
Uma Introdução
Nosso objetivo aqui será apresentar as principais características de imagens de sensoriamento remoto orbital – e depois conversarmos um pouco sobre o que temos com Veículos aéreos não tripulados, e a técnica de exploração desses dados, neste caso para a geomorfologia.
O sensoriamento remoto é a tecnologia de aquisição, a distância, de dados da superfície terrestre. Isso ocorre por meio de sensores instalados em plataformas terrestres, aéreas ou orbitais (satélites). O sensor capta a energia (radiação eletromagnética) refletida ou emitida pela superfície em diferentes comprimentos de onda ou frequência. Esses sensores dependem da energia solar ou do calor emitido pela terra para captar dados da superfície terrestre.
Nós vamos falar um pouco mais sobre alguns conceitos-chave do sensoriamento remoto e indicaremos alguns materiais complementares para que vocês possam estudar um pouco mais para quem tem a curiosidade e queira entender um pouco mais sobre a área. Mas não nos aprofundaremos muito, para não nos deter muito em muita teoria. Contudo mostraremos alguns exemplos e trabalharemos mostrando alguns exemplos.
A capacidade que um sensor possui para discriminar objetos em função da sua sensibilidade espectral é denominada resolução espectral. Quanto mais estreita for a faixa espectral, e maior o número de bandas (canais) em que um sensor opera, maior será a sua resolução espectral. Já a capacidade que o sensor tem de discriminar objetos em função do tamanho destes é denominada resolução espacial.
Ainda acerca da resolução espacial, esse tipo de resolução em satélites artificiais varia entre 70cm a 1km. Um sensor com resolução espacial de 10m, por exemplo, é capaz de detectar objetos maiores de 10m X 10m. Além disso, ainda existe a resolução temporal, que trata da frequência de imageamento sobre uma mesma área. Trocando em miúdos, enquanto um sensor de baixa resolução temporal leva de dias a meses para captar novamente imagens da mesma área, os de alta resolução captam até várias imagens por dia, como é o caso do sensor a bordo do satélite Goes.
Por fim vamos destacar uma outra característica importante em relação aos sensores, pois esta vem de encontro ao nosso curso diretamente e ao uso dos equipamentos que é alvo dessa aula e curso.
O tamanho da área observada
Normalmente sensores de alta resolução espacial captam imagens de faixas estreitas da superfície da terra. Algo entre 10km a 20km por imagem. Em contrapartida, sensores de alta resolução temporal, mas com baixa resolução espacial, captam imagens de áreas muito extensas da superfície terrestre e estas podem variar, por exemplo, de 1.000 km até uma face inteira da terra. Vias de regra, quanto maior a distância da terra, mais ampla será a área da superfície imageada pelo sensor; E quanto mais próximo, menor será a área de cobertura e, consequentemente, maior a riqueza de detalhes.
O mapeamento de dados geomorfológicos vem sendo um dos mais contemplados atualmente com o crescimento e surgimento de novas técnicas e metodologias. Uma delas o uso de Drones em mapeamentos dos mais diversos, com a utilização de câmeras simples às multiespectrais e hiperespetrais. Isso se dá porque o relevo geralmente é muito bem destacado em fotografias aéreas e imagens de satélite, e sua disponibilidade multitemporal, antes mesmo no surgimento dos VANTS mais acessíveis, era muito grande. Isso possibilitou o estudo de processos morfodinâmicos e faz da ciência geomorfológica uma das mais beneficiadas pela tecnologia de sensoriamento remoto, que avança a passos largos nos dias atuais.
Com o advento da fotografia aérea, foi possível obter visão sintética, base cartográfica de apoio aos trabalhos realizados em campo, dados sobre relevo com grande riqueza de detalhes, além de dados de cobertura vegetal, uso da terra, modelagens hidrológicas, estruturas geológicas, dentre outros.
Nos dias atuais os sensores ópticos, a bordo de satélites, vêm obtendo imagens com representação em 3 dimensões – através de pares estereoscópicos digitais, bem como dados topográficos de radares como os da missão SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission). Esses dados vem nos permitindo visualizar o espaço geográfico em 3D e, com uso de SIG obter informações como variáveis morfométricas (altitude, declividade, orientação de vertentes, etc) que são essenciais ao estudo geomorfológico, além de outros.
Uma Introdução Nosso objetivo aqui será apresentar as principais características de imagens de sensoriamento remoto orbital – e depois conversarmos um pouco sobre o que temos com Veículos aéreos não tripulados, e a técnica de exploração desses dados, neste caso para a geomorfologia. O sensoriamento remoto é a tecnologia de aquisição, a distância, de dados da superfície terrestre.
Isso ocorre por meio de sensores instalados em plataformas terrestres, aéreas ou orbitais (satélites). O sensor capta a energia (radiação eletromagnética) refletida ou emitida pela superfície em diferentes comprimentos de onda ou frequência. Esses sensores dependem da energia solar ou do calor emitido pela terra para captar dados da superfície terrestre. Nós vamos falar um pouco mais sobre alguns conceitos-chave do sensoriamento remoto e indicaremos alguns materiais complementares para que vocês possam estudar um pouco mais para quem tem a curiosidade e queira entender um pouco mais sobre a área. Mas não nos aprofundaremos muito, para não nos deter muito em muita teoria. Contudo mostraremos alguns exemplos e trabalharemos mostrando alguns exemplos.
A capacidade que um sensor possui para discriminar objetos em função da sua sensibilidade espectral é denominada resolução espectral. Quanto mais estreita for a faixa espectral, e maior o número de bandas (canais) em que um sensor opera, maior será a sua resolução espectral. Já a capacidade que o sensor tem de discriminar objetos em função do tamanho destes é denominada resolução espacial. Ainda acerca da resolução espacial, esse tipo de resolução em satélites artificiais varia entre 70cm a 1km. Um sensor com resolução espacial de 10m, por exemplo, é capaz de detectar objetos maiores de 10m X 10m.
Além disso, ainda existe a resolução temporal, que trata da frequência de imageamento sobre uma mesma área. Trocando em miúdos, enquanto um sensor de baixa resolução temporal leva de dias a meses para captar novamente imagens da mesma área, os de alta resolução captam até várias imagens por dia, como é o caso do sensor a bordo do satélite Goes. Por fim vamos destacar uma outra característica importante em relação aos sensores, pois esta vem de encontro ao nosso curso diretamente e ao uso dos equipamentos que é alvo dessa aula e curso.
O tamanho da área observada Normalmente sensores de alta resolução espacial captam imagens de faixas estreitas da superfície da terra. Algo entre 10km a 20km por imagem. Em contrapartida, sensores de alta resolução temporal, mas com baixa resolução espacial, captam imagens de áreas muito extensas da superfície terrestre e estas podem variar, por exemplo, de 1.000 km até uma face inteira da terra. Vias de regra, quanto maior a distância da terra, mais ampla será a área da superfície imageada pelo sensor; E quanto mais próximo, menor será a área de cobertura e, consequentemente, maior a riqueza de detalhes.
O mapeamento de dados geomorfológicos vem sendo um dos mais contemplados atualmente com o crescimento e surgimento de novas técnicas e metodologias. Uma delas o uso de Drones em mapeamentos dos mais diversos, com a utilização de câmeras simples às multiespectrais e hiperespetrais. Isso se dá porque o relevo geralmente é muito bem destacado em fotografias aéreas e imagens de satélite, e sua disponibilidade multitemporal, antes mesmo no surgimento dos VANTS mais acessíveis, era muito grande.
Isso possibilitou o estudo de processos morfodinâmicos e faz da ciência geomorfológica uma das mais beneficiadas pela tecnologia de sensoriamento remoto, que avança a passos largos nos dias atuais. Com o advento da fotografia aérea, foi possível obter visão sintética, base cartográfica de apoio aos trabalhos realizados em campo, dados sobre relevo com grande riqueza de detalhes, além de dados de cobertura vegetal, uso da terra, modelagens hidrológicas, estruturas geológicas, dentre outros.
Nos dias atuais os sensores ópticos, a bordo de satélites, vêm obtendo imagens com representação em 3 dimensões – através de pares estereoscópicos digitais, bem como dados topográficos de radares como os da missão SRTM (Shuttle Radar Topographic Mission). Esses dados vem nos permitindo visualizar o espaço geográfico em 3D e, com uso de SIG obter informações como variáveis morfométricas (altitude, declividade, orientação de vertentes, etc) que são essenciais ao estudo geomorfológico, além de outros.
Material Extra upado para todos acompanharem. Lembrando que os Arquivos e links postados na primeira aula são essenciais para que possam estudar um pouco mais sobre. Em breve traremos um webinar aprofundando um pouco mais sobre a fotogrametria e Sensores remotos mas na sequência das nossas aulas falaremos mais um pouco.
Imagens de drone X imagem de satélite
Imagem de satélite: sensores ou câmeras que estão embarcados em satélites que estão em orbita em volta da terra a uma distancia a partir de 400km em relação a superfície da terra, como é o caso do LANDSAT8 que entrou em operação em maio de 2013. A resolução espacial (ou GSD) dele é de 30 metros.
Isso significa que cada pixel na imagem gerada representa uma porção de terra de 30m x 30m o que proporciona uma grande área imageada. Dessa forma podemos destacar a produtividade do levantamento e da área coberta e a qualidade do sensor. Um ponto negativo são as imagens capturadas com nuvens e não imagens do terreno em si, outro ponto negativo é o tempo de revisita – tempo que o satélite leva para realizar o imageamento do mesmo local.
Já para os drones, destacamos a possibilidade de voar abaixo das nuvens – o que favorece um alto detalhamento do terreno, já que o drone está bem mais próximo do que o satélite. Um exemplo disso é alcançar uma resolução espacial de 5 milímetros, ou seja, cada pixel da imagem representará uma porção do terreno de 5mm x 5mm. Embora isso seja fantástico nós temos que lembrar que a área mapeada é menor. Isso não significa que a produção não seja a melhor, mas se o empreendedor não tiver a sua disposição um valor maior para investir em um drone com maior autonomia de voo não deve se preocupar, mas deve se especializar e investir em formação para saber quais os parâmetros ideias para cada trabalho e levantamento.
Fotogrametria pioneira (1840-1900)
Poucos anos após a descoberta da fotografia surgiram propostas, como a do francês Argo, em 1840, com o objetivo de aproveitá-la para os dispendiosos levantamentos topográficos. Entretanto se passaram muitos anos sem nada de concreto sobre o tema. Em 1851, Aimé Laussedat desenvolveu os primeiros princípios e técnicas fotogramétricos, sendo seguido por trabalhos importantes de documentação de edifícios históricos. A então nascente ciência recebeu seu primeiro livro teórico em 1889, o Manual de fotogrametria, de autoria do alemão C. Koppe. Algumas fotografias aéreas foram até mesmo tiradas, sendo as mais notórias a de Nadar, ou Gaspard Félix Tournachon, sobre a cidade de Bièvre, na França, em 1858, e a de James Wallace Black, sobre a cidade de Boston, nos Estados Unidos, em 1860. No entanto, somente com a invenção do avião tal situação viria a mudar drasticamente.
Fotogrametria analógica (1901-1950)
A invenção do aparelho estereocomparador, por Pullfrich, marcou a primeira revolução da fotogrametria, por meio da qual foi possível facilitar de maneira surpreendente, o trabalho dos usuários, graças à substituição dos inúmeros cálculos matemáticos por aparelhos óptico-mecânicos. Em 1911, o austríaco Theodore Scheimpflug criou um método bem-sucedido de retificação de fotografias aéreas, iniciando um processo de utilização de tais fotografias para mapeamento de extensas superfícies. Os retificadores analógicos passaram a ser utilizados largamente, sendo posteriormente substituídos pelos famosos restituidores analógicos, que permitiam visão estereoscópica através do uso de um par estereoscópico – ou seja, um par de fotografias com área de superposição. Vários aparelhos, sobretudo os suíços e alemães, como os restituidores Wild Zeiss e Kern, possibilitavam a obtenção de cartas topográficas a precisões surpreendentes. Obviamente, essa função passou a ser altamente específica, tornando fundamental o trabalho do técnico em fotogrametria, uma vez que tais aparelhos necessitavam de treinamento específico e aprofundado.
Pessoal,
Na primeira aula colocaremos o material teórico para que sirva de base de estudos para todos. As dúvidas sobre fotogrametria devem ser anotadas para nosso primeiro webinar ou podem colocar abaixo e normalmente responderemos em horário comercial. Iniciaremos a usar o whatsapp a partir do dia 25 e enviaremos por aqui o nosso número e adicionaremos todos que quiserem em nosso grupo de whatsapp - que funcionará também em horário comercial. Abraço a todos!
Pessoal,
Na primeira aula colocaremos o material teórico para que sirva de base de estudos para todos. As dúvidas sobre fotogrametria devem ser anotadas para nosso primeiro webinar ou podem colocar abaixo e normalmente responderemos em horário comercial. Iniciaremos a usar o whatsapp e enviaremos por aqui o nosso número e adicionaremos todos que quiserem em nosso grupo de whatsapp - que funcionará também em horário comercial. Abraço a todos!
Pessoal,
Na primeira aula colocaremos o material teórico para que sirva de base de estudos para todos. As dúvidas sobre fotogrametria devem ser anotadas para nosso primeiro webinar ou podem colocar abaixo e normalmente responderemos em horário comercial. Iniciaremos a usar o whatsapp e enviaremos por aqui o nosso número e adicionaremos todos que quiserem em nosso grupo de whatsapp - que funcionará também em horário comercial. Abraço a todos!
Nesse vídeo teremos uma visão global acerca das orientações do DECEA sobre autorizações e aeronaves.
Acreditamos que algumas pessoas já tenham visto esse vídeo mas estamos trazendo ele por um motivo:
Discutir o que é dito a algum tempo e o tempo de resposta e de renovação no tocante a legislação.
Iremos analisar esse vídeo um pouco mais em nosso primeiro Webinar que está marcado para 05 de fevereiro. Discutiremos essa parte de legislação e esse vídeo é um dos que vamos usar como base para iniciarmos algumas discuções.
Mesmo que você já o tenha visto em algum momento, aconselhamos a dar uma olhadinha novamente e anotar suas dúvidas em nosso chat da aula. Por ora não responderemos tanto vocês para que possamos pegar os maiores questionamentos e trazer para nossa aula extra, A PRIMEIRA, de nosso curso.
E aí galera.
Estamos deixando aqui todos os documentos que sãõ necessários aos estudos de vocês acerca das leis e medidas acerca de Drones/RPAS.
Para conhecer as orientações para usuários de drones, glossário e um resumo da RBAC-E 94 da ANAC, com a recém lançada regulamentação, acesse a cartilha para usuários de drones da ANAC.
Links importantes relacionados à Regulamentação de Drones no Brasil
Utilize os links a seguir para ficar por dentro da regulamentação de Drones no Brasil:
ANATEL
Manual do Usuário SCH – Solicitante – Declaração de Conformidade para quadricóptero = Drone
ANAC
Orientações para Usuários
Cadastro de Drones
RBAC -E nr 94 – Requisitos Gerais para Aeronaves Não Tripuladas de Uso Civil
Instrução Suplementar IS Nº E94 – Procedimentos para elaboração e utilização de avaliação de risco operacional para operadores de aeronaves não tripuladas
Plataforma SISANT
DECEA
ICA 100-40 – Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro
• AIC-N 17/18 – Esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado à recreação, os chamados Aeromodelos.
• AIC-N 23/18 – Já a AIC-N 23/18 tem como objetivo regulamentar o acesso de aeronaves remotamente pilotadas ao espaço aéreo brasileiro com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos ligados aos Governos Federal, Estadual ou Municipal.
• AIC-N 24/18 – Por sua vez, esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos de Segurança Pública (OSP), da Defesa Civil (DC) e de Fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB).
Plataforma SARPAS
Replay do webinar Pós-regulamentação de Drones: o que mudou?, com o Cel Vargas
MINISTÉRIO DA DEFESA
Aerolevantamento com Aeronaves Remotamente Pilotadas
a) Decreto-Lei nº 1.177, de 21 de junho de 1971: Dispõe sobre Aerolevantamentos no Território Nacional
b) Decreto Nº 2.278, de 17 de julho de 1997: Regulamenta as Atividades de Aerolevantamento no Território Nacional
c) Portaria Normativa nº 953/MD, 16 de abril de 2014: Dispõe sobre a adoção de procedimentos para a atividade de aerolevantamento no Território Nacional
d) Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986: Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica
e) Decreto nº 7.845, de 14 de novembro de 2012 – Regulamenta procedimentos para credenciamento de segurança e tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo, e dispõe sobre o Núcleo de Segurança e Credenciamento
INCRA
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciou a Norma de Execução Incra/DF/02, de 19 de fevereiro de 2018, que estabelece critérios para aplicação e avaliação de produtos gerados a partir de aerofotogrametria para determinação de coordenadas de vértices definidores de limites de imóveis rurais.
Vamos voar!
E aí galera.
Estamos deixando aqui todos os documentos que sãõ necessários aos estudos de vocês acerca das leis e medidas acerca de Drones/RPAS.
Para conhecer as orientações para usuários de drones, glossário e um resumo da RBAC-E 94 da ANAC, com a recém lançada regulamentação, acesse a cartilha para usuários de drones da ANAC.
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Plataforma SISANT
DECEA
ICA 100-40 – Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro
• AIC-N 17/18 – Esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado à recreação, os chamados Aeromodelos.
• AIC-N 23/18 – Já a AIC-N 23/18 tem como objetivo regulamentar o acesso de aeronaves remotamente pilotadas ao espaço aéreo brasileiro com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos ligados aos Governos Federal, Estadual ou Municipal.
• AIC-N 24/18 – Por sua vez, esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos de Segurança Pública (OSP), da Defesa Civil (DC) e de Fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB).
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MINISTÉRIO DA DEFESA
Aerolevantamento com Aeronaves Remotamente Pilotadas
a) Decreto-Lei nº 1.177, de 21 de junho de 1971: Dispõe sobre Aerolevantamentos no Território Nacional
b) Decreto Nº 2.278, de 17 de julho de 1997: Regulamenta as Atividades de Aerolevantamento no Território Nacional
c) Portaria Normativa nº 953/MD, 16 de abril de 2014: Dispõe sobre a adoção de procedimentos para a atividade de aerolevantamento no Território Nacional
d) Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986: Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica
e) Decreto nº 7.845, de 14 de novembro de 2012 – Regulamenta procedimentos para credenciamento de segurança e tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo, e dispõe sobre o Núcleo de Segurança e Credenciamento
INCRA
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciou a Norma de Execução Incra/DF/02, de 19 de fevereiro de 2018, que estabelece critérios para aplicação e avaliação de produtos gerados a partir de aerofotogrametria para determinação de coordenadas de vértices definidores de limites de imóveis rurais.
Vamos voar!
E aí galera.
Estamos deixando aqui todos os documentos que sãõ necessários aos estudos de vocês acerca das leis e medidas acerca de Drones/RPAS.
Para conhecer as orientações para usuários de drones, glossário e um resumo da RBAC-E 94 da ANAC, com a recém lançada regulamentação, acesse a cartilha para usuários de drones da ANAC.
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DECEA
ICA 100-40 – Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro
• AIC-N 17/18 – Esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado à recreação, os chamados Aeromodelos.
• AIC-N 23/18 – Já a AIC-N 23/18 tem como objetivo regulamentar o acesso de aeronaves remotamente pilotadas ao espaço aéreo brasileiro com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos ligados aos Governos Federal, Estadual ou Municipal.
• AIC-N 24/18 – Por sua vez, esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos de Segurança Pública (OSP), da Defesa Civil (DC) e de Fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB).
Plataforma SARPAS
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MINISTÉRIO DA DEFESA
Aerolevantamento com Aeronaves Remotamente Pilotadas
a) Decreto-Lei nº 1.177, de 21 de junho de 1971: Dispõe sobre Aerolevantamentos no Território Nacional
b) Decreto Nº 2.278, de 17 de julho de 1997: Regulamenta as Atividades de Aerolevantamento no Território Nacional
c) Portaria Normativa nº 953/MD, 16 de abril de 2014: Dispõe sobre a adoção de procedimentos para a atividade de aerolevantamento no Território Nacional
d) Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986: Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica
e) Decreto nº 7.845, de 14 de novembro de 2012 – Regulamenta procedimentos para credenciamento de segurança e tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo, e dispõe sobre o Núcleo de Segurança e Credenciamento
INCRA
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciou a Norma de Execução Incra/DF/02, de 19 de fevereiro de 2018, que estabelece critérios para aplicação e avaliação de produtos gerados a partir de aerofotogrametria para determinação de coordenadas de vértices definidores de limites de imóveis rurais.
Vamos voar!
Olá galerinha,
Além do que falaremos nos vídeos, aconselhamos as leituras a seguir para que possam tomar ciência em algumas áreas e órgãos. Mas antes, dá uma olhadinha na aula tá?
Para operar uma RPA um aeromodelo com segurança é imprescindível conhecer e cumprir a legislação e adotar boas práticas de segurança.
Passo 1: Registrar seu drone (para usos recreacionais ou não) na Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). A medida visa evitar interferências desses aparelhos em outros serviços, como as comunicações via satélite. Usuários devem se cadastrar no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação e preencher um requerimento disponível no site da ANATEL.
Passo 2: Se você for usar o drone para uma atividade comercial, deve conhecer a ICA 100-40 e fazer o registro do seu drone e operador para cada serviço que for executar, na plataforma SARPAS, desenvolvida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).
Passo 3: A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é o órgão competente, por força de Lei (Lei 11.182/2005), para fornecer a documentação necessária para pilotos e aeronaves. Para o cadastro obrigatório de drones entre 250 g e 25 kg e que não voarão além da linha de visada visual (BVLOS) ou acima de 400 pés acima do nível do solo, usar a plataforma SISANT.
Importante!
1 – Os demais drones que vão operar além de 400 pés ou da linha de visada visual (BVLOS) ou que forem mais pesados que 25 kg devem ser registrados na ANAC e identificados com suas marcas de nacionalidade e matrícula em conformidade com a RBAC-E 94.
2 – Para atividades relacionadas a Aerofotogrametria, consultar a legislação específica do Ministério da Defesa.
Para conhecer as orientações para usuários de drones, glossário e um resumo da RBAC-E 94 da ANAC, com a recém lançada regulamentação, acesse a cartilha para usuários de drones da ANAC.
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Organizador: Emerson Granemann – CEO da MundoGEO, idealizador da feira DroneShow
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ANATEL
Manual do Usuário SCH – Solicitante – Declaração de Conformidade para quadricóptero = Drone
ANAC
Orientações para Usuários
Cadastro de Drones
RBAC -E nr 94 – Requisitos Gerais para Aeronaves Não Tripuladas de Uso Civil
Instrução Suplementar IS Nº E94 – Procedimentos para elaboração e utilização de avaliação de risco operacional para operadores de aeronaves não tripuladas
Plataforma SISANT
DECEA
ICA 100-40 – Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro
• AIC-N 17/18 – Esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado à recreação, os chamados Aeromodelos.
• AIC-N 23/18 – Já a AIC-N 23/18 tem como objetivo regulamentar o acesso de aeronaves remotamente pilotadas ao espaço aéreo brasileiro com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos ligados aos Governos Federal, Estadual ou Municipal.
• AIC-N 24/18 – Por sua vez, esta AIC tem por finalidade regulamentar os procedimentos e responsabilidades necessários para o acesso ao espaço aéreo brasileiro por aeronaves remotamente pilotadas, com uso exclusivamente voltado às operações dos Órgãos de Segurança Pública (OSP), da Defesa Civil (DC) e de Fiscalização da Receita Federal do Brasil (RFB).
Plataforma SARPAS
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MINISTÉRIO DA DEFESA
Aerolevantamento com Aeronaves Remotamente Pilotadas
a) Decreto-Lei nº 1.177, de 21 de junho de 1971: Dispõe sobre Aerolevantamentos no Território Nacional
b) Decreto Nº 2.278, de 17 de julho de 1997: Regulamenta as Atividades de Aerolevantamento no Território Nacional
c) Portaria Normativa nº 953/MD, 16 de abril de 2014: Dispõe sobre a adoção de procedimentos para a atividade de aerolevantamento no Território Nacional
d) Lei nº 7.565, de 19 de dezembro de 1986: Dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica
e) Decreto nº 7.845, de 14 de novembro de 2012 – Regulamenta procedimentos para credenciamento de segurança e tratamento de informação classificada em qualquer grau de sigilo, e dispõe sobre o Núcleo de Segurança e Credenciamento
INCRA
O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciou a Norma de Execução Incra/DF/02, de 19 de fevereiro de 2018, que estabelece critérios para aplicação e avaliação de produtos gerados a partir de aerofotogrametria para determinação de coordenadas de vértices definidores de limites de imóveis rurais.
Voe com segurança!
Olá galerinha,
Além do que falaremos nos vídeos, aconselhamos as leituras a seguir para que possam tomar ciência em algumas áreas e órgãos. Mas antes, dá uma olhadinha na aula tá?
Para operar uma RPA um aeromodelo com segurança é imprescindível conhecer e cumprir a legislação e adotar boas práticas de segurança.
Passo 1: Registrar seu drone (para usos recreacionais ou não) na Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL). A medida visa evitar interferências desses aparelhos em outros serviços, como as comunicações via satélite. Usuários devem se cadastrar no Sistema de Gestão de Certificação e Homologação e preencher um requerimento disponível no site da ANATEL.
Passo 2: Se você for usar o drone para uma atividade comercial, deve conhecer a ICA 100-40 e fazer o registro do seu drone e operador para cada serviço que for executar, na plataforma SARPAS, desenvolvida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).
Passo 3: A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) é o órgão competente, por força de Lei (Lei 11.182/2005), para fornecer a documentação necessária para pilotos e aeronaves. Para o cadastro obrigatório de drones entre 250 g e 25 kg e que não voarão além da linha de visada visual (BVLOS) ou acima de 400 pés acima do nível do solo, usar a plataforma SISANT.
Importante!
1 – Os demais drones que vão operar além de 400 pés ou da linha de visada visual (BVLOS) ou que forem mais pesados que 25 kg devem ser registrados na ANAC e identificados com suas marcas de nacionalidade e matrícula em conformidade com a RBAC-E 94.
2 – Para atividades relacionadas a Aerofotogrametria, consultar a legislação específica do Ministério da Defesa.
Para conhecer as orientações para usuários de drones, glossário e um resumo da RBAC-E 94 da ANAC, com a recém lançada regulamentação, acesse a cartilha para usuários de drones da ANAC.
Olá galera,
Em nossa aula de Manutenção básica do Drone antes do vôo falaremos um pouco sobre a manutenção mais básica - ou elementar, em nossos drones. Mais tarde falaremos um pouco mais em técnicas mas frisamos muito nessa aula a manutenção que normalmente esquecemos por estarmos iniciando em um novo mundo e não nos informarmos coisas elementares, assim como aos profissionais que já fazem parte desse mundo mas que esquecem disso ao longo da caminhada.
Isso abre muitos assuntos para discutirmos e vocês podem nos dar algumas idéias do que querem conhecer mais.
Abraço forte.
Fala galera.
Além dos procedimentos de Manutenção básica, os cuidados com o equipamento em campo são de extrema importância. Destacamos um pouco dos procedimentos em campo, que serão retomados na parte prática de campo em nosso curso e em webinários muito em breve.
Desejamos uma boa aula para todos e ficaremos a disposição.
Att.
Fala galera,
A manutenção básica dos drones no pós vôo é uma coisa muito séria, apesar de simples. O que faremos inicialmente é levar essa informação de forma bastante estruturada e simples para que você realize o melhor possível essa manutenção e após isso falaremos - mais tarde, em alguns procedimentos de abertura e manutenção interna do drone que podemos realizar sem que tenhamos o auxílio de um técnico ou empresa especializada.
Mesmo sendo muito elementar, é preciso muita atenção nesse momento pois um errinho nesse processo, um uso errado de material e etc, pode acabar com seu drone. DE VERDADE.
Conte conosco e até mais.
O Princípio
Iniciamos o planejamento de projetos com o DroneDeploy. Um dos softwares mais utilizados no planejamento e execução de missões e de processamento de dados na nuvem.
O Drone Deploy é um aplicativo de voo automatizado voltado a Drones da DJI, nele é possível fazer planos de voo em escritório (com internet) e o voo em campo (sem internet) de maneira totalmente automatizada. Basicamente você faz o plano de voo, faz o checklist pré-campo, depois em campo faz o checklist pré-voo e por fim faz o voo, a decolagem, o voo e o pouso são totalmente automatizados, por último é só importar as fotos para o software de processamento de imagens e processá-las.
falaremos um pouco sobre o planejamento desktop e em tablet ou smartphone e após isso, a execução e os resultados.
Fiquem atentos.
O Princípio
Iniciamos o planejamento de projetos com o DroneDeploy. Um dos softwares mais utilizados no planejamento e execução de missões e de processamento de dados na nuvem.
O Drone Deploy é um aplicativo de voo automatizado voltado a Drones da DJI, nele é possível fazer planos de voo em escritório (com internet) e o voo em campo (sem internet) de maneira totalmente automatizada. Basicamente você faz o plano de voo, faz o checklist pré-campo, depois em campo faz o checklist pré-voo e por fim faz o voo, a decolagem, o voo e o pouso são totalmente automatizados, por último é só importar as fotos para o software de processamento de imagens e processá-las.
falaremos um pouco sobre o planejamento desktop e em tablet ou smartphone e após isso, a execução e os resultados.
Fiquem atentos.
Nessa parte, fazemos a verificação dos dados, que foram inseridos em ambiente online via computador, pelo celular. Analisamos o projeto e geramos um modelo sintético de vôo.
Isso é uma das melhores coisas que o aplicativo do DroneDeploy e sua solução online nos oferece. Fiquem ligados no projeto prático desse planejamento.
Nessa primeira parte da nossa aula falaremos um pouco sobre a configuração de vôo em escritório e os testes que podem ser realizados, configurações e atenção aos detalhes do projeto que são objetivo de seu mapeamento.
Prestem atenção, especialmente, aos detalhes do projeto, pois eles podem determinar o sucesso ou fracasso da campanha em escritório e campo.
Att.
Faaaaaaaaaaaaaaaaaaala galera,
Nessa aula aprenderemos como baixar, instalar e realizar alguns testes no aplicativo do DroneDeploy. Isso é de extrema importância para todos. Mesmo que você já tenha, já faça a bastante tempo, talvez em uma das informações nesse vídeo você encontre informações que não sabia ou que tinha dúvidas e para você que está iniciando, é mais importante ainda. Presta atenção e vamos que vamos.
Att.
Na continuação
Vamos passar mais uma vez por algumas configurações e alguns pontos que não passamos na aula anterior de forma bem rápida mas com muita coisa para discutirmos.
Att.
Para download do material:
https://oog.kpages.online/udemy_material_proc
Entenda um pouco sobre o fluxo de trabalho no Agisoft PhotoScan e o porque acreditamos que ele seja a escolha mais acertada para processamento fotogramétrico.
Primeiramente agradecemos pela oportunidade de termos vocês aqui para que possamos expor nosso ponto de vista e para podermos sentar e conversarmos melhor sobre esse assunto que é muito comum quando se trata de geração de bases cartográficas utilizando o programa Agisoft PhotoScan.
Em nossa aula 02 agradecemos pela oportunidade de termos vocês aqui para que possamos expor nosso ponto de vista e para podermos sentar e conversarmos melhor sobre esse assunto que é muito comum quando se trata de geração de bases cartográficas utilizando o programa Agisoft PhotoScan.
Em nossa aula 03 agradecemos pela oportunidade de termos vocês aqui para que possamos expor nosso ponto de vista e para podermos sentar e conversarmos melhor sobre esse assunto que é muito comum quando se trata de geração de bases cartográficas utilizando o programa Agisoft PhotoScan.
Em nossa aula 4 iniciaremos o processo de inserção das imagens e tivemos o cuidado de tentar explicar os passos da melhor forma possível. Nesse momento sem tanta teoria e, claro, não somente aplicando botões.
Aliamos o conhecimento a necessidade do aluno nesse momento. Sem Hipersaturação do conhecimento, mas com a proposta de aprendizado direcionado.
Nessa aula mais uma vez agradecemos pela oportunidade de termos vocês aqui para que possamos expor nosso ponto de vista e para podermos sentar e conversarmos melhor sobre esse assunto que é muito comum quando se trata de geração de bases cartográficas utilizando o programa Agisoft PhotoScan.
Na aula 5 já iniciamos a mostrar algumas opções de configurações para o processamento de imagens.
Aliamos o conhecimento a necessidade do aluno nesse momento. Sem Hipersaturação do conhecimento, mas com a proposta de aprendizado direcionado.
Nessa aula mais uma vez agradecemos pela oportunidade de termos vocês aqui para que possamos expor nosso ponto de vista e para podermos sentar e conversarmos melhor sobre esse assunto que é muito comum quando se trata de geração de bases cartográficas utilizando o programa Agisoft PhotoScan.
Na nossa aula 06 mostraremos como realizar a análise de qualidade das imagens, ajustar brilho, câmeras e outras coisas que podem ajudar você no processamento de imagens.Isso é um bom lembrete de que não é só apertar botões, é saber o que está se fazendo e como. Essa é a ideia, ensinar, praticando.
Na nossa aula 07 continuamos a realizar a análise de qualidade das imagens, ajustar brilho, câmeras e outras coisas que podem ajudar você no processamento de imagens.Isso é um bom lembrete de que não é só apertar botões, é saber o que está se fazendo e como. Essa é a ideia, ensinar, praticando.
Fala galera.
Vamos falar um pouco sobre otimização de câmeras, reprocessamento e njuvem de pontos esparsas e densas após as alterações nas análises e a busca por filtros e qualidade de dados adquiridos?
Saber um pouco sobre o match e pontos homólogos é um grande ganho no conhecimento do porque se processa de uma forma e de outra não. Pega a visão.
Fala galera.
Vamos falar nessa aula sobre pontos densos e o que podemos fazer com eles. Fica de olho.
Fala galera.
Vamos falar nessa aula sobre pontos densos e geração de produtos: MDT, MDS e demais.
Fala galera.
Falaremos nessa aula sobre modelos tridimensionais. Estamos ainda avançando da nuvem de pontos densa para o Tiled Model de forma a não deixarmos apenas para cliques em botões ou opções do programa, mas para entender o processo e cada passo.
Fala galera.
Falaremos um pouco sobre os demais modelos que serão ou podem ser criados no processo de análise e criação de dados com processamento aerofotogramétrico.
É muito importante saber um pouco mais sobre os dados criados, mesmo que este não seja o objetivo, mas quando uma pessoa te pergunta o porque foi criado ou não hoje você responde o que?
Na nossa aula 13 falaremos sobre os modelos criados e os modelos que se pode criar ao longo do processamento de imagens. Trataremos um pouco da teoria e veremos a prática complementar em seguida.
Que tal falar um pouco sobre resolução espacial, sistemas de coordenadas e dentre outros assuntos correlatos?
Bom, nessa aula, falaremos disso e muito mais.
Bom, estamos nos encaminhando para a conclusão da primeira parte do nosso curso. Essa é a penultima aula e nela falaremos sobre DEM e Ortomosaico. Iniciamos falando de configurações da ultima aula e a continuação do ortomosaico.
Faaaaaala galera,
Hoje será nosso penúltimo vídeo do nosso primeiro Processamento de imagens com Agisoft PhotoScan/Metashape. Nele falaremos sobre curvas de nível e alguns calculos possíveis após a criação dos produtos.
Olá amigos
Nessa aula nós concluímos o nosso primeiro processamento de imagens de drone. Falamos um pouco da parte final do curso e das possibilidades, vemos o relatório de processamento, dentre outras coisas.
É super importante ressaltar que para realizar um grande trabalho com Drones, assim como em outras áreas, você precisa de conhecimentos estruturados e seguros. Fizemos esse workshop com todo carinho. Mas é fato que isso é só um pouco daquilo que temos e fazemos no processamento. Uma dica é realizar ele várias vezes e ter esses processos na cabeça, não de uma maneira mecânica, mas de maneira que possam saber exatamente o que fazer e por quê.
Faaaaala galera tudo bem?
É uma grande satisfação pra mim trazer um material tão querido e de tamanha qualidade para vocês.
Pensamos em ter um conteúdo que pudesse colaborar com todos que desejam, mas ainda não conhecem um pouco do potencial de entrega de dados produzidos com Aerolevantamentos.
Muito se fala na utilização dos dados na topografia, na engenharia, na agricultura, mas será que só existem essas possibilidades?
E a entrega dos dados cartográficos mais simples?
Bom, nós trouxemos 2 possibilidades a mais, ou 3.
A entrega dos dados mais simples com um layout fundamental para entrega de projetos, independente da área;
Uma abordagem bem simples mas fundamental para aplicação em mapeamentos geológicos;
Uma ideia do que podemos fazer com mapeamento costeiro e evolução de linha de costa.
E aí pessoal,
Agora vamos a nossa segunda parte do nosso minicurso de Drone e SIG. É muito gratificante poder compartilhar com todos vocês um conteúdo estruturado. Que servirá realmente como aprendizado de Drone (no processamento na nuvem) e SIG, na parte de fabricação de dados fundamentais, entre outros. Peço que vocês possam dar sua opinião sobre nosso vídeo para que possamos melhorar ou para sabermos que está sendo proveitoso para todos. Abraço.
E aí pessoal,
É muito gratificante poder compartilhar com todos vocês um conteúdo estruturado. Que servirá realmente como aprendizado de Drone (no processamento na nuvem) e SIG, na parte de fabricação de dados fundamentais, entre outros. Peço que vocês possam dar sua opinião sobre nosso vídeo e minicurso para que possamos melhorar ou para sabermos que está sendo proveitoso para todos. Abraço.
E aí pessoal,
É muito gratificante poder compartilhar com todos vocês um conteúdo estruturado. Que servirá realmente como aprendizado de Drone (no processamento na nuvem) e SIG, na parte de fabricação de dados fundamentais, entre outros. Peço que vocês possam dar sua opinião sobre nosso vídeo e minicurso para que possamos melhorar ou para sabermos que está sendo proveitoso para todos. Abraço.
Fala galera,
Essa é a nossa aula 5. Falamos um pouco sobre duas ferramentas no ArcMap que pode ajudar na configuração de um projeto a ser salvo para amostragem aos nossos clientes e uma delas que pode nos fornecer algumas informações interessantes.
Dá uma olhada no conteúdo e se tiver dúvidas nos informem. Teremos o maior prazer em ajudar como pudermos.
Abraço forte.
Então, vamos continuar não é mesmo?
Nessa aula 06 falaremos um pouco mais da geração de um modelo de dados sombreado e perfil dos dados levantados, além das configurações de layout que iniciamos nessa aula.
Dá uma olhada no conteúdo e se tiver dúvidas nos informem. Teremos o maior prazer em ajudar como pudermos.
Abraço forte.
Hoje teremos nossa aula 07 e nela teremos um pouco da configuração do projeto, já no layout. Teremos algumas informações que são fundamentais para entender a configuração do mapa no Layout e são preciosas para quem nunca viu o programa, assim como para quem já viu e trabalha com o software.
Dá uma olhada no conteúdo e se tiver dúvidas nos informem. Teremos o maior prazer em ajudar como pudermos.
Abraço forte.
Fala galera,
Na aula 08 nós continuamos com o Layout e algumas configurações personalizadas para entrega de produtos cartográficos mais bem acabados. Lembramos que nesse projeto estamos apresentando ainda um nível de detalhamento pequeno em relação a produção de Layout mas este é bem completo e servirá como base para a configuração do de vocês.
Abraço e continua conosco.
Dá uma olhada no conteúdo e se tiver dúvidas nos informem. Teremos o maior prazer em ajudar como pudermos.
Abraço forte.
Vamos agora nos preparar para o fechamento desse primeiro projeto, onde aprendemos muitas coisas acerca da configuração de um layout para SIG, além de todos os outros conhecimentos que foram citados anteriormente. É uma grande demanda para o mercado de SIG e para o mercado de DRONES, profissionais que possam realizar esse tipo de configuração de maneira padronizada e a entrega desses dados, pois alguns clientes mesmo se abrindo para o mundo digital, preferem rabiscar suas áreas de plantação, seus alvos para o próximo plantio, a relação de erros e altitudes, o espaço para reflorestamento de um empreendimento, um bota fora de mineração e o planejamento, dentre outros. Então, é importante saber entregar um 3D para planejamento e cálculos SIM, mas também é de grande importância a entrega desses produtos de maneira que seu cliente tenha fácil acesso e leitura do mapa, carta ou planta produzida.
Abraço e continua conosco.
Nossa aula 10.
Produção final de layout e entrega de dados com perfil topográfico.
Abraço e continua conosco.
Hoje é dia de aula 11.
Entrega de dados e algumas opções de arquivos.
Foco no resultado.
Dá uma olhada no conteúdo e se tiver dúvidas nos informem. Teremos o maior prazer em ajudar como pudermos.
Abraço forte.
Link do Material:
Evolução de linha de costa: https://www.dropbox.com/sh/vtct6o5dtt91iar/AACmAT7r1ftMR3Fk4WS7CIkBa?dl=0
Em nossa aula 12 nós começaremos o processamento de imagens em uma plataforma online. A intenção é mostrar as possibilidades em diversas oportunidades em plataformas diferentes. Lembrem de enviar suas dúvidas por email para nós para que possamos ajudar em todo o processo, assim como para marcarmos nossas aulas extras e webinários e enviar os convites a todos.
O email é dronevalk@gmail.com
Link de material 02
https://www.dropbox.com/sh/3oq655ff3p5esnd/AADlaTN6UIDEi6DVg04mbrJja?dl=0
Em nossa aula 13 nós começaremos o processamento de imagens em uma plataforma online. A intenção é mostrar as possibilidades em diversas oportunidades em plataformas diferentes. Lembrem de enviar suas dúvidas por email para nós para que possamos ajudar em todo o processo, assim como para marcarmos nossas aulas extras e webinários e enviar os convites a todos.
O email é dronevalk@gmail.com
Em nossa aula 14 nós começaremos o processamento de imagens em uma plataforma online. A intenção é mostrar as possibilidades em diversas oportunidades em plataformas diferentes. Lembrem de enviar suas dúvidas por email para nós para que possamos ajudar em todo o processo, assim como para marcarmos nossas aulas extras e webinários e enviar os convites a todos.
O email é dronevalk@gmail.com
Em nossa aula 15 nós começaremos o processamento de imagens em uma plataforma online. A intenção é mostrar as possibilidades em diversas oportunidades em plataformas diferentes. Além disso, usaremos o ArcMap para criação de informações para entrega em base cartográfica, visualização de rugosidade e modelos 2.5D.
Lembrem de enviar suas dúvidas por email para nós para que possamos ajudar em todo o processo, assim como para marcarmos nossas aulas extras e webinários e enviar os convites a todos.
O email é dronevalk@gmail.com
Em nossa aula 16 nós começaremos o processamento de imagens em uma plataforma online. A intenção é mostrar as possibilidades em diversas oportunidades em plataformas diferentes. Além disso, usaremos o ArcMap para criação de informações para entrega em base cartográfica, visualização de rugosidade e modelos 2.5D.
Lembrem de enviar suas dúvidas por email para nós para que possamos ajudar em todo o processo, assim como para marcarmos nossas aulas extras e webinários e enviar os convites a todos.
O email é dronevalk@gmail.com
Em nossa aula 17 nós começaremos o processamento de imagens em uma plataforma online. A intenção é mostrar as possibilidades em diversas oportunidades em plataformas diferentes. Além disso, usaremos o ArcMap para criação de informações para entrega em base cartográfica, visualização de rugosidade e modelos 2.5D. Finalizando o módulo de integração.
Lembrem de enviar suas dúvidas por email para nós para que possamos ajudar em todo o processo, assim como para marcarmos nossas aulas extras e webinários e enviar os convites a todos.
O email é dronevalk@gmail.com
A ideia de aula de campo para esse módulo foi o de conversar com um dos nossos alunos que moram na cidade em que estamos e levar essa conversa para todos.
Tem alguns problemas na gravação que não temos como controlar que é o vento mas se cada um tiver um pouquinho de atenção será um grande ganho.
Esse é um bônus. Não está presente OBRIGATORIAMENTE em nossa ementa, mas trouxemos para que possa ajudar a todos.
Abraço e bons estudos.
A ideia de aula de campo para esse módulo foi o de conversar com um dos nossos alunos que moram na cidade em que estamos e levar essa conversa para todos.
Tem alguns problemas na gravação que não temos como controlar que é o vento mas se cada um tiver um pouquinho de atenção será um grande ganho.
Esse é um bônus. Não está presente OBRIGATORIAMENTE em nossa ementa, mas trouxemos para que possa ajudar a todos.
Abraço e bons estudos.
A ideia de aula de campo para esse módulo foi o de conversar com um dos nossos alunos que moram na cidade em que estamos e levar essa conversa para todos.
Tem alguns problemas na gravação que não temos como controlar que é o vento mas se cada um tiver um pouquinho de atenção será um grande ganho.
Esse é um bônus. Não está presente OBRIGATORIAMENTE em nossa ementa, mas trouxemos para que possa ajudar a todos.
Abraço e bons estudos.
E aí pessoal, tudo bem com vocês?
Primeiro o link do material está aqui disponível: https://www.dropbox.com/sh/3rgo0ucmb7f1dj8/AADFFbNjkj_C8sAjthSoitqha?dl=0
Nesse processamento falamos sobre o mercado, alguns tabus da profissão e oportunidades de mercado para profissionais, estudantes e para as pessoas que mesmo não fazendo parte diretamente da área, podem e devem empreender se for uma área que lhes encha os olhos.
Também é um curso completo de processamento de imagens de drone no Agisoft Metashape, claro, sem muitos fundamentos essenciais para quem quer trabalhar no mercado com qualidade profissional, mas mesmo assim um conteúdo inédito até mesmo em nível nacional.
Esperamos que gostem.
Abraço a todos e até breve.
O curso de drone foi desenvolvido para o melhor aproveitamento dos alunos na teoria e na prática. Ele reúne informações teóricas e práticas baseadas no que o mercado mais necessita nos dias de hoje. É um conteúdo completamente estruturado para o aprendizado de qualquer pessoa - conheça ela ou não sobre Drones previamente. Além disso ainda dispomos de profissionais capacitados para acompanhar nossos alunos em todas as dúvidas em nossas mentorias em grupo e individuais. O nosso processo de mentoria individual para quem deseja empreender na área, junto com marketing digital também é uma forma de desenvolver o aluno para o mercado, auxiliar ele na captura dos serviços e até mesmo na formulação dos primeiros orçamentos.
É, com certeza, o curso mais completo do mercado e o que mais desenvolve pessoalmente e profissionalmente.