
Nesta aula, que inclui a primeira e segunda parte, faço uma apresentação bastante resumida dos motivos que levaram à obsolescência do IPv4 e ao desenvolvimento do IPv6. Também menciono que todo o protocolo foi remodelado, incluindo a família de protocolos IP, portanto a mudança do IPv4 para o IPv6 não foi só pela capacidade maior de endereçamento, mas toda a estrutura de cabeçalhos e funcionalidades são diferentes. Assim as versões do protocolo não são diretamente compatíveis. Outro assunto bastante interessante que comento nesta aula é um pouco da história do desenvolvimento da Internet, desde o seu nascimento, passando pelas datas mais importantes com o objetivo de que os alunos entendam e compreendam que à época do desenvolvimento do IPv4 não permitia prever o uso tão disseminado da Internet que até a década de 80 era apenas um rede acadêmica e científica com poucos participantes.
Também faço um pequeno resumo das classes de endereços presentes no IPv4 que por acaso não eram eficientes e acabou gerando um desperdício muito grande de endereços nas primeiras alocações de blocos de IPs.
Ao longo de todo o curso irei demonstrar toda a teoria em relação ao IPv6, incluindo o ICMPv6 e as novas funcionalidades exclusivas do IPv6.
Continuação da aula anterior que foi dividida nestas duas partes.
Nesta aula eu apresento os motivos que demandam a atenção para os sistemas autônomos e provedores de conteúdo que ainda não implementaram o IPv6 em suas redes. Alerto que desde do 2011 os estoques de endereços do IPv4 acabaram na IANA (Autoridade mundial no gerenciamento dos endereços IPs), porém ainda que tenham sobrado endereços nos registradores continentais, entretanto em fevereiro de 2017 o Lacnic anunciou a última fase para o esgotamento gradual do IPv4 na região da América Latina que irá impor diversos implicações aos novos e antigos sistemas autônomos. Caso queria saber mais sobre clique no link intitulado como: Tire suas dúvidas sobre o fim do estoque de IPv4 na América Latina.
Este artigo contém em texto os assuntos teóricos de introdução tratados na primeira e segunda aula desta seção, o intuito é oferecer aos alunos um conteúdo da minha própria autoria que futuramente será um livro que possivelmente a ser publicado. Sumário do 1º capítulo:
1.1 O Histórico da Internet e a obsolescência do IPv4
1.2 O início da escassez dos endereços IPv4
1.3 Soluções para aumentar a sobrevida do IPv4
1.3.1 Roteamento entre Domínios sem Classes (CIDR)
1.3.2 DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol - Protocolo de configuração dinâmica de host)
1.3.3 NAT (Network Address Translation) e os endereços privados do IPv4 (RFC 1918)
Segundo capítulo da apostila que traz diversos motivos importantes dos quais devemos implantar o quanto antes o IPv6. Sumário do 2º Capítulo:
2.1 A internet não para de crescer
2.2 Entendendo a distribuição dos endereços na Internet
2.3 O fim total dos endereços IPv4 e o início da era do IPv6
2.4 Problemas em não implementar o IPv6
2.5 A solução é implementar o IPv6 o quanto antes
Nesta aula é feita uma revisão básica de como funciona e para que servem os campos do cabeçalho do IPv4 com o objetivo de que os alunos entendam os motivos pelos quais alguns destes campos não foram incluídos no IPv6, outros renomeados, mantidos e apenas um que não existia no IPv4 que foi incluído no IPv6.
Esta é a continuação da aula anterior onde é explicado de modo detalhado os porquês de que no IPv6 não foram incluídos 6 campos que originalmente existem no IPv4.
Finalmente chegamos na última aula que trata em apresentar as principais diferenças dos cabeçalhos do IPv4 ao IPv6, nesta última parte eu falo sobre os campos que no IPv6 mudaram de nome e tiveram pequenas resinificações de seus objetivos. Também menciono que tivemos um campo incluído que originalmente não existe no IPv4 para viabilizar uma remodelação da funcionalidade que no IPv4 se chama de qualidade de serviço. Por fim, explico em detalhes os três únicos campos que foram mantidos, mas que tiveram pequenas mudanças, porém se mantiveram com o mesmo propósito.
Nesta aula prática apresento o cabeçalho do pacote IPv6 usando o emulador de redes core (Common Open Research Emulator) apresento também o passo-a-passo da instalação do virtual box, que servirá de base para a máquina virtual que possui o core instalado.
Nesta aula eu explico sobre as funcionalidades que os cabeçalhos de extensão estendem do protocolo base do IPv6. Como por exemplo, suporte a mobilidade e a criptografia através dos protocolos MIPv6 e IPsec respectivamente.
Neste terceiro capítulo eu trago quais são as principais modificações no cabeçalho do IPv6 em relação ao IPv4 e quais foram os ganhos com esta evolução do cabeçalho do protocolo.
3.1 Os campos do cabeçalho do IPv4
3.2 Os campos removidos
3.3 Campos renomeados e incluídos
3.4 Campos mantidos
Nesta aula eu apresento os principais emuladores do mercado, o core e o GNS3.
Neste vídeo eu apresento diversos exercícios resolvidos com a técnica de criação de subredes em IPv6.
Primeira parte de duas aulas sobre a técnica e planejamento do endereçamento de rede em IPv6.
Nesta aula, irei discorrer sobre o ICMPv6 que significa Internet Control Message Protocol version 6 é um protocolo auxiliar da pilha de protocolos do IPv6 que nesta sexta versão foi seriamente modificado, também menciono o funcionamento do Protocolo NDP – Neighbor Discovery Protocol ou Protocolo de Descoberta de Vizinhança e entro em detalhes nas mensagens Neighbor Solicitation (ICMPv6 tipo 135) e Neighbor Advertisement (ICMPv6 tipo 136) que são as mensagens fundamentais por trás do mecanismo de Descoberta de endereços da camada de enlace que substitui no IPv6 as funcionalidades do protocolo ARP - Address Resolution Protocol , em português Protocolo de Resolução de Endereços.
Nesta segunda aula sobre o ICMPv6, Internet Control Message Protocol version 6 que é um protocolo auxiliar da pilha de protocolos do IPv6 que nesta sexta versão foi seriamente modificado, continuo a falar sobre o funcionamento do Protocolo NDP – Neighbor Discovery Protocol ou Protocolo de Descoberta de Vizinhança entrando em detalhes nas mensagens de descoberta de roteadores e prefixos. O objetivo é conhecer os prefixos e parâmetros da rede para que a autoconfiguração de endereço funcione. A autoconfiguração também é conhecida como SLAAC e funciona como um meio alternativo ao DHCP. Este protocolo trabalha com as mensagens ICMPv6 Tipo 133 – Router Solicitation ou (RS) e a mensagem ICMPv6 tipo 134 – Router Advertisement ou (RA).
Nesta terceira aula sobre o ICMPv6, apresento o mecanismo conhecido como DAD - Detection Address Duplicate - Antes de qualquer uso e da atribuição deste endereço às interfaces, ele deve buscar se não existe outro host no mesmo enlace que já usa este mesmo endereço, isto é, o endereço IPv6 deve ser único dentro do mesmo enlace. Este mecanismo utiliza das mensagens Neighbor Solicitation (ICMPv6 tipo 135) e Neighbor Advertisement (ICMPv6 tipo 136).
Nesta quarta aula sobre o protocolo ICMPv6 e nesta aula ire falar sobre a Autoconfiguração de endereços Stateless. O Mecanismo de autoconfiguração stateless, definido na RFC 4862, permite que endereços IPv6 sejam atribuídos às interfaces sem a necessidade de configurações manuais e sem a necessidade de servidores DHCP usando apenas configurações simples nos roteadores. Entro em detalhes do mecanismo de geração do sufixo o IEEE EUI-64 Extended Unique Identifier, este método é aplicado no endereço MAC de 48 bits o estendendo para gerar um sufixo de 64 bits que unido ao prefixo de rede no qual é aprendido através das mensagens Router Advertisement e Router Solicitation formarão o endereço IPv6 que será atribuído à interface depois de passar pelo algoritmo de detecção de endereços duplicados conhecido como DAD. Este mesmo método de autoconfiguração se aplica também ao endereço link local com única diferença que o prefixo sempre será fe80::/64.
Nesta aula estudaremos a detecção de atividade no vizinho e o redirecionamento de rotas, enquanto o primeiro mantém a tabela de IP/Mac atualizada e verifica se roteador padrão ainda está operando o segundo informa aos hosts que um roteador possui uma rota melhor para um determinado destino. E por último faço um resumo de tudo que estudamos durante esta seção.
Nesta aula iremos iniciar mais uma seção do qual trataremos do DHCPv6. Este protocolo é apenas uma opção ao mecanismo de autoconfiguração do IPv6, portanto o seu uso não é absolutamente necessário porque os protocolos de apoio ao IPv6 são capazes de fornecer os parâmetros da rede.
Nesta aula eu apresento na prática o funcionamento do protocolo DHCPv6 no modo Statefull que fornece o endereço IPv6 que deve ser utilizado no host cliente. O aluno pode se questionar a ausência do roteador fornecendo as mensagens de router advertisement, pois esta é a única mensagem que possuem as flags que instruem os clientes a iniciarem o processo da descoberta de servidores DHCPv6, portanto devo salientar que este laboratório, bem como os demais, apenas possui o mínimo necessário para demonstrar o protocolo. Outra informação importante é que todos os laboratórios emulados pelo core, que na verdade é uma máquina virtual linux, não refletem a total realidade de implementação do IPv6 servindo, portanto, para estudos práticos dos protocolos em questão. Porém reafirmo a importância de vocês baixarem a máquina virtual que possui o core e praticarem nos laboratórios a configuração dos protocolos, bem como analisarem por conta própria e mais profundamente os cabeçalhos dos pacotes que são capturados pelo wireshark.
Nesta aula eu apresento na prática o funcionamento do protocolo DHCPv6 no modo Stateless que fornece o apenas o prefixo e outros parâmetros da rede como o endereço do servidor DNS que devem ser utilizados no host cliente.
O Prefix Delegation é um modo de funcionamento exclusivo do DHCPv6, pois neste modo o servidor ao invés de fornecer o mesmo prefixo da rede como no modo Stateless, o servidor fornece prefixos diferentes aos clientes delegando a estes a responsabilidade de gerar sub-prefixos /64. Nesta aula prática, irei configurar o Servidor informando por qual subrede ele irá distribuir a lista de prefixos que também é informada neste mesmo arquivo de configuração. Posteriormente demonstro a configuração do Dibller-client que é o software cliente do DHCPv6 que solicita a delegação de prefixos que ao receber a resposta do servidor cria automaticamente um arquivo de configuração do RaDVD contendo os sub-prefixos /64 gerados a partir dos prefixos informados pelo servidor para cada interface conectada aos clientes.
Nesta aula eu mostro os passos iniciais para a implantação do IPv6 em um ambiente mais próximo do real. Essa aula foi divida em duas partes, nesta eu apresento como configurar as ligações das máquinas virtual no VMware e como configurar um endereço IPv6 estático permanente através do netplan.
Nesta segunda parte da aula demonstro os passos para a instalação e configuração do RADVD e os últimos detalhes da configuração do nosso experimento.
Nesta aula bônus mostro como solucionar e prevenir a inserção de servidores DHCP falsos que ocorre mais frequentemente através de uma conexão, na mesma rede dos demais computadores, de algum roteador sem fio em uma das portas onde o DHCP Server também está ativo. Desta forma teremos dois serviços DHCP concorrendo entre si, sendo que somente um possui os parâmetros corretos. Para prevenir este tipo de situação existe um recurso denominado DHCP Snooping presente em diversos switchs gerenciáveis como os switches Catalyst da Cisco, neste tutorial eu apresento como configura-lo.
Durante a 2ª Semana Integrada de Cursos do Centro Territorial de Educação Profissional de Itaparica, instituição de ensino técnico do estado da Bahia em Paulo Afonso, tive a honra de compartilhar um pouco do meu conhecimento sobre o IPv6.
O objetivo do curso é abordar os principais fundamentos da pilha de protocolo do IPv6, através de uma metodologia que busca unir o conhecimento teórico ao prático. Iremos abordar os principais motivos da obsolescência do IPv4 e as soluções encontradas ao longo do tempo para suprir a falta de endereços, demonstrando vários detalhes da teoria ao mesmo tempo que será demonstrado na prática algumas dessas mesmas funcionalidades.