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Neuroaprendizagem desenvolva sua Memória e Cognição
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435 students

Neuroaprendizagem desenvolva sua Memória e Cognição

Amplie sua capacidade aprender e reter informações com Neurociência e Neurolinguística aplicada a Aprendizagem Acelerada
Created byLuis Lindner
Last updated 10/2025
Portuguese

What you'll learn

  • Amplie sua capacidade aprender e reter informações com Neurociência e Programação Neurolinguística aplicada a Aprendizagem
  • Desbloqueio do Potencial Cognitivo Aprenda a assimilar grandes volumes de informação com facilidade e transformá-los em ações práticas.
  • Técnicas avançadas para ativar áreas do cérebro relacionadas à memória, foco e criatividade.
  • Técnicas comprovadas para melhorar a absorção de informações e aprendizados

Course content

1 section46 lectures33h 26m total length
  • Apresentação do curso de Neuroaprendizagem2:14
  • Boas vindas a curso de Neuroaprendizagem2:45
  • Meu presente para você: Mentoria gratuita por inteligência artificial1:28
  • Como melhorar o desempenho do cérebro25:54

    Introdução a Neuroaprendizagem

    Neuroaprendizagem é o que podemos definir como o ato de aprender, tendo como base as funções cerebrais. Em outras palavras, tudo que seja referente ao aspecto cognitivo, entre eles: a linguagem, a capacidade de raciocinar, memorizar, tomadas de decisão, concentração, entre outros.

    A Neurociência desperta o seu interesse? Compreender como as funções do cérebro influenciam nossas ações, especialmente a capacidade de aprender, é o objeto de estudo da Neuroaprendizagem.

    Neste exato momento, você está desenvolvendo inúmeras conexões neurais. Várias funções cognitivas estão envolvidas no simples ato de ler este post. Isso é muito interessante, não é mesmo?

    Agora, imagine quanto conhecimento você pode adquirir ao fazer Neuroaprendizagem! Então, não pare de ler agora. Acompanhe nosso artigo, entenda um pouco mais sobre esse conceito e considere a possibilidade de fazer uma especialização nessa área.

    Se você costuma acompanhar publicações sobre Neurociências ou educação, provavelmente já escutou esse termo e deve ter uma ideia do que significa. O conceito de Neuroaprendizagem não é conhecido pelo público geral, mas faz parte da vida de qualquer pessoa.

    A Neuroaprendizagem é, basicamente, o processo de aprender, sendo que o funcionamento cerebral é a base desse processo. O ponto central desse campo do conhecimento é o estudo das funções cognitivas, como memória, linguagem, atenção e concentração, capacidade de raciocínio, planejamento e coordenação de comportamentos, tomada de decisão, entre outras.

    O processo de aprendizagem é bastante complexo. Envolve a sincronia das conexões neurais e o acionamento de determinados elementos cognitivos para que novas informações sejam assimiladas e armazenadas.

    Para que todo esse processo aconteça, dependemos da plasticidade cerebral, que é a capacidade do cérebro em modificar tudo o que já foi aprendido. Portanto, a aprendizagem abrange etapas de funcionamento cerebral, reorganização estrutural e adaptação de informações e respostas, resgatando as experiências já vivenciadas.

    Qual a importância desse conceito para o processo educacional?

    No contexto educacional, deve-se levar em conta que existem várias funções cerebrais envolvidas no processo de aprendizagem. Tendo isso em vista, os profissionais da educação precisam adaptar as estratégias de ensino para estimular as potencialidades de seus alunos como um todo.

    O ato de aprender depende da organização, categorização e integração das informações recebidas. As funções cerebrais, os comportamentos e os estímulos ambientais (eventos vivenciados), em conjunto, fornecem a base do aprendizado. Sendo assim, as técnicas utilizadas pelos educadores influenciam significativamente o desenvolvimento dos alunos.

    O ambiente de aprendizagem precisa ser dinâmico, motivador e, ao mesmo tempo, familiar, para extrair o melhor das habilidades dos educandos. O incentivo a desafios, novidades e variedades é essencial para explorar as múltiplas funções cognitivas relacionadas ao aprender. Em complemento a isso, o cérebro também precisa de familiaridade e estabilidade para trazer mais agilidade ao pensamento.

    De modo prático, o processo educacional precisa estar atrelado a condições que treinem as diversas funções cerebrais e favoreçam o aprendizado, alicerçando-se, inclusive, na emoção. Isso porque esse é um elemento cognitivo que desencadeia um alto número de conexões neurais e provoca modificações expressivas no cérebro.

    Somado a isso, oferecemos diversas ferramentas e estratégias para ampliação da aprendizagem e construção de um conhecimento cognitivamente funcional.

    Como ocorre o processo de aprendizagem?

    Embora complexo, é importante frisar que todo esse mecanismo do cérebro acontece de maneira minuciosamente conectada com todos os comandos necessários para a aprendizagem.

    Para começo de conversa, a primeira coisa que podemos falar é sobre a perfeição na sincronia das conexões neurais para o armazenamento da informação, considerando as diferentes partes do cérebro.

    A próxima etapa é o acionamento da múltipla memória, além das várias vias neuronais, para dar o significado aos novos dados que foram recebidas pelo indivíduo. Tudo isso armazenado no cérebro da pessoa.

    É interessante ressaltar aquilo que chamamos de plasticidade cerebral que, em outras palavras, significa a capacidade do cérebro em modificar todo o processo de aprendizagem: funcionamento, reorganização e adaptação de acordo com os estímulos vivenciados pela pessoa.

    É possível ter ‘várias’ aprendizagens?

    A resposta é sim, considerando os tipos de memória. Para ficar mais claro, é o seguinte: isso ocorre quando são usadas diferentes áreas anatômicas dos hemisférios cerebrais, como os que estão listados a seguir: o córtex frontal (a), o mesencéfalo (b), o sistema límbico (c) e o hipocampo (d).

    (a) Responsável pela atenção, percepção, pensamento, juízo crítico e raciocínio;

    (b) Responsável por comandos como a visão, a audição, a coordenação motora e os movimentos oculares;

    (c) Responsável pelas emoções e pela memória;

    (d) Responsável pela memória.

    Existe um jeito de utilizar a neuroaprendizagem no contexto pedagógico?

    Sim. Os educadores podem usá-la em benefício de todos, mas para que isso aconteça de fato, é preciso que o profissional adote estratégias que estimule todas as áreas voltadas para o recebimento das informações e seu posterior armazenamento no cérebro do aluno.

    Entretanto, é sempre importante ressaltar que além do aprendizado ocorrido nos campos cerebrais, o ambiente rico em experiências também funciona como um detalhe que contribui muito para o estudante.

    A neuroaprendizagem é algo novo?

    Não. Há estudos antigos feitos em torno dela, mas faz pouco tempo que o número de pesquisas aumentou consideravelmente, tendo em vista a importância que o assunto tem ganhado na última década.

    Cérebro: o comando principal

    Todo o corpo humano é fantástico, mas o cérebro representa uma parte bastante relevante em todo esse mecanismo. Ele é responsável por todos os comandos. Portanto, quando ficamos por dentro do poder que a neuroaprendizagem desempenha, podemos ter a ideia do quão fascinante é o nosso sistema cerebral.

  • Neuroperformance em Neuroaprendizagem44:51

    Neuroperformance em Neuroaprendizagem

    Neuroperformance® é a ciência a serviço do sucesso, um metodologia através do qual as pessoas desenvolvem sua Inteligência Emocional e cognitiva, para obtenção de Alta Performance e promoção de mudanças imediatas, aprendendo a administrarem a si próprias de maneira a alcançar rapidamente seus objetivos e qualidade de vida desejada. Neuroperformance® é um convite para torná-lo a melhor versão de si mesmo, pois nesta aula seu potencial é alavancado através da identificação das lacunas, e do fornecimento de recursos exclusivos para criação de caminhos e soluções, que levarão você a realização dos seus sonhos, tirando-o da escassez para a abundância, dos cárceres das crenças limitantes, para um universo de novas possibilidades, através de uma nova maneira de pensar e de interagir no mundo, totalmente coerente com o novo cenário que estamos vivenciando e com o futuro que se apresenta, pois a maior parte dos seus problemas são causados pela incompreensão do seu cérebro e pela falta dos recursos certos.

    SE VOCÊ NÃO SABE COMO FUNCIONA SEU CÉREBRO, ESTÁ PERDENDO TEMPO, DINHEIRO E A SUA VIDA.

  • Pensar corretamente para haver Neuroaprendizagem39:18

    PENSAR CORRETAMENTE

    A grosso modo, simplificando uma série de processos complexos, pensar é fazer e responder perguntas, mas há um critério importante para isso: A direção em que as perguntas te movem...

    APRENDA A FAZER AS PERGUNTAS CERTAS.

    Uma pergunta muito comum por pessoas que estão carentes de sentido e que podem trazer péssimas respostas:

    O que há de errado comigo?

    Essa pergunta não possui lógica, pois ela foca em procurar problemas e não soluções, e acessa memórias que muitas vezes podem levá-lo a um estado sem recursos.

    Como perguntar corretamente?

    As perguntas certas devem mover você na direção de superação de seus obstáculos, em vez de move-lo a inquerir o porque dos mesmos.

  • O seu estado emocional é seu aliado ou seu sabotador na neuroaprendizagem?58:06
  • Administramos os estados emocionais para aprender mais através da Tétrade24:24

    Tétrade na construção dos estados emocionais

    Com a PNL aprendemos que você pode sentir-se bem no momento que desejar, basta usar seus recursos para resgatar o “Eu” nos focos de tensão através de suas Âncoras. Mas o que é O que é Programação Neolinguística - PNL? É o estudo da estrutura da experiência subjetiva. Ela estuda os Padrões (“programação”) criados pela interação entre o cérebro (“neuro”), a linguagem (“lingüística”) e o corpo (“fisiologia”).

    A PNL estuda como o cérebro e a mente funcionam, como criamos nossos pensamentos, sentimentos, estados emocionais e comportamentos, e como podemos direcionar e otimizar esse processo. Em outras palavras, ela estuda como o ser humano funciona e como ele pode escolher a maneira que quer funcionar.

    Na PNL também aprendemos que cada um de nós é responsável pelo seu estado emocional. Se estamos alegres ou tristes, desanimados ou entusiasmados, isso não caiu de paraquedas, somos nós que estamos criando isso através da tétrade que é a fonte dos estados.

    Nossos estados, sentimentos e emoções são criados por uma tétrade : nossa fisiologia (corpo), nossa linguagem (palavras), o que nós falamos, o foco de nosso pensamento e as nossas crenças ou convicções.

    O estado emocional em que estamos determina nosso comportamento, portanto a mudança ocorre através da alteração de um ou mais elementos da tétrade. Esse conhecimento pode nos tirar do papel de vítima e nos tornar mais proativos e mais no controle da nossa própria vida.

  • Eliminando a ansiedade e o branco na prova através do resgate do Eu57:56

    Resgate do eu e estado de presença

    O estado de presença do Dr. Richard Moss também pode ser usado como uma âncora para um estado emocional de tranquilidade. Em menos de 2 minutos você poderá quebrar um estado emocional enfraquecedor e recuperar seu poder cognitivo.

    O Dr. Richard Moss propôs uma âncora para resgatar o EU e trazê-lo para o presente. Tome uma ou duas respirações e diga o seguinte:

    1.Eu estou aqui agora...

    2.Quem eu sou começa agora!

  • Aprendendo a construir estados ricos e recursos1:08:54

    Ancorando, Acessando e re-acessando representações e estados ricos de recursos

    Quando é importante controlar o conteúdo de um sistema de representação, como quando você está trabalhando com um ponto de decisão em uma estratégia, você precisará de uma maneira de assegurar o acesso e o re-acesso fácil a essa representação particular associada com esse ponto de decisão. Isto é realizado com um procedimento que nós chamamos de ancoragem. A maioria de vocês teve a experiência em que, na comunicação com os clientes, amigos ou associados, alcançaram um determinado nível de rapport e compreensão que era um recurso muito positivo para vocês dois. Mais tarde, entretanto, o fluxo de conversação, da discussão ou da negociação muda. A interação torna-se mais tensa ou difícil, e você deseja ter uma maneira de re-acessar as experiências positivas que vocês compartilharam antes. Ancoragem é um processo que permite que você faça isso.

    A grande vantagem é a Plasticidade Neural nestes exercícios que muda as conexões e transforma você..

  • Aprendendo a construir estados ricos e recursos em uma demonstração online31:17
  • Saída rápida de estados sem recursos como base para Exponencialidade...44:57
  • Mais luzes sobre Autogestão e Neuroaprendizagem1:54:00
  • Um dos padrões mais comuns para criar ansiedade e que impede a Neuroaprendizagem19:03
  • Livre-se das armadilhas e cárceres da mente57:16
  • Efeito Dunning-Kruger - A Síndrome do impostor4:08
  • Porque as pessoas desistem dos seus objetivos1:07:08
  • Livre-se do padrão aprendedor33:37
  • Metaprogramas em Neuroaprendizagem58:07

    Metaprogramas​

    O modo como você percebe a experiência e como você lida com ela
    determina o que é feito da sua vida a longo prazo.

    Bill Cosby

    Não é interessante como as pessoas reagem de maneiras tão diferentes às coisas? Você pode ter acabado de ouvir a piada mais engraçada, de rebentar de riso, e enquanto está rolando no chão, rindo, alguém perto de você poderia estar pensando: "Isso não tem graça nenhuma!" E uma outra pessoa ainda poderia pensar que cada pessoa estava escutando numa linguagem mental completamente diferente. Isso pode se tornar ainda mais pronunciado quando vemos a comunicação inter-racial. Por exemplo, um homem branco geralmente não se sente tão ofendido ao ser chamado de "garoto" quanto um negro se sentiria.

    Assim, a questão é por que as pessoas reagem de maneiras tão diferentes a informações idênticas ou quase idênticas. Por que uma pessoa vê o c copo meio vazio enquanto outra o vê meio cheio? Por que uma pessoa ouve uma mensagem e se sente energizada, excitada e motivada enquanto uma outra ouve a mesma mensagem e não tem qualquer reação? A verdade pura e simples é que se você se dirige a alguém da maneira certa, pode inspirar essa pessoa a fazer qualquer coisa. Mas se você se dirige a essa pessoa da maneira errada, todos os seus esforços não vão dar em quase nada. O pensamento mais profundo, a crítica mais inteligente, é totalmente inútil a não ser que seja compreendida tanto intelectual quanto emocionalmente pela pessoa a quem está se dirigindo. Se você quer ser um mestre comunicador, um mestre da persuasão, tanto nos negócios como na vida pessoal, é imperativo que saiba como encontrar as chaves certas para abrir a fechadura.

    Cada interseção na estrada da vida é uma oportunidade
    para tomar uma decisão e, em algum ponto, para escutar.

    Duke Ellington

    Um conjunto muito poderosos de distinções sobre por que as pessoas interpretam informações de maneiras diferentes são o que nós chamamos de metaprogramas. Os metaprogramas determinam como uma pessoa processa informações e forma percepções que governam o seu comportamento. Metaprogramas são os programas internos que determinam no que nós prestamos atenção. A mente consciente pode prestar atenção em apenas um número limitado de partes de informações de uma vez, então nós suprimimos e generalizamos informações para acelerar o processo.

    Pense no seu cérebro como uma espécie de computador que processa informações. Ele absorve uma quantidade incrível de dados e os organiza para que façam sentido para um ser humano. Mas um computador não pode fazer nada sem o programa específico. Esse programa fornece a estrutura para que o computador realize determinadas tarefas. Pense nos metaprogramas como o programa do cérebro. Eles fornecem a estrutura que governa aquilo no que nós vamos prestar atenção, como faremos com que as nossas experiências façam sentido e as direções nas quais elas nos levam. Eles fornecem os fundamentos segundo os quais iremos decidir o que alguma coisa significa e se é aborrecido, interessante ou potencialmente perigoso. Para se comunicar com um computador você precisa entender o seu programa. Para se comunicar eficazmente com um outro ser humano, você precisa entender os seus metaprogramas.

    Cada um de nós tem diferentes padrões de comportamento, e todos temos padrões segundo os quais organizamos as nossas experiências para criar esses comportamentos. Através da compreensão dos nossos próprios padrões mentais e também os dos outros, podemos transmitir a nossa mensagem com mais eficiência, seja para tentar fazer com que uma pessoa compre alguma coisa ou que ouça a nossa declaração de amor eterno. Mesmo que as situações possam variar, existe um conjunto consistente de padrões que determina como as pessoas compreendem as coisas e organizam os seus pensamentos.

    Vamos examinar sete padrões de comportamento.

    Padrão Um: Movendo-se na Direção de Versus Afastando-se de

    O primeiro metaprograma envolve o conceito de se somos mais motivados para ir em direção a alguma coisa ou para nos afastar de alguma coisa. Lembre-se que todo comportamento humano gira em torno da ânsia de obter prazer ou evitar a dor. Por mais simples que possa parecer, essa informação é a força propulsora fundamental que está por trás de todas nossas ações. Nós nos afastamos de um fósforo aceso para evitar a dor da queimadura. Sentamo-nos e assistimos à dança do luar nas ondulações de um lago porque apreciamos o showglorioso que Deus nos apresentou naquele momento.

    A mesma atividade terá diferentes níveis de motivação para pessoas diferentes. Uma pessoa pode ser facilmente motivada a subir correndo três andares de escada só pelo desejo de ter um corpo atraente, enquanto que outras podem ouvir dizer o dia inteiro como seus corpos se transformariam se subissem correndo as escadas ¾ e nunca farão isso. Mas se alguém sofre de claustrofobia, e existem apenas dois caminhos para o alto ¾ um deles pelo elevador lotado e o outro pelas escadas vazias ¾ veja com que rapidez aquela pessoa subirá as escadas de dois em dois para evitar a dor percebida. Uma pessoa pode ler Alex Haley ou Toni Morrison porque ela gosta da sua prosa e da sua visão interior; ela está indo na direção de alguma coisa que lhe dá prazer. Uma outra pessoa pode ler os mesmos autores porque não quer que os outros pensem que ela é ignorante ou superficial.

    Assim como os outros metaprogramas que discutiremos, este processo não é uma regra absoluta. Todo mundo se move em direção a alguma coisa e se afasta de outras. Ninguém reage da mesma maneira a qualquer estímulo, embora todos tenhamos um modo dominante, uma tendência mais forte em direção a um metaprograma ou a outro. Algumas pessoas tendem a ser mais energéticas, são curiosas e expõem-se a riscos. Elas se sentem mais confortáveis indo na direção daquilo que as excita. Outras tendem a ser cautelosas, atentas e protetoras; elas veem o mundo como um lugar perigoso e tendem a tomar medidas que evitem as coisas prejudiciais ou ameaçadoras e não a ir na direção das coisas excitantes. Para descobrir de que modo as pessoas se movem, pergunte a elas o que querem num relacionamento, numa casa, num carro, num emprego ou em qualquer outra coisa. Elas dizem a você o que elas querem ¾ ou o que elas não querem?

    O que essa informação significa? Tudo. Se está vendendo um produto, você pode promovê-lo de duas maneiras: pelo que ele faz ou pelo que ele não faz. Você pode tentar vender carros enfatizando que eles são rápidos, macios ou sensuais, ou pode enfatizar que eles não consomem muito combustível, não têm manutenção cara e são particularmente seguros em acidentes. A estratégia que você usa deveria depender inteiramente da estratégia da pessoa com quem você está lidando. Use o metaprograma errado com uma pessoa com quem você está lidando. Use o metaprograma errado com uma pessoa, e era melhor que você tivesse ficado em casa. Você está tentando movê-la na direção de alguma coisa, e tudo que ela quer é achar uma boa razão para voltar.

    Lembre-se, um carro pode andar por um mesmo caminho, para frente ou para trás. Só depende de para que direção ele está voltado. O mesmo se dá em termos pessoais. Digamos que você queira que seu filho passe mais tempo fazendo o trabalho da escola. Você poderia dizer-lhe: "É melhor você estudar ou você não entrará numa boa faculdade." Ou: "Olhe para o Lewis. Ele não estudou e foi reprovado na escola, e vai passar o resto da vida enchendo tanques de gasolina. É esse o tipo de vida que você quer?" Como funcionará essa estratégia? Depende do seu filho. Se ele é motivado primeiramente pelo afastamento, isso poderia dar certo. Mas e se ele se mover em direção às coisas? E se ele for motivado por coisas que ele ache atraentes? Se é assim que ele reage, você não mudará o seu comportamento mostrando-lhe o exemplo de alguma coisa da qual ele deva se afastar. Você pode insistir até ficar roxo, mas está falando na chave errada, perdendo o seu tempo e o dele. Para falar a verdade, as pessoas que se movem em direção às coisas muitas vezes ficam zangadas ou ressentidas com aquelas que lhe apresentam coisas que devem ser afastadas. Você motivaria melhor o seu filho se lhe dissesse: "Se você estudar e tirar boas notas, você poderá escolher a faculdade que quiser."

    No livro você vai encontrar também os metaprogramas abaixo:

    Padrão Dois: Estruturas de Referência Externas Versus Internas

    Padrão Três: Introvertidos Versus Extrovertidos

    Padrão Quatro: Associação Versus Dissociação

    Padrão Cinco: Estratégia de Persuasão

    Padrão Seis: Possibilidade Versus Necessidade

    Padrão Sete: Estilo de Trabalho

    Colocando em Prática

    Mudando os Metaprogramas

    Existem duas maneiras pelas quais os metaprogramas são influenciados ou mudados. Uma delas é através de Eventos Emocionalmente Significativos - EESs. Se você via os seus pais constantemente se afastando das coisas e, por conseguinte, não sendo capaz de atingir o seu pleno potencial, este é um EES que pode ter influenciado o modo pelo qual você se dirige às coisas ou se afasta delas hoje em dia. Ou se você classificava apenas pela necessidade, e então perdeu uma grande oportunidade de emprego porque a empresa estava procurando alguém com um senso dinâmico de possibilidades, isso pode tê-lo abalado a ponto de mudar a sua abordagem. Ou se tende a ir em direção às coisas e foi iludido por um esquema desonesto de investimento que parecia bastante atraente, isso provavelmente afetaria o modo pelo qual iria encarar uma próxima proposta que pudesse surgir.

    A outra maneira de influenciar os metaprogramas é através da decisão consciente de fazer uma mudança. A maioria de nós nem sequer imagina quais os metaprogramas que usamos. O primeiro passo na direção da mudança é o reconhecimento. Digamos que você descubra que tem uma forte tendência a se afastar das coisas. Como se sente a respeito? É claro que existem coisas das quais você quer se afastar. Se colocasse a sua mão num ferro quente, naturalmente iria querer retirá-la o mais rápido possível. Mas não existem coisas na direção das quais você realmente quer ir? Fazer um esforço consciente para ir em direção a alguma coisa não é parte de estar no controle? A maioria dos grandes líderes e conquistadores não vai mais em direção às coisas do que se afastam delas? Comece a alargar um pouco. Comece a pensar em coisas que o atraiam, e vá rapidamente na direção delas.

    Poderíamos pensar também sobre os metaprogramas num nível mais elevado. As nações e comunidades têm metaprogramas? Bem, elas têm comportamentos, não têm? Então elas também têm metaprogramas. Temos que tomar cuidado para não estereotipar as pessoas, porém é mais do que possível que grupos inteiros de pessoas, agindo como uma unidade, tenham metaprogramas similares. O seu comportamento coletivo forma muitas vezes um padrão baseado nos metaprogramas dos seus líderes. Os seus padrões dominantes de classificação podem ter sido fortemente influenciados pela sua história e pelo tratamento dado aos seus ancestrais. É possível que a tendência do Dr. Martin Luther King, Jr. de ir em direção às coisas tenha nos influenciado a fazer o mesmo? Creio que sim. Os Estados Unidos, na sua maioria, têm uma cultura que parece ir em direção às coisas.

    Assim como tudo mais neste livro, os metaprogramas devem ser usados em dois níveis. O primeiro é como um instrumento para guiar a nossa comunicação com os outros. Assim como a filosofia de uma pessoa pode lhe contar um sem-número de histórias sobre ela, os seus metaprogramas irão falar fartamente a respeito do que o motiva e do que o afugenta. O segundo é como um instrumento para a mudança pessoal. Lembre-se, você não é o seu comportamento. Se descobrir que algum tipo de padrão está trabalhando contra você, tudo o que tem a fazer é mudá-lo. Os metaprogramas oferecem um dos instrumentos mais úteis para a regulação e a mudança pessoal. E fornecem chaves para alguns dos mais úteis instrumentos de comunicação disponíveis. Disponha de algum tempo para regular os seus próprios metaprogramas e aqueles das pessoas que estão à sua volta. Vai descobrir que eles são um instrumento maravilhoso para ajudá-lo a ir na direção que mais deseja, e ajudar aos outros a fazer o mesmo.

    Do livro: Poder Ilimitado – Uma escolha negra Autores: Anthony Robbins & Joseph McClendon III Editora Record Parte do Capítulo XVI ​

  • Construções cognitivas indesejadas2:22:09
  • Comunicação e feedback21:10
  • Metas em Neuroaprendizagem39:35

    ​​Como estabelecer metas e objetivos

    Metodologia ESPERTA 1. Específica 2. Sistêmica 3. Prazo 4. Evidência 5. Recursos 6. Tamanho 7. Alternativas

    1° - Específica: É preciso especificar detalhadamente o que você quer conquistar: Está ao seu alcance? Está sob seu controle? Sua meta precisa ser elaborada em termos positivos, pois uma meta negativa, tipo “Eu não vou comer demais”, cria um ensaio mental desse comportamento. É o mesmo que dizer “Não pense num fusca vermelho”. Você já pensou. O correto é “Eu vou comer pouco”. A minha meta gera imagens daquilo que eu quero ao invés daquilo que eu não quero?

    2° - Sistêmica: É preciso considerar o efeito da realização de sua meta em nível sistêmico, isto é, como vai combinar com suas outras metas; como vai afetar outras áreas de sua vida, do trabalho, da família, etc. O que eu vou ganhar e perder? Ela é congruente com meus valores? Ela cabe dentro da minha missão?

    3° - Prazo: Toda meta precisa ter um prazo para ser realizada. É muito importante que estabeleça uma data específica para a sua conquista, bem como os passos específicos em sua rota.

    4° - Evidência: É preciso ter evidências ou parâmetros que confirmem a realização da meta, assim como é importante ter feedback durante o processo, para se auto corrigir. Como vou saber que estou conseguindo me aproximar da minha meta? Como vou saber se avancei em relação a minha meta? Se você já tivesse alcançado, como seria? Que evidências vou usar?

    5° - Recursos: É preciso identificar os recursos já existentes, e que recursos ainda são necessários para a realização da meta. Vamos supor que um Gerente de Marketing quer concorrer à vaga de Diretor de Marketing. Ele deverá saber o que a empresa/mercado exige que um Diretor de Marketing tenha. Depois disso, deverá verificar quais capacidades ele tem e quais deverá desenvolver. Nunca esqueça que network também é um útil recurso.

    6° - Tamanho: Não se subestime, pois sua meta precisa ser trabalhada com um enfoque de tamanho adequado. Se ela for inatingível, ela desmotivará o coachee, e se for pequena demais não promoverá crescimento. A meta grande precisa ser dividida em etapas ou áreas a serem trabalhadas separadamente. Por exemplo: Uma pessoa que acabou de virar gerente e coloca como meta se tornar diretor em 10 anos. Será que ele não está se subestimando?

    7° - Alternativas: Qual é o seu plano A, plano B, Plano C... Sua meta precisa ter opções no plano de ações, uma opção é limitada, duas criam um dilema e três permitem a escolha. Como você vai lidar com as dificuldades ou desafios? O seu plano C poderá virar o plano A...​​

    Os 4 passos para levantar os subsídios para a composição do plano de ação para o estado desejado são: 1° - Perguntas que identifiquem o gap entre o que se tem e o que se deseja; 2° - Modelagem de performances de sucesso; 3° - Ponte ao futuro através imaginação na primeira pessoa do singular do estado e objetivo desejado; 4° - Loop: Perguntas.​

  • Como aumentar a inteligência cognitiva e a capacidade de memorização33:19
  • Mapas Mentais em Neuroaprendizagem24:19

    Aula de Mapas mentais

    Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo psicólogo inglês Tony Buzan, voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; para a compreensão e solução de problemas; na memorização e aprendizado; na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); e no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

    Os mapas mentais procuram representar, com o máximo de detalhes possíveis, o relacionamento conceitual existente entre informações que normalmente estão fragmentadas, difusas e pulverizadas no ambiente operacional ou corporativo. Trata-se de uma ferramenta para ilustrar ideias e conceitos, dar-lhes forma e contexto, traçar os relacionamentos de causa, efeito, simetria e/ou similaridade que existem entre elas e torná-las mais palpáveis e mensuráveis, sobre os quais se possa planejar ações e estratégias para alcançar objetivos específicos.[2]

    Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. Podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou um programa de computador dedicado. Pode ser aplicado a qualquer tarefa, atividade, profissional, ou lazer, de modo individual ou em grupo para planejar qualquer tipo de evento. Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.

    Mapas mentais são úteis não apenas para "decorar matéria", mas para registrar de forma inteligente e que permita revisões ultra rápidas os assuntos compreendidos em forma de resumos, que sintetizam o entendimento das matérias.

    Buzan sugere as seguintes diretrizes para a criação de mapas mentais:

    • Iniciar no centro com uma imagem do assunto, usando pelo menos três cores.

    • Use imagens, símbolos, códigos e dimensões em todo o seu mapa mental.

    • Selecione as palavras-chave e as escreva usando letras minúsculas ou maiúsculas.

    • Coloque cada palavra/imagem sozinha e em sua própria linha.

    • As linhas devem estar conectadas a partir da imagem central. As linhas centrais são mais grossas, orgânicas e afinam-se à medida que irradiam para fora do centro.

    • Faça as linhas do mesmo comprimento que a palavra/imagem que suportam.

    • Use várias cores em todo o mapa mental, para a estimulação visual e também para codificar ou agrupar.

    • Desenvolva seu próprio estilo pessoal de mapeamento da mente.

    • Use ênfases e mostre associações no seu mapa mental.

    • Mantenha o mapa mental claro, usando hierarquia radial, ordem numérica ou contornos para agrupar ramos.

    Esta lista é em si mais concisa do que a versão em prosa da mesma informação e o mapa mental destas orientações tem em si a intenção de ser mais memorável e mais rápido para entender do que qualquer um na prosa ou lista.

  • Criando mapas mentais de forma exponencial já na transformação digital17:42
  • Estratégia para Neuroaprendizagem8:58

    PALÁCIO DA MEMÓRIA

    PALÁCIO DA MEMÓRIA é uma técnica de memorização realmente antiga (método de loci), e se utiliza de um lugar imaginário, apesar de geralmente derivar de um lugar real, que conhecemos perfeitamente, e podemos percorrer em nossa imaginação, observando-os com todo o luxo de detalhes. Neste lugar mental, podemos introduzir informação e distribuí-la por diferentes cantos quartos. O melhor é que podemos lembrar, a longo prazo, o que memorizemos desta forma.

    A informação que desejamos memorizar, traduz-se em imagens mentais sugestivas que podem ser lembradas com vivacidade, e que, uma vez introduzidas no nosso palácio da memória, podemos visualizar interagindo com esse espaço mental. O nosso palácio da memória será tão grande como nos propusermos, e quanto maior for, mais informações poderemos incluir nele. Veja os vídeos a seguir com uma explicação mais detalhada.

    Sistema inteligente de aprendizagem

    Um sistema inteligente de aprendizagem é um sistema educacional que coloca o estudante ou o aprendiz como centro, em vez do professor, do método de ensino ou do currículo. Qual é a diferença? O sistema de educação americano, tanto público como privado, colocou o método de ensino, o professor ou o currículo como centro dos seus sistemas nos últimos 200 anos. O resultado foi o rápido crescimento no número de crianças classificadas como incapazes de aprender, um perturbador número de crianças que tem aversão ao aprendizado e um incrível declínio na capacidade de ler e de escrever do estudante.

    Os sistemas centrados no método são rígidos e inexoráveis, mantendo o método, o currículo e o estilo de ensino constante a qualquer custo, enquanto tentam forçar o estudante a mudar a sua maneira natural de aprender. Isso é como atirar uma panela de espaguete contra a parede, só comer o que grudar e atirar o resto no lixo. Os sistemas tradicionais de educação esperam que o aprendiz se adapte ao professor ou ao método, e aquele que não consegue é classificado negativamente. Não somente isso é ridículo, visto que todos os estudantes aprendem diferentemente, como também essa abordagem rígida destrói a autoestima da criança, a motivação, a confiança e o amor natural pelo aprendizado. Como devemos ser bons aprendizes para sobreviver nesta sociedade hi-tech sobrecarregada de informação, continuar a educar dessa maneira significa problema.

    Deslocando a responsabilidade do estudante para o sistema

    Um sistema inteligente de aprendizagem não tem que estigmatizar uma criança, rotulando-a como "incapaz de aprender", visto que não se espera que o aprendiz se sujeite a um método rígido e inalterável. Também não aceita a ideia da incapacidade de "aprender" já que a responsabilidade da transferência do conhecimento recai sobre o professor e o sistema, e não sobre o estudante. Como pode um ser humano racional esperar que o sistema que coloca a responsabilidade da transferência do conhecimento numa criança de seis anos de idade seja mais efetivo do que o sistema que põe a responsabilidade num educador que foi treinado toda a sua vida para educar?

    O sistema inteligente de aprendizagem acolhe a visão do estudante/aprendiz no processo de transferência de conhecimento. Um sistema inteligente muda constantemente e se adapta ao perfil de processamento da informação do aprendiz. O sistema está num fluxo dinâmico constante e parece nunca ser exatamente o mesmo duas vezes. Suas adaptações são guiadas pelos princípios da função cerebral que são comuns a todos os seres humanos bem como no feedback dos aprendizes. Esses princípios resultam de muitos anos de pesquisas e desenvolvimento num campo conhecido como Neurociência da Educação, ou conhecido tecnicamente como Neuro Física Epistemológica Aplicada. Essa área é dedicada ao estudo do processo humano de informação e marca o primeiro esforço mundial para redesenhar os sistemas educacionais a partir dos princípios definidos pela Ciência do Cérebro.

    O objetivo primário de um sistema inteligente de aprendizagem é:

    • "Aprender" como você aprende

    • Desenhar um mapa ou gabarito para orientar o fluxo de informações, e

    • Auxiliar na construção e desenvolvimento dos veículos de entrega da informação que acondicionam a informação para que aprender seja divertido, fácil de recordar e usar, e melhorar a capacidade de aprender coisas semelhantes no futuro.

    Cópia do projeto de aprendizagem

    O cérebro de cada criança carrega dentro dele uma "cópia do projeto de aprendizagem", um NeuroPrint, capaz de guiar o professor através do processo de transferência de conhecimento. Um sistema inteligente de aprendizagem "lê" este NeuroPrint como um mapa e se redesenha espontaneamente para se ajustar às necessidades do aprendiz. O primeiro e mais importante princípio de um sistema inteligente é avaliar as tendências naturais do aprendiz, construir um perfil inicial do aprendizado, suspender todos os rótulos e classificações e usar todas as tendências naturais que a criança traz para o contexto educacional, para seu proveito.

    Isso significa que cada criança já possui todos os recursos de que ela precisa para ser ensinada efetivamente, e é o sistema que deve se ajustar e se adaptar ao NeuroPrint individual do aprendiz, e não o contrário. Os sistemas tradicionais de educação consideram essas variações naturais na tendência do aprendizado como incapacidades funcionais do aprendizado em vez de recursos dos estudantes. Fazer isso é equivalente a ficar de pé debaixo das Cataratas do Niágara e tentar aproveitar e utilizar esse grande poder para forçar a água para cima com as próprias mãos. Sistemas inteligentes são sensíveis ao feedback e se estão consumindo esforço, é uma mensagem de que estão seguindo a abordagem errada, e precisam se reorganizar para se adaptarem mais corretamente às necessidades do aprendiz.

    Fazendo funcionar os sistemas inteligentes de aprendizagem

    Muitos exemplos disso podem ser encontrados no The Keys to Success Music Academy, onde nós usamos um sistema inteligente de aprendizagem chamado de SmartMusic para ensinar às crianças a disciplina simbólica mais complexa já criada pelo ser humano: a música. Sistemas inteligentes têm vida; são sistemas adaptáveis de transferência de conhecimento que "leem" e reagem ao feedback, e se ajustam continuamente as constantes mudanças das necessidades do aprendiz. Quando os estudantes aprendem, eles aprendem de modo diferente. O próprio processo do aprendizado muda a maneira que o estudante aprende. A capacidade funcional do estudante para processar a informação evolui continuamente quando ele desenvolve um novo caminho de aprendizagem feito pelos neurocircuitos funcionais dentro do seu cérebro. O projeto de aprendizagem de uma criança está num estado dinâmico de constante mudança e de reorganização, reformando sistematicamente seu mapa neural interno enquanto a informação flui através dele. As habilidades do processamento da informação mudam, o sistema se redesenha com o feedback do aprendiz. Resultado: uma melhora rápida e contínua da autoconfiança, autoestima, motivação, amplitude da atenção, concentração, disciplina, o desejo pelo conhecimento, menos esforço e pais felizes.

    Sistemas inteligentes mantêm a visão do olho do cérebro no processo de transferência de conhecimento

    Sistemas inteligentes de aprendizagem mantêm a visão ocular do cérebro no processo de transferência de conhecimento. Para ilustrar como o sistema inteligente "pensa", vamos dar uma olhada em como conduzimos algumas variações do aprendizado na nossa academia de música. Muitas crianças classificadas pelos sistemas tradicionais como tendo Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, são percebidas por nós como super aprendizes, sem déficit de atenção sob qualquer condição. Quando o sistema inteligente explora os perfis de aprendizado ou o NeuroPrint delas, descobrimos que a atenção é facilmente obtida e mantida por extraordinários períodos de tempos contanto que a transferência de informação respeite a velocidade do processamento natural delas, a qual é muito mais rápida do que a desenvolvida pelos sistemas tradicionais de educação. Essas crianças aprendem os complexos símbolos da notação musical através de jogos que foram planejados levando em consideração o nível de atividade naturalmente preferido do aprendiz, a velocidade do processamento e o canal sensorial dominante de processamento.

    Recentemente um pai desafiou a flexibilidade do sistema ao nos trazer o filho com um nível de energia tão elevado que ele preferia se atirar contra a pauta musical em vez de brincar de arremessar saquinhos cheios de feijão. (Como aqueles usados no jogo 5 Marias. N.T.) Perguntado o que nós faríamos se esse nível de atividade persistisse, respondemos dizendo a esse pai que iríamos desenhar num lençol uma pauta musical bem maior, colocar um colchão embaixo e deixar que seu filho se jogasse nele enquanto gritava a nota em que ele tinha aterrissado em cima, ouvindo, ao mesmo tempo, esta nota ser tocada no piano. O filho disse: "Legal, mal posso esperar pela próxima vez!" Isso não é melhor do que dizer que ele é "incapacitado para aprender" porque não presta atenção e que não aprende da maneira que nós queremos ensiná-lo. Isso não é melhor do que tentar controlar a atenção dele com drogas para manter seu comportamento e fazer seus pais se sentirem culpados por terem trazido ao mundo uma criança defeituosa?

    Sensibilidade ao feedback e adaptabilidade

    Outro exemplo da sensibilidade às condições do feedback que os sistemas inteligentes exibem vem do trabalho com crianças cegas. Professores tradicionais de música dizem aos estudantes e seus pais para nunca esperar que eles sejam capazes de "ler" ou "escrever" a música que eles mesmos compõem simplesmente porque não podem enxergar. Ao invés de limitar para sempre a experiência de uma criança cega com a música, um sistema inteligente usaria o que é dado pelo estudante e ajustado de acordo. Então se uma criança cega chega até nós, querendo ser capaz de ler e escrever música para que possa compor, e escrevê-la para os outros poderem ler e executar o trabalho dela, vamos simplesmente substituir o sistema visual pelo sensorial tátil da criança e criar um sistema de anotação musical que ela possa sentir. Isso é facilmente realizado começando com simples fichas de arquivo de 7 x 12 cm e um tubo de tinta que deixa relevo ao escrever. Com esse material pode-se desenhar um conjunto completo de cartões, neste caso cartões para "toque", e quando a criança cega toca cada símbolo ou nota, o professor pode demonstrá-la no piano. Desse modo o caminho para o processamento tátil-auditivo pode ser estabelecido para a leitura e a escrita da música, no lugar do tradicional caminho visual-auditivo normalmente desenvolvido para os "leitores com visão" que podem "ouvir" a música que eles veem e ler sem tocá-la. Os sistemas inteligentes não somente respondem aos problemas funcionais, mas também a problemas físicos, obstáculos orgânicos como a cegueira. Essas condições não são consideradas como incapacidades. Pelo contrário, são bifurcações no caminho que demandam novas decisões a serem tomadas pelo sistema.

    Utilizando recursos naturais dos estudantes através dos grupos

    Os sistemas inteligentes também fazem uso mais eficiente dos recursos dos estudantes ao agrupar crianças pelos perfis complementares de aprendizagem. Enquanto a educação tradicional agrupa os alunos por idade e inabilidade (grupos homogêneos), os sistemas inteligentes agrupam por necessidades e recursos dos estudantes. Agrupar por idade pretende tornar mais fácil a transferência do conhecimento devido aos níveis similares de desenvolvimento. Um olhar mais de perto demonstra que essa suposição não é verdadeira, pois coloca mais estresse tanto no professor como no aluno. A maioria dos pais e professores está consciente do fato de que meninos e meninas se desenvolvem cognitivamente em velocidades muito diferentes. Apenas esse fato torna o grupo por idade ineficiente e estressante tanto para o professor como para o aluno. Além disso, a exposição da criança a diferentes estímulos anteriores à entrada na escola cria uma tremenda disparidade na capacidade de aprendizagem entre crianças de uma sala de aula média com 30 alunos, mesmo que todas tenham a mesma idade. Agrupar crianças que supostamente tenham as mesmas incapacidades de aprendizado também prova ser ineficiente e estressante para o estudante e o professor. Como não há nenhum recurso complementar disponível, o professor precisa estar ao mesmo tempo em toda parte num esforço infrutífero para manter a atenção de cada estudante – impossível.

    Um sistema inteligente de aprendizagem perfila as necessidades e as capacidades de cada estudante procurando aprendizes que se encaixam como peças de um quebra-cabeça. Os nossos conselheiros educacionais, o comitê de seleção, os professores, são todos treinados para fazer esse delicado processo através de entrevistas com os pais e os estudantes e de cuidadosa observação. Digamos que nós descobrimos um estudante de seis anos com necessidade de autoconfiança e que possua boas habilidades verbais e de audição e outro de nove anos que tem dificuldades com uma tarefa após ouvir as instruções só uma vez. Um sistema inteligente de aprendizagem iria otimizar os recursos deles formando um grupo temporário com os dois estudantes de maneira que o de seis anos fizesse bom uso das suas boas habilidades de linguagem, construindo a autoconfiança que ele precisa ao ensinar o de nove anos. Isso, por outro lado, iria retirar a pressão do professor de modo que tudo não teria que ser repetido duas vezes, o que diminui o ritmo da classe. Naturalmente que isso é um exemplo simplificado, mas imagine como a informação poderia ser transferida eficientemente se fossem feitos, simultaneamente, cerca de 10 a 15 desses grupos temporários. Otimizar os recursos dos estudantes e complementar as necessidades dos estudantes. Parece impossível? Esse é o procedimento padrão para um sistema inteligente, e os benefícios de longo prazo na otimização dos recursos dos estudantes são experimentados diariamente pelos estudantes no The Keys to Success. (The Keys to Success é um programa iniciado por Frank Gallagher para desenvolver habilidades básicas nos estudantes, e que começando na infância, irá assegurar atitudes bem-sucedidas por toda a vida. NT)

    Aprendendo como aprender

    Sistemas inteligentes de aprendizagem enfocam ensinar o estudante como aprender e se tornar um aprendiz mais flexível, não no que aprender. Uma vez que o cérebro humano pode processar a informação de quatro maneiras, é importante desenvolver igualmente bem todas as quatro. O nosso cérebro pode:

    • codificar (armazenar) a informação,

    • decodificar (ativar e recuperar) a informação,

    • criar (ativar e reagrupar) a informação e

    • transmitir (ativar e transferir) a informação de cérebro para cérebro bem como para partes diferentes do próprio cérebro.

    Os sistemas tradicionais de educação desenvolvem somente as duas primeiras funções do processamento da informação, armazenar e recuperar, em praticamente todas as matérias desde a soletração até a aritmética. Os sistemas inteligentes desenvolvem as quatro habilidades de processamento da informação, pois ensinam as crianças como armazenar, recuperar, criar e transmitir todos os tipos de informação simbólica desde a notação musical até a matemática.

    Cérebros humanos e sistemas inteligentes de aprendizagem são desenhados ciberneticamente

    Os sistemas inteligentes de aprendizagem "aprendem" sobre como você aprende e também sabem como os cérebros são organizados. O cérebro humano é um sistema cibernético com de reconhecimento de padrões; e para aprender e ser capaz de usar alguma coisa nova deve ser dado ao cérebro uma imagem neural chamada de condição de referência. Isso é como uma "imagem" sensorial interna que diz ao cérebro como algo deveria parecer, soar, sentir, cheirar, qual o seu gosto, quando está "correta" ou quando o processo está "completo". Esse padrão interno atua como um "sinal de trânsito" para o comportamento, dizendo quando começar e quando parar. Isso é verdadeiro para os dois, o comportamento externo e o processamento interno da informação. Se a condição de referência não estiver corretamente estabelecida ou nem estiver estabelecida, o cérebro não aprende ou aprende muito bem a coisa errada.

    Na primeira vez em que você tentou agarrar o seu copo de leite, você provavelmente exagerou e derramou todo o leite. Como o sistema neuromotor é bem desenvolvido, se isso aconteceu mais do que uma vez, temos um de dois problemas. Ou a sua pele nunca recebeu uma imagem clara (condição de referência) de quando é hora de parar o movimento do seu braço para frente em direção ao copo e começar a contrair os seus dedos em torno do copo. A outra possibilidade é que a sua mãe disse para não derramar o leite, e o seu sistema visual construiu uma imagem interna de como seria quando você derramasse o leite; e aí, a partir deste mapa, o seu cérebro guiou corretamente o seu braço e a mão para completar o processo. Se você mantiver esta imagem como condição de referência, o seu cérebro vai dizer para o seu braço continuar para frente até seus olhos enxergarem um evento externo que combina com a imagem interna (condição de referência); nesse caso, o leite derramado. Por isso um comportamento ou um processo interno se interrompe quando os seus órgãos sensoriais interpretam o padrão de um evento externo que combina exatamente com a condição de referência interna. Um evento externo que é transformado em código de pulsação pelos neurônios (células cerebrais) é chamado de condição perceptiva. Nós podemos expressar esse princípio de outra maneira dizendo que quando o seu cérebro detecta uma diferença entre a condição de referência e a condição perceptiva se inicia um comportamento. O propósito do comportamento é reduzir a diferença entre as duas condições. Quando a condição perceptiva combina exatamente com a condição de referência, o comportamento para. Então, se uma condição de referência não foi estabelecida de algum modo, é como dirigir o seu carro sem freios numa ladeira íngreme; você só para depois de atingir alguma coisa com bastante força. O termostato em sua casa foi planejado a partir desse princípio. Ele controla quando o seu ar condicionado liga ou desliga para manter a temperatura que você prefixou como condição de referência. Quando ele sente uma diferença significativa entre a temperatura da casa e a temperatura ideal que você prefixou, ele liga. Quando as duas temperaturas se igualam, ele desliga. Agora, com esse princípio na mente, nós podemos explicar como os sistemas inteligentes de aprendizagem parecem ser capazes de fazer desaparecer problemas de aprendizado bastante desconcertantes.

    Solucionando o grande dilema da soletração e da leitura

    Uma rápida olhada no dicionário irá convencê-lo que a língua inglesa possui um grande número de palavras que não podem ser soletradas foneticamente (pronunciadas lentamente e soletrando cada sílaba separadamente, como crianças aprendendo a ler). Também se produziu um número igualmente incômodo de regras para resolver a soletração. Por causa do fracasso de tantos sistemas diferentes para treinar bons soletradores, o dicionário inglês agora contém um número surpreendente de entradas com múltiplas soletrações "corretas" para algumas das palavras mais comumente mal soletradas. Se você é uma criança que hoje está assistindo aula em inglês, de uma coisa você pode ter certeza: se você não consegue pronunciar lentamente uma palavra, você vai encontrá-la num teste de soletração.

    Os problemas com a leitura correm desenfreados nas nossas escolas hoje em dia. A razão é simples: quando aprendemos como ler, uma das condições de referência que o nosso cérebro usa para determinar o tempo do comportamento do movimento dos olhos é a soletração de uma palavra. Se a palavra na página (condição perceptiva) combina exatamente com uma imagem visual armazenada previamente (condição de referência), a fixação do olho para, a palavra é igualada a um som e o cérebro começa a busca pelo significado da palavra, e os olhos são guiados para a próxima palavra. Se não combinar, a busca inicial continua sem parar enquanto a criança frustrada encara vagamente a página, tendo vontade é de estar assistindo TV.

    Aqui está como um sistema inteligente de aprendizado faz os problemas de soletração e leitura desaparecerem ao mesmo tempo. Primeiro: cada palavra não reconhecida imediatamente ou dada em preparação para um teste de soletração, é escrita numa ficha de arquivo branca de 7 x 12 cm com tinta preta, uma palavra corretamente soletrada por ficha. Por que preto e branco? Porque isso agiliza o tempo de reconhecimento. Codificação por cores diferentes toma tempo, e a maioria das coisas que pedimos para as crianças lerem inicialmente na escola (livros, jornais, testes) são em branco e preto. Tudo conta quando vamos estabelecer uma condição de referência para o cérebro.

    Depois, ficha por ficha, deixe a criança ver a palavra soletrada corretamente enquanto você diz a palavra, pronunciando-a corretamente. Então peça para a criança, fechar os olhos e "ver" a palavra no olho da mente, escrita com marcador preto num quadro branco enquanto escuta simultaneamente o som da palavra no ouvido da mente dela. Tenha certeza de que ela pode ver a palavra de um modo tão distinto que pode soletrá-la de trás para frente com os olhos fechados. Uma vez que ela tenha feito isso, a condição de referência para esta palavra foi estabelecida no sistema visual bem como no sistema auditivo dela. Um refinamento no final pode diminuir o tempo de processamento dramaticamente. A ficha, que a criança vai ler, deve ser mantida no ar, a aproximadamente cinquenta centímetros, na frente dela, levemente acima do nível dos olhos e a sua direita, se ela for destra. Para crianças canhotas, você deve segurar o cartão à esquerda delas. Isso é feito porque os padrões de informação interpretados pelo campo visual direito são codificados no hemisfério esquerdo. Para a maioria das pessoas que escrevem com a mão direita, os símbolos linguísticos também são processados no hemisfério esquerdo. O oposto é verdadeiro para a maioria das crianças canhotas. Essa pequena adaptação feita pelo sistema inteligente de aprendizagem acondiciona a informação de modo muito eficiente. O consumo de energia e o tempo de viagem do impulso do nervo são muito reduzidos. As crianças podem se concentrar por mais tempo e ativar mais ligeiro o padrão das palavras, resultando em maior velocidade de leitura e de compreensão. Lembre-se: no cérebro humano tudo conta.

    No início, esse processo pode tomar um ou dois minutos por palavra, mas o cérebro aprende como aprender mais ligeiro, e uma vez que um novo caminho neural for estabelecido, uma criança pode codificar de 5 a 10 palavras por minuto dessa maneira. Note que a soletração correta da palavra é armazenada no sistema visual dela e a correta pronúncia da palavra é armazenada no sistema auditivo dela. Incidentalmente, alguns dos melhores revisores de prova que eu conheço, foram treinados dessa maneira. Um dos erros mais comuns feitos no ensino da soletração para crianças é o estabelecimento da condição de referência no sistema sensorial errado. Isso acontece quando as crianças são ensinadas a lembrar a soletração de uma palavra dizendo cada letra em voz alta. Isso é muito confuso, visto que a língua inglesa tem muitas palavras que não podem ser pronunciadas lentamente. Mas o grande problema vem quando elas tentam ler. Enquanto os olhos delas se fixam na palavra do livro, elas têm que procurar por uma combinação no sistema auditivo delas. Assim cada vez que elas olham para uma palavra na sentença, elas precisam ouvir elas mesmas soletrando-a no ouvido da mente antes que possam começar a busca pelo significado e mover os seus olhos para a próxima palavra. Isso torna a leitura m.u.i.t.o d.e.v.a.g.a.r e penosa. Naturalmente que esse método funcionaria muito bem se os livros pudessem falar e soletrar em voz alta as palavras que os seus olhos acabaram de se fixar. Infelizmente, os livros ainda não fazem isso.

    Sistemas Inteligentes de Aprendizagem e a Matemática

    A maioria das crianças começa se saindo muito bem em matemática. O mais devastador declínio na competência parece começar quando a criança tenta resolver a conversão de problemas de palavras em problemas simbólicos. Isso ocorre comumente com a álgebra. Embora existam muitos fatores que contribuam para esse declínio na competência, um dos mais devastadores ocorre completamente despercebido: a criança nunca aprendeu como ler! Verdade, se você pedir para elas lerem alguma coisa no livro, elas podem conseguir e até podem ler perfeitamente diversas linhas do texto para você. Entretanto essa não é a definição de leitura necessária para converter as palavras do problema em problemas simbólicos. Ao contrário, essa é a definição para pronúncia! As crianças estão traduzindo os padrões visuais das palavras do seu livro para padrões motores pronunciados nitidamente pela boca delas. Peça para elas explicarem a você o que elas acabaram de ler, e elas vão ficar com um olhar vago. Essas crianças nunca foram treinadas para traduzir a visão das palavras da página no "filme" interno que essas palavras representam.

    O descuido mais devastador ocorreu no treinamento inicial de matemática. Todo o treinamento matemático que ocorre depois que mandamos as crianças aprenderem as tabelas de multiplicação supõe facilidade com o processamento dessas relações matemáticas. Velocidade e exatidão são as chaves para uma boa nota. Contudo a fundação mais importante de todos os ramos da matemática é treinada com uma condição de referência incorreta. A maioria desses "aprendizes vagarosos" foi treinada no início para recordar auditivamente e na ordem as tabelas de multiplicação. Isso acontece mais ou menos assim: "Certo classe, repitam depois de mim, 9x1=9, 9x2=18, 9x3=27..." Você já não viu um trabalhador de escritório colocar em ordem alfabética um arquivo de pastas de clientes cantando para ele mesmo a música do ABC repetidas vezes... É a mesma coisa. Você pode estar correto, mas nunca irá terminar o teste.

    A solução para esse problema é semelhante ao dilema da soletração. O seu cérebro deve ter um acesso eficiente às suas tabelas de multiplicação tão rapidamente quanto possível, e em qualquer ordem. Para isso, elas devem estar codificadas no sistema visual, que é centenas de vezes mais rápido do que o sistema auditivo para essa operação.

    Para fazer isso, você começa com as mesmas fichas de arquivo brancas e um marcador preto. Depois, cada problema de multiplicação deve ter uma condição de referência codificada contendo todos os elementos que o seu cérebro precisa pesquisar para solucionar o problema mais tarde. Aqui temos uma amostra da ficha:

    9

    X4

    36

    Cada ficha deve ser codificada visualmente, usando exatamente o mesmo método que nós usamos para estabelecer as condições de referências para a soletração das palavras. Uma para cada problema da tabela de multiplicação. Assim que a condição de referência é estabelecida, você faz cartões contendo as informações para testar a memória: três (3) para cada problema. O problema acima teria três cartões de teste: 9x4=?, 9x?=36 e ?x4=36, eliminando sistematicamente apenas um elemento de cada vez. A condição de referência torna possível solucionar todos os três problemas de multiplicação. O sistema visual do seu cérebro preenche automaticamente o elemento que falta, com a velocidade da luz. Tenha certeza que cada tabela de multiplicação é representada, misture muitas vezes os cartões teste, pois deste modo a memória é independente da ordem e sequência, e mostre os cartões tão rápido quanto você possa obter a resposta. Aumente a velocidade em cada nova rodada. Essas são algumas das infinitas aplicações que podem ser geradas por um sistema inteligente de aprendizagem. Lembre-se que são apenas aplicações geradas pelo sistema, não o sistema em si. Removidas do sistema que guiam a sua adaptação às novas situações, elas se tornam tão estáticas como qualquer outro sistema anterior.

    Um sistema inteligente de aprendizagem é centrado no estudante/aprendiz, mantendo o aprendiz como constante, e variando o método da transferência do conhecimento até que exista uma combinação entre o método e o aprendiz. Ao invés de propor uma nova teoria ou revelar um novo fato, muitas vezes a contribuição mais importante que um cientista pode fazer é descobrir uma maneira nova de enxergar velhas teorias ou fatos. Sistemas inteligentes são uma nova maneira de enxergar o processo da transferência do conhecimento que nós chamamos de educação, a visão do olho do cérebro no processamento da informação que está revolucionando o campo da educação. À medida que os rígidos, os sistemas tradicionais de educação forem substituídos por sistemas inteligentes mais flexíveis que "pensam" e se adaptam às circunstâncias inconstantes, poderemos abolir os rótulos destrutivos, classificações e culpas, enquanto aguardamos com interesse por um padrão sempre crescente da competência ao invés do atual em declínio. O sistema inteligente de aprendizagem é a resposta aguardada há muito tempo para a nossa atual crise educacional.


    Campeão de memória ensina truques para guardar grandes quantidades de informação

    Para o campeão europeu de memória Simon Reinhard, guardar uma grande quantidade de informação em pouco tempo não é uma tarefa difícil.

    O surpreendente é que o método utilizado pelo alemão seja o mesmo que figuras importantes da Grécia Antiga usavam para memorizar seus discursos.

    Trata-se do método de Loci, ou simplesmente "palácio de memórias".

    Essa técnica de memorização usa lugares para estabelecer e ordenar memórias conectando cada uma delas a um lugar.

    Por exemplo: pense no caminho que você faz da sua casa até o trabalho ou mesmo entre seu quarto e o banheiro, se a lista for curta.

    Em seguida, associe referências desses lugares a itens que você queira lembrar, como os da lista de supermercado.

    A planta ao lado de sua cama estará associada ao pão; a porta do seu quarto, ao queijo; o quadro do corredor, ao leite; e o espelho do banheiro, ao café.

    Na hora de fazer as compras, basta pensar no caminho do quarto até o banheiro para se lembrar da lista e evitar decepções ao chegar em casa para preparar a refeição.

    O sistema é fácil porque, se você precisar memorizar listas longas, basta incluir detalhes da sua jornada diária.

  • Mnemonismo em Neuroaprendizagem8:44

    Memorização Mnemônica

    O termo mnemonista faz referência a um indivíduo com uma extraordinária capacidade para recordar uma grande quantidade de dados (p. ex. listas com nomes incomuns de pessoas, guias telefônicos, trechos de livros, etc.) À maioria destas pessoas atribui-se-lhes um tipo de memória especial que se denominou “memória eidética”, apesar de existir um debate sobre se habilidades são realmente inatas ou se são aprendidas. No entanto, muitos mnemonistas têm gozado de grande popularidade e têm passado a fazer parte da tradição, dos mitos e da cultura popular de seu país.

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  • O seu estado emocional é seu aliado ou seu sabotador na neuroaprendizagem?58:06
  • AULA BÔNUS: MAIOR OPORTUNIDADE DA HISTÓRIA - IA PARA DECOLAR SEUS NEGÓCIOS1:27:46

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Requirements

  • Não há pré-requisitos

Description

A Neuroaprendizagem é o que podemos definir como o ato de aprender, tendo como base as funções cerebrais. Em outras palavras, tudo que seja referente ao aspecto cognitivo, entre eles: a linguagem, a capacidade de raciocinar, memorizar, tomadas de decisão, concentração, entre outros. E para ajudar você neste processo em meio a um mundo que a todo o momento rouba a atenção, desenvolvemos a formação em Neuroaprendizagem.

A Formação em Neuroaprendizagem inclui as técnicas fundamentais da Programação Neurolinguística aplicada a Aprendizagem, e juntamente com os recursos e as novas descobertas da Neurociência dentro de um conjunto padronizado de conteúdos que ampliará sua capacidade aprender e reter informações, facilitando para que você possa passar em concursos e fazer provas sem o branco na hora da prova, e ainda garantirá a você uma aprendizagem acelerada e definitiva. Através desta formação, nós oferecemos um sistema de ensino inovador, fundamentado neurocientificamente e que faz parte da aprendizagem do futuro. A metodologia desenvolvida pelo Trainer Luis Lindner ao longo de duas décadas de atendimentos a clientes.

Não significa apenas "aprender rápido", mas aprender de forma inteligente e sustentável, promovendo a retenção de longo prazo, a aplicação prática e o domínio de habilidades em um tempo reduzido.

Quem Pode se Beneficiar?

  • Estudantes: Para melhorar notas, estudar para concursos ou aprender conteúdos complexos rapidamente.

  • Profissionais: Para adquirir novas competências que aumentem sua empregabilidade.

  • Empresas: Para treinar equipes de forma eficiente, garantindo alta produtividade.

  • Líderes: Para lidar com cenários de transformação digital, inovação e mudança organizacional.

Em suma, a Neuroaprendizagem é a chave para enfrentar o desafio do "sobrecarga de informações" e para prosperar em um mundo que exige adaptação constante.

IMPORTANTE: Esse curso possui como bônus para você você, mentoria por inteligência artificial, Dentro do curso você encontrará as orientações de como acessar na aula intitulada: Meu presente para você

O diferencial desta formação é que além da tecnologia de vanguarda, todo o conteúdo apresentado é filmado e fruto de mais de duas décadas de atendimentos a pessoas e empresas, e aplicado em sala de aula com a pessoas reais na solução de problemas também reais, e com resultados reais, objetivando alavancar suas vidas e carreiras. Não se trata apenas de teorias que não resistem a realidade das dificuldades dos contextos profissional ou pessoal, mas de técnicas que você verá em tempo real se mostrando efetivas em resolver bloqueios e limitações para aprendizagem, e ainda aumentar rapidamente os resultados nas mais diversas áreas da vida das pessoas que ali estão.

Te espero no curso.

Luis Lindner

Who this course is for:

  • Professores, Alunos e todos que desejam ampliar sua capacidade de aprendizagem e retenção de informação para passar em provas e concursos ou para a vida.
  • Qualquer Pessoa Que Deseja Superar Limites Cognitivos: Quem sente que está preso em métodos tradicionais e deseja desbloquear uma nova forma de aprender, com mais rapidez e menos esforço.