
Introdução à fisiologia do exercício e os conceitos básicos de atividade física e exercício físico. Estudaremos o treinamento físico na próxima aula #2.
Aqui apresentamos o conceito de treinamento físico. A adaptação ao estresse psicofisiológico da atividade física é a base do treinamento físico.
Esta aula descreve o conceito de treinamento físico e os principais princípios
Como o corpo ganha e perde calor durante o exercício físico.
Como o corpo humano ajusta a fisiologia durante o exercício para (1) perder calor e (2) conservar água.
Precisamos regenerar ATP durante o exercício através de várias enzimas que compõe o metabolismo anaeróbico e aeróbico. A velocidade destas enzimas durante o exercício é determinada por fatores alostéricos (positivos e negativos) e pela disponibilidade dos principais substratos energéticos.
A fosfocreatina é o substrato energético que regenera ATP mais rapidamente, assim como também se esgota. A enzima creatina cinase é a responsável por esta reação química.
Moléculas de ADP e AMP também podem ser utilizadas pela enzima adenilato cinase para regenerar ATP e sintetizar AMP, iniciando a primeira transição metabólica para o início da glicólise anaeróbica.
Outras características anatômicas (angulação fibras), cinesiológicas (velocidade), e neurofisiológicas (fuso muscular) que influenciam força muscular.
Quatro propriedades comportamentais dos músculos: extensibilidade, elasticidade, irritabilidade e contratilidade.
A glicose é armazenada na forma de glicogênio muscular, que pode ser consumida ou sintetizada on demand. Veja as particularidades entre o repouso, exercício e recuperação pós-exercício.
Primeiro, a glicólise usa ATP para iniciar sua via metabólica. Pior para os sedentários.
A fase #2 da glicólise regenera o ATP necessário ao exercício, além de produzir NADH, piruvato e lactato.
Uma rápida introdução à seção.
Os músculos adaptam-se ao estímulo regular da glicólise devido ao exercício físico.
O aumento AMP sinaliza translocação do transportador plasmático de glicose GLUT4 permitindo seu uso pelo músculo contraindo, independente de insulina.
Aqui vemos o papel do déficit oxigênio na transição do metabolismo anaeróbico ao aeróbico, e o papel crucial do débito cardíaco para a endurance longa.
O VO2 é um biomarcador ouro para intensidade do exercício, principalmente para os exercícios de endurance longa.
O metabolismo oxidativo estimulado pela endurance longa inibe o metabolismo anaeróbico, preservando glicogênio muscular, diminuindo a intensidade do exercício e prolongando sua duração.
Aqui mostramos as adaptações fisiológicas e musculares à endurance muscular longa
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