
Quando criei este curso, fiquei pensando em meus próprios relacionamentos. Quantas vezes me peguei entrando em conflitos que se eu fosse mais madura e se eu tivesse todo este conhecimento, não teria me metido em tantas confusões. Maturidade não tem haver com idade, mas com maturidade emocional. E as vezes a gente demora um bocado para ter essa maturidade. Você sente isso da sua vida também? Que sabendo usar as palavras certas, sabendo compreender o ser humano, aprendendo a ouvir e outras tantas coisas da comunicação, você vai poder ter relacionamentos mais saudáveis?
Este conto retrata bem, como somos condicionados a colocar nossa atenção onde é quase certo que não encontraremos o que queremos. Se o foco está no problema, você está longe da solução. A CNV propõe refinar este foco para encontrarmos soluções viáveis em nossas relações.
O método foi desenvolvido na Universidade de Harvard e basea-se nos ganhos mútuos sempre que possível e que, quando os assuntos forem conflitantes, insistir em fazer com que o resultado se baseie em critério justos, seja qual for a vontade das partes. O método é firme com os méritos e gentil com as pessoas. Não é utilizado truques e dissimulações. Aqui o importante é não abrir mão da integridade.
Agora vamos falar sobre diálogo para assuntos difíceis. Existe uma diferença grande entre diálogo e conversa. Uma conversa pode não chegar a lugar nenhum e pode facilmente virar um monólogo. Um diálogo busca construir relacionamentos entre pessoas enquanto tratam de interesses em comum.
De uma forma geral, achamos difícil a pessoa que não concorda plenamente com a gente.
Você já parou para pensar nisso?
Então aqui você vai ter a oportunidade de se identificar e identificar pessoas que você conhece.
Você conheceu alguns perfis que pode até considerar amenos, agora vou te apresentar outros perfis que podem ser considerados mais difíceis. Você pode causar desacordos, sendo ameno ou difícil. Preste atenção que você vai entender.
Deixa eu te fazer uma pergunta. Como você se sente quando precisa manter um diálogo com a pessoa que você julga difícil?
Você sente frio na barriga? Pensa em desistir? Você deixa isso afetar suas decisões pessoais e profissionais?
Estima-se que 1% da população adulta que trabalha é formada pelos chamados psicopatas corporativos, profissionais que não medem esforços para crescer e são capazes de ferir psicologicamente (quando não fisicamente) colegas de trabalho para conseguir o que almejam. Uma pesquisa recente feita no Brasil, estima-se que a cada 25 pessoas um é considerado psicopata.
As pessoas muitas vezes confundem os sociopatas com psicopatas, o que não é surpreendente, já que os dois compartilham características de transtorno de personalidade antissocial. De acordo com o DSM-5, os principais sinais de transtorno de personalidade antissocial são o egocentrismo, falta de empatia, espírito de manipulação, hostilidade e impulsividade (American Psychiatric Association, 2013).
Apesar dessas semelhanças, no entanto, existem algumas diferenças entre a sociopatia e psicopatia:
1. Os psicopatas não têm uma consciência
Esta é sem dúvida a principal diferença entre psicopatas e sociopatas. Enquanto os sociopatas são capazes de sentir remorso e culpa, traços psicopáticos incluem a falta de empatia e falta de culpa e remorso.
2. Os psicopatas são manipuladores e calculistas
Com seu charme e carisma, psicopatas podem ser extremamente manipuladores e calculistas. Eles são muito bons em manter o controle emocional e físico, de modo a organizar o seu comportamento (criminoso). Sociopatas, por outro lado, são menos organizados e são mais propensos a cometer crimes espontaneamente. Neste sentido, sociopatas são mais “normais” em comparação com psicopatas.
3. Os sociopatas são capazes de formar relacionamentos com os outros
Já que sociopatas são capazes de sentir remorso, eles também são capazes de formar ligações emocionais profundas, como com amigos e familiares. Psicopatas não são capazes de fazer isso por causa de sua falta de empatia.
4. O cérebro de um psicopata é diferente do cérebro de outras pessoas
Curiosamente, o cérebro de um psicopata é diferente do de outras pessoas (Robinson, 2014). Como você pode ver na foto da tomografia do cérebro, o córtex pré-frontal (a parte frontal do cérebro), que é responsável pela tomada de decisão, comportamento social e expressão da personalidade, e a amígdala (pequena área no meio), que é responsável pelas emoções, não se acendem na varredura do cérebro de um psicopata, o que significa que há pouca ou nenhuma atividade nessas regiões.
Isto significa que quando as pessoas “normais” encontram a violência, a frequência cardíaca aumenta e suas mãos começam a suar. Um psicopata tem uma reação oposta em que ele fica mais calmo. Isso ajuda psicopatas a se envolverem em comportamentos de risco, e às vezes criminosos, já que eles não temem consequências.
5. A psicopatia é uma forma mais grave da sociopatia
Em suma, a psicopatia é uma forma muito mais severa da sociopatia. Assim, pode-se dizer que todos os psicopatas são sociopatas, mas sociopatas não são necessariamente psicopatas.
Referências
American Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and statistical manual of mental disorders (5th ed.). Arlington, VA: American Psychiatric Publishing.
Robinson, K. M. (2014, August 24). Sociopath vs. Psychopath: What’s the Difference? WebMD. Retrieved from http://www.webmd.com/mental-health/features/sociopath-psychopath-difference#2
Tracy, N. (n.d.). Psychopath vs. Sociopath: What’s the Difference? HealthyPlace.com. Retrieved from http://www.healthyplace.com/personality-disorders/psychopath/psychopath-vs-sociopath-what-s-the-difference/
Eu gosto de fazer um resumão para que você se oriente no meio do processo e possa voltar, caso ficou alguma dúvida.
Aqui você vai conhecer cientistas incríveis e aprender como desenvolver empatia
Criada pelo psicólogo norte-americano Marshall Rosenberg e ensinada há mais que 40 anos por uma rede mundial de mediadores, facilitadores e agentes voluntários, a CNV vem sendo utilizada por pessoas que desejam intervir e agir com meios práticos e eficazes a favor da paz.
Exercícios de como desenvolver o diálogo a partir da CNV
Aprenda a importante arte de reconhecer as possíveis causas de armadilhas de conflitos
A diferença entre as palavras de uma pessoa e a nossa interpretação do que ela quer dizer é resultado da comunicação não verbal ou linguagem corporal. Mediante o conhecimento dos sinais do corpo fica mais fácil entender e se comunicar eficientemente com as outras pessoas.
Se você souber interpretar sinais, pode mudar as palavras ou o modo de dizer as coisas para ajudar à outra pessoa a se sentir à vontade e estar mais receptiva.
Por outro lado, se for você quem se sente na defensiva, pode tentar controlar a sua própria linguagem corporal, para assegurar que as mensagens que você estiver transmitindo o façam aparentar aberto e receptivo ao assunto que está sendo tratado.
Agora já estamos no final do curso e espero que você já tenha entrando nos extras de cabeça.Usou os recursos em seu cotidiano para praticar. Então, realmente estamos no fim. Se não fez os extras, por favor, faça.
Entre as razões principais pelas quais a maioria de nós não escuta com atenção os outros estão estas: temos de ser influenciados por eles, pensar que somos os donos da verdade, que o outro está equivocado, sentir que quando falamos exercemos mais influência do que quando escutamos.
Na bibliografia especializada se descrevem numerosas técnicas para desenvolver a habilidade de “saber escutar”, ou a “escuta ativa” ou “empática”. Não é possível referir-se a todas elas, assim, apresentaremos de forma resumida algumas mais definidas.
Outros especialistas propõem a utilização de técnicas de retroalimentação. Ken Cloke, por exemplo, em seu desenho de sistemas para a solução de conflitos, propõe as seguintes respostas em uma escuta ativa:
Perguntar bem e expressivamente não é dom, e sim, uma habilidade. Aprender a perguntar competentemente, de forma expressiva, exige da pessoa o cumprimento de procedimentos elementares. Enquanto habilidade, o exercício de perguntar se apoia no método processual, isto é, aprende-se a questionar em passos, em etapas. A forma segura, como a que apresentamos a seguir, é que torna esse exercício uma técnica, uma arte.
Faz parte da ciência o entendimento da pausa. Neste vídeo vou passar algo para você que mudou totalmente minha percepção de mundo e pode mudar sua percepção de mundo também.
Para que a gente faça uma jornada saudável e que você tenha força mental, física, supra mental, seu corpo esteja vitalmente preparado para isso eu te convido a fazer, no início de tudo, uma pequena meditação. Apenas 1 minuto PARA TRANSFORMAR VOCÊ. Vamos baixar seu cortisol para que seu dia seja excelente. Ao longo desta jornada você vai aprender a usar também seu cortisol, não só baixar.
Vou fazer uma vez e você observa as dicas e depois fazemos juntos.
Olha você não precisa se dar um nó, ou ser um expert. ....para fazer uma meditação. Você só precisa relaxar...
Então, vamos lá! Juntos agora. Feche seus olhos e vamos começar...
Como este é um curso exclusivamente para te ensinar a ter conversas difíceis, vou me ater ao tema, com alguns extras. Os aprofundamentos precisa de mais prática. Comece por este curso e vamos avançando cada vez mais nos próximos.
Tenha em mãos um caderno, sempre o mesmo, vamos facilitar o trabalho de seu cérebro. Uma caneta comum e um marcador colorido que você queira salientar alguns pontos.
Eu quero encerrar este curso, com um agradecimento. Todas as vezes que alguém se inscreve em um curso que me dediquei a melhorar as relações entre nós, colegas, amigos, lideres, amores, países, sinto que estou cumprindo minha pequena missão diária de vida.
Transforme Seus Relacionamentos com Nosso Curso de Mediação de Conflito e Conversas Difíceis
Você já se sentiu frustrado ao lidar com pessoas difíceis no trabalho ou em casa? Quer melhorar seus relacionamentos e resolver situações complicadas de uma vez por todas? Então, este curso é para você!
Nosso curso é ideal para qualquer pessoa que deseja entender e gerenciar comportamentos desafiadores com eficiência. Aprenda rapidamente a lidar com situações aparentemente impossíveis, onde a cooperação parece inexistente. Seja você um líder, colega de trabalho, cliente ou paciente, este curso oferece ferramentas práticas para transformar interações desagradáveis e imprevisíveis em oportunidades de colaboração. Mas não é só para a vida profissional! Se você enfrenta dificuldades em ter relacionamentos onde todos são ouvidos e respeitados, aqui você vai descobrir como transformar um "não" em um "sim".
O Que Você Vai Aprender:
- **Identificação de Personagens Difíceis:** Reconheça os tipos comuns de comportamentos desafiadores.
- **Reconhecimento de Padrões:** Aprenda a identificar pistas sobre os padrões de comportamento das pessoas ao seu redor.
- **Preparação para Conversas Eficazes:** Descubra como se preparar para conversas difíceis, tornando-as mais produtivas e harmoniosas.
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