
O movimento impressionista tomou de assalto a Paris do século 19.
Todo o mundo seria afetado pelas novas técnicas, cores e pintura ao ar livre daqueles artistas.
Até mesmo o Brasil, com seu ar tropical, recebeu influxos do movimento.
Mas nossas cores, palheta e artistas em muito diferiam daquela estética europeia que não nos representava.
Era preciso incluir um pouco da nossa brasilidade, nossos temas, elementos e características para permitir com isso que a nova estética também falasse o português do Brasil visualmente.
Entre os anos de 1884 e 1886 um grupo de sete jovens artistas encontra-se regularmente para pintar nas praias e arredores da cidade de Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, sob orientação do artista alemão Georg Grimm (1846-1887).
O grupo, posteriormente conhecido como "Grupo Grimm", é formado pelos pintores Antônio Parreiras, Garcia y Vasquez, França Júnior, Francisco Ribeiro, Castagneto, Caron e o pintor alemão Thomas Driendl, que por vezes substitui o mestre.
A atuação do grupo caracteriza-se pela pintura de paisagem ao ar livre e tem origem na própria Academia Imperial de Belas Artes - Aiba do Rio de Janeiro.
Georg Grimm, pintor bávaro que chega ao Brasil no final dos anos 1870 do século XIX, após cursar a Academia de Munique, é um dos motivadores da valorização da pintura de paisagem como gênero autônomo e incentivador da pintura de observação direta da natureza na história da arte brasileira.
Venha conosco conhecer essa geração de artistas que fizeram telas impressionista em solo brasileiro!