
Aqui começa sua jornada de aprendizado rumo a cultura centrada no cliente.
Lembre-se: uma longa jornada começa com um primeiro passo!
Utilize essas dicas para todo tipo de estudo que você vai fazer ao longo da sua vida!
Pirâmide do Conhecimento + Mapa Mental.
Por isso é importante conhecer:
- novo contexto de negócios
- porque a diferenciação é o caminho para a inovação
- como ser a vaca roxa
- inovação centrada no cliente
- é assim que vamos inovar na prática
Não ser mais um é o primeiro passo.
O design thinking está presente em muitas soluções que usamos todos os dias. Mas também em soluções que resolvem grandes problemas em todo o mundo.
Conceito de design - John Maeda
John Maeda é um estudioso americano que descreveu diferentes entendimentos da palavra design.
Problema e solução
A importância da aproximação desses 2 fatores
LIDERANÇA CRIATIVA
O que acham que é: Liderança em negócios de arte.
O que realmente é: Liderança Criativa é um estilo de liderança que, como o nome diz, baseia-se na criatividade em detrimento de valores tradicionais esperados de um líder, como foco e competitividade. Na Liderança Criativa, a postura do líder está diretamente alinhada a conceitos da Economia Criativa como disrupção e inovação, úteis tanto a empreendedores de startups como a executivos de grandes corporações.
Um Líder Criativo é aquele capaz de perceber mudanças e antecipar estratégias, arriscar e inovar, conhecer múltiplos pontos de vista, operar “em rede” (com especialistas, stakeholders etc), aplicar tecnologias emergentes, valorizar o capital humano e usar a intuição junto com a razão. Esses valores podem parecem subjetivos e, até por isso, para que funcionem de modo prático no mundo dos negócios, transformam-se em técnicas (uma delas o Design Thinking) ensinadas por grandes instituições e escolas especializadas no tema, no Brasil e no mundo.
André Coutinho, responsável pelo curso Shift de Liderança Criativa, da FIAP, diz que a prática é uma resposta ao chamado mundo VUCA (sigla, em inglês, para “volátil, incerto, complexo e ambíguo”). “É este o mundo em que vivemos agora, e nos mais variados campos: seja tecnológico, político, econômico, social ou ambiental.”
Professor de inovação da pós-graduação da ESPM e coordenador do curso Design Thinking e Liderança Criativa, Marcelo Pimenta diz que Liderança Criativa é um estilo de entender um sistema dinâmico e nele orquestrar ações de curto prazo alinhadas à visão de longo prazo prevendo possíveis evoluções e contribuições do time. “Isso se opõe a uma visão estática da vida, da economia e das pessoas”, conta.
Quem inventou: Coutinho conta que a expressão ganhou força nos últimos 10 anos, após diversas pesquisas realizadas com CEOs de gigantes como IBM, Adobe e KPMG, além de outras lideranças políticas e sociais. “Elas revelaram que para enfrentar os desafios do século 21 era necessário um perfil de liderança diferente, que pudesse trabalhar pela transformação dos negócios e não pela manutenção do status quo.”
De acordo com Coutinho, o Copenhagen Institute for Future Studies estima que, em 15 anos, metade das empresas Standard & Poor’s 500 (as 500 maiores empresas dos EUA), não estarão mais no ranking por falta de liderança criativa. “Elas serão superadas, sobretudo, por startups que implementam a Liderança Criativa e têm modelos de negócios disruptivos”, afirma.
Quando foi inventado: O estudo do Copenhagen Institute for Future Studies, Innovation & Leadership, é de 2012.
Para que serve: Para liderar ou transformar negócios, organizações e programas sociais. Coutinho diz que a Liderança Criativa também pode ser aplicada em movimentos ou iniciativas de criação: “Ela entra sempre que for necessário intervir para mudar o que já está estabelecido”.
Quem usa: Empresas tradicionais, startups e qualquer negócio ou área alinhado à inovação. Alguns exemplos de Líderes Criativos mundiais são Elon Musk, da Tesla, Jorgen Knudstorp, da Lego, Jeff Bezos, da Amazon, Richard Branson, da Virgin, Mark Parker, da Nike e A.G.Lafley, da P&G.
Pimenta conta que um exemplo de Líder Criativo brasileiro é Flávio Augusto, da WiseUp: “Ele é dono também do Geração de Valor, do Meu Sucesso.com e do Manchester City. É um Midas que apaixona a todos que trabalham com ele.”
Efeitos colaterais: A Liderança Criativa tem mais propensão a erro e a perda de investimento financeiro. Coutinho diz que ela pode, por isso, ser vista como irresponsável por alguns setores. “Há esses pontos, mas todos erram. Muitos projetos do Google falharam, como o Google Wave, e o Google Glass, mas nem por isso a empresa deixa de continuar arriscando em novos projetos”, diz.
Quem é contra: “Qualquer pessoa ou instituição que seja contra a mudança, que não aceite uma opinião divergente, que é contra o poder da colaboração e que esteja 100% convicta de suas certeza”, afirma Pimenta.
Para saber mais:
1) Leia, na Harvard Business Review, o texto Creativity and the Role of the Leader, que tem como fontes pesquisadores de instituições internacionais renomadas. Também na HBR, leia 3 Things the Most Creative Leaders Do, que traz dicas.
2) Assista ao TED Talk How art, technology and design inform creative leaders, de John Maeda, presidente da Rhode Island School of Design.
3) Leia, no Draft, THNK: uma aula sobre liderança criativa, diretamente da Holanda, aqui no Brasil, do jornalista e empreendedor Filipe Callil, fundador da ClapMe (“Palco Virtual” onde artistas se apresentam ao vivo e interagem com o público). Ele conta como foi participar da escola holandesa cujo principal objetivo é formar novos líderes criativos e promover soluções disruptivas para problemas sociais.
4) Leia, na Inc., How to Draw Inspiration from Art to Enhance Your Creative Leadership. Segundo o texto, a área de negócios tem muito a aprender com as artes em termos de liderança, inovação e criatividade.
Fonte: https://www.projetodraft.com/verbete-draft-o-que-e-lideranca-criativa/
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O jeito de pensar do design, design thinking (o design centrado no ser humano) é uma abordagem que reúne cultura mais ferramentas que, baseadas em pilares como a empatia, a colaboração e a experimentação, possam gerar produtos e serviços que sejam desejados pelos clientes, tecnicamente possíveis e financeiramente lucrativos para os empresários e acessíveis pelos cliente.
O design thinking, ou design centrado no usuário, é uma das abordagens mais eficazes para quem deseja inovar – seja num produto, processo ou departamento. Isso porque ele consiste em pensar soluções de acordo com as necessidades e desejos do consumidor, partindo da constatação de que toda boa ideia – bom serviço, produto ou negócio – nasce como resposta a um problema.
Essa abordagem está baseada em três pilares: empatia, colaboração e prototipação – ou experimentação.
Marcelo Pimenta é professor de Design Thinking, Empreendedorismo e Inovação e vem desenvolvendo e inspirando profissionais e estudantes por todo o país para ter uma mentalidade de designer e criar uma estrutura centrada no cliente.
Atualmente, estamos no que chamamos “Era da Experiência”. Cada vez mais é preciso que as empresas e startups criem condições para que o consumidor enxergue o benefício que um determinado serviço está agregando ao todo. Esse tipo de conceito pode ser resumido em uma expressão, ela é a “Lógica do Serviço Dominante”.
O que é a Lógica do Serviço Dominante?
Resumindo, podemos dizer que o conceito está relacionado ao fato que o cliente não quer somente o produto. Mas, sim o benefício que o produto oferece. Pense, por exemplo, no cinema. Atualmente, cada vez mais são oferecidos recursos com o intuito de entregar uma nova experiência ou algo diferenciado ao consumidor. Isso acontece com o 3D, com cinemas que oferecem poltronas e uma experiência mais “gourmet” ou “premiere”.
Muitas vezes o cliente está interessado na experiência de assistir determinado filme e não em apenas assistir a esse conteúdo. Ele quer um som de qualidade, entre tantos outros recursos, que para aquela determinada pessoa entregam mais valor.
Assim, o Design Thinking centrado no ser humano é um processo que dá a oportunidade de você elaborar produtos e serviços cada vez mais relevantes para o seu público.