
Referências:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
FURTADO, Celso. Formação Econômica do Brasil - 11ª ed. - São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1971.
PRADO JÚNIOR, Caio. O Sentido da colonização. In: Formação do Brasil Contemporâneo. Editora Brasiliense, 1961, p. 13-26.
Notas:
[1] Ver Aula 05 - Economia Internacional Contemporânea. Disponível em: https://www.youtube.com/playlist?list=PLd-SQfjF9QxUdPdGiBhzYPiHpzjW5zStY
[2] Furtado, 1971, p. 35, nota 38 apud Souza, 2008, p 1, nota 01.
[3] Furtado, 1971, p. 35, nota 38 apud Souza, 2008, p 1, nota 02.
[4] Ver: Caio Prado Júnior - O Sentido da Colonização. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/4414837/mod_resource/content/1/Caio%20Prado%20Jr.%20-%20O%20sentido%20da%20Coloniza%C3%A7%C3%A3o.pdf
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Furtado, 1972, p 113 apud Souza, 2008, nota 9.
[2] Furtado, 1972, p 142 apud Souza, 2008, nota 10.
[3] Ver: Nilson Araújo de Souza, Economia Brasileira Contemporânea, 2008, p 2. Disponível em: https://edebcufabc.files.wordpress.com/2017/05/souza-2008-cap-1.pdf
[4] Ver: Marcelo Carcanholo, Abertura Financeira e Vulnerabilidade Externa na América Latina: os impactos sobre o Brasil, México e Argentina, p 5, 2002.
[5] Furtado, 1971, p 181 apud Souza, 2008, nota 13. [6] Furtado, 1971, p 184, apud Souza, 2008, nota 14.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Baer, Werner. A Economia Brasileira, 2002, p 54 apud Souza, 2008, p. 5, nota 18.
[2] Furtado, 1972, p 184, nota 156 apud Souza, 2008, p. 5, nota 19.
[3] DIVISAS: letras, cheques, ordens de pagamento etc. que sejam conversíveis em moedas estrangeiras, além das próprias moedas estrangeiras de que uma nação dispõe, em poder de suas entidades públicas ou privadas. (Sandroni, Dicionário de Economia do Século XXI, 2016).
[4] Furtado, 1972, p 184, nota 156 apud Souza, 2008, p. 5, nota 20.
[5] Ver mais: Balanço de Pagamentos in Contabilidade Social, Carmem Feijó, 2017. Ver também: https://www.youtube.com/watch?v=1-nDvLPCF_U
[6] Ver: Da substituição de importações ao capitalismo financeiro, Maria da Conceição Tavares, 1973, p 63-67.
[7] Furtado, 1972, p 186-187 apud Souza, 2008, p 5, nota 23. [8] Furtado, 1972, p 187 apud Souza, 2008, p 5, nota 24.
[9] Balança comercial (Sandroni, 2016).
[10] Balança de serviços (Sandroni, 2016).
[11] Conta Capital e Financeira (Sandroni, 2016).
[12] Ver: Nilson Araújo de Souza, Transações correntes e variáveis macroeconômicas In: Economia Internacional Contemporânea, 2009. Disponível em: https://mega.nz/#F!GGp2VYhJ!j2JSwPVK1Nkt737B1ujwPg
[13] Insolvência externa: quando uma país não é capaz de pagar seus compromissos internacionais.
[14] Furtado, 1972, p 192 apud Souza, 2008, p 6, nota 33.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Frischauer, 1943, p 244-245 apud Souza, 2008, p 8, nota 39.
[2] Souza, 2008, p 9.
[3] Baer, Werner. A Economia Brasileira, 2002, p 54 apud Souza, 2008, p 10, nota 49.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Furtado, 1972, p 188 e p 192-194 apud Souza, 2008, p 10.
[2] Furtado, 1972, p 189 apud Souza, 2008, p 10.
[3] Gremaud, Amaury Patrick et al. Economia brasileira contemporânea. Atlas, 2006, p 366, tabela 14.1 apud Souza, 2008, p 11.
[4] Gremaud, Amaury Patrick et al. Economia brasileira contemporânea. Atlas, 2006, p 366, tabela 14.1 apud Souza, 2008, p 11.
[5] Furtado, 1972, p 192 apud Souza, 2008, p 11.
[6] Furtado, 1972, p 192 apud Souza, 2008, p 12.
[7] Furtado, 1972, p 198 apud Souza, 2008, p 12.
[8] Furtado, 1972, p 189, 193 apud Souza, 2008, p 12.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Maria da Conceição Tavares. Da substituição das importações ao capitalismo financeiro: ensaios sobre a economia brasileira, 1973, p 67-72 apud Souza, 2008, p. 13, nota 64.
[2] Sobre a teoria das vantagens comparativas de David Ricardo, ver mais em: https://www.youtube.com/watch?v=7S3MB8WII0g
[3] Ver: A deterioração dos termos de intercâmbio de Raúl Prebisch https://www.youtube.com/watch?v=zLADMpcxNdU
[4] Não confundir modelo econômico com sistema econômico ou modo de produção. Os economistas costumam chamar de “modelo econômico” a forma específica de desenvolvimento do capitalismo. Ver: Paulo Sandroni. Dicionário de Economia do Século XXI, 2016. Disponível em: https://libgen.is/book/index.php?md5=483FC6745AA8FFA8A017C42BA4CA3AC3
[5] Ver: Pensamento econômico brasileiro - ciclo ideológico do desenvolvimento, Bielschowsky, 1988, p. 37 - 76 apud Souza, 2008, p. 14, nota 67.
[6] Ver: Simonsen, Roberto. Evolução industrial no Brasil e outros estudos, 1973, p. 288. apud Souza, 2008, p. 14, nota 68.
[7] Sem falar nas outras medidas para ajudar financeiramente os produtores de café, como a redução da sua dívida bancária em 50%, em 1933. Ver: Furtado, 1972, p. 201 apud Souza, 2008, p. 14, nota 70.
[8] Nos países desenvolvidos, a produção industrial só voltou a crescer em 1934, mas logo depois voltou a declinar novamente. Ver: Furtado, 1972, p. 201 apud Souza, 2008, p. 14, nota 71.
[9] Ver: Furtado, 1972, p. 200 apud Souza, 2008, p. 14, nota 72.
[10] SOUZA, 2008, p. 15 e Grande Enciclopédia Larousse Cultural, verbete “Brasil”.
[11] Furtado, 1972, p. 221-222 apud Souza, 2008, p. 17.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Ver: Hilton, Stanley. O ditador e o embaixador: Getúlio Vargas, Adolf Berle Jr. e a queda do Estado Novo apud Souza, 2008, p. 19, nota 87.
[2] Furtado, 1972, p. 218 apud Souza, 2008, p. 21, nota 94.
[3] Furtado, 1972, p. 219-220 apud Souza, 2008, p. 21, nota 95.
[4] Furtado, 1972, p. 218, nota 179 apud Souza, 2008, p. 21, nota 96.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula - 2ª ed. - São Paulo: Atlas, 2008.
Notas:
[1] Vargas obteve 48,7% dos votos válidos, enquanto o segundo candidato, o brigadeiro Eduardo Gomes, da UDN, teve 29,7% e o candidato do PSD, Cristiano Machado, obteve 21,5%. No meio da disputa, parte do PSD passou a apoiar Vargas, é a chamada “cristianização” como chama a historiografia (SOUZA, 2008, p. 21).
[2] Silva, Hélio. Getúlio Vargas: 17ª Presidente do Brasil (1946-1954), 1983 (Coleção Os Presidentes) apud Souza, 2008, p. 22.
[3] “Em 1949, 55% do valor da produção industrial correspondia ao ramos de têxtil, vestuário e produtos alimentícios (cf. Pignation, A. G. Álvaro. Capital estrangeiro e expansão industrial no Brasil, 1973 apud Souza, 2008, p. 22, nota 99).
[4] Ver: Oliveira, Francisco de; Mazzucchelli, Frederico. Padrões de acumulação, oligopólios e Estado no Brasil (1950-1976). In: Oliveira, Francisco de. A economia da dependência imperfeita. Rio de janeiro: graal, 1977, p. 76 apud Souza, 2008, p. 22.
[5] “Em 1949, a producäo dos ramos de minerais não metálicos, metalurgia, papel e papelão, ferro e química correspondia a 24,27% da valor da produção industrial. A parte do setor voltada à produção de máquinas e equipamentos (bens de capital) praticamente inexistia: a participação do ramo de mecânica no valor da producäo industrial era de apenas 1,60% e a participação do ramo de material de transporte (então não dominada ainda pela produção de bens de consumo duráveis) se limitava a 2,31%. Quanto a um setor especificamente suntuário, ainda não dava sinal de vida: importava-se praticamente tudo o que se consumia” (cf. Pignaton, op. cit., p. 50 apud Souza, 2008, p. 22, nota 101).
[6] Oliveira, Francisco de., 1977, p. 77 apud Souza, 2008, p. 23.
[7] Cf. Bandeira, Moniz. O governo João Goulart: as lutas sociais no Brasil (1961-1964). 2. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977, p. 16 e nota 3. Ver também: Magalhães, Sérgio. Problemas de desenvolvimento econômico. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1960, p. 14 apud Souza, 2008, p. 23, nota 103.
[8] Furtado, 1972, p. 218, nota 179 apud Souza, 2008, p. 23.
[9] Tavares, Maria da Conceição. Da substituição de importações ao capitalismo financeiro: ensaios sobre a economia brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1973, p. 92 e quadro 6 apud Souza, 2008, p. 23, nota 105.
[10] Para mais detalhes ver: Breitman, Doris. Consideraciones críticas sobre el papel de la empresa estatal en Brasil. México, FCP & S-UNAM, 1978 apud Souza, 2008, p. 23, nota 106.
[11] Fajnzylber, Fernando. Estratégia industrial e empresas internacionais: posição relativa da América Latina e do Brasil. Rio de Janeiro: IPEA/INPES, 1971, p. 29 apud Souza, 2008, p. 24, nota 107.
[12] Cf. Salama, Pierre. Especificidade de la internacionalización del capital en América Latina. Crítica de la Economia Política, El Caballito, nº 7, p. 132, abr./jun. 1978 apud Souza, 2008, p. 24, nota 107.
Sejam bem-vindos ao curso Economia Brasileira I.
Nunca foi tão importante estudar economia. E para compreender a economia contemporânea, é necessário entender o processo histórico e econômico que lhe deu origem. Por isso a importância de estudar história econômica do Brasil: não é possível formular políticas econômicas e sociais adequadas em um país, sem antes compreender o processo histórico de desenvolvimento econômico do país em questão.
O curso é um estudo da história econômica brasileira de 1930 - 1955. Passando pelos governos e políticas econômicas de Getúlio Vargas e de Eurico Gaspar Dutra.
O curso conta com oito aulas: I) Nacional-desenvolvimentismo e Industrialização; II) O Esgotamento do Modelo Agroexportador Baseado no Café; III) A Grande Depressão e o Estrangulamento Externo; IV) O Programa Econômico de Vargas e a Crise Cambial; V) A Defesa da Demanda Agregada e do Emprego; VI) Reorientação da Economia, Indústria de Base e o Mercado Interno; VII) Industrialização, Governo Dutra e a Política Econômica; VIII) Vargas, Industrialização Pesada e o Cenário Internacional Adverso.
A referência principal do curso é o livro Economia Brasileira Contemporânea do professor Nilson Araújo de Souza, que é um importante autor da chamada segunda geração de teóricos da dependência. Trata-se de uma obra fundamental para compreender a história econômica do Brasil a partir de 1930.
Por fim, temos uma série de questões de concursos públicos para resolução e fixação do conteúdo estudado no decorrer do curso.