
Mapeando o Fluxo de Valor
Acompanhe nesta aula o professor Flávio explicando como funciona o mapa de fluxo de valor a partir de desenhos, gráficos e mapas. Cada ponto do mapa é importante para fazer uma relação com seus projetos, sprints e planos. O conhecimento das aulas anteriores é importante para o entendimento desta aula como um todo, se for necessário volte em outras aulas específicas para relembrar outros conteúdos já ensinados.
Técnicas de Priorização
Baseadas em Valor
Esquema Simples:
1, 2 e 3;
Alta, Média e Baixa;
Essencial e Desejável;
Método dos 100 pontos:
Atribuir nota de 0 a 100, onde 100 é a prioridade máxima;
Monopoly Money:
Atribuir valores monetários aos requisitos (pode usar técnica Fibonacchi);
Análise de Kano:
Exciters - Novidades do produto que agradam ao cliente;
Satisfiers - "Quanto mais melhor";
Dissatisfiers - Funcionalidade que se não tiver pode prejudicar o valor do produto, mas se tiver talvez não agregue tanto;
Indifferent - Tanto faz;
MosCoW:
Must Have - Fundamental;
Should Have - Importante;
Could Have - Agrega Valor;
Won't Have - Desejável, mas não afeta o valor do produto se não tiver;
Backlog Orientado a Riscos:
Identificar os riscos e incorporá-los ao backlog do produto;
Funcionalidade com baixo valor e alto risco devem ser evitadas ou terem baixa prioridade perante aos demais itens do backlog;
Identificar os riscos na elaboração do backlog inicial ajuda a mitigar os riscos de maior severidade/valor logo no início do projeto.
Balanceamento Risco x Valor
Como lidar com o Risco x Valor. Deve-se saber lidar com riscos, aproveitando-se do que é bom e usando técnicas de gestão de riscos. Existe um ciclo a ser seguido de acordo com o gráfico apresentado na aula pelo professor:
Avoid (Evitar) - Risco alto e pouco valor;
Deliver Last (Entregar por último) - Risco baixo e pouco valor;
Deliver First (Entregar primeiro) - Risco Alto e muito valor;
Deliver Next (Entregar depois do primeiro) - Risco baixo e muito valor;
Gráfico de Burndown
O gráfico de burndown demonstra a performance da equipe comparando o que foi planejado ao que foi entregue. Através desse gráfico, é possível verificar se a equipe está à frente ou atrás do cronograma para que sejam tomadas as medidas necessárias para adaptação, se necessário.
- Gráficos de exemplo no vídeo.
Gráfico de BurnUp
O gráfico de BurnUp é apresentado de uma maneira bem próxima ao BurnDown. A diferença é que ele vai exibir o total que foi planejado e o quanto a equipe do projeto já progrediu para alcançar esse objetivo. Este gráfico é mais utilizado para medir a entrega do projeto como um todo, permitindo prever se a entrega será feita na data estimada ou não.
Exemplos de gráficos no vídeo.
Gerenciamento do Valor Agregado
Com técnicas de Gerenciamento de Valor Ganhos (EVM), temos uma representação visual muito poderosa de um conjunto de medições que nos auxilia a verificar a saúde do nosso projeto frente aos objetivos.
Siglas:
BAC - Budget at Completion;
PV - Plan Value;
AC - Actual Costs;
SPV - Schedule Performance Variance;
CPV - Cost Performance Variance;
SPI - Schedule Performance Index;
CPI -Cost Performance Index;
Fórmulas:
PV = BAC * Iterações Completadas / Total de Iterações
EV = BAC * Unidades de Esforço Completadas / Total de Unidade de Esforço
SPV = EV - PV
CPV = EV - AC
SPI = EV / PV
CPI = EV / AC
Conceitos:
CPI < 1 - Custo acima do esperado;
SPI < 1 - Cronograma atrasado;
CPI = 1 - Custo dentro do esperado;
SPI = 1 - Cronograma dentro do esperado;
CPI > 1 - Custo abaixo do esperado;
SPI > 1 - Cronograma adiantado;
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Observação:
Este curso deve ser adquirido por maiores de 18 anos.