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[ATUALIZADO] DRONE - LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS
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625 students

[ATUALIZADO] DRONE - LEVANTAMENTO E PROCESSAMENTO DE IMAGENS

Seja um piloto de drones completo de verdade! Curso atualizado em novembro de 2019 e com mentoria semanal.
Created byDrone Valk
Last updated 1/2020
Portuguese

What you'll learn

  • Aprender sobre o mercado e aplicações do uso de Drones
  • Escolher e comprar um equipamento para sua necessidade
  • Conhecer, cadastrar e homologar sua aeronave nos orgãos que regulamentam o uso de Drones no Brasil: Anac, Anatel e Decea
  • Cadastrar sua aeronave na Anac
  • Como cadastrar para solicitar autorização de Voo no DECEA
  • Aerofotogrametria - Sensoriamento remoto, Fotogrametria e Geomorfologia
  • Fotogrametria, Sistemas de Coordenadas, recobrimento e aerotriandulação
  • Fotografia e Drone 1. Obturador 2. ISO 3. Diafragma 4. Composição 5. Balanço de Branco
  • Planejamento de vôos profissionais
  • aprender manobras de vôos, gravação de vídeos e imagens profissionais
  • Pilotagem na prática
  • Processamento de imagens com Agisoft PhotoScan/Metashape

Course content

7 sections66 lectures10h 38m total length
  • Sensoriamento remoto, Fotogrametria e Geomorfologia P016:47

    ​Uma Introdução

    Nosso objetivo aqui será apresentar as principais características de imagens de sensoriamento remoto orbital – e depois conversarmos um pouco sobre o que temos com Veículos aéreos não tripulados, e a técnica de exploração desses dados, neste caso para a geomorfologia. ​

    O sensoriamento remoto é a tecnologia de aquisição, a distância, de dados da superfície terrestre. Isso ocorre por meio de sensores instalados em plataformas terrestres, aéreas ou orbitais (satélites). O sensor capta a energia (radiação eletromagnética) refletida ou emitida pela superfície em diferentes comprimentos de onda ou frequência. Esses sensores dependem da energia solar ou do calor emitido pela terra para captar dados da superfície terrestre.

    Nós vamos falar um pouco mais sobre alguns conceitos-chave do sensoriamento remoto e indicaremos alguns materiais complementares para que vocês possam estudar um pouco mais para quem tem a curiosidade e queira entender um pouco mais sobre a área. Mas não nos aprofundaremos muito, para não nos deter muito em muita teoria. Contudo mostraremos alguns exemplos e trabalharemos mostrando alguns exemplos.

    A capacidade que um sensor possui para discriminar objetos em função da sua sensibilidade espectral é denominada resolução espectral. Quanto mais estreita for a faixa espectral, e maior o número de bandas (canais) em que um sensor opera, maior será a sua resolução espectral. Já a capacidade que o sensor tem de discriminar objetos em função do tamanho destes é denominada resolução espacial.

    Ainda acerca da resolução espacial, esse tipo de resolução em satélites artificiais varia entre 70cm a 1km. Um sensor com resolução espacial de 10m, por exemplo, é capaz de detectar objetos maiores de 10m X 10m. Além disso, ainda existe a resolução temporal, que trata da frequência de imageamento sobre uma mesma área. Trocando em miúdos, enquanto um sensor de baixa resolução temporal leva de dias a meses para captar novamente imagens da mesma área, os de alta resolução captam até várias imagens por dia, como é o caso do sensor a bordo do satélite Goes.

    Por fim vamos destacar uma outra característica importante em relação aos sensores, pois esta vem de encontro ao nosso curso diretamente e ao uso dos equipamentos que é alvo dessa aula e curso.

    O tamanho da área observada

    Normalmente sensores de alta resolução espacial captam imagens de faixas estreitas da superfície da terra. Algo entre 10km a 20km por imagem. Em contrapartida, sensores de alta resolução temporal, mas com baixa resolução espacial, captam imagens de áreas muito extensas da superfície terrestre e estas podem variar, por exemplo, de 1.000 km até uma face inteira da terra. Vias de regra, quanto maior a distância da terra, mais ampla será a área da superfície imageada pelo sensor; E quanto mais próximo, menor será a área de cobertura e, consequentemente, maior a riqueza de detalhes.

    O mapeamento de dados geomorfológicos vem sendo um dos mais contemplados atualmente com o crescimento e surgimento de novas técnicas e metodologias. Uma delas o uso de Drones em mapeamentos dos mais diversos, com a utilização de câmeras simples às multiespectrais e hiperespetrais. Isso se dá porque o relevo geralmente é muito bem destacado em fotografias aéreas e imagens de satélite, e sua disponibilidade multitemporal, antes mesmo no surgimento dos VANTS mais acessíveis, era muito grande. Isso possibilitou o estudo de processos morfodinâmicos e faz da ciência geomorfológica uma das mais beneficiadas pela tecnologia de sensoriamento remoto, que avança a passos largos nos dias atuais.

    Com o advento da fotografia aérea, foi possível obter visão sintética, base cartográfica de apoio aos trabalhos realizados em campo, dados sobre relevo com grande riqueza de detalhes, além de dados de cobertura vegetal, uso da terra, modelagens hidrológicas, estruturas geológicas, dentre outros.


    Nos dias atuais os sensores ópticos, a bordo de satélites, vêm obtendo imagens com representação em 3 dimensões – através de pares estereoscópicos digitais, bem como dados topográficos de radares como os da missão SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission). Esses dados vem nos permitindo visualizar o espaço geográfico em 3D e, com uso de SIG obter informações como variáveis morfométricas (altitude, declividade, orientação de vertentes, etc) que são essenciais ao estudo geomorfológico, além de outros.

  • Sensoriamento remoto, Fotogrametria e Geomorfologia P028:48

    ​​Uma Introdução Nosso objetivo aqui será apresentar as principais características de imagens de sensoriamento remoto orbital – e depois conversarmos um pouco sobre o que temos com Veículos aéreos não tripulados, e a técnica de exploração desses dados, neste caso para a geomorfologia. O sensoriamento remoto é a tecnologia de aquisição, a distância, de dados da superfície terrestre.

    Isso ocorre por meio de sensores instalados em plataformas terrestres, aéreas ou orbitais (satélites). O sensor capta a energia (radiação eletromagnética) refletida ou emitida pela superfície em diferentes comprimentos de onda ou frequência. Esses sensores dependem da energia solar ou do calor emitido pela terra para captar dados da superfície terrestre. Nós vamos falar um pouco mais sobre alguns conceitos-chave do sensoriamento remoto e indicaremos alguns materiais complementares para que vocês possam estudar um pouco mais para quem tem a curiosidade e queira entender um pouco mais sobre a área. Mas não nos aprofundaremos muito, para não nos deter muito em muita teoria. Contudo mostraremos alguns exemplos e trabalharemos mostrando alguns exemplos.

    A capacidade que um sensor possui para discriminar objetos em função da sua sensibilidade espectral é denominada resolução espectral. Quanto mais estreita for a faixa espectral, e maior o número de bandas (canais) em que um sensor opera, maior será a sua resolução espectral. Já a capacidade que o sensor tem de discriminar objetos em função do tamanho destes é denominada resolução espacial. Ainda acerca da resolução espacial, esse tipo de resolução em satélites artificiais varia entre 70cm a 1km. Um sensor com resolução espacial de 10m, por exemplo, é capaz de detectar objetos maiores de 10m X 10m.

    Além disso, ainda existe a resolução temporal, que trata da frequência de imageamento sobre uma mesma área. Trocando em miúdos, enquanto um sensor de baixa resolução temporal leva de dias a meses para captar novamente imagens da mesma área, os de alta resolução captam até várias imagens por dia, como é o caso do sensor a bordo do satélite Goes. Por fim vamos destacar uma outra característica importante em relação aos sensores, pois esta vem de encontro ao nosso curso diretamente e ao uso dos equipamentos que é alvo dessa aula e curso.

    O tamanho da área observada Normalmente sensores de alta resolução espacial captam imagens de faixas estreitas da superfície da terra. Algo entre 10km a 20km por imagem. Em contrapartida, sensores de alta resolução temporal, mas com baixa resolução espacial, captam imagens de áreas muito extensas da superfície terrestre e estas podem variar, por exemplo, de 1.000 km até uma face inteira da terra. Vias de regra, quanto maior a distância da terra, mais ampla será a área da superfície imageada pelo sensor; E quanto mais próximo, menor será a área de cobertura e, consequentemente, maior a riqueza de detalhes.

    O mapeamento de dados geomorfológicos vem sendo um dos mais contemplados atualmente com o crescimento e surgimento de novas técnicas e metodologias. Uma delas o uso de Drones em mapeamentos dos mais diversos, com a utilização de câmeras simples às multiespectrais e hiperespetrais. Isso se dá porque o relevo geralmente é muito bem destacado em fotografias aéreas e imagens de satélite, e sua disponibilidade multitemporal, antes mesmo no surgimento dos VANTS mais acessíveis, era muito grande.

    Isso possibilitou o estudo de processos morfodinâmicos e faz da ciência geomorfológica uma das mais beneficiadas pela tecnologia de sensoriamento remoto, que avança a passos largos nos dias atuais. Com o advento da fotografia aérea, foi possível obter visão sintética, base cartográfica de apoio aos trabalhos realizados em campo, dados sobre relevo com grande riqueza de detalhes, além de dados de cobertura vegetal, uso da terra, modelagens hidrológicas, estruturas geológicas, dentre outros.

    Nos dias atuais os sensores ópticos, a bordo de satélites, vêm obtendo imagens com representação em 3 dimensões – através de pares estereoscópicos digitais, bem como dados topográficos de radares como os da missão SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission). Esses dados vem nos permitindo visualizar o espaço geográfico em 3D e, com uso de SIG obter informações como variáveis morfométricas (altitude, declividade, orientação de vertentes, etc) que são essenciais ao estudo geomorfológico, além de outros.

  • ​Sensoriamento remoto, Fotogrametria e Geomorfologia P036:14

    Material Extra upado para todos acompanharem. Lembrando que os Arquivos e links postados na primeira aula são essenciais para que possam estudar um pouco mais sobre. Em breve traremos um webinar aprofundando um pouco mais sobre a fotogrametria e Sensores remotos mas na sequência das nossas aulas falaremos mais um pouco.

  • ​Sensoriamento remoto, Fotogrametria e Geomorfologia P046:18

    Imagens de drone X imagem de satélite

    Imagem de satélite: sensores ou câmeras que estão embarcados em satélites que estão em orbita em volta da terra a uma distancia a partir de 400km em relação a superfície da terra, como é o caso do LANDSAT8 que entrou em operação em maio de 2013. A resolução espacial (ou GSD) dele é de 30 metros.

    Isso significa que cada pixel na imagem gerada representa uma porção de terra de 30m x 30m o que proporciona uma grande área imageada. Dessa forma podemos destacar a produtividade do levantamento e da área coberta e a qualidade do sensor. Um ponto negativo são as imagens capturadas com nuvens e não imagens do terreno em si, outro ponto negativo é o tempo de revisita – tempo que o satélite leva para realizar o imageamento do mesmo local.

    Já para os drones, destacamos a possibilidade de voar abaixo das nuvens – o que favorece um alto detalhamento do terreno, já que o drone está bem mais próximo do que o satélite. Um exemplo disso é alcançar uma resolução espacial de 5 milímetros, ou seja, cada pixel da imagem representará uma porção do terreno de 5mm x 5mm. Embora isso seja fantástico nós temos que lembrar que a área mapeada é menor. Isso não significa que a produção não seja a melhor, mas se o empreendedor não tiver a sua disposição um valor maior para investir em um drone com maior autonomia de voo não deve se preocupar, mas deve se especializar e investir em formação para saber quais os parâmetros ideias para cada trabalho e levantamento.

  • Fotogrametria, Sistemas de Coordenadas, recobrimento e aerotriandulação 0115:21

    ​Fotogrametria pioneira (1840-1900)

    Poucos anos após a descoberta da fotografia surgiram propostas, como a do francês Argo, em 1840, com o objetivo de aproveitá-la para os dispendiosos levantamentos topográficos. Entretanto se passaram muitos anos sem nada de concreto sobre o tema. Em 1851, Aimé Laussedat desenvolveu os primeiros princípios e técnicas fotogramétricos, sendo seguido por trabalhos importantes de documentação de edifícios históricos. A então nascente ciência recebeu seu primeiro livro teórico em 1889, o Manual de fotogrametria, de autoria do alemão C. Koppe. Algumas fotografias aéreas foram até mesmo tiradas, sendo as mais notórias a de Nadar, ou Gaspard Félix Tournachon, sobre a cidade de Bièvre, na França, em 1858, e a de James Wallace Black, sobre a cidade de Boston, nos Estados Unidos, em 1860. No entanto, somente com a invenção do avião tal situação viria a mudar drasticamente.

    Fotogrametria analógica (1901-1950)

    A invenção do aparelho estereocomparador, por Pullfrich, marcou a primeira revolução da fotogrametria, por meio da qual foi possível facilitar de maneira surpreendente, o trabalho dos usuários, graças à substituição dos inúmeros cálculos matemáticos por aparelhos óptico-mecânicos. Em 1911, o austríaco Theodore Scheimpflug criou um método bem-sucedido de retificação de fotografias aéreas, iniciando um processo de utilização de tais fotografias para mapeamento de extensas superfícies. Os retificadores analógicos passaram a ser utilizados largamente, sendo posteriormente substituídos pelos famosos restituidores analógicos, que permitiam visão estereoscópica através do uso de um par estereoscópico – ou seja, um par de fotografias com área de superposição. Vários aparelhos, sobretudo os suíços e alemães, como os restituidores Wild Zeiss e Kern, possibilitavam a obtenção de cartas topográficas a precisões surpreendentes. Obviamente, essa função passou a ser altamente específica, tornando fundamental o trabalho do técnico em fotogrametria, uma vez que tais aparelhos necessitavam de treinamento específico e aprofundado.

  • Fotogrametria, Sistemas de Coordenadas, recobrimento e aerotriandulação 0213:22

    ​Pessoal,

    Na primeira aula colocaremos o material teórico para que sirva de base de estudos para todos. As dúvidas sobre fotogrametria devem ser anotadas para nosso primeiro webinar ou podem colocar abaixo e normalmente responderemos em horário comercial. Iniciaremos a usar o whatsapp a partir do dia 25 e enviaremos por aqui o nosso número e adicionaremos todos que quiserem em nosso grupo de whatsapp - que funcionará também em horário comercial. Abraço a todos!

  • Fotogrametria, Sistemas de Coordenadas, recobrimento e aerotriandulação 0313:45

    ​​Pessoal,

    Na primeira aula colocaremos o material teórico para que sirva de base de estudos para todos. As dúvidas sobre fotogrametria devem ser anotadas para nosso primeiro webinar ou podem colocar abaixo e normalmente responderemos em horário comercial. Iniciaremos a usar o whatsapp e enviaremos por aqui o nosso número e adicionaremos todos que quiserem em nosso grupo de whatsapp - que funcionará também em horário comercial. Abraço a todos!

  • Fotogrametria, Sistemas de Coordenadas, recobrimento e aerotriandulação 0415:31

    ​​Pessoal,

    Na primeira aula colocaremos o material teórico para que sirva de base de estudos para todos. As dúvidas sobre fotogrametria devem ser anotadas para nosso primeiro webinar ou podem colocar abaixo e normalmente responderemos em horário comercial. Iniciaremos a usar o whatsapp e enviaremos por aqui o nosso número e adicionaremos todos que quiserem em nosso grupo de whatsapp - que funcionará também em horário comercial. Abraço a todos!

Requirements

  • Vontade de aprender sobre drones e empreender na área de levantamentos

Description

O curso de drone foi desenvolvido para o melhor aproveitamento dos alunos na teoria e na prática. Ele reúne informações teóricas e práticas baseadas no que o mercado mais necessita nos dias de hoje. É um conteúdo completamente estruturado para o aprendizado de qualquer pessoa - conheça ela ou não sobre Drones previamente. Além disso ainda dispomos de profissionais capacitados para acompanhar nossos alunos em todas as dúvidas em nossas mentorias em grupo e individuais. O nosso processo de mentoria individual para quem deseja empreender na área, junto com marketing digital também é uma forma de desenvolver o aluno para o mercado, auxiliar ele na captura dos serviços e até mesmo na formulação dos primeiros orçamentos.


É, com certeza, o curso mais completo do mercado e o que mais desenvolve pessoalmente e profissionalmente.

Who this course is for:

  • Estudantes e profissionais das áreas de Engenharia
  • Estudantes e profissionais da área de Geologia
  • Estudantes e profissionais da área de Mineração
  • Estudantes e profissionais das áreas de Meio Ambiente
  • Qualquer pessoa que deseje trabalhar nessa área como profissional de Drones e processamento