Neuromarketing na Prática
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Neuromarketing na Prática

Neurociência aplicada ao Marketing de forma prática para você realmente saber como aplicar e aumentar seus resultados.
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Created by Luis Lindner
Last updated 3/2020
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  • Neuromarketing na Prática, Neurociência aplicada ao Marketing de forma prática para você realmente saber como aplicar e aumentar seus resultados.
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Description

Para empreender de verdade e obter grandes resultados na área de marketing, é necessário entender principalmente o comportamento humano e a jornada de decisão do consumidor. Com a Formação Neuromarketing na Prática, você obterá tecnologia para impulsionar o crescimento dos seus negócios, por meio do Neuromarketing e da Neurociência aplicada de forma prática para lhe orientar em como você poderá aumentar seus resultados.

O objetivo da Formação Neuromarketing na Prática, é fornecer um programa definitivo para aumentar os resultado baseado em empreendedorismo, ciência comportamental, vendas e tecnologia para gerar crescimento acelerado, robusto e sustentável dos negócios.

POR QUE ENTENDER OS PADRÕES DE PENSAMENTO, EMOÇÕES E COMPORTAMENTOS HUMANOS?

Porque o negócio do futuro não é baseado no produto, nem no consumidor, mas sim no ser humano. O seu consumidor não é uma central lógica de decisões, ele é humano e humanos possuem estratégias mentais, hábitos e comportamentos, e a maioria das nossas decisões estão ligadas as nossas emoções, memórias, crenças, valores e identidade. Nesta Era Exponencial, quem quiser ter sucesso em qualquer negócio e empreender com resultados e grande impacto, precisa entender principalmente sobre o comportamento humano, sobre as novas estratégias e ferramentas de marketing e vendas desta nova era.

A Formação Neuromarketing na Prática utiliza os insights da neurociência e os estudos sobre a mente na identificação do comportamento humano, desvendando as reais necessidades do consumidor, pois existem técnicas, processos e hacks que são capazes de impulsionar o crescimento dos negócios. A formação conta ainda com diversos recursos exclusivos, além de acompanhamento e mentoria.

Importante: O diferencial desta formação é que além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e aplicado em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais, e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem a realidade das dificuldades dos contextos profissional ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações, e aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.

Who this course is for:
  • Empreendedores e Aspirante a empreendedor, Gerentes, Líderes de todas as áreas, Profissionais de marketing e vendas e Interessados em aprender sobre esse tema de estrema relevância para o aumento dos resultados e para o sucesso do seu negócio.
Course content
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NEUROMARKETING E O COMPORTAMENTO DO CONSUMIDOR

Boas vindas a Formação em Neuromarketing. Neuromarketing é considerado a nova ciência do comportamento do consumidor e o futuro da inteligência de mercado. Se você não entende o comportamento humano, paga mais caro pelo marketing que faz!

O Neuromarketing é a união do marketing com a ciência, e é considerado uma chave para o entendimento da lógica de consumo, que visa entender os desejos, impulsos e motivações dos consumidores...

Poder identificar e entender o comportamento do consumidor, para entregar uma mensagem consistente e individualizada – além de prever seus próximos passos e desejos, esta é a proposta do Neuromarketing.

NEUROMARKETING: A JORNADA DE DECISÃO DO CONSUMIDOR.

O mercado mudou, e a maneira como realizamos marketing, e as ferramentas que utilizamos para alcançar os melhores resultados também. O marketing, mais do que nunca, está assumindo uma posição comportamental na vida dos consumidores. E estes, por sua vez, estão cada vez mais exigentes, e cabe ao marketing a análise de cada comportamento para chegar mais próximo do que o público almeja, e entrar de vez na mente do consumidor.

HÁ SEIS PRINCIPAIS CAMPOS EM QUE NEUROMARKETING É APLICADO HOJE:

  1. BRANDING: O processo de criação de uma marca única para um produto ou serviço na mente dos consumidores, com o objetivo de estabelecer uma posição significativa e diferenciada no mercado. Esta posição é utilizada tanto para atrair como manter clientes fiéis. Neuromarketing fornece técnicas significativas para medir as associações de marca.


  2. DESIGN DE PRODUTO E INOVAÇÃO: Neuromarketing pode medir as respostas dos consumidores para o produto e ideias de serviços, embalagem e design. Estas respostas são essencialmente automáticas, emocional, e inconscientemente feita. É por isso que é importante ser capaz de medi-las.


  3. PUBLICIDADE E EFICÁCIA COMERCIAL: Muitas campanhas nos impactam de forma inconsciente, mesmo que nem sempre consigamos perceber isso. Neuromarketing explica como algumas campanhas nos deixam uma boa impressão e por que outras não.


  4. EFICÁCIA DOS ENTRETENIMENTOS: Entretenimentos criam vínculos e experiências em nossas mentes que influenciam nossas atitudes, preferências e ações. Neuromarketing ilustra o que acontece quando entretenimento nos transferem para um mundo imaginário.


  5. EXPERIÊNCIAS WEB: O mundo online fornece constantemente novos desafios aos nossos cérebros, e, portanto, a ciência do cérebro é importante para compreender as muitas maneiras que somos influenciados em nossas atividades WEB.


  6. A TOMADA DE DECISÃO: Neuromarketing demonstra como ambientes de loja são capazes de influenciar diretamente o nosso processo de tomada de decisão e comportamento de compras.

O Neuromarketing busca por meio dos estudos neurológicos compreender os motores psicológicos de compra no seu estado cognitivo, com os seguintes objetivos:

1 - Entender o comportamento do consumidor e como ele toma as decisões de compra

2 - Entender a motivação do consumidor em consumir um produto ou serviço

3 - Entender como o cérebro do consumidor reage aos estímulos que recebe

4 - Analisar suas reações e adequar toda a abordagem e todo o material de comunicação e mídia para maior impacto e conversão

5 - Criar ambiente de marca onde os consumidores possam se envolver com a marca em um nível multissensorial e criar um profundo engajamento

Na próxima aula veremos EXEMPLOS DA APLICAÇÃO DO NEUROMARKETING

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15 EXEMPLOS DA APLICAÇÃO DO NEUROMARKETING

INDEPENDENTE DE VOCÊ POSSUIR OU NÃO ACESSO AS TECNOLOGIAS QUE APONTAREMOS NESTA AULA, ALGUMAS INFORMAÇÕES QUE SERÃO TRAZIDAS PODEM DEFINITIVAMENTE LHE DAR UMA GRANDE VANTAGEM COMPETITIVA EM SUAS AÇÕES DE NEUROMARKETING E NEUROVENDAS...


1.A IMPORTÂNCIA DO OLHAR

É notícia antiga que os anúncios que incluem pessoas são muito mais eficazes do que aqueles que não o fazem. Em particular, imagens e vídeos que incluem os bebês tendem a atrair a atenção mais focada de clientes potenciais. Os anunciantes têm feito tentativas para aumentar as vendas de produtos para bebés usando closes de um bebê adorável, mas com a ajuda de tecnologia de rastreamento eye-tracking, ocular eles identificaram que isso por si só não é suficiente.


EYE-TRACKING

O EYE-TRACKING é um aparelho que permite medir, em tempo real, o movimento dos olhos, o padrão de fixação do olhar e a dilatação da pupila. O conceito básico de funcionamento desse equipamento consiste em utilizar fontes de luz capazes de iluminar os olhos, causando um reflexo visível que é capturado por um conjunto de câmeras especiais presentes no eye-tracking.

Os pesquisadores descobriram que quando a criança parece olhar para frente, os telespectadores irão focar muito mais no rosto do bebê em detrimento de se concentrar sobre o conteúdo do anúncio. No entanto, se a criança está dirigindo olhar para o produto ou o texto, o telespectador vai de fato se concentrar no conteúdo de publicidade. Como resultado, os anunciantes têm entendido que, embora rostos de bebês sejam populares entre os consumidores, eles também devem se certificar de que o bebê está olhando para o que eles querem que o consumidor a compre.

Fonte: https://www.neurosciencemarketing.com/blog/articles/baby-heat-maps.htm


2. USO EFICAZ DA EMBALAGEM

Nós todos conhecemos o sentimento de ser atraídos por uma embalagem diferenciada. Os anunciantes sempre souberam que nem sempre é o que está dentro que conta, mas a neuroimagem conseguiu levar isto para um nível totalmente novo. Marcas como a Campbell e Frito Lay tem usado neuroimagem para repensar suas embalagens.

Nos estudos, os clientes foram apresentados a embalagens com as suas respostas registradas como positivo, negativo ou neutro. Além disso, eles foram entrevistados extensivamente em relação à cor, texto e imagens. Esta pesquisa revelou que os clientes são atraídos para embalagens mais vibrantes e preferem materiais brilhantes. Ela também revelou que os clientes são menos atraídos para embalagens que descrevem ingredientes “saudáveis” nas batatas como previamente descritos nos pacotes Frito Lay.

Fonte: https://www.impactbnd.com/blog/neuromarketing


3. A COR É CHAVE

Ao selecionar as cores, tenha em mente que você pode estar influenciando como seus potenciais clientes se sentem! As cores podem evocar uma ampla gama de emoções, com estudos mostrando consistentemente uma ligação entre certas cores e certas emoções. Utilizar uma cor de forma eficaz pode ser uma poderosa ferramenta de marketing. Um dos exemplos mais famosos é o uso onipresente da cor vermelha da Coca Cola.

Especialistas em neuromarketing especializados em cor e publicidade têm dividido cores em subgrupos como um guia de como eles podem ser utilizados de forma eficaz. Azul, por exemplo, é a o cor se você deseja atrair profissionais. Mas é preciso familiarizar-se com a forma como a cor pode ser usada para influenciar o comportamento de compra. Veja os artigos em anexo na aba de recursos.


4. EFICIÊNCIA DO ANÚNCIO

Por muitos anos imagens do cérebro foram uma reserva puramente acadêmica ou científica. Neuromarketing no entanto, tem aproveitado o incrível potencial da imagem FMRI (ressonância magnética funcional) para conceder-nos informações sobre o comportamento e hábitos de consumo humano. Um exemplo de como neuromarketing tem feito uso de FMRI é comparar campanhas publicitárias antes de liberá-los para o público em geral.

Em um estudo particular , três anúncios diferentes para atendimento telefônico do Instituto Nacional do Câncer foram vistas pelos participantes. A campanha publicitária que suscitou a maior quantidade de atividade cerebral em uma determinada região, gerou significativamente mais chamadas para o atendimento. Esta nova abordagem é uma nova avenida para identificar as campanhas publicitárias que irão realmente envolver o público. FMRI tem incrível potencial para melhorar as estratégias de marketing.


5. PARALISIA DE DECISÃO

Um estudo realizado pela Universidade Columbia revelou que muitas escolhas podem realmente ser um elemento dissuasor para os potenciais clientes. Eles descobriram que displays contendo uma grande variedade de conservas eram menos propensos a parar os clientes. Ou seja, menos é mais, e por vezes, os clientes podem ser oprimidos por muitas escolhas. Por isso forneça menos opções E mais orientações por meio de uma decisão.

Foi essa ideia que inspirou um novo chatbot do Facebook Messenger da Whole Foods. Veja como funciona:

  1. Escolha um dos emojis de comida do Facebook

  2. Envie o emoji para o chatbot

  3. Obtenha uma pequena lista de receitas incríveis para experimentar

O bot de inteligência artificial (AI) da Wole Foods cuida de todo o pensamento, planejamento e tomada de decisão. Tudo o que você precisa fazer é expressar o que está em sua mente. Cabe à IA voltar com ideias.


6. AVALIANDO SATISFAÇÃO

Através de ferramentas como o Eletroencefalograma (EEG), é possível captar a atividade elétrica cerebral. Eletrodos responsáveis por captar esses sinais elétricos são posicionados na superfície do couro cabeludo, com o auxílio de uma touca. Enquanto os participantes assistem aos filmes apresentados, o seu padrão de onda cerebral é registrado pelo EEG. Após o monitoramento dessa atividade, é possível identificar as ondas de interesse e extraí-las, obtendo uma média das respostas de motivação, atenção e memorização geradas pelos comerciais avaliados. O EEG possui uma alta resolução temporal, capaz de detectar mudanças cerebrais dentro de milésimos de segundos. Assim, esta técnica permite uma análise detalhada do conteúdo dos comerciais segundo a segundo, fornecendo resultados que garantem insights precisos a respeito do desempenho dos filmes nessas dimensões.


7. AVERSÃO A PERDA

Uma descoberta interessante utilizada em neuromarketing é que as pessoas realmente não querem perder! As pessoas estão sempre preocupadas com o que elas podem perder ou o que elas podem ganhar. Por esta razão “comprar antes que ele se vá” é uma estratégia altamente eficaz. Quando a opção alternativa é colocada como uma perda, os consumidores estão muito mais propensos a comprar . Por esta razão, um conceito chamado “framing” (enquadramento) é muito importante em neuromarketing. Esta técnica é como os anunciantes atuais apresentam decisões para os consumidores de uma forma que os torna mais propensos a desembolsar o dinheiro. Os consumidores odeiam sentir que estão perdendo uma barganha, por isso certifique-se de enfatizar se elas estão decididas à perder.


8. ANCORAGEM

A primeira peça de informação que o seu cliente recebe é muito importante. Pode ser a base para qualquer tomada de decisão posterior e definir o tom para seu comportamento de compra. Os neurocientistas descobriram uma falha no funcionamento da mente, e como ele toma decisões. Como indivíduos, nós raramente somos capazes de avaliar o valor de algo baseado em seu valor intrínseco, mas tendemos a compará-lo com as opções circundantes.

Uma aplicação valiosa de neuromarketing portanto, é aproveitar este “efeito de ancoragem”. Se, por exemplo, você está olhando para dois quartos de hotel que são pagos de forma semelhante, mas um oferece um café da manhã, é muito mais provável que você fique com o que oferece o café. É mais do que provável que você não irá explorar a qualidade dos quartos oferecidos ou quaisquer características detalhadas. Anunciantes muitas vezes tiraram proveito disto quando se comparam pacotes ou ofertas umas contra as outras.


9. A NECESSIDADE DE VELOCIDADE

Neuromarketing é útil para a detecção de tendências dos clientes. Enquanto as empresas muitas vezes procuram retratar um sentimento de estabilidade e de segurança, pode ser que neste novo tempo como é uma tendência, seu cliente queira rapidez e eficiência.

O PayPal descobriu isso através da realização de um estudo que descobriu que a promessa de conveniência ativa o cérebro mais do que a segurança .


10. REVELANDO AS RESPOSTAS OCULTAS

A PepsiCo, o testar um novo anúncio do Cheetos através de Eletroencefalograma (EEG) descobriu algo interessante. Neste anúncio em particular, uma mulher brincou com seu amigo enchendo sua roupa branca com laranja Cheetos. Um grupo de foco relatou um desagrado com o anúncio, no entanto, quando um estudo de EEG foi executado com os mesmos participantes revelou que eles realmente gostaram!

Os participantes do grupo de foco estavam com medo de expressar o fato de que eles acharam o anúncio bem-humorado para que outros membros do grupo não pensassem que eles eram rudes. Deste modo, o neuromarketing pode revelar pensamentos e preferências ocultas!


11. GAMING

Os consumidores são muito mais propensos a comprar videogames que eles acham convincentes e envolventes, mas como os anunciantes podem medir isso?

Microsoft tomou a utilização de dados de Eletroencefalograma (EEG) para medir o quão engajado potenciais clientes estão com o Xbox e anúncios de videogame.

Usando EEG, Microsoft mediu que regiões do cérebro foram ativados por determinados anúncios. Como determinadas regiões cerebrais preveem o comportamento de compra o que lhes permite utilizar os 30 segundo do anúncio o mais eficazmente possível. Isso significa que não é apenas o mundo da publicidade que pode ser influenciada por neuromarketing, mas o jogo também!


12. DESIGN DO PRODUTO

Em um caso famoso de neuromarketing, Hyundai usa Eletroencefalograma (EEG) para testar os seus protótipos. Eles mediram a atividade cerebral em resposta a diferentes características de design, e exploraram que tipo de estimulação tinha maior probabilidade de resultar em compra. As conclusões deste estudo liderado pela Hyundai mudaram o design exterior dos seus próprios carros! O crescimento do neuromarketing tem a capacidade de transformar o mundo em que vivemos.


13. DEFINIR O PREÇO CERTO

Como precificar produtos de uma maneira os consumidores fiquem tentado a comprar é uma questão longa e controversa. Estamos todos conscientes de que o preço de US $ 9,99 em vez de $ 10 é uma tática de publicidade, mas isso funciona?

Novas descobertas do neuromarketing estão lançando luz sobre esta questão antiga. Números arredondados são mais propensos a trabalhar pela tomada de decisão emocional, enquanto que números mais complexos funcionam melhor quando o cérebro lógico está envolvido. Isso ocorre porque os números complexos fazem o cérebro trabalhar mais duro, talvez convencer-se que o produto com preço complexo é a decisão mais lógica.


14. LAYOUT DE SITES

Técnicas de neuromarketing também estão sendo empregados para informar como os sites devem ser projetados. A partir de esquemas de cores, layouts, tamanho da fonte, etc, neuromarketers estão investigando as nossas preferências no site. Existem hoje algumas regras de ouro quando se trata de criação de sites. Por exemplo, utilizando certificações, depoimentos e widgets sociais são certeza de atrair clientes em mais do que aqueles que não o fazem .

Outro dado interessante é que sites com layouts horizontal são menos eficazes do que os tradicionalmente verticais. Isto é porque a leitura de páginas da web a partir do topo para baixo engaja o cérebro, e faz com que seja mais provável que os espectadores mantenham em rolagem.


15. HEADLINES MEMORÁVEIS

Headlines (ou título) são uma das primeiras coisas que o espectador vê, então obviamente elas precisam se destacar e serem notadas. Como resultado, elas têm sido muito pesquisadas, e uma nova técnica de neuromarketing chamada “hipocampo Headlines” foi cunhada.

Escreva títulos excelentes e haverá investido corretamente 80% do seu dinheiro. David Ogilvy

O que isto significa? Pesquisadores da University College London descobriram que quando uma frase familiar é ligeiramente alterada, o nosso hipocampo é ativado, e nossa atenção é despertada! Se você surpreender o cérebro sua campanha de publicidade será muito mais eficaz.

Pesquisadores do Wellcome Trust Center for Neuroimaging da University College London descobriram que o hipocampo do cérebro funciona como uma espécie de máquina de previsão e comparação e reage se houver uma discrepância entre o que é esperado e a realidade. Então quando vemos uma palavra diferente em um conceito conhecido ele desperta a cérebro, e obtém atenção e memória do cliente.

15 Exemplos da aplicação do Neuromarketing
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Neurociência e os 3 cérebros do Neuromarketing: As estratégias para influenciar o cérebro de qualquer pessoa

Em uma era saturada de informações, a habilidade de persuadir, de obter atenção, é imprescindível,  é a única habilidade que tem relação direta com o nível de sucesso e impacto que uma pessoa tem na sociedade, e que vai te livrar de ser apenas mais um para ser uma pessoa que gera resultados, transformação nas pessoas. E você será admirado e recompensado por isso.

Algumas das aprendizagens foram aplicadas para entender as decisões de compra dos consumidores. Assim surgiu as disciplinas de Neuromarketing, Neurovendas e neste caso específico a Neuropersuasão,  um fascinante estudo que faz uso de técnicas e tecnologias aplicadas que ajudam a desvendar os pensamentos, sentimentos e desejos subconscientes que lideram as decisões de compra dos nossos clientes e ajudam a melhorar os resultados dos negócios, e influenciam neuropersuasivamente nossos prospectos.

Mas como o cérebro processa os estímulos?

Conselhos de quatro grandes especialistas em vendas Cristophe Morin, CEO da Sales Brain e autor do bestseller Neuromarketing: Understanding the Buy Buttons in Your Customer’s Brain (Neuromarketing: entendendo os botões de compra do cérebro do seu cliente), em entrevista exclusiva para VendaMais apresentou um incrível mapa neural denominado neuromap.

Este mapa, desenvolvimento após anos e extensivas pesquisas, revela qual é a parte do nosso cérebro que orquestra o processo de compras e quais são os passos que devemos percorrer para estimulá-lo e aumentarmos as chances de ganharmos o sim dos nossos clientes. Além da parte esquerda e direita, o cérebro está organizado em três partes que atuam como órgãos separados, com diferentes estruturas e funções celulares. Cristophe Morin, denomina estas três partes cerebrais em:

“Cérebro Novo” – a parte do cérebro que pensa. É a região do córtex. Ele processa os dados racionais e compartilha suas deduções com os outros dois cérebros – o Médio e o Velho.

“Cérebro Médio” – é a parte que sente. Também conhecido como o sistema límbico. Ele processa emoções e intuições e também compartilha suas descobertas com os outros dois cérebros.

“Cérebro Velho” – é a parte mais primitiva do cérebro humano. Chamado também de cérebro reptiliano, pois ele continua presente nos répteis. Sempre leva em consideração o resultado dos outros dois cérebros, porém, é ele que controla e toma as decisões. Sempre decide enfrentar, ou evitar enfrentamento. É a parte que está preocupada com a sua sobrevivência, como tem sido há́ milhões de anos. Pesquisas mostram que 95% das nossas decisões de compra são inconscientes. São tomadas de maneira emocional e depois justificadas racionalmente. E que o gatilho final de decisão vem do Cérebro Velho ou Reptiliano.

Não é à toa que hoje 80% dos produtos lançados no mercado falham. Isso porque quando conduzimos um processo tradicional de pesquisa de mercado acabamos perguntando para a parte mais consciente do nosso cérebro, que é Cérebro Novo, a parte que representa somente a 5% do nosso processo decisório de compra.

Sabendo que o verdadeiro decisor de compras é o cérebro reptiliano, suas estratégias de vendas devem ser aplicadas com os princípios de comunicação que falem diretamente com ele. Os 6 estímulos básicos no processo de decisão Embora o cérebro reptiliano controle de forma complexa nossas funções vitais como respiração, frequência cardíaca etc., ele é extremamente simples quanto aos tipos de estímulos desencadeiam a sua atenção.Segundo Morin, existe uma linguagem simples que você pode usar para provocar uma ação do cérebro reptiliano e que consiste em seis estímulos que, se bem dominados, garantirão uma comunicação mais assertiva.

1) Egocêntrico - O “Cérebro Reptiliano” é muito egocêntrico ou egoísta. Portanto, considerações com os outros não estão a seu alcance. Pense nesse cérebro como o centro de “EU”. Não presuma que ele tem paciência ou empatia para qualquer coisa que não interesse a sobrevivência e o bem-estar. > Isso significa dizer que seus clientes precisam escutar primeiro o que você pode fazer por eles, antes deles prestarem atenção em você.

2) Contraste - O Cérebro Reptiliano é sensível a contrastes, por exemplo: antes/depois; com/sem; arriscado/seguro; devagar/rápido. Com o contraste, o cérebro reptiliano toma decisões mais rápidas e seguras. Sem o contraste, ele pode entrar em um estado de confusão, que resulta em adiar uma decisão, ou pior, não decidir. > Ao prospectar, apresente ao seu cliente as vantagens e situações da diferença se ele adquirir seu produto ou serviço.

3) Tangível - Números funcionam para o novo cérebro, mas o reptiliano não decide nada baseado em números. O cérebro reptiliano está constantemente à procura de coisas familiares e amigáveis, que podem ser reconhecidas rapidamente. Vale dizer também que o cérebro reptiliano não processa palavras complicadas, conceitos como “soluções flexíveis”, “aproximações integradas” ou “arquiteturas em escalas”, sem esforços ou dúvidas. Ele prefere conceitos fáceis para serem entendidos, tais como: “respostas em 24 horas”, “produto que não quebra”, “mais dinheiro no seu bolso” etc. Portanto, utilize palavras simples e familiares ao prospectar com novos clientes. Não complique o seu discurso.

4) Começo e fim - O tempo de atenção de um comprador pode ter implicações significativas em como você vai entregar a sua mensagem. O cérebro reptiliano esquece a maioria das coisas que estão no meio do seu discurso. Então colocar os conteúdos mais importantes no começo é essencial, e repeti-los no final é indispensável. > Quando prospectar, procure impactar seus clientes logo no início. Os três primeiros minutos são fundamentas para fazer uma boa impressão. Reforce sua oferta ou proposta com os seus benefícios no final também.

5) Visual - O cérebro reptiliano é extremamente visual. Ele está diretamente conectado com o nosso nervo ótico e é 25 vezes mais rápido que os nervos auditivos. Estudos da neurociência demonstram que quando você vê algo que se parece com uma cobra, o seu cérebro reptiliano sinaliza “perigo”, bem antes de a parte nova do cérebro processar esta informação. > Estimule seus clientes com imagens dos seus produtos. Faça ele olhar e sentir os seus detalhes. Isso fará grande diferença no seu processo de tomada de decisão.

6) Emoção - O cérebro reptiliano é fortemente desencadeado por emoções. A neurociência demonstra que as reações emocionais claramente influenciam como você processa e principalmente memoriza as informações. > O cliente sempre irá memorizar melhor algo quando houver ingredientes de emoção.

Importante: O diferencial desta formação é que  as Técnicas e Estratégias Persuasivas Comprovadas pela Neurociência  para Influenciar o Cérebro de qualquer Pessoa, além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e aplicado em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais, e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem a realidade das dificuldades dos contextos profissional ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações, e aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.

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Neurociência e o consumo, duas formas de pensar

Para alcançar o consumidor é necessário entender o que ele pensa, e entender o que se passa em sua mente, o que não é uma tarefa simples. Neste contexto a neurociência é capaz de contribuir para a pesquisa de mercado e fornecer o que antes eram respostas inacessíveis.

A evolução da neurotecnologia tornou possível avaliar de maneira mais precisa as respostas emocionais dos indivíduos. Até pouco tempo havia somente uma maneira de acessar essas respostas: perguntando às pessoas o que elas acham de um determinado produto ou campanha. Apesar desse modelo trazer grandes informações a respeito do que as pessoas desejam, ao longo dos anos continuamos nos deparando com um problema, que foi muito bem definido pelo publicitário David Ogilvy:

“Consumidores não pensam em como eles se sentem, eles não dizem o que eles pensam, e eles não fazem o que eles dizem que fazem.”

Quer saber porque?

Pergunta: Quantas vezes você já ouviu dizer que entre 85% e 95% das decisões de compra ocorrem por impulso?

Daniel Kahneman, psicólogo e Nobel de economia, propõe um modelo de tomada de decisão que explica o comportamento do consumidor a partir de dois sistemas neurais denominados Sistemas 1 e 2. O sistema 1 corresponde as decisões intuitivas, de forma rápida e sem requerer muito esforço, baseadas em nossa memória associativa. Sendo assim, tende a agir de forma mais emocional e automática.

Por outro lado, o sistema 2 que possui características emocionais neutras, trabalha em tarefas simples e cotidianas.

Neste contexto, o neuromarketing aparece para explicar como nós usamos esta máquina tão complexa – o cérebro - para fazer coisas tão simples como comprar uma pasta de dentes. É com este objetivo, que o neuromarketing se volta para os três pilares dos processos cognitivos que sustentam as principais questões da comunicação quando falamos sobre entender a mente dos consumidores: Atenção, Motivação e Memorização.


ATENÇÃO: COMO CHAMAR ATENÇÃO DO CONSUMIDOR ?

Prestar atenção em algo ou alguém é um processo consciente, este processo exige um grande esforço cognitivo, a nossa capacidade de manter a atenção é limitada, e por isso concentrar-se em algo é uma das tarefas mais difíceis para o nosso cérebro. Em meio a tantos estímulos aos quais somos expostos nos dias de hoje, chamar a atenção do consumidor e mantê-la é uma missão árdua para a publicidade.


MOTIVAÇÃO: DO QUE ELES GOSTAM?

Motivação é um termo abrangente que se refere a uma grande variedade de fatores fisiológicos e neuronais que iniciam, sustentam e direcionam o comportamento de diferentes espécies, inclusive do ser humano. A motivação pode ser classificada a partir de duas dimensões principais: valência e intensidade.


VALÊNCIA:

Diz respeito a direção da emoção, de forma que estímulos considerados agradáveis e positivos seriam capazes de gerar um comportamento de aproximação enquanto que estímulos desagradáveis e negativos provocariam uma resposta de afastamento

INTENSIDADE:

Determina o impacto da emoção sentida, o quão positiva ou negativa é a experiência vivida. A emoção é muito importante para todos os aspectos da publicidade, inclusive para a construção de relacionamento com a marca e fidelização do consumidor.

MEMORIZAÇÃO: ELES LEMBRARÃO?

A memorização talvez seja a mais complexa das três dimensões principais do neuromarketing, e também possui uma grande importância para a publicidade. A memória pode ser formada a partir de um aprendizado explícito, ou seja, quando este processo ocorre de forma consciente, ou um aprendizado implícito, quando há a formação de memórias de maneira não consciente. Ao contrário do que se pensa, é justamente a formação de memórias implícitas que apresenta maior impacto sobre as estratégias de comunicação.

Considerações:

Todas as vezes que reativamos uma memória, estamos também alterando-a, isso significa que a publicidade não só pode evocar as lembranças, mas também transformá-las.

Neurociência e o consumo, duas formas de pensar
18:24

​Piramide de Maslow

A Pirâmide de Maslow, também chamada de hierarquia das necessidades de Maslow, é um conceito criado na década de 50 pelo psicólogo norte americano Abraham H. Maslow. Seu objetivo é determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance a satisfação, seja ela pessoal ou profissional. De acordo com a teoria, os seres-humanos vivem em busca da satisfação de determinadas necessidades. Para o psicólogo, a perspectiva de satisfação dessas necessidades é o que gera a força motivadora nos indivíduos. A pirâmide de Maslow é usada, então, para demonstrar a hierarquia dessas necessidades. Ou seja, descreve quais são as mais básicas (base da pirâmide) e as mais elaboradas (topo). As necessidades base são aquelas consideradasnecessárias para a sobrevivência, enquanto as mais complexas são necessárias para alcançar a satisfação pessoal e profissional.

Como você pode ver, a pirâmide possui cinco níveis: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. No decorrer do texto, explicaremos melhor cada um deles.

Quem foi Abraham Maslow?

Abraham Harold Maslow ( 1908 — 1970) foi um psicólogo e pesquisador norte americano. Seu trabalho mais difundido foi, sem dúvida, a hierarquia das necessidades.

O psicólogo trabalhou para o MIT, tendo fundado o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics.

Além da pirâmide das necessidades, Maslow trabalhou também com pesquisas voltadas à dinâmicas e interações entre grupos, além de técnicas de resolução de conflitos.

Hierarquia de Necessidades de Maslow

Para Maslow, as necessidades do ser-humano precisam ser saciadas de maneira hierárquica. Ou seja, antes de começar a pensar nas suas necessidades de segurança, um indivíduo precisa, necessariamente, contar com a satisfação de todas as necessidades na seção anterior.

Compreender a Pirâmide de Maslow dentro de Neuroestratégia, Neuromarketing e Neurovendas é extremamente importante para você criar qualquer tipo de estratégia de ação de marketing e vendas, Copy e Campanha publicitária, pois nesta era de abundância que estamos vivendo, e principalmente com as tecnologias resolvendo uma série de problemas, eu destaco que as nossas necessidades humanas estão sendo atendidas, mas os anseios não. Por essa razão, a ​Piramide de Maslow pode fornecer mais uma peça para você ir além das necessidades humanas, e obter grande sucesso satisfazendo anseios.


As pessoas não sabem o que querem, até mostrarmos a elas. Steve Jobs


Maslow - Hierarquia das necessidades humanas em Neuromarketing
04:28

ATALHOS MENTAIS em NEUROESTRATÉGIA, ou popularmente conhecido também como "Gatilhos Mentais"

De acordo com a Neurociência, adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia, e a maioria são decisões, que vão desde escolher a roupa que vamos vestir, a comida que vamos comer, atitudes cotidianas como caminhar ou até ver esta aula. Até o que escolhemos não fazer são decisões. Gatilhos ou atalhos mentais são portanto as decisões que o nosso cérebro toma “no piloto automático” para evitar o nosso esgotamento diante de tantas escolhas. É como se ele filtrasse quais decisões realmente precisam de uma atenção especial e, com as demais, ele simplesmente realizasse aquilo que já foi “educado” a fazer.

Por essa razão entender esses mecanismos neurobiológicos do cérebro e utilizar esses mecanismos para maior precisão e persuasão fará com que você tenha muito mais exito em suas vendas de serviços, produtos ou diálogo com seus clientes. Vejamos a seguir alguns dos mais conhecidos:

Importante: O termo Neurocientífico mais apropriado é Atalhos Mentais, entretanto para que você não fique sem compreender outra forma que esses atalhos são conhecidos, usaremos também o termos "gatilhos  mentais" que foi popularizado pelo marketing digital.


ATALHO MENTAL  #1: ESCASSEZ

As pessoas costumam dar mais valor àquilo que é escasso e difícil de conseguir.

APLICAÇÃO: Curso com “vagas limitadas”.

Bônus especial para os 20 primeiros compradores.


ATALHO MENTAL  #2: URGÊNCIA

Desperta a necessidade de tomar decisões rápidas para não perder uma oportunidade.

APLICAÇÃO: Usar palavras e expressões que demandem uma resposta comportamental instantânea, como: “Só até hoje”, “Sua última chance”, “Hoje é o último dia”, “Imediato” e “Agora”.


ATALHO MENTAL  #3: AUTORIDADE

Quem é tratado como autoridade, é respeitado e levado a sério.

APLICAÇÃO: Antes de oferecer qualquer produto pago ao seu público, ceda materiais úteis e gratuitos pra que ele perceba que você é uma autoridade no assunto.Use imagens suas em palestras, se tiver.

Tente conseguir depoimentos sobre você de autoridades em seu nicho​


ATALHO MENTAL #4: RECIPROCIDADE

Quando você dá algo a alguém, é natural que ela queira retribuir.

APLICAÇÃO: ·Ofereça ao seu público a possibilidade de ajuda-lo na resolução de algum problema.


ATALHO MENTAL  #5: PROVA SOCIAL

Temos necessidade de pertencer a grupos. E quanto mais pessoas optam por determinada opção, mais somos influenciados a tomar a mesma atitude.

APLICAÇÃO:·Use depoimentos de clientes, números de pesquisas de satisfação, quantidade de unidades vendidas, imagens de pessoas usando seu produto ou serviço, engajamento nas redes sociais, número de leitores do site, etc.


ATALHO MENTAL  #6: PORQUÊ

As pessoas simplesmente gostam de ter razões para o que elas fazem. Como falei anteriormente, elas precisam justificar na razão suas escolhas emocionais.

APLICAÇÃO: Responda a todas ou principais objeções sobre seu produto ou serviço.


ATALHO MENTAL  #7: ANTECIPAÇÃO

Algumas pesquisas indicam que projetar o futuro e o apresentar às pessoas ativa partes do cérebro ligadas à felicidade.

APLICAÇÃO:·Planeje o lançamento do seu produto e comece a fazer a publicidade, soltando informações semanas ou meses antes do lançamento (o famoso teaser).

·Você pode realizar webinários, entrevistas com especialistas na área, escrever um artigo e até mesmo criar um trailer para o seu produto que será lançado.


ATALHO MENTAL  #8: NOVIDADE

Quando somos expostos a algo novo, há um aumento na liberação de dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer.

APLICAÇÃO:·Em seu negócio, você pode usar este gatilho incluindo, de tempos em tempos, uma atualização em seu produto ou serviço.


ATALHO MENTAL #9: RELAÇÃO DOR X PRAZER

Já diz o ditado “se não é no amor, é na dor“. Conheça as maiores dores e desejos do público-alvo.

APLICAÇÃO:·Apresente os problemas para estabelecer uma identificação (quase uma empatia) e depois apresente as soluções que seu produto ou serviço oferecem.


ATALHO MENTAL  #10: DESCASO

Em relação aos negócios, este mecanismo é ativado quando mostramos aos clientes que eles se beneficiarão bem mais com o produto do que nós que estamos vendendo.

APLICAÇÃO:·Apresente as vantagens daquilo que você está oferecendo, frise a resposta para as principais objeções do cliente, mas não se posicione como ser você precisasse a todo custo que ele fechasse negócio (ou comprasse seu produto ou serviço). Em síntese, ele precisa de você, você não dele.


ATALHO MENTAL #11: COMPROMISSO E COERÊNCIA

A concordância entre o que se diz e o que se faz é algo bem visto pela sociedade e geralmente está relacionada à maturidade e ao equilíbrio psíquico. Integridade é indispensável em qualquer negócio. O seu público percebe isso e se sentirá seguro.

APLICAÇÃO:·Ofereça garantias como “Caso o produto não satisfaça suas expectativas, você pode solicitar seu dinheiro de volta no prazo de 30 dias”


ATALHO MENTAL #12: PARADOXO DA ESCOLHA

Com muitas opções você pode atrair mais pessoas, mas é provável que venda mais se oferecer menos produtos de uma só vez.

APLICAÇÃO:·Simplifique processos. Em um cadastro, por exemplo, procure pedir apenas informações indispensáveis e realmente necessárias.


ATALHO MENTAL #13: HISTÓRIA

Contar histórias é a maneira mais antiga que as pessoas têm de se conectar umas com as outras. Dificilmente as pessoas interrompem uma boa história.

APLICAÇÃO:·Através dessas narrativas, você pode persuadir seu público, levando-o a assumir o papel de herói da narrativa e protagonista da própria vida ao fazer certas escolhas.


ATALHO MENTAL  #14: SIMPLICIDADE

Coisas complicadas demandam tempo. Ninguém quando vai viajar opta pelo caminho mais longo se tiver um caminho mais perto e melhor. Seu produto ou serviço deve simplificar a vida do seu público.

APLICAÇÃO:·Apresente algo que seu público deseja alcançar e, em seguida, mostre como o seu produto encurtará o caminho até a conquista desse objetivo.


ATALHO MENTAL  #15: REFERÊNCIA

Grande parte de nossas decisões é tomada com base em experiências anteriores que tivemos. Por isso descontos dão resultados, pois nossa mente foca mais em quanto você irá economizar do que quando irá gastar.

APLICAÇÃO:·Use este gatilho em promoções e liquidações. Mostre o preço original e, em seguida, o novo valor com desconto.


ATALHO MENTAL  #16: CURIOSIDADE

Quando existe um espaço em branco entre aquilo que sabemos e aquilo que queremos saber, somos motivados a buscar informações para preenchê-lo.

APLICAÇÃO:·Para ativar esse gatilho, você deve usar títulos/assuntos chamativos, usando termos como segredo, pouco conhecido ou informação exclusiva.


ATALHO MENTAL #17: INIMIGO COMUM

Todos os públicos e empresas possuem um inimigo em comum. Em seu negócio, cabe a você descobrir qual é o maior vilão dos seus consumidores.

APLICAÇÃO: Se você também passou pelo problema que seu produto visa solucionar, mostre isso às pessoas. Isso irá conectar ainda mais você ao seu público


ATALHO MENTAL  #18: CONSISTÊNCIA

As garantias são essenciais para minimizar a dor de sair de uma zona de conforto e tomar uma atitude, o sistema reptiliano é movido pelo medo.

APLICAÇÃO:·Ofereça referências para seu cliente na hora da venda, de clientes satisfeitos, de Mercado e outras que façam sentido no seu produto ou serviço que possam quebrar barreiras e ajudar na tomada de decisão.


ATALHO MENTAL  #19: SIMILARIDADE

O gatilho mental da similaridade é a sua oportunidade para se conectar com seu público.

APLICAÇÃO:·Não deixe de mostrar sua missão, seus valores e trazer seus pensamentos mais particulares à tona.


ATALHO MENTAL  #20: EXCLUSIVIDADE

Adoramos pertencer a um grupo. Porém, mais do que isso, adoramos pertencer a um grupo que é exclusivo.

APLICAÇÃO: Faça o lançamento do seu produto uma única vez no ano, ao invés de vendê-lo sempre.

·Envie um conteúdo exclusivo para seus leitores cadastrados na sua lista de e-mail.


ATALHO MENTAL  #21: FAMILIARIDADE

As pessoas preferem dizer ‘sim’ a indivíduos que conhecem e de quem gostam” – explica Cialdini em seu livro. Quanto mais próximo ele se sentir de você, maiores as chances de ouvir o que você tem a dizer e topar suas propostas.

APLICAÇÃO:·Gere valor para as pessoas com as quais você se relaciona, ou para sua audiência. Entenda que vendas é relacionamento, portanto, sem relacionamento sem vendas.

Considerações Finais:

Para que você possa assimilar bem os gatilhos ou atalhos mentais e fazer bom uso deles, o primeiro é entender que seu objetivo é facilitar o processo decisório do seu cliente, ou seja, simplificando e oferecendo sugestões para que seu cérebro poupe energia e decida mais facilmente…

Atalhos Mentais em Neuromarketing, o popular "Gatilhos Mentais"
41:24

Vieses Cognitivos em Neuromarketing

O Marketing, de maneira simplista, visa compreender as necessidades do mercado, do cliente e os principais elementos como preço, publico alvo, estratégias de venda, marcas e produtos. As Neurociências envolvem várias áreas de conhecimento (biologia, fisiologia, medicina, psicologia, entre outras) que estudam as estruturas, desenvolvimento e funções do sistema nervoso. Assim, a neurociência nos oferece a compreensão de como os estímulos (visuais, auditivos e outros) chegam ao cérebro e como os processos cognitivos (atenção, memória, motivação, emoção e muito mais) atuam frente a estes estímulos.

O Neuromarketing se constitui da interface entre os conhecimentos do marketing e das neurociências para a compreensão dos fatores cerebrais que determinam a tomada de decisão, o comportamento do consumidor e a lógica do consumo.

Dessa forma, este curso de Neuromarketing foi concebido para que os alunos aprendam as reações neurológicas a determinados estímulos externos e sejam capazes de criar estratégias mais eficazes, com base nas neurociências, para gerar desejo para determinados produtos e marcas, criar os impulsos e as motivações necessárias para conquistar, reter e fidelizar os consumidores.


Objetivos do curso

Os professores altamente capacitados e ativos no mercado propõem oferecer ao futuro profissional de Neuromarketing as ferramentas essenciais para entender as reações cerebrais do consumidor e realizar uma comunicação inteligente, com ações de marketing e publicidade criativa, inovadora, atualizada nas tendências e eficaz na atração, conquista, retenção e fidelização de clientes.


A quem se destina:

O curso se destina a profissionais Graduados e dos seguimentos:

- Marketing e Comunicação (publicidade e propaganda, criação, mídia, lojistas, consultores de vendas, gestores de produtos e serviços, assessores de comunicação e planejamento)

- Gestores, empresários, empreendedores e administradores de atacado, varejo e indústria.

- Pesquisadores de Mercado e Consumo

- Designers e Webdesigners

Pessoas que buscam aprimorar seu conhecimento na área do consumo.


Matriz curricular:

Neuromarketing

- Introdução Ao Neuromarketing E Gatilhos Mentais

- Neuroestrategias

- Neuromarketing No Universo On-Line

- Customer Experience E Gestão De Canais (Omnichannel)

- Marketing Do Futuro, Mapeamento De Cenários E Tendências

- Marketing Sensorial: Todos Os Sentidos A Favor Da Venda E Tomada De Decisões


Fundamentos Das Neurociências

- Noções Básicas De Neuroanatomia E Neurofisiologia Aplicada Ao Consumo

- O Poder Da Atenção, Memória, Motivação E Empatia


Comportamento E Consumo

- Psicologia Do Consumo

- Neurobranding

- Antropologia Do Consumo, Netnografia E Semiótica

- Economia Comportamental

- Ética Coorporativa


Neuromarketing: Práticas E Ferramentas

- Gamificação Aplicada Ao Marketing 4.0

- Estratégias Disruptiva Para Transformação Do Marketing

- Neurométricas

- Neurolab

- Neuromarketing- Cases De Sucesso E Insucessos

Vieses Cognitivos em Neuromarketing
33:38

Neurobiologia do Consumidor e diferença entre homens e mulheres


Será que existem diferenças entre homens e mulheres na forma de consumir? Enxergar a marketing e venda como ciência pode mudar o rumo de seu negócio, porque a verdadeira venda não acontece nas lojas ou nos sites, ela acontece no cérebro do consumidor.Todos os nossos desejos de compras estão alicerçadas nas motivações básicas biológicas que são sobrevivência e de reprodução.

Não existe pensamento humano dissociado de nossa natureza, dos aspectos fisiológicos, anatômicos e biológicos. Se nós compreendermos a biologia humana, e suas buscas conscientes e inconscientes fruto de nossas programações, começaremos a entender nosso cliente, pois a maioria esmagadora dos nossos comportamentos tem uma relação direta com nossos extintos e nossas motivações biológicas e fisiológicas.

Nós compramos para satisfazer nossas necessidades e desejos, Acontece que existe diferença entre os desejos e necessidades de um homem para uma mulher...


Diferenças, motivação e processamentos entre homens e mulheres

  • ANATOMIA E FISIOLOGIA CEREBRAL: O cérebro feminino tem mais conexões do que o do homem e sofre variações pela diferença hormonal

  • DIFERENÇAS DE COMPORTAMENTO DE REPRODUÇÃO: Óvulo caro x esperma barato

  • DIFERENÇAS NO FORRAGEAMENTO: Homem caça x mulher coleta

  • DIFERENÇAS hormonais: Testosterona x progesterona e estrogênio

O homem entra, compra e sai, a mulher já é muito mais seletiva em suas ações. Elas interagem, conversam, criam relacionamento, mesmo que elas achem o que querem, olham muitas outras lojas. O homem achou na primeira, compra e vem embora.


Daniel Goleman x Diferenças de homens e mulheres

A Inteligência Emocional popularizada pelo Ph.D em psicologia Daniel Goleman em 1995, é um conceito em psicologia que descreve uma capacidade de reconhecer e avaliar seus próprios sentimentos e os outros, assim como uma capacidade de lidar com eles. Mas em seu livro há uma informação importante para o Neuromarketing.

Desde o início, assim que homens e mulheres começam a desenvolver a consciência de sua existência, o foco do homem é buscar a independência enquanto o foco da mulher é estabelecer conexões em uma rede de relacionamentos. Veremos mais diferenças a seguir...


Diferenças entre homens e mulheres nos hábitos de consumo

  • A mulher tem uma tendência a ser mais multitarefa, o homem mais focado

  • Mulher normalmente não tem paciência para passar horas jogando vídeo game, homem sim.

  • O homem possui uma visão rotacional, ele vê um produto e roda, já para elas você tem que rotacionar.

  • Os sites para homem é chapado, não precisa de 3d, mas para as mulheres é necessário que a mulher esteja de frente e costas, a mulher não rotacional como o homem.

  • O homem dentro de um site vai e volta, a mulher tem que estar tudo na frente para aumentar o engajamento.

  • O homem intende imóvel na planta, já a mulher precisa do apartamento decorado para decidir, o layout do lugar. Ela quer saber se cabe o sofá, o armário etc...

  • O homem quer saber como funciona aquela coisa, a mulher é mais empática, os neurônios espelhos são mais ativos.

  • Em uma venda, o vendedor homem só quer vender rápido, já a compradora mulher quer bater papo antes de comprar

  • Já a vendedora mulher quer explicar, bater papo, o comprador homem apenas quer comprar e ir embora

  • Então com mulheres você precisa ser empático, atencioso, muito mais do que com homens

  • A mulher é empática porque é programada para criar um bebê que não fala, já o homem é predominantemente programado para a sistematização

  • Homem não acha nada na geladeira, na casa, na gaveta, por essa razão os produtos tem que ficar fáceis para os homens achar, na frente de sua vista

  • O homem tem um cérebro com uma pré-disposição de caçador e as mulheres de coletora, por isso elas tem mais facilidade com detalhes, cores, e gostam de entrar em uma loja para olhar

  • Sentir-se atraente para a mulher é muito importante, por isso elas cuidam tanto do cabelo, e da estética

  • Detalhes, cores e estéticas são imprescindíveis para mulher, para homem é tudo a mesma coisa

A codificação das memórias para as mulheres tende a ser melhor, pois elas usam diferentes e mais complexos caminhos.


As mulheres possuem o processo de compra mais emocional e em espiral, como exemplo não vai apenas em uma loja específica, e mesmo que acredite que ache o que está procurando, olha outras antes de decidir. Para vender para o público feminino é importante:

- Criar uma conexão emocional com ela, e usar rapport, e também demonstrar como aquele produto vai facilitar a vida dela, e deixa-la mais atraente, mais bonita.

Produtos atraentes para homens são aqueles produtos que reforçam o status do macho alfa, que destaquem sua autonomia a sua liderança a sua independência

Que reforçam poder, reconhecimento e respeito por parte dos outros. O homem faz uma pergunta do tipo Porque esse produto é importante para mim? com foco e praticidade.


O comportamento do consumidor é primitivo e, ele não tem a menor ideia da maioria das forças que o movem para agir e consumir, pois 95% da informações não são conscientes, e nem se apercebe que está comprando para reprodução ou sobrevivência.


A Teoria do Cérebro Trino

A Teoria do Cérebro Trino foi desenvolvida nos anos 1970 pelo neurocientista Paul D. MacLean e apresentada em 1990 no seu livro “The Triune Brain in Evolution: Role in Paleocerebral Functions”.

MacLean argumenta a hipótese de que nós, humanos e primatas, temos o cérebro dividido em 3 unidades funcionais distintas. Cada uma dessas unidades representa um extrato evolutivo do Sistema Nervoso dos Vertebrados.

Segundo a teoria de MacLean, o cérebro humano seria composto por três sistemas interdependentes, porém distintos:

1) O Cérebro Reptiliano ou Cérebro Basal ou Tronco Cerebral, ou ainda, como o chamou MacLean, “R-complex”, é formado apenas pela Medula Espinhal e pelas porções basais do Prosencéfalo.

Esse primeiro nível de organização cerebral é capaz apenas de promover reflexos simples, o que ocorre também em répteis, por isso o nome “reptiliano”. Conhecido como “cérebro instintivo”, tem como característica a garantia da sobrevivência, além de ser responsável pela regulação das funções e sensações primárias como fome, sede, sono, entre outras.

O ser-humano sendo um mamífero não evoluiu de répteis, por isso esta denominação tem sido questionada por algumas linhas de neurocientistas.

IMPORTANTE: a denominação reptiliano usada por MacLean é considerada defasada e não é mais utilizada atualmente na neurociência. Apesar de ter se tornado popular, não é mais a forma corrente de se referir ao tronco cerebral.

2) O Cérebro Límbico ou Cérebro Emocional, que é o Cérebro dos Mamíferos Inferiores, ou “Paleommamalian Brain”, é o segundo nível funcional do sistema nervoso e, além dos componentes do cérebro reptiliano, conta com os núcleos da base do Telencéfalo, responsáveis pela motricidade grosseira, pelo Diencéfalo, constituído por Tálamo, Hipotálamo, Epitálamo, Giro do Cíngulo, Hipocampo (Memória) e Parahipocampo.

Esses últimos componentes são integrantes do Sistema Límbico, que é responsável por controlar o comportamento emocional dos indivíduos, daí o nome de Cérebro Emocional. Esse nível de organização corresponde ao cérebro da maioria dos Mamíferos.

3) O Cérebro Neocórtex ou Cérebro Racional, conhecido também apenas como neocórtex, é composto pelo córtex telencefálico. Esse por sua vez é dividido em lobos (ou regiões):

Lobo Frontal – Responsável pela elaboração do pensamento, planejamento, programação de necessidades individuais e emoção.

Lobo Parietal – Responsável pela sensação de dor, tato, gustação, temperatura, pressão. Estimulação de certas regiões deste lobo em pacientes conscientes, produzem sensações gustativas. Também está relacionado com a lógica matemática.

Lobo Temporal – É relacionado primariamente com o sentido de audição, possibilitando o reconhecimento de tons específicos e intensidade do som. Tumor ou acidente afetando esta região provoca deficiência de audição ou surdez. Esta área também exibe um papel no processamento da memória e emoção.

Lobo Occipital – Responsável pelo processamento da informação visual.

Lobo Límbico – Está envolvido com aspectos do comportamento emocional e sexual e com o processamento da memória.

O Cérebro Racional é o que diferencia o homem/primata dos demais animais. Segundo MacLean, é apenas pela presença do neocórtex que o homem consegue desenvolver o pensamento abstrato e tem capacidade de gerar invenções.

O nome Neocórtex significa “Novo Córtex” ou “Córtex mais Recente”. É a denominação que recebem todas as áreas mais evoluídas do córtex. Recebe este nome pois no processo evolutivo é a região do cérebro evoluída mais recentemente. Estas áreas constituem a “capa” neural que recobre os lóbulos pré-frontais e, em especial, os lobos frontais dos mamíferos.

É a porção anatomicamente mais complexa do córtex. Separa-se do córtex olfativo por meio de um sulco denominado fissura rinal. Possui diversas camadas celulares e diversas áreas envolvidas com as atividades motoras, intimamente envolvidas com o controle dos movimentos voluntários, e funções sensoriais. Encontram-se muito desenvolvidas nos primatas e tem seu maior desenvolvimento no Homo Sapiens, o ser humano atual.

Entendendo como funcionam os sistemas Reptiliano, Límbico e Neocórtex, os profissionais de marketing criam abordagens diferentes de acordo com o produto ou serviço oferecido, influenciando diferentes áreas do cérebro em busca da máxima eficiência de suas ofertas, aumentando a percepção de valor, criando sensações positivas ou utilizando técnicas de persuasão mais eficazes.

EM SÍNTESE: E na maioria esmagadora das vezes o sistema reptiliano fornece os motivos o sistema límbico promove recompensa e o córtex pré-frontal justifica as ações

Considerações

A persuasão está em primeiro lugar na neurobiologia, neuroquímica, e quando você começa a tentar convencer seu cliente, é sinal que você não foi precisamente persuasivo...

Neurobiologia do Consumidor e diferença entre homens e mulheres
55:51

NEUROMARKETING E NEURÔNIOS ESPELHO

Você sabe por que ficamos tão tentados a comprar algo? São os neurônios espelho! Você sabe por que sentimos vontade de fazer as mesmas coisas que os outros fazem só de observar? São os neurônios espelho! Para fazer com que sua marca cresça e tenha mais clientes você precisa entender esse neurônio e sua ligação com NEUROMARKETING.

Efeito manada é a tendência humana de repetir ações feitas por outras pessoas, ainda mais se estas forem influentes, esperando assim ter o melhor resultado possível em um mar de escolhas...

Pois é, somos invejosos por natureza (ou, pra dizer de forma mais gentil, somos “repetidores da realidade alheia”). E é tudo automático, pois esse sistema é ativado, de forma inconsciente, no ato em que você observa a outra pessoa. Bocejar ao ver outra pessoa bocejando é uma ação dos Neurônios-Espelho.

Como em neuromarketing o foco é atenção, emoção e memória, o uso de neurônios espelhos através de identificação podem criar uma memória e um estímulo ao consumo. Se o cérebro humano tem essa ação involuntária de imitar o que o outro está fazendo, ele também vai querer usar o que o outro está usando, e está aí uma grande ferramenta de marketing pra você usar em suas campanhas. Veja a seguir algumas dicas práticas:

1 – MENOS PRODUTOS, MAIS USUÁRIOS

Em suas campanhas de marketing mostre pessoas felizes e sorridentes “usando” o seu produto/serviço. Isso vai despertar mais interesse do que uma foto estática do seu produto, acompanhada, ou da lista de benefícios que ele tem. E é uma dica também funciona bem pra empresas de vestuário: ao invés de tirar uma foto do manequim vestido, faça fotos de uma modelo usando suas peças.

2 – FAÇA A PERGUNTA-CHAVE

Pra incrementar a estratégia, responda a pergunta: por que as pessoas compram o meu produto? Mas responda como se fosse um neurônio espelho. Lembre-se: ele é impulsivo, invejoso e quase nada racional.

As pessoas não compram bicicletas pra se exercitar e perder barriga. Isso é um efeito colateral. Elas compram bicicletas para se sentirem jovens de novo, pra driblar o engarrafamento, pra não ter que se preocupar com taxa de estacionamento…

Você acha que mulheres compram maquiagem pra ficar bonitas pros homens? Hum .. acho melhor você investigar mais sobre isso. E você realmente acredita que homens compram moto pra economizar combustível? Pesquise! Descubra por que as pessoas compram o que compram, descubram qual mensagem subliminar desperta os Neurônios-Espelho nelas e use isso em suas campanhas.

3 – FAÇA OS OUTROS SABEREM QUEM JÁ É SEU CLIENTE

Mostre quem já é seu cliente – fotos nas redes sociais, cases de sucesso nos blogs, depoimentos em vídeos no youtube... use tudo o que a tecnologia dispõe para mostrar quem já “se deu bem” comprando de você ou contratando seus serviços. Aqui, além dos Neurônios Espelho você ainda usa outra estratégia que é a Prova Social, um dos gatilhos da persuasão citados no livro de Robert Cialdini.

Cabeleireiros e clínicas de estética usam as redes sociais pra postar fotos de seus clientes com o novo visual. Não tem campanha de marketing melhor pra você do que o sorriso de um cliente satisfeito.

4 – PRESENTEI CLIENTES VIPs

Ocasionalmente, independente de ser data comemorativa ou não, distribua brindes e amostras grátis para clientes estratégicos com o objetivo de estimular o consumo por parte dos outros clientes. Também você pode usar pessoas que possuem influência sobre a opinião pública para que usem seus produtos ou serviços. Divulgue essas ações em suas redes sociais para que seus outros clientes (não VIPs) vejam e, atiçados pelos Neurônios Espelho, façam por onde se tornarem VIPs também.


Considerações sobre NEUROMARKETING E NEURÔNIOS ESPELHO

Marketing é sempre sobre pessoas e não sobre produtos ou serviços

Neurônios espelho
24:05

Neuromarketing e os sentidos nas construções cognitivas e na Neuropersuasão

O modo como você percebe a experiência e como você lida com ela
determina o que é feito da sua vida a longo prazo.

Bill Cosby

Não é interessante como as pessoas reagem de maneiras tão diferentes às coisas? Você pode ter acabado de ouvir a piada mais engraçada, de rebentar de riso, e enquanto está rolando no chão, rindo, alguém perto de você poderia estar pensando: "Isso não tem graça nenhuma!" E uma outra pessoa ainda poderia pensar que cada pessoa estava escutando numa linguagem mental completamente diferente. Isso pode se tornar ainda mais pronunciado quando vemos a comunicação inter-racial. Por exemplo, um homem branco geralmente não se sente tão ofendido ao ser chamado de "garoto" quanto um negro se sentiria.

Assim, a questão é por que as pessoas reagem de maneiras tão diferentes a informações idênticas ou quase idênticas. Por que uma pessoa vê o c copo meio vazio enquanto outra o vê meio cheio? Por que uma pessoa ouve uma mensagem e se sente energizada, excitada e motivada enquanto uma outra ouve a mesma mensagem e não tem qualquer reação? A verdade pura e simples é que se você se dirige a alguém da maneira certa, pode inspirar essa pessoa a fazer qualquer coisa. Mas se você se dirige a essa pessoa da maneira errada, todos os seus esforços não vão dar em quase nada. O pensamento mais profundo, a crítica mais inteligente, é totalmente inútil a não ser que seja compreendida tanto intelectual quanto emocionalmente pela pessoa a quem está se dirigindo. Se você quer ser um mestre comunicador, um mestre da persuasão, tanto nos negócios como na vida pessoal, é imperativo que saiba como encontrar as chaves certas para abrir a fechadura.

Cada interseção na estrada da vida é uma oportunidade
para tomar uma decisão e, em algum ponto, para escutar.

Duke Ellington

Um conjunto muito poderosos de distinções sobre por que as pessoas interpretam informações de maneiras diferentes são o que nós chamamos de metaprogramas. Os metaprogramas determinam como uma pessoa processa informações e forma percepções que governam o seu comportamento. Metaprogramas são os programas internos que determinam no que nós prestamos atenção. A mente consciente pode prestar atenção em apenas um número limitado de partes de informações de uma vez, então nós suprimimos e generalizamos informações para acelerar o processo.

Pense no seu cérebro como uma espécie de computador que processa informações. Ele absorve uma quantidade incrível de dados e os organiza para que façam sentido para um ser humano. Mas um computador não pode fazer nada sem o programa específico. Esse programa fornece a estrutura para que o computador realize determinadas tarefas. Pense nos metaprogramas como o programa do cérebro. Eles fornecem a estrutura que governa aquilo no que nós vamos prestar atenção, como faremos com que as nossas experiências façam sentido e as direções nas quais elas nos levam. Eles fornecem os fundamentos segundo os quais iremos decidir o que alguma coisa significa e se é aborrecido, interessante ou potencialmente perigoso. Para se comunicar com um computador você precisa entender o seu programa. Para se comunicar eficazmente com um outro ser humano, você precisa entender os seus metaprogramas.

Cada um de nós tem diferentes padrões de comportamento, e todos temos padrões segundo os quais organizamos as nossas experiências para criar esses comportamentos. Através da compreensão dos nossos próprios padrões mentais e também os dos outros, podemos transmitir a nossa mensagem com mais eficiência, seja para tentar fazer com que uma pessoa compre alguma coisa ou que ouça a nossa declaração de amor eterno. Mesmo que as situações possam variar, existe um conjunto consistente de padrões que determina como as pessoas compreendem as coisas e organizam os seus pensamentos.

Vamos examinar sete padrões de comportamento.

Padrão Um: Movendo-se na Direção de Versus Afastando-se de

O primeiro metaprograma envolve o conceito de se somos mais motivados para ir em direção a alguma coisa ou para nos afastar de alguma coisa. Lembre-se que todo comportamento humano gira em torno da ânsia de obter prazer ou evitar a dor. Por mais simples que possa parecer, essa informação é a força propulsora fundamental que está por trás de todas nossas ações. Nós nos afastamos de um fósforo aceso para evitar a dor da queimadura. Sentamo-nos e assistimos à dança do luar nas ondulações de um lago porque apreciamos o showglorioso que Deus nos apresentou naquele momento.

A mesma atividade terá diferentes níveis de motivação para pessoas diferentes. Uma pessoa pode ser facilmente motivada a subir correndo três andares de escada só pelo desejo de ter um corpo atraente, enquanto que outras podem ouvir dizer o dia inteiro como seus corpos se transformariam se subissem correndo as escadas ¾ e nunca farão isso. Mas se alguém sofre de claustrofobia, e existem apenas dois caminhos para o alto ¾ um deles pelo elevador lotado e o outro pelas escadas vazias ¾ veja com que rapidez aquela pessoa subirá as escadas de dois em dois para evitar a dor percebida. Uma pessoa pode ler Alex Haley ou Toni Morrison porque ela gosta da sua prosa e da sua visão interior; ela está indo na direção de alguma coisa que lhe dá prazer. Uma outra pessoa pode ler os mesmos autores porque não quer que os outros pensem que ela é ignorante ou superficial.

Assim como os outros metaprogramas que discutiremos, este processo não é uma regra absoluta. Todo mundo se move em direção a alguma coisa e se afasta de outras. Ninguém reage da mesma maneira a qualquer estímulo, embora todos tenhamos um modo dominante, uma tendência mais forte em direção a um metaprograma ou a outro. Algumas pessoas tendem a ser mais energéticas, são curiosas e expõem-se a riscos. Elas se sentem mais confortáveis indo na direção daquilo que as excita. Outras tendem a ser cautelosas, atentas e protetoras; elas veem o mundo como um lugar perigoso e tendem a tomar medidas que evitem as coisas prejudiciais ou ameaçadoras e não a ir na direção das coisas excitantes. Para descobrir de que modo as pessoas se movem, pergunte a elas o que querem num relacionamento, numa casa, num carro, num emprego ou em qualquer outra coisa. Elas dizem a você o que elas querem ¾ ou o que elas não querem?

O que essa informação significa? Tudo. Se está vendendo um produto, você pode promovê-lo de duas maneiras: pelo que ele faz ou pelo que ele não faz. Você pode tentar vender carros enfatizando que eles são rápidos, macios ou sensuais, ou pode enfatizar que eles não consomem muito combustível, não têm manutenção cara e são particularmente seguros em acidentes. A estratégia que você usa deveria depender inteiramente da estratégia da pessoa com quem você está lidando. Use o metaprograma errado com uma pessoa com quem você está lidando. Use o metaprograma errado com uma pessoa, e era melhor que você tivesse ficado em casa. Você está tentando movê-la na direção de alguma coisa, e tudo que ela quer é achar uma boa razão para voltar.

Lembre-se, um carro pode andar por um mesmo caminho, para frente ou para trás. Só depende de para que direção ele está voltado. O mesmo se dá em termos pessoais. Digamos que você queira que seu filho passe mais tempo fazendo o trabalho da escola. Você poderia dizer-lhe: "É melhor você estudar ou você não entrará numa boa faculdade." Ou: "Olhe para o Lewis. Ele não estudou e foi reprovado na escola, e vai passar o resto da vida enchendo tanques de gasolina. É esse o tipo de vida que você quer?" Como funcionará essa estratégia? Depende do seu filho. Se ele é motivado primeiramente pelo afastamento, isso poderia dar certo. Mas e se ele se mover em direção às coisas? E se ele for motivado por coisas que ele ache atraentes? Se é assim que ele reage, você não mudará o seu comportamento mostrando-lhe o exemplo de alguma coisa da qual ele deva se afastar. Você pode insistir até ficar roxo, mas está falando na chave errada, perdendo o seu tempo e o dele. Para falar a verdade, as pessoas que se movem em direção às coisas muitas vezes ficam zangadas ou ressentidas com aquelas que lhe apresentam coisas que devem ser afastadas. Você motivaria melhor o seu filho se lhe dissesse: "Se você estudar e tirar boas notas, você poderá escolher a faculdade que quiser."

No livro você vai encontrar também os metaprogramas abaixo:

Padrão Dois: Estruturas de Referência Externas Versus Internas

Padrão Três: Introvertidos Versus Extrovertidos

Padrão Quatro: Associação Versus Dissociação

Padrão Cinco: Estratégia de Persuasão

Padrão Seis: Possibilidade Versus Necessidade

Padrão Sete: Estilo de Trabalho

Colocando em Prática

Mudando os Metaprogramas

Existem duas maneiras pelas quais os metaprogramas são influenciados ou mudados. Uma delas é através de Eventos Emocionalmente Significativos - EESs. Se você via os seus pais constantemente se afastando das coisas e, por conseguinte, não sendo capaz de atingir o seu pleno potencial, este é um EES que pode ter influenciado o modo pelo qual você se dirige às coisas ou se afasta delas hoje em dia. Ou se você classificava apenas pela necessidade, e então perdeu uma grande oportunidade de emprego porque a empresa estava procurando alguém com um senso dinâmico de possibilidades, isso pode tê-lo abalado a ponto de mudar a sua abordagem. Ou se tende a ir em direção às coisas e foi iludido por um esquema desonesto de investimento que parecia bastante atraente, isso provavelmente afetaria o modo pelo qual iria encarar uma próxima proposta que pudesse surgir.

A outra maneira de influenciar os metaprogramas é através da decisão consciente de fazer uma mudança. A maioria de nós nem sequer imagina quais os metaprogramas que usamos. O primeiro passo na direção da mudança é o reconhecimento. Digamos que você descubra que tem uma forte tendência a se afastar das coisas. Como se sente a respeito? É claro que existem coisas das quais você quer se afastar. Se colocasse a sua mão num ferro quente, naturalmente iria querer retirá-la o mais rápido possível. Mas não existem coisas na direção das quais você realmente quer ir? Fazer um esforço consciente para ir em direção a alguma coisa não é parte de estar no controle? A maioria dos grandes líderes e conquistadores não vai mais em direção às coisas do que se afastam delas? Comece a alargar um pouco. Comece a pensar em coisas que o atraiam, e vá rapidamente na direção delas.

Poderíamos pensar também sobre os metaprogramas num nível mais elevado. As nações e comunidades têm metaprogramas? Bem, elas têm comportamentos, não têm? Então elas também têm metaprogramas. Temos que tomar cuidado para não estereotipar as pessoas, porém é mais do que possível que grupos inteiros de pessoas, agindo como uma unidade, tenham metaprogramas similares. O seu comportamento coletivo forma muitas vezes um padrão baseado nos metaprogramas dos seus líderes. Os seus padrões dominantes de classificação podem ter sido fortemente influenciados pela sua história e pelo tratamento dado aos seus ancestrais. É possível que a tendência do Dr. Martin Luther King, Jr. de ir em direção às coisas tenha nos influenciado a fazer o mesmo? Creio que sim. Os Estados Unidos, na sua maioria, têm uma cultura que parece ir em direção às coisas.

Assim como tudo mais neste livro, os metaprogramas devem ser usados em dois níveis. O primeiro é como um instrumento para guiar a nossa comunicação com os outros. Assim como a filosofia de uma pessoa pode lhe contar um sem-número de histórias sobre ela, os seus metaprogramas irão falar fartamente a respeito do que o motiva e do que o afugenta. O segundo é como um instrumento para a mudança pessoal. Lembre-se, você não é o seu comportamento. Se descobrir que algum tipo de padrão está trabalhando contra você, tudo o que tem a fazer é mudá-lo. Os metaprogramas oferecem um dos instrumentos mais úteis para a regulação e a mudança pessoal. E fornecem chaves para alguns dos mais úteis instrumentos de comunicação disponíveis. Disponha de algum tempo para regular os seus próprios metaprogramas e aqueles das pessoas que estão à sua volta. Vai descobrir que eles são um instrumento maravilhoso para ajudá-lo a ir na direção que mais deseja, e ajudar aos outros a fazer o mesmo.

Do livro: Poder Ilimitado – Uma escolha negra Autores: Anthony Robbins & Joseph McClendon III Editora Record Parte do Capítulo XVI ​

Neuromarketing e os sentidos nas construções cognitivas
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Introdução a Neurocopy em Neuromarketing

O Neuromarketing se constitui da interface entre os conhecimentos do marketing e das neurociências para a compreensão dos fatores cerebrais que determinam a tomada de decisão, o comportamento do consumidor e a lógica do consumo.

Dessa forma, este curso de Neuromarketing foi concebido para que os alunos aprendam as reações neurológicas a determinados estímulos externos e sejam capazes de criar estratégias mais eficazes, com base nas neurociências, para gerar desejo para determinados produtos e marcas, criar os impulsos e as motivações necessárias para conquistar, reter e fidelizar os consumidores.

Introduçâo a Neurocopy

Na forma mais simples de explicar o que é copywriting (ou copy), é um método de comunicação persuasivo, é o uso de palavras corretas para se comunicar com um determinado público e engajá-lo para uma tomada de decisão. Ou seja, é comunicar e entregar um conteúdo totalmente focado na conversão de vendas de um produto ou serviço.​ Para isso você deve prezar os passos a seguir:

PRECISÃO É PALAVRA DE ORDEM EM NEUROCOPY

Quando usamos as descobertas da Neurociência e aplicamos as estratégias de persuasão através do copywriting, veremos os pontos importantes para você conseguir fechar mais negócios.

Preview 09:34

Desatachamento

É o gatilho de você ser desencanado, você mostra que seu produto, ou algo que está oferecendo é mais importante para a pessoa do que pra você. Isto é poderoso não só pra vendas, mas também para os relacionamentos humanos, nos relacionamentos isto é conhecido como desapego. Desapego é confiar no resultado positivo, fé inabalável, quando você tem algo bom a entregar.

O desatachamento para ser efetivo, deve ser preciso em falar com seu público alvo, ou seja, vender a dor e entregar a solução, e ser ainda combinado com outra técnica, o chamado marketing de dois passos.

Marketing de dois passos em Neuromarketing

O marketing de dois passos é uma técnica muito simples, poderosa e eficaz para se vender produtos e serviços. E funciona tão bem assim por ser baseada em um princípio valorizado por todos os seres vivos, a reciprocidade, ou seja, gere valor que o valor volta pra você.

É um sistema totalmente baseado na relação “ganha-ganha” entre você e seu potencial cliente, na reciprocidade e na familiaridade, e foi projetado para construir aquilo que é mais importante para qualquer produto ou serviço: Credibilidade.

Funciona assim:

Você produz e entrega algo de real valor para as pessoas, pra que elas conheçam o que você tem a oferecer, ou seja, ofereça ajuda gratuitamente, resolva um problema ou uma parte do problema, e só depois – de maneira totalmente honesta e transparente – você oferece seus serviços para elas.​

E o melhor, às vezes você nem vai precisar oferecer, porque se a entrega de valor for bem feita, elas mesmas vão te procurar para comprar seus serviços. Essa técnica combina precisão, rapport e derruba as objeções do tipo: ​

  • Será que o produto ou serviço funciona?

  • Será que esse profissional é realmente competente?

  • Será que vale o investimento?

Além disso, com a estratégia que ensinamos aos nossos coachs, você terá em sua frente uma pessoa extremamente motivada e sem objeções para poder fechar suas sessões de coaching ou qualquer outro negócio que esteja oferecendo.

Desatachamento em Neuromarketing
53:08

Neurocopy para Venda de Serviços de Coaching, Consultoria, Terapia, Merketing Digital​

Encontre o problema que você vai resolver. Se você vende algo, independente do que seja (produtos ou serviços), então você tem que ter a solução para um problema.

Entenda o que você está vendendo

Só que para você conseguir ter a solução para o problema de alguém, você tem que saber exatamente o que está vendendo, inclusive, sabendo os benefícios.

Consiga despertar a emoção do seu cliente

Agora, vamos supor que você já sabe que tem a solução do problema do seu público. Mas, isso não será suficiente se você não souber despertar a emoção dele de alguma forma. Por exemplo, você pode contar a sua jornada, ainda mais se for parecida com a dos seus clientes, para criar empatia e aí o terreno fica mais fértil para a conversão futura. Só que existe uma técnica: os gatilhos mentais (ou atalhos mentais).

E o que são esses gatilhos mentais?

Basicamente, eles são mecanismos cerebrais que tem o objetivo de tornar mais rápido processo de decisão do seu cliente.

Existem muitos gatilhos mentais que são estudados e usados a todo instante. Muito resumidamente, separai alguns deles para você entender do que estamos falando.

Reciprocidade – é a tendência de retribuir favores (é um troca),

Coerência – quando você se propõe a pagar por algo se o cliente não gostar,

Prova Social – é uma tendência que segue o comportamento de outras pessoas,

Autoridade – é outro gatilho porque nos faz confiar naqueles mais “experientes”,

Escassez – mostra que tudo é que raro ou está acabando é valioso.

Essas são algumas ideias de gatilhos mentais que fazem com que nossos públicos comecem a agir de forma mais automática, mais emotiva. E se você conseguiu atrair a emoção do seu cliente, então, você entendeu perfeitamente o que é copy.

Fale do produto, mas só no momento certo

Outra definição: o que é copy se não a arte de conseguir encontrar o momento certo para a venda? O copy fala muito em conteúdo. Conteúdo persuasivo, conteúdo de qualidade, conteúdo de valor, conteúdo de importância…

Se você entrega um conteúdo de alta qualidade, que sana as dúvidas dos leitores, que te dá credibilidade e autoridade, você está a dois passos do paraíso para realizar a sua venda de serviços. Isso porque você conseguiu gerar um relacionamento muito bom através das estratégias que ensinamos nesta área de nossa formação. Afinal, você está dando a solução para um problema, não é?


Objeções

Vamos entender da seguinte forma: quando um consumidor compra um produto, ele tem que se desfazer de alguma coisa, no caso o dinheiro dele. Essa troca precisa, necessariamente, valer a pena.

E existem muitos motivos para que o consumidor ache que aquela troca não vai valer a pena. Isso é a objeção, esse pensamento de achar que o produto não vale a pena ou não vale o valor pelo qual está sendo vendido. Se o produto vai solucionar o problema dele, já é um começo.

Mas, é preciso ir, além disso, e mostrar, inclusive, que o valor está abaixo do que o produto pode representar de mudanças na vida da pessoa que o comprar. Pensando do lado do consumidor, ele está totalmente correto em ter objeções. Só que se você vende algum produto no qual confia e sabe que vale a pena, vai precisar mostrar para o consumidor isso.

Leve o seu público à tomada de decisão

Tem uma frase que é bastante batida no mercado digital, mas que precisamos dizer aqui, agora:

“Se você não disser ao cliente para onde ir, ele pode ir a qualquer lugar… Inclusive, embora”.

Você tem um conteúdo de qualidade, usa técnicas de persuasão baseado no que aprendeu sobre o que é Neurocopy e ainda tem um produto que vai resolver o problema de muita gente.

Você tem que ter o poder de direcionar o seu leitor para a compra, e para ajudar você neste processo, preparei uma aula sobre técnicas de fechamento de vendas para ajudar você entre outras que seguem na sequencia desta.

Neurocopy para Venda de Serviços 01
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ATRAIR, CONVERTER, FECHAR E ENCANTAR

Por trás do neurocopy existem técnicas, processos e gatilhos que são capazes de impulsionar o crescimento das suas vendas, por meio da linguagem que atalha e facilita os processos decisórios do cérebro . Mas o que faz uma venda acontecer? Uma mensagem poderosa e uma oferta irresistível e ponto final!

NEUROCOPY é a organização do contexto linguístico no qual as pessoas tomam decisões, com objetivo de influenciá-las de forma previsível pela neurociência.

Escrever com foco na conversão e criar conteúdos com o intuito de promover e vender bens, serviços, marcas ou empresas.

PALAVRAS MUDAM RESULTADOS

Uma palavra muda o sentido, o humor, a motivação e o comportamento, e quando você está vendendo algo, cada frase, cada palavra é uma estratégia.

Como dizem os americanos: ” a distância entre o sucesso e o fracasso nos negócios é só uma carta de vendas”. Se o que você deseja é criar mensagens poderosas e ofertas irresistíveis para os seus consumidores, então você está fazendo as aulas certas, pois o NEUROCOPY é a forma mais simples, rápida e efetiva de construir a sua proposta de valor única que distingue seu negócio dos demais, e é capaz de gerar os resultados que sempre desejou.

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Neurocopy 03: Pré-palestra e Divulgação do Evento ​

Nesta aula, o objetivo foi conduzir o coach a mais um passo em direção a construção da Palestra de captação de audiência e estabelecimento de relacionamento com o seu avatar desta ação específica, bem coma orientá-lo em relação a divulgação​ do seu evento.

Falamos também de O Que é AIDA -Atenção, Interesse, Desejo e Ação

AIDA é um método usado pelas equipes de marketing e vendas que foca especialmente no comportamento do consumidor. Ele se sustenta na ideia de que todos os clientes passam por um ciclo, chamado de jornada do comprador, que vai desde os primeiros contatos com uma marca, produto ou serviço até o momento da decisão – ou não – da compra.

Basicamente, o método AIDA considera informações sobre o que o consumidor pensa, necessita e deseja para propor as etapas necessárias para gerar leads e alcançar mais vendas. Em outras palavras, o modelo serve para dar aquele empurrãozinho em clientes indecisos e incentivá-los a avançar pelo seu funil de vendas. Mas de onde vem o nome AIDA? Na verdade, esse é um acrônimo formado pelas iniciais (em inglês) das etapas principais dessa jornada, que são: Attention (Atenção) Interest (Interesse) Desire (Desejo) Action (Ação). Ao criar um planejamento de marketing estratégico que contemple todos esses pontos do modelo AIDA, você parte de uma fórmula de sucesso. Nesse caso, as chances de a empresa transformar um total desconhecido em um cliente em potencial e, depois, em um cliente satisfeito e fiel, são bem maiores.

Quem criou o Modelo AIDA?

O modelo foi desenvolvido por Elmo Lewis, um dos pioneiros da publicidade e vendas nos Estados Unidos, ainda no século XIX, mais especificamente em 1899. Veja que estamos falando sobre um método bastante antigo, mas não ultrapassado. O objetivo original de Lewis era otimizar o processo de vendas, focando principalmente na interação entre vendedor e comprador em relação ao produto. Para ele, esse processo era resumido da seguinte forma: “Chamar a atenção do consumidor para informá-lo sobre o produto e, então, fazer dele um cliente”. Aqui, a publicidade era vista como um tipo de “treinamento”, que servia mais para auxiliar os consumidores do que qualquer outra coisa. O modelo foi evoluindo com o passar do tempo e, cerca de 20 anos depois, ainda no distante 1909, acabou se transformando em “atrair a atenção, despertar o interesse, persuadir e convencer”. Dessa forma, dá para dizer sem medo de errar que o modelo criado por Lewis deixou um legado importante para o mundo dos negócios, uma vez que sua fórmula ainda é usada no mundo todo por mais de 100 anos após sua primeira aparição.

As 4 Etapas do Modelo AIDA

1. Atenção: No modelo AIDA, a etapa da atenção corresponde ao momento no qual um consumidor descobre uma marca ou aquilo que ela oferece. É o primeiro contato, a primeira impressão. Só que pode nem haver uma segunda se você não se esforçar para isso. O que acontece é que, hoje, os consumidores são bombardeados 24 horas por dia por mensagens publicitárias. Seu concorrente está ali, tentando entrar na mente do cliente e convencê-lo de que é a melhor opção. Você precisa fazer o mesmo. Ou, melhor dizendo, fazer diferente.

Uma abordagem valiosa para atrair a atenção do consumidor é o que chamamos de “interrupção criativa”. O objetivo do anúncio não deve ser apenas mostrar o produto, mas sim quebrar padrões existentes de comportamento por meio de uma mensagem altamente criativa. Isso pode ser feito de várias maneiras, desde o marketing boca a boca até um conteúdo intensamente personalizado e direcionado. Sempre lembrando que essa é uma estratégia possível graças às inúmeras opções de segmentação que temos a disposição nas redes sociais e no meio digital como um todo. Outra maneira de chamar a atenção é colocar anúncios em situações ou locais inesperados, com o sempre inusitado marketing de guerrilha. Veja que fantástico o exemplo abaixo do Hopi Hari: Os adesivos colados estrategicamente na escada rolante deram uma nova cara ao ambiente, tornando a peça bastante interativa. É simplesmente impossível não trazer o olhar das pessoas que passam por ali sobre a marca. Isso é uma aula sobre como chamar a atenção, o ponto de partida do AIDA.

2. Interesse: Depois de conseguir a atenção do consumidor, o próximo passo é gerar interesse pelo que tem a oferecer a ele. Porém, se o produto ou serviço não for inerentemente interessante, pode ser bastante desafiador alcançar o êxito. Essa fase significa que consumidor já entrou no seu funil de vendas e, provavelmente, está interessado em saber mais sobre a marca e as vantagens da sua solução. Ele começa a cogitar a ideia de compra, mas ainda precisa amadurecer isso melhor.

O que fazer, então?

Você precisa manter esse potencial cliente envolvido com suas ações de marketing, de forma que o conduza de modo sutil em direção à tomada de decisão. É o momento de se concentrar nos pontos fortes do produto e que são mais relevantes para os problemas que o consumidor enfrenta. Ou seja, mostrar que a dor do cliente e a sua solução podem dar “match”, um casamento perfeito. Por exemplo, garanta que as informações de seus anúncios estejam fáceis de ler e de entender, com subtítulos e ilustrações interessantes. Também que os benefícios estejam bem claros nas páginas de produtos. E que a missão da empresa esteja destacada no site. Ou, ainda, tente desenvolver estudos de caso de clientes satisfeitos com seu produto para que possam servir de prova social. Se você ainda não definiu a buyer persona do negócio, não dá para esperar mais. Esse processo fornece elementos suficientes para escolher qual a melhor mensagem e qual o melhor canal para criar esse interesse.

3. Desejo: Que bom que você conseguiu despertar o interesse do potencial cliente e mantê-lo envolvido na sua narrativa. Mas, como no cinema, uma obra instigante não promove o final feliz tão facilmente. Há obstáculos, imprevistos, dificuldades para chegar ao resultado desejado. O modelo AIDA leva isso em conta ao diferenciar o interesse do desejo. E a proposta desta terceira etapa é levar o consumidor do “eu gosto” para o “eu quero”. Em outras palavras, o desafio é despertar e estimular o desejo do consumidor pela solução. O lado positivo disso tudo é que interesse e desejo podem ser buscas simultâneas, que a sua estratégia visa ao mesmo tempo. Afinal, ao apresentar as vantagens de um produto, você instiga o lead tanto a gostar quanto perceber que precisa dele. Normalmente, o estágio de desejo está no meio do funil de vendas, fase na qual um consumidor compara o produto com as ofertas de outros concorrentes. Ou seja, ele já tomou conhecimento da sua marca, identificou um problema ou necessidade real e sabe que sua empresa tem a solução para isso, mas, apesar disso, ainda quer verificar outras opções no mercado. Na prática, ele coloca lado a lado soluções que despertaram o seu interesse, mas ainda há margem para o convencimento ser completo. Aqui, seu trabalho deve ter como foco destacar o que o consumidor ganha ao escolher você e não outra marca ou empresa. Deixe bem claro que ele não encontra tais benefícios em outros produtos, que sua solução é exatamente aquilo que precisa. Dessa forma, você agrega valor ao produto, desperta o desejo e induz esse cliente à compra.

A L’Oreal é um exemplo de empresa que faz isso muito bem. Conforme atende às preocupações dos consumidores em relação a um produto, ela aproveita para oferecer vários conteúdos sobre cuidados com a pele e dicas de beleza. Dessa forma, quando um cliente lê um post no blog sobre uma rotina de tratamento capilar, por exemplo, fica mais propenso a seguir essa rotina se tiver produtos L’Oreal, já que o conteúdo ensinou o que, quando e como usar.

4. Ação: Esta é a peça final do quebra-cabeças. A parte mais estreita do seu funil. Ou, para seguir na analogia cinematográfica, o clímax da história. O estágio da ação no AIDA está relacionado a transformar todo o desejo em resultados. Lembrando que esse resultado pode ser qualquer coisa, desde uma assinatura de newsletter até uma venda propriamente dita. Vai depender dos seus objetivos. O que importa é garantir a ação. Independente de qual ela seja, o potencial cliente já chega nesse estágio com a decisão quase tomada. Ele só precisa de mais um empurrãozinho para fechar o ciclo. Descontos antecipados, testes gratuitos, ofertas individuais, sistemas de referência. Tudo isso pode servir para induzir o consumidor ao ato. Mas não esqueça de que é você que precisa fechar a venda negócio com ele depois que o levou até o ponto final do processo de desatachamento. Os gatilhos ou atalhos mentais, desde que usados com prudência, ética e verdade, tendem a funcionar muito bem neste momento.

A regra geral é: se concentre nas necessidades do cliente.

Ao focar no problema central do cliente, fica mais fácil entregar a mensagem certa para ganhar o interesse. Produzir conteúdo útil e relevante (vídeos, post blog, webinários, etc), investir em anúncios criativos, leves e fáceis de interpretar e, oferecer uma prova social. Estimule o desejo O desejo e o interesse andam de mãos dadas nessa jornada. O objetivo aqui é ir além de mostrar que a solução é relevante para o cliente, mas torná-la irresistível para ele. Criar uma conexão emocional é tão frutífero quanto mostrar que a sua solução é a ideal para eles. Para tanto, não tenha medo de misturar elementos persuasivos com as funcionalidades do produto.

Neurocopy 03 Pré-palestra e Divulgação
47:37

​Segue nossa live onde abordamos sobre Neuroestratégia, Neuromarketing e Neurovendas na Era Exponencial, onde também falamos de diversas tendências e oportunidades. Acredito que algumas boas ideias possam surgir.

Live NEUROESTRATÉGIA de Neuromarketing
55:06

Conceitual Summit

Imagine um novo tempo, com mudanças acontecendo na velocidade do pensamento, e com tecnologias criando um cenário extremamente disruptivo, mas em contrapartida, repleto de oportunidades. Ser disruptivo significa criar um novo nicho em um mercado, suprindo necessidades não contempladas tradicionalmente através de uma estratégia de flanco, pois as necessidades humanas estão satisfeitas, mas os anseios não..

Palestra no Conceitual Summit
40:15

Olá meu colega..

Parabéns por ter chegado até aqui, mas você pode ir além!

A partir deste momento na história da humanidade, a permanência no mercado é condicionada ao seu desenvolvimento contínuo. Por essa razão, estou a sua disposição para orientá-lo em uma trilha de aprendizagem para seu melhor desenvolvimento e realização dos seus objetivos e metas.

Entre em contato através da plataforma ou também através do luis@luislindner.com.br

Um universo de novas oportunidades e possibilidades espera por você..

Convite para continuar seu desenvolvimento
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