
Apresentação da Professora.
Agora que conheceu um pouco do meu currículo formal e acadêmico, conheça um pouco sobre a minha pessoa.
Agora que conhece um pouquinho sobre mim. Vamos conhecer um pouco da nossa trilha de aprendizagem, assistindo ao vídeo!
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Iniciando nosso diálogo!
Ao pensarmos em tecnologias temos a tendência de lembrar somente das mais utilizadas por nós ou no nosso cotidiano. Entretanto as tecnologias permeiam a história humana e são desenvolvidas sempre que houve a necessidade de melhoria das condições, principalmente, de trabalho e de vida.
Para Kenski (2008), as tecnologias são recursos utilizados pelo homem ao longo do tempo a fim de facilitar suas tarefas e atividades cotidianas. E, Kenski (2003, p. 15), também, nos coloca que a “[...] tecnologia é o estudo dos processos técnicos de um determinado ramo de produção industrial ou de mais ramos".
Para Kenski (2008), as tecnologias são recursos utilizados pelo homem ao longo do tempo a fim de facilitar suas tarefas e atividades cotidianas. E, Kenski (2003, p. 15), também, nos coloca que a “[...] tecnologia é o estudo dos processos técnicos de um determinado ramo de produção industrial ou de mais ramos".
Compreendemos que esses recursos estão presentes no cotidiano da sociedade desde a era paleolítica, com o desenvolvimento dos primeiros artefatos, e, considerando a abordagem apresentada para as tecnologias, podemos definir que uma tecnologia é um recurso desenvolvido pelo homem capaz de modificar e/ou transformar uma atividades ou tarefa.
Na pré-história houve a necessidade humana de desenvolver recursos para realizar tarefas cotidianas como a caça, a preparação de alimentos e, principalmente, o domínio do fogo. Já na Idade Antiga, por volta de 3000 a.C. na Mesopotâmia, surgiu a metalurgia com o desenvolvimento de habilidades para a manipulação do bronze.
Avançando na linha histórica, na Idade Média, podemos considerar a invenção da tinta, do papel, e, finalmente, da imprensa como tecnologias que mais revolucionaram e impactaram diretamente toda a forma de aprender e difundir conhecimento. Observando que, como nos diz Lévy (1999, p. 46),
Com o advento da escrita, o saber é carregado pelo livro. O livro, único, indefinidamente interpretável, transcendente, que contém supostamente tudo: a Bíblia, o Alcorão, os textos sacros, os clássicos, Confúcio, Aristóteles [...] No caso, o intérprete é que domina o conhecimento.
Após a imprensa, passamos a ter registro das informações em contraposição à cultura oral que predominava anteriormente. Assim, tivemos a criação de um importante recurso tecnológico para a promoção do conhecimento e para a Escola: o livro. E, posteriormente, as primeiras bibliotecas.
Enquanto o aumento da utilização de tecnologias pela sociedade no período da Revolução Industrial modificou as relações do trabalho e, consequentemente, as relações sociais com a aplicação massiva de recursos na produção industrial. E, consequentemente, a Escola.
Um evento que gerou a criação de revolucionários recursos tecnológicos foi a Segunda Guerra Mundial, além das mudanças econômicas, sociais, políticas e históricas, foram inventados simuladores e artefatos de comunicação que transformaram o mundo.
Ao longo da história, podemos elencar importantes invenções que modificaram o fazer e o pensar do cotidiano. Altoé e Silva (2005, p. 4-6) fazem uma interessante linha do tempo. A utilização das tecnologias na Educação tem o seu início marcado pela utilização da televisão e do rádio. Entretanto, o recurso que mais gerou controvérsias e impactos, seja no cotidiano seja na Educação, foi o computador.
Entretanto, Seymour Papert (1994, p. 12) cita que
[...] os videogames, sendo o primeiro exemplo de tecnologia de computação aplicada à fabricação de brinquedos, foram, sem dúvida a porta de entrada das crianças para o mundo da Informática. Estes brinquedos, habilitando as crianças a testarem idéias sobre como trabalhar dentro de regras e estruturas preestabelecidas de um modo como poucos outros brinquedos são capazes de fazer, provaram ser capazes de ensinar os estudantes, de uma forma que muitos adultos invejariam [...]
Desde o início da comercialização dos primeiros exemplares do computador, por volta da década de 50, surgiram iniciativas para utilizá-lo no campo educacional. As primeiras experiências nos Estados Unidos foram tentativas de implementar a máquina de ensinar de Skinner, em 1955, tendo início a instrução auxiliada por computador ou o Computer-Aided Instruction (CAI).
Uma das correntes que influenciaram a informática na Educação no Brasil foi a americana. Os Estados Unidos desenvolveram esta área independente de ações governamentais. Nos anos de 60 e 70 foram os softwares de instrução programada, conforme idealizada por Skinner, e a implementação da linguagem LOGO.
Outra corrente que influenciou a Informação na Educação no Brasil foi a francesa. A experiência da França teve a participação governamental e foi pensada programada tendo obtido investimentos específicos para área. O programa foi desenvolvido em quatro fases, como Valente (1999, p. 5) relata sendo:
início dos anos 70, grande investimento na preparação de docentes;
iniciada em 1978, chamou-se “10.000 Microcomputadores”, tinha por objetivos usar o computador no processo de ensino de todas as disciplinas e, também, utilização da informática;
iniciou em 1985, denominado Informatique pour Tous, tinha por finalidade desenvolver o domínio na utilização da informática pelos alunos;
a partir da década de 90, teve início a implantação do Centro de Documentação e de Informação (CDI) e a continuidade do investimento em computadores, interfaces e software específicos para as salas de aula.
Vale ressaltar que o modelo francês, embora tenha tido a preocupação com a formação de professores, não tinha por objetivo promover modificações pedagógicas na Escola e sim garantir o domínio da Informática para os seus alunos.
Voltando nossa atenção para o Brasil encontramos traços dos dois modelos, americano e francês, articulando iniciativas governamentais com a de pesquisadores da área de informática na Educação articuladas com as escolas de Educação Básica. Além disso, buscou-se implementar ações que resultassem em transformações pedagógicas no modelo educacional, modificando os papéis da sala de aula, do professor e do aluno. De forma sintética
A sala de aula deve deixar de ser o lugar das carteiras enfileiradas para se tornar um local em que o professor e alunos podem realizar um trabalho diversificado em relação ao conhecimento. O papel do professor deixa de ser o de “entregador” de informação, para ser o de facilitador do processo de aprendizagem. O aluno deixa de ser passivo, de ser receptáculo das informações, para ser ativo aprendiz, construtor do seu conhecimento. Portanto, a ênfase da educação deixa de ser a memorização da informação transmitida pelo professor e passa a ser a construção do conhecimento realizada pelo aluno de maneira significativa, sendo o professor, o facilitador desse processo de construção. (VALENTE, 1999, p. 8)
Referências
ALTOÉ, Anair; SILVA, Heliana da. O Desenvolvimento Histórico das Novas Tecnologias e seu Emprego na Educação. In: ALTOÉ,Anair; COSTA, Maria Luiza Furlan; TERUYA, Teresa Kazuko. Educação e Novas Tecnologias. Maring·: Eduem, 2005, p 13-25. Disponível em: < http://www.pucrs.br/famat/viali/doutorado/ptic/tex...>. Acesso em: 22jun2016.
LÉVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, 1993.
PAPERT, Seymour. A Máquina das Crianças: repensando a Escola na Era da Informática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
VALENTE, José Armando. Informática na Educação no Brasil: análise e contextualização histórica. In: VALENTE, José Armando (org.). O computador na sociedade do conhecimento. Campinas (SP): UNICAMP/NIED, 1999. Disponível em: <http://www.fe.unb.br/catedraunescoead/areas/menu/p...>. Acesso em: 10 jul. 2016.
As ferramentas Google oferecem uma infinidade de recursos e guardam um potencial significativo tanto para a aprendizagem quanto para o trabalho. Vamos conhecer um pouco sobre essas potencialidades nesta aula.
Planejar uma sala de aula digital é muito semelhante ao sua organização tradicional. Entretanto, requer uma organização dos conteúdos tendo em vistas os objetos de aprendizagem em face com o recurso a ser utilizado na sala digital. Vamos conhecer uma, das muitas, formas possíveis para realizar esse planejamento.
E, também, está disponível um modelo de matriz para este trabalho.
Você pode acessar o Google Sala de Aula de três formas diferentes, escolha qual a sua preferida.
Na tela inicial do Google Sala de Aula você pode gerenciar suas turmas.
E vamos ao passo a passo para criar sua sala digital!
Nesta aula você aprender a configurar e personalizar sua sala digital!
Um ambiente virtual só tem sentindo se houver interatividade. O Mural é uma ferramenta que pode estimular a participação dos alunos e professores.
As atividades a serem realizadas no ambiente podem ser de uma infinidade de possibilidades. Desde uma leitura acompanhada por uma questão interativa até um módulo de aprendizagem completo. A sua utilização vai depender do seu planejamento e dos seus objetivos de aprendizagem. Use a imaginação e a criatividade!!!
Por meio da utilização de perguntas você poderá direcionar as atividades a fim de atingir os objetivos de aprendizagem propostos. Veja como criá-las!
Uma das grandes facilidades para o trabalho docente é a facilidade de organização e acompanhamento das notas e realização das atividades dos seus alunos. Explore!
Recentemente o Google disponibilizou a possibilidade de integrar as notas das atividades realizadas no Classroom ao sistema acadêmico da sua instituição! É o fim da transcrição manual de notas!!!
Com os recursos da Atividade com Teste você poderá construir instrumentos avaliativos utilizando as rubricas de avaliação.
Com os relatórios de originalidade ativados, você e os alunos podem verificar a autenticidade dos trabalhos. Eles usam a Pesquisa Google para comparar o trabalho de um aluno com bilhões de páginas da Web e milhões de livros. Os relatórios exibem links para as páginas da Web detectadas e sinalizam os textos sem citação. Os relatórios podem:
ajudar os alunos a identificar plágio não intencional e conteúdo sem citação antes do envio das atividades;
ajudar os professores a ver onde os alunos usaram materiais de fontes e se as citações estão incluídas ou não.
Observação: no momento, os relatórios de originalidade estão disponíveis apenas para:
Contas do Google que utilizam a opção "inglês" como idioma;
trabalhos concluídos no Documentos Google;
contas do Google for Education.
Fonte: Central de Ajuda do Sala de Aula. Disponível em: https://support.google.com/edu/classroom/answer/9335816?hl=pt-BR&authuser=0. Acesso em: 13 ago. 2020.
As rubricas de avaliações não são novidade na Educação. Mas já ouviu falar delas!??!
Pode soar estranho, a princípio, mas as rubricas são os critérios explícitos para avaliar um comportamento, uma habilidade o uma atividade. Como nos de Ludke (2002, p. 74)
[...] as rubricas partem de critérios estabelecidos especificamente para cada curso,
programa ou tarefa a ser executada pelos alunos e estes eram avaliados em relação a
esses critérios.
Esse recurso é muito importante pois
O sentido da avaliação é compreender o que se passa na interação entre o ensino e a
aprendizagem para uma intervenção consciente e melhorada do professor, refazendo
o seu planejamento e o seu ensino e para que o aprendente tome consciência
também de sua trajetória de aprendizagem e possa criar suas próprias estratégias de
aprendizagem. Nesse ponto de vista, a produção do aluno, inclusive o erro, é
compreendido como uma fonte riquíssima de conhecimento da dinâmica da qualidade
e do trabalho pedagógico e do caminho de aprendizagem discente. Mapear a reação
do aprendente à intervenção docente é a razão de ser do processo avaliativo em sala
de aula. Esse mapeamento tem como fim possibilitar uma diversificação didática
sintonizada e proximal das necessidades do educando. (SILVA, 2004, p. 60)
Com a evolução tecnológica trouxe agilidade e simplicidade para a utilização das rubricas de avaliação a partir dos recursos disponíveis em ambientes de aprendizagens.
Facilmente você poderá elaborar um instrumento avaliativo e já obter a correção da atividade e importantes indicadores para direcionar a sua prática pedagógica e, também, incorporar nesta mesma prática novas metodologias.
A Secretaria de Educação do Estados do Paraná tem um material interessante sobre as rubricas de avaliação. Deixei o link para explorarem.
Referências
LUDKE, M. O Trabalho com Projetos e a Avaliação na Educação Básica. In: ESTEBAN, M.T.; HOFFMANN, J.; SILVA, J.F. (orgs) Práticas Avaliativas e Aprendizagens Significativas. Porto Alegre: Mediação, 2003, p.67-80.
SILVA, J.F. Avaliação na Perspectiva Formativa-Reguladora: pressupostos teóricos e práticos. Porto Alegre: Mediação, 2004.
Observação: as normas da ABNT não foram seguidas perfeitamente no texto pois a ferramenta não permite edição.
Neste vídeo você vai aprender a criar a sua sala no Google Sala de Aula, também, chamado, Classroom.
Adicione o seu primeiro aluno ou professor no Google Sala de Aula, também, chamado, Classroom.
Como o seu aluno e professor irá aceitar o convite para participar da sua sala no Google Sala de Aula, também, chamado, Classroom.
Remova ou exclua um aluno do Google Sala de Aula, também, chamado, Classroom.
Aprenda criar atividades dentro da sua sala digital.
Criando perguntas no Google Sala de Aula, também, chamado, Classroom.
Criando notificação no Mural no Google Sala de Aula, também, chamado, Classroom
É hora de experimentar! Crie sua sala de aula digital e precisando de ajuda é só mandar uma mensagem que eu vou te acompanhar.
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Aproveite!!! Espero você!
Você está sabendo da novidade!!!
Todo mês temos uma aula ao vivo e exclusiva somente para os alunos. Essa foi a primeira!
Descubra as potencialidades dos aplicativos Google mais conhecidos.
Iniciamos nossa jornada para conhecer as potencialidades de alguns aplicativos Google!
E nosso segundo dia de jornada é dedicado ao Google Chrome!!!
Conhecer as funcionalidades básicas e alguns segredinhos desse poderoso navegador.
Descubra como usar o Google Agenda e os Contatos
Mais que um simples e-mail uma verdadeira central de soluções, estamos falando do Gmail!!!
Hoje, os estudos, são dedicados a este aplicativo.
Hoje é dia de Google Meet!!! Vamos aprender a fazer videoconferências.
Mais um dia da nossa jornada e vamos de Documentos Google!!!
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7° dia da nossa Jornada!!!
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Com ele pode construir e-book, roteiros de aprendizagem e com questões avaliativas de forma rápida e aparência profissional!
Hoje nossa jornada está sensacional!! Vamos explorar os recursos do Google Formulários.
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Hoje é dia desses ilustres desconhecidos, o Google Keep e o Tarefas.
Eles podem organizar sua rotina e todos as suas referências
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Pode ser usado de salas de aulas da Educação Básica ao Ensino Superior e, também, profissionalizar os treinamento corporativo.
Neste curso você vai aprender a utilizar as funcionalidades do Google Sala de Aula e mais do que apenas conhecer todos os recursos vamos explorar possibilidades de utilizá-los de forma criativa e inovadora! E para que isso seja possível teremos aulas mensais na nossa sala digital exclusiva, criada usando o próprio Google Sala de Aula.
Ainda, dentro dessa sala exclusiva, você poderá tirar dúvidas comigo!
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O meu compromisso como educadora é que você realmente tire sua sala de aula do papel e utilize todas as potencialidades do Google Sala de Aula para sua futura sala de aula digital. Espero você!