
Diferença entre Risco e Perigo
Nesse video vamos apresentar algumas definições básicas dentro da ampla quantidade de termos dentro da gestão de riscos.
Ao utilizar a diferença entre risco e perigo, partimos do pressuposto de que todo observador precisa de uma diferença ou distinção, porque de outra forma não poderiamos caracterizar o que pretendemos observar. Um observador não pode observar o outro lado da diferença quando está usando a diferença, porque a transição de um lado para outro necessita de tempo. É por isso que quem observa com o olhar do risco não pode - ao mesmo tempo - observar com o olhar do perigo.
O que é risco?
Risco é a probabilidade de um dado evento ocorrer, seja ele uma amaeça quando ela é negativa ou uma oportunidade quando ela for positiva. Os riscos podem ser divididos em cinco categorias que são riscos físicos, quimicos, ergonomicos, biologicos e de acidentes.
Perigo é uma ou mais de uma condição que tem o potencial de causar ou contribuir para que um evento ou risco ocorra.
Os perigos podem ser relacionados a segurança, saúde ou ao meio ambiente.
A percepção de risco é uma junção de muitos fatores
Consequências antecipadas
O que acreditamos que acontecerá a seguir? Estamos otimistas de que nossos planos serão positivos? Claro! Nós tendemos a acreditar que o nosso caminho é o caminho certo. Se eu vou usar uma esmerilhadeira sem minha proteção para os olhos e não acredito que algo vai entrar em meus olhos, é improvável que eu resolva esse problema. Se eu trabalho em uma cultura onde ninguém me impedirá de fazer essa tarefa perigosa, não me surpreenderia que fizesse o perigoso para economizar tempo ou ficar mais à vontade. Se a maneira segura de fazer o meu trabalho é ir até a sala de ferramentas para obter a ferramenta necessária e a pessoa da ferramenta nunca está lá e não consigo encontrar meu capataz para pedir a ferramenta, é provável que eu veja o custo para resolver este problema como muito grande e vou usar a ferramenta errada. Minha recompensa é que eu me economizei algum tempo e consegui terminar o trabalho.
LESÕES NAS COSTAS E O FATOR HUMANO
Apesar de inúmeros regulamentos, procedimentos e normas rigorosas, além dos estudos sobre a biomecanica humana, doenças relacionadas ao levantamento de cargas ainda tem acometido muitos trabalhadores, esse tipo de mau ainda aflige milhões em todo o mundo, nos mais diversos segmentos de trabalho formal ou informal, industrial ou não.
Ainda que exista equipamentos, ferramentas e informações que os auxiliem, os serem humanos não são perfeitos. Novas formas de olhar o ser humano devem ser incorporadas nas organizações, não como mera ferramentas, mas como um ser racional com poder de decisão entre o que é certo e errado, entre o que te faz bem ou o que te faz mau.
Segundo a OMS - Organização Internacional de Saúde, mais de 80% da população mundial sofre de dores na região lombar, segundo pesquisa do MS - Ministério da Saúde que revelou que cerca de 27 mihões de adultos sofrem com dor na coluna, esse problema representa prejuízos financeiros para as empresas, as dores lombares são hoje em dia a maior causa de afastamento do trabalho em pessoas que tem menos de 45 anos de idade, isso representa um grande impacto nas contas previdencias porque a maior parte dos afastados ainda são trabalhores ativos.
Origem das Ténicas de Gerenciamento dos Riscos
O crescimento da produção industrial, em especial a indústria siderúrgica, impulsionado pela fabricação de automóveis, aumentou a quantidade de empregados e consequentemente dos acidentes, resultando em muita pressão por parte dos sindicatos por melhoria nas condições de trabalho. Essa demanda prevencionista motivou a criação das técnicas de análise de risco numa tentativa de identificar e implementar medidas de controles consistentes e eficazes.
Neste video você aprenderá a diferenciar risco de perigo. Exemplo práticos são apresentados para aprendizado e fixação do conteúdo
A hierarquia no controle de riscos é fundamental para o gerenciamento de riscos
10 mandamentos da prevenção são primiordaidas para pevenção de acidentes.
10 técnicas de análise de riscos Parte I
Neste video veremos 10 técnicas de análise de riscos Parte I
De acordo com a NBR 31000 - Gestão de riscos - Principios e diretrizes
A finalidade da avaliação de riscos é auxiliar na tomada de decisões com base nos resultados da análise de riscos, sobre quais riscos necessitam de tratamento e a prioridade para a implementação do tratamento. A avaliação de riscos envolve comparar o nível de risco encontrado durante o processo de análise com os critérios
de risco estabelecidos quando o contexto foi considerado. Com base nesta comparação, a necessidade do tratamento pode ser considerada.
A análise de riscos pode ser realizada com diversos graus de detalhe, dependendo do risco, da finalidade da análise e das informações, dados e recursos disponíveis. Dependendo das circunstâncias, a análise pode ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa, ou uma combinação destas
10 técnicas de análise de riscos Parte II
Neste video veremos 10 técnicas de análise de riscos Parte II
De acordo com a NBR 31000 - Gestão de riscos - Principios e diretrizes
A finalidade da avaliação de riscos é auxiliar na tomada de decisões com base nos resultados da análise de riscos, sobre quais riscos necessitam de tratamento e a prioridade para a implementação do tratamento. A avaliação de riscos envolve comparar o nível de risco encontrado durante o processo de análise com os critérios
de risco estabelecidos quando o contexto foi considerado. Com base nesta comparação, a necessidade do tratamento pode ser considerada.
A análise de riscos pode ser realizada com diversos graus de detalhe, dependendo do risco, da finalidade da análise e das informações, dados e recursos disponíveis. Dependendo das circunstâncias, a análise pode ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa, ou uma combinação destas
11 técnicas de análise de riscos Parte III
Neste video veremos 11 técnicas de análise de riscos Parte III
De acordo com a NBR 31000 - Gestão de riscos - Principios e diretrizes
A finalidade da avaliação de riscos é auxiliar na tomada de decisões com base nos resultados da análise de riscos, sobre quais riscos necessitam de tratamento e a prioridade para a implementação do tratamento. A avaliação de riscos envolve comparar o nível de risco encontrado durante o processo de análise com os critérios
de risco estabelecidos quando o contexto foi considerado. Com base nesta comparação, a necessidade do tratamento pode ser considerada.
A análise de riscos pode ser realizada com diversos graus de detalhe, dependendo do risco, da finalidade da análise e das informações, dados e recursos disponíveis. Dependendo das circunstâncias, a análise pode ser qualitativa, semiquantitativa ou quantitativa, ou uma combinação destas
O que é uma Análise de Segurança no Trabalho?
A Análise de Segurança no Trabalho em muitas empresas são chamadas de AST ou JSA em inglês. Uma análise de segurança do trabalho (AST) é um procedimento que ajuda a integrar princípios e práticas de segurança e saúde aceitos em uma tarefa ou operação de trabalho específica. Em uma AST, cada etapa básica do trabalho é identificar perigos em potencial e recomendar a maneira mais segura de fazer o trabalho. Outros termos usados para descrever esse procedimento são a Análise de Risco no Trabalho e a Análise de Falhas no Trabalho.
Análise de causa e efeito
É um método para identificar as causas prováveis dos problemas
(Também conhecido como diagramas de causa e efeito, diagramas espinha de peixe, diagramas de Ishikawa, diagramas espinha de peixe e diagramas de Fishikawa.)
Quando você tem um problema sério, é importante explorar todas as coisas que podem causar isso, antes de começar a pensar em uma solução.
Dessa forma, você pode resolver o problema completamente, na primeira vez, em vez de apenas resolver parte dele e fazer com que o problema seja executado indefinidamente.
A análise de causa e efeito oferece uma maneira útil de fazer isso. Esta técnica baseada em diagrama, que combina Brainstorming com um tipo de mapa mental , leva você a considerar todas as causas possíveis de um problema, em vez de apenas aquelas que são mais óbvias.
O que é os “5 Porquês”?
Os “5 Porquês” é uma técnica para encontrar a causa raiz de um defeito ou problema.
É uma técnica de análise que parte da premissa que após perguntar 5 vezes o porque um problema está acontecendo, sempre relacionado a causa anterior, será determinada a causa raiz do problema ao invés da fonte de problemas.
Esta ferramenta é muito usada na área de qualidade, mas na prática se aplica em qualquer área, e inclusive pode ser muito útil em seu dia a dia.
É uma ferramenta simples de resolução de problemas que foi desenvolvida por Taiichi Ono, pai do Sistema de Produção Toyota e consiste em formular a pergunta “Por quê” cinco vezes para compreender o que aconteceu (a causa-raiz). Nada impede, porém, que mais (ou menos) do que 5 perguntas sejam feitas. O número 5 vem da observação de Ono de que esse número costuma ser suficiente para se chegar a causa raiz.
O método Bow-Tie (ou “Gravata Borboleta”) é uma ferramenta de análise de riscos amplamente utilizada em setores de alto risco, como petróleo e gás, mineração, química, aviação e segurança do trabalho. Seu nome vem da forma gráfica que se assemelha a uma gravata borboleta: no centro está o evento crítico ou indesejado, à esquerda as causas que podem levar a ele, e à direita as consequências que podem surgir se ele ocorrer.
A ideia central da metodologia é visualizar a relação entre causas, barreiras de prevenção, evento crítico, barreiras de mitigação e consequências. Isso ajuda a simplificar sistemas complexos e tornar os riscos mais compreensíveis tanto para especialistas quanto para gestores e operadores. Diferente de análises apenas quantitativas, o Bow-Tie valoriza a clareza e a comunicação.
No lado esquerdo da “gravata”, temos as ameaças ou causas potenciais. São os eventos iniciadores que, se não controlados, podem desencadear o evento crítico. Exemplos incluem falha de equipamento, erro humano ou condições externas adversas. A identificação dessas ameaças é essencial para que se possa planejar defesas eficazes.
Entre as ameaças e o evento crítico posicionam-se as barreiras de prevenção. Elas são as camadas de defesa que evitam que uma causa chegue a gerar a ocorrência indesejada. Essas barreiras podem ser técnicas (como válvulas de alívio), organizacionais (como procedimentos de trabalho) ou humanas (como treinamentos). A robustez dessas barreiras é o que reduz a probabilidade do evento central acontecer.
No centro do diagrama está o evento crítico ou “top event”. Esse ponto é a virada: significa que todas as barreiras de prevenção falharam, e o evento indesejado ocorreu. Exemplos: vazamento de produto químico, explosão, queda de trabalhador, incêndio em tanque. O Bow-Tie não busca eliminar totalmente esse risco, mas reduzir sua probabilidade e preparar medidas para lidar com ele caso ocorra.
No lado direito do Bow-Tie estão as consequências. Elas representam os danos possíveis decorrentes do evento crítico: impactos à saúde, segurança, meio ambiente, patrimônio ou imagem da organização. Listar essas consequências permite ter uma visão clara da gravidade do risco e do alcance que ele pode ter.
Entre o evento crítico e as consequências entram as barreiras de mitigação. Estas são medidas que não evitam o evento, mas limitam ou reduzem seus efeitos. Exemplos: sistemas de combate a incêndio, planos de evacuação, EPIs adequados, sistemas de contenção secundária, planos de resposta a emergências. Quanto mais robustas forem essas barreiras, menor será o impacto final.
Um ponto forte da metodologia é a integração com a gestão de barreiras. No Bow-Tie, cada barreira é analisada em termos de sua eficácia, confiabilidade e condições de manutenção. Isso permite às empresas não apenas identificar quais barreiras existem, mas também monitorar sua integridade ao longo do tempo, estabelecendo auditorias, indicadores e planos de melhoria.
Além de ser uma ferramenta de análise de riscos, o Bow-Tie é também um instrumento de comunicação. O diagrama é visual, intuitivo e fácil de ser entendido por diferentes níveis da organização. Isso facilita treinamentos, conscientização e engajamento dos trabalhadores, que conseguem ver de forma clara como suas ações contribuem para a segurança da operação.
Por fim, o Bow-Tie se destaca porque combina elementos de análise qualitativa e quantitativa, permitindo tanto uma visão descritiva do risco quanto, se necessário, uma avaliação probabilística. Ele traduz a complexidade dos sistemas em uma representação acessível, mas ao mesmo tempo robusta, sendo hoje considerado uma das ferramentas mais eficazes para promover a cultura de segurança e reduzir riscos em ambientes críticos.
A Árvore de Falhas é uma técnica de análise de riscos usada para identificar como falhas podem levar a um evento indesejado.
Seu objetivo principal é entender a lógica de ocorrência de acidentes ou falhas críticas.
A construção começa pelo evento topo (top event), que representa a falha central a ser evitada.
A partir dele, desenham-se as possíveis causas imediatas e remotas, organizadas em forma de árvore invertida.
Para representar a relação entre causas, usam-se portas lógicas, sendo as principais o AND (E) e o OR (OU).
Eventos básicos (como falha de válvula ou erro humano) formam as “folhas” da árvore.
Essa técnica permite identificar pontos críticos onde intervenções de segurança são mais eficazes.
Também pode ser usada de forma quantitativa, atribuindo probabilidades às falhas e calculando o risco do evento topo.
É muito aplicada em indústrias de alto risco, como petróleo, química, nuclear, aviação e segurança do trabalho.
Sua maior vantagem é oferecer uma visão visual, lógica e estruturada das cadeias de falhas que levam a acidentes.
A Árvore de Falhas é uma técnica sistemática para identificar as causas que podem levar a um evento indesejado — chamado de Evento Topo.
Ela é amplamente utilizada em segurança de processos industriais, confiabilidade de sistemas, análise de acidentes e gestão de riscos.
Representa graficamente, em forma de árvore invertida, todos os caminhos lógicos que podem resultar em uma falha ou acidente.
Permite avaliar probabilidades, impactos e pontos críticos para prevenção.
? Exemplo: Em uma planta de óleo e gás, o evento topo pode ser “Explosão do tanque”. A árvore detalha todas as falhas de válvulas, sensores, procedimentos e barreiras que poderiam culminar nesse evento.
O Bowtie é uma ferramenta visual de análise de riscos que combina a clareza de um diagrama simples com a robustez de técnicas como HAZOP e FTA.
Ele recebe esse nome porque seu formato lembra uma gravata borboleta (bow tie):
No centro, temos o Evento Topo (Top Event).
À esquerda, estão as ameaças que podem causar o evento.
À direita, as consequências que podem ocorrer caso o evento aconteça.
Entre esses elementos, são mapeadas as barreiras de prevenção e barreiras de mitigação, que servem para evitar ou minimizar o risco.
? Exemplo: Em um tanque de petróleo bruto, o evento topo pode ser “Transbordamento do tanque”.
À esquerda, listamos causas como falha de válvula, nível alto não detectado ou erro humano.
À direita, as consequências (vazamento ambiental, incêndio, multa regulatória).
No meio, mostramos barreiras preventivas (sensor de nível alto, alarme, treinamento) e mitigadoras (bacia de contenção, sistema de espuma).
Descrição e caracterização dos riscos
A partir da descrição dos riscos são identificadas as causas (agentes) e efeitos (consequências) dos mesmos, o que permitirá a busca e elaboração de ações e medidas de prevenção ou correção das possíveis falhas detectadas;
A priorização das ações é determinada pela caracterização dos riscos, ou seja, quanto mais prejudicial ou maior for o risco, mais rapidamente deve ser preservada.
Diante de qualquer tipo de risco no ambiente de trabalho, deve-se realizar antecipadamente um estudo técnico, de forma a eliminar as fontes de risco à segurança do trabalhador. Ao fazer a medição do risco, deve-se indicar, por exemplo, qual equipamento de proteção individual (EPI) será capaz de reduzir ou até mesmo acabar com a insalubridade.
Medidas de Controle e Prevenção
A APR tem sua importância maior no que se refere à determinação de uma série de medidas de controle e prevenção de riscos, desde o início operacional do sistema, permitindo revisões de projeto em tempo hábil, com maior segurança, além de definir responsabilidades no que se refere ao controle de riscos.
a) Revisão de problemas conhecidos: consiste na busca de analogia ou similaridade com outros sistemas, para determinação de riscos que poderão estar presentes no sistema que está sendo desenvolvido, tomando como base a experiência passada.
b) Revisão da missão a que se destina: atentar para os objetivos, exigências de desempenho, principais funções e procedimentos, ambientes onde se darão as operações, etc. Enfim, consiste em estabelecer os limites de atuação e delimitar o sistema que a missão irá abranger: a que se destina, o que e quem envolve e como será desenvolvida.
c) Determinação dos riscos principais: identificar os riscos potenciais com potencialidade para causar lesões diretas e imediatas, perda de função (valor), danos à equipamentos e perda de materiais.
d) Determinação dos riscos iniciais e contribuintes: elaborar séries de riscos, determinando para cada risco principal detectado, os riscos iniciais e contribuintes associados.
e) Revisão dos meios de eliminação ou controle de riscos: elaborar um "brainstorming" para levantamento dos meios passíveis de eliminação e controle de riscos, a fim de estabelecer as melhores opções, desde que compatíveis com as exigências do sistema.
f) Analisar os métodos de restrição de danos: pesquisar os métodos possíveis que sejam mais eficientes para restrição geral, ou seja, para a limitação dos danos gerados caso ocorra perda de controle sobre os riscos.
g)Indicação de quem será responsável pela execução das ações corretivas e/ou preventivas: Indicar claramente os responsáveis pela execução de ações preventivas e/ou corretivas, designando também, para cada unidade, as atividades a desenvolver.
A APR tem grande utilidade no seu campo de atuação, porém, como já foi colocado, necessita às vezes de ser complementada por técnicas mais detalhadas e apuradas. Em sistemas que sejam já bastante conhecidos, cuja experiência acumulada conduz a um grande número de informações sobre riscos, esta técnica pode ser utilizada de modo auxiliar.
Análise de falha humana
Segundo os especialistas em HRA (Human Reliability Analysis; em português: 'análise de confiabilidade humana'), pelo menos 70% dos acidentes são causados por falha humana. De acordo com o livro Human Reliability Analysis, sobre confiabilidade humana,as tecnologias atuais ganharam riscos que afetam e são afetados pelas ações realizadas por pessoas em situações normais (de operação corriqueira), de manutenção, e obviamente, de emergência. Os autores estimam a taxa de risco devido à ação humana em algumas indústrias: o Indústria Nuclear: entre 50 e 70%; o Indústria Petrolífera: 70%; o Indústria da Aviação: 50%.
Embora pareça que o ser humano seja o culpado por toda a falha, já que foi o último envolvido na ação, esta falha começa mesmo no projeto de construção de um sistema tecnológico. O problema é que estas falhas de projeto e construção são numerosas e geralmente erroneamente entendidos como falhas do usuário. O fato é que certos componentes do sistema – como complexidade e perigos – podem colocar o usuário em situações em que não é possível realizar com sucesso algumas ações como havia sido projetado. Os erros dos operadores em algumas tecnologias são forçados pela própria tecnologia e suas condições.
Assim, os autores concluem que o risco sempre terá um fator humano. Ademais, esta contribuição humana para o risco pode ser entendida, avaliada e quantificada aplicando-se técnicas da HRA. Em última análise, trata-se de calcular a probabilidade de que um conjunto de ações humanas sejam executadas com sucesso num tempo estabelecido ou numa determinada circunstância.
Nesse curso vai aprender a definição de riscos e perigo, a origem das técnicas de gerenciamento dos riscos, 31 técnicas de análise de riscos, a percepção de riscos e os fatores humanos. Além da instrução a conceitos e gestão de análise de riscos você poderá conhecer 31 técnicas de analise de riscos e tabém neste curso verá como fazer uma análise de riscos utilizando as seguintes técnicas: os 5 Porquês, AST - Análise de Segurança no Trabalho, O Diagrama de Ishikawa ou Diagrama de Causa e Efeito e o Bow Tie (técnica da gravata borboleta.