
Na aula de hoje vamos fazer uma breve introdução ao pensamento keynesiano, abordando o problema do desemprego.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre o modelo keynesiano simples.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre os componentes da demanda agregada em uma economia fechada, ou seja, o consumo, investimento e gastos do governo.
Referência:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a determinação da renda de equilíbrio.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Quinta aula do nosso curso. Na aula de hoje vamos falar sobre as mudanças na renda de equilíbrio.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a política fiscal, as exportações e as importações.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a a moeda no sistema keynesiano.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a teoria keynesiana da taxa de juros.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a teoria keynesiana da demanda por moeda.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
No vídeo de hoje, veremos o contexto histórico do surgimento do modelo IS-LM, a construção das curvas LM e IS, a combinação das duas curvas e uma breve síntese das principais críticas pós-keynesiana ao modelo.
Referências bibliográficas:
Blanchard, O. “Epílogo: a história da macroeconomia”. In: Macroeconomia - 5ª Ed - São Paulo, 2011.
Braz, D. D. Pós-keynesianos e o IS-LM: uma revisão das críticas à síntese neoclássica. PPGE-UFU.
Bresser-Pereira, L. C. Da macroeconomia clássica à macroeconomia keynesiana, 1976. Froyen, R. T. Macroeconomia - São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
Sugestão de leitura:
Hicks, J. R. “Keynes e os clássicos: um interpretação sugerida”. In: Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Clássicos de Literatura Econômica: textos selecionados de macroeconomia, 2010.
Notas:
1. “Como resultado desse processo de cooptação econômica keynesiana pelos neoclássicos, [...] a economia keynesiana foi incorporada à economia ortodoxa” (Bresser-Pereira, 1976, p 23).
2. “O modelo IS/LM [...], formulado por Hicks é o melhor exemplo dessa cooptação e desfiguração do pensamento keynesiano” (Bresser-Pereira, 1976, 23).
Texto do Bresser-Pereira: http://www.bresserpereira.org.br/papers/1985/962a-Da-macroeconomia-classica-a-keynesiaa-1976.pdf
Texto do Braz: https://www.academia.edu/17686034/P%C3%B3s_keynesianos_e_o_IS_LM_uma_revis%C3%A3o_das_cr%C3%ADticas_%C3%A0_s%C3%ADntese_neocl%C3%A1ssica_da_Teoria_Geral
Nesta aula veremos os fatores que determinam a inclinação da curva LM.
Referências:
1. FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
FROYEN, R. T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
Notas:
[1] FROYEN, 2013, p. 698, nota 03 (PDF). Diz Froyen: “O conceito de elasticidade refere-se à mudança percentual em uma variável que resulta de uma mudança de 1% em outra variável. No caso da elasticidade da demanda por moeda em relação aos juros, a elasticidade é negativa. Um aumento de 1% na taxa de juros fará a demanda por moeda declinar. No texto, o termo alta elasticidade refere-se ao valor absoluto da elasticidade. Se a demanda por moeda for muito sensível a mudanças na taxa de juros, dizemos que a demanda por moeda é altamente elástica. Se a demanda por moeda não for muito sensível a mudanças na taxa de juros, falamos que a demanda por moeda tem uma baixa elasticidade em relação aos juros, ou baixa elasticidade-juros.”.
Décima segunda aula do curso "Macroeconomia Keynesiana e Modelo IS-LM". Nesta aula veremos os fatores que deslocam a curva LM.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] FROYEN, 2013, p. 193 (PDF).
Nesta aula veremos os fatores que determinam a inclinação da curva IS.
Referências Bibliográficas:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Nesta aula veremos os fatores que deslocam a curva IS.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] Froyen, 2013, p. 210 (PDF).
Nesta aula veremos a álgebra do modelo IS-LM.
Referências Bibliográficas:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] Froyen, 2013, p. 219 (PDF).
Nesta aula veremos os fatores que afetam a renda e a taxa de juros de equilíbrio.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] Froyen, 2013, p. 234 (PDF).
Conceitos básicos de economia internacional: deterioração dos termos de intercâmbio.
Referências:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Nessa aula, vamos falar sobre a taxa de câmbio e os regimes cambiais.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Notas:
[1] Ver: Nilson Araújo de Souza, Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula, 2008: 54.
[2] Ver: Marcelo Carcanholo, Abertura Financeira e Vulnerabilidade Externa na América Latina: os impactos sobre o Brasil, México e Argentina, 2002). Disponível em: https://mega.nz/#F!zXoATKYI!KFHM3Ux71uVfAgM5MRoo9Q!rTIXSYST #Câmbio #EconomiaInternacional
Nessa aula vamos falar sobre as transações correntes e as variáveis macroeconômicas.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Notas:
[1] Ver: Theotônio dos Santos, A Estrutura da Dependência, 2011. Disponível em: https://mega.nz/#F!zXoATKYI!KFHM3Ux71uVfAgM5MRoo9Q!rT5FQSJQ
[2] Ver: Celso Furtado, Desenvolvimento e Subdesenvolvimento, 1965.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] Ver: Dicionário de Economia do Século XXI. Sandroni, 2016.
[2] Ver: Dicionário de Economia do Século XXI. Sandroni, 2016.
[3] Ver: Aula 02 - Taxa de Câmbio e Regimes Cambiais.
[4] SANDRONI, 2016, verbete: Balanço de Pagamentos.
[5] Reservas Internacionais: são reservas em moeda forte mantidas por um país para garantir a estabilidade de sua taxa de câmbio e do seu setor externo” ((SANDRONI, 2016, verbete: Reservas Internacionais).
[6] Ver: Aula 03 - Transações Correntes e Variáveis Macroeconômicas
[7] Para uma compreensão detalhada do Balanço de Pagamento, ver: PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] É simples de entender. As importações dependem do nível de renda, por isso o aumento do nível de renda produz um aumento das importações. Além disso, a política monetária expansionista (aumento da oferta de moeda) gera uma diminuição da demanda por moeda e, portanto, queda na taxa de juros. A taxa de juros determina o fluxo de capitais, portanto, a queda da taxa de juros gera uma saída de capitais do país.
[2] Lembre-se da teoria keynesiana da taxa de juros. A taxa de juros depende da demanda por moeda, que depende positivamente do nível de renda. O aumento do nível de renda aumenta a demanda por moeda e, portanto, a taxa de juros.
[3] O aumento da renda gera um efeito desfavorável sobre a balança comercial - exportações (X) menos importações (Z) - porque o aumento do nível de renda, dada a propensão marginal a importar, aumenta as importações, mas não tem efeitos sobre as exportações - que dependem da renda externa (Yx) e da taxa de câmbio (?).
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] Para compreender melhor a estrutura e lógica das contas externas (balanço de pagamentos), veja o livro “Contabilidade Social: Uma introdução à macroeconomia” (Paulani e Braga - capítulo 06).
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Sejam bem-vindos ao curso Econometria I, Macroeconomia Keynesiana, IS-LM e IS-LM-BP.
Neste curso, vamos combinar teoria e exercícios para uma melhor compreensão do conteúdo estudado. Selecionamos algumas questões presentes em concursos públicos, na prova ANPEC e no livro-texto utilizado, para garantir que os alunos tenham pleno domínio do assunto estudado.
O curso é ideal para estudantes de economia e áreas afins, pessoas que tem interesse pela macroeconomia e contas nacionais e para quem vai prestar concursos públicos nesta área. O curso pode servir até mesmo como base introdutória para provas mais elaboradas como a ANPEC.
O curso será dividido basicamente em quatro grandes partes: I) macroeconomia keynesiana; II) Modelo IS-LM, III) modelo IS-LM-BP e IV) Resolução de Exercícios (concursos, ANPEC, questões do livro, etc.).
Na parte de macroeconomia keynesiana veremos as bases da macroeconomia keynesiana: a crítica de Keynes aos neoclássicos, o problema do desemprego, o modelo keynesiano simples e seus pressupostos, os componentes da demanda agregada, a determinação da renda de equilíbrio, etc.
Em relação ao modelo IS-LM: a formulação de Hicks-Hansen, as críticas dos pós-keynesianos ao modelo IS-LM, a construção das curvas IS e LM, os fatores que determinam a inclinação dessas curvas, etc.
No tópico sobre o modelo IS-LM-BP, veremos os efeitos de políticas econômicas considerando a taxa de câmbio fixa e a flexível, além de entender como a mobilidade de capitais alteram os efeitos das políticas monetária e fiscal no modelo de macroeconomia aberta.
Espero que gostem do curso.