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Contas Nacionais e Macroeconomia - 3 Cursos em 1
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12 students

Contas Nacionais e Macroeconomia - 3 Cursos em 1

Sistema de contas nacionais, macroeconomia keynesiana, modelo IS-LM e modelo Mundell-Fleming (IS-LM-BP)
Last updated 3/2022
Portuguese
Portuguese [Auto],

What you'll learn

  • Sistema de contas nacionais
  • Contabilidade social
  • Tabelas de Recursos e Usos
  • Macroeconomia keynesiana
  • Modelo IS-LM
  • Modelo Mundell-Fleming (IS-LM-BP)
  • Taxa de câmbio e regimes cambiais
  • Identidades macroeconômicas
  • Fluxo circular de renda
  • Política fiscal e monetária

Course content

12 sections43 lectures8h 46m total length
  • Aula 01 - Introdução à Contabilidade Social8:03

    Primeira aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, faremos uma breve introdução, fazendo uma contextualização histórica do desenvolvimento da contabilidade social e do sistema de contas nacionais. Na próxima aula, abordaremos conceitos básicos da contabilidade social.

    Referência Principal:

    PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.

    Referências Secundárias:

    KEYNES, John Maynard. A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda. Editora Nova Cultural, 1996.

    Notas:

    [1] Na verdade, as críticas à “Lei de Say” já vinham sendo feitas por vários autores de diversas correntes teóricas como a corrente subconsumista, a marxista, os kaleckianos e os pós-keynesianos em geral, a nova economia política crítica, etc. Talvez o primeiro crítico tenha sido Thomas Malthus. Dizia Malthus: “De todas as opiniões que encontrei de homens capazes e inteligentes, a de Say, afirmando que un produit consommé ou détruit est un débouché fermé (I. i, cap. 15), parece-me ser a mais diretamente contrária à teoria certa e a mais uniformemente em desacordo com a experiência. Mesmo assim, ela é uma conseqüência direta da nova doutrina de que os bens só devem considerar-se em suas relações diretas mútuas, e não com os consumidores. O que, pergunto eu, seria da procura de bens, se todo o consumo, excetuando o do pão e o da água, fosse suspenso durante a próxima metade de ano? Que acumulação de mercadorias! Quels débouchés! Que prodigioso mercado faria surgir esse evento!” (Malthus apud Keynes, A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, 1996, p. 333). Sobre a “Lei de Say”, diz Keynes: “Acredito que a economia em toda parte, até recentemente, tenha sido dominada, muito mais do que compreendida, pelas doutrinas associadas ao nome de J.-B. Say. É verdade que a “lei dos mercados” dele já foi abandonada há tempo pela maioria dos economistas, mas eles não se livraram de seus postulados básicos, particularmente de sua idéia errônea de que a demanda é criada pela oferta. Say estava supondo implicitamente que o sistema econômico está sempre operando com sua capacidade máxima, de forma que uma atividade nova apareceria sempre em substituição e não em suplementação a alguma outra atividade. Quase toda a teoria econômica subseqüente tem defendido, no sentido de que ela tem exigido, esse mesmo pressuposto. No entanto, uma teoria com essa base é claramente incompetente para enfrentar os problemas do desemprego e do ciclo econômico”. (Keynes, A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, 1996, p. 40).

    [2] Os fisiocratas tiveram grande influência na política e na economia francesa na segunda metade do século XVIII. Uma introdução ao pensamentos dos fisiocratas pode ser encontrada em: https://www.youtube.com/watch?v=90e13sfUAEY

    [3] O economista russo Nikolai Bukharin fez duras críticas à economia marginalista em seu livro “La Economía Política del Rentista - Crítica da Economía Marginalista” (Cuadernos del Pasado y Presente/57, 1974). Em português, o artigo “A crítica de Bukhárin à Economia Política do rentista” do Prof. Aparecido Francisco Bertochi faz uma análise da crítica de Bukhárin à economia marginalista. A tese de doutorado do Prof. Aparecido Francisco Bertochi “A Formação Teórica de Bukhárin e a Transição na URSS: 1906 -1921” também traz grandes contribuições para compreender o pensamento de Bukhárin.

    Tese de doutorado (Aparecido Francisco Bertochi): http://diversitas.fflch.usp.br/taxonomy/term/634 Artigo: https://www.unicamp.br/cemarx/ANAIS%20IV%20COLOQUIO/comunica%e7%f5es/GT1/gt1m4c1.pdf

    [4] Como apontam Leda e Braga (2013, p. 5, nota 11), os sistemas de contas nacionais vem buscando, de certa forma integrar a matriz insumo-produto, compatibilizando as informações geradas pelas contas nacionais com as geradas pela matriz.

  • Aula 02 - Conceitos Básicos8:09

    Segunda aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nesta aula, vamos falar sobre conceitos básicos como produto, renda e despesa agregada.

    Referência Principal:

    PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.

    Referências Secundárias:

    SANDRONI, Paulo. Dicionário de Economia do Século XXI. Editora Record, 2016.

    Notas: [1] Esse assunto é discutido mais profundamente no nosso curso Macroeconomia Keynesiana e Modelo IS-LM - Teoria e Exercícios (disponível na Udemy).

  • F - CESPE - 2013 - ANP - Especialista em Regulação - Área II
  • Aula 03 - Identidade Macroeconômica Fundamental e as Óticas do PIB19:47

    Terceira aula do nosso curso de contabilidade social: uma introdução à macroeconomia. Nessa aula falaremos sobre a identidade macroeconômica fundamental e as óticas do PIB.

    Referência Principal:

    PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 3. ed. - São Paulo: Saraiva, 2007.

  • F - CESPE - 2014 - SUFRAMA - Economista
  • F - CESPE - 2010 - MS - Economista
  • Aula 04 - O Fluxo Circular de Renda10:39

    Quinta aula da nossa série sobre Contabilidade Social: uma introdução à macroeconomia. Nessa aula, vamos falar sobre a estrutura das contas nacionais em uma economia fechada e sem governo, segundo o SNA 68.

    Referência Principal:

    PAULANI, Leda Maria e BRAGA, Márcio Bobik. A nova contabilidade social: uma introdução à macroeconomia - 4. ed. - São Paulo: Saraiva, 2013.

  • FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2018 - INB - Economista
  • FCC - 2016 - Prefeitura de Teresina - PI - Técnico de Nível Superior - Economist

Requirements

  • Não há pré-requisitos

Description

Sejam bem-vindos ao curso Contas Nacionais e Macroeconomia - Teoria e Exercícios

Neste curso, vamos combinar teoria e exercícios para uma melhor compreensão do conteúdo estudado. Selecionamos algumas questões presentes em concursos públicos, na prova ANPEC e no livro-texto utilizado, para garantir que os alunos tenham pleno domínio do assunto estudado.

O curso é ideal para estudantes de economia e áreas afins, pessoas que tem interesse pela macroeconomia e contas nacionais e para quem vai prestar concursos públicos nesta área. O curso pode servir até mesmo como base introdutória para provas mais elaboradas como a ANPEC.

O curso será dividido basicamente em cinco grandes partes: I) Contas nacionais; II) macroeconomia keynesiana; III) Modelo IS-LM, IV) modelo IS-LM-BP e V) Resolução de Exercícios (concursos, ANPEC, questões do livro, etc.).

Nas contas nacionais, veremos I) Introdução e conceitos fundamentais; II) Estrutura Básica das Contas Nacionais (SNA 68); III) Contas Nacionais e Macroeconomia; IV) O Atual Formato das Contas Nacionais no Brasil.

Na parte de macroeconomia keynesiana veremos as bases da macroeconomia keynesiana: a crítica de Keynes aos neoclássicos, o problema do desemprego, o modelo keynesiano simples e seus pressupostos, os componentes da demanda agregada, a determinação da renda de equilíbrio, etc.

Em relação ao modelo IS-LM: a formulação de Hicks-Hansen, as críticas dos pós-keynesianos ao modelo IS-LM, a construção das curvas IS e LM, os fatores que determinam a inclinação dessas curvas, etc.

No tópico sobre o modelo IS-LM-BP, veremos os efeitos de políticas econômicas considerando a taxa de câmbio fixa e a flexível, além de entender como a mobilidade de capitais alteram os efeitos das políticas monetária e fiscal no modelo de macroeconomia aberta.

Espero que gostem do curso.

Who this course is for:

  • Estudantes de ciências econômicas
  • Economistas