
Olá pessoal, sejam bem-vindos! Breve artigo introdutório com apostila para download. Bons estudos!
Nesta aula iremos treinar através do desenho de linhas e texturas a nossa principal ferramenta no que se refere à desenho, nossa mão. O foco será desenvolver através da repetição um traço firme e com personalidade.
Exercício de aula: Iremos precisar de 04 papéis vegetal A3, subdivididos em quadrados onde desenvolveremos os desenhos(conforme aula). Cada série deverá apresentar 04 escalas diferentes.
12 temas.
48 desenhos (04 desenhos por tema).
12 desenhos por papel.
Temas:
Linha diagonal inclinada à direita.
Linha diagonal inclinada à esquerda.
Linha vertical.
Linha horizontal.
Linha ondulada na vertical.
Linha ondulada na horizontal.
Linha espiral.
Linhas circulares.
Tijolo.
Pedras.
Madeira.
Fios.
Exercício 01:Selecionar através da observação de elementos do seu dia-a-dia 03 texturas e representá-las conforme apresentado em aula (04 escalas diferentes).
Exercício 02: Selecionar uma imagem, retrato ou paisagem, e representá-la somente com linhas. Ver exemplo na aula. Em anexo deixarei 02 fotografias como referência.
OBJETIVO 01: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ SERÁ CAPAZ DE TRAÇAR COM FIRMEZA LINHAS SIMPLES E TEXTURAS.
Nesta aula iremos compreender como as formas simples (quadrado, círculo, triangulo, trapézio, entre outros) são essenciais para entendermos nossa percepção do mundo e traduzi-la no papel através do desenho.
As estruturas sólidas, como cones, cilíndros, pirâmides e cubos, são a base do nosso repertório, assim como as notas simples são a base de uma sinfonia. Decompor as formas complexas em formas simples nos auxiliam a inserir no desenho de paisagismo os elementos estruturais da paisagem, por exemplo, podemos decompor uma palmeira em um cilindro alto (tronco), e uma pirâmide invertida (copa) e arbustos podem ser cubos e esferas.
Iremos abordar conceitos básicos de perspectiva para posicionarmos os sólidos no espaço. São eles: linha do horizonte, altura dos olhos do observador, pontos de fuga.
Exercício 01: desenhar sólidos a partir de formas básicas.
Círculo – Cilindro | Esfera.
Retângulo– Cubo
Triangulo – Pirâmide | Cone.
Retângulo – Paralelepípedos
Exercício 02: Projetar no espaço, em perspectiva, vistas superiores, à altura do observador e inferiores dos sólidos. Vide exemplos na aula.
OBJETIVO 02: AO FINAL DESSE AULA VOCÊ SERÁ CAPAZ DE REPRESENTAR SÓLIDOS NO ESPAÇO.
Nesta aula iremos aprender noções básicas de luz e sombra. Resumidamente todos os objetos que visualizamos são percebidos devido à luz que é projetada sobre eles, essa luz gera sombras e o contraste entre esses elementos cria a forma que visualizamos. Se projetarmos demasiada luz em todas as direções, sem dúvidas a percepção da forma seria alterada assim como o excesso de sombras prejudicaria a sua real compreensão.
No desenho não é diferente, inicialmente precisamos compreender que cinco elementos são essenciais para a correta representação da luz e da sombra, são eles:
Brilho.
Meio tom.
Sombra.
Luz refletida.
Sombra projetada.
Exercício 01: Escala tonal: Representar 05 escalas tonais de 06 elementos (Grafite, preto, azul escuro, verde escuro, marrom, nanquim). Vide exemplo na aula.
Exercício 02: Escolha um objeto (uma fruta ou uma escultura por exemplo) e posicione-a sobre uma superfície branca (pode ser um papel), sob uma fonte de luz única. Observe em diferentes ângulos a graduação das sombras, tente identificar os valores de luz e os valores de sombra. Escolha um ângulo e represente em um desenho. Vide exemplo na aula.
OBJETIVO 03: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO A IDENTIFICAR OS PRINCIPAIS EFEITOS DE LUZ E SOMBRA NOS OBJETOS.
Nesta aula iremos abordar aspectos gerais sobre a metodologia de representar vegetações no desenho.
O primeiro aspecto que precisamos entender é que estamos representando elementos naturais, que não se enquadram perfeitamente em nenhuma regra, podemos traçar parâmetros e princípios para desenharmos, mas somente a observação atenta do que está sendo representado poderá nos trazer bons resultados ao longo do tempo. Por isso treine desenhar observando, sempre.
Exercício 01: escolha uma paisagem de sua preferência para fazermos esboços, através da observação você começará a se familiarizar com a vegetação que irá representar, agora no papel tente identificar os seguintes elementos da paisagem (faça croquis):
Linhas dominantes.
Formas dominantes.
Escala em relação às pessoas.
Direção dos galhos/ folhas.
Cores predominantes.
Agora já observamos e traçamos parâmetros gerais, tente fazer os seguintes desenhos:
Esboço de paisagem com linhas.
Esboça de paisagem com formas e texturas.
O objetivo desse exercício é extrair as formas básicas a partir da imagem de uma paisagem existente, ou seja, o processo inverso ao do projeto (onde desenhos a partir do inexistente), com essa visão quando desenharmos nosso projeto já teremos referências mentais do que estamos tentando representar. Selecione os projetos de paisagismo que mais admira, tente esboça-los identificando os itens mencionados. Se conseguirmos sintetizar a paisagem que visualizamos em um projeto, poderemos transformar nossos projetos em paisagens!
OBJETIVO 04: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO SINTETIZAR SUAS IDEIAS EM ESBOÇOS DE PAISAGISMO.
Nesta aula iremos abordar aspectos gerais sobre a metodologia pra se representar árvores e palmeiras nos projetos de paisagismo.
Esses elementos são muitas vezes responsáveis por direcionar o ritmo do projeto e dialogam com a escala urbana da paisagem que estamos criando, ou seu “skyline”. Ao representá-las devemos nos atentar a esse caráter estrutural e dotá-las de detalhes que tornem possível essa hierarquização.
Na representação em planta, árvores podem transmitir a sensação de seu porte e seu devido sombreamento, palmeiras podem transmitir a ideia de ornamentalidade e ritmo.
Nas perspectivas deve-se atentar ao papel da árvore no projeto específico, se for coadjuvante sugiro representá-la sem muitos detalhes, se for um aspecto importante do projeto sugiro dotá-las de detalhes que justifiquem sua especificação. Palmeiras na maioria das vezes recebem destaque no desenho, pois sua especificação provavelmente determinou um ponto focal importante, palmeiras mais ornamentais como as Imperiais (Roystonea oleracea), Dactliferas (Phoenix dactylifera) ou Canarienses (Phoenix canariensis), merecem um nível de detalhamento capaz de expressar suas texturas, movimentos (copa) e impacto no visual da paisagem.
Importante salientar que no desenho em perspectiva elementos mais próximos do observador são mais detalhados, enquanto que elementos mais distantes podem ser apenas sugeridos.
Observe uma paisagem (pode ser a da sua janela ou varanda), note que quanto mais distante a sensação que temos é de que uma névoa vai escondendo os elementos (se você estiver em uma cidade grande provavelmente seja a poluição), mas mesmo no campo as partículas do ar vão escondendo os elementos distantes, montanhas longínquas que deveriam ser verdes podem até ficar com tom de azul.
Exercício 01: Vamos representar quatro tipos de palmeiras e árvores muito comuns em um paisagismo ornamental, em cada uma delas desenharemos a representação em planta, uma elevação e uma sequência delas em perspectiva, com um ponto de fuga.
Palmeiras
Pau-ferro (Libidibia ferrea)
Jabuticabeira (Myrciaria cauliflora)
Resedá (Lagerstroemia indica)
Jasmim Manga (Plumeria rubra)
Árvores
Fênix (Phoeni roebelenii)
Canariense (Phoenix canariensis)
Palmeira Azul (Bismarckia nobilis)
Palmeira triângulo (Dypsis decaryi)
Jasmim Manga (Plumeria rubra)
OBJETIVO 05: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO A REPRESENTAR ÁRVORES E PALMEIRAS EM SEUS PROJETOS.
Nesta aula iremos abordar aspectos gerais sobre a metodologia de representar arbustos e herbáceas nos projetos de paisagismo.
Esses elementos são essenciais para caracterizar a linguagem do projeto, por exemplo, arbustos topiados em um projeto geometrizado caracterizam em linha gerias o estilo francês, enquanto que arbustos mais rústicos ou folhagens que não necessitem de poda constante caracterizam o estilo do jardim inglês. O jardim tropical abusa das cores e texturas das plantas para caracterizar a abundância de espécies existentes nesse clima, por outro lado um jardim árido vai reduzir as possiblidades e trabalhar com uma vegetação rasteira em composição com pedras, cactáceas, etc. Minha intenção não é discorrer sobre os estilos de paisagismo, porém fiz essas observações para demonstrar que na representação do desenho devemos estar alinhados com a linguagem conceitual pretendida, somente assim conseguiremos transmitir as sensações que desejamos despertar em nossos clientes.
São esses elementos os responsáveis por dialogar com a escala humana do projeto, à nível do observador irão transmitir as sensações das cores, definirão onde será possível caminhar, permanecer ou apenas contemplar. Muros verdes, sinuosos coloridos ou não, flores, aromas, cores, texturas são aspectos que trabalhamos com arbustos e herbáceas.
Exercício 01: Vamos representar cinco tipos de arbustos e herbáceas muito comuns em um paisagismo ornamental, em cada uma delas desenharemos a representação em planta, uma elevação e um detalhe relevante. Para representarmos em perspectiva os arbustos imaginem uma sequência formando um muro verde, para as herbáceas imaginem canteiros sinuosos. Não esqueça de aplicar os conhecimentos adquiridos até aqui, observe linhas, formas, texturas, cores e sombras.
Arbustos
Moreia branca (Dietes iridioides)
Íris Azul (Iris germanica)
Dionela (Dionela tasmanica)
Maranta zebrina (calathea zebrina)
Beri-silvestre (Canna limbata)
Herbáceas
Gardênia (Gardenia jasminoides)
Clusia (Clusia Fluminensis)
Dracena tricolor (Dracaena marginata)
Bambuza (Bambusa gracillis)
Thumbérgia (Thunbergia erecta)
OBJETIVO 06: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO A REPRESENTAR ARBUSTOS E HERBÁCEAS EM SEUS PROJETOS.
Nesta aula iremos abordar aspectos gerais sobre a metodologia para representarmos mobiliário, pedras, madeira, água e outros elementos nos projetos de paisagismo.
Nem só de plantas se faz um bom paisagismo, em muitos projetos iremos ter que representar pergolados, caramanchões, decks, espelhos d’água, bancos, entre outros elementos. O importante é saber posicioná-los no espaço em nossa perspectiva, com a escala adequada através das técnicas que apresentamos ao longo do curso. Um banco, por exemplo é como um paralelepípedo, um pergolado pode ser um cubo.
Devemos observar atentamente o que gostaríamos de representar, seja uma luminária, um redário ou uma escultura, para extrair as linhas e formas principais, assim como a sensação que gostaríamos de transmitir inserindo determinado elemento na cena.
Exercício 01:Selecione cinco elementos que você gosta através de um catálogo (pode ser mobiliário, escultura ou fontes de água, vou sugerir alguns fornecedores para terem como referência), desenhe-o em planta e perspectiva (01 ou 02 pontos de fuga, como preferir). Importante expressar as texturas e sombras para caracterizar a sensação que desejamos transmitir, foque nos detalhes específicos desse elemento (o que o torna essencial?). Cuidado para não deixar o desenho com muitas informações, foque no necessário, afinal na composição geral da perspectiva queremos chamar atenção para a sensação que o espaço transmite.
Desenhos a serem produzidos:
05 plantas.
05 perspectivas.
OBJETIVO 07: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO A REPRESENTAR MOBILIÁRIOS E OUTROS ELEMENTOS PAISAGÍSTICOS.
OBS: PARA GARANTIR QUE OS ALUNOS ESTEJAM EXECUTANDO OS EXERCÍCIOS E SEGUINDO O CRONOGRAMA DO CURSO, AS AULAS FINAIS (08 E 09) SERÃO DISPONIBILIZADAS UMA SEMANA APÓS O CADASTRO NO CURSO.
ATENÇÃO: para essa aula imprimir plantas em anexo, opção 01: são quatro partes para imprir em A4, você deve juntar as partes | opção 02: imprimir projeto completo em A1.
Nesta aula iremos começar nossa série passo-a-passo, até aqui nós abordamos todos os conceitos básicos necessários para começar a compor nosso espaço paisagístico, noções de formas e linhas, texturas e sombras, plantas e perspectivas, vegetações e mobiliário.
Com todos esses conceitos em mente estamos prontos para encararmos o papel em branco e começarmos nosso projeto de paisagismo. Disponibilizei uma base em comum para trabalharmos em PDF. Vamos preparar a base do desenho para projetarmos.
Exercício de desenho:
Elaborar desenho em planta de um projeto de paisagismo.
Para desenhar a planta sugiro fazer uma “limpeza” do desenho base de arquitetura com o objetivo de deixar apenas o essencial para representarmos a área externa(Alvenarias, escadas, mobiliário, paginação de pisos). Plotar na escala 1:75, em folha A3.
Para o exercício da aula preparei duas versões do projeto, uma completa para ser plotada na gráfica em tamanho A1, outra em partes para ser impressa em casa em uma impressora A4. Imprima as partes, recorte as bordas, junte as partes com fita adesiva.
Material:
Papel Vegetal A3, gramatura 110/115 g/M2 (se não encontrar pode ser o de 90).
Canetas nanquim (0.1; 0.2; 0.3; 0.4 – penas que preferir)
Lapiseira.
Caneta marcador permanente preto.
Passo-a-passo:
Desenhar base arquitetônica.
Desenhar alvenarias com marcador.
Inserir elementos paisagísticos em escala, à lápis.
Desenhar em nanquim linhas e formas essenciais, partindo das vegetações de grande porte até às forrações.
Representar sombras e texturas, em nanquim.
DICAS PARA PINTURA
Importante salientar que a pintura deve ser harmônica e expressar os sentimentos que o projeto pretende transmitir, pontos focais precisam ser evidenciados, elementos estruturais podem ser ressaltados de forma a acentuar sua importância na proposta.
Dicas gerais:
Não utilizar os mesmos tons de verdes em todas as vegetações, podemos escolher tons de verdes predominantes para cada espécie. A ideia é que a planta seja vibrante, que encante o olhar, assim cada vegetação trá sua identidade.
Selecione ao menos três tons diferentes para cada elemento que for representar, afinal na natureza esse mesmo elemento não terá uma cor única, mas sim uma rica variação de tons.
Comece pelos tons mais escuros, identifique os valores escuros do desenho, em seguida comece a lançar “luz” com os tons mais claros.
Exercicio de pintura:
Colorir desenho em planta de um projeto de paisagismo. (arquivos de referência na seção recursos, imprimir o material em A4, juntar as partes, redesenhar em nanquim a planta sobre papel vegetal e colorir conforme diretrizes da aula)
Material:
Desenho em planta, representado em preto e branco com nanquim.
Lápis de cor aquarelável.
Marcadores coloridos.
Caneta pincel blender dual brush transparente (para aquarelar).
OBJETIVO 08: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO A REPRESENTAR EM PLANTA UM PROJETO DE PAISAGISMO.
Atenção: Baixe as elevações do projeto na seção recursos, para te ajudar a desenhar a perspectiva.
Nesta aula mostrarei como desenhar a perspectiva do projeto que estamos representando. Basicamente iremos utilizar a técnica de perspectiva com um ponto de fuga, para facilitar a assimilação do conteúdo, nosso foco está em aprendermos a representar as vegetações e as sensações que o paisagismo deseja transmitir, não tenho a pretensão de me aprofundar em técnicas de perspectivas neste curso específico.
Exercicio 01:
Elaborar perspectiva do projeto proposto..
Material:
Desenho em planta, em escala.
Caneta nanquim. (0.1; 0.2; 0.3; 0.4 – penas de sua preferência)
Lapiseira, ou lápis, ou qualquer outra ferramenta de desenho para esboços.
Papel Manteiga A3 ou sulfite para rascunho.
Papel Vegetal A3.
Passo-a-passo:
Em um papel de rascunho traçar a linha do horizonte, posicionar o observador e a linha de piso.
Fazer a projeção da planta convergindo para o ponto de fuga.
Traçar paredes e demais elementos verticais.
Finalizar esboço da arquitetura conforme projeto arquitetônico(Esse trabalho pode ser substituído pelo 3D arquitetônico ou por uma fotografia do local).
Desenhar esboço do paisagismo, formas e linhas.
Posicionar papel vegetal sobre o esboço.
Redesenhar com caneta nanquim o projeto arquitetônico.
Redesenhar com nanquim o projeto de paisagismo.
Remover esboço sob desenho.
Detalhar elementos, sombrear.
OBSERVAÇÃO: NA MAIORIA DAS VEZES PODEREMOS UTILIZAR O 3D ARQUITETÔNICO OU FOTOS DO LOCAL/OBRA PARA UTILIZARMOS COMO BASE DA NOSSA PERSPECTIVA, BASTA A INSERIR VOLUMETRIA DO PAISAGISMO, POSICIONAR PAPEL VEGETAL SOBRE O RASCUNHO E DESENHAR COM NANQUIM O PAISAGISMO EM GERAL.
Relembrando algumas dicas.
Lembre-se que nosso objetivo é estabelecer princípios para representar um projeto de paisagismo, não regras. Você pode adaptar esse conteúdo aos materiais e métodos que esteja habituado.
Dicas gerais:
Não utilizar os mesmos verdes em todas as vegetações, podemos escolher tons de verdes predominantes para cada espécie. A ideia é que a perspectiva seja vibrante, que encante o olhar.
Selecione ao menos três tons diferentes para cada elemento que for representar, afinal na natureza esse mesmo elemento não terá uma cor única, mas sim uma rica variação de tons.
Comece pelos tons mais escuros, identifique os valores escuros do desenho, em seguida comece a lançar “luz” com os tons mais claros.
Lembre-se de evidenciar a direção das superfícies, as horizontais devem predominantemente receber traços no sentido horizontal, assim como superfícies verticais devem predominantemente receber traços verticais. Desse modo evidenciamos mudanças de planos. Superfícies em perspectiva devem receber traços convergentes ao ponto de fuga.
Colorir desenho em perspectiva de um projeto de paisagismo.
Material:
Desenho em perspectiva representado em preto e branco com nanquim.
Lápis de cor aquarelável.
Marcadores coloridos.
Caneta tombow transparente.
Outros materiais. (você pode utilizar qualquer material que esteja habituado, giz pastel, aquarela, etc.)
OBJETIVO 11: AO FINAL DESSA AULA VOCÊ ESTARÁ APTO A REPRESENTAR UM PROJETO DE PAISAGISMO COM DESENHOS ARTÍSTICOS. PARABÉNS!
Aula extra mostrando o esboço para a perspectiva dos fundos do projeto.
Vídeo demonstrativo passo-a-passo de uma perspectiva para paisagismo.
Como um desenho bem elaborado pode fidelizar seus clientes?
Como melhorar suas notas e garantir possíveis indicações para futuros trabalhos com colegas e professores?
Meu nome é Dalington Almeida, sou arquiteto paisagista e se você ama paisagismo, o curso ‘Desenho para paisagismo’ chegou para te ajudar nesse processo de transformação, meu objetivo é encontrar o desenhista que existe dentro de você, nosso percurso será rumo à excelência. Afinal paisagismo é uma área que exige além da técnica, muita criatividade e sensibilidade artística.
Provavelmente você já ouviu falar que para desenhar é preciso muito talento, esqueça isso! Meu método só exige treino e humildade para executar até mesmo os exercícios mais simples. Treine, treine, treine. O curso aborda desde conceitos básicos de desenho, como linhas, formas, luz e sombra até o representação passo-a-passo de um projeto de paisagismo em planta e perspectivas.
Vou lhe ensinar como ao longo de nove anos apresentando desenhos à empresas como Banco itaú, Femsa, Sonae Sierra, Athié Wohnrath, Universidade Mackenize, entre outras, encantei e fidelizei clientes através dos meus desenhos.
Você vai aprender o meu método de desenho que exige pouco talento, mas muito treinamento e materiais de baixo custo para você começar a desenhar agora!
Você quer desenhar bem, ou continuar traçando rabiscos medianos? Não perca tempo, sucesso é uma questão de decisão!
Nos vemos nas aulas!