
As empresas precisam saber quais fatores devem ser levados em conta para maximizar suas chances de sucesso e de sobrevivência, não só no curto prazo, mas principalmente em um horizonte mais distante e, a partir daí, traçar e executar estratégias competitivas.
O planejamento de inteligência deve dar ênfase à objetividade na definição do que procurar ou produzir. Para atender as demandas de conhecimento manifestadas pela direção de uma organização, é preciso definir metas razoáveis de reunião e tratamento de informações, para que esse esforço seja realmente gerador de vantagens competitivas ao final do processo.
O planejamento envolve a determinação da inteligência para tomar decisões bem informadas e identificar as fontes. O planejamento permite que se direcione a pesquisa que restringe o escopo.
A fase de planejamento do ciclo de inteligência é muitas vezes negligenciada, mas a chave para o sucesso está em colocar os esforços aqui. Para esclarecer o objetivo das atividades de inteligência competitiva, indicar em que contexto o resultado deve ser usado, planejar o trabalho, definir o orçamento e o cronograma e, não menos importante, elaborar o mapa do ambiente de negócios são atividades essenciais alcançar o sucesso.
O planejamento de Inteligência deve dar ênfase à objetividade na definição do que procurar ou produzir, ou seja, estar focado nas reais necessidades de informação estratégica. Para atender às demandas de conhecimento manifestadas pela direção de uma organização é preciso definir metas de coleta e análise de informações, para que esse esforço seja realmente gerador de vantagens competitivas ao final do processo, logo, devemos adequar as fontes de informação às necessidades identificadas e à realidade dos usuários.
O Planejamento de Inteligência Competitiva deve dar ênfase à objetividade na definição do que procurar ou produzir. Para atender às demandas de conhecimento manifestadas pela direção de uma organização, é preciso definir metas razoáveis de reunião e tratamento de informações, para que esse esforço seja realmente gerador de vantagens competitivas ao final do processo.
É essa fase que proporcionará o foco e as priorizações para todo o trabalho.
Para que sejam evitadas falhas na execução do trabalho de Inteligência, sua realização deverá se guiar por um plano de ação, o qual deve estabelecer claramente as ações a serem realizadas, bem como a equipe, os recursos a serem mobilizados e os itens de controle e verificação do processo.
Nessa primeira etapa, as necessidades ou requisitos de informação dos usuários são definidos e as questões estratégicas e relevantes, cujas respostas são necessárias para apoiar efetivamente a tomada de decisão, são identificadas por meio de entrevistas com aqueles que serão os usuários dos produtos do sistema.
O processo de planejamento se caracteriza por ser a etapa de estudo preliminar e geral do problema na qual se estabelecem procedimentos necessários para o atendimento da demanda informacional.
Os responsáveis pela tomada de decisão devem identificar lacunas e necessidades informacionais, estabelecer prioridades e transmitir ao profissional de inteligência. Esses por sua vez, transformam as necessidades percebidas pelos usuários em requerimentos informacionais para os setores responsáveis pela coleta e análise.
As organizações estão vivendo nos dias de hoje uma época de crescente concorrência Global. Para serem bem-sucedidas, elas, necessariamente, devem saber mais sobre o mercado em nível mundial, bem como sobre planos e intenções, tanto dos seus consumidores quanto dos seus concorrentes. A concorrência, hoje, é muito mais agressiva e complexa.
O mapeamento das necessidades de informação deve ser feito com o objetivo de dar condições e traçar os planos e caminhos para atender os diversos públicos da organização com informações pertinentes as atividades deles.
A identificação das necessidades de informação, consiste em definir como os executivos avaliam e percebem os ambientes informacionais nos quais estão inseridos e como compreendem que tipo de informações necessitam considerar por ocasião do processo de tomada de decisão.
Uma auditoria de informação envolve o exame sistemático dos recursos de informação, o uso da informação, os fluxos de informação e a gestão destes em uma organização. Envolve a identificação das necessidades de informação dos usuários e com que eficácia (ou não) elas estão sendo atendidas.
A articulação do requisito é a parte mais importante do processo e raramente é tão simples quanto pode parecer. Deve haver um diálogo sobre o requisito, ao invés de uma simples afirmação da necessidade. Talvez o cliente saiba exatamente o que é necessário e como o produto deve ser. Talvez não. A interação é necessária: discussão entre o usuário final e produtor principal.
A entrevista é uma conversa na qual alguém procura obter informação de outra(s) pessoa(s) sobre um assunto específico. Caracteriza-se pela sutileza, perspicácia e persuasão, e também pelo cuidado de não causar constrangimento, primando pela cordialidade e respeito. Pode servir também para a indução ou modificação de comportamento, promovendo no entrevistado a motivação necessária para este fim.
Não existe um roteiro rígido para o procedimento da entrevista, e sim técnicas que podem ser empregadas, conforme a complexidade do caso ou do perfil do entrevistado. O entrevistador escolhe a técnica que se encaixa melhor para o momento e poderá mudar ou alternar essas técnicas em seu percurso.
A entrevista pode ser dividida em três fases: planejamento, execução e análise.
Descrever quais são as principais características de um bom entrevistador.
A identificação das necessidades de Inteligência tem sido utilizada pelos estudiosos para representar a principal atividade do processo de Inteligência. Esta etapa é crucial para o desenvolvimento de produtos de inteligência relevantes e o entendimento das necessidades de inteligência dentro de uma organização é um processo complexo e frequentemente requer diversas atividades-chave.
O primeiro passo no ciclo de Inteligência tem a ver principalmente com a identificação de necessidades de inteligência, e a identificação das atividades e análises necessárias para cumprir tais necessidades. Esta etapa é considerada muito importante, pois dá propósito às operações de inteligência.
Tópicos Chave de Inteligência ou KITs - Key Intelligence Topics, é o processo de identificação dos requisitos de inteligência necessários em um programa de inteligência de negócios.
O processo KIT é o mecanismo pelo qual a equipe de inteligência da empresa identifica e prioriza os requisitos de inteligência da organização.
Para o profissional da área, as necessidades de inteligência bem definidas são a receita para o planejamento e execução de adequadas operações de inteligência e obtenção de produtos mais adequados, realistas e eficazes.
Os tópicos chave de inteligência são os projetos de Inteligência definidos e solicitados pelo demandante, ou seja, são as perguntas que devem ser respondidas pela equipe de Inteligência
A partir da visão estratégica da empresa e das necessidades dos decisores, define-se o que a inteligência deverá fazer.
Os gestores eficazes usam planos de ação para cumprir com sucesso seus objetivos de negócio.
O uso do processo de identificação dos Tópicos Chave de Inteligência (KITs) tornou-se a ferramenta básica que os profissionais de Inteligência utilizam para definir os principais requisitos de inteligência e planejar as operações para produzir a inteligência necessária.
São considerados categorias de kit, Decisões e ações estratégicas, Tópicos de alerta antecipado e Perfil dos principais atores do mercado, também conhecidos como jogadores ou em inglês, players.
Nesta categoria estão incluídos os tópicos relacionados ao desenvolvimento de planos estratégicos e estratégias.
Um 'sistema estratégico de alerta antecipado' está no coração de um programa de inteligência e envolve a identificação mais antecipada possível de características dinâmicas de uma situação que pode afetar os interesses da organização.
A elaboração e manutenção sistemática de perfis dos concorrentes é a ferramenta da Inteligência competitiva/estratégica que permite revelar as fontes de vantagens competitivas dos atores da indústria, ou seja, que fatores permitem a algumas organizações, e a outras não, fazerem ofertas que criem mais valor para os consumidores e obterem um desempenho econômico superior.
No mundo dos negócios, o termo “ponto cego” refere-se a uma área de fraqueza ou vulnerabilidade da qual uma empresa desconhece. Podem ser fatores internos ou externos que podem ter um impacto significativo no desempenho de uma empresa, mas passam despercebidos até que seja tarde demais.
Alguns fatores são particularmente importantes para uma inteligência competitiva bem-sucedida.
Definir os KITs é um processo considerável e demorado. No entanto, gastar tempo e fazer o esforço fornecerá orientação e foco de longo prazo para a operação de IC, especialmente para uma função recém-estabelecida.
Muitas empresas possuem departamento de inteligência e a maioria dessas equipes atende um determinado conjunto de usuários. Contudo, muitas vezes, quando se trata de inteligência há uma falta de conexão inerente entre usuários e produtores de informação.
Relacionar as razões que podem caracterizar a falha de inteligência, comprometendo a sua atividade.
Não existe uma receita de inteligência de negócios para todas as organizações, cada caso é específico e deve ter suas particularidades estudadas. A inteligência de negócios pode ser definida como a capacidade da organização, de reunir informações, produzir conhecimento inovador, promovendo a redução de riscos no processo de tomada de decisão e a implementação de ações estratégicas, por parte de seus executivos, permitindo assim atuar efetivamente em busca da competitividade, gerando valor aos seus negócios. O Planejamento é a primeira fase do processo de Inteligência, etapa de estudo preliminar e geral do problema ou situação na qual são estabelecidos os procedimentos necessários para o cumprimento da missão. Durante essa fase, destaca-se a relação com o usuário, entendidas as suas necessidades de inteligência e prazos requeridos para o seu aproveitamento. A identificação dessas necessidades é preferencialmente conduzida por meio de entrevistas com os principais tomadores de decisão da organização, permitindo assim dar foco e priorização ao longo de todo o processo, otimizando o uso dos recursos disponíveis no sistema de inteligência, é quando esses usuários, a partir dos objetivos organizacionais, expressam suas necessidades por conhecimentos que apoiem suas tomadas de decisão. É o começo e o fim de um ciclo. O começo porque define as exigências de coletas específicas e o fim porque o produto apoia a s decisões estratégicas, gerando novas necessidades.