
Olá, sou o professor Waldir e fico eternamente grato por você ter adquirido o curso de “Como Desenvolver um Algoritmo com Clareza”.
Você irá mudar o seu patamar de aprendizado em desenvolvimento de algoritmos. Isso já aconteceu antes, com alunos que estavam prestes a desistir de curso dos quais lecionei.
O fato de algoritmo ser obscuro a muitos estudantes e com o resgate de utilização de DHF (Diagrama Hierárquico de Função).
A interação com o leiaute faz com que o desenvolvimento de algoritmo seja mais fácil, mais claro, pois trará toda a parte abstrata do problema e permitirá a sua visualização.
Em “Como Desenvolver um Algoritmo com Clareza” você mudará o conceito de desenvolvimento de algoritmo após aprender os conteúdos apresentados e, ao transportar esses conteúdos em qualquer linguagem de programação.
Essa atividade se tornará mais fácil, pois todo o raciocínio lógico você já adquiriu.
Os conceitos apresentados são ilustrados e podem ser utilizados por estudantes de tecnologia da informação, ciências da computação, sistemas de informação, engenharia da computação e áreas afins e também a quem quiser aprender uma linguagem de programação, pois esse curso será um pré-requisito.
Não ensinarei uma linguagem de programação, pois esse não é o propósito do curso.
No entanto o que você irá estudar será utilizado em todas as linguagens de programação.
O curso será composto conforme a EAP (Estrutura Analítica de Projeto) que apresento.
Vou detalhá-la para que você saiba o que será exposto.
1 – As Células são exercícios simulam um computador, fará você ter toda a visão lógica das estruturas. Apresentarei exercícios específicos de cada estrutura o que irá clarear o entendimento.
2 – Técnica de Programação eu chamo de desenvolver o lado criativo no desenvolvimento dos algoritmos, esse será o maior objetivo do curso. Para isso utilizaremos o Macro Fluxo, Leiaute, DHF(Diagrama Hierárquico das Funções) e a partir do Leiaute e DHF será desenvolvido o Algoritmo.
3 – Em Estruturas será a criação de algoritmos de cada estrutura existente separadamente para um entendimento melhor do funcionamento da técnica e desenvolvimento de sua criatividade.
4 – Onde se Utiliza as Estruturas, se utilizam em todos os algoritmos que serão desenvolvidos, apresentarei exercícios de classificação de dados e vetores.
As estruturas são utilizadas em atividades de banco de dados, arquivos, impressão, dentre outras.
Bem está será a composição do meu curso, aguardo você no próximo vídeo, até lá. Abraços.
Olá, neste vídeo vou te apresento a forma de utilização da célula, esse é um ponto importante no entendimento do funcionamento da execução de programa internamente no computador.
Os exercícios consistem em três partes, são elas:
1) Haverá alguns retângulos que chamaremos de célula. Dentro de cada célula poderá estar ou não escrito um valor que denominamos de conteúdo da célula. A célula, só é capaz de guardar um valor por vez. As células estarão numeradas a fim de identificá-las, conforme apresentado no slide.
2) Haverá um conjunto de instruções que indicará as operações a serem efetuadas sobre as células. Estas instruções estarão numeradas para facilitar a sua referência.
3) O diagrama (desenho esquemático), indica qual a ordem de execução das instruções, o número dentro do círculo informa a instrução a ser executada.
O símbolo que consta as palavras ‘início e fim’, chama-se Terminação em fluxograma e indica início ou término de uma rotina. Todo exercício deve partir do início até atingir o fim.
Vamos resolver este exercício
Como temos que partir do diagrama, eu repeti as células embaixo para acompanhar o desenrolar do exercício:
- a primeira instrução é a 1;
- a próxima instrução é a 4;
- na sequência a instrução 3;
- a próxima instrução é a 2;
- e a última a instrução 5,
Encerramos o exercício.
Entenda que você deverá ter a máxima atenção na resolução de cada exercício.
Olá, nesta aula farei um exercício de estrutura de decisão novos conceitos são apresentados e reforça o que fizemos na estrutura sequencial.
Bem vamos lá;
Temos as células 1, 2, 3 e 4, cada célula consta com um valor;
Temos aqui as instruções;
E temos o diagrama, como definido deve-se começar por ele, ok.
Vou desenhar as células neste ponto para que possamos seguir passo a passo as instruções do diagrama, ok.
Conforme o diagrama,
inicio
instrução 1; com a soma a célula 3 – fica com 12
instrução 2; com a soma a célula 4 fica com 15
instrução 5; R. sim,
instrução 3; Com a subtração a célula 4 fica com 5
instrução 2; a célula 4 fica com 10
instrução 5;R. não;
Instrução 4; A célula 1 fica com 6;
Instrução 2;
Instrução 1; A célula 3 fica com 13.
fim
Os conteúdos das células 1=6, 3=13, 4=16.
Neste exemplo cada instrução foi feita na sequência e ocorreu um desvio na instrução 5, isso é uma decisão quando há um desvio condicional na sequência de execução das instruções.
Lembro que:
- Cada célula só pode conter um único valor;
- Que devemos fazer um passo de cada vez para que você assimile os conceitos e a forma de execução de cada processo.
Espero que o conceito básico da estrutura de decisão você tenha entendido.
Grande abraço.
Olá, nesta aula farei um exercício de estrutura de looping novos conceitos são apresentados e reforça o que fizemos nas estruturas sequencial e de decisão.
Bem vamos lá;
Temos as células 1, 2 e 3 e 4, cada célula consta com um valor.;
Temos as instruções.
E temos o diagrama, como definido deve-se começar por ele, vamos lá.
Desenhei as células para que possamos seguir passo a passo as instruções do diagrama.
Conforme o diagrama,
inicio
instrução 1; coloque 0 na célula 2 (0);
instrução 2; coloque 0 na célula 3 (0);
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (1);
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2(1) ao conteúdo da célula 3 (0), e guarde o resultado na célula 3 (1);
instrução 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? Não
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (2) ;
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2 (2) ao conteúdo da célula 3 (1), e guarde o resultado na célula 3 (3);
instrução 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? Não
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (3) ;
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2(3) ao conteúdo da célula 3 (3), e guarde o resultado na célula 3 (6)
instrução 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? Não
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (4) ;
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2(4) ao conteúdo da célula 3 (6), e guarde o resultado na célula 3 (10);
i 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? Não
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (5) ;
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2(5) ao conteúdo da célula 3 (10), e guarde o resultado na célula 3 (15);
instrução 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? Não
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (6) ;
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2(6) ao conteúdo da célula 3 (15), e guarde o resultado na célula 3 (21);
instrução 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? Não
instrução 3; Some 1 ao conteúdo da célula 2 (7) ;
instrução 4; Some o conteúdo da célula 2(7) ao conteúdo da célula 3 (21), e guarde o resultado na célula 3 (28);
instrução 5; O conteúdo da célula 2 é igual ao conteúdo da célula 1? SIM
Fim
Então o conteúdo da célula 3 é 28.
Você conseguiu observar que enquanto não atingiu um determinado valor fizemos as mesmas instruções, ao atingir o valor definido na célula 1 encerrou saiu daquele fluxo que é o looping.
A célula 2 foi utilizada como um contador até atingir o valor da célula 1.
A célula 3 foi a soma dos 7 primeiros números.
Espero que o conceito básico da estrutura de looping você tenha entendido.
Um grande abraço.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo,
Nos exercícios que foram feitos nas aulas anteriores foram especificadas as estruturas básicas existentes em algoritmos, tais como:
Estrutura sequencial, nesta estrutura o algoritmo inicia, executa as instruções e encerra sem nenhum desvio.
Depois apresentamos a estrutura de decisão, nesta o algoritmo inicia e em algum ponto faz algum desvio de forma condicional.
E por último a estrutura de looping com o exercício da somatória dos primeiros sete números lembra-se? Enquanto uma determinada célula não atingisse o valor de outra o algoritmo voltava ao mesmo local.
Outro ponto relevante são as células que representa no algoritmo suas variáveis.
A variável é um espaço em memória e tem quatro características e isso você jamais deverá esquecer, são elas:
Nome – Nome que se deve dar a variável, normalmente o nome deve representar seu conteúdo;
Conteúdo – É o valor que será armazenado na variável, e isso deve estar diretamente relacionado com o tipo que foi definido na variável.
Tipo – Que tipo de conteúdo que será armazenado, numérico (inteiro), numérico (real) um valor com virgula, letras que chamamos de carácter, booleano (sim ou não, falso ou verdadeiro), dentro outros.
Tamanho – é a quantidade máxima de bytes que uma variável pode conter, em algumas linguagens de programação o tipo já define seu tamanho.
Bem esses foram os conceitos apresentados a você nas aulas que foram expostas.
Agora o próximo passo é desenvolver os algoritmos conforme a técnica que irei apresentar, farei uma estrutura por vez para reforçar o aprendizado; um passo por vez até chagarmos a algoritmos mais complexos.
Um grande abraço até a próxima aula.
Olá, hoje farei um exercício de estrutura sequencial para que os conceitos apresentados na última aula sejam assimilados mais ainda.
Bem vamos lá;
Temos as células 1, 2, 3 neste ponto;
Temos nossas instruções.
E Temos o diagrama, como definido devemos começar o exercício pelas instruções informadas no diagrama.
Vou desenhar as células neste ponto para que possamos seguir passo a passo as instruções do diagrama, ok.
Conforme o diagrama,
inicio
instrução 1;
instrução 2;
instrução 3;
instrução 5;
instrução 4;
instrução 5;
fim
Ao encerrar o processo observamos que a célula 1 está com o valor 3, a célula 2 com o valor 9 e a célula 3 com o valor 15.
Neste exemplo cada instrução foi feita na sequência até chegarmos ao final, sem nenhum desvio no processo.
Isso é chamado como estrutura sequencial, conforme já havíamos definido e apresentado a você.
Cada célula só pode conter um único valor.
Entenda que devemos fazer um passo de cada vez para entendermos os conceitos e a forma de execução de cada processo. Ok.
Espero que o conceito de estrutura sequencial você tenha entendido.
Um grande abraço.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo,
Agora nosso objetivo será desenvolver o algoritmo, antes faremos algumas análises que fará que o desenvolvimento do algoritmo torne muito mais fácil e objetivo.
Irei detalhar as três fases anteriores ao algoritmo que são relevantes e posteriormente desenvolvê-lo.
Serão três aulas curtas para um melhor entendimento dessas fases.
O Macro Fluxo é um desenho que representa que hardware iremos utilizar na automatização do processo.
Por exemplo se iremos programar um relatório, que tamanho é a impressora de 132 colunas, 80 colunas ou outra, isso é importante para que possamos preparar o leiaute do relatório.
Se iremos utilizar uma tela, já começamos a imaginar a disposição das informações nesta tela, conforme o processo a ser automatizado.
Na informação que te apresento no Macro fluxo (1) será feito um programa onde as informações serão lidas da tela e o resultado também será apresentado na tela.
No macro fluxo (2), será feito um programa que iremos ler as informações de uma fita/cartucho magnético, as informações serão tratadas e apresentadas em uma impressora.
O desenho do Macro Fluxo irá depender das informações a serem tratadas e nem sempre este é apresentado, então você deverá utilizar a sua imaginação, ok.
Bem em termos de Macro fluxo é isso que devia comentar com vc.
Um grande abraço até a próxima aula.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo,
Agora nosso objetivo será desenvolver o algoritmo, antes faremos algumas análises para ser muito mais fácil e objetivo o desenvolvimento do algoritmo.
Vou dar sequência na análise, falarei sobre o leiaute. No entanto esta é uma análise que deve ser feita em relação ao algoritmo que deve ser desenvolvido.
Como exemplo vamos fazer um algoritmo que “calcule uma potência qualquer de um número qualquer.”
Sabemos que ao calcular o resultado dessa potência, deve se utilizar da fórmula r= n ** p, onde n é o número que queremos calcular elevado a p que será a potência.
Considere que iremos utilizar o monitor(tela) como coleta e envio de informações.
Sabemos que todo algoritmo/programa constam de três partes entrada, processamento e saída.
Precisamos preparar um leiaute, ou seja, desenhar a tela com as informações que necessitamos e que iremos enviar ao usuário, conforme o consta na tela.
Observe que temos o título do algoritmo, as informações que devemos solicitar ao usuário, que são as informações de entrada.
As informações que iremos fornecer, são as informações de saída, após resolver o processamento.
O leiaute constam as informações de Entrada e Saída que iremos utilizar no algoritmo, ao depender da complexidade do algoritmo podemos ter vários leiautes a serem trabalhados.
Uma das situações relevantes ao preparar o leiaute é que vc. identifica quais são as variáveis que serão utilizadas no algoritmo, tanto de entrada como de saída com as suas características (nome, tipo e tamanho) não o conteúdo, pois isso dependerá do usuário.
Também se identifica o processo de entrada e o processo de saída do algoritmo.
Com o leiaute fica muito mais claro o que precisamos fazer e o que devemos fornecer ao usuário.
Quando colocamos uma frase na tela, a frase se chama “literal” ou “string”, essa é uma frase de saída, pois damos uma informação (título) ou solicitamos alguma ação do usuário;
Em amarelo constam as variáveis que iremos utilizar no algoritmo, ou seja, conseguimos identificar quais variáveis serão utilizadas. Na entrada o usuário irá digitar a informação que precisamos e na saída será fornecido o resultado após ter feito o processamento.
Observe que no contesto fica claro ao usuário o que iremos fazer (título) as informações que necessitamos (entrada) e o que iremos apresentar (saída)
Bem em termos de leiaute é isso que devia comentar com vc.
Um grande abraço até a próxima aula.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo,
Em continuidade a nossa análise explicarei sobre o Diagrama Hierárquico das Funções (DHF).
Podemos comparar o DHF a um organograma de uma organização.
A primeira função é o nome do algoritmo a ser desenvolvido
Depois trazemos a nossa realidade de TI dividimos em três partes Iniciar, Processar e Terminar que são as partes da TI ou seja Entrada, Processamento e Saída.
Outro ponto importante é que o nome de cada função deve estar no infinitivo, por ser ação a ser realizada.
Ao analisarmos uma função devemos esquecer das outras e nos concentrar somente na que iremos desenvolver, devemos observar que cada função é o que deve ser feito e não como deve ser feito.
Ao desenvolver a função Iniciar devemos pensar quais são as funções que fazem parte desta atividade;
primeiro devemos definir as variáveis, depois
Entrar com os dados, as informações que devemos tratar e que devem ser fornecidas pelo usuário.
Observe que existe uma hierarquia, primeiro definimos as variáveis para depois entrar com a informação.
Depois passamos a atuar na função de Processar, quais são as funções que fazem parte dela, no nosso exemplo, somente a função Calcular, como deve ser feito o cálculo é função do algoritmo não do DHF, por isso não devemos nos preocupar com isso neste ponto.
Posteriormente desenvolvemos a função Terminar que é a finalização do processo, ou seja, deve-se executar a função Mostrar resultado, ou seja apresentar o resultado do nosso processo.
Com essas etapas concluímos a análise ao desenvolvimento do algoritmo e o DHF ficou conforme apresentado, observe a hierarquia que existe das atividades a serem executas.
Agora é partir ao desenvolvimento do algoritmo.
Faremos isso no próximo vídeo. ok
Um grande abraço até lá.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo, novamente;
Nas aulas anteriores preparamos nosso leiaute, o DHF, agora vamos fazer o Algoritmo propriamente dito.
De posse do leiaute e do DHF, vamos acompanhar o DHF e escrever o que analisamos, colocamos um do lado do outro para visualizarmos as atividades de forma clara e objetiva;
Como apresentado anteriormente, começamos pela função Início e ela chama a função Definir variáveis, vamos no leiaute e encontramos as variáveis previamente analisadas, são elas n, p e r, como são numéricas vou definir como real, ou seja variável que têm ponto decimal;
Começamos pelo início, fazemos uma identação, que é deslocar as instruções, mais à direita da posição inicial, este é um ponto importante, pois o algoritmo fica muito mais visual e fácil a sua leitura, trata-se de uma das melhores práticas de programação.
Então vamos lá: Real: tipo da variável e definimos as variáveis que constam no leiaute (n,p,r), não podemos esquecer que o nome das variáveis são próximas ao seu conteúdo (n=número, p=potência e r=resultado), como já informado anteriormente.
Como não temos mais variáveis a serem definidas vamos para a próxima função que é ‘Entrar com dados’;
Escrevemos o que consta no leiaute, o título e as informações que necessitamos;
É importante observar que as instruções são verbos no imperativo, ou seja, uma ordem dada ao computador;
No caso ‘mostre’ verbo no imperativo que indica uma ação de saída;
Devemos observar que ao colocarmos uma literal ou string na tela está tem que estar entre “aspas”, pois se não estiver será considerado como variável e isto poderá causar um erro.
‘leia’ verbo no imperativo que indica uma ação de entrada;
Após escrevermos as instruções da função “Entrar com dados”, olhamos no DHF e observamos que não temos mais nada a fazer na função Entrada, então vamos a próxima função que é Processar e está chama a função Calcular;
A instrução é calcule r = n ** p; dois asteriscos indicam potência pode ser outra indicação conforme a linguagem de programação, n elevado a p, os dois asteriscos
Após escrever a função Calcular, nada mais temos a fazer nesta função e consequente encerrou a função Processar, então vamos a função Terminar.
Esta função chama a função Mostrar resultado que é a apresentação do resultado com a instrução Mostre ....
Observe que neste ponto apresenta a diferenciação entre Literal e variável na instrução.
Com isso encerramos o nosso algoritmo, com a palavra ‘fim’
Observe que ao fazermos o algoritmo somente escrevemos o que já havíamos analisado;
O que fazer ao olharmos ao DHF,
Que informações necessitamos e que apresentaremos ao olhar no leiaute e
O nosso conhecimento prévio que é o processamento alguma ação que conhecemos ou que estará descrito nos requisitos do algoritmo/programa.
Bem te vejo no próximo vídeo, um grande abraço.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo, novamente;
Nos vídeos anteriores fizemos passo a passo cada etapa da técnica, agora iremos fazer um algoritmo completo por isso o vídeo ficou mais longo.
Devo frisar que se trata de uma aula que dei aos meus alunos.
Vamos lá.
Bem te vejo no próximo vídeo, um grande abraço.
Este é mais um exemplo da estrutura sequencial para que se possa aprimorar mais a técnica.
Bem nesta aula apresento as definições sobre a estrutura de decisão e faremos um exercício para fixar os conceitos apresentados.
O exercício será de verificar se um número é par ou ímpar.
Este é o Macro Fluxo, onde as informações serão tratadas na tela tanto de entrada como de saída.
O Leiaute objetivo onde temos o que o programa irá fazer, as informações solicitadas ao usuário a variável que iremos acessar para verificar se é par ou ímpar.
Depois iremos apresentar o resultado se o número é par ou ímpar conforme a mensagem literal do leiaute e a variável ‘resp’ que constará se o número é par ou ímpar.
O nosso DHF será conforme apresentado, observe que após termos feito o cálculo, verifica-se se o resto = 0 para inserir a literal “par” e se o resto for diferente de 0 para inserir a literal “ímpar”. Tanto a pergunta positiva e a negativa devem constar no DHF e a ação de cada pergunta.
For fim apresentamos o resultado na função Mostrar dados.
Agora vamos ao nosso Algoritmo.
Todo algoritmo começa com o Início.
Observo o DHF e começo a definir as variáveis que constam no leiaute;
Observe que a variável resto, é uma variável de trabalho não consta no leiaute, mas é necessária ao processamento;
Na sequência definimos a variável resp deve ser feita em outra instrução pois trata-se de tipo diferente;
Encerramos a definição das variáveis e passamos a próxima função que é entrar com dados;
Onde colocamos o título do programa e a informação que necessitamos para executar o cálculo;
Recebemos a informação
Depois vamos para a próxima função que é calcular o resto da divisão;
Faz-se a pergunta sobre o resto, se for zero, colocamos a literal “par” na variável resp, se não for colocamos “impar” e encerramos a pergunta;
Posteriormente apresentamos o resultado com a instrução ......
E encerramos o algoritmo.
Observe que olhamos as análises feitas e apenas descrevemos como deve ser feito o algoritmo, não pensamos em nada apenas acompanhamos as análises feitas.
No próximo vídeo vamos trabalhar com looping ok.
Um grande abraço até lá.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo, novamente;
Nos vídeos anteriores demostrei as estruturas Sequencial e a Estrutura de decisão agora iremos definir a estrutura de Looping ou de Repetição.
É uma estrutura altamente importante que se utiliza praticamente em todos os programas profissionais.
Nesta Estrutura temos três tipos, são elas:
Repetição Contada
Onde você identifica no requisito funcional uma determinada quantidade de vezes que deve ser feita uma atividade.
Ao se utilizar desse tipo você não precisa se preocupar com a manipulação do contador, a própria instrução se encarrega dessa atividade.
A instrução normalmente é conforme apresentada “Para .....”
Lembrando que o incremento não for utilizado o padrão é 1;
Repetição Condicionada
Condicionada antes das instruções/comandos, (Enquanto)
Condicionada após as instruções/comandos (Repita)
A diferença principal nestas instruções é que no Enquanto (antes das instruções) conforme a condição pode ser que nunca execute, importante prestar atenção nisso.
No repita a instrução será feita pelo menos uma vez.
Você pode questionar, professor qual é o tipo de looping que devo usar? Você deverá usar aquele que você se sentir mais confortável.
Então nesse vídeo tratei das definições do looping, no próximo vamos utilizar dessas definições com exemplo de sua utilização. ok
Bem te vejo no próximo vídeo, um grande abraço.
Até lá.
Olá, Paz e bênçãos a você que está comigo, novamente;
No vídeo anterior demostrei as estruturas de Looping (Repetição) que existem.
Agora iremos demonstrar um exercício de uma das estruturas definidas a estrutura contada.
Vamos ler o exercício e analisar o porquê que esse exercício é de estrutura contada.
"Calcular a tabuada de um número qualquer"
Todos sabemos que uma tabuada vai de 1 até 10, este é um exemplo clássico, que se utiliza da estrutura contada.
O Macro fluxo representa o(s) hardware que iremos automatizar, no caso faremos um programa que as informações serão buscadas do terminal e serão enviadas ao terminal, conforme representado no Macro Fluxo.
No leiaute, apresenta-se o nome do programa as literais de solicitação da informação, representado em preto e as variáveis em vermelho que iremos utilizar em nosso algoritmo/programa.
Lembro que literal é uma frase que será colocada na tela e variável é o espaço em memória que iremos manipular, que tem quatro características nome, tamanho, tipo e conteúdo.
Dessa forma após acessar a variável com tabela que foi solicitada pelo usuário, teremos um looping contado até 10, faz o cálculo e apresenta o resultado, sempre dentro do looping.
Observe que neste exercício na mesma tela teremos as informações de entrada e as de saída.
No DHF, a flecha indica que é um looping com a sua condição, enquanto a variável cont não chegar a 10 se executa as funções de calcular e de apresentar resultado. Automaticamente o looping faz a somatória de mais um e verifica a condição, se não foi satisfeita volta as instruções, caso contrário executa a função de terminar.
Na rotina de iniciar, além das rotinas de Definir variáveis e Entrar com Dados.
Na função Terminar nada se faz, pois as apresentações de resultado foram feitas na função de processamento.
No Algoritmo com os leiautes e o DHF em mãos. A partir do DHF ao ler de cima para baixo e da esquerda para a direita detalhamos a solicitação feita no exercício.
Define-se as variáveis existentes no leiaute.
Informa o nome do programa por intermédio da literal;
Solicita a tabela que se deseja calcular;
Acessa a variável;
Definimos o looping contado, ao colocar o valor inicial da variável do looping até seu final.
No looping calcula-se o resultado da tabela;
Apresenta as informações conforme definimos no leiaute;
Automaticamente calcula-se o próximo contador;
Retorna ao looping,
Ao sair do looping.
Encerra o algoritmo.
Bem nesse vídeo tratei do exemplo de looping contado, espero que tenha gostado e entendido.
Qualquer dúvida estou a disposição.
Bem te vejo no próximo vídeo, um grande abraço.
Até lá.
Nesta aula apresento as definições de vetores e uma forma de classificar um vetor.
Este é um exemplo de Classificação, uma metodologia que irá te ajudar em muito em algumas situações no desenvolvimento de algoritmo.
Este é um exemplo de classificação de vetor, que poderá te direcionar a fazer outros tipos de classificação.
Este é um exemplo de pesquisa binária que se pode utilizar.
Agradeço por ter adquirido meu curso e tenho certeza no crescimento de seu aprendizado nesta matéria.
Que você tenha muito sucesso em sua caminhada.
Grande abraço.
Eleve seu Desenvolvimento em Algoritmos: Dominando o DHF e as Estruturas Fundamentais
Este curso irá revolucionar sua abordagem ao desenvolvimento de algoritmos, traz a clareza e facilidade ao que antes parecia obscuro. Com a utilização do Diagrama Hierárquico de Função (DHF), você será guiado através de uma jornada que tem transformado estudantes prestes a desistir em mestres do desenvolvimento de algoritmos.
A interação com o leiaute proporciona uma compreensão mais profunda, torna o desenvolvimento de algoritmos não apenas mais fácil, mas também mais claro. Você será capaz de visualizar a parte abstrata do problema, assim facilita o processo de solução.
Em "Como Desenvolver um Algoritmo com Clareza", você não apenas absorverá os conceitos apresentados, mas também os aplicará em qualquer linguagem de programação. Com todo o raciocínio lógico já adquirido, essa transição se tornará natural e intuitiva.
Este curso é indispensável para estudantes de tecnologia da informação, ciências da computação, sistemas de informação, engenharia da computação e áreas afins. Além disso, é ideal para aqueles que desejam mergulhar no mundo da programação, pois estabelece uma base sólida e essencial.
Ao contrário de simplesmente ensinar uma linguagem de programação específica, este curso concentra-se em fornecer os fundamentos universais que são aplicáveis em todas as linguagens. Você aprenderá:
1. As Células: Exercícios que simulam um ambiente computacional, proporciona uma compreensão completa das estruturas lógicas.
2. Técnica de Programação: Desenvolva seu lado criativo na elaboração de algoritmos, utiliza técnicas como Macro Fluxo, Leiaute e DHF.
3. Estruturas: Explore cada estrutura de forma individual para um entendimento aprofundado e o desenvolvimento da criatividade.
4. Aplicações Práticas: Descubra onde e como aplicar essas estruturas em algoritmos do mundo real, como classificação de dados e manipulação de vetores.
Com a conclusão deste curso, sua capacidade de desenvolver programas atingirá um novo patamar, ao impulsionar sua trajetória acadêmica e profissional. Não perca a oportunidade de dominar os fundamentos que são essenciais para o sucesso na área de desenvolvimento de software.