãe disse para não derramar o leite, e o seu sistema visual construiu uma imagem interna de como seria quando você derramasse o leite; e aí, a partir deste mapa, o seu cérebro guiou corretamente o seu braço e a mão para completar o processo. Se você mantiver esta imagem como condição de referência, o seu cérebro vai dizer para o seu braço continuar para frente até seus olhos enxergarem um evento externo que combina com a imagem interna (condição de referência); nesse caso, o leite derramado. Por isso um comportamento ou um processo interno se interrompe quando os seus órgãos sensoriais interpretam o padrão de um evento externo que combina exatamente com a condição de referência interna. Um evento externo que é transformado em código de pulsação pelos neurônios (células cerebrais) é chamado de condição perceptiva. Nós podemos expressar esse princípio de outra maneira dizendo que quando o seu cérebro detecta uma diferença entre a condição de referência e a condição perceptiva se inicia um comportamento. O propósito do comportamento é reduzir a diferença entre as duas condições. Quando a condição perceptiva combina exatamente com a condição de referência, o comportamento para. Então, se uma condição de referência não foi estabelecida de algum modo, é como dirigir o seu carro sem freios numa ladeira íngreme; você só para depois de atingir alguma coisa com bastante força. O termostato em sua casa foi planejado a partir desse princípio. Ele controla quando o seu ar condicionado liga ou desliga para manter a temperatura que você prefixou como condição de referência. Quando ele sente uma diferença significativa entre a temperatura da casa e a temperatura ideal que você prefixou, ele liga. Quando as duas temperaturas se igualam, ele desliga. Agora, com esse princípio na mente, nós podemos explicar como os sistemas inteligentes de aprendizagem parecem ser capazes de fazer desaparecer problemas de aprendizado bastante desconcertantes.
Solucionando o grande dilema da soletração e da leitura
Uma rápida olhada no dicionário irá convencê-lo que a língua inglesa possui um grande número de palavras que não podem ser soletradas foneticamente (pronunciadas lentamente e soletrando cada sílaba separadamente, como crianças aprendendo a ler). Também se produziu um número igualmente incômodo de regras para resolver a soletração. Por causa do fracasso de tantos sistemas diferentes para treinar bons soletradores, o dicionário inglês agora contém um número surpreendente de entradas com múltiplas soletrações "corretas" para algumas das palavras mais comumente mal soletradas. Se você é uma criança que hoje está assistindo aula em inglês, de uma coisa você pode ter certeza: se você não consegue pronunciar lentamente uma palavra, você vai encontrá-la num teste de soletração.
Os problemas com a leitura correm desenfreados nas nossas escolas hoje em dia. A razão é simples: quando aprendemos como ler, uma das condições de referência que o nosso cérebro usa para determinar o tempo do comportamento do movimento dos olhos é a soletração de uma palavra. Se a palavra na página (condição perceptiva) combina exatamente com uma imagem visual armazenada previamente (condição de referência), a fixação do olho para, a palavra é igualada a um som e o cérebro começa a busca pelo significado da palavra, e os olhos são guiados para a próxima palavra. Se não combinar, a busca inicial continua sem parar enquanto a criança frustrada encara vagamente a página, tendo vontade é de estar assistindo TV.
Aqui está como um sistema inteligente de aprendizado faz os problemas de soletração e leitura desaparecerem ao mesmo tempo. Primeiro: cada palavra não reconhecida imediatamente ou dada em preparação para um teste de soletração, é escrita numa ficha de arquivo branca de 7 x 12 cm com tinta preta, uma palavra corretamente soletrada por ficha. Por que preto e branco? Porque isso agiliza o tempo de reconhecimento. Codificação por cores diferentes toma tempo, e a maioria das coisas que pedimos para as crianças lerem inicialmente na escola (livros, jornais, testes) são em branco e preto. Tudo conta quando vamos estabelecer uma condição de referência para o cérebro.
Depois, ficha por ficha, deixe a criança ver a palavra soletrada corretamente enquanto você diz a palavra, pronunciando-a corretamente. Então peça para a criança, fechar os olhos e "ver" a palavra no olho da mente, escrita com marcador preto num quadro branco enquanto escuta simultaneamente o som da palavra no ouvido da mente dela. Tenha certeza de que ela pode ver a palavra de um modo tão distinto que pode soletrá-la de trás para frente com os olhos fechados. Uma vez que ela tenha feito isso, a condição de referência para esta palavra foi estabelecida no sistema visual bem como no sistema auditivo dela. Um refinamento no final pode diminuir o tempo de processamento dramaticamente. A ficha, que a criança vai ler, deve ser mantida no ar, a aproximadamente cinquenta centímetros, na frente dela, levemente acima do nível dos olhos e a sua direita, se ela for destra. Para crianças canhotas, você deve segurar o cartão à esquerda delas. Isso é feito porque os padrões de informação interpretados pelo campo visual direito são codificados no hemisfério esquerdo. Para a maioria das pessoas que escrevem com a mão direita, os símbolos linguísticos também são processados no hemisfério esquerdo. O oposto é verdadeiro para a maioria das crianças canhotas. Essa pequena adaptação feita pelo sistema inteligente de aprendizagem acondiciona a informação de modo muito eficiente. O consumo de energia e o tempo de viagem do impulso do nervo são muito reduzidos. As crianças podem se concentrar por mais tempo e ativar mais ligeiro o padrão das palavras, resultando em maior velocidade de leitura e de compreensão. Lembre-se: no cérebro humano tudo conta.
No início, esse processo pode tomar um ou dois minutos por palavra, mas o cérebro aprende como aprender mais ligeiro, e uma vez que um novo caminho neural for estabelecido, uma criança pode codificar de 5 a 10 palavras por minuto dessa maneira. Note que a soletração correta da palavra é armazenada no sistema visual dela e a correta pronúncia da palavra é armazenada no sistema auditivo dela. Incidentalmente, alguns dos melhores revisores de prova que eu conheço, foram treinados dessa maneira. Um dos erros mais comuns feitos no ensino da soletração para crianças é o estabelecimento da condição de referência no sistema sensorial errado. Isso acontece quando as crianças são ensinadas a lembrar a soletração de uma palavra dizendo cada letra em voz alta. Isso é muito confuso, visto que a língua inglesa tem muitas palavras que não podem ser pronunciadas lentamente. Mas o grande problema vem quando elas tentam ler. Enquanto os olhos delas se fixam na palavra do livro, elas têm que procurar por uma combinação no sistema auditivo delas. Assim cada vez que elas olham para uma palavra na sentença, elas precisam ouvir elas mesmas soletrando-a no ouvido da mente antes que possam começar a busca pelo significado e mover os seus olhos para a próxima palavra. Isso torna a leitura m.u.i.t.o d.e.v.a.g.a.r e penosa. Naturalmente que esse método funcionaria muito bem se os livros pudessem falar e soletrar em voz alta as palavras que os seus olhos acabaram de se fixar. Infelizmente, os livros ainda não fazem isso.
Sistemas Inteligentes de Aprendizagem e a Matemática
A maioria das crianças começa se saindo muito bem em matemática. O mais devastador declínio na competência parece começar quando a criança tenta resolver a conversão de problemas de palavras em problemas simbólicos. Isso ocorre comumente com a álgebra. Embora existam muitos fatores que contribuam para esse declínio na competência, um dos mais devastadores ocorre completamente despercebido: a criança nunca aprendeu como ler! Verdade, se você pedir para elas lerem alguma coisa no livro, elas podem conseguir e até podem ler perfeitamente diversas linhas do texto para você. Entretanto essa não é a definição de leitura necessária para converter as palavras do problema em problemas simbólicos. Ao contrário, essa é a definição para pronúncia! As crianças estão traduzindo os padrões visuais das palavras do seu livro para padrões motores pronunciados nitidamente pela boca delas. Peça para elas explicarem a você o que elas acabaram de ler, e elas vão ficar com um olhar vago. Essas crianças nunca foram treinadas para traduzir a visão das palavras da página no "filme" interno que essas palavras representam.
O descuido mais devastador ocorreu no treinamento inicial de matemática. Todo o treinamento matemático que ocorre depois que mandamos as crianças aprenderem as tabelas de multiplicação supõe facilidade com o processamento dessas relações matemáticas. Velocidade e exatidão são as chaves para uma boa nota. Contudo a fundação mais importante de todos os ramos da matemática é treinada com uma condição de referência incorreta. A maioria desses "aprendizes vagarosos" foi treinada no início para recordar auditivamente e na ordem as tabelas de multiplicação. Isso acontece mais ou menos assim: "Certo classe, repitam depois de mim, 9x1=9, 9x2=18, 9x3=27..." Você já não viu um trabalhador de escritório colocar em ordem alfabética um arquivo de pastas de clientes cantando para ele mesmo a música do ABC repetidas vezes... É a mesma coisa. Você pode estar correto, mas nunca irá terminar o teste.
A solução para esse problema é semelhante ao dilema da soletração. O seu cérebro deve ter um acesso eficiente às suas tabelas de multiplicação tão rapidamente quanto possível, e em qualquer ordem. Para isso, elas devem estar codificadas no sistema visual, que é centenas de vezes mais rápido do que o sistema auditivo para essa operação.
Para fazer isso, você começa com as mesmas fichas de arquivo brancas e um marcador preto. Depois, cada problema de multiplicação deve ter uma condição de referência codificada contendo todos os elementos que o seu cérebro precisa pesquisar para solucionar o problema mais tarde. Aqui temos uma amostra da ficha:
9
X4
36
Cada ficha deve ser codificada visualmente, usando exatamente o mesmo método que nós usamos para estabelecer as condições de referências para a soletração das palavras. Uma para cada problema da tabela de multiplicação. Assim que a condição de referência é estabelecida, você faz cartões contendo as informações para testar a memória: três (3) para cada problema. O problema acima teria três cartões de teste: 9x4=?, 9x?=36 e ?x4=36, eliminando sistematicamente apenas um elemento de cada vez. A condição de referência torna possível solucionar todos os três problemas de multiplicação. O sistema visual do seu cérebro preenche automaticamente o elemento que falta, com a velocidade da luz. Tenha certeza que cada tabela de multiplicação é representada, misture muitas vezes os cartões teste, pois deste modo a memória é independente da ordem e sequência, e mostre os cartões tão rápido quanto você possa obter a resposta. Aumente a velocidade em cada nova rodada. Essas são algumas das infinitas aplicações que podem ser geradas por um sistema inteligente de aprendizagem. Lembre-se que são apenas aplicações geradas pelo sistema, não o sistema em si. Removidas do sistema que guiam a sua adaptação às novas situações, elas se tornam tão estáticas como qualquer outro sistema anterior.
Um sistema inteligente de aprendizagem é centrado no estudante/aprendiz, mantendo o aprendiz como constante, e variando o método da transferência do conhecimento até que exista uma combinação entre o método e o aprendiz. Ao invés de propor uma nova teoria ou revelar um novo fato, muitas vezes a contribuição mais importante que um cientista pode fazer é descobrir uma maneira nova de enxergar velhas teorias ou fatos. Sistemas inteligentes são uma nova maneira de enxergar o processo da transferência do conhecimento que nós chamamos de educação, a visão do olho do cérebro no processamento da informação que está revolucionando o campo da educação. À medida que os rígidos, os sistemas tradicionais de educação forem substituídos por sistemas inteligentes mais flexíveis que "pensam" e se adaptam às circunstâncias inconstantes, poderemos abolir os rótulos destrutivos, classificações e culpas, enquanto aguardamos com interesse por um padrão sempre crescente da competência ao invés do atual em declínio. O sistema inteligente de aprendizagem é a resposta aguardada há muito tempo para a nossa atual crise educacional.
Campeão de memória ensina truques para guardar grandes quantidades de informação
Para o campeão europeu de memória Simon Reinhard, guardar uma grande quantidade de informação em pouco tempo não é uma tarefa difícil.
O surpreendente é que o método utilizado pelo alemão seja o mesmo que figuras importantes da Grécia Antiga usavam para memorizar seus discursos.
Trata-se do método de Loci, ou simplesmente "palácio de memórias".
Essa técnica de memorização usa lugares para estabelecer e ordenar memórias conectando cada uma delas a um lugar.
Por exemplo: pense no caminho que você faz da sua casa até o trabalho ou mesmo entre seu quarto e o banheiro, se a lista for curta.
Em seguida, associe referências desses lugares a itens que você queira lembrar, como os da lista de supermercado.
A planta ao lado de sua cama estará associada ao pão; a porta do seu quarto, ao queijo; o quadro do corredor, ao leite; e o espelho do banheiro, ao café.
Na hora de fazer as compras, basta pensar no caminho do quarto até o banheiro para se lembrar da lista e evitar decepções ao chegar em casa para preparar a refeição.
O sistema é fácil porque, se você precisar memorizar listas longas, basta incluir detalhes da sua jornada diária.
Memorização Mnemônica em Neuroperformance
O termo mnemonista faz referência a um indivíduo com uma extraordinária capacidade para recordar uma grande quantidade de dados (p. ex. listas com nomes incomuns de pessoas, guias telefônicos, trechos de livros, etc.) À maioria destas pessoas atribui-se-lhes um tipo de memória especial que se denominou “memória eidética”, apesar de existir um debate sobre se habilidades são realmente inatas ou se são aprendidas. No entanto, muitos mnemonistas têm gozado de grande popularidade e têm passado a fazer parte da tradição, dos mitos e da cultura popular de seu país.
Nesta live abordo mais sobre Neuroperformance e suas implicações.
Vale a pena ver para os conceitos aprendidos irem se consolidando...
Nesta Entrevista rádio Sonora sobre Neuroperformance, abordamos diversos problemas da sociedade e como a Neuroperformance pode ajudar..
Entrevista Como turbinar seu cérebro Nesta entrevista falada com Lu Muniz na GenTV Como turbinar seu cérebro. A proposta publicada aqui é fundada em Neurocientificamente e ao contrário do que normalmente ocorre por ai, esse órgão que funciona de forma eletroquímica, muitas vezes para ter mais capacidade é necessário descansar, pois vivemos em uma sociedade limitada e repleta de estímulos. Por essa razão, menos pode ser mais. Também existem outros pontos importantes para turbinar seu cérebro.
Como ocorre o processo de aprendizagem de maior desempenho?
Embora complexo, é importante que todo esse mecanismo do cérebro ocorra de maneira minuciosamente conectada com todos os comandos fornecidos para a aprendizagem.
Para iniciar a conversa, a primeira coisa que pode falar é sobre a perfeição na sincronia das referências neurais para o armazenamento de informações, considerando como diferentes partes do cérebro.
A próxima etapa é o acionamento da memória de gravação, além das várias vias neuronais, para o significado dos novos dados que foram recebidos pelo indivíduo. Tudo isso armazenado no cérebro da pessoa.
É interessante ressaltar o que chama de plasticidade cerebral que, em outras palavras, significa a capacidade do cérebro em modificar todo o processo de aprendizagem: funcionamento, reorganização e adaptação de acordo com os estímulos vivenciados pela pessoa.
É possível ter 'várias' aprendizagens?
A resposta é sim, considerando os tipos de memória. Para ficar mais claro, é o seguinte: ocorre quando são usados diferentes áreas anatômicas dos hemisférios cerebrais, como os que estão obrigados a seguir: o córtex frontal (a), o mesencéfalo (b), o sistema límbico (c) e o sistema límbico (c) hipocampo d)
(a) Responsável pela atenção, percepção, pensamento, juízo crítico e raciocínio;
(b) Responsável por comandos como visão, audição, coordenação motora e movimentos oculares;
(c) Responsável pelas emoções e pela memória;
(d) Responsável pela memória.
Existe um modo de utilizar uma neuroaprendizagem no contexto pedagógico?
Sim. Os educadores podem usar o benefício de todos, mas para que isso aconteça de fato, é preciso que um profissional adote que calcule todas as áreas voltadas para o recebimento de informações e seu armazenamento posterior no cérebro do aluno.
Entretanto, é sempre importante ressaltar que além do ocorrido ocorrido nos campos cerebrais, o ambiente rico em experiências também funciona como um detalhe que contribui muito para o aluno.
Uma neuroaprendizagem é algo novo?
Não. Há estudos antigos feitos no torno dela, mas o tempo de pesquisa aumenta consideravelmente, tendo em vista a importância do ganho na última década.
Cérebro: comando principal
Todo o corpo humano é fantástico, mas o representante cerebral uma parte bastante relevante em todo esse mecanismo. Ele é responsável por todos os comandos. Portanto, quando ficamos dentro do poder que a neuroaprendizagem desempenha, podemos ter uma idéia do quão fascinante é o nosso sistema cerebral.
Inteligência emocional em relacionamentos, segredos e conselhos
Os relacionamentos amorosos são complexos e é preciso harmonizar dois universos em um só, para que juntos integrem o mesmo sistema familiar, e sigam por uma mesma estrada que deve ser percorrida com tranquilidade e felicidade.
Mas… como conseguir isso? Discussões, diferenças de interesses, sentimento de solidão ou falta da compreensão… A inteligência emocional nos oferece um marco teórico a partir do qual podemos aprender e valorizar muitos aspectos de nossa vida.
Amar não é só querer, é compreender
Essa frase nos foi deixada pela genial escritora Françoise Sagan e é, certamente, a base que nutre a inteligência emocional. O compreender as próprias emoções e as dos outros, o saber identificar no outro suas necessidades e realidades.
Este tipo de conhecimento começa sempre em si mesmo; se soubermos identificar nossas próprias emoções (alegria, raiva, desilusão, medo, ansiedade), também seremos capazes de reconhecer as emoções do nosso parceiro.
Ser o espelho do outro
Uma relação dever ser um caminho para que duas pessoas cresçam, não só como indivíduos, mas também como casal. Ou seja, é preciso permitir que o outro pense de forma diferente, que tenha suas próprias necessidades e que amadureça a nível profissional e pessoal dentro do próprio relacionamento.
Não se trata, de forma absoluta, de vetar ou proibir, de nos aproximarmos de uma relação onde não há liberdade. É preciso ter consciência de que, em uma relação emocionalmente inteligente, cada pessoa deve ser o espelho do outro: “Eu te compreendo e te respeito”, “Sei o que você sente e sei do que você precisa”.
Não é preciso moldar o outro de acordo com a nossa vontade, é preciso ir encaixando as coisas entre os dois para que a relação seja harmônica. “Apaixonar-se é encontrar a si mesmo, fora de si mesmo”.
Comunicação e inteligência emocional
Devemos escutar de forma ativa. É verdade que, algumas vezes, podemos ouvir coisas que não queremos escutar, mas o entendimento parte sempre desse ponto.
Todos os conflitos e diferenças precisam de um bom diálogo, onde possam ser comunicadas ideias, emoções e sentimentos. Sempre é importante verbalizar esse complexo mundo interior em voz alta: “Sinto que…”, “Acho que…”, “Me sinto assim…”, “O que acontece é que…”
Fale em primeira pessoa para que seu parceiro lhe entenda, mas também escute suas palavras. As pessoas dotadas de inteligência emocional costumam estabelecer uma regra na hora de se comunicar; elas sabem negociar, procurando o momento ideal no qual, simplesmente, podem sentar e falar.
Há quem, por exemplo, prefira guardar o silêncio até chegar em casa, em um ambiente íntimo no qual possa deixar sair o que sentimos, pensamos e precisamos.
Autoconhecimento e aceitação
Para construir uma relação de casal eficiente, é essencial que nos conheçamos… Quais são seus limites? Quais são as suas inseguranças, seus medos, suas necessidades?
Muitas vezes, as pessoas imaturas são as que têm mais dificuldades para estabelecer um vínculo com seu parceiro. São indivíduos com muitas inseguranças, cheios de dúvidas, de ciúmes… de aspectos não superados a nível pessoal. É essencial que você conheça a si mesmo; só então poderá, também, compreender a outra pessoa. Para manter o vínculo, é indispensável saber aceitar o outro.
As desqualificações nunca são boas. Todos nós temos virtudes e defeitos, limitações que precisam ser vistas e aceitas. Se você ama alguém, não queira mudar sua personalidade. É preciso construir, entre ambos, um modo de existência onde os dois se aceitem. Se nos empenharmos em mudar sua personalidade, causaremos uma triste infelicidade no outro.
O amor é uma grande aventura, mas é um longo trajeto que requer tempo e sabedoria, sendo a inteligência emocional um excelente apoio para que possamos nos guiar. Dela, podemos tirar equilíbrio em momentos de crise ou de dúvidas, com os quais todos já tivemos que lidar pelo menos uma vez na vida.
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