
Entenda neste vídeo o que vai rolar no módulo Zero, que mostra o que é preciso pra prosseguir com o treinamento.
A internet pode ter diferentes definições de nomenclatura quanto a disposição geográfica, conforme o seu tamanho físico.
Também devemos citar o ponto de vista da literatura e o ponto de vista usado no dia-a-dia.
Tema esse que será abordado neste vídeo.
Nesse vídeo da série definições, vamos falar de formas de transmissão.
Existem e formas básicas de transmissão de dados/informações.
São elas:
SIMPLEX = UNI-DIRECIONAL
HALF-DUPLEX = BI-DIRECIONAL
FULL-DUPLEX = BI-DIRECIONAL
É importante conhecer estas definições, pois iremos nos deparar bastante com elas no Mikrotik ou em qualquer outro dispositivo de rede, ao se configurar algo em alguns tipos de interface.
Nesse Vídeo vamos falar sobre as definições de domínio.
É indispensável saber a diferença dos tipos de domínio ao planejar uma rede, mudar de bridge pra roteada ou conseguir definir a forma de acesso e gerência à algum equipamento.
Vamos também conhecer as formas de tratativa de colisão de pacotes em meios a domínio de colisão.
Nesse capítulo vamos fazer uma diferenciação destes dois importantíssimos dispositivos de rede, que são o Switch e o Roteador.
O switch é um dispositivo de CAMADA 2 (L2), que tem funções mais simples, porem tem custo reduzido se comparado a um roteador, e suporta passagem de grandes quantidades de tráfego. Ele normalmente possui 1 só dominio Brodcast, e tantos domínios de colisão quanto interfaces.
Já o roteador possui muito mais recursos, porem valor mais elevado por porta.
Ele trabalha principalmente em Camada 2 (L3 do modelo OSI), e demanda maior processamento pra realizar suas tarefas. É usado para interligar redes, ele é quem conhecem o caminho de outra rotas externas, como por exemplo, sites em geral.
Esse capitulo fala sobre os modelos de referência OSI e TCP/IP.
O Modelo de referência OSI, foi sugerido pela ISO na década de 70, com o propósito de garantir a interoperabilidade, escalabilidade, portabilidade e compatilidade entre diferentes fabricantes. Até então, equipamentos de rede só funcionavam com equipamentos de mesmo fabricante, sendo incompatíveis com os concorrentes.
Este modelo se divide em 7 camadas, sendo elas: APLICAÇÃO, APRESENTAÇÃO, SESSÃO, TRANSPORTE, REDE, ENLACE E FÍSICA.
Posteriormente foi criado um modelo prático e resumido, O TCP/IP, com 4 camadas, sendo elas: APLICAÇÃO, TRANSPORTE, REDE, E ACESSO AO MEIO.
Mas no meu ponto de vista(Franklin Oliveira), no dia-a-dia do mundo real (não literário), refere-se ao modelo OSI de forma resumida.
Mais detalhes no vídeo.
Nessa aula iremos buscar entender a base de funcionamento do roteamento.
O roteamento é um recurso que roda na CAMADA 3 (L3), realizado principalmente pelo roteador, mas poder acontecer no firewall e de forma mais simples em alguns Switchs mais avançados.
O roteamento pode ser ESTÁTICO ou DINÂMICO, e aproveito pra dizer as principais diferenças entre eles.
Nesse vídeo vamos explorar noções de subredes e mascara IP.
Subredes foi um recurso criado afim de adiar o esgotamento dos IPv4
Mascara de IPv4 é uma propriedade que indica o tamanho da rede, assim como quem é REDE e quem é HOST na range de IP.
O EVE é um software gratúito, que emula dispositivos de rede. Ele vai ser a nossa ferramenta de laboratório, ou seja, mesmo que você ainda não tenha a sua Routerboard para testes, poderá acompanhar normalmente as aulas, aplicando toda a parte prática, com exceção da parte de Wireless, devido a limitações físicas.
É uma alternativa ao GNS3, e possui algumas vantagens como possibilidade de rodar em uma VM e menor utilização de recursos de hardware.
Tutorial simplificado de Instalação do EVE – Emulated Virtual Enviroment
Iniciando a instalação:
Faça o Download do VMWare Player:
https://www.vmware.com/go/downloadplayer
Instale-o
Faça o Download do EVE-NG:
http://www.eve-ng.net/downloads/eve-ng-2
Configure-o no Vmware Player
Após instalado o EVE-NG, execute o S.O, acesse-o via SSH, e execute os seguintes comandos para utilização do RouterOS:
mkdir -p /opt/unetlab/addons/qemu/mikrotik-6.45.6
cd /opt/unetlab/addons/qemu/mikrotik-6.45.6
wget https://download2.mikrotik.com/routeros/6.45.6/chr...
/opt/qemu/bin/qemu-img convert -f vmdk -O qcow2 chr-6.45.6.vmdk hda.qcow2
/opt/unetlab/wrappers/unl_wrapper -a fixpermissions
rm -rf chr-6.45.6.vmdk
###fim
Resolução de Problemas Frequentes
1 – O EVE roda em sistemas operacionais de 64bits, e deve ter a opção de suporte a virtualização ativada na BIOS. Nas configurações do processador da VM, a opção "Virtualize Intel VT-x/EPT or AMD-V/RVI" deve estar ativada
2 - A Máquina virtual que roda o EVE precisa receber um IP através de um DHCP-Server, portanto ao subir sua máquina virtual certifique-se de usar uma interface que esteja provendo IP para a VM (seja usando o modo bridge ou NAT). Caso a VM não receba IP ela irá demorar cerca de 5 minutos para iniciar e não será possível acessa-la pelo WINBOX ou qualquer outra forma que dependa da IP.
ATENÇÃO: Sempre encerre o Sistema operacional EVE antes de fechar a VM.
Comando para shutdown no EVE, a partir da CLI: init 0
Neste vídeo temos um paralelo diferenciando os principais termos usados ao nos referir ao Mikrotik.
O Mikrotik tem diversas fontes de pesquisa, manuais e informações em geral.
Acompanhe o vídeo e conheça as principais.
O Mikrotik pode ser acessado via CLI, Browser e a GUI chamada Winbox.
Conheça neste vídeo a CLI do Mikrotik.
CLI: COMMAND LINE INTERFACE
GUI: GRAPHICAL USER INTERFACE
Um dos principais atrativos do Mikrotik é a sua GUI, o WINBOX, que é um executável compativel com Windows, e pode usado com emuladores em MACOS e Linux.
Veja o vídeo com as suas principais funcionalidades.
Acessando o Mikrotik usando um navegador (Browsers como Chrome, Opera etc...), via IP, você vai chegar no Webfig, muito similar ao Winbox, com pequenas limitações, porem com a opção de modificação de Skin.
Neste vídeo mostro as configurações iniciais a serem feitas no Mikrotik.
A parte 1 mostra as partes de login, personalização e configuração de WAN.
Continuando o capítulo anterior, falo nesse vídeo sobre a configuração inicial de LAN no seu Mikrotik
Nesse módulo vamos passar pelas principais interfaces do Mikrotik, tanto físicas quanto lógicas.
Essa capítulo traz a segunda parte de uma visão geral sobre interface Ethernet e um paralelo Com Vlan's.
Nesse módulo vamos passar pelas principais interfaces do Mikrotik, tanto físicas quanto lógicas.
Essa capítulo traz a segunda parte de uma visão geral sobre interface Ethernet e um paralelo Com Vlan's.
Nesse Capítulo vamos falar sobre Vlans no Mikrotik, e um recurso adicional, o 801.11ad, ou informamente QinQ
VLAN vem de Virtual Local Area Network, é um recurso de camada 2, que permite a segmentação de uma só rede física em várias redes virtuais.
Conheça a Bridge do Mikrotik, um recurso que torna o seu router em um Switch, um dispositivo de Camada 2 do Modelo OSI.
A Bridge (ponte), é um recurso de camada 2, que permite que sejam unidas 2 ou mais portas, a fim de criar um switch, é possível fazer uma série de configurações afim de manipular a direção do tráfego e evitar os "loops" de camada dois.
Mais detalhes no vídeo.
Neste capítulo, vamos abordar o recurso Split Horizon, que divide segmentos de um mesmo domínio de broadcast, de forma que eles não se comuniquem, ou que o sejam separados em grupos, se o administrador da rede assim quiser.
Com a Bridge Vlan Filtering, você vai configurar o Mikrotik de uma forma similar aos Switchs Gerenciáveis.
É um método que foi adicionado ao RouterOS a partir das versões acima de 6.41, e trás novas possibilidades de configuração de Vlans.
Confira no Vídeo
Nesse capítulo abordaremos a parte teórica do Wireless no Mikrotik com algumas aplicações práticas.
Continuação no Próximo capítulo.
Continuação do Capítulo teórico sobre Wireless.
Neste módulo te mostro as principais configurações para um PTP Wireless com Banda N, com uso dos protocolos proprietários NSTREME e NV2 (Nstreme Versão 2).
mcsindex.com
Neste módulo te mostro as principais configurações para um PTP Wireless com Banda N, com uso dos protocolos proprietários NSTREME e NV2 (Nstreme Versão 2).
mcsindex.com
O DNS é um dos recursos cruciais para navegação e acesso a serviços como conhecemos hoje. O Mikrotik consegue desempenhas papeis de cliente se servidor DNS. Começaremos a discutir sobre isso a partir de agora.
Configure o seu Mikrotik para receber as informações de DNS pela operadora, ou manualmente.
Conheça o Servidor Dns Mikrotik e o Cache DNS.
Entenda de forma breve o conceito de DHCP e os 3 modos de funcionamento dele no Mikrotik
Entenda o modo DHCP Server o Mikrotik.
Entende o modo DHCP Cliente do Mikrotik
Conheça o DHCP Relay (Retransmissor DHCP)
Conheça o FIREWALL FILTER RULES do Mikrotik, onde você consegue configurar politicas de segurança e de acesso no RouterOS.
Conheça o Address list do Firewall IPv4, onde você pode configurar varios endereços e/ou subredes sobre um mesmo nome, tornando a regras de firewall mais enxutas e abrangentes.
Conheça o NAT do Mikrotik, parte do Firewall onde fazemos o Mascaramento e o port forwarding.
Conheça o Firewall Mangle do Mikrotik, onde são feitas marcações de conexões, pacotes e rotas, para uso posterior e a fim de realizar determinada manipulação do tráfego.
Entenda o Mark Connection e Mark packet do Mangle.
Material de Apoio em PDF disponível.
Continuação do capítulo de Mangle + Mark Connection
Entenda a Tabela RAW, mais um componente do Firewall do Mikrotik.
Tem recursos uteis em proteção do router e da rede, e também de otimização de desempenho com o No-track.
Aprenda a implementar o No-Track, um recurso que vai otimizar um roteador reduzindo o consumo de CPU, mas sem perder o controle de banda.
Seja bem vindo ao módulo de roteamento dinâmico. Conheça as características do OSPF.
Franklin Oliveira.
Resumo do Passo-a-passo:
Setar os endereços na interfaces (identificar)
Criar as loobpacks (funciona sem?)
Testar conectividade entre os routers
Ativar o OSPF
Anunciar as Networks
Conferir OSPF Interfaces
Conferir Rotas Criadas
Testar conectividade através dos VPCs
Conheça o processo de eleição dos roteadores denominados DR e BDR, presente numa rede OSPF do tipo broadcast.
Franklin Oliveira
Configurando as interfaces certas como "PASSIVE", você está protegendo toda a sua rede de vazar e receber rotas indevidamente.
Entendas as terminologias dos rotadores quanto a AREA.
ASBR, BR, ABR e IR.
Informaçao Adicional (Mais detalhes em um módulo a frente):
LSA Type 1: Router LSA
Redes com tuneis do tipo VPN ou PPPoE podem ter muitas rotas criadas, e em certo ponto pode ser necessário tomar alguma medida pra reduzir esse flood de rotas provindas desses túneis.
Conheça uma das formas, através de uma adaptação com uma rota de tamanho maior, do tipo BLACkHOLE.
Franklin Oliveira
Conheça uma forma de sumarizar uma sub-rede ao usar OSPF com AREA do tipo STUB.
Franklin Oliveira
Entenda como fazer e pra que servem os filtros de roteamento.
Franklin Oliveira
Conheça as métricas de redistribuição de rotas do tipo 1 e tipo 2.
Franklin Oliveira
Configurando uma segurança extra no OSPF.
Franklin Oliveira.
Conheça o protocolo BFD, um mecanismo de auxílio na detecção de falhas.
Uma breve introdução aos Túneis/VPN.
Franklin Oliveira
Configurando o PPTP, Modo Client e Server.
Conheça a configuração do TUNEL SSTP.
Franklin Oliveira
Conheça o Túnel PPPoE, um protocolo largamente usado, principalmente por provedores, para autenticação, definição do controle de banda, contabilidade e gerencia de usuários.
Franklin Oliveira Araújo
Entenda como configurara a Pool de IPs, um repositorio que entrega os endereços de forma dinâmica e aleatória.
Franklin Oliveira
Entenda a configuração do Perfil PPPoE no Mikrotik RouterOS.
Franklin Oliveira
Entenda a criação do BD de usuários no Mikrotik, em /ppp secrets.
Franklin Oliveira
Configurando o PPPoE Server, serviço que roda apontado pra alguma intercace, com proposito de estabelecer o túnel PPPoE com o PPPoE-Client.
Franklin Oliveira
Alem de PPPoE-Server, o Mikrotik tambem pode atuar como PPPoE-Client.
O Mikrotik do Zero é um treinamento para quem quer criar uma base sólida no conhecimento do Mikrotik, mesmo que nunca tenha estudado nada de redes ou Mikrotik, começando do absoluto Zero.
Falando um pouco dessa incrível ferramenta, o Mikrotik Router OS é o responsável pela existência dos provedores regionais, que vão de micro a gigantescos no Brasil. Além disso ele está presente também no meio corporativo, com Routers de baixo custo e baixo consumo de energia.
Encontramos no Mikrotik RouterOS recursos como VPN, Hotspot, Roteamento estático, OSPF, BGP, IPv6, Firewall, PPPoE, Wireless, ferramentas de análise, servidor de arquivos SMP e FTP, cliente SSH e TELNET, monitoramento de redes em geral e etc.
Para estudar o RouterOS, não é necessário que se adquira de imediato um equipamento, você pode iniciar emulando o sistema em seu próprio computador. Esta possibilidade é ensinada logo nas primeiras aulas, e assim trazendo um proveito ainda maior, executando tudo na prática.
No nosso treinamento teremos uma boa carga de conhecimento em vários desses itens citados acima e muito mais;
Pra você que já trabalha ou quer iniciar nesse nicho de redes, seja para provedores de internet ou para redes corporativas, o Mikrotik do Zero vai te dar toda a base necessária!
Com o Mikrotik do Zero você também estará melhor preparado para certificação MTCNA, MTCRE e MTCINE.