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Mensuração da Exploração da Força de Trabalho no Brasil
2 students

Mensuração da Exploração da Força de Trabalho no Brasil

Mensuração Empírica da Exploração da Força de Trabalho no Brasil (2000-2020) - Contabilidade Social Marxista
Last updated 2/2024
Portuguese

What you'll learn

  • Contabilidade social
  • Contas nacionais
  • Economia marxista
  • Mensurar a exploração da força de trabalho

Course content

3 sections22 lectures4h 48m total length
  • Aula 01 - Introdução8:03
  • Aula 02 - Conceitos Básicos8:09
  • Aula 03 - Identidade Macroeconômica Fundamental e as Óticas do PIB20:01
  • Aula 04 - O Fluxo Circular de Renda10:56
  • Aula 05 - Sistema de Contas Nacionais I: economia fechada e sem governo22:53
  • Aula 06 - Contas Nacionais II: economia aberta e sem governo13:21
  • Aula 07 - Contas Nacionais III: economia aberta e com governo16:40
  • Aula 08 - As Contas Nacionais no Brasil Até 199618:22
  • Aula 09 - Da Contabilidade Nacional à Macroeconomia23:43
  • Aula 10 - As Identidades Presentes no Sistema de Contas Nacionais20:52
  • Aula 11 - O Atual Sistema de Contas com Alterações Introduzidas pelo SNA 086:02
  • Aula 12 - Tabelas de Recursos e Usos (TRU)31:41

Requirements

  • Não há

Description


A mensuração empírica da exploração da força de trabalho na economia brasileira, seguindo a metodologia proposta por Anwar Shaikh e Ahmet Tonak, é de suma importância por diversas razões. Primeiramente, essa abordagem oferece um quadro teórico e metodológico robusto para entender a dinâmica da exploração laboral dentro de uma economia capitalista. Ao focar em conceitos como o valor da força de trabalho, a mais-valia e a taxa de exploração, Shaikh e Tonak fornecem as ferramentas necessárias para uma análise detalhada das relações de trabalho e de como a exploração contribui para a acumulação de capital.

No contexto brasileiro, caracterizado por profundas desigualdades sociais e econômicas, a aplicação dessa metodologia é particularmente relevante. Ela permite identificar não apenas os níveis de exploração em diferentes setores da economia, mas também como esses níveis afetam as disparidades de renda e contribuem para a manutenção de estruturas de poder desiguais. Essa análise pode revelar, por exemplo, como práticas de superexploração são empregadas, especialmente em setores com alta concentração de mão de obra desqualificada e precarizada.

Ademais, ao mensurar empiricamente a exploração da força de trabalho, é possível subsidiar políticas públicas mais eficazes para a proteção dos trabalhadores e para a promoção de uma distribuição de renda mais justa. A metodologia de Shaikh e Tonak, portanto, vai além da análise acadêmica, apresentando implicações práticas significativas para o desenvolvimento de estratégias de combate à exploração laboral e ao fortalecimento dos direitos trabalhistas no Brasil.

Por fim, essa abordagem contribui para o debate acadêmico e político sobre desenvolvimento econômico, justiça social e sustentabilidade no Brasil. Ela oferece uma perspectiva crítica que questiona o modelo de crescimento econômico que se baseia na exploração intensiva da força de trabalho, apontando para a necessidade de construir alternativas que priorizem o bem-estar humano e a equidade social.

Who this course is for:

  • Estudantes, economistas e de áreas afins