Programa de Formação de Desenvolvedores WEB
2.4 (64 ratings)
Course Ratings are calculated from individual students’ ratings and a variety of other signals, like age of rating and reliability, to ensure that they reflect course quality fairly and accurately.
156 students enrolled

Programa de Formação de Desenvolvedores WEB

Aprenda a desenvolver aplicações utilizando Azure, AWS, JavaScript, JQuery, Json, CSS, Bootstrap, ASP.NET CORE MVC
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Created by Moacir Casemiro
Last updated 7/2018
Portuguese
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  • 32 hours on-demand video
  • 50 downloadable resources
  • 1 Practice Test
  • 3 coding exercises
  • Full lifetime access
  • Access on mobile and TV
  • Assignments
  • Certificate of Completion
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What you'll learn
  • Ser um DESENVOLVEDOR WEB de SUCESSO e ATUALIZADO
  • Aprender JAVASCRIPT, JQUERY, CSS, BOOTSTRAP e ASPNET CORE MVC
  • Interagir com um grupo seleto e aumentar seu network e conhecimento
  • Ao final do curso, os alunos serão totalmente capazes de criar um sistema de Ecommerce.
Course content
Expand all 194 lectures 32:10:52
+ ARQUITETURA DE APLICAÇÕES WEB
32 lectures 05:56:17
Indicação de Livros
01:54

Arquitetura de software é fundamental para a estrutura e evolução do software. Ela faz parte da engenharia de software, para você ter segue o link sugerido pela IBM http://walderson.com/IBM/RUP7/LargeProjects/core.base_rup/workproducts/rup_software_architecture_document_C367485C.html

O que significa "Arquitetura de aplicação"?
07:56
Pela compreensão na aula sobre o significado sobre Arquitetura de Aplicação, qual o seu entendimento da arquitetura após a aula.
Qual o significado da Arquitetura de Aplicação ?
1 question

O Entendimento da Importância é fundamental, ela irá fortalecer o aprendizado do significado da definição da Arquitetura de Aplicação. Durante o video, sugiro você criar uma conta gratuita no JIVOCHAT. Segue o link: https://www.jivochat.com.br/

A importância da arquitetura adotada nas aplicações.
11:17
Nessa tarefa você irá aprender como integrar um sistema com um recurso já disponível na internet. A Tarefa, consiste em executar a prática utilizada por mim no vídeo: Importância da Arquitetura de Aplicação. Em resumo, consiste em executar o modelo de aplicação fornecido pelo Visual Studio 2017
Primeira integração Sistemica
1 question

O Arquiteto de Software irá proporcionar a solução estrutural e tecnológica para projeto de Software. Durante essa aula, você irá aprender comigo, os principais pontos e a importância da atividade de um arquiteto de software em um projeto.

Qual o papel do arquiteto de software?
10:21
Descreve quais atividades NÃO são de responsabilidade do Arquiteto de Software
Quais atividades NÃO são de responsabilidade do Arquiteto de Software?
1 question
Quando devemos modelar a arquitetura de uma aplicação?
11:08
Quais os tipos de arquitetura?
10:16
Descreva se é possível ter arquitetura Física de uma aplicação sem ter a Arquitetura lógica?
É possível ter arquitetura Física de uma aplicação sem ter a Arquitetura lógica?
2 questions

Sugestão de Leitura:

CAMADAS E CAMADAS” (LAYERS E TIERS)

Evolução das camadas em aplicações corporativas

A noção de camadas ganhou destaque na década de 90, com o surgimento de sistemas cliente/servidor. O cliente mantinha a interface de usuário e outros códigos da aplicação. O servidor tipicamente era um banco de dados relacional. Essa arquitetura de duas camadas facilita o desenvolvimento de aplicações com acesso intensivo a dados, na medida em que as ferramentas mais populares, como Visual Basic e Delphi possuíam controles de interface com usuários especialmente desenvolvidos para utilização de comandos SQL.

Se toda a responsabilidade da aplicação fosse simplesmente a exibição e atualização de dados, os sistemas cliente/servidor funcionariam perfeitamente. O problema surge com a lógica de domínio (domain logic): regras de negócio, validações, cálculos. É comum escrevê-los no cliente, mas isto é deselegante, ineficaz e geralmente embute a lógica diretamente nas telas de interface de usuário. À medida que a lógica de domínio torna-se mais complexa, o código torna-se mais difícil de ser trabalhado.

Além disso, ao embutir a lógica nos componentes de apresentação, a duplicação de código é quase uma certeza.

Uma das alternativas é colocar a lógica de domínio em stored procedures do banco de dados. Todavia, as stored procedures possuem mecanismos limitados de estruturação, o que leva novamente a código deselegante e ineficaz. Além disso, muitos apreciam os bancos de dados relacionais por possuir o padrão SQL, o que permitiria a troca de fornecedor do gerenciador de bancos de dados. Mas stored procedures são totalmente proprietárias, o que elimina esse benefício.

Ao mesmo tempo em que a arquitetura cliente/servidor ganhava popularidade, o mesmo ocorria com o mundo de orientação a objetos. A comunidade de objetos tinha a resposta para o problema de lógica de domínio: vá para o sistema de três camadas. Nesta abordagem, temos a camada de apresentação para interface com usuário, uma camada de domínio para a lógica de domínio, e uma camada de dados. Desta forma, toda a intrincada lógica de domínio pode sair da interface com o usuário e ser implementada numa camada onde pode ser estruturada adequadamente com objetos.

Certamente aqui se apresentaram alguns desafios, tanto para o desenvolvimento dos sistemas em termos de ferramental quanto conceitual, no tocante à representação dos dados dos objetos em modelos relacionais, por exemplo, além da necessidade de servidores de aplicação que contivessem recursos para garantir consistência, desempenho e escalabilidade, entre outros requisitos.

A onda mais recente que impactou a arquitetura de sistemas foi a popularização da Internet. O mundo todo desejava implantar sistemas com acesso por navegadores. Mas se toda a lógica de negócio estava enterrada num cliente rico, toda ela deveria ser construída novamente para atender uma interface Web.

Por outro lado, as ferramentas que surgiram para construção de sistemas Web eram menos amarradas a SQL e, portanto mais sensíveis a uma terceira camada.

Layers e Tiers

Ao discutir a utilização de camadas, há sempre confusão com os termos layer e tier. Freqüentemente são utilizados como sinônimos, mas muitos vêem tier como uma implicação de separação física. Sistemas cliente/servidor são freqüentemente descritos como sistemas two-tier: O cliente é um desktop e o servidor é, em geral, um SGBD. A utilização de layer reforça o fato de que não é necessário que as camadas estejam em máquinas diferentes. Uma camada de lógica de domínio pode ser executada num desktop ou num servidor de banco de dados. Nesta situação, há dois nós, mas três layers diferentes. Com um banco de dados local, as três layers podem ser executadas num único laptop, mas ainda haverá três layers diferentes.

Resumindo, layers são tidos como camadas lógicas enquanto tiers o são para camadas físicas.

As três camadas...

A camada de apresentação cuida da interação entre o usuário e o software. Pode ser tão simples quanto um sistema de linha de comando, ou um cliente rico com interface gráfica ou ainda um sistema baseado em navegadores de Internet. As responsabilidades primárias da camada de apresentação são exibir a informação para o usuário e interpretar os comandos emitidos pelo usuário em ações para as camadas de domínio e de dados.

A camada de dados cuida de toda interação com SGBDs e outras fontes de dados. Pode ser um monitor de transações, outras aplicações, sistemas de mensagens e assim por diante. Para a maior parte das aplicações corporativas, a fonte de dados é um banco de dados cuja responsabilidade é a persistência de dados não voláteis.

A camada de lógica de domínio, também chamada de camada de negócio, cuida das necessidades da aplicação no domínio em que ela se insere. Envolve cálculos baseados em dados digitados e em informações armazenadas, validação de informações vindas da camada de apresentação, e qual fonte de dados deve ser acionada, baseado em comandos recebidos do usuário.

Camada*
Responsabilidades*

Apresentação

Provisionamento de serviços, exibição de informações

Domínio / Negócio

Lógica particular ao sistema

Dados

Comunicação com bancos de dados, sistemas de mensagens, monitores de transação

A camada de domínio pode ser arranjada de tal maneira que se interponha separando as outras duas. Contudo, pode ser também que a camada de apresentação faça acesso à camada de dados diretamente. Apesar de ser menos “puro”, pode ser prático em alguns casos.

Uma aplicação pode possuir várias interfaces em cada uma das três camadas. Por exemplo, pode existir uma interface da camada de apresentação para ser utilizada por usuários da aplicação como linha de comando e outra para usuários da aplicação como interface gráfica, ou mesmo uma interface para ser utilizada por outro sistema, como um Web Service. O mesmo se aplica às demais camadas, permitindo abstrair fontes de dados e/ou permitir a aplicação de conjuntos diversos de regras de negócios. A construção de aplicações deste modo, todavia, não é trivial, e seu desenvolvimento deve considerar questões de custo, tempo de desenvolvimento, desempenho, entre outras.

Junto com a separação em camadas caminha uma regra importante sobre dependências: as camadas de domínio e de dados nunca devem ser dependentes da camada de apresentação. Esta regra facilita a utilização de diferentes camadas de apresentação baseados na mesma fundação, sem sérias alterações. O relacionamento entre domínio e dados é mais complexo e depende dos padrões de arquitetura utilizados para a camada de dados.

O que são camadas e como defini-las?
14:02
Nessa tarefa você irá relembrar as palavras chave abordada na compreensão do conceito sobre Orientação a Objeto
Cite as quatro palavras chaves que ajudam a compreensão da Orientação a Objeto
1 question
Orientação Objeto
10:41
Nessa tarefa você irá fortalecer a compreensão para saber em qual projeto você deverá criar uma arquitetura de software
Características que me ajudarão a definir se um projeto precisa de arquitetura
1 question

Namespaces são uma maneira de organizar Interface, Classes, Classes Abstratas e Enumeradores  que ocorrem em um programa C#. Ele é um pouco semelhante no conceito a uma pasta do sistema de arquivos em um computador. Como pastas, namespaces deve ativar classes para ter um nome exclusivo totalmente qualificado. Um programa C# contém um ou mais namespaces e cada namespace é definido por você o programador, ou definido como parte de uma biblioteca de classes escrita anteriormente.

Classes são agrupamentos lógicos composto por atributos e métodos.

Prática - Orientação Objeto - NamesSpace e Classes
15:25

Uma classe é definida nos seus aspectos estruturais através de seus atributos e nos seus aspectos comportamentais através de suas operações.

Atributo da classe: São propriedades semelhantes que os objetos de uma classe possuem. O "João da Silva" além do nome, também é caracterizado por outros atributos, endereço, número do contribuinte, CPF, etc. Cada atributo permite definir um intervalo de valores que as instâncias dessa propriedade podem apresentar. Meu carro é branco, o seu é preto. Essas propriedades de carro são descritas pelo atributo cor.

Prática - Orientação Objeto - Atributos
06:22

Um objeto é basicamente um bloco de memória que foi alocado e configurado de acordo com o esquema. Um programa pode criar vários objetos da mesma classe. Objetos também são chamados de instâncias e podem ser armazenados em uma variável nomeada ou em uma matriz ou coleção. O código de cliente é o código que usa essas variáveis para chamar os métodos e acessar as propriedades públicas do objeto. Em uma linguagem orientada a objetos, como o C#, um programa típico consiste em vários objetos que interagem dinamicamente.

Prática - Orientação Objeto - Objeto
12:13
Consumir os dados de um objeto
1 question

Um método é um bloco de código que contém uma série de instruções. Um programa faz com que as instruções sejam executadas chamando o método e especificando os argumentos de método necessários. No C#, todas as instruções executadas são realizadas no contexto de um método.

Os métodos são declarados em uma classe especificando o nível de acesso, como public ou private, modificadores opcionais, como abstract ou valor retornado, o nome do método e os parâmetros de método. Juntas, essas partes são a assinatura do método.

Prática - Orientação Objeto - Método
09:18

 É a habilidade de poder definir diversas propriedades, métodos ou procedimentos em uma classe com o mesmo nome mas parâmetros diferentes

Prática - Orientação Objeto - Sobrecarga
13:14

A herança, assim como o encapsulamento e o polimorfismo, é uma das três principais características da programação orientada ao objeto. A herança permite que você crie novas classes que reutilizam, estendem e modificam o comportamento definido em outras classes. A classe cujos membros são herdados é chamada classe base e a classe que herda esses membros é chamada classe derivada. Uma classe derivada pode ter apenas uma classe base direta.

Prática - Orientação Objeto - Herança
11:29
Exercício - Praticando herança
1 question
Criando Classes
1 question

Todos os tipos e membros de tipo têm um nível de acessibilidade, que controla se podem ser usados de outro código no seu assembly ou outros assemblies. Você pode usar os modificadores de acesso a seguir para especificar a acessibilidade de um tipo ou membro quando você o declarar:

public O tipo ou membro pode ser acessado por qualquer outro código no mesmo assembly ou em outro assembly que faz referência a ele.

private O tipo ou membro pode ser acessado somente pelo código na mesma classe ou struct.

protected O tipo ou membro pode ser acessado somente pelo código na mesma classe ou struct ou em uma classe derivada dessa classe.

internal O tipo ou membro pode ser acessado por qualquer código no mesmo assembly, mas não de outro assembly.

Prática - Orientação Objeto - Moderadores de Acesso
09:33

Uma classe static é basicamente o mesmo que uma classe não estática, mas há uma diferença: uma classe estática não pode ser instanciada. Em outras palavras, você não pode usar a palavra-chave new para criar uma variável do tipo de classe. Como não há nenhuma variável de instância, você acessa os membros de uma classe estática usando o próprio nome de classe.

Prática - Orientação Objeto - Membro Static
08:50

Uma interface contém apenas as assinaturas de métodos e propriedades . Uma classe que implementa a interface deve implementar os membros da interface que estão especificados na definição de interface. 

Prática - Orientação Objeto - Interface
10:38

A palavra-chave abstract permite que você crie classes e membros de classe que estão incompletos e devem ser implementados em uma classe derivada

O polimorfismo costuma ser chamado de o terceiro pilar da programação orientada a objetos, depois do encapsulamento e a herança. O polimorfismo é uma palavra grega que significa "de muitas formas" e tem dois aspectos distintos:

  • Em tempo de execução, os objetos de uma classe derivada podem ser tratados como objetos de uma classe base, em locais como parâmetros de método, coleções e matrizes. Quando isso ocorre, o tipo declarado do objeto não é mais idêntico ao seu tipo de tempo de execução.

  • Métodos virtuais e as classes derivadas podem substituí-los, o que significa que elas fornecem sua própria definição e implementação. Em tempo de execução, quando o código do cliente chama o método, o CLR procura o tipo de tempo de execução do objeto e invoca a substituição do método virtual. Dessa forma, você pode chamar em seu código-fonte um método de uma classe base e fazer com que a versão de uma classe derivada do método seja executada.

Os métodos virtuais permitem que você trabalhe com grupos de objetos relacionados de maneira uniforme. Por exemplo, suponha que você tem um aplicativo de desenho que permite que um usuário crie vários tipos de formas sobre uma superfície de desenho. Você não sabe em tempo de compilação que tipos específicos de formas que o usuário criará. No entanto, o aplicativo precisa manter controle de todos os diferentes tipos de formas que são criados e atualizá-los em resposta às ações do mouse do usuário. Você pode usar o polimorfismo para resolver esse problema em duas etapas básicas:

  1. Crie uma hierarquia de classes em que cada classe de forma específica derive de uma classe base comum.

  2. Use um método virtual para invocar o método adequado em qualquer classe derivada por meio de uma única chamada para o método da classe base.

Prática - Orientação Objeto - Class Abstract e Polimorfismo
16:15

Genéricos foram adicionados à versão 2.0 da linguagem C# e o common language runtime (CLR). Genéricos apresentam ao .NET Framework o conceito de parâmetros de tipo, que possibilitam a criação de classes e métodos que adiam a especificação de um ou mais tipos até que a classe ou método seja declarado e instanciado pelo código do cliente. Por exemplo, ao usar um parâmetro de tipo genérico T, você pode escrever uma única classe que outro código de cliente pode usar sem incorrer o custo ou corre o risco de conversões de tempo de execução ou operações de conversão boxing, conforme mostrado aqui:


// Declare the generic class.
public class GenericList<T>
{
    void Add(T input) { }
}
class TestGenericList
{
    private class ExampleClass { }
    static void Main()
    {
        // Declare a list of type int.
        GenericList<int> list1 = new GenericList<int>();

        // Declare a list of type string.
        GenericList<string> list2 = new GenericList<string>();

        // Declare a list of type ExampleClass.
        GenericList<ExampleClass> list3 = new GenericList<ExampleClass>();
    }
}

Prática - Orientação Objeto - Generic
14:00
Prática - Criando Arquitetura de um projeto no Visual Studio
10:51
Prática - Implementando utilizando Arquitetura no Visual Studio
28:45
DDD(Domain-Drive Design)
12:43
S.O.L.I.D
13:39
Arquitetura de uma aplicação WEB.
10:58
Arquitetura lógica.
10:22
Arquitetura física.
07:10
Microservices.
11:56
Front-End.
05:53
Back-End.
04:30

Script do Banco de Dados:

CREATE DATABASE [Blogging];
GO

USE [Blogging];
GO

CREATE TABLE [Blog] (
[BlogId] int NOT NULL IDENTITY,
[Url] nvarchar(max) NOT NULL,
CONSTRAINT [PK_Blog] PRIMARY KEY ([BlogId])
);
GO

CREATE TABLE [Post] (
[PostId] int NOT NULL IDENTITY,
[BlogId] int NOT NULL,
[Content] nvarchar(max),
[Title] nvarchar(max),
CONSTRAINT [PK_Post] PRIMARY KEY ([PostId]),
CONSTRAINT [FK_Post_Blog_BlogId] FOREIGN KEY ([BlogId]) REFERENCES [Blog] ([BlogId]) ON DELETE CASCADE
);
GO

INSERT INTO [Blog] (Url) VALUES
('http://blogs.msdn.com/dotnet'),
('http://blogs.msdn.com/webdev'),
('http://blogs.msdn.com/visualstudio')
GO


Comandos utilizados:

 Install-Package Microsoft.EntityFrameworkCore.SqlServer
 Install-Package Microsoft.EntityFrameworkCore.Tools
 Install-Package Microsoft.VisualStudio.Web.CodeGeneration.Design

Scaffold-DbContext "Server=(localdb)\mssqllocaldb;Database=Blogging;Trusted_Connection=True;" Microsoft.EntityFrameworkCore.SqlServer -OutputDir Models

Criando uma integração com o Banco de Dados
22:27
Simulado - Módulo Arquitetura de Aplicações
10 questions
Parabéns....Agora Sim...
01:48
+ COMPUTAÇÃO NAS NUVENS
11 lectures 01:31:23
Apresentação do Módulo
05:49

Olá !

Primeiro ponto muito importante, assista esse vídeo para ajudar na compreensão do assunto abordado na :  https://www.youtube.com/watch?v=QJncFirhjPg

Complementando, a computação em nuvem tem se estabelecido nos últimos anos como uma importante plataforma de pesquisa que apresenta uma série vantagens e de estimulantes desafios. Tarefas como obtenção, compartilhamento, manipulação e exploração de enorme quantidade de dados são absolutamente comuns no cenário
atual, porém a execução das mesmas demanda um grande volume de recursos. 

A computação em nuvem pode contribuir com este cenário a medida que pode disponibilizar de forma indefinida recursos de processamento, memória, armazenamento, dentre outros, para utilização imediata.
A disponibilidade destes recursos agrega uma série de vantagens para as organizações e usuários, visto que preocupações com complexas instalações e manutenções de infra-estruturas deixam de existir e passam a ser de exclusiva responsabilidade dos provedores de serviços, além de possibilitar que os usuários
se concentrem exclusivamente nas regras dos negócios que lhes são pertinentes.

Este cenário de escalabilidade de serviços, processos e infra-estrutura quase ilimitados não possui precedentes e efetivamente melhora a flexibilidade relacionada a estruturas de tecnologia de informação (TI) bem como pode diminuir o custo total dos negócios pelo provimento de serviços sob demanda. 

Entendendo - Computação nas nuvens
08:54
Características - Computação nas Nuvens
18:45
Tipos de Nuvens
05:29
O que significa IAAS?
05:10
O que significa PAAS?
03:16
O que significa SAAS ?
06:51
Virtualização
08:10
Modelos de Implantação
08:18
O Azure
07:14
Ambiente Azure
13:27
+ FRONT - END: JAVASCRIPT, JQUERY AJAX E JSON
111 lectures 17:54:10
LEMBRETE !!!
01:15
Instalando Visual Code
00:55
AJustando o Visual Studio Code
02:05
JS - 01 JavaScript?
09:14
JS - 02 Conhecendo o Ambiente.
09:42
JS - 03 Nossa primeira linha de código
06:10

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UM FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA QUE NO MOMENTO DO CARREGAMENTO DA PAGINA, SEJA ATRIBUÍDO UM VALOR QUALQUER PARA UMA VARIÁVEL.
  • DISPARE TAMBÉM NO MOMENTO DO CARREGAMENTO DA PAGINA UM ALERTA COM O VALOR DA VARIÁVEL  ANTERIOR.

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 04 Variáveis
12:29

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UM FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA REALIZAR OPERAÇÕES DE SOMA, MULTIPLICAÇÃO, DIVISÃO E SUBTRAÇÃO; (NÃO PRECISA UTILIZAR IF/ELSE)
  • DISPARE O RESULTADO NUM ALERTA;

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 05 Entendendo Operadores
19:22

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UM FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA REPRESENTAR O USO DO OPERADOR TERNÁRIO.


*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 06 Operador Ternário
05:11

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UM FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA SABER ENTRE DOIS NÚMEROS, QUAL DOS DOIS É O MAIOR.
  • DISPARE O RESULTADO NUM ALERTA;

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 07 Estrutura de Decisão If/Else
04:50

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UMA FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA MONTAR UMA CALCULADORA SIMPLES UTILIZANDO O SWITCHCASE.
  • DISPARE O RESULTADO VIA ALERT.

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 08 Estrutura de Decisão Switch Case
04:56

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UMA FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA LISTAR VALORES DE UMA LISTA DE STRINGS UTILIZANDO FOR.
  • DISPARE O RESULTADO VIA ALERT

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 09 Estrutura de Repetição - FOR
06:44

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UMA FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA LISTAR ENQUANTO UMA VARIÁVEL TIVER O VALOR MENOR QUE 10, USANDO  WHILE.
  • DISPARE O RESULTADO VIA ALERT

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 10 Estrutura de Repetição - While
07:42

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UMA FUNCIONALIDADE EM JAVASCRIPT PARA LISTAR ENQUANTO UMA VARIÁVEL TIVER O VALOR MENOR QUE 10, USANDO DOWHILE
  • DISPARE O RESULTADO VIA ALERT

*RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO

JS - 11 Estrutura de Repetição - Do While
06:17

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UMA FUNÇÃO EM JAVASCRIPT PARA DISPARAR UM ALERTA COM A DATA ATUAL.
  • ADICIONE UM BOTÃO PARA CHAMAR ESSE MÉTODO.


    *RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO
JS - 12 Funções
10:08

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • CRIE UMA FUNÇÃO EM JAVASCRIPT PARA LER UM ARRAY DE NÚMEROS ATÉ 10.
  • ADICIONE UM BOTÃO PARA CHAMAR ESSE MÉTODO.
    *RESULTADO DO EXERCÍCIO ESTÁ EM ANEXO
JS - 13 Arrays
09:42
JS - 14 Arrays complemento 01
11:43
JS - 15 Arrays complemento 02
08:07
JS - 16 Arrays complemento 03
09:46
JS - 17 Praticando com números
11:41
JS - 18 Praticando com números - Complemento 01
09:21
JS - 19 Praticando com Datas
13:42
JS - 20 Praticando com Datas - Complemento 01
10:50
JS - 21 Praticando com Strings
07:16
JS - 22 Praticando com Strings - Complemento 01
02:54
JS - 23 Praticando com Strings - Complemento 02
08:04
JS - 24 Praticando com Arrays
05:01
JS - 25 Praticando com conversões
09:36
JS - 26 Praticando com Objetos
08:04
JS - 27 Praticando com elementos do Browser
10:07
JS - 28 Praticando com elementos do Browser - Complemento 01
07:25
JS - 29 Manipulando elementos e eventos HTML
14:29
JS - 30 TypeOf
03:32
JS - 31 Práticas com mistura de assuntos
09:53
JS - 32 Práticas com mistura de assuntos - Complemento 01
14:46
JS - 33 Formulários
10:51
JS - 34 Formulários - Como capturar elementos de um formulário
16:09
JS - 35 Formulários - Complemento 1
15:56
JS - 36 Formulários - Complemento 2
19:32
JS - 37 Formulários - Complemento 3
16:57
ECMASCRIPT 6
08:35
JQUERY - O que é JQUERY?
04:12
JQUERY - Conhecendo Ambiente
06:08
JQUERY 00 - Seletores JQuery
12:32
JQUERY 01 - Criando formulário 01
10:32
JQUERY 02 - Criando formulário 02
03:49
JQUERY 03 - Criando formulário 03
06:46
JQUERY 04 - Criando formulário 04
07:29
JQUERY 05 - Criando formulário 05
04:56
JQUERY 06 - Validando Formulário 01
09:31
JQUERY 07 - Validando Formulário 02
09:40
JQUERY 08 - Validando Formulário 03
11:35
JQUERY 09 - Validando Formulário 04
05:56
JQUERY 10 - Validando Formulário 05
10:47
JQUERY 11 - Componentes DateTimePicker
08:17
JQUERY 12 - Componentes Bootstrap Switch
06:50
JQUERY 13 - Populando Elementos
13:49
JQUERY 14 - Populando elementos com Angular
17:22
JQUERY 15 - Populando elementos com KnockoutJS
13:06

EXERCÍCIO:

PASSOS:

 1 - BASEADO A AULA CRIE UM SCRIPT PARA APLICAR AUTOCOMPLETE EM UM CAMPO INPUT;

JQUERY 16 - AutoComplete Parte 01
12:36
JQUERY 17 - AutoComplete Parte 02
09:46
JQUERY 18 - AutoComplete Parte 03
07:26
JQUERY 19 - Attr
13:35
JQUERY 20 - Attr e Get
06:10
JQUERY 21 - Ready e Load
08:28

EXERCÍCIO:

PASSOS:

 1 - BASEADO A AULA CRIE UM SCRIPT PARA RETORNAR A QUANTIDADE DE SPAN DE UMA PAGINA;

JQUERY 22 - Utilizando - Length (Aula com exercício)
09:36
JQUERY 23 - Utilizando - Length - Intermediário
13:53

EXERCÍCIO:

PASSOS:

 1 - ADICIONAR UMA LISTA (UL) E 5 ITENS DA LISTA(LI);

 2 - PARA CADA ITEM DA LISTA COLOCAR UM TEXTO QUALQUER;

 3 - CRIAR UM SCRIPT PARA MOSTRAR EM UM ALERTA COM O CONTEÚDO DO PRIMEIRO ITEM;

 4 - CRIAR UM SCRIPT PARA MOSTRAR EM UM ALERTA COM O CONTEÚDO DO ÚLTIMO ITEM;

5 - CRIAR UM SCRIPT PARA MOSTRAR EM UM ALERTA COM O CONTEÚDO DO 3 ITEM;

JQUERY 24 - Utilizando - li: first, li:last, li:Eq
09:54
JQUERY 25 - Utilizando - nth-child
12:02

EXERCÍCIO:

PASSOS:

 1 - BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA RETORNAR O TEXTO DE ITENS QUE NÃO SÃO IMPARES, DE UMA SÉRIE DE 5 DIVS;

JQUERY 26 - Utilizando - Not : has :odd
08:13

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA MOSTRAR ATRAVÉS DE UM ALERTA O NOME DE UM ELEMENTO, NO QUAL ELE TÁ SENDO REFERENCIADO.


JQUERY 27 - Utilizando - Find, Filter e NodeName
12:44

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA ADICIONAR UM VALOR QUALQUER PARA UMA DIV ATRAVÉS DO ÍNDICE ;
JQuery 28 - Utilizando - Find, AppendTo, Text, Index
12:11

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA MOSTRAR EM UM ALERTA UMA FRASE DENTRO DE UM PARAGRAFO.
  • CRIE UM SCRIPT PARA ALTERAR UMA PALAVRA NO QUAL VOCÊ ESCOLHEU, MOSTRE ESSE RESULTADO NA PRÓPRIA PAGINA
JQuery 29 - Utilizando Replace e Contents
17:19

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA LOCALIZAR TODOS OS ITENS DE UM PARAGRAFO INCLUINDO O PRÓPRIO PARAGRAFO. 

*Utilize o exemplo da própria aula.

<p>Então <strong>eu <span></span>realmente</strong> sou desenvolvedor web</p>


JQuery 30 - Utilizando AndSelf, Content, Filter e Each
07:47

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA REMOVER UM ELEMENTO ESPECIFICO DENTRO DE UMA DIV 


JQuery 31 - Utilizando Remove, removeattr e Is
08:45

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA DESABILITAR DINAMICAMENTE UM BOTÃO DE UMA PAGINA PELO ID DO BOTÃO. 
  • COLOQUE  TODOS OS CHECKBOX E RADIO PARA SUA PAGINA CHECKED
  • CRIE UM SCRIPT PARA VERIFICAR SE UM CHECKBOX ESTÁ CHECADO.

SUGESTÃO PARA HTML:

<input name="" value="" type="checkbox" />
<input name="" value="" type="radio" />



JQuery 32 - Utilizando attr e Val()
15:49

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA ATRIBUIR UM VALOR E RECUPERAR OS VALORES DOS ELEMENTOS ABAIXO:. 

<input type="button" />
<input type="checkbox" />
<input type="hidden" />
<input type="image" />
<input type="password" />
<input type="radio" />
<input type="reset" />
<input type="submit" />
<input type="text" />

<select id="s" name="s">

<option value="option1">option one</option>
<option value="option2">option two</option>
</select>

<select size="4" multiple="multiple">
<option value="option1">option one</option>
<option value="option2">option two</option>
<option value="option3">option three</option>
<option value="option4">option four</option>
</select>





JQuery 32.1 - Utilizando attr e Val()
22:48

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA REMOVER ITENS APÓS O CLICK DO USUÁRIO. 

SUGESTÃO DA LISTA:

<ul>
<li><a href="#">remove</a></li>
<li><a href="#">remove</a></li>
<li><a href="#">remove</a></li>
<li><a href="#">remove</a></li>
<li><a href="#">remove</a></li>
<li><a href="#">remove</a></li>
</ul>



JQuery 33 - Utilizando Evento Click, Load
08:54

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT ADICIONAR DINÂMICAMENTE OUTROS BOTÕES AO CLIQUE EM UM LINK <A>. **UTILIZE O LIVE E AFTER
JQuery 34 - Utilizando Live e after
08:46

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT DEMONSTRAR A DIFERENÇA ENTRE EVENT.PREVENTDEFAULT E EVENT.STOPPROPAGATION
JQuery 35 - Utilizando event.preventDefault, Window.Location e Trigger
17:04

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  •   BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA CLONAR UM CAMPO INPUT DO TYPE = TEXT E OUTRO TEXTAREA.
JQuery 36 - Utilizando Clone
10:19

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA CAPTURAR AS POSIÇÕES DE MOVIMENTOS DE DENTRO DE UMA DIV, COM BASE NO MOVIMENTO DO MOUSE. 

SUGESTÃO DE CÓDIGO PARA A DIV:

<div style="margin: 400px; height: 300px; width: 100px; background: #ccc; padding: 20px">

relative to this
</div>


JQuery 37 - Utilizando MouseMove
08:57

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT NO ESTILO DA AULA PARA MOVIMENTAR O MENU NO FORMATO VERTICAL, UTILIZANDO O ANIMATE PARA DAR M EFEITO MAIS LENTO PARA A MOVIMENTAÇÃO APÓS O CLIQUE 
JQuery 38 - Utilizando Animate
08:36

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA MOSTRAR UM CONTADOR USANDO O SETINTERVAL LIMITANDO ATÉ O NUMERO 100.
JQuery 39 - Utilizando SetInterval
08:30
JQuery 40 - Utilizando $.fn.count
07:59

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA INTERAÇÃO COM O USUÁRIO, QUE SEJA SEMELHANTE AO APRESENTADO NA AULA, UTILIZANDO O DIALOG
JQuery 41 - Utilizando $.fn.dialog
09:31
JQuery 42 - Utilizando $.fn.outAndInFade
11:09

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA AO MOMENTO DO CLIQUE SEJA ACIONADO O EVENTO DE SLIDEUP E SLIDEDOWN, GARANTA QUE TENHA EFEITO DE ANIMAÇÃO.
JQuery 43 - Utilizando .slideUp()
06:01
JQuery 44 - Utilizando Hover()
05:27

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA MOVIMENTAR UMA DIV DE ACORDO COM O EXEMPLO CITADO NA AULA .
JQuery 45 - Utilizando slideToggle()
03:56

EXERCÍCIO:

PASSOS:

  • BASEADO A AULA, CRIE UM SCRIPT PARA ESCONDER UMA DIV DE ACORDO COM O EXEMPLO CITADO NA AULA .
JQuery 46 - Utilizando Hide()
03:45
JQuery 47 - Utilizando getJSON()
06:47

Nesta aula, você aprenderá os seguintes eventos: 

.blur()
.change()
.click()
.contextmenu()
.dblclick()

EXERCÍCIOS:

PASSOS:

  • MONTE UM PEQUENO FORMULÁRIO COM DOIS CAMPOS INPUTS, DUAS OPÇÕES DE SELEÇÃO E UM BOTÃO; (IMAGINE PARA ESSE FORMULÁRIO UMA TELA DE LOGIN);
  • COM BASE NO PASSO ANTERIOR, EXEMPLIFIQUE OS SEGUINTES ITENS NO FORMULÁRIO CITADO ANTERIOR:


    • CHANGE();
    • BLUR() e
    • CLICK()


**A resposta está em anexo




jQuery 51 - Utilizando eventos jQuery parte 01
11:12

Nesta aula, você aprenderá os seguintes eventos:

event.currentTarget
event.data
event.delegateTarget
event.isDefaultPrevented
Event.isImmediatePropagationStopped


jQuery 52 - Utilizando eventos jQuery parte 02
13:46

Nesta aula, você aprenderá os seguintes eventos:

event.isPropagationStopped()
event.pageX
event.preventDefault()
Event.relatedTarget
event.result

EXERCÍCIOS:

PASSOS:

  • MOSTRE NO CARREGAMENTO DA PAGINA AS MOVIMENTAÇÕES DO MOUSE, USANDO O EVENTO - EVENT.PAGEX.
  • ATRAVÉS DE UM EXEMPLO DIFERENCIE O USO DO ISPROPAGATIONSTOPPED E EVENT.PREVENTDEFAULT()

**A resposta está em anexo


jQuery 53 - Utilizando eventos jQuery parte 03
13:03

Nesta aula, você aprenderá os seguintes eventos:

event.target
event.timeStamp
event.type
event.which
.focus()

EXERCÍCIOS:

PASSOS:

  • MONTE UM PEQUENO FORMULÁRIO COM UM CAMPO INPUT E UM BOTÃO;
  • COM BASE NO PASSO ANTERIOR, EXEMPLIFIQUE OS SEGUINTES ITENS NO FORMULÁRIO CITADO ANTERIOR:
    • EVENT.TARGET;
    • EVENT.TYPE() e
    • FOCUS()

**A resposta está em anexo



jQuery 54 - Utilizando eventos jQuery parte 04
09:24

Nesta aula, você aprenderá os seguintes eventos:

.focusin()
.hover()
.keydown()
.keypress()
.mousedown()

EXERCÍCIOS:

PASSOS:

  • MONTE UM PEQUENO FORMULÁRIO COM UM CAMPO INPUT E UM BOTÃO;
  • COM BASE NO PASSO ANTERIOR, EXEMPLIFIQUE OS SEGUINTES ITENS NO FORMULÁRIO CITADO ANTERIOR:
    • KEYDOWN();
    • KEYPRESS() e
    • FOCUSIN()

**A resposta está em anexo


jQuery 55 - Utilizando eventos jQuery parte 05
12:56

Nesta aula, você aprenderá os seguintes eventos:

.mouseenter() 
.resize()
.scroll()
.select()
.submit()
.toggle()
.trigger()

EXERCÍCIOS:

PASSOS:

  • EXEMPLIFIQUE OS SEGUINTES ITENS::
    • SCROLL() e
    • SUBMIT()


  • **A resposta está em anexo


    jQuery 56 - Utilizando eventos jQuery parte 06
    12:46

    PARABÉNS, POR VOCÊ TER CHEGADO ATÉ AQUI!

    SEGUE EM ANEXO O SEU DESAFIO E TAMBÉM A SUA REFERENCIA PARA QUANDO PRECISAR!

    ABRAÇO

    MOACIR

    JQuery 57 - PROJETO E DESAFIO COM JQUERY
    08:06
    AJAX 01 - O que AJAX ?
    04:45
    AJAX 02 - Assíncrono e Síncrono
    02:51
    AJAX 03 - Por que precisamos do AJAX ?
    04:02
    AJAX 04 - Como utilizar ?
    15:25
    AJAX 05 - Montando Imagens dinâmicamentes com AJAX
    11:20
    AJAX 06 - Recuperando Dados e tratando ERROS
    10:07
    AJAX 07 - Como utilizar LOADING com eventos AJAX
    16:04
    AJAX 08 - Enviando dados para o SERVIDOR - FORM
    11:17
    AJAX 09 - Enviando dados para o SERVIDOR - BOTÃO
    14:39
    AJAX 10 - Um ciclo completo com AJAX
    09:19
    JSON - O que é JSON ?
    07:44
    JSON 01 - Como utilizar JSON?
    06:25
    + FRONT - END: CSS e BOOTSTRAP
    20 lectures 02:54:57
    Apresentação da módulo
    01:13
    CSS 01 - O que é CSS ?
    07:14
    CSS 02 - Por que estudar CSS ?
    11:21
    CSS 03 - Tipos de Seletores
    20:30
    CSS 04 - Herdando características de outros CSS
    10:51
    CSS 05 - !Important
    06:25
    CSS 06 - Inline, Interno e Externo
    14:48
    CSS 07 - Aplicando características de estilo para todos o seletores
    09:00
    CSS 08 - Agrupando Seletores
    08:36
    CSS 09 - Aplicando estilo para seletores filho
    06:36
    CSS 10 - Selecione todos os elementos filho de um elemento
    06:47
    CSS 11 - Selecione todos os elementos que são partes imediatas depois de um elem
    07:11
    CSS 12 - Selecione todos os elementos que são precedidos por um elemento
    07:05
    CSS 13 - Seleciona todos os elementos a partir de um atributo
    08:36
    CSS 14 - Seleciona todos os elementos com filtro nos atributos
    09:12
    CSS 15 - Seleciona todos os elementos a partir de um atributo que inicie com ..
    05:12
    CSS 16 - Seleciona todos os elementos a partir de um atributo que CONTÉM ...
    09:00
    CSS 17 - Seleciona cada elemento cujo valor do atributo COMECE com ...
    08:26
    CSS 18 - Seleciona cada elemento cujo valor do atributo TERMINE com ...
    07:15
    CSS 20 - Pseudo - Class
    09:39
    + BACK END: ASP.NET CORE MVC
    10 lectures 02:12:58
    Apresentação da módulo
    01:30
    1 - Introdução
    04:47

    Link para download do .Net Core : https://download.microsoft.com/download/4/0/9/40920432-3302-47a8-b13c-bbc4848ad114/dotnet-sdk-2.1.302-win-gs-x64.exe


    Comandos:

    1. dotnet new webApp -o teste2
    2. cd teste2
    3. dotnet run



    Introdução - .NET Core
    15:17

    Olá, tudo bem ?

    Essa aula está um pouquinho maior do nosso padrão, o objetivo é que você saia dessa aula com uma boa noção do ASP.NET Core e como criar seu primeiro projeto WEB.

    Abaixo segue o código utilizado.

    Boa aula


    Código utilizado na View :

    @{
        ViewData["Title"] = "Exemplo";
    }

    <h2>Exemplo</h2>

    <ul>
        @for(int i=0;i< (int) ViewData["qtd"]; i++)
        {
            <il>@ViewData["Texto"]</il>

        }
    </ul>

    Código adicionado na controller:

     public IActionResult Exemplo(string mensagem, int qtd)
            {
                ViewData["Texto"] = "Mensagem" + mensagem;
                ViewData["qtd"] = qtd;
                return View();
            }


    Introdução - ASP.NET Core MVC
    27:27

    Olá ! Tudo bem ?

    Vamos agora entender algumas estruturas fundamentais para o ASP.NET CORE MVC.

    2 - Conceitos estruturais
    02:31
    Conceito - Startup
    12:00
    Conceito - Injeção de Dependencia
    38:03

    Exemplos de Middleware:


    MiddlewareDescriptionOrder
    AuthenticationProvides authentication support.Before HttpContext.User is needed.Terminal for OAuth callbacks.
    CORSConfigures Cross-Origin Resource Sharing.Before components that use CORS.
    DiagnosticsConfigures diagnostics.Before components that generate errors.
    Forwarded HeadersForwards proxied headers onto the current request.Before components that consume the updated fields (examples: scheme, host, client IP, method).
    HTTP Method Override>td ###Before components that consume the updated method.
    ###a class="xref" href="https://docs.microsoft.com/pt-br/aspnet/core/security/enforcing-ssl?view=aspnetcore-2.1#require-https" data-linktype="relative-path">HTTPS RedirectionRedirect all HTTP requests to HTTPS (ASP.NET Core 2.1 or later).Before components that consume the URL.
    HTTP Strict Transport Security (HSTS)Security enhancement middleware that adds a special response header (ASP.NET Core 2.1 or later).Before responses are sent and after components that modify requests (for example, Forwarded Headers, URL Rewriting).
    Response CachingProvides support for caching responses.Before components that require caching.
    Response CompressionProvides support for compressing responses.Before components that require compression.
    Request LocalizationProvides localization support.Before localization sensitive components.
    RoutingDefines and constrains request routes.Terminal for matching routes.
    SessionProvides support for managing user sessions.Before components that require Session.
    Static FilesProvides support for serving static files and directory browsing.Terminal if a request matches files.
    URL RewritingProvides support for rewriting URLs and redirecting requests.Before components that consume the URL.
    WebSocketsEnables the WebSockets protocol.Before components that are required to accept WebSocket requests.


    Conceito - Middleware
    06:16

    Código utilizado:

    app.UseDirectoryBrowser(new DirectoryBrowserOptions
        {
            FileProvider = new PhysicalFileProvider(
                Path.Combine(Directory.GetCurrentDirectory(), "wwwroot", "images")),
            RequestPath = "/imagens"
        });

    app.UseStaticFiles(new StaticFileOptions
                {
                    FileProvider = new PhysicalFileProvider(
                    Path.Combine(Directory.GetCurrentDirectory(), "MeusArquivos")),
                    RequestPath = "/MeusArquivos"
                });

    services.AddDirectoryBrowser();


    Conceito - Arquivos estaticos
    11:19

    Código utilizado:

    public class HomeController : Controller

    {

    ILogger _log;

    public string GET_ITEM_NOTFOUND { get; private set; }

    public HomeController(ILogger<HomeController> log)

    {

    _log = log;

    }

    public IActionResult Index()

    {

    _log.LogInformation("Estou executando a Action INDEX");

    return View();

    }

    public IActionResult About()

    {

    _log.LogInformation("Estou executando a Action About");

    _log.LogWarning(GET_ITEM_NOTFOUND, "Texto exemplo");

    ViewData["Message"] = "Your application description page.";

    return View();

    }

    .....

    Conceito - logging
    13:48
    + DICAS, BÔNUS E PALESTRAS
    3 lectures 50:08
    Apresentação da módulo
    01:08
    Palestra sobre IIS
    40:54
    Criando formulário com o framework Bulma
    08:06
    Requirements
    • Lógica de programação
    Description

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    • Front End ( CSS e Bootstrap);
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    Quem é o público-alvo?

    • Pessoas com vontade de aprender e ganhar experiência para se tornarem desenvolvedor web;
    • Pessoas, que buscam se destacar como desenvolvedor WEB;
    • Pessoas iniciantes que buscam um espaço para se tornar um conhecedor nas linguagens;
    • Pessoas que trabalham com SUPORTE de TI e desejam trabalhar com desenvolvimento de Software;
    • Pessoas que desejam estar sempre atualizadas e participando de um grupo seleto de aprendizado em WEB
    Who this course is for:
    • Alunos que desejam começar ou se atualizar no desenvolvimento web