
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Notas:
[1] Ver: Nilson Araújo de Souza, Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula, 2008: 54.
[2] Ver: Marcelo Carcanholo, Abertura Financeira e Vulnerabilidade Externa na América Latina: os impactos sobre o Brasil, México e Argentina, 2002). Disponível em: https://mega.nz/#F!zXoATKYI!KFHM3Ux71uVfAgM5MRoo9Q!rTIXSYST
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Notas:
[1] Ver: Theotônio dos Santos, A Estrutura da Dependência, 2011. Disponível em: https://mega.nz/#F!zXoATKYI!KFHM3Ux71uVfAgM5MRoo9Q!rT5FQSJQ
[2] Ver: Celso Furtado, Desenvolvimento e Subdesenvolvimento, 1965.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009 (Material de apoio).
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009 (material de apoio).
Referências citadas pelo autor:
HAMILTON, A. Relatório sobre as manufaturas. Apresentação de Barbosa Lima Sobrinho. Rio de Janeiro: Sol. Iberamerica, 1995.
LIST, G. F. Sistema nacional de economia política. Trad. Luiz João Baraúna. São Paulo: Abril Cultural, 1983. (Os Economistas.).
LIST, G. F.. Sistema nacional de economia política. 2 ed. Trad. Luiz João Baraúna. São Paulo: Nova Cultural, 1986 (Os Economistas).
Notas:
[1] Seu verdadeiro nome é Sebastião José de Carvalho e Melo, entretanto é mais conhecido como Marquês de Pombal (1699 - 1782).
[2] HAMILTON, 1995, p. 32 apud Souza, 2009, p. 22.
[3] HAMILTON, 1995: 54 apud Souza, 2009, p. 22.
[4] HAMILTON, 1995: 54 apud Souza, 2009, p. 22.
[5] HAMILTON, 1995: 58-9 apud Souza, 2009 p. 22.
[6] HAMILTON, 1995: 90 apud Souza, 2009, p. 22.
[7] HAMILTON, 1995: 89 apud Souza, 2009:22
[8] HAMILTON, 1995: 46-54 apud Souza, 2009:23
[9] Ibidem: 88 apud Souza 2009: 23
[10] Ibidem: 61 apud Souza 2009: 23
[11] Ibidem: 62 apud Souza, 2009:23
[12] Ibidem: 96-109 apud Souza, 2009, p. 23.
[13] Ibidem: 84 apud Souza, 2009, p. 24.
[14] Foi eleito deputado para a Assembléia de Wurttenberg, onde foi expulso em 1822.
[15] Antes disso, exilou-se na Inglaterra,França e Suíça.
[16] Os principais seguidores de Hamilton foram Mathew Carey (1760 - 1839) e Henry Carey (1793 - 1879), respectivamente, pai e filho. [17] LIST, 1983, p. 5 apud Souza, 2009, p. 25. [18] LIST, 1983, p. 85 apud Souza, 2009, p. 25.
[19] LIST, 1983, p 56 apud Souza, 2009, p. 25.
[20] LIST, 1983, p. 207 apud Souza, 2009, p. 25.
[21] LIST, 1983, p. 207 apud Souza, 2009, p. 26.
[22] LIST, 1986: 125 Apud Souza, 2009, p. 26.
Referência principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009 (Material de apoio).
Referências secundárias: OSORIO, J. Padrão de reprodução do capital: uma proposta teórica. In: FERREIRA, C.; OSORIO, J.; LUCE, M. (orgs.). Padrão de reprodução do capital: contribuições da Teoria Marxista da Dependência. São Paulo: Boitempo, 2012.
Obras citadas pelo autor:
CASTELLS, M. La crisis económica mundial y el capitalismo americano. Trad. José Cano Tembleque. Barcelona: Laia, 1978. KAUTSKY, K. Teorías de las crisis. México: Siglo XXI, 1978.
Notas:
[1] os economistas chamam de modelo econômico a forma específica de desenvolvimento do capitalismo (Souza, 2009, p. 28, nota 1).
[2] No atual estágio de maturidade do capitalismo, podemos classificar em: “economias imperialistas (como Estados Unidos e Alemanha), semiperiferias imperialistas (como Espanha), subimperialismos dependentes (como Brasil), economias dependentes (Peru e Chile) e periferias (países da África)” (OSORIO, 2012, p. 34).
[3] SOUZA, 2009, p. 29.
[4] CASTELLS, 1978, p. 85 apud SOUZA, 2009, p. 29.
[5] PARVUS, apud KAUTSKY, 1978, p. 227.
[6] SOUZA, 2009, p. 30.
[7] SOUZA, 2009, p. 30.
[8] SOUZA, 2009, p. 30.
[9] No período pós-guerra, a economia dos EUA… (SOUZA, 2008, p. XX).
[10] SOUZA, 2009, p. 30.
[11] SOUZA, 2009, p. 30.
[12] Países dependentes: quando falamos em dependência, estamos nos referindo a condição em que a economia de determinados países, que são condicionadas pelo desenvolvimento e pela expansão de outra economia à qual se está subordinado. Ver: Theotônio dos Santos. A Estrutura da Dependência, 2011. Disponível em: https://pt.scribd.com/document/118722425/Theotonio-dos-Santos-A-Estrutura-da-Dependencia-1970
[13] SOUZA, 2009, p. 31.
[14] SOUZA, 2009, p. 31.
Referência principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009 (Material de apoio).
Notas:
[1] SOUZA, 2009, p. 33.
[2] DOBB, 1976: 404-405 apud SOUZA, 2009, p 33.
[3] SOUZA, 2009, p. 33.
[4] Baran e Sweezy, 1979, p. 189-190 apud Souza, 2009, p. 34.
[5] Ver: o livro-texto utilizado.
[6] DOBB, 1976, p. 405 apud Souza, 2009, p. 43.
[7] SOUZA, 2009, p. 34. Ver: Schumpeter 1982, p. 148.
[7] Schumpeter, 1982, p. 153-155 apud Souza, 2009, p. 34.
[8] SOUZA, 2009, p. 34.
[9] Para Marx e Keynes, essa tendência à queda da taxa de lucro serve como detonante do processo das crises capitalistas.
[10] Ver: livro-texto base utilizado.
Referências:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009 (Material de apoio).
Notas:
[1] Baran e Sweezy, 1979, p. 193 apud Souza, 2009, np.
[2] Baran e Sweezy, 1979, p. 191 apud Souza, 2009, np.
[3] Estamos falando de uma absorção improdutiva, pois não se trata da produção de mercadorias destinadas à população.
[4] Baran e Sweezy, 1979, p. 17 apud Souza, 2009, np.
[5] DOBB, 1976, p. 394-397 apud Souza, 2009, np.
[6] DOBB, 1976, p. 398 apud Souza, 2009, np.
[7] DOBB, 1976, p. 403 apud Souza, 2009, np.
[8] DOBB, 1976, p. 404 apud Souza, 2009, np.
[9] DOBB, 1976, p. 407-408 apud Souza, 2009, np.
[10] HUBERMAN, 1983, p. 242-242 apud Souza, 2009, np.
[11] HUBERMAN, 1983, p. 243 apud Souza, 2009, np.
[12] HUBERMAN, 1983, p. 245 apud Souza, 2009, np.
[13] HUBERMAN, 1983, p. 245 apud Souza, 2009, np.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] Ver: Dicionário de Economia do Século XXI. Sandroni, 2016.
[2] Ver: Dicionário de Economia do Século XXI. Sandroni, 2016.
[3] Ver: Aula 02 - Taxa de Câmbio e Regimes Cambiais.
[4] SANDRONI, 2016, verbete: Balanço de Pagamentos.
[5] Reservas Internacionais: são reservas em moeda forte mantidas por um país para garantir a estabilidade de sua taxa de câmbio e do seu setor externo” ((SANDRONI, 2016, verbete: Reservas Internacionais).
[6] Ver: Aula 03 - Transações Correntes e Variáveis Macroeconômicas
[7] Para uma compreensão detalhada do Balanço de Pagamento, ver: PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] É simples de entender. As importações dependem do nível de renda, por isso o aumento do nível de renda produz um aumento das importações. Além disso, a política monetária expansionista (aumento da oferta de moeda) gera uma diminuição da demanda por moeda e, portanto, queda na taxa de juros. A taxa de juros determina o fluxo de capitais, portanto, a queda da taxa de juros gera uma saída de capitais do país.
[2] Lembre-se da teoria keynesiana da taxa de juros. A taxa de juros depende da demanda por moeda, que depende positivamente do nível de renda. O aumento do nível de renda aumenta a demanda por moeda e, portanto, a taxa de juros.
[3] O aumento da renda gera um efeito desfavorável sobre a balança comercial - exportações (X) menos importações (Z) - porque o aumento do nível de renda, dada a propensão marginal a importar, aumenta as importações, mas não tem efeitos sobre as exportações - que dependem da renda externa (Yx) e da taxa de câmbio (?).
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] Para compreender melhor a estrutura e lógica das contas externas (balanço de pagamentos), veja o livro “Contabilidade Social: Uma introdução à macroeconomia” (Paulani e Braga - capítulo 06).
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Referências:
1. SANTOS, Theotônio dos. Do Terror à Esperança – Auge e declínio do neoliberalismo. Idéias e Letras, 2004.
2. MAFRA, Rubem; RAPINI, Márcia e CHIARINI, Túlio. A tensão permanente entre expansão e crise do capitalismo: as revoluções tecnológicas e as bolhas financeiras. Textos de Economia, v. 20, n. 2, 2017.
Notas:
[1] Nikolai D. Kondratiev, “The Long Waves in Economics Life”, Review, II, 4, Spring 1979, ps 519-61. (SANTOS, 2004, p. 149, nota 1).
[2] SANTOS, 2004, p. 149.
[3] Os principais textos de Kondratiev estão reunidos e publicados com título de: "Les Grands Cycles de la Conjoncture”, Economica, Paris, 1992. (SANTOS, 2004, p. 150, nota 2).
[4] Em seu artigo “A Curva do Desenvolvimento Capitalista” (1923), Trotsky elabora uma série de críticas às ideias de Kondratiev. Disponível em: https://orientacaomarxista.blogspot.com/2012/04/curva-do-desenvolvimento-capitalista.html?m=1
[5] SANTOS, 2004, p. 150.
[6] Ver: SANDRONI, 2016, verbete: Depressão econômica.
[7] SANTOS, 2004, p. 150.
[8] SANTOS, 2004, p. 151.
[9] Segundo Theotônio (2004, p. 151), é possível associar cada onda longa a um regime de acumulação (noção criada pelos regulacionistas franceses), apesar dos regulacionistas não aceitarem as ondas longas (Ver: 2004, p. 151, nota 6).
[10] SANTOS, 2004, p. 152.
[11] SANTOS, 2004, p. 152, nota 7.
[12] Giovanni Arrighi (1996, p. 219) fornece em esquema com algumas diferenças baseado em Braudel (SANTOS, 2004, p. 152, nota 8).
[13] SANTOS, 2004, p. 153.
[14] SANTOS, 2004, p. 153.
Modelo IS-LM-BP
O curso é um estudo do Modelo IS-LM-BP, também chamado de Modelo Mundell-Fleming, que é o principal modelo de macroeconomia aberta. Veremos os efeitos de políticas econômicas (políticas monetária e fiscal) com taxas de câmbio flexíveis e fixas, considerando a mobilidade de capitais.
Veremos os efeitos de políticas econômicas considerando a taxa de câmbio fixa e a flexível, além de entender como a mobilidade de capitais alteram os efeitos das políticas monetária e fiscal no modelo de macroeconomia aberta.
Introdução à Economia Internacional
Não é possível compreender o mundo político e econômico em que vivemos sem entender os fundamentos da economia internacional. O objetivo central deste curso é fazer uma introdução aos principais tópicos presentes na economia internacional, para estudantes e interessados em temas econômicos.
Ao longo do nosso curso, abordamos assuntos como preço relativo, termos de troca e sua deterioração, taxas de câmbio, regimes cambiais (câmbio fixo, flutuante e administrado), variáveis macroeconômicas importantes, liberalismo econômico (teorias das vantagens absolutas e relativas, de Adam Smith e David Ricardo), protecionismo (Alexander Hamilton, Marquês de Pombal, Friedrich List etc.), padrão de reprodução de capital, crise estrutural, onda longa de Kondratiev, além das contribuição de Parvus e Kautsky, além de abordar as primeiras explicações para a Crise de 1929 (Alvin Hansen e Josefh Schumpeter).
A referência principal do curso é o livro Economia Internacional Contemporânea do professor Nilson Araújo de Souza, que é um importante autor da chamada segunda geração de teóricos da dependência. Trata-se de uma obra fundamental, que aborda questões importantes para o entendimento da economia internacional.