
A Formação em Analista Comportamental possibilitará a você a fazer uma análise do perfil de um candidato de forma muito mais precisa, para então escolher o perfil certo e preencher de uma vaga em sua organização ou na organização que você presta consultoria de forma muito mais efetiva. Se você é gestor ou líder, você obterá recursos para gerenciar e encaixar melhor um liderado ou subordinado em uma equipe para que ele tenha as melhores condições para dar os melhores resultados. Já se você é coach ou terapeuta, as ferramentas que estão nesta formação, serão uma poderosa via de autodescobertas para seus clientes se entenderem melhor e assim poderem compreender muitos dos seus padrões limitantes, bem como seus recursos que poderão serem usados para que a construção do seu futuro fique mais clara. Sem dúvida, ter esses recursos desta formação, além de qualificar para muito melhor seus serviços, também fará com que você aumente significativamente o valor de sua sessão.
Benefícios da Formação em análise comportamental:
. Proporcionar alto desempenho da equipe e alavancar os resultados
. Alta capacidade de recrutar talentos
. Alinhar objetivos da equipe com a cultura da empresa
. Domínio da ferramenta de análise comportamental
Analista Comportamental
O ASSESSMENT DISC, contém as chaves para relacionamentos saudáveis.
Com base no trabalho pioneiro de Harvard, o psicólogo: Dr. William Moulton Marston, Essa formação o habilitará também como Analista DISC, uma poderosa ferramenta de Assessment e mapeamento de perfil comportamental, contribuindo para sessões de Coaching, recrutamento e seleção, processos de desenvolvimento e muito mais, e é vendida em média por R$ 5.000,00, e você a receberá como bônus.
Importante: Você está recebendo essa ferramenta, pois a mesma se encontra em domínio público, e por essa razão posso dar a você gratuitamente.
A análise do comportamento, através do teste de perfil comportamental, proposta pelo trabalho de Ned Hermann é uma inovação, pois traça um perfil de cada um de nós a partir de um mapa comportamental, que indica qual a dominância cerebral de cada indivíduo, e como estas preferências determinam os nossos comportamentos e os valores que motivam a todos nós.
Uma ferramenta para ótimos recursos seus relacionamentos nunca se falou e buscou tantos para o “autoconhecimento”. O homem vem conhecer, cada vez mais, conhecer a si mesmo para alcançar o equilíbrio, a realização e o desempenho em suas relações interpessoais. Nós somos os protagonistas de nossas histórias e isto é fato, porém, também é real que somos influenciados pelo nosso meio e influenciadores do mesmo, cada qual em seu grau, é um possível formador de opinião em seu pequeno ou grande círculo de relacionamento. Em
Diante de nossas ideias de qualidade e de nossas mensagens, podemos reconhecer que nem sem que se comunicam nossas nossas análises são importantes de forma clara e sem problemas de entendimento. é: “Será que algum outro ouviu exatamente o que eu falei ou havia ruído em nossa comunicação que pudesse distorcer a mensagem”? Pois bem, a Análise Transacional, técnica psicológica sobre o pensamento, o sentimento e o comportamento das pessoas é embasada no fato de que interagimos fazendo uso de um de nossos estados de ego: Pai, três Adulto ou Criança, a questão é: a informação pode ser a mesma fonte, gerar e gerar o receptor da informação, ela pode manter o mesmo estado de preocupação.
Veja alguns exemplos:
1. Sempre que usarmos o estado de ego Pai, controlador ou protetor, fazemos um convite ao outro que se manifeste através de seu estado de ego Criança, submetido ou rebelde. Esta é favorável no estabelecimento de situação numa situação em relação e filho, extremamente favorável a quem é, por ser uma criança de difícil crescimento, e se manifesta em condições de situação em relação e filho, extremamente em quem é, por uma criança, que pode ser reprimido por uma criança que pode crescer e se manifesta em condições de situação ruim.
2. O estado de busca pode ser permitido para uma relação de interesse, ou seja, a busca pode ser permitida para ser cumplicável e de relacionamento favorável, ou-se, totalmente, não assumir. próprios atos, uma fuga de responsabilidades.
3. Quando utilizamos o estado de ego Adulto, fazemos um convite ao outro para trazer o seu Adulto também ao diálogo elevando-se, assim, o nível dessa relação, seja ela no ambiente profissional familiar ou mesmo afetivo, são aqueles momentos onde uma conversa racionalrá soluções propostas e compartilhadas busca para uma decisão otimizada. Se conseguirmos detectar o estado de outro, buscamos com maior facilidade o nível da versão para nós, pois podemos alterá-lo para alterar o convite ou uma versão do ego para buscar cada situação/relação. É importante que não esteja em estado de ego melhor ou pior, certo ou errado, todos são perfeitamente aceitáveis, o que difere o nível e a utilização dos mesmos.
Breve histórico e conceito da análise transacional
A análise transacional foi criada pelo médico e psiquiatra naturalizado americano Eric Berne, não final da década de 1950. Trata-se de uma teoria da personalidade e uma psicoterapia sistêmica que tem como objetivo o crescimento e a mudança pessoal. Os seus resultados contribuem com mudanças nos comportamentos, pensamentos e pensamentos do paciente e por esse motivo é encarada como filosofia de vida.
Essa área de estudo revelada esse nome porque Berne começou a se interessar pela relação entre as pessoas e a troca de estímulos e respostas (transações) que resultam desse contato. Ele também considera que todos nascem com o potencial de ser feliz, ter sucesso e manter manutenção de qualidade. No entanto, essa capacidade é limitada na medida em que os nossos clientes agem de acordo com as expectativas de terceiros, como a dos pais, por exemplo.
As suas pesquisas eram baseadas na observação das atitudes de seus pacientes e na conduta humana como um todo. Tudo isso porque o estudioso desconsiderava teorias que não pudessem ser demonstradas ou comprovadas na prática.
Como uma análise transacional é aplicada
A análise transacional estuda a forma como as pessoas pensam, sentem, agem e se relacionam. Ela se tornou um método muito eficaz para compreender o ser humano e propor soluções preventivas e transformadoras. Para isso, utiliza de instrumentos que permitem aos indivíduos conhecerem melhor o seu funcionamento interno e o dos outros. Isso contribui para que compreendam melhor os seus relacionamentos e percebam aquilo que deve ser alterado para melhorá-los. É um processo de constante evolução.
A teoria trabalha basicamente tentando recuperar como recurso inatas ao ser humano que são perdidas de acordo com as suas vivências e hipóteses estressantes e traumáticas sofridas principalmente durante a infância. Dessa forma, utilizam-se os conceitos de Estado de Ego, aliados ao conhecimento da história pessoal do indivíduo e ao seu comportamento.
Os estados de ego são o sistema de sentimentos de cada indivíduo, representando uma estrutura interna ou personalidade. A teoria considera que essa estrutura é composta de partes, designadas de Estado de Ego Pai, Estado de Ego Adulto e Estado de Ego Criança. Esses conceitos são considerados para colocar limites ao comportamento do indivíduo em relação ao outro.
Quando assumimos o Ego Pai, esperamos que o receptor utilize o Ego Criança, sendo que o emissor toma uma posição de controle da situação, enquanto o receptor estará submisso. Nas hipóteses contrárias, na qual o Ego Criança é assumido por quem comunica, espera-se do receptor o Ego Pai. Nesse caso, o emissor busca uma relação permissiva, de proteção e cumplicidade.
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Quando se trata de uma comunicação com o Ego Adulto, surge uma reciprocidade da outra parte. Ou seja, constitua-se uma relação nivelada na comunicação. Esse procedimento é o ideal para relações de trabalho. Nesse sentido, quando compreendemos uma maneira de nos comunicar, assim como os diferentes egos, passamos a realizar uma comunicação mais assertiva, uma vez que transmitir os nossos sentimentos e emoções de forma a ser entendida pelo receptor.
Como modelo de aprendizagem, uma análise transacional é realizada por meio de um contrato entre o terapeuta e o cliente. Nessa perspectiva, é o próprio paciente que coloca aquilo que deseja mudar na sua vida e o terapeuta deve apenas aceitar o desafio de ajudá-lo. As filmagens fingem contribuir para que o indivíduo alcance a autonomia de vida, usufruindo de melhor controle de seus pensamentos, pensamentos e comportamento, além de tornar-se mais apto para identificar e abdicar de atitudes que o atrapalhando de alguma forma.
A análise transacional faz parte de um programa de melhoria contínua, sendo que quanto mais você se conhece, mais habilidades de como usar sua comunicação terá e estará em constante aprimoramento. Essa teoria pode ser aplicada principalmente em locais e situações em que o relacionamento interpessoal é fundamental, como é o caso do ambiente corporativo.
MOTIVAÇÃO:
A motivação é geralmente definida como a "força, estímulo ou influência" que move uma pessoa ou organismo para agir ou reagir. De acordo com o dicionário Webster, motivação é "o caráter psicológico que estimula um organismo a agir" ou "a razão para a ação." Portanto, motivação se relaciona com o processo interno que "move, empurra, induz ou incita" a pessoa a fazer as coisas que ela faz. É "a chamada para ação" que nos estimula a iniciar comportamentos no mundo a nossa volta. "Necessidades, ímpetos e desejos" são citados tipicamente como motivos internos para o nosso comportamento. "Incentivos, recompensas e reforço" são considerados motivações derivadas de fontes externas.Uma das mais antigas teorias sobre motivação foi apresentada pelo filósofo grego Aristóteles. Aristóteles postulava que a motivação era o resultado de uma função do "apetite" que sempre operava com relação a algum resultado ou finalidade. De acordo com Aristóteles, esse "fim" era fornecido ou criado pelos processos do pensamento da percepção, da memória ou da imaginação contínua.
Na visão de Aristóteles era o "bem real ou aparente" de alguma consequência esperada, ou a imagem do "o que vai vir" originada em "referência ao que é o presente," que estimulava o organismo ativo a perseguir (se positivo) ou evitar (se negativo).
Sigmund Freud propôs o "princípio do prazer" como o mecanismo principal da motivação. De acordo com Freud, os organismos são conduzidos para "procurar as experiências prazerosas" e "evitar a dor," uma noção que reflete com clareza o conceito de "apetite" de Aristóteles.
As teorias cognitivas modernas sobre motivação também se espelham no modelo de Aristóteles, postulando que a motivação é derivada principalmente dos mapas cognitivos internos ou das "expectativas" das consequências potenciais das diferentes ações. De acordo com a perspectiva cognitiva, as expectativas relativas aos resultados projetados do comportamento de alguém são a principal fonte de motivação. A partir desse ponto de vista, como as pessoas se sentem e o que elas fazem, depende dos valores a que elas dão importância e das causas que elas atribuem às consequências esperadas. Sólidas expectativas "positivas," por exemplo, podem empurrar as pessoas para despender um esforço extra na esperança de atingir algum resultado desejado. Consequências esperadas que são percebidas como "negativas," por outro lado, vão levar a pessoa a se esquivar ou a uma apatia.
Além da dor e do prazer, "necessidades" e "ímpetos" também estão associados com a motivação. A partir da perspectiva da teoria dos sistemas, por exemplo, a necessidade para um sistema manter o balanço ou a homeostase é considerada como uma das fontes fundamentais da motivação nos organismos. De acordo com a cibernética, o desvio de um estado desejado conduz automaticamente para medidas corretivas para tentar recuperar o estado. O comportamento "procura por comida", por exemplo, seria motivado pela "fome" que ocorre como resultado do desequilíbrio psicológico criado por algum grau de privação de comida.
A teoria da auto-organização iria enxergar as "consequências," "expectativas" ou "necessidades" como tipos de "atratores" enquanto o resto do sistema "se auto-organiza" a fim de produzir algum tipo de estado estável ou padrão.
Alguns modelos de motivação simplesmente conectam a motivação com associações aprendidas ou condicionantes, sugerindo que é ela essencialmente mecânica e programada pela repetição ou reforço externo. Essas teorias de aprendizado e motivação são centradas em torno do paradigma do ‘arco reflexo’ que nós aproveitamos em alguns estímulos sensoriais, que causa alguma reação e que é reforçada subsequentemente tanto positiva como negativamente. Tentativas para motivar os outros, baseadas nas pressuposições do arco reflexo, muitas vezes, se concentram em toda parte dando estímulos mais claros para as pessoas, e fornecendo ‘reforços’ apropriados em termos de elogios, recompensas monetárias, benefícios adicionais, etc. De qualquer modo, grande parte da pesquisa proposta para suportar o paradigma do ‘arco reflexo’ tem sido feita com ratos, pombas e cachorros, e é contudo, incapaz de esclarecer muitos fenômenos relacionados com a motivação que parecem ser independentes de reforços externos. Leonardo da Vinci, por exemplo produziu sozinho suas volumosas anotações, sem a necessidade de qualquer ‘arco reflexo’ óbvio fornecendo ‘recompensas’ externas, como dinheiro ou elogios. Esse tipo de alto grau de automotivação interna parece ser um padrão comum nos que trabalham em atividades criativas e nos gênios.
A "hierarquia" de "valores" ou "critérios" de uma pessoa, por exemplo, irá exercer grande influência na maneira desta pessoa agir no mundo. A hierarquia de valores se relaciona com o grau de importância ou significado que a pessoa incorpora a várias ações e experiências. Um exemplo de ‘hierarquia de valores’ seria o de uma pessoa que dá mais valor aos ‘relacionamentos’ do que as ‘realizações.’ Tal pessoa tende a colocar seus relacionamentos "em primeiro lugar." Ela provavelmente estrutura sua vida a fim de manter bons relacionamentos mais do que completar tarefas e objetivos. Uma pessoa cuja hierarquia de critérios coloca a ‘realização’ acima dos ‘relacionamentos’ age, de forma constante, com prioridades diferentes. Ela pode sacrificar seus relacionamentos a fim de alcançar o sucesso.
Estratégias de motivação
As estratégias de motivação são uma das sete categorias de estratégias básicas identificadas pela PNL. As outras são: a memória, o aprendizado, a criatividade, a decisão, a realidade e a crença (ou persuasão). As estratégias de motivação se relacionam com a sequência de etapas e operações cognitivas que as pessoas passam a fim de que elas mesmas se inspirem para fazer tudo que é necessário para conseguir o que elas querem.
As estratégias de motivação são similares aos processos envolvendo o ensaio mental, como o Gerador de Novos Comportamentos e da Ponte ao Futuro, apesar deles diferirem em aspectos importantes. Tanto o ensaio mental como as estratégias de motivação envolvem o uso da imaginação e da visualização. O propósito principal do ensaio mental, entretanto, é preparar a sua própria imaginação para reagir e se comportar da maneira que se quer em algumas situações no futuro. As estratégias de motivação são maneiras para estimular ou impulsionar a si próprio em direção a um sonho, uma meta ou objetivo. A motivação, por exemplo, pode ser necessária para conseguir que alguém passe pelo ensaio mental de qualquer maneira.
Uma maneira da PNL tratar de tais conflitos entre as consequências de curto e de longo prazo é através do uso das linhas do tempo e do "contexto como se", a fim de criar a "previsão daquilo que está mais distante no tempo." Isso envolve o uso da visualização e da criação de uma experiência do futuro associada.
Além de ajudar a criar expectativas positivas, as estratégias de motivação são procedimentos que ajudam as pessoas a mobilizar e dirigir as suas próprias fontes interiores de motivação. As estratégias de motivação são formadas tipicamente em torno de valores fundamentais ou "critérios." Para compreender nossos próprios valorese critérios, considere por um momento a seguinte pergunta: "O que o motiva em geral?" "O que o inspira?" "O que o move para a ação, ou o que faz com que saia da cama de manhã?"
Possíveis respostas seriam:
· Sucesso
· Elogios
· Reconhecimento
· Amor e aceitação
· Ter um objetivo para algo que eu quero (uma casa, educação, um corpo esbelto, um emprego, uma causa)
· Fazer uma diferença no mundo
Isso são exemplos de "critérios" ou "valores" que formam a base das estratégias de motivação das pessoas. Lógico, a próxima pergunta a ser feita seria: "Como você sabe se algum comportamento ou consequência se ajusta ao critério ou valor particular?" A PNL chamaria essas condições de suas "equivalências de critérios" ou "evidências." Esses são baseados tipicamente muito mais no sensorial do que em seus próprios valores ou critérios, e podem ser influenciados pelas várias qualidades sensoriais de uma experiência.
Considere os meios que as suas percepções sensoriais influenciam no seu grau de motivação. Pense numa propaganda da televisão que, por exemplo, o fez querer possuir aquele produto anunciado. O que tinha no anúncio que deu vontade de sair e comprar o produto? Foi a cor, o brilho, a música, as palavras, o tom de voz, os movimentos, etc.? Essas características particulares são conhecidas como "submodalidades" na PNL, e muitas vezes, desempenham um importante papel nas estratégias de motivação das pessoas.
Referências:
Parable of the Porpoise, (Treinamento de Golfinhos); Dilts, R., 1992.
A Estratégia da Genialidade II; Dilts, R., Summus Editorial
Artigo "Motivation" publicado no site www.nlpu.com de Robert Dilts
Piramide de Maslow
A Pirâmide de Maslow, também chamada de hierarquia das necessidades de Maslow, é um conceito criado na década de 50 pelo psicólogo norte americano Abraham H. Maslow. Seu objetivo é determinar o conjunto de condições necessárias para que um indivíduo alcance a satisfação, seja ela pessoal ou profissional. De acordo com a teoria, os seres-humanos vivem em busca da satisfação de determinadas necessidades. Para o psicólogo, a perspectiva de satisfação dessas necessidades é o que gera a força motivadora nos indivíduos. A pirâmide de Maslow é usada, então, para demonstrar a hierarquia dessas necessidades. Ou seja, descreve quais são as mais básicas (base da pirâmide) e as mais elaboradas (topo). As necessidades base são aquelas consideradasnecessárias para a sobrevivência, enquanto as mais complexas são necessárias para alcançar a satisfação pessoal e profissional.
A pirâmide de Maslow. (fonte)
Como você pode ver, a pirâmide possui cinco níveis: fisiologia, segurança, amor e relacionamentos, estima e realização pessoal. No decorrer do texto, explicaremos melhor cada um deles.
Quem foi Abraham Maslow?
Abraham Harold Maslow ( 1908 — 1970) foi um psicólogo e pesquisador norte americano. Seu trabalho mais difundido foi, sem dúvida, a hierarquia das necessidades.
O psicólogo trabalhou para o MIT, tendo fundado o centro de pesquisa National Laboratories for Group Dynamics.
Além da pirâmide das necessidades, Maslow trabalhou também com pesquisas voltadas à dinâmicas e interações entre grupos, além de técnicas de resolução de conflitos.
Hierarquia de Necessidades de Maslow
Para Maslow, as necessidades do ser-humano precisam ser saciadas de maneira hierárquica. Ou seja, antes de começar a pensar nas suas necessidades de segurança, um indivíduo precisa, necessariamente, contar com a satisfação de todas as necessidades na seção anterior.
NÃO ESQUEÇA COACH, de que a Pirâmide de Maslow pode ser usado como ferramenta de assessment, ou seja, uma ferramenta de acesso para diagnosticar os gaps de seu cliente e eliminá-los através de um plano de ação.
RECURSOS PARA SUPERAR AS ADVERSIDADES
Quer queiramos ou não, uma adversidade faz parte da vida. Superar como adversidades é um dos maiores obstáculos que enfrentamos. Os problemas, sejam grandes ou pequenos, apresentam-se durante toda a nossa existência. Independentemente de quão animado, inteligente, ou conteúdo estimado em nenhum momento, Usar a vida nos correr para mil maravilhas, inesperadamente todos nós, algumas vezes, somos confrontados com problemas, problemas, desafios, dificuldades. É como encontrar fósseis de teste, para vermos que fibras são feitas, como é que sofrem algumas situações catastróficas e angustiantes.
Não pretendo passar uma mensagem com quanto mais adversidade é melhor, nem sou solicitante de que sofrimento é algo de bom. Não, o sofrimento incapacitante não é benéfico. Ainda assim, não invalido que pensamos nele como uma realidade que acontece na vida de cada um de nós, certamente em número e intensidade diferente de pessoa para pessoa. Quando acontece, aceitável-lo é uma parte da estratégia para liberar mais sofrimento. Aceitar-lo pode constituir uma forma de reestruturação e seguir em frente.
Conforme Havelock Ellis escreveu: “A dor e a morte são parte da vida. Rejeitá-las é rejeitar a própria vida. "
Na verdade, graças a Deus pela adversidade! Aprender a lidar e superar como adversidades, é quem nos faz ser quem somos. Cada desafio, cada dificuldade que enfrentamos com sucesso, serve para fortalecer nossa força de vontade, confiança e capacidade de vencer os obstáculos futuros.
Heródoto, filósofo grego, disse: “ A adversidade tem o efeito de afetar a força e as qualidades de um homem que são os critérios adormecidos na sua ausência. "
Quando você responde de forma positiva e construtiva aos seus maiores desafios, como qualidades e forças como força, coragem, caráter, combatividade, esperança e perseverança que surgem lá dentro. É claro que, dado que somos humanos, é muito fácil cair na auto-piedade, injustiça da vida ou armadilha do “por que eu? ”. Quando faz isso, deixa de reconhecer as oportunidades de sabedoria e crescimento que acompanham a adversidade.
No entanto, assim que você consegue ou nos permite pensar mais claramente, que somos capazes de deixar uma vitimização autodestrutiva e pensamentos improdutivos, também ficamos mais capacitados para lidar com quem está diante de nós.
DICAS PARA SUPERAR A ADVERSIDADE
1. Esteja atento e aceite a adversidade inevitável na vida
Como já foi referido, uma adversidade faz parte da vida. Uma vez que não tenha acesso a algum infortúnio, não aceite ou resista - ele fará com que persista. Não quero dizer isso, que sejamos passivos ou complacentes com adversidades e que não aceitamos - nada que façamos para minimizar ou recuperar dela. Não é nada disso, o que quer dizer é que aceitar é um caminho para desprender e reestruturar-se. É uma forma viável de procurar caminhos alternativos e seguir em frente.
Onde quer que possa existir alguma forma de adversidade, mesmo que não seja nossa. Há inundações, tsunamis, pandemias, guerras e calamidades de todos os tipos. Mesmo dentro do seu próprio círculo de familiares e amigos há perda, morte e tragédia. Embora a dor seja inevitável, o sofrimento exacerbado é opcional. Tal, como contraste a felicidade é possível mas é opcional. Então o que podemos fazer?
2. Construa os seus recursos internos
Antes de adversidade ou atinja, deve propor-se a trabalhar no seu equilíbrio emocional, através do desenvolvimento da sua inteligência emocional com recursos emocionais e cognitivos que sustentam a sustentabilidade emocional.
Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, você pode se preparar mentalmente para enfrentar as adversidades, semelhantemente ao sentir um soldado que vai para a guerra. Ele (ou ela) prepara-se física e mentalmente para qualquer possibilidade. Na maioria das vezes, quando você está preparado para o pior, o pior nunca acontece, ou é muito menos grave do que o previsto.
Atenção, não estou dizendo que devemos seguir em movimento na vida sempre em alerta, aonde está o perigo ou com o sentimento de que estamos vivendo eminência nos acontecimentos inesperados. Não, isso não é benéfico, pelo contrário, pode ser contraproducente. Mas tal como um médico, um enfermeiro, um bombeiro, um paramédico ou você mesmo pode preparar um curso de primeiros socorros para agir em consonância quando for necessário salvar uma vida em um afinador eminente, assim como nós também faremos.
A preparação para reagir, para executar e saber como executar em situações difíceis, é como um Kit de Primeiros Socorros para quando o "azar" é batido na porta. Se você tiver e souber usar, certamente evitará danos maiores.
Outro recurso valioso é uma autoconfiança. A Confiança que tudo vai dar certo, a esperança de que sempre existe uma luz no fim do túnel, e a esperança de que esse infortúnio também passará. Tudo na vida tem seu lugar e propósito, cabe-nos a nós fazer essa gestão.
3. Construa seus recursos externos
Construa um sistema de apoio baseado na família e nos amigos. Quando as coisas ficam difíceis, todos nós precisamos encorajar e apoiar. Precisamos de alguém com quem conversar, alguém para ajudar a aliviar o fardo. Você ficaria surpreso ao descobrir quantas vezes um amigo teve uma experiência semelhante e pode ajudar a guiá-lo no momento difícil.
O fato de saber que um amigo está lá quando você precisa dele, pode ser muito reconfortante. Se sua condição apresentada não for adversa para ultrapassada, poderá gerar problemas psicológicos como depressão ou ansiedade.
4. Aquilo que não mata nem sempre faz você mais forte
Desculpe Nietzsche, mas não posso concordar integralmente na afirmação, “ o que não nos mata se torna mais forte ”, ela não é completamente realista. Por exemplo, se você não tiver construído e desenvolvido tipos de resistência ou experiências úteis para lidar com dificuldades, uma adversidade pode ser destruída. Por outro lado, se você tiver resistência suficiente, se desenvolver e for exercido esforços, então na verdade isso fará com que você fique mais forte. Como assim, você pergunta?
A Resiliência como qualquer músculo no corpo é construído gradualmente e exponencialmente com uma exposição repetida aos obstáculos e às forças externas. Não é difícil, se você não pratica o enfrentamento de obstáculos (como você pode evitá-los), se você decidir ainda assim proporcionalmente ao desafio de tentar, uma coisa que certamente é mal executada, um evento traumático pode cair-lo.
Como tudo na vida, uma preparação é amiga da eficácia e do sucesso.
Para destacar este ponto, as pesquisas mostradas sobre crianças traumatizadas são mais, e não menos, prováveis de virem a sofrer novamente algum tipo de trauma ou consequência negativa. Da mesma forma, aqueles que crescem em bairros sofrem uma propensão ao desequilíbrio emocional, tornam-se mais suscetíveis à adversidade, não se tornam mais resistentes, e são mais propensos a debater-se na vida.
5. Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com a adversidade
Há muitas histórias e biografias em livros, séries e até mesmo na família que são inspiradoras, pessoas que superaram obstáculos aparentemente intransponíveis. Eles triunfaram sobre como suas adversidades para viver uma vida produtiva e bem-sucedida, em vez de renderizá-las.
Não quero com isso dizer que ao ver, ler ou assistir aos feitos dos outros problemas permanecem resolvidos, ou que isso diminui ou que sente. Provavelmente não, e essa não é minha intenção.
Ao tomar consciência das estratégias e formas que essas pessoas acionam e / ou utilizam para fazer face aos seus problemas ou para o encontro de seus sonhos e objetivos, podem promover e estimular em caso de mudança de perspectiva na sua situação. Esta mudança de perspectiva pode ser promotora para descobrir novos caminhos para solucionar as adversidades que você pode encontrar ou encontrar.
Alguns exemplos de pessoas que superaram as adversidades na sua vida:
Helen Keller: Perdeu a visão e a audição devido a uma febre misteriosa quando teve apenas 18 meses de idade. Ela superou um surdez e a cegueira, tornou-se uma mulher forte e com formação e promoveu os direitos das mulheres.
Winston Churchill: Superou um problema de pobreza e desempenho fraco na escola, para tornar o primeiro ministro do Reino Unido e um dos mais importantes líderes políticos do século XX. Ele também era conhecido pelos seus discursos avançados e empolgantes.
Wilma Rudolph: Nasceu prematuramente, foi uma vigília de vinte e dois filhos. Ela superou uma pneumonia dupla, escarlatina e poliomielita para tornar-se vítima de três medalhas de ouro na pista nos Jogos Olímpicos de Roma em 1960.
Lance Armstrong: Superou os testes de câncer que se espalharam para o cérebro e pulmões (foi o que havia uma chance de apenas 40% de sobreviver) para voltar e ganhar o Tour de France mais sete vezes!
JK Rowling: Nasceu em uma família pobre, saiu de um casamento péssimo com um bebê e viveu na ajuda do governo, escreveu o seu primeiro livro de Harry Potter e foi rejeitado pela maioria dos editores até a Bloomsbury Publishing produzir seu próprio valor. Preciso dizer mais?
A determinação, superação e persistência permitiram que todas essas grandes pessoas ultrapassassem suas adversidades e fossem bem-sucedidas. Se eles conseguiram fazer isso, certamente o resto de nós pode invocar a força e a coragem para pelo menos tentar superar as nossas adversidades!
Em síntese:
· Os tempos difíceis que acontecem na nossa vida, podem ajudar a compreender e apreciar os momentos em que as coisas correm bem.
· Veja para oportunidades de aprendizagem que todas como situações adversas.
· Decida que sua experiência vai permitir o crescimento, sair mais forte ou usar o aprendizado. Dependendo da forma como você interpreta uma situação, acha que poderia olhar para uma outra forma, de preferência mais capacitadora.
Lembre-se de que a adversidade faz parte da vida. Quando resolvemos enfrentar e superar, tornamo-nos especialistas em lidar com ela e, consequentemente, promove ou triunfo sobre as nossas lutas do dia-a-dia.
Vivo: Como Obter Clientes de Coaching para e Terapia, e Como Manter-se Atualizado na Profissão
Nesta edição, abordamos alguns pontos importantes para quem o profissional de coaching ou terapia pode estar orientado em relação às tendências de mercado e em relação ao seu próprio trabalho.
Também é uma forma de obter clientes pagantes para seus serviços rapidamente.
Encontre mais informações sobre implementação da estratégia comentada ao vivo a partir da próxima aula, onde abordar Neuroestratégias para venda de serviços de Coaching, Terapia e demais serviços.
Olá meu colega..
Parabéns por ter chegado até aqui, mas você pode ir além!
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Cúpula Conceitual
Imagine um novo tempo, com mudanças ativadas na velocidade do pensamento, e com tecnologias criando um cenário extremamente perturbador, mas em contrapartida, repleto de oportunidades. Ser disruptivo significa criar um novo nicho em um mercado, suprindo requisitos não contemplados tradicionalmente por uma estratégia de banco de dados, pois as necessidades humanas estão satisfeitas, mas os analistas não ..
Cenários e Tendências – o que vem pela frente
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Benefícios da Formação em Análise Comportamental:
Desempenho Superior da Equipe: Aprenda a identificar e desenvolver as habilidades e comportamentos necessários para alavancar os resultados de sua equipe.
Recrutamento Eficiente: Adquira a capacidade de selecionar os melhores talentos com precisão, economizando tempo e recursos.
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Conclusão
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Um grande abraço e te espero na formação...
Luis Lindner