
Primeira aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, faremos uma breve introdução, fazendo uma contextualização histórica do desenvolvimento da contabilidade social e do sistema de contas nacionais. Na próxima aula, abordaremos conceitos básicos da contabilidade social.
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.
Referências Secundárias:
KEYNES, John Maynard. A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda. Editora Nova Cultural, 1996.
Notas:
[1] Na verdade, as críticas à “Lei de Say” já vinham sendo feitas por vários autores de diversas correntes teóricas como a corrente subconsumista, a marxista, os kaleckianos e os pós-keynesianos em geral, a nova economia política crítica, etc. Talvez o primeiro crítico tenha sido Thomas Malthus. Dizia Malthus: “De todas as opiniões que encontrei de homens capazes e inteligentes, a de Say, afirmando que un produit consommé ou détruit est un débouché fermé (I. i, cap. 15), parece-me ser a mais diretamente contrária à teoria certa e a mais uniformemente em desacordo com a experiência. Mesmo assim, ela é uma conseqüência direta da nova doutrina de que os bens só devem considerar-se em suas relações diretas mútuas, e não com os consumidores. O que, pergunto eu, seria da procura de bens, se todo o consumo, excetuando o do pão e o da água, fosse suspenso durante a próxima metade de ano? Que acumulação de mercadorias! Quels débouchés! Que prodigioso mercado faria surgir esse evento!” (Malthus apud Keynes, A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, 1996, p. 333). Sobre a “Lei de Say”, diz Keynes: “Acredito que a economia em toda parte, até recentemente, tenha sido dominada, muito mais do que compreendida, pelas doutrinas associadas ao nome de J.-B. Say. É verdade que a “lei dos mercados” dele já foi abandonada há tempo pela maioria dos economistas, mas eles não se livraram de seus postulados básicos, particularmente de sua idéia errônea de que a demanda é criada pela oferta. Say estava supondo implicitamente que o sistema econômico está sempre operando com sua capacidade máxima, de forma que uma atividade nova apareceria sempre em substituição e não em suplementação a alguma outra atividade. Quase toda a teoria econômica subseqüente tem defendido, no sentido de que ela tem exigido, esse mesmo pressuposto. No entanto, uma teoria com essa base é claramente incompetente para enfrentar os problemas do desemprego e do ciclo econômico”. (Keynes, A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, 1996, p. 40).
[2] Os fisiocratas tiveram grande influência na política e na economia francesa na segunda metade do século XVIII. Uma introdução ao pensamentos dos fisiocratas pode ser encontrada em: https://www.youtube.com/watch?v=90e13sfUAEY
[3] O economista russo Nikolai Bukharin fez duras críticas à economia marginalista em seu livro “La Economía Política del Rentista - Crítica da Economía Marginalista” (Cuadernos del Pasado y Presente/57, 1974). Em português, o artigo “A crítica de Bukhárin à Economia Política do rentista” do Prof. Aparecido Francisco Bertochi faz uma análise da crítica de Bukhárin à economia marginalista. A tese de doutorado do Prof. Aparecido Francisco Bertochi “A Formação Teórica de Bukhárin e a Transição na URSS: 1906 -1921” também traz grandes contribuições para compreender o pensamento de Bukhárin.
Tese de doutorado (Aparecido Francisco Bertochi): http://diversitas.fflch.usp.br/taxonomy/term/634 Artigo: https://www.unicamp.br/cemarx/ANAIS%20IV%20COLOQUIO/comunica%e7%f5es/GT1/gt1m4c1.pdf
[4] Como apontam Leda e Braga (2013, p. 5, nota 11), os sistemas de contas nacionais vem buscando, de certa forma integrar a matriz insumo-produto, compatibilizando as informações geradas pelas contas nacionais com as geradas pela matriz.
Segunda aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, vamos falar sobre conceitos básicos como produto, renda e despesa agregada.
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.
Referências Secundárias:
SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia do Século XXI. Editora Record, 2016.
Notas: [1] Esse assunto é discutido mais profundamente no nosso curso Macroeconomia Keynesiana e Modelo IS-LM - Teoria e Exercícios (disponível na Udemy).
Terceira aula do nosso curso de contabilidade social: uma introdução à macroeconomia. Nessa aula falaremos sobre a identidade macroeconômica fundamental e as óticas do PIB.
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 3. ed. - São Paulo: Saraiva, 2007.
Quinta aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nessa aula, vamos falar sobre a estrutura das contas nacionais em uma economia fechada e sem governo, segundo o SNA 68.
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.
Referência Principal:
Paulani, Leda Maria e Braga, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.
Sexta aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, vamos falar sobre a estrutura das contas nacionais em uma economia aberta e sem governo, segundo o SNA 68.
Referência Principal:
Paulani, Leda Maria e Braga, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.
Sétima aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, vamos falar sobre a estrutura das contas nacionais em uma economia aberta e com governo, segundo o SNA 68.
Referência Principal:
Paulani, Leda Maria e Braga, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013. #ContabilidadeSocial #Macroeconomia
Oitava aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, vamos falar sobre as contas nacionais no Brasil até 1996.
Referência Principal:
Paulani, Leda Maria e Braga, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.
Nona aula da nossa série sobre contabilidade social. Na aula de hoje, veremos a relação entre a contabilidade nacional e a macroeconomia, mais especificamente a teoria keynesiana.
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Notas:
[1] Paulani e Braga, 2020, p. 78.
[2] Para um estudo um pouco mais aprofundado (Macroeconomia Keynesiana): https://www.youtube.com/playlist?list=PLd-SQfjF9QxUZAdQ3kZw0q3rZ6dTRzOVc
[3] Dizem os autores: “[...] a nova escola tinha abandonado a teoria do valor-trabalho da economia clássica original…” (Paulani e Braga, 2020, p. 79, nota 01).
[4] Como apontam os autores, não há divergência em relação ao chamado “desemprego friccional", ou seja, o desemprego temporário, que ocorreriam quando as pessoas mudam de emprego até encontrar outro, ou quando mudam de cidade, por exemplo. Esse tipo de desemprego não faz parte do conceito de desemprego voluntário dos neoclássicos, nem do “desemprego involuntário” de Keynes (Paulani e Braga, 2020, p. 79, nota 02).
[5] Além de Keynes, economista russo Nikolai Bukharin fez duras críticas à economia neoclássica em seu livro “La Economía Política del Rentista - Crítica da Economía Marginalista” (Cuadernos del Pasado y Presente/57, 1974). Em português, o artigo “A crítica de Bukhárin à Economia Política do rentista” do Prof. Aparecido Francisco Bertochi faz uma análise da crítica de Bukhárin à economia neoclássica. O artigo do pode ser encontrado em: https://www.unicamp.br/cemarx/ANAIS%20IV%20COLOQUIO/comunica%e7%f5es/GT1/gt1m4c1.pdf
[6] Paulani e Braga, 2020, p. 81.
[7] Ver: Macroeconomia Keynesiana: https://www.youtube.com/playlist?list=PLd-SQfjF9QxUZAdQ3kZw0q3rZ6dTRzOVc
[8] Preferência pela liquidez: a demanda por dinheiro é uma demanda por liquidez. Segundo Keynes, há basicamente três motivos para explicar a preferência pela liquidez: transações, precaução e especulação, sendo a última a mais importante para a teoria keynesiana da taxa de juros (Dillard, 1986, p. 154).
[9] Cap. 18 - Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda.
[10] Paulani e Braga, 2020, p. 83.
[11] Paulani e Braga, 2020, p. 83.
[12] Nota dos autores: “vale lembrar que as letras minúsculas a e b, com seus respectivos subscritos numéricos, referem-se às categorias de rendimento que os valores adicionados pela geração do produto nacional bruto produziram, a saber: salários, lucros, aluguéis e juros” (Paulani e Braga, 2020, p. 85, nota 4).
[13] Em vez de 1/(1 - b), o multiplicador passará a ser 1/(1 - b + bt1) se incluirmos uma alíquota do imposto de renda.
[14] Como bem apontam os autores: “Boa parte do estupendo crescimento…" (Paulani e Braga, 2020, p. 86, nota 6).
[15] Paulani e Braga, 2020, p. 86.
[16] Paulani e Braga, 2020, p. 86.
[17] Paulani e Braga, 2020, p. 87.
[18] Keynes, A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, 1996, p. 40.
[19] Paulani e Braga, 2020, p. 87.
Décima aula do curso Contabilidade Social. Na aula de hoje veremos as identidades contábeis presentes no sistema de contas nacionais.
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Notas:
[1] Disponível em: https://unstats.un.org/unsd/nationalaccount/docs/1993sna.pdf
[2] Disponível em: https://unstats.un.org/unsd/nationalaccount/docs/sna2008.pdf
[3] Que é "O cotejo entre receitas e despesas" (Paulani e Braga, 2020, p. 95).
A/V - 4
Referência Principal:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Notas:
[1] Disponível em: https://unstats.un.org/unsd/nationalaccount/docs/1993sna.pdf
[2] Disponível em: https://unstats.un.org/unsd/nationalaccount/docs/sna2008.pdf
[3] Série Relatório Metodológico, n. 26, IBGE). Disponível em: encurtador.com.br/ehkF3
[4] Sobre a matriz de insumo-produto ver: https://youtube.com/playlist?list=PLd-SQfjF9QxWTNhSEyxS2Zl_08YAp4MEB
Referências:
PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Notas:
[1] Em 2007, o IBGE divulga a série de Contas Nacionais com base no SNA 93 e com o ano de 2000 como referência.
[2] Ver: Economia Monetária e Financeira (Carvalho et al.).
[3] Setores institucionais: “Para o IBGE, uma unidade institucional caracteriza-se por ter autonomia de decisão, unidade patrimonial e capacidade de possuir ativos e contrair passivos” (Paulani e Braga, 2020, p. 126). São cintos os setores institucionais: I) empresas não financeiras, II) empresas financeiras, III) Governo geral, IV) instituições sem fins lucrativos a serviço das famílias (ISFLSF) e V) famílias.
[4] Disponível em: https://
[5] “A nova CNAE, além de muito mais desagregada que a anterior (são 68 setores e 128 produtos contra 56 setores e 110 produtos, na versão anterior), está muito mais próxima dos padrões internacionais de classificação” (Paulani e Braga, 2020, p. 110).
[6] Disponível em: https://
[7] Disponível em: https://
[8] Disponível em: https://
[9] Disponível em: https://
[10] Ver: Paulani e Braga, 2020, p. 111, nota 19.
[11] Como explicam os autores, esses elementos são fundamentais para o planejamento da produção: “De fato, um gasto com avaliação mineral de determinado terreno, uma vez efetuado, servirá indefinidamente para o planejamento da produção, independentemente de seu resultado ser positivo ou negativo do ponto de vista potencial de exploração econômica estimado pela referida avaliação. O mesmo se aplica aos gastos com P&D. Os bancos de dados também são ativos e muito valiosos para determinadas atividades e, ainda que tenham que ser continuamente atualizados, o estoque de informações já existente se enquadra na definição de ativo fixo” (Paulani e Braga, p. 111).
Na aula de hoje vamos fazer uma breve introdução ao pensamento keynesiano, abordando o problema do desemprego.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre o modelo keynesiano simples.
Referência:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre os componentes da demanda agregada em uma economia fechada, ou seja, o consumo, investimento e gastos do governo.
Referências:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Quarta aula do nosso curso Contas Nacionais e Macroeconomia. Na aula de hoje vamos falar sobre a determinação da renda de equilíbrio.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Quinta aula do nosso curso. Na aula de hoje vamos falar sobre as mudanças na renda de equilíbrio.
Referência Principal: FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a política fiscal, as exportações e as importações.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a a moeda no sistema keynesiano.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a teoria keynesiana da taxa de juros.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
Na aula de hoje vamos falar sobre a teoria keynesiana da demanda por moeda.
Referência Principal:
FROYEN, R.T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
No vídeo de hoje, veremos o contexto histórico do surgimento do modelo IS-LM, a construção das curvas LM e IS, a combinação das duas curvas e uma breve síntese das principais críticas pós-keynesiana ao modelo.
Referências bibliográficas:
Blanchard, O. “Epílogo: a história da macroeconomia”. In: Macroeconomia - 5ª Ed - São Paulo, 2011.
Braz, D. D. Pós-keynesianos e o IS-LM: uma revisão das críticas à síntese neoclássica. PPGE-UFU.
Bresser-Pereira, L. C. Da macroeconomia clássica à macroeconomia keynesiana, 1976. Froyen, R. T. Macroeconomia - São Paulo: Editora Saraiva, 2003.
Sugestão de leitura:
Hicks, J. R. “Keynes e os clássicos: um interpretação sugerida”. In: Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Clássicos de Literatura Econômica: textos selecionados de macroeconomia, 2010.
Notas:
1. “Como resultado desse processo de cooptação econômica keynesiana pelos neoclássicos, [...] a economia keynesiana foi incorporada à economia ortodoxa” (Bresser-Pereira, 1976, p 23).
2. “O modelo IS/LM [...], formulado por Hicks é o melhor exemplo dessa cooptação e desfiguração do pensamento keynesiano” (Bresser-Pereira, 1976, 23).
Texto do Bresser-Pereira: http://www.bresserpereira.org.br/papers/1985/962a-Da-macroeconomia-classica-a-keynesiaa-1976.pdf
Texto do Braz: https://www.academia.edu/17686034/P%C3%B3s_keynesianos_e_o_IS_LM_uma_revis%C3%A3o_das_cr%C3%ADticas_%C3%A0_s%C3%ADntese_neocl%C3%A1ssica_da_Teoria_Geral
Nesta aula veremos os fatores que determinam a inclinação da curva LM.
Referências:
1. FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
FROYEN, R. T. Macroeconomia. 5.ed. São Paulo: Saraiva, 2005.
Notas:
[1] FROYEN, 2013, p. 698, nota 03 (PDF). Diz Froyen: “O conceito de elasticidade refere-se à mudança percentual em uma variável que resulta de uma mudança de 1% em outra variável. No caso da elasticidade da demanda por moeda em relação aos juros, a elasticidade é negativa. Um aumento de 1% na taxa de juros fará a demanda por moeda declinar. No texto, o termo alta elasticidade refere-se ao valor absoluto da elasticidade. Se a demanda por moeda for muito sensível a mudanças na taxa de juros, dizemos que a demanda por moeda é altamente elástica. Se a demanda por moeda não for muito sensível a mudanças na taxa de juros, falamos que a demanda por moeda tem uma baixa elasticidade em relação aos juros, ou baixa elasticidade-juros.”.
Décima segunda aula do curso "Macroeconomia Keynesiana e Modelo IS-LM". Nesta aula veremos os fatores que deslocam a curva LM.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] FROYEN, 2013, p. 193 (PDF).
Nesta aula veremos os fatores que determinam a inclinação da curva IS.
Referências Bibliográficas:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Nesta aula veremos os fatores que deslocam a curva IS.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] Froyen, 2013, p. 210 (PDF).
Nesta aula veremos a álgebra do modelo IS-LM.
Referências Bibliográficas:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] Froyen, 2013, p. 219 (PDF).
Nesta aula veremos os fatores que afetam a renda e a taxa de juros de equilíbrio.
Referências Bibliográficas:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013. (Versão em PDF).
Notas:
[1] Froyen, 2013, p. 234 (PDF).
Conceitos básicos de economia internacional: deterioração dos termos de intercâmbio.
Referências:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Nessa aula, vamos falar sobre a taxa de câmbio e os regimes cambiais.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Notas:
[1] Ver: Nilson Araújo de Souza, Economia Brasileira Contemporânea: de Getúlio a Lula, 2008: 54.
[2] Ver: Marcelo Carcanholo, Abertura Financeira e Vulnerabilidade Externa na América Latina: os impactos sobre o Brasil, México e Argentina, 2002). Disponível em: https://mega.nz/#F!zXoATKYI!KFHM3Ux71uVfAgM5MRoo9Q!rTIXSYST #Câmbio #EconomiaInternacional
Nessa aula vamos falar sobre as transações correntes e as variáveis macroeconômicas.
Referência Principal:
SOUZA, Nilson Araújo de. Economia Internacional Contemporânea - São Paulo: Ed. Atlas, 2009.
Notas:
[1] Ver: Theotônio dos Santos, A Estrutura da Dependência, 2011. Disponível em: https://mega.nz/#F!zXoATKYI!KFHM3Ux71uVfAgM5MRoo9Q!rT5FQSJQ
[2] Ver: Celso Furtado, Desenvolvimento e Subdesenvolvimento, 1965.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] Ver: Dicionário de Economia do Século XXI. Sandroni, 2016.
[2] Ver: Dicionário de Economia do Século XXI. Sandroni, 2016.
[3] Ver: Aula 02 - Taxa de Câmbio e Regimes Cambiais.
[4] SANDRONI, 2016, verbete: Balanço de Pagamentos.
[5] Reservas Internacionais: são reservas em moeda forte mantidas por um país para garantir a estabilidade de sua taxa de câmbio e do seu setor externo” ((SANDRONI, 2016, verbete: Reservas Internacionais).
[6] Ver: Aula 03 - Transações Correntes e Variáveis Macroeconômicas
[7] Para uma compreensão detalhada do Balanço de Pagamento, ver: PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 5. ed. - São Paulo: Saraiva, 2020.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] É simples de entender. As importações dependem do nível de renda, por isso o aumento do nível de renda produz um aumento das importações. Além disso, a política monetária expansionista (aumento da oferta de moeda) gera uma diminuição da demanda por moeda e, portanto, queda na taxa de juros. A taxa de juros determina o fluxo de capitais, portanto, a queda da taxa de juros gera uma saída de capitais do país.
[2] Lembre-se da teoria keynesiana da taxa de juros. A taxa de juros depende da demanda por moeda, que depende positivamente do nível de renda. O aumento do nível de renda aumenta a demanda por moeda e, portanto, a taxa de juros.
[3] O aumento da renda gera um efeito desfavorável sobre a balança comercial - exportações (X) menos importações (Z) - porque o aumento do nível de renda, dada a propensão marginal a importar, aumenta as importações, mas não tem efeitos sobre as exportações - que dependem da renda externa (Yx) e da taxa de câmbio (?).
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Notas:
[1] Para compreender melhor a estrutura e lógica das contas externas (balanço de pagamentos), veja o livro “Contabilidade Social: Uma introdução à macroeconomia” (Paulani e Braga - capítulo 06).
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Referências:
FROYEN, Richard. Macroeconomia: Teorias e aplicações. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
Sejam bem-vindos ao curso Contas Nacionais e Macroeconomia - Teoria e Exercícios
Neste curso, vamos combinar teoria e exercícios para uma melhor compreensão do conteúdo estudado. Selecionamos algumas questões presentes em concursos públicos, na prova ANPEC e no livro-texto utilizado, para garantir que os alunos tenham pleno domínio do assunto estudado.
O curso é ideal para estudantes de economia e áreas afins, pessoas que tem interesse pela macroeconomia e contas nacionais e para quem vai prestar concursos públicos nesta área. O curso pode servir até mesmo como base introdutória para provas mais elaboradas como a ANPEC.
O curso será dividido basicamente em cinco grandes partes: I) Contas nacionais; II) macroeconomia keynesiana; III) Modelo IS-LM, IV) modelo IS-LM-BP e V) Resolução de Exercícios (concursos, ANPEC, questões do livro, etc.).
Nas contas nacionais, veremos I) Introdução e conceitos fundamentais; II) Estrutura Básica das Contas Nacionais (SNA 68); III) Contas Nacionais e Macroeconomia; IV) O Atual Formato das Contas Nacionais no Brasil.
Na parte de macroeconomia keynesiana veremos as bases da macroeconomia keynesiana: a crítica de Keynes aos neoclássicos, o problema do desemprego, o modelo keynesiano simples e seus pressupostos, os componentes da demanda agregada, a determinação da renda de equilíbrio, etc.
Em relação ao modelo IS-LM: a formulação de Hicks-Hansen, as críticas dos pós-keynesianos ao modelo IS-LM, a construção das curvas IS e LM, os fatores que determinam a inclinação dessas curvas, etc.
No tópico sobre o modelo IS-LM-BP, veremos os efeitos de políticas econômicas considerando a taxa de câmbio fixa e a flexível, além de entender como a mobilidade de capitais alteram os efeitos das políticas monetária e fiscal no modelo de macroeconomia aberta.
Espero que gostem do curso.