
Nesta aula vamos analisar os pontos positivos da MPLS VPN comparado com VPN comum.
Nesta aula vamos apresentar o conceito de MPLS, o que é mpls e uma comparação com roteamento IP.
Conheça os principais conceitos da tecnologia MPLS.
Nesta aula vamos demostrar como funciona o protocolo mpls e todos passos desde do ingresso do Label na rede até sua retirada novamente para pacote IP.
MPLS VPN L3, o que é e como funciona.
Para utilizar as interfaces Loopback dos roteadores, dentro do GNS3 é necessário adicionar ela no seu windows, para isso siga o tutorial abaixo:
Nesta aula vamos montar o cenário e topologia para iniciar na prática, utilizando o simulador de redes GNS3.
Nesta aula vamos analisar como foi feito o endereçamento IP entre os roteadores da rede.
Ao final desta aula você vai ser capaz de:
Ao final desta aula você vai ser capaz de:
Nesta aula vamos criar a nossa VRF (Tabela de roteamento virtual).
VRF (Virtual Routing and Forwarding): permite criar tabelas de roteamentos virtuais que trabalham de forma independente das demais, assim cada cliente tem sua própria VRF trazendo mais segurança e flexibilidade. Um roteador PE tem uma instancia de VRF para cada cliente conectado a ele, logo é como se existisse roteadores dedicados para cada cliente dentro do provedor de serviços, porém, é compartilhado o uso de CPU, largura de banda e memória com outros roteadores virtuais que fazem parte do mesmo PE. Podemos comparar com uma tabela de roteamento global, mas ela contem todas as rotas que pertencem para uma VPN especifica. (Oliveira, Lins e Mendonça, 2012)
Nesta aula vamos acessar as interfaces a sua respectiva VRF e adicionar seus endereços IPs, esse processo é feito apenas nos roteadores PE, já que nos roteadores dos clientes não é necessário habilitar o MPLS.
Para anunciar as rotas VRF de um roteador PE para outro, devemos configurar o MP-BGP (Multiprotocol BGP), um pouco diferente do conhecido BGP, ele suporta várias famílias de endereços, como IPv4 e IPv6, além de suporte a anuncio de rotas VPN, onde adicionamos um RT(Route Target) na configuração do VRF.
O MP-BGP é executado apenas nos roteadores PE, os roteadores P dependem apenas do IGP e MPLS para encaminhar o trafego através da rede do provedor enquanto os roteadores CE (Clientes) não têm conhecimento de rotas fora do seu VRF.
Em nosso cenário vamos configurar os dois roteadores PE usando a AS 65000
Depois de configurar o MP-BGP entre os dois roteadores PE. Agora precisamos configurar um IGP entre cada roteador PE com seu respectivo CE, para troca de rotas com os sites de clientes. Nesse trabalho optei por usar OSPF, mas pode ser usado qualquer outro protocolo de roteamento, de preferencia dinâmico, tais como: EIGRP ou RIP.
Nessa etapa vamos configurar um processo OSPF adicional para cada roteador CE em cada roteador PE. Cada roteador PE terá, então, três processos OSPF no total: uma para a rede do provedor, e um para cada roteador CE.
Considerando que o processo OSPF existe na tabela de encaminhamento global, os dois processos CE irão ser atribuído a cada um dos respectivos clientes VRFs.
Agora que o MPLS e MP-BGP está instalado e funcionando e todos os roteadores CE estão enviando rotas para os roteadores PE dentro de suas VRFs
O último passo é configurar a redistribuição de rotas. Primeiro é necessário configurar a redistribuição de rotas CE em cada VRF no MP-BGP, isso é feito sob a família de endereços IPv4 BGP para cada VRF.
Isso permite a redistribuição de rotas OSPF em BGP para o transporte em toda a rede provedor entre os dois sites. Podemos verificar através do comando show ip bgp vpnv4 vrf que as rotas aprendidas a partir dos locais de clientes (172.16.0.0/16 e 172.17.0.0/16) agora aparecem nas tabelas de BGP para seus respectivos VRFs.
O último passo para configurar uma MPLS VPN Camada 3 é completar a redistribuição em sentido oposto: a partir do BGP nos processos OSPF de clientes. (Não precisamos especificar quaisquer informações VRF na declaração de redistribuição porque cada processo OSPF do cliente já está atribuído a um VRF).
Nesta aula vamos criar a nossa VRF (Tabela de roteamento virtual).
VRF (Virtual Routing and Forwarding): permite criar tabelas de roteamentos virtuais que trabalham de forma independente das demais, assim cada cliente tem sua própria VRF trazendo mais segurança e flexibilidade. Um roteador PE tem uma instancia de VRF para cada cliente conectado a ele, logo é como se existisse roteadores dedicados para cada cliente dentro do provedor de serviços, porém, é compartilhado o uso de CPU, largura de banda e memória com outros roteadores virtuais que fazem parte do mesmo PE. Podemos comparar com uma tabela de roteamento global, mas ela contem todas as rotas que pertencem para uma VPN especifica. (Oliveira, Lins e Mendonça, 2012)
Nesta aula vamos acessar as interfaces a sua respectiva VRF e adicionar seus endereços IPs, esse processo é feito apenas nos roteadores PE, já que nos roteadores dos clientes não é necessário habilitar o MPLS.
Para anunciar as rotas VRF de um roteador PE para outro, devemos configurar o MP-BGP (Multiprotocol BGP), um pouco diferente do conhecido BGP, ele suporta várias famílias de endereços, como IPv4 e IPv6, além de suporte a anuncio de rotas VPN, onde adicionamos um RT(Route Target) na configuração do VRF.
O MP-BGP é executado apenas nos roteadores PE, os roteadores P dependem apenas do IGP e MPLS para encaminhar o trafego através da rede do provedor enquanto os roteadores CE (Clientes) não têm conhecimento de rotas fora do seu VRF.
Em nosso cenário vamos configurar os dois roteadores PE usando a AS 65000
Depois de configurar o MP-BGP entre os dois roteadores PE. Agora precisamos configurar um IGP entre cada roteador PE com seu respectivo CE, para troca de rotas com os sites de clientes. Nesse trabalho optei por usar OSPF, mas pode ser usado qualquer outro protocolo de roteamento, de preferencia dinâmico, tais como: EIGRP ou RIP.
Nessa etapa vamos configurar um processo OSPF adicional para cada roteador CE em cada roteador PE. Cada roteador PE terá, então, três processos OSPF no total: uma para a rede do provedor, e um para cada roteador CE.
Considerando que o processo OSPF existe na tabela de encaminhamento global, os dois processos CE irão ser atribuído a cada um dos respectivos clientes VRFs.
Agora que o MPLS e MP-BGP está instalado e funcionando e todos os roteadores CE estão enviando rotas para os roteadores PE dentro de suas VRFs
O último passo é configurar a redistribuição de rotas. Primeiro é necessário configurar a redistribuição de rotas CE em cada VRF no MP-BGP, isso é feito sob a família de endereços IPv4 BGP para cada VRF.
Isso permite a redistribuição de rotas OSPF em BGP para o transporte em toda a rede provedor entre os dois sites. Podemos verificar através do comando show ip bgp vpnv4 vrf que as rotas aprendidas a partir dos locais de clientes (172.16.0.0/16 e 172.17.0.0/16) agora aparecem nas tabelas de BGP para seus respectivos VRFs.
O último passo para configurar uma MPLS VPN Camada 3 é completar a redistribuição em sentido oposto: a partir do BGP nos processos OSPF de clientes. (Não precisamos especificar quaisquer informações VRF na declaração de redistribuição porque cada processo OSPF do cliente já está atribuído a um VRF).
Nesta aula vamos começar a configurar os roteadores do cliente (CE) ou Customer Edge, eles são conectados nos roteadores MPLS através de um protocolo de roteamento dinâmico, neste caso o OSPF.
Nesta aula vamos configurar os roteadores do cliente (CE) ou Customer Edge, eles são conectados nos roteadores MPLS através de um protocolo de roteamento dinâmico, neste caso o OSPF.
Nesta aula vamos configurar os roteadores do cliente (CE) ou Customer Edge, eles são conectados nos roteadores MPLS através de um protocolo de roteamento dinâmico, neste caso o OSPF.
Nesta aula vamos configurar os roteadores do cliente (CE) ou Customer Edge, eles são conectados nos roteadores MPLS através de um protocolo de roteamento dinâmico, neste caso o OSPF.
Contato:
Arquivos de configuração disponíveis abaixo:
Essa aula é um desafio, com base nas configurações feitas durante as aulas, configure os roteadores CE2-LojaX e CE4-LojaX, lembre-se que é necessário criar um roteamento OSPF nas respectivas VRF, neste caso a VPNLojaX, dentro dos roteadores PE1 e PE2.
Qualquer dúvida, fique a vontade para entrar em contato, que irei te ajudar.
Abraços.
O Curso MPLS foca no estudo aprofundado da tecnologia que é base para os meios de comunicação atuais, o Multi Protocol Label Switching – tema de um dos exames da certificação Cisco CCNP SP, e de certificações mais avançadas, como o CCIE.
Durante o curso vamos ter uma parte teórica explicando seu conceito e como funciona, logo após no laboratório prático, você vai aprender a configurar um cenário completo de VPN MPLS em camada 3, utilizando roteadores CISCO.
Aprenda agora mesmo sobre uma das maiores tecnologias de redes utilizadas nas principais operadoras de serviço e grandes empresas por todo o mundo!